Todos os jogos do Santos FC na temporada 2014. Clique no jogo para acessar a ficha técnica.


18/01/2014 – Santos 1 x 0 XV de Piracicaba – Paulista – Vila Belmiro
21/01/2014 – Santos 1 x 1 Audax SP – Paulista – Pacaembu
26/01/2014 – Santos 1 x 0 Ituano – Paulista – Novelli Júnior
29/01/2014 – Santos 5 x 1 Corinthians – Paulista – Vila Belmiro
01/02/2014 – Santos 5 x 1 Botafogo-SP – Paulista – Vila Belmiro
06/02/2014 – Santos 2 x 1 Linense – Paulista – Gilberto Siqueira Lopes
11/02/2014 – Santos 2 x 0 Comercial RP – Paulista – Vila Belmiro
16/02/2014 – Santos 1 x 4 Penapolense – Paulista – Tenente Carriço
20/02/2014 – Santos 2 x 1 Atlético Sorocaba – Paulista – Vila Belmiro
23/02/2014 – Santos 0 x 0 São Paulo – Paulista – Morumbi
27/02/2014 – Santos 5 x 0 Bragantino – Paulista – Vila Belmiro
06/03/2014 – Santos 5 x 2 Mogi Mirim – Paulista – Romildo Ferreira
09/03/2014 – Santos 4 x 1 Oeste – Paulista – Vila Belmiro
16/03/2014 – Santos 3 x 3 Rio Claro – Paulista – Augusto Schmidt
23/03/2014 – Santos 2 x 1 Palmeiras – Paulista – Vila Belmiro
26/03/2014 – Santos 4 x 0 Ponte Preta – Paulista – Vila Belmiro
30/03/2014 – Santos 3 x 2 Penapolense – Paulista – Vila Belmiro
02/04/2014 – Santos 0 x 0 Mixto-MT – Copa do Brasil – Arena Pantanal, Cuiabá
06/04/2014 – Santos 0 x 1 Ituano – Paulista – Pacaembu
13/04/2014 – Santos 1 x 0 Ituano – 6 x 7 pênaltis – Paulista – Pacaembu
16/04/2014 – Santos x Mixto-MT – Copa do Brasil – Vila Belmiro
20/04/2014 – Santos x Sport Recife – Brasileiro – Vila Belmiro
26/04/2014 – Santos x Coritiba – Brasileiro – Couto Pereira
04/05/2014 – Santos x Grêmio – Brasileiro – Pacaembu
11/05/2014 – Santos x Figueirense – Brasileiro –
18/05/2014 – Santos x Atlético-MG – Brasileiro –
22/05/2014 – Santos x Goiás – Brasileiro – Serra Dourada
25/05/2014 – Santos x Flamengo – Brasileiro –
29/05/2014 – Santos x Bahia – Brasileiro –
01/06/2014 – Santos x Criciúma – Brasileiro –

*** COPA DO MUNDO 2014 ***

16/07/2014 – Santos x Palmeiras – Brasileiro –
20/07/2014 – Santos x Fluminense – Brasileiro – Maracanã
27/07/2014 – Santos x Chapecoense – Brasileiro – Pacaembu
03/08/2014 – Santos x Internacional-RS – Brasileiro – Beira Rio
10/08/2014 – Santos x Corinthians – Brasileiro – Vila Belmiro
17/08/2014 – Santos x Cruzeiro – Brasileiro – Mineirão
20/08/2014 – Santos x Atlético-PR – Brasileiro – Vila Belmiro
24/08/2014 – Santos x São Paulo – Brasileiro – Morumbi
31/08/2014 – Santos x Botafogo – Brasileiro – Maracanã
07/09/2014 – Santos x Vitória – Brasileiro – Pacaembu



Resumo da Temporada 2014:

- Campeonato Paulista: Vice
- Copa do Brasil:
- Campeonato Brasileiro:

Dados de jogos do Santos FC na temporada 2014

20 jogos
14 vitórias
04 empates
02 derrotas
47 gols pró
19 gol contra
28 saldo

Tabus:

Artilharia: 47 gols / 20 jogos = 2,35 gol por jogo

09 Cícero
07 Gabriel
07 Geuvânio
06 Thiago Ribeiro
05 Leandro Damião
02 Emerson
02 Arouca
02 Diego Cardoso
02 Stéfano Yuri
01 Jubal
01 Bruno Peres
01 Rildo
01 Lucas Lima
01 Neto

Goiás 0 x 3 Santos

Data: 08/12/2013, domingo, 17h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 38ª rodada
Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia, GO.
Público: 25.238 pagantes
Renda: R$ 354.655,00
Árbitro: Jean Pierre Goncalves Lima (RS)
Auxiliares: Kléber Lúcio Gil e Carlos Berkenbrock (ambos de SC)
Cartões amarelos: Gustavo Henrique e Durval (S).
Cartão vermelho: Hugo (G)
Gols: Cícero (05-1) e Montillo (44-1); Montillo (32-2).

GOIÁS
Renan; Vítor, Ernando, Rodrigo e William Matheus; Amaral, Dudu Cearense (Ramon), Eduardo Sasha (Roni), Hugo e Renan Oliveira (Welinton Júnior); Walter (Léo Bonatini).
Técnico: Luís Fernando Flores (auxiliar)

SANTOS
Aranha; Cicinho, Gustavo Henrique, Durval e Eugenio Mena (Emerson); Alison (Alan Santos), Arouca, Cícero e Montillo; Geuvânio e Thiago Ribeiro (Everton Costa).
Técnico: Claudinei Oliveira



Goiás é derrotado pelo Santos e perde chance de chegar à Libertadores

Dois gols de Montillo e outro de Cícero deram a vitória ao time paulista, que deixa goianos fora do G4 do Brasileiro

Em partida disputada neste domingo no Estádio Serra Dourada, válida pela 38ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Goiás foi derrotado pelo Santos, por 3 a 0 (um de Cícero e dois de Montillo) e perdeu, além da quarta colocação na tabela de classificação, a oportunidade de disputar a Copa Libertadores em 2014.

O Goiás, que só precisava da vitória para se garantir na quarta colocação, foi prejudicado pelo resultado do Botafogo, que venceu o Criciúma e entrou no G4. A equipe comandada por Enderson Moreira permaneceu com 59 pontos e terminou a competição na sexta posição.

Por sua vez, o Santos, que não brigava por mais nada, ganhou uma posição e terminou o Brasileirão na sétima colocação, com 57 pontos. Esta é a melhor campanha da equipe paulista desde 2007, quando o time comandado por Vanderlei Luxemburgo ficou com o vice-campeonato, atrás apenas do campeão e arquirrival São Paulo.

O jogo

Antes do pontapé inicial, foi respeitado um minuto de silêncio, em homenagem ao ex-presidente sul-africano Nelson Mandela, que faleceu na última quinta-feira. Nos primeiros instantes da partida, os jogadores das duas equipes ficaram trocando passes, dando sequência aos protestos orquestrados pelo movimento Bom Senso FC, que pleiteia, entre outras melhorias, a mudança do calendário do futebol brasileiro.

O Santos abriu o placar aos cinco minutos de jogo. Após jogada pela direita, a defesa tirou mal e Arouca ficou com a sobra. O volante levantou na medida para Cícero, que cabeceou para baixo, marcando seu 16º gol no Campeonato Brasileiro.

No lance seguinte, o Goiás teve a chance de empatar. Dudu Cearense arriscou da entrada da área e a bola passou perto da trave direita defendida por Aranha, que já desistira do lance. Aos 18, Dudu cobrou falta na cabeça de Rodrigo, que cabeceou tirando de Aranha. Cicinho, em cima da linha, salvou o que seria o gol de empate.

Aos 33 minutos, após sobra de escanteio, o zagueiro Rodrigo lançou Hugo na grande área. Em posição duvidosa, o meia apareceu livre atrás dos zagueiros santistas, mas colocou muita força na finalização e mandou a bola por cima do gol.

O segundo gol santista saiu aos 44 minutos. Emerson avançou pela esquerda e tocou na área para Thiago Ribeiro. O atacante santista protegeu da marcação e rolou para Montillo, que aparecia atrás. O argentino acertou forte chute de primeira no canto direito de Renan.

Uma falha de Aranha, aos seis minutos da segunda etapa, quase proporcionou o primeiro gol ao Goiás. Rodrigo bateu falta com força no meio do gol, o goleiro santista espalmou para o meio da área e, no rebote, Vítor, dentro da pequena área, chutou por cima do travessão.

Aos 14 minutos, Cícero dominou na entrada da área, iludiu a marcação da defesa esmeraldina e finalizou de direita, acertando a trave de Renan. No contra-ataque seguinte, Thiago Ribeiro dominou na ponta esquerda, puxou para o meio e finalizou. A bola passou muito perto do poste esquerdo adversário.

O terceiro gol santista foi marcado aos 32 minutos. Em rápido contra-ataque, Geuvânio recebeu no meio e viu Montillo invadindo a área pela direita livre de marcação. Com um chute cruzado, de primeira, o argentino venceu o goleiro Renan e marcou seu segundo tento na partida.

Aos 45 minutos, Hugo se desentendeu com o meia Roni, seu companheiro de equipe, e recebeu o cartão vermelho de forma direta.

Em sua despedida, Durval comemora vitória com ‘honra e dignidade’

Zagueiro não terá seu contrato renovado e fez sua última partida pelo Santos no triunfo diante do Goiás

A partida entre Goiás e Santos, disputada neste domingo, no Estádio Serra Dourada, e vencida pelos paulistas por 3 a 0, marcou a despedida do zagueiro Durval. O jogador de 33 anos, que não terá seu contrato renovado pela diretoria, deixou o gramado comemorando o resultado, que garantiu ao Santos a sétima colocação no Campeonato Brasileiro, com 57 pontos.

“Não tínhamos nada a perder. Precisávamos terminar (o Brasileiro) com honra e dignidade. O 3 a 0 ficou de bom tamanho”, declarou Durval.

Contratado no começo de 2010, Durval fez neste domingo sua 249ª partida com a camisa do Santos. Em quatro anos, o zagueiro conquistou seis títulos – três Paulistas (2010, 2011 e 2012), uma Copa do Brasil (2010), uma Libertadores (2011) e uma Recopa Sul-Americana (2012).

A chegada da delegação santista a São Paulo deverá ocorrer nesta madrugada. A reapresentação do elenco está marcada para o próximo dia 6, no CT Rei Pelé, quando o Santos iniciará a preparação para o Campeonato Paulista, que começa dia 18 de janeiro.


Vídeos: (1) Gols e (2) melhores momentos

Santos 2 x 1 Atlético-PR

Data: 01/12/2013, domingo, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 37ª rodada
Local: Estádio Benedito Teixeira, em São José do Rio Preto, SP.
Público: 11.431 pagantes
Renda: R$ 235.940,00
Árbitro: Wagner Reway (MT)
Auxiliares: Marrubson Melo Freitas (DF) e Cleriston Clay Barreto Rios (SE).
Cartões amarelos: Edu Dracena e Alan Santos (S); Marcelo e Bruno Silva (A).
Gols: Marcelo (27-1) e Cícero (33-1); Cícero (31-2).

SANTOS
Aranha, Cicinho (Bruno Peres), Edu Dracena (Edu Dracena), Gustavo Henrique e Mena; Alan Santos, Marcos Assunção (Renato Abreu), Cícero e Montillo; Thiago Ribeiro e Geuvânio.
Técnico: Claudinei Oliveira

ATLÉTICO-PR
Weverton, Léo, Manoel, Luiz Alberto e Juninho; Deivid, Bruno Silva (Roger), João Paulo (Zezinho) e Everton; Marcelo e Ederson (Dellatorre).
Técnico: Vagner Mancini



Show de Cícero dá vitória ao Santos e complica Atlético-PR na briga pelo G4

Apesar do resultado, time paranaense ainda depende apenas do próprio resultado na última rodada para conquistar a vaga na Libertadores 2014

O Atlético-PR visitou o Santos em partida disputada em São José do Rio Preto precisando apenas de um empate para selar a classificação antecipada para a Copa Libertadores da América. O Furacão chegou a sair na frente do placa no Teixeirão, mas a atuação de gala de Cícero, que chegou aos 14 gols no Campeonato Brasileiro, deu a vitória de virada ao Peixe por 2 a 1 na 37ª rodada.

Os rubro-negros saíram em vantagem quando o time praiano era melhor em bela cabeçada de Marcelo após passe de Ederson. Também pelo alto, Cícero empatou ainda no primeiro tempo. Na reta final do segundo tempo, o meia fez golaço por cobertura e definiu a virada alvinegra. Com o resultado, os paranaenses param nos 61 pontos e podem perder a terceira posição para Goiás, Botafogo ou Vitória no próximo final de semana. O time da Vila Belmiro chega aos 54 em oitavo.

Na 38ª e última rodada da competição nacional, o Atlético-PR atua como mandante na Arena Joinville para encarar o Vasco da Gama às 17 horas (de Brasília) do próximo domingo. No mesmo horário, o Santos encerra suas atividades na frustrante temporada ao visitar o Goiás no Serra Dourada, em Goiânia.

O jogo

Prejudicadas pelo gramado ruim no interior de São Paulo, as duas equipes demoraram para conseguir colocar a bola no chão e a primeira chance de perigo saiu apenas aos 15 minutos. Geuvânio pegou rebote após levantamento de Walter Montillo e por pouco não conseguiu encobrir o goleiro Weverton.

Três minutos depois, a jovem revelação do Peixe voltou para ajudar a defesa, mas foi driblado por Ederson no bico esquerdo da área. O artilheiro do Brasileirão soltou uma bomba de perna direita e Aranha espalmou por cima do gol. Também com chute forte pela ponta, Thiago Ribeiro levantou a torcida alvinegra aos 26 minutos.

O Furacão saiu jogando rápido com o tiro de meta de Weverton até a bola encontrar Ederson pela meia direita. O centroavante mostrou que também pode trabalhar como garçom, levantou a cabeça e cruzou na medida para o meio da área santista. Marcelo passou como um raio entre os beques praianos e testou com estilo para acertar o ângulo direito de Aranha.

Em desvantagem no placar, o Santos passou a pressionar os atleticanos, que montaram forte barreira defensiva na entrada da área. Thiago Ribeiro e Alan Santos trocaram passes até a bola passar por Montillo e chegar em Geuvânio. O garoto acionou Cicinho na linha de fundo e o lateral direito cruzou por cima de Weverton para Cícero subir mais que João Paulo e empatar aos 33 minutos.

Na volta do intervalo, foi novamente o Peixe que chegou com perigo pela primeira vez. Com um minuto de etapa complementar, Montillo girou na grande área e bateu à direita de Weverton. A resposta rubro-negra saiu aos oito em chute de fora da área do lateral direito Léo e aos 12 com Everton perdendo boa chance após passe de Marcelo.

Vágner Mancini resolveu lançar Dellatorre na vaga de Ederson e a mudança quase surtiu efeito segundos após ser feita. O atacante cruzou rasteiro, Gustavo Henrique se atrapalhou e Aranha fez milagre para evitar o gol contra. O jovem beque se redimiu aos 27 minutos ao receber de Montillo e soltar pancada por cima da meta de Weverton.

O desespero começou a tomar conta do Atlético-PR e o Peixe soube aproveitar. Durval acertou lançamento primoroso do campo defensivo e encontrou Cícero nas costas da zaga. O meia-atacante comprovou a boa fase e tocou por cobertura para virar a partida no Teixeirão com um golaço e fazer a alegria da torcida no último jogo com mandante no ano.

Claudinei agradece elenco por empenho e supera campanha de Muricy

Técnico chegou aos 54 pontos no Brasileirão e tem um a mais do que o time treinado por Muricy Ramalho no ano passado

Ao bater o Atlético-PR de virada por 2 a 1 neste domingo, o Santos já superou a campanha do ano passado no Campeonato Brasileiro. Com 54 pontos, o Peixe ainda precisa encarar o Goiás na última rodada, mas já tem um ponto a mais do que o time treinado por Muricy Ramalho em 2012 e se garantiu como melhor equipe paulista na competição.

Atualmente no rival São Paulo, Muricy conduziu Neymar e companhia à décima colocação com 50 pontos. Na edição deste ano, o treinador deixou a Vila Belmiro com apenas um ponto conquistado na Série A. Claudinei Oliveira assumiu como interino, agradou no início do trabalho, mas mesmo com o resultado melhor do que o antecessor não será mantido no cargo para 2014.

“Representa muito para mim superar uma campanha do Muricy, um megacampeão. Ainda por cima não tive o Neymar, que é um dos melhores jogadores do mundo e já tinha ido para o Barcelona. Não sei se é pouco ou muito para a diretoria, mas para mim foi um ano positivo. Longe das tradições do clube, mas para mim foi muito bom pelos números”, ressaltou.

Para chegar aos 54 pontos, o comandante alvinegro precisou pedir ao elenco que não desanimasse nas rodadas finais do Brasileirão, mesmo já sem chances de classificação à Copa Libertadores da América. A conversa surtiu efeito e o Peixe venceu os dois últimos compromissos. Contra o Atlético-PR, principalmente, Claudinei se mostrou emocionado com a entrega do grupo em campo.

“Agradeço e muito a dedicação de todos os atletas. É só ver que ao terminar o jogo, todos eles estavam extenuados e caíram no chão. Cada um deu a vida, deu tudo, por eles mesmos e um pouquinho pelo pedido que fiz para sairmos honrados dos campeonato”, reconheceu o treinador, que reuniu os jogadores no centro do campo após a virada sobre o Furacão.

Para o atacante Thiago Ribeiro, o Santos seguirá com dedicação até o final da Série A para acabar com qualquer desconfiança sobre possível corpo-mole para beneficiar ou prejudicar adversários. Curiosamente, nas três rodadas derradeiras, o Peixe bateu o desesperado Fluminense e o Atlético-PR, que briga pela Libertadores. O Goiás, rival do próximo domingo, também sonha com a competição internacional.

“Nosso objetivo hoje é terminar na melhor condição possível. Temos que ter dignidade para ninguém falar depois que o Santos jogou meia-boca, que poderia ter ajudado outra equipe. Não temos que se preocupar com o problema dos outros. Estamos jogando para vencer e terminar com a melhor pontuação possível”, sentenciou.


Vídeos: (1) Gols e (2) melhores momentos.

Corinthians 1 x 1 Santos

Data: 27/10/2013, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 31ª rodada
Local: Arena Fonte Luminosa, em Araraquara, SP.
Público: 17.949 pagantes
Renda: R$ 587.694,00
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Auxiliares: Fábio Rogério Baesteiro (SP) e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo (SP).
Gols: Douglas (26-1); Gustavo Henrique (16-2).

SANTOS
Aranha; Cicinho, Edu Dracena, Gustavo Henrique e Mena (Emerson); Alison, Arouca, Cícero e Montillo (Alan Santos); Willian José (Victor Andrade) e Everton Costa.
Técnico: Claudinei Oliveira

CORINTHIANS
Walter; Edenílson, Gil, Paulo André e Alessandro; Ralf, Guilherme (Rodriguinho), Diego Macedo (Alexandre Pato), Renato Augusto (Danilo) e Douglas; Emerson Sheik.
Técnico: Tite



Walter e a trave garantem empate nos 100 anos de Corinthians x Santos

No fim, Everton Costa chuta em cima do goleiro e Douglas carimba o poste. Em resultado ruim para ambos, Peixe ainda sonha com a Libertadores

De um lado, Walter. Do outro, a trave. Não se pode acusar Corinthians e Santos de não terem tentado a vitória no clássico em Araraquara. O goleiro do Timão evitou gol de Everton Costa, sozinho na área. Já Douglas, que já havia marcado um, carimbou o poste a minutos do fim. Esforço, brios… Mas nada que tenha evitado um desanimador 1 a 1. Ruim para ambos, que comemoram em 2013 os cem anos de um clássico que até valeu uma taça simbólica, conquistada pelo Timão nos critérios de desempate (cartões recebidos), mas representou pouco em termos de classificação no Brasileiro.

O placar foi ruim, mas perfeito para refletir as temporadas de um Timão, apesar dos títulos paulista e da Recopa, muito aquém do que se imaginava, e um Peixe que tenta se redescobrir após a saída de Neymar. No time alvinegro da capital, é tão difícil, mas tão sofrido fazer um gol, que Douglas comemorou o seu na maca, já que se chocou com Arouca ao cabecear. No praiano, ao menos ainda segue viva a chama da Libertadores. Se Grêmio ou Atlético-PR vencerem a Copa do Brasil, o G-4 vira G-5. Neste momento, cinco pontos separam o Santos do Goiás, quinto colocado.

Vaias antes e depois do clássico. Antes, só para Alexandre Pato, ainda resultado da cobrança de pênalti que dormiu nas mãos de Dida. Depois, para todos. O pacto que os corintianos haviam anunciado para vencerem todos os jogos até o fim de 2013 já cai por terra na primeira oportunidade. O time não vence duas seguidas no Brasileiro desde o início de agosto, quando bateu Grêmio e Criciúma.

Já eliminados da Copa do Brasil, os alvinegros paulistas vão descansar e treinar durante essa semana, e voltarão a campo somente no próximo domingo. O Timão vai a Salvador, onde enfrentará o Vitória, que também faz parte da briga por uma vaga na Libertadores. Já o Peixe terá um difícil compromisso contra o líder e quase campeão Cruzeiro, na Vila Belmiro. Ambas as partidas serão realizadas às 17h.

O jogo

Os corintianos revelaram um pacto para vencerem todos os jogos até o fim do ano após a eliminação na Copa do Brasil, nos pênaltis, na cavadinha de Pato, contra o Grêmio. Deviam ter feito pacto antes, pensaram os torcedores no primeiro tempo em Araraquara. Não que tenha sido uma maravilha, mas a disposição, a pegada, o ritmo da equipe ao menos lembrou, de longe, no fundo da memória, seus melhores momentos.

É verdade também que Paulo André teve atuação segura na defesa, e Renato Augusto deu toque de qualidade ao setor ofensivo. Talvez tenham sido os melhores. Mas o símbolo da mudança de atitude foi Emerson. Em temporada apagada, um dos heróis do inesquecível ano de 2012 correu demais. Começou o jogo pela esquerda, onde chutou com perigo para defesa de Aranha. Foi para a direita, e lá cruzou para Douglas marcar. E terminou como centroavante, perdendo chance incrível após ganhar de Cicinho.

O Santos se assustou com o ímpeto do rival. Talvez estivesse acostumado ao marasmo habitual. Encolhido, o Peixe deixou Willian José isolado à frente, e o resto do time foi sendo sufocado pela pressão do Corinthians, que sofreu no início pela ausência de um atacante com características para atuar dentro da área: Guerrero está machucado, e Pato machucou tanto a torcida com seu pênalti displicente que ficou no banco – e foi muito hostilizado.

Quando Cícero participou mais da partida, o Peixe cresceu. Ele apareceu na área para concluir de cabeça, sua especialidade, bom cruzamento de Mena. Walter espalmou. Aranha não teve a mesma sorte. Douglas cabeceou para o fundo do gol após passe de Sheik, e comemorou na maca, já que Arouca acertou, sem querer, seu nariz.

Edu Dracena, Gil, Everton Costa… Tantos poderiam ter decidido o clássico. Mas só Gustavo Henrique, zagueiro de 18 anos que talvez nem devesse estar na área do rival, conseguiu. Aproveitou o domínio errado de Everton Costa para ganhar de Walter e garantir o ponto do Peixe.

O Santos tinha de se soltar. Precisava avançar. Não havia o que fazer após 45 minutos de apenas uma chance. Os laterais passaram a atacar mais, com as coberturas de Arouca e Alison. Ao menos virou um clássico de verdade, equilibrado. Cícero continuou sendo o mais perigoso. Ele bateu falta com força, da entrada da área, e novamente parou em Walter.

Tite já havia avisado que Renato Augusto não aguentaria os 90 minutos, resultado de uma artroscopia no joelho direito. Mas os torcedores que não receberam o aviso reclamaram quando ele foi substituído por Danilo. Compreensível. O camisa 8 dá um toque diferente ao time. Fez muita falta na temporada ao se lesionar demais.

Edu Dracena cabeceou para fora, sozinho, após cobrança de falta de Montillo. Eram tantos jogadores do Santos livres que até ele deve ter pensado estar impedido. Não estava. Gil também estava sozinho, e também cabeceou para fora. Zagueiro-artilheiro só Gustavo Henrique.

O estádio ficou barulhento quando Tite chamou Alexandre Pato. Ele foi vaiado, aplaudido, fotografado, xingado… E entrou na vaga de Diego Macedo. Não fez nada de mais nem de menos. Apenas torceu. Torceu muito para que Everton Costa perdesse o gol. Lançado na área, ele estava livre, mas não se livrou de Walter. Chutou em cima do goleiro.

Pato torceu também para o chute de Douglas entrar. Não entrou. Carimbou a trave. Foi o último ato de um clássico que mereceu aplausos pela dedicação, não pela qualidade.

Corinthians leva título simbólico contra o Peixe por tomar menos cartões

Em ‘campeonato à parte’, pelos cem anos do clássico, Corinthians fica com título simbólico por levar um cartão amarelo a menos nas duas partidas

O Corinthians ganhou o título simbólico colocado em jogo na tarde deste domingo, na Arena da Fonte Luminosa, em Araraquara, pelo centenário do clássico contra o Santos. Com o empate por 1 a 1 – mesmo resultado da partida na Vila Belmiro, no dia 7 de agosto, o Timão levou a melhor por ter acumulado um cartão amarelo a menos que o rival no primeiro confronto. Caso as equipes também estivessem iguais neste critério, o título seria decidido no par ou ímpar (veja os melhores momentos do clássico deste domingo no vídeo acima).

O árbitro Leandro Pedro Vuaden não aplicou nenhum cartão na tarde deste domingo, no interior paulista. Assim, foram levadas em conta apenas as advertências da partida na Baixada. Pelo Timão, Douglas e Edenílson foram advertidos com cartões amarelos, enquanto Paulo André acabou expulso. Pelo Peixe, um amarelo a mais: Neilton, Alison e Edu Dracena, além de Willian José, que recebeu o vermelho.

Corinthians e Santos se enfrentam cinco vezes em 2013. Além dos dois empates nas partidas no Brasileirão, pelo Campeonato Paulista, foram três jogos: empate sem gols pela primeira fase, vitória por 2 a 1 do Timão no jogo de ida da final, no estádio do Pacaembu, e empate por 1 a 1 no jogo de volta, na Vila Belmiro – resultado que deu o título estadual à equipe comandada por Tite.

Santistas deixam o clássico lamentando oportunidades perdidas

Resultado de 1 a 1 com o Corinthians deixa a equipe mais distante de vaga na Libertadores

Os santistas deixaram o gramado da Fonte Luminosa neste domingo lamentando as chances perdidas quando o placar do clássico contra o Corinthians já marcava 1 a 1, que viria a ser o resultado final. O capitão Edu Dracena destacou oportunidade desperdiçada por ele aos 29 minutos do segundo tempo, quando subiu sozinho de cabeça, mas não conseguiu direcionar a finalização para o gol.

“Não poderia ter errado nunca. A gente podia ter matado o jogo naquele lance”, declarou Edu Dracena em entrevista à TV Bandeirantes.

Aos 36, o Peixe perdeu outra chance, desta vez nos pés de Everton Costa, que tabelou com Willian José e saiu na frente de Walter. O atacante santista finalizou em cima do goleiro corintiano.

“Tentei tirar (a bola) dele, mas infelizmente ele fez uma bela defesa. Só erra quem está ali dentro. Mas bola para a frente”, afirmou Everton Costa ao Premiere FC.

O empate deixou o Santos com 44 pontos, a oito do G-4. No próximo domingo, a equipe praiana enfrenta o líder do Brasileirão, Cruzeiro, na Vila Belmiro.

Gustavo Henrique celebra gol que garantiu empate contra o Corinthians

“Foi um bate-rebate, e a gente conseguiu fazer o gol”, avaliou o jovem zagueiro do Santos

O zagueiro Gustavo Henrique ganhou a posição de titular no Santos nesta edição do Campeonato Brasileiro, relegando Durval, que formava a dupla com Edu Dracena desde o início de 201,0 ao banco. E, neste domingo, quando fazia seu primeiro clássico contra o Corinthians como profissional, o defensor marcou o gol que garantiu o empate ao Peixe.

“Foi um bate-rebate, e a gente conseguiu fazer o gol. Eu vi que a bola estava vindo na minha direção, mas não consegui pegar, aí ela sobrou para o Everton (Costa), que chutou. Depois, consegui pegar o rebote”, disse o zagueiro.

O gol santista, marcado aos 16 minutos do segundo tempo, teve origem nos pés de Gustavo Henrique, que saiu do campo de defesa e tocou para Mena. O chileno foi à linha de fundo e cruzou. Everton Costa perdeu o domínio da bola e o próprio Gustavo Henrique, na verdade, finalizou. No rebote do goleiro Walter, o zagueiro mandou a bola para o fundo das redes.

“Eu imaginei que aquela bola poderia ira para a área. Como sou alto, resolvi me posicionar lá, e, graças a Deus, deu certo”, disse o zagueiro de 1,93m.

Claudinei minimiza influência de Zinho em substituição no time do Santos

“De maneira alguma. Ele está ali para tentar ajudar. Todos queremos vencer. Essa figura do auxiliar fora de campo não tem tanta influência nos jogos na Vila”, disse o treinador

O principal assunto da entrevista coletiva concedida pelo técnico do Santos, Claudinei Oliveira, após o empate nclássico contra o Corinthians , disputado neste domingo, em Araraquara, foi uma substituição. Aos 38 minutos, o treinador santista colocou o jovem Victor Andrade no lugar de Willian José, uma mudança que teria sido sugerida pelo gerente de futebol santista, Zinho, que acompanhava a partida no banco de reservas.

Arzul, preparador de goleiros do Santos, segundo as palavras do próprio Zinho, sugeriu ao dirigente a substituição de Willian José, que parecia cansado. O gerente de futebol, então, teria sugerido a mudança ao auxiliar técnico de Claudinei, Marcelo Fernandes.

“Ele (Zinho) não me chamou para passar orientação. O treinador normalmente trabalha com dois auxiliares técnicos, mas eu só tenho um. O Nei Pandolfo (antigo gerente de futebol) ficava na cabine e me passava o que via, porque debaixo a gente não tem a mesma visão. Hoje, não podemos mais usar o rádio. O Zinho chamou o Marcelo e falou que o jogador estava desgastado. Então, achei que era o momento de colocar o Victor e tirar o Willian José”, declarou Claudinei.

O treinador santista negou que Zinho interfira na escalação do time. “De maneira alguma. Ele está ali para tentar ajudar. Todos queremos vencer. Essa figura do auxiliar fora de campo não tem tanta influência nos jogos na Vila. O caso de hoje foi pontual. O trabalho do Zinho tem ajudado bastante. Aqui, não tem vaidade. É algo normal de quem quer ajudar. Pensar que alguém vai escalar o meu time é não me conhecer”.

Claudinei pede definição da diretoria sobre sua permanência no Santos

Técnico santista disse que não pode esperar até o dia 31 de dezembro, pois não quer ficar à margem do mercado, após as definições para a próxima temporada

Mesmo efetivado oficialmente desde o final de agosto, o técnico Claudinei Oliveira é frequentemente questionado sobre sua permanência no Santos em 2014. Na entrevista coletiva que concedeu em Araraquara, após o clássico deste domingo contra o Corinthians, o treinador santista pediu publicamente pela primeira vez que a diretoria se posicione em relação ao seu futuro.

“O presidente parece estar satisfeito com o meu trabalho, mas ainda não confirmou a minha permanência. Eles (dirigentes) devem julgar que o que eu fiz até agora não garante a minha permanência”, disse Claudinei.

Apesar de elogiar a atual comissão técnica santista, o gerente de futebol do clube praiano, Zinho, já disse em mais de uma oportunidade que a manutenção de Claudinei está condicionada aos resultados conquistados pela equipe. “Preciso definir a minha vida também, não posso esperar até o dia 31 de dezembro, porque senão não ouço outras propostas. Quando tiver uma definição, espero que me falem, para eu não ficar à margem do mercado em 31 de dezembro, depois que todos os clubes já tiverem definido seus treinadores”, declarou o técnico santista.

Claudinei Oliveira assumiu o comando do Santos no dia 31 de maio, após a demissão de Muricy Ramalho. O momento de maior turbulência por que passou o treinador foi após a goleada de 8 a 0 contra o Barcelona, no começo de agosto. A recuperação do time no Campeonato Brasileiro, no entanto, garantiu a permanência de Claudinei, que assinou novo contrato e ganhou reajuste salarial.


Vídeos: (1) Gols e (2) melhores momentos.

Portuguesa 3 x 0 Santos

Data: 06/10/2013, domingo, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 26ª rodada
Local: Estádio do Canindé, em São Paulo, SP.
Público: 7.979 pagantes
Renda: R$ 211.730,00
Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez (RJ)
Auxiliares: Bruno Boschilia e Moisés Aparecido de Souza (ambos do PR).
Cartões amarelos: Rogério e Bergson (P); Vladimir e Mena (S).
Gols: Luis Ricardo (15-1); Gilberto (14-2) e Gilberto (21-2, de pênalti).

PORTUGUESA
Lauro; Luis Ricardo, Moisés Moura, Valdomiro e Rogério; Ferdinando, Bruno Henrique, Moisés e Souza (Corrêa); Bergson (Wanderson) e Gilberto (Henrique).
Técnico: Guto Ferreira

SANTOS
Vladimir; Cicinho, Edu Dracena, Gustavo Henrique e Mena; Renê Júnior (Everton Costa), Arouca, Leandrinho (Léo) e Cícero; Thiago Ribeiro e Willian José (Giva).
Técnico: Claudinei Oliveira


Portuguesa atropela o Santos no Canindé e deixa o rival mais longe do G4

Com o resultado, os santistas caíram para a oitava posição, permanecendo nos 36 pontos. A Lusa, por sua vez, pula para o 10º lugar no Brasileirão, agora com 34 pontos ganhos

Depois de vencer o São Paulo, o Santos desperdiçou a chance de embalar no Campeonato Brasileiro . O time praiano foi derrotado pela Portuguesa por 3 a 0, na noite deste domingo, no Canindé. Luis Ricardo e Gilberto, com dois gols, marcaram os tentos do triunfo rubro-verde.

Com o resultado, os santistas caíram para a oitava posição, permanecendo nos 36 pontos. A Lusa, por sua vez, pula para o 10º lugar no Brasileirão, agora com 34 pontos ganhos.

O jogo

A primeira chance de gol da partida foi criada pelo Santos. Aos quatro minutos, o atacante Thiago Ribeiro tocou para Cícero. Dentro da grande área, o meia levou a melhor sobre a marcação e bateu cruzado, com a bola passando pelo goleiro Lauro e próxima à trave esquerda dos donos da casa.

A Portuguesa respondeu aos 11, com o atacante Gilberto chutando de fora da área, para boa defesa do goleiro Vladimir, em dois tempos. Com o jogo movimentado, a Lusa foi mais eficiente e abriu o placar, aos 15. O lateral-direito Luis Ricardo fez bom lance individual, antes de finalizar para o gol. Vladimir ainda tocou na bola, mas não conseguiu evitar o tento rubro-verde: 1 a 0.

Além do gol, a Portuguesa se manteve melhor em campo, durante a maior parte do primeiro tempo. Porém, os donos da casa não conseguiram ampliar a vantagem no marcador. Já o Peixe encontrava dificuldades para criar perigo ao gol de Lauro. Aos 36, a equipe praiana ainda perdeu o volante Renê Júnior, com dores musculares. O atacante Everton Costa entrou em seu lugar.

No minuto seguinte, os santistas quase empataram quando, aos 37, Cícero tocou de cabeça, mas a bola saiu ao lado direito da meta defendida pelo arqueiro da Lusa. Antes do intervalo, aos 43, o meia Leandrinho chegou a anotar o empate, mas a arbitragem anulou a jogada, marcando impedimento.

Na volta para a etapa complementar, os alvinegros tentaram impor uma pressão ao adversário. Aos três minutos, o centroavante Willian José arriscou da entrada da área, exigindo boa defesa de Lauro. Apesar do ímpeto do Santos, a Portuguesa voltou a balançar as redes. Aos 14, o meia Bruno Henrique tocou por cima da defesa do Peixe e a bola foi para Gilberto. O atacante girou na frente de Vladimir, que trombou com o lateral-direito Cicinho e deixou o gol livre, para o segundo gol rubro-verde.

Os santistas quase descontaram no minuto seguinte, com o atacante Thiago Ribeiro acertando a trave. No rebote, Everton Costa desperdiçou a chance de diminuir a vantagem da Lusa. Sem o gol alvinegro, a Portuguesa aproveitou para consolidar a sua vitória, com mais um gol. Após pênalti cometido por Vladimir, Gilberto converteu e marcou o terceiro dos donos da casa, aos 21.

O Santos esteve perto do gol, aos 34, quando Léo, que entrou na vaga de Leandrinho, tabelou com Thiago Ribeiro, se projetando na área e pegando a sobra de primeira, mandando à direita de Lauro.
A Lusa quase alcançou o quarto gol, aos 38, quando Luis Ricardo partiu em direção à área, rolando a bola para trás, mas ninguém conclui o lance. A bola ainda volta para o lateral rubro-verde, que chutou para fora.

Santistas admitem que busca pelo G4 ficou difícil após derrota no Canindé

O revés para a Lusa deixou o time alvonegro na oitava posição, com 36 pontos, sete a menos do que o Botafogo, quarto colocado da Série A

A derrota de 3 a 0 para a Portuguesa , na noite deste domingo, no Canindé, fez com que os jogadores do Santos reconhecessem a dificuldade para a equipe alcançar o G4 do Campeonato Brasileiro. O revés para a Lusa deixou o time alvonegro na oitava posição, com 36 pontos, sete a menos do que o Botafogo, quarto colocado da Série A.

“Lógico que fica mais difícil. Se tivéssemos vencido hoje (domingo), teríamos encostado ainda mais no G4. Mas a gente tem que ter os pés no chão. Vamos vivenciar jogo após jogo, porém, com a derrota aqui fica muito difícil”, analisou o zagueiro e capitão santista, Edu Dracena.

O meio campista Léo também comentou o impacto da derrota para os rubro-verdes. Na opinião do experiente jogador, de 38 anos, os alvinegros cometeram muitos erros durante os 90 minutos, que custaram a conquista de um melhor resultado ao time praiano.

“Falta muita coisa ainda para a gente chegar ao G-4, mas erramos demais. Isso não pode acontecer. Não tivemos posse de bola e isso, também, atrapalhou bastante”, comentou Léo.

Claudinei admite má exibição contra Portuguesa e sai em defesa de Vladimir

Técnico disse que não iria culpar nenhum jogador pelo tropeço do domingo no Brasileirão

O técnico Claudinei Oliveira reconheceu que o Santos esteve em uma noite pouco inspirada na derrota para a Portuguesa , neste domingo, no Canindé. Para o treinador, a equipe praiana esteve abaixo do esperado e, por conta disso, o placar da partida (3 a 0) acabou sendo tão elástico a favor da Lusa.

“Realmente, nós não fizemos um bom jogo. Conversamos com os atletas após a partida e todos reconheceram que não estivemos bem. Sofremos o primeiro gol, mais tarde perdemos o (volante) Renê Júnior e tentamos colocar mais um atacante, que foi o Everton Costa, mas não deu certo. Ainda optamos pelo Léo e pelo Giva, mas não tivemos posse de bola. Existe também o mérito da Portuguesa. Agora, temos que trabalhar para recuperar esses pontos”, disse Claudinei, que aproveitou para sair em defesa do goleiro Vladimir.

O jovem arqueiro substituiu Aranha, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, e teve a sua atuação questionada depois do confronto. O comandante alvinegro evitou críticas a Vladimir, descartando que o resultado tenha sido construído por conta de uma atuação ruim do goleiro.

“De maneira nenhuma vamos responsabilizar qualquer jogador pelos resultados. O futebol é feito de erros e acertos. A responsabilidade é sempre minha, eu escalo o time. O Aranha vinha de uma sequência boa e o Vladimir poderia sentir a falta de ritmo. Na minha opinião, isso não aconteceu. Ele até fez boas defesas no primeiro tempo. Ao meu ver, o Vladimir não teve participação direta no resultado”, concluiu.

O técnico também negou que tenha deixado o atacante Neílton no banco por um impasse contratual. O jogador tem vínculo até maio do ano que vem e, em novembro, já poderá assinar um pré-contrato com outro clube. Ele foi reserva e Claudinei escalou Everton Costa e Giva diante da Portuguesa.

“Primeiro, nós optamos pelo Everton, porque ele é forte fisicamente e pode recompor o meio-campo, acompanhando a subida do lateral e atacando pelo ‘corredor’ (lados do gramado). Depois optamos pelo Giva, que vem entrando bem e sendo mais utilizado do que o Neílton. Coloquei esses dois atletas porque, na minha opinião, o momento deles é melhor do que o vivido pelo Neílton”, comentou.

Claudinei aproveitou para destacar que, caso veja necessidade, irá colocar o jovem atacante em campo. “Por enquanto, não recebemos nenhuma determinação dos dirigentes e, enquanto for assim, o Neílton estará sempre à disposição. Assim que precisar e eu achar que devo, vamos colocá-lo para atuar. Quando precisar, ele vai ser utilizado, normalmente”, encerrou.

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