Figueirense 2 x 1 Santos

Data: 29/06/2011 – 21h50
Competição: Campeonato Brasileiro – 7ª rodada
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, SC.
Público: 5.322 pagantes
Renda: R$ 60.005,00
Árbitro: Márcio Chagas da Silva (RS)
Auxiliares: Júlio César Rodrigues Santos (RS) e Marcelo Bertanha Barison (RS).
Gols: Aloísio (04-1), Rychely (06-1) e Aloísio (31-1).

FIGUEIRENSE
Wilson; Bruno, João Paulo, Edson Silva (Roger Carvalho) e Juninho; Ygor, Túlio, Maicon e Fernandes (Rhayner); Aloísio (Coutinho) e Héber.
Técnico: Jorginho

SANTOS
Rafael, Pará (Tiago Alves), Edu Dracena, Durval e Alex Sandro; Adriano, Arouca, Danilo e Roger Gaúcho (Felipe Anderson); Rychely (Renan Mota) e Borges.
Técnico: Muricy Ramalho



Em ressaca e sem estrelas, Santos demonstra perde por 2 a 1 para o Figueirense

O Santos não apresentou a mesma vibração marcante da Libertadores, e sim, uma ‘ressaca’ provavelmente originada pelo tricampeonato conquistado na semana passada. Melhor para o Figueirense. A equipe catarinense fez ótima exibição, controlou o jogo, e teve facilidade para vencer o adversário sem os craques Paulo Henrique Ganso e Neymar por 2 a 1, no estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro.

O estilo de jogo apresentado pelo Santos na Libertadores passou longe da realidade vivida em Florianópolis. Afinal, Roger não é Paulo Henrique Ganso, e Rychely, apesar do gol, passa longe de Neymar. O alvinegro ainda sentiu os desfalques de Jonathan, Léo e Elano.

O domínio do Figueirense começou cedo, com o primeiro gol de Aloísio logo aos 4 minutos. O ‘lapso’ santista na partida veio dois minutos depois com o gol de empate. Só que o gol em nada abalou o time mandante.

O Figueirense mandou bola na trave, encurralou o Santos, e foi um time de poucas falhas na partida. Já o Santos parecia não ter a mesma motivação, e em falha defensiva coletiva, algo raro no mata-mata da Libertadores, sofreu o segundo gol de Aloísio no jogo, aos 31 minutos do segundo tempo.

No segundo tempo, Muricy Ramalho não ousou, trocou um meia por outro logo no reinício, posicionou Adriano como terceiro zagueiro, e deu liberdade aos laterais. Nada que fizesse o panorama do jogo mudar.

A vitória do Figueirense foi tranquila apesar da diferença mínima. A equipe catarinense se orgulha de estar no G-4, com 13 pontos. Já o Santos, com 5, ronda perto da zona de rebaixamento, e se defende do momento ruim na competição com o fato de ter dois jogos a menos.