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Santos 3 x 0 Santo André

Data: 25/03/2011, quarta-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Paulista – 16ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 9.572
Renda: R$ 106.205,00 (promoção)
Árbitro: Salvio Spinola Fagundes Filho
Auxiliares: Vicente Romano Neto e Giovani Cesar Canzian
Cartões amarelos: Fabão, Brum, Triguinho (S); Moraes, Ricardo Conceição, Marcelinho Carioca (SA).
Gols: Madson (18-1) e Triguinho (39-1); Neymar (39-2).

SANTOS
Fábio Costa; Luizinho, Fabiano Eller, Fabão e Triguinho (Domingos); Roberto Brum, Rodrigo Souto e Madson e Paulo Henrique (Roni); Neymar (Pará) e Kléber Pereira.
Técnico: Vagner Mancini

SANTO ANDRÉ
Neneca; Cicinho (Ricardo Goulart), Cesinha, Marcel e Élvis; Fernando, Ricardo Conceição, Dirceu e Marcelinho Carioca; Antônio Flavio (Clodoaldo) e Júnior Dutra (Moraes).
Técnico: Sérgio Guedes



Santos vence o Santo André, se aproxima do G-4, e ‘segura’ Neymar

O Santos avisou que não entregará Neymar para a seleção sub17 enquanto seguir com chance de classificação às semifinais do Estadual. E a “joia” alvinegra contribuiu para o clube continuar pressionando a CBF. Neymar brilhou na vitória do Santos sobre o Santo André, nesta quarta, por 3 a 0, na Vila, êxito que deixou o time alvinegro próximo do G-4.

O time da Baixada torcia por uma derrota da Portuguesa contra o Mirassol, mas a Lusa empatou o jogo nos minutos finais, 2 a 2, no Canindé, permanecendo no G-4.

“Independente se é sub17 ou não, é muito importante a seleção brasileira. Fico muito feliz com a convocação”, declarou Neymar, em entrevista ao Sportv.

Apagado contra o Corinthians, Neymar foi outro diante do Santo André. O camisa 7 marcou um gol, deu assistência a Madson, trocou passes com Paulo Henrique, quase marca em chute dentro da área e deixou Kleber Pereira na cara do gol.

A estratégia adotada por Mancini para o duelo na Baixada, de retomar esquema 4-4-2, surtiu efeito. Com dois armadores (Madson e Paulo Henrique), o Santos apresentou maior volume em campo, sobretudo na meia, diferentemente do que ocorreu no clássico contra o Corinthians, quando teve apenas Lucio Flavio no setor.

“O Santos foi outro contra o Santo André”, completou o camisa 7.

Advertido por Mancini na véspera da partida por não “agredir” os zagueiros, Madson assimilou a bronca. Na primeira oportunidade que teve no jogo, Madson partiu para cima da zaga, finalizando com perigo.

No segundo lance, o Baixinho foi preciso. Após lindo drible de Neymar, Madson recebeu passe da “joia santista” e desferiu potente chute de fora da área, abrindo o placar, aos 18 min do 1º tempo.

Organizado em campo, o time da Vila distribuiu passes com rapidez, envolvendo o Santo André. A vantagem alvinegra ficou maior aos 39 min, com Triguinho, após belo passe de Pereira.

O Santo André criava boas jogadas, mas pecava na finalização no 1º tempo. Marcelinho Carioca reclamou de não ter recebido passes para finalização.

A boa vantagem no placar trouxe tranquilidade ao Santos na segunda etapa. O time manteve a postura dos 45 min iniciais, trocando passes e acionando o trio Madson, Neymar e Paulo Henrique.

O terceiro gol era questão de tempo. Veloz, Madson retribuiu passe dado por Neymar no 1º tempo e deixou o camisa 7 na cara do gol, que não teve dificuldade em aumentar o marcador.

Uma lesão no tornozelo brecou Neymar, substituído quando o placar apontava 3 a 0. Sem o camisa 7, o Santos administrou a vantagem.