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Técnico faz acordo e parcela multa de rescisão com Botafogo

Jair Ventura é o novo técnico do Santos. O Peixe anunciou, na manhã desta quarta-feira, a contratação do comandante para 2018. A rescisão com o Botafogo foi assinada na terça-feira, e Jair fez um acordo para parcelar a multa, de cerca de R$ 800 mil. O valor, porém, cai quase pela metade pois teve o abatimento de férias, 13º e premiações atrasadas.

O acordo foi feito pelo Botafogo diretamente com Jair, sem a participação do Santos, mas pessoas próximas ao treinador garantem que o Peixe é quem irá arcar com a multa, dividida em duas parcelas. O Alvinegro carioca informou ao GloboEsporte.com que ainda não recebeu.

As negociações com o comandante foram conduzidas pelo novo presidente do Santos, José Carlos Peres, e o executivo de futebol Gustavo Vieira de Oliveira. Jair chega com o auxiliar Emílio Faro e o preparador físico Ednilson Sena, seus companheiros de trabalho na equipe carioca. Ele será apresentado oficialmente pelo Peixe nesta sexta-feira, juntamente com Gustavo Vieira.

Mesmo com o carinho pelo Botafogo, Jair Ventura estava preocupado com a próxima temporada. Fora da Libertadores e sem dinheiro, o clube carioca não pretende fazer grandes investimentos e vem perdendo peças importantes, como Roger, Victor Luis e Bruno Silva.

Jair Ventura tem 38 anos e chegou ao Botafogo em 2009, como auxiliar técnico de Ney Franco. Antes de ser efetivado, em agosto de 2016, trabalhou como preparador físico, técnico do sub-20 e treinador interino na equipe carioca.

Ele chamou a atenção do Santos por conta da boa temporada que fez com o Botafogo em 2017. Com um elenco limitado, conseguiu levar o time às quartas de final da Libertadores, semifinal da Copa do Brasil, além de ter mantido uma regularidade durante grande parte do Campeonato Brasileiro.

O técnico começa os trabalhos no Santos nesta quarta-feira, quando o elenco se reapresenta das férias. Ele terá 14 dias de preparação antes do seu primeiro compromisso oficial. O Peixe estreia no Campeonato Paulista em 17 de janeiro, contra o Linense, em Lins.


Agora é de verdade. Levir Culpi não é mais técnico do Santos. Por volta das 20h45 desse sábado, pouco depois da derrota do Peixe para o São Paulo no Pacaembu, o clube divulgou uma nota oficial em que confirma a demissão do treinador. O auxiliar Luiz Matter e o preparador físico Rodolfo Mehl também foram desligados. Elano comandará o time no próximo sábado, contra o Atlético-MG, de forma interina.

Não é a primeira vez que a diretoria decide demitir Levir Culpi. Recentemente, o presidente Modesto Roma Júnior foi demovido da ideia após uma reunião com os jogadores. O próprio técnico já chegou a afirmar que pensou em ‘abandonar o barco’ e, nesse sábado, reclamou de uma cobrança excessiva, na sua visão, em cima da equipe alvinegra.

Sob o comando de Levir Culpi desde o início de junho, o Santos fez 25 jogos, conquistou 11 vitórias, 11 empates e sofreu apenas três derrotas. A equipe acabou eliminada pelo Flamengo, na Copa do Brasil, e pelo Barcelona-EQU, na Copa Libertadores da América, ambas nas quartas de final em plena Vila Belmiro.

No Campeonato Brasileiro, Levir deixa o time provisoriamente na terceira colocação, com 53 pontos. Os quatro tropeços nos últimos cinco jogos da competição por pontos corridos acabaram frustrando os santistas que ainda sonham em buscar o líder Corinthians e pesaram na decisão da diretoria.

Confira a nota oficial do Santos:

“O técnico Levir Culpi não é mais o treinador do Santos FC. Logo após a partida contra o São Paulo, na noite deste sábado (28), válida pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro, o ex-comandante foi desligado do comando do Peixe pelo presidente Modesto Roma Júnior. Além do técnico, o auxiliar Luiz Matter e o preparador físico Rodolfo Mehl também foram demitidos. Elano assume o time até o término do Campeonato Brasileiro.”

O Alvinegro Praiano agradece o trabalho de Levir Culpi nestes quatro meses no clube e deseja boa sorte ao treinador que comandou o Peixe no Campeonato Brasileiro, Libertadores e Copa do Brasil.


O Santos já havia decidido demitir Levir Culpi na manhã desta sexta-feira. Porém, após um pedido do elenco, o presidente Modesto Roma Júnior mudou de ideia e decidiu manter o técnico no cargo.

Após o empate em 1 a 1 com o Sport, na última quinta-feira, a delegação santista chegou a São Paulo sob forte protestos de torcedores no começo da tarde. Na descida da serra, o elenco soube da decisão da diretoria de demitir Levir.

O treinador já sabia da demissão, mas seria informado formalmente somente quando a delegação chegasse ao CT Rei Pelé. O assessor de Levir, Adriano Rattmann, inclusive, chegou a publicar uma nota oficial confirmando a saída.

Porém, durante a reunião entre Modesto e Levir, o elenco entrou e solicitou a permanência do treinador. Mesmo contrariado, o presidente acabou aceitando o pedido e decidiu manter o comandante até o final do ano.


Treinador de 64 anos chega ao Peixe e assume a equipe a partir da próxima segunda-feira. Estreia será no clássico contra o Palmeiras, dia 14

O Santos anunciou a contratação do técnico Levir Culpi nesta quinta-feira. A negociação estava acertada desde a última terça após dois dias de longas reuniões entre diretoria e treinador. O novo comandante assume a equipe a partir da próxima segunda-feira e fará a estreia no clássico contra o Palmeiras, dia 14, na Vila Belmiro.

Levir esteve no Pacaembu na última quarta-feira na vitória por 1 a 0 do Santos sobre o Botafogo, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro, mas deixou o estádio antes do gol de Victor Ferraz, nos acréscimos. Após a confirmação do clube, o técnico escreveu em suas redes sociais suas primeiras palavras como treinador do Peixe.

– Completo esse ano 50 anos de futebol e ganhei de presente o convite para treinar o Santos. Estou motivado com a oportunidade de ter pela frente uma Libertadores, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro como objetivos. Juntos estaremos mais próximos das conquistas, separados não teremos chances. Falando num português bem claro: “Tamojunto” – escreveu o técnico.

Ao vivo em uma rede social, o treinador fez elogios à qualidade da equipe e convocou a torcida para ajudar nesse processo de recuperação no Campeonato Brasileiro. O Peixe ainda tem pela frente as quartas de final da Copa do Brasil, contra o Flamengo, e as oitavas da Taça Libertadores, sem adversário.

– O Santos tem um ótimo time. Se estivermos juntos, unidos, com a torcida do nosso lado, a chance de vitória é muito grande. Quero extrair o melhor de cada jogador, envolver todos ao máximo no trabalho. Vamos dar tudo de nós. Vamos para cima deles – disse.

Levir tem 64 anos e estava desempregado desde novembro de 2016, quando foi demitido do Fluminense. Nesse período, chegou a ser cotado para assumir a Chapecoense, Bahia e Internacional.

Com passagens por diversos clubes do futebol brasileiro, Culpi vai dirigir o Peixe pela primeira vez. Seus títulos de maior expressão são os da Copa do Brasil pelo Cruzeiro, em 1996, e pelo Atlético-MG, em 2014.


Dorival Júnior não é mais técnico do Santos. A derrota para o Corinthians, em Itaquera, foi a gota d’água para a cúpula santista, que resolveu interromper o trabalho do treinador para buscar um novo profissional. Modesto Roma Júnior, presidente do clube, seguia com o pensamento de manter o treinador no comando da equipe, mesmo com o mau momento do time, mas acabou ficando isolado e cedeu à pressão de dirigentes, conselheiros e torcedores. Em uma reunião na tarde desse domingo, Dorival foi comunicado oficialmente e pessoalmente de sua demissão. Levir Culpi, sem clube atualmente, é um nome que agrada a diretoria do Peixe, mas ainda não houve qualquer contato. Por enquanto, Elano comandará o time de forma interina.

Desde o apito final no clássico deste sábado, o clima de instabilidade e incertezas passou a pairar na Vila Belmiro. Cartolas e pessoas influentes na rotina do clube passaram a trocar mensagens e ligações e até uma reunião chegou a ser feita na Baixada Santista durante a noite para avaliar qual postura seria adotada.

No CT Rei Pelé, o elenco foi recebido com muito protesto de torcedores que aguardaram a viagem da equipe de volta a Santos. A subsede do clube na Capital Paulista também amanheceu com pichações nos muros e portões, assim como já havia ocorrido durante o Campeonato Paulista, em reflexo a uma derrota para o Palmeiras.

Dorival Júnior não tinha qualquer problema com o elenco para desenvolver seu trabalho e contava com a confiança de Modesto Roma Júnior. O que pesou foi a pressão externa, que diante dos resultados insatisfatórios na temporada, se tornou insustentável para o mandatário santista. Mesmo contra vontade, Modesto foi convencido a demitir Dorival Júnior.

Em 2017, o Peixe conseguiu 15 vitórias, quatro empates e oito derrotas sob o comando do agora ex-treinador. Apesar do Santos ser o único clube brasileiro invicto na Libertadores da América e estar classificado na Copa do Brasil, a queda nas quartas de final do Campeonato Paulista, o início ruim no Campeonato Brasileiro e principalmente o fato de não ter vencido nenhum clássico no ano culminaram para um descontentamento quase que generalizado com o trabalho que vinha sendo feito.

Dorival despede-se do Santos e lamenta ‘trabalho interrompido’ (Em 04/06/2017)

Após ser demitido na tarde deste domingo, o técnico Dorival Júnior divulgou uma carta despedindo-se do Santos. No comunicado, o treinador fez questão de destacar os 65% de aproveitamento que teve no clube e também lamentou o fato de ter o trabalho interrompido no meio da temporada.

Um dia depois de perder o clássico para o Corinthians, em Itaquera, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro, o treinador foi convocado para uma reunião com a diretoria, onde foi informado da demissão.

Antes de despedir-se por completo, Dorival ainda agradeceu o apoio da torcida em parte dos dois anos que ficou no alvinegro. Ele também exaltou o fato de ter pego um time perto da zona do rebaixamento em 2015 e ter conseguido disputar finais e conquistar dos títulos.

Confira na íntegra o pronunciamento do agora ex-técnico do Santos:

“Hoje fui comunicado pela direção do Santos Futebol Clube sobre meu desligamento.

No fundo, quando decidi permanecer treinador do Santos em 2017, eu sabia que seriam dois caminhos: a glória ou pressão. Faz quase dois anos que retornei ao clube e pouco existe da realidade que encontrei.

De um time que flertava com o rebaixamento, hoje saio com título conquistado e tendo estado na parte de cima da tabela em todas as competições.

Deixo com orgulho os quase 65% de aproveitamento em dois anos, mas não é isso que ficará marcado. Levo na memória a busca por jogar bem, por tentar criar um time que proponha um futebol mais bonito de ser visto, como é o DNA do Santos.

Bacana ver os filhos que essa passagem deu. Zeca e Thiago Maia, campeões olímpicos. Gabriel vendido depois de recuperar o futebol. Sair de opção no banco para ser titular. Depois para a seleção e para o futebol europeu. É gratificante retomar o projeto da base, e ter, além deles, o Lucas Veríssimo como realidade; e os meninos Artur e Matheus ganhando corpo.

Sem esquecer do Vitor Bueno, que não é exatamente da base. Mas que foi contratado novo, por tão pouco e é um dos artilheiros do time desde que virou titular.

Foram muitas as possibilidades de sair do clube no final do ano passado, mas a vontade de fechar esse ciclo com um grande título falou mais forte. Infelizmente o trabalho foi interrompido antes que pudesse ocorrer.

De toda forma, muito obrigado ao Santos e à torcida. Meu carinho e respeito aos funcionários do clube, em especial aos que convivia todos os dias no CT, todos vocês me ajudaram muito.

E mais que tudo, obrigado aos jogadores. Todos: aos mais novos que sempre quiseram aprender. E aos mais velhos, os que já tinha trabalhado e os que conheci aqui. Foi muito gratificante trocar experiências com todos, ouvir e falar de futebol em busca de constante melhora.

Todos vocês, durante esses quase dois anos, foram leais e acreditaram que era possível jogando bem.”

Dorival cita “fofoqueiros” e diz que demissão de dirigente causou problema sério (Em 07/06/2017)

Depois de 22 meses à frente do comando do Santos, o técnico Dorival Junior foi demitido da posição no último domingo, após uma derrota para o Corinthians, na Arena, por 2 a 0. Em entrevista à ESPN, o treinador revelou problemas internos dentro do time da Baixada. Além de ter citado confusões envolvendo a diretoria, o treinador também afirmou que existem “fofoqueiros” dentro do clube e explicou o problema que a demissão do ex-gerente de futebol Sérgio Dimas causou no vestiário.

“No Santos tem muita fofoca. Muita gente fofoqueira. Tem muitas pessoas que não querem o bem do clube, querem apenas o bem de si próprio. Eles olham apenas para os objetivos deles (…) É como uma pessoa que esteja sendo investigada na política, um deputado federal, um presidente, que tem foro privilegiado. O conceito de não exigir que a fonte de determinada pessoa seja divulgada, isso, na minha visão, é um foro privilegiado”, disse o treinador, após as acusações de que seu filho Lucas Silvestre teria sido um fator para que o comandante perdesse o “controle” do vestiário.

Durante a entrevista, o treinador lembrou da demissão do dirigente Sérgio Dimas, durante a campanha do Campeonato Paulista. Dorival chegou a afirmar que este episódio causou sérios problemas dentro do elenco. “O presidente me chamou um dia antes da demissão do Dimas e eu pedi encarecidamente que ele não tomasse aquela decisão. O Dimas era um gerente de futebol, uma das mais competentes, acima da média em todos os sentidos, que eu já trabalhei”, ressaltou.

“Os jogadores tinham um grupo com ele e confiavam muito. A todo momento eles faziam colocações e o Dimas sempre ajudava. Era uma pessoa que quase não deixava chegar as coisas para a diretoria, apenas as situações um pouco mais problemáticas. Teve um problema interno, eu tentei faze-lo mudar de ideia, até alertei que a gente teria uma quebra muito grande naquele momento, uma quebra muito grande”, completou.

Levir Culpi chega com a missão de fazer o Santos ‘deslanchar’ em 2017

Mesmo ainda sem ter sido anunciado oficialmente, Levir Culpi já é o novo técnico do Santos. Após a demissão de Dorival Júnior, no último domingo, o treinador chega com a responsabilidade de dar ‘chacoalhão’ no elenco e fazer o Peixe finalmente engrenar em 2017. Afinal, apesar das classificações para as oitavas da Libertadores e quartas da Copa do Brasil, o alvinegro não vinha convencendo e era alvo de críticas por parte dos torcedores

“É preciso chacoalhar a roseira”, resumiu o presidente Modesto Roma Júnior sobre o que pretende ver do Santos com a chegada do novo comandante, em entrevista à TV Globo.

Com 64 anos, Levir estava desempregado desde novembro de 2016, quando foi demitido do Fluminense. Nos últimos anos, o técnico ficou marcado por barrar Fred no time carioca e também por ter um atrito com Ronaldinho Gaúcho no Atlético-MG.

Apesar da extensa carreira, com passagens por diversos clubes do futebol brasileiro, Culpi vai dirigir o Peixe pela primeira vez. Seus títulos de maior expressão são os da Copa do Brasil pelo Cruzeiro, em 1996, e pelo Galo, em 2014.

O primeiro ato de Levir no Peixe será já no próximo domingo, em Curitiba, em duelo contra o Atlético-PR, às 19h (de Brasília), pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. Mas nesta quarta-feira, o comandante deve ir ao Pacaembu para acompanhar o embate diante do Botafogo. Ainda sem o anúncio do novo técnico, o alvinegro pegará o Fogão sob o comando do interino Elano.