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Atlético-MG 3 x 1 Santos

Data: 12/08/2018, domingo, 11h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 18ª rodada
Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte, MG.
Árbitro: Rodrigo D’alonso Ferreira
Auxiliares: Helton Nunes e Thiaggo Americano Labes.
Cartões amarelos: Maidana, Elias (A).
Gols: Elias (09-1), Gabriel (25-1); Ricardo Oliveira (25-2) e Ricardo Oliveira (48-2).

ATLÉTICO-MG
Victor; Emerson, Léo Silva, Iago Maidana e Hulk; José Welison, Elias (Matheus Galdezani) e Nathan (Luan); Yimmi Chará, Tomás Andrade (Cazares) e Ricardo Oliveira
Técnico: Thiago Larghi

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Lucas Veríssimo e Dodô; Alison (Yuri Alberto), Jean Mota (Diego Pituca) e Léo Cittadini; Rodrygo, Bruno Henrique (Copete) e Gabriel.
Técnico: Cuca


Ceará 1 x 1 Santos

Data: 08/08/2018, quarta-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 20ª rodada (antecipada)
Local: Estádio Presidente Vargas, em Fortaleza, CE.
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique
Auxiliares: Michael Correia e Silbert Faria Sisquim.
Cartões amarelos: Edinho, Leandro Carvalho e Ricardinho (C); Jean Mota (S).
Gols: Arthur (33-2) e Jean Mota (41-2).

CEARÁ
Everson; Fabinho, Tiago Alves, Luiz Otávio e João Lucas; Edinho, Richardson e Calyson (Luydi); Juninho Quixadá (Ricardinho), Felipe Azevedo (Leandro Carvalho) e Arthur
Técnico: Lisca

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Jean Mota; Alison, Diego Pituca (Bryan Ruiz) e Carlos Sánchez (Gabriel Calabres); Rodrygo, Bruno Henrique e Yuri Alberto (Gabriel).
Técnico: Cuca



Santos joga mal, mas arranca empate com o Ceará e sai do Z-4

O Santos arrancou um empate em 1 a 1 com o Ceará na noite desta quarta-feira, em Fortaleza, em jogo antecipado da 20ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe foi mal, acabou dominado na maior parte da partida, mas volta para casa com um ponto conquistado. O Vovô abriu o placar com Arthur, aos 33 minutos do segundo tempo, depois de várias tentativas e grandes defesas de Vanderlei. E aos 41 minutos, quando a derrota parecia inevitável, o alvinegro empatou.

Alison, da intermediária, cruzou na área e Jean Mota, lateral-esquerdo, apareceu para marcar de peito. Na comemoração, o jogador provocou a torcida do Ceará. Ele estava no rival Fortaleza antes de vir para a Vila Belmiro.

O Santos sai da zona do rebaixamento e vai para a 15ª colocação, com 18 pontos. O Ceará segue como vice-lanterna, com 15 pontos. Na próxima rodada, o Peixe visitará o Atlético-MG. O Vovô receberá o Atlético-PR.

O jogo

O Ceará dominou todo o primeiro tempo. O Santos, acuado, foi envolvido e torceu para o árbitro apitar pela última vez antes do intervalo.

O Vovô fez valer o fator casa e foi para cima do Peixe desde os primeiros minutos. Arthur foi o destaque e obrigou o goleiro Vanderlei a fazer duas boas defesas em finalizações de fora da área. Juninho Quixadá ainda acertou o travessão.

O Santos não criou uma chance clara sequer. Na defesa, Gustavo Henrique, Alison e Jean Mota marcaram muito mal. Rodrygo, Bruno Henrique e Yuri Alberto erraram quase tudo. Para a segunda etapa, entraram Bryan Ruiz e Gabigol.

O cenário para o segundo tempo não foi alterado. Ruiz e Gabriel não entraram bem e Cuca acabou apostando em Gabriel Calabres, que havia jogado duas vezes na temporada, na metade final de jogo.

O Santos criou uma chance apenas, em ótimo lançamento de Carlos Sánchez para Bruno Henrique, aos 15 minutos. O atacante recebeu, invadiu a área e chutou para ótima defesa de Everson. Enquanto isso, Vanderlei seguiu salvando o Peixe. A melhor defesa foi aos 22 minutos, em mais uma boa jogada de Arthur. O centroavante serviu Calyson e o goleiro saiu bem para defender.

E aos 33, o placar fez justiça. Em contra-ataque de manual, a bola foi de pé em pé até Leandro Carvalho passar para Arthur, com categoria, deslocar Vanderlei. Na origem da jogada, Gustavo Henrique bateu em cima de Tiago Alves. Os santistas pediram pênalti.

E quando parecia que o Ceará confirmaria a vitória, o Santos achou um gol. E de forma completamente aleatória aos 41 minutos: Alison cruzou da intermediária para Jean Mota, de peito, empatar. Ponto a ser comemorado pelo Peixe, que sai da zona do rebaixamento.

Bastidores – Santos TV:

Cuca analisa estreia de Ruiz e diz que Ceará merecia vencer o Santos

O técnico Cuca foi sincero e admitiu que o Ceará mereceu mais do que o empate em 1 a 1 com o Santos na noite desta quarta-feira, em Fortaleza, em jogo antecipado da 20ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O treinador analisou as dificuldades sofridas pelo Peixe e viu o ponto conquistado como positivo. O empate fez o alvinegro sair da zona do rebaixamento.

“Foi um placar injusto na minha maneira de ver. Vocês sabem como é futebol, tem que converter chances, principalmente contra equipes grandes. E foi assim com o Ceará. Ceará foi muito melhor no primeiro tempo, depois um pouco melhor. Ceará foi melhor no geral e merecia e vencer, mas conseguimos empatar. Poderíamos ter saído na frente mesmo sem jogar bem, com Bruno Henrique, mas Ceará jogou melhor e mereceu vencer. Está com moral, ganhou três depois da Copa. Estão confiantes. Empate nos cai bem porque a gente sai da zona do rebaixamento, mesmo por um ponto. Emocionalmente é importante, mas temos que melhorar muito”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

Cuca analisou a estreia de Bryan Ruiz e explicou as substituições para o segundo tempo. O Santos voltou para a etapa final com o costarriquenho na vaga de Diego Pituca e Gabigol no lugar de Yuri Alberto.

“Outro país, sem saber direito o nome do amigo, e temos que colocá-lo. Falei de ter calma, paciência, para não queimar. E vou proteger. Estão dando cara à tapa, poderiam nem jogar. Mas são bons profissionais, querem ajudar e temos que ter um rumo para sair dessa o quanto antes. Gabriel não é centroavante fixo, tentamos com Yuri, mas estava um pouco afoito, por isso voltou Gabriel e Bryan. Estão acontecendo coisas no Santos que não podemos cobrar dos jogadores. Como vai saber como companheiro gosta de jogar? Ou Sánchez? Ou Derlis? São situações atípicas, estreias no meio, outras nacionalidades… Temos que poupar os jogadores em relação às críticas”, explicou.

“O que eu fiz: tentei com o menino, ah, o Gabigol estava mal… Ah, não é culpa do Gabigol. Precisamos de um armador e colocamos um armador. E temos que ter calma. Temos carência, mas ninguém abdica de dar seu máximo. Não estamos jogando bem, verdade, jogamos contra Botafogo e Ceará, adversários diretos fora. Não são ótimos, mas não são ruins. Se fizermos dever de casa, pontos vão encorpar lá na frente. E temos que buscar a primeira vitória no Independência. Vai ser tão difícil ou mais que hoje, e depois tem Independiente lá na frente, mais difícil ainda. Estamos passando por esse momento de troca de jogadores em meio a competições importantes”, completou.

“Herói”, Jean Mota valoriza empate do Santos com o Ceará após sufoco

Jean Mota foi o herói inesperado do Santos no empate em 1 a 1 com o Ceará na noite desta quarta-feira, em Fortaleza. O gol no fim da partida tirou o Peixe da zona do rebaixamento.

Quando o alvinegro parecia não ter mais forças para reagir, Alison cruzou da intermediária e Jean, empurrou para o fundo das redes. O empate foi comemorado.

“Sabíamos que o jogo seria difícil, vinham embalados e confiantes. Sofremos, saímos atrás, mas com muita luta buscamos o resultado. É importante o ponto fora de casa. Queríamos a vitória para sair de vez, mas pelas circunstâncias, é um ponto importante”, disse Jean Mota.


Botafogo 0 x 0 Santos

Data: 04/08/2018, sábado, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 17ª rodada
Local: Estádio Nilton Santos (Engenhão), no Rio de Janeiro, RJ.
Árbitro: Paulo Roberto Alves Junior
Auxiliares: Pedro Martinelli Christino e Luciano Roggenbaum
Cartões amarelos: Matheus Fernandes (B); Luiz Felipe, Gustavo Henrique, Dodô e Alison (S).

BOTAFOGO
Saulo; Marcinho, Carli, Igor Rabello e Yuri; Matheus Fernandes e Rodrigo Lindoso; Luiz Fernando (Ezequiel), Valencia (Renatinho) e Rodrigo Pimpão (Aguierre); Kieza.
Técnico: Bruno Lazaroni

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Dodô; Alison (Diego Pituca); Rodrygo, Carlos Sanchez, Renato e Bruno Henrique; Gabriel (Yuri Alberto).
Técnico: Cuca



Com gol anulado no fim, Santos empata com Botafogo e amplia jejum

O Santos completou a quinta partida consecutiva sem vitória no Campeonato Brasileiro durante a tarde deste sábado. No Estádio do Engenhão, com um gol do Botafogo anulado nos minutos finais, o time comandado por Cuca empatou por 0 a 0, resultado que mantém a equipe perigosamente próxima da zona de rebaixamento.

Com 17 pontos ganhos, o Santos aparece apenas no 15º posto e corre risco de terminar a rodada no grupo da degola, uma vez que pode ser ultrapassado por Bahia e Chapecoense, ambos com 17 pontos. Já o Botafogo, com 21 pontos, detém o 10º posto do torneio nacional.

O jogo

Posicionado em um camarote do Engenhão, o técnico Tite viveu poucas emoções no primeiro tempo. Defendido pelo estreante meio-campista uruguaio Carlos Sanchez, o Santos criou pouco e praticamente não deu trabalho algum ao goleiro Saulo durante a metade inicial.

Já o Botafogo, dirigido interinamente por Bruno Lazaroni, cresceu nos minutos finais do primeiro tempo e chegou ao ataque de forma consistente. Na melhor chance, Gustavo Henrique cortou errado e deu a bola de presente para Pimpão, que cruzou pela direita. Kieza foi travado e, na sobra, Luiz Fernando mandou para fora.

O Santos respondeu no segundo tempo e quase saiu na frente. Sanchez rolou para esquerda e, após intervenção da defesa botafoguense, a bola sobrou para finalização de Victor Ferraz. Saulo defendeu parcialmente e a bola tocou no travessão. No rebote, com o goleiro caído, Yuri Alberto cabeceou para grande defesa do arqueiro adversário.

Em busca de sua primeira vitória como técnico do Santos, Cuca fez as três alterações e, na última mudança, resolveu promover a estreia do atacante paraguaio Derlis Gonzalez, colocado no lugar de Bruno Henrique. Ainda assim, o placar permaneceu inalterado.

Aos 40 minutos do segundo tempo, Renatinho recebeu nas costas da defesa e levou a melhor diante de Vanderlei. No entanto, o assistente Pedro Martinelli marcou impedimento de Luiz Fernando. O árbitro Paulo Roberto Alves Júnior, confuso, hesitou por alguns instantes e decidiu anular o gol, o que revoltou atletas e torcedores botafoguenses.

Bastidores – Santos TV:

Cuca procura pontos positivos e pede cuidado com time jovem

Em seu segundo jogo no comando do Santos, Cuca viu seu time empatar por 0 a 0 contra o Botafogo na tarde deste sábado, no Engenhão. Ainda no início do trabalho, o técnico procurou pontos positivos no resultado e pediu cuidado com a jovem equipe no Campeonato Brasileiro.

“Esse empate não era o que a gente queria, de forma alguma. Mas é um ponto fora de casa, que, psicologicamente, favorece. Subimos duas posições e não sei o que vai acontecer amanhã. Mas, de qualquer forma, é um jogo fora de casa sem tomar gol. A zaga foi bem. Há muita coisa a corrigir, mas tiveram coisas boas também”, disse.

Com 17 pontos ganhos, o Santos aparece apenas no 15º posto e corre risco de terminar a rodada na zona de rebaixamento, já que pode ser ultrapassado por Bahia e Chapecoense, ambos com 17 pontos. Experiente, Cuca pede cuidado e paciência para fugir da degola.

“O time menor, quando está na zona de rebaixamento, não se abala muito. Já o grande, quando entra nessa situação, quem mais se abala é a torcida. Já dá um medo enorme. Temos mais um turno e duas partidas. Vamos conseguir coisas boas no campeonato, mas precisamos de tranquilidade. Se pressionar, é pior, ainda mais com jovens”, disse.

Com o empate diante do Botafogo, o Santos completou cinco rodadas consecutivas sem vencer no Campeonato Brasileiro. Após dois empates nos primeiros jogos pelo novo clube, Cuca lembrou que a equipe terá uma sequência dura de compromissos pela frente.

“Ontem à noite, conversamos bastante com o grupo. Expusemos muitas coisas, ouvimos e entendemos outras importantes. Não falta vontade e entrega. Faltam algumas coisas que o trabalho vai colocar no trilho. Mas, hoje, você não tem tempo para trabalhar, porque está envolvido em uma série de nove jogos em um mês”, declarou.

Goleiro Vanderlei vê gol irregular do Botafogo: “Estava impedido”

O confronto entre Botafogo e Santos, disputado na tarde deste sábado, terminou de forma polêmica no Estádio do Engenhão. Na visão do goleiro Vanderlei, o trio de arbitragem comandado por Paulo Roberto Alves Júnior acertou ao anular o gol marcado por Renatinho.

Aos 40 minutos do segundo tempo, Renatinho recebeu nas costas da defesa santista e levou a melhor sobre Vanderlei. No entanto, o assistente Pedro Martinelli marcou impedimento de Luiz Fernando, que chegou a ir na direção da bola, mas não tocou-a.

“O lance estava impedido. O bandeirinha viu, o auxiliar atrás viu. Mas, saiu o gol, deu aquela confusão”, afirmou Vanderlei em entrevista ao Premiere ainda na saída do gramado. “Eles querem ganhar na pressão. Isso é do futebol”, acrescentou o goleiro.

O Santos desperdiçou uma grande oportunidade de sair na frente durante a etapa complementar. Victor Ferraz pegou uma sobra e bateu para defesa parcial de Saulo. Após toque no travessão, a bola se apresentou para cabeçada de Yuri Alberto, defendida pelo goleiro botafoguense.

“Tivemos a chance de fazer o gol e acabamos não conseguindo. Precisávamos da vitória, até porque é um adversário que estava próximo da gente e poderíamos empurrá-lo para baixo. Mas futebol é assim, tem que somar pontos. Não conseguimos ganhar e, agora, precisamos vencer o Ceará de qualquer jeito”, disse Vanderlei.

Jogadores do Botafogo reclamam da arbitragem em lance polêmico

O Botafogo ficou no empate sem gols com o Santos, neste sábado, no Nilton Santos, pelo Campeonato Brasileiro. A partida foi marcada por uma polêmica já no fim, quando Renatinho recebeu lançamento e mandou a bola para a rede. No entanto, a arbitragem marcou impedimento de Luiz Fernando, que estava à frente e chegou a ir em direção à bola.

Após a partida, alguns jogadores foram reclamar com o árbitro do lance, principalmente pela demora na marcação da infração. O zagueiro Joel Carli lamentou a decisão da arbitragem, mas elogiou a atuação dos donos da casa.

“Infelizmente, eu acho que ele errou. É claro que ele não tem a intenção de errar. Ele tinha dois assistentes para auxiliá-lo e essa dúvida não é bom para este tipo de jogo. O empate é ruim, mas o Botafogo foi protagonista”, disse.

Luiz Fernando também falou sobre o lance e afirmou que desistiu da jogada após perceber que estava em posição de impedimento.

“Ele falou que eu participei da jogada. Só que quando eu vi que estava impedido eu parei no lance. O Renatinho chegou e fez o gol”, declarou.

Sem se empolgar com Ruiz, Cuca sente necessidade de reforços

A contratação do meia costarriquenho Bryan Ruiz, concretizada antes da chegada de Cuca, não empolga o comandante. O experiente treinador, hábil na formação dos elencos dos clubes que comanda, vê uma necessidade clara de reformular o grupo, processo que já iniciou.

“Você me perguntou se o Bryan é esse jogador (meia articulador). Tomara que sim. Só o trabalho vai dizer. Não é uma contratação feita por mim, que eu sabia como jogava e que encaixaria no meu processo. Já está feita. Temos que avaliar o jogador dando oportunidades, primeiro nos treinos”, disse Cuca após o jogo contra o Botafogo.

Na visão do técnico, o Santos precisa de um centroavante e de “um ou dois” meias. Diante do Botafogo, ele iniciou a partida com Gabriel no comando de ataque e, durante o segundo tempo, promoveu a entrada de Yuri Alberto, a quem elogiou, apesar do gol desperdiçado.

“É nítido que temos uma necessidade (de um centroavante), é muito claro isso. Também a necessidade de um armador ou dois. Também fica muito claro. Vamos buscar internamente esse jogador”, disse. “Não pedi o Jô. Mas, se chegar, é bem-vindo”, afirmou, sobre o ex-corintiano, atualmente no japonês Nagoya Grampus.

Dentro do processo de reformulação do elenco, algo que costuma fazer quando assume um novo clube, Cuca já liberou o zagueiro David Braz, que será emprestado ao turco Sivasspor, e o meio-campista argentino Emiliano Vecchio para buscarem novos ares. Jean Mota, por outro lado, permanece na Vila Belmiro.

“Eu vejo com naturalidade. São propostas que aparecem e você discute com a diretoria. Da minha parte, eles estão liberados. Menos o Jean Mota, nosso reserva imediato na lateral esquerda. É natural que esse ciclo continue e você, na necessidade, busque alguns atletas para suprir a ausência de outros”, analisou.


Santos 0 x 1 Cruzeiro

Data: 01/08/2018, quarta-feira, 19h30.
Competiçao: Copa do Brasil – Quartas de final – Jogo de ida
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 7.134 pagantes
Renda: R$ 147.429,00
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO).
Auxiliares: Fabricio Vilarinho da Silva e Bruno Raphael Pires
VAR: Bráulio Machado (principal), Helton Nunes e Marcelo de Lima Henrique (apoio).
Cartões amarelos: Gabriel (S); Henrique, Rafinha e Rafael Sóbis (C).
Gol: Raniel (35-2).

SANTOS
Vanderlei, Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique e Dodô; Alison, Renato (Daniel Guedes) e Diego Pituca (Copete); Rodrygo, Bruno Henrique e Gabriel.
Técnico: Cuca

CRUZEIRO
Fábio, Romero, Léo, Dedé, Egídio, Henrique, Lucas Silva, Thiago Neves (Rafinha), Robinho (Rafael Sóbis), Arrascaeta e Barcos (Raniel).
Técnico: Mano Menezes



Letal, Cruzeiro vence o Santos na Vila e abre vantagem na Copa do Brasil

O Cruzeiro venceu o Santos por 1 a 0 na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil. Com o resultado fora de casa, a Raposa pode avançar à semifinal com um empate no dia 15, no Mineirão.

Na reestreia do técnico Cuca no Peixe, Mano Menezes mostrou que comanda uma equipe letal. O Cruzeiro não foi vistoso, mas ofereceu poucos espaços ao alvinegro e fez o gol da vitória no melhor momento dos donos da casa no segundo tempo, aos 35 minutos.

Dois minutos depois de Gabigol desperdiçar boa chance, Raniel recebeu na meia-lua, balançou para cima de David Braz e encontrou um espaço pelo meio das pernas do zagueiro. A bola foi no cantinho e venceu o goleiro Vanderlei. Nos instantes finais, não houve tempo de reação.

A decisão marcou o primeiro uso do VAR em competição de âmbito nacional no Brasil. Aos 21 minutos, o árbitro Wilton Pereira Sampaio consultou o vídeo e, 27 segundos depois, soube por meio do ponto eletrônico que Dedé não cometeu pênalti em Gabigol.

O jogo

As estratégias das duas equipes ficaram claras nos primeiros minutos: o Santos tentando manter a posse de bola e controlar o jogo até encontrar espaços para marcar. O Cruzeiro bem postado na defesa em busca de contra-ataques.

O Peixe teve bom início e acuou a Raposa, mas pecou, como de costume na temporada, no último passe. As jogadas começavam bem, porém, terminavam mal. E no melhor momento na partida, quando as brechas começaram a aparecer por volta dos 30 minutos, os visitantes foram inteligentes e esfriaram o jogo, fazendo cera e chamando atendimento médico.

Na sequência, o Cruzeiro teve as melhores chances do primeiro tempo: um chute de fora de Lucas Silva aos 34 minutos, espalmado por Vanderlei, e segundos depois, quando Arrascaeta recebeu quase na pequena área, mas o goleiro saiu bem nos pés do uruguaio.

A tônica da partida se manteve na segunda etapa, mas o Cruzeiro passou a dividir a posse de bola e ter maior controle do jogo. Rodrygo, válvula de escape no primeiro tempo, sumiu. Bruno Henrique teve um ou outro lampejo, mas seguiu distante daquele de 2017.

Aos 21 minutos, o VAR foi acionado pela primeira vez em uma competição continental. Pelo ponto, o árbitro ouviu que Gabigol caiu na área, mas o zagueiro Dedé não cometeu pênalti. O intervalo foi de 27 segundos.

O jogo ficou morno até uma boa substituição do técnico Cuca, aos 27 minutos, quando Daniel Guedes entrou no lugar de Renato, mal em campo, e Victor Ferraz foi para o meio-campo. O lado direito voltou a ficar forte e, pela esquerda, o Peixe teve sua melhor chance.

Dodô aproveitou rebote e levantou na área para Gabriel vir de trás e, sozinho, chutar de primeira para ótima defesa de Fabio aos 33 minutos. O Santos foi para cima, a torcida se levantou… E aí veio o castigo. Dois minutos depois, Raniel recebeu na meia-lua, deslocou David Braz e acertou o canto de Vanderlei.

Nos minutos finais, o alvinegro se lançou ao ataque, mas não teve forças para reagir. O Cruzeiro venceu e obteve ótima vantagem nas quartas de final da Copa do Brasil. A Raposa jogará por um empate para avançar à semifinal no dia 15, no Mineirão.

Bastidores – Santos TV:

Cuca vê Santos um pouco melhor que o Cruzeiro e afirma: “Tem nada acabado”

Na reestreia pelo Santos, Cuca gostou da atuação na derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro nesta quarta-feira, na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil. O técnico admitiu a falta de um armador, mas viu pontos positivos e mostrou confiança na reação no Mineirão, dia 15. A Raposa jogará por um empate para avançar à semifinal.

“Se formos pegar jogo desde o primeiro tempo, vemos jogo com poucas chances, truncado, Cruzeiro faz marcação atrás e tenta sair, buscando o contra-ataque. Mano sabe jogar mata-mata, sabe que é importante não perder. Jogaram fechadinhos e tivemos dificuldade pela falta de espaço. Fica claro no comando as necessidades, jogador que tem um deslumbro, criação melhor. Faltou isso e a definição, tínhamos o controle, sem ceder o contra-ataque, bem posicionados, mas não era o suficiente. Sentíamos a falta de algo mais, ela vieram, Gabigol chutou e passou perto, depois goleiro pegou e a bola ainda sobrou no pé bom do Pituca. Cruzeiro valorizava bem o empate, sem grandes riscos, até que o Raniel protegeu, defendeu e chutou bem, na única chance clara. Mexida melhorou um pouco, depois perdemos um Pituca, que não é um meia. Tentamos com ele adiantado, tentamos com Copete, com presença na área e bom cabeceio, chute forte. Jogava assim lá fora e acabou que não surtiu efeito. Temos que lamentar a derrota, mas não o jogo. Jogamos um pouco melhor e fomos castigados com o gol que tomamos”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

“É relativo. Sabemos que isso poderia acontecer. Se ganhássemos de 1 a 0, faríamos o adversário vir com tudo. Perdendo em casa, não acontece assim. Tem que ter posicionamento exposto e pode ser bom. Resultado incentiva a buscar o jogo. Tem nada acabado”, completou.

Na saída de campo, Victor Ferraz reclamou do azar santista e do “gol espírita” do Cruzeiro, marcado por Raniel entre alguns defensores do Santos. Cuca preferiu adotar discurso diferente.

“Se você bater em cima disso é pior, não dá para lamentar falta de sorte. Não tivemos eficácia, tivemos chances claras e não fizemos. Temos que ter calma porque as oportunidades vêm. Com uma ou duas vitórias, meninos ficam mais soltos e coisas acontecem mais fáceis”, concluiu.

O Santos voltará a campo para enfrentar o Botafogo, sábado, no Engenhão, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Peixe ocupa a 17ª colocação e está na zona de rebaixamento.

Cuca cita três zagueiros, cogita 4-4-2 e promete variações táticas no Santos

Após a derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro nesta quarta-feira, na Vila Belmiro, Cuca prometeu testar variações táticas no Santos. O Peixe voltará a enfrentar a Raposa no dia 15, no Mineirão, e será eliminado nas quartas de final se não vencer.

O técnico sentiu a falta de um armador na decisão e pode procurar a solução em um 4-4-2. Outra alternativa é escalar três zagueiros.

“Testamos Victor Ferraz por ali (pelo meio), tem essa qualidade técnica, tem boa visão de jogo. Na jogada que perdemos o gol, jogada foi feita por ele por ali. Se não temos opções, cria-se alternativas e mudança de esquema. Sem um determinado jogador, duas linhas de quatro e dois atacantes.. Vamos criando, treinar um pouquinho para poder colocar em prática depois”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

“Jogamos muito tempo com três zagueiros, Alison de zagueiro e laterais adiantados, Rodrygo por dentro, campo de ataque total, tivemos o controle assim. Como foi bem posicionado, apareceu (a formação). Se sai na frente, passaríamos a fazer o que o Cruzeiro fez, defender mais atrás e aí aparece a velocidade dos pontas. Poderia ter acontecido, mas não saímos na frente”, completou.

Cuca elogia David Braz e Gabigol, mas diz que não “puxará saco” de ninguém

David Braz e Gabigol não vivem bom momento no Santos. Criticados por parte da torcida, eles foram “vilões” na derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro nesta quarta-feira, na Vila Belmiro, pela ida das quartas de final da Copa do Brasil.

O zagueiro vacilou na marcação de Raniel no gol cruzeirense. O atacante, minutos antes, perdeu a melhor chance da partida após cruzamento de Dodô, chute de primeira e boa defesa de Fabio.

Há dois dias no Santos, Cuca percebeu a cobrança do torcedor na Vila e elogiou a dupla, mas prometeu não priorizar ninguém, independentemente do status no elenco ou questões financeiras.

“Isso (pressão) não chega no vestiário, chega no campo. Jogador escuta tudo. Dentro se ouve tudo que acontece na arquibancada. Vem direto para você. Todos sentimos, mas são profissionais, sabem que é assim. No momento que não se ganha, cobrança vai nos experientes. Tem que ter calma, paciência. São bons jogadores, tem outros também e tenho que ter tempo para vê-los. Não adianta chegar em um dia e pedir 300 jogadores. Tem que recuperar moral, alto astral, e depois fazer alguma coisa. Sem puxar o saco, com trabalho, correção, como sempre fizemos”, analisou.

Santos x Cruzeiro marca primeiro uso do VAR em competição nacional

A derrota do Santos, nesta quarta-feira, diante do Cruzeiro, entrou para a história do futebol brasileiro. Isso porque, pela primeira vez, o recurso do VAR (video assistant referee – assistente de árbitro de vídeo, traduzido do inglês) foi utilizado em uma competição de nível nacional.

Aos 21 minutos do segundo tempo, o árbitro Wilton Pereira Sampaio consultou o vídeo e, 27 segundos depois, soube por meio do ponto eletrônico que Dedé não cometeu pênalti em Gabigol. As equipes duelaram na Vila Belmiro pela partida de ida das quartas de final da Copa do Brasil.

É importante ressaltar que a tecnologia já havia sido usada no Brasil. Porém, anteriormente, o VAR só entrou em ação em disputas regionais.


Santos 0 x 1 América-MG

Data: 29/07/2018, domingo, 19h00.
Competiçao: Campeonato Brasileiro – 16ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 8.691 pagantes
Renda: R$ 155.868,00
Árbitro: Rafael Traci (PR).
Auxiliares: Bruno Boschilia (Fifa/PR) e Rafael Trombeta (PR).
Cartões amarelos: Alison e Gustavo Henrique (S); Carlinhos e Juninho (A).
Gol: Ruy (38-1, de pênalti)

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique e Dodô; Alison, Diego Pituca (Jean Mota) e Eduardo Sasha (Yuri Alberto); Rodrygo, Bruno Henrique e Gabriel (Arthur Gomes).
Técnico: Serginho Chulapa (interino)

AMÉRICA-MG
João Ricardo; Aderlan, Messias, Matheus Ferraz e Carlinhos; Juninho, David, Gerson Magrão (Zé Ricardo) e Ruy (Judivan); Giovanni e Marquinhos (Ademir).
Técnico: Adilson Batista



Gabigol perde chances, Chulapa mexe mal e Santos é derrotado pelo América-MG

O Santos perdeu por 1 a 0 para o América-MG neste domingo, na Vila Belmiro, e pode terminar a rodada 16 do Campeonato Brasileiro na zona de rebaixamento se o Bahia empatar com o Atlético-MG, em casa, nesta segunda-feira. O Peixe ficou com a 16ª colocação e o Coelho subiu para 10º.

O gol do América foi marcado por Ruy, em pênalti inexistente de Alison em Marquinhos aos 38 minutos do primeiro tempo – o goleiro Vanderlei quase defendeu. E na segunda etapa, faltou talento e sorte para o alvinegro.

Gabigol desperdiçou chances claras e a saída para a entrada de Arthur Gomes foi comemorada pela torcida. Yuri Alberto perdeu oportunidade incrível no rebote do goleiro João Ricardo e Gustavo Henrique e Rodrygo acertaram o travessão.

É necessário destacar que o técnico interino Serginho Chulapa também foi mal. Eduardo Sasha sentiu a coxa esquerda e foi substituído no intervalo para a entrada de Yuri Alberto. Com isso, Rodrygo, destaque pela direita no primeiro tempo, foi para a armação e sumiu. E aos 14, o treinador sacou Diego Pituca, o melhor da equipe, para dar vaga a Jean Mota. A torcida o chamou de burro.

O jogo

O Santos dos primeiros 45 minutos contra o América-MG foi parecido com o time do ex-técnico Jair Ventura. Posse de bola, passes curtos, lançamentos, cruzamentos e poucas chances claras criadas.

O Peixe parecia controlar o jogo e foi perigoso principalmente pelo lado direito, na afinidade da dupla Victor Ferraz-Rodrygo. Na ala esquerda, porém, Dodô e Bruno Henrique não se entenderam, assim como no empate em 1 a 1 com o Flamengo.

E quando a partida caminhava para o intervalo com o zero no placar, a arbitragem virou protagonista. Marquinhos caiu após leve toque de Alison e o pênalti foi assinalado aos 38 minutos. O goleiro Vanderlei quase pegou, mas Ruy converteu.

Depois de sair atrás, o Santos aumentou o ritmo e passou a assustar mais o goleiro João Ricardo. Aos 44, Bruno Henrique chutou na rede pelo lado de fora e enganou alguns torcedores.

O Santos voltou para o segundo tempo com Yuri Alberto na vaga de Eduardo Sasha, que sentiu um desconforto na coxa esquerda. E a alteração comprometeu a criação ofensiva.

A substituição forçou Rodrygo a atuar pelo meio e deslocou Gabigol para a direita. A joia sumiu, Gabriel errou em demasia e o time passou a ser dependente do lado esquerdo, onde Dodô e Bruno Henrique passaram a acertar mais.

E aos 14 minutos, o técnico interino Serginho Chulapa ouviu vaias e gritos de “burro” ao tirar Diego Pituca, o melhor do time, para a entrada de Jean Mota, que nada fez. Gabigol, depois de três boas chances desperdiçadas, recebeu xingamentos a cada vez que pegou na bola. A torcida comemorou a saída do camisa 10 para dar vaga a Arthur Gomes.

De forma atabalhoada, o Santos se lançou ao ataque e percebeu a partir dos 20 minutos, que a noite não seria de sorte. Rodrygo acertou o travessão em cobrança de falta. Aos 32, Jean Mota arriscou de longe, João Ricardo espalmou e Yuri Alberto, sozinho, com o goleiro caído, chutou para fora. E aos 37, Gustavo Henrique cabeceou no travessão. Os minutos finais foram de desespero e nada da rede balançar.

A atuação santista neste domingo mostrou a necessidade urgente de um substituto para Jair Ventura e a carência de um centroavante. Gabigol, camisa 10 e maior salário do elenco, está cada vez mais perto do banco de reservas.

Bastidores – Santos TV:

Chulapa defende Yuri e Gabigol, mas pede um 9 e lamenta falta de treinos no Santos

Sem pontaria, o Santos perdeu por 1 a 0 para o América-MG neste domingo, na Vila Belmiro. O Peixe finalizou 30 vezes e cruzou 69 bolas na área. Gabigol e Yuri Alberto foram os maiores “vilões”. Gabriel desperdiçou ao menos três boas chances e Yuri, sozinho, com o goleiro João Ricardo caído, chutou para fora após rebote em chute de Jean Mota no segundo tempo.

O técnico interino defendeu a dupla, mas foi mais um a pedir um centroavante no alvinegro, assim como fazia o ex-técnico Jair Ventura. O único de origem é Yuri Alberto e a falta é sentida desde a saída de Ricardo Oliveira, em dezembro, para o Atlético-MG.

“Gabriel é o seguinte: não é centroavante. Quando ele jogava com o Ricardo Oliveira, toda hora estava na cara do gol. Ele tem que vir de trás e pelas pontas. E tinha um centroavante de referência. Quando tiver, tendência é que ele melhore”, analisou Chulapa, antes de falar sobre Yuri.

“Não (ficará queimado). É um moleque de 17 anos, acompanho desde pequeno. Teve uma grande chance, mas ele tem personalidade, estou com ele no dia a dia. Isso faz parte, mas ele podia fazer o gol, né? Tem que dar moral. Entrou, procurou fazer o melhor e, infelizmente, não deu”, completou.

Chulapa ainda “culpou” a falta de treinamentos pelas várias finalizações erradas na Vila Belmiro. E o treinador admitiu que o time não conseguiu cumprir à risca uma orientação.

“Falei na preleção para cruzar por baixo por causa dos zagueiros altos e insistiram pelo alto, mesmo com a bola na trave do Gustavo. É o desespero, principalmente no final. Com defesa alta, Santos tem que jogar no chão, fez isso em alguns momentos e levou perigo”, explicou.

“Negócio é treinar, meu! Não tivemos tempo de treino necessário, uma semana, para finalizações. Futebol tem que treinar fundamentos no dia a dia e não tivemos esse tempo. Quando tivermos, pontaria vai melhorar. Gostei do empenho, criamos bastante, mas não fizemos. Se conseguíssemos pelo menos o empate, ficaria de bom tamanho. Agora é pensar no jogo difícil de quarta-feira”, concluiu.

O Santos voltará a campo para enfrentar o Cruzeiro na quarta-feira, de novo na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil. O Peixe ainda não definiu um substituto para Jair Ventura e pode ter Serginho Chulapa mais uma vez no banco de reservas.

Chulapa vê Santos ‘correspondendo às expectativas’ e minimiza vaias: “Nunca fui burro”

O técnico interino Serginho Chulapa foi vaiado e chamado por alguns de burro durante a derrota do Santos por 1 a 0 para o América-MG neste domingo, na Vila Belmiro. O auxiliar aprovou o empenho do time e minimizou a cobrança da torcida.

“Foi um jogo em que tivemos sete finalizações (certas), América-MG veio por uma bola, pênalti duvidoso… Não faltou empenho e dedicação dos jogadores. Chances umas cinco ou seis para empatar e não tivemos competência. Foi um resultado injusto, mas o que vale é bola na rede e não adianta lamentar. Time correspondeu à expectativa, mas vitória não veio”, disse Chulapa, em entrevista coletiva.

“Eu não ligo, nunca fui burro. Pituca estava um pouco esgotado e Jean Mota entrou bem. Não ligo, isso faz parte do folclore do futebol. Não se pode satisfazer a todos. Fiz a substituição com a maior certeza”, completou Chulapa.

Eduardo Sasha sentiu um desconforto na coxa esquerda e foi substituído no intervalo para a entrada de Yuri Alberto. Com isso, Rodrygo passou a ser armador e “sumiu” em campo depois de um bom primeiro tempo. Na sequência, Diego Pituca, um destaque, saiu para dar a vaga a Jean Mota. Por fim, com a derrota parcial, Gabigol foi sacado e vaiado para Arthur Gomes atuar.

O Santos voltará a campo para enfrentar o Cruzeiro na quarta-feira, de novo na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil. O Peixe ainda não definiu um substituto para Jair Ventura e pode ter Serginho Chulapa mais uma vez no banco de reservas.