Santos 0 x 0 Palmeiras

Data: 20/01/2008, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Paulista
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 11.404 pagantes
Renda: R$ 199.220,00
Árbitro: José Henrique de Carvalho (SP)
Auxiliares: Ednílson Corona e Evandro Luiz Silveira (ambos de SP)
Cartões amarelos: Adaílton, Rodrigo Tabata, Kléber Pereira, Adriano, Marcinho Guerreiro (S); Martinez, Luiz Henrique, Gustavo, Valdívia (P).

SANTOS
Fábio Costa; Betão, Adaílton e Evaldo (Domingos); Filipi, Adriano (Anderson Salles), Marcinho Guerreiro, Rodrigo Tabata (Wesley) e Carlinhos; Renatinho e Kléber Pereira.
Técnico: Emerson Leão

PALMEIRAS
Diego Cavalieri; Élder Granja (Wendel), Gustavo, Dininho e Leandro; Pierre, William (Osmar), Martinez e Valdívia; Luiz Henrique (Makelele) e Alex Mineiro.
Técnico: Wanderley Luxemburgo



Santos perde gols, empata com Verdão e mantém pressão na Vila

Em um jogo bastante disputado, Santos e Palmeiras empataram sem gols na tarde deste domingo (20) na Vila Belmiro, pela segunda rodada do Campeonato Paulista, e a torcida alvinegra manteve a insatisfação com o time. O resultado fez o Peixe somar o seu primeiro ponto, enquanto o Verdão foi a quatro.

A partida foi marcada pelo reencontro entre os treinadores desafetos Emerson Leão e Vanderlei Luxemburgo, cuja relação ganhou tom de inimizade em 2004, quando o atual palmeirense substituiu o então santista no comando do clube do litoral.

Naquela época, Luxemburgo foi acusado por Leão de ter tramado a saída do “colega” da Vila Belmiro.

O Santos no final do ano levantaria o troféu de campeão brasileiro, e Luxa partiria na seqüência para a sua primeira passagem pela Europa, no comando do Real Madrid.

Nesta tarde, a idéia de ambos era enterrar as diferenças, esquecer a “troca de farpas” do começo deste ano, quando o santista disse que o palmeirense deixou o Santos “quebrado”, e vencer.

O Peixe para esquecer a derrota para a Portuguesa na estréia (2 a 0), e o Verdão para engrenar no Estadual depois de bater o Sertãozinho por 3 a 1.

E o que se viu na Vila Belmiro, sob chuva, foi um primeiro tempo em que os visitantes tiveram mais chances e deixaram evidentes as limitações alvinegras. Sem contratações de peso, o Santos sofreu.

Na defesa pela falta de entrosamento de seus zagueiros – o time começou com três -, no meio pela falta de criatividade e no ataque pela falta de pontaria.

O Palmeiras, aproveitando, teve contra-ataques a seu favor e só não marcou porque Fábio Costa salvou o time da casa.

A etapa complementar foi diferente, e o Alvinegro voltou melhor. Teve pelo menos quatro chances para abrir o placar, mas esbarrou no momento da conclusão.