Vídeos: Gols e melhores momentos

Santos 3 x 2 Santa Fe

Data: 04/05/2017, quinta-feira, 21h45.
Competição: Copa Libertadores – Grupo 2 – 4ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 29.798 presentes (26.153 pagantes)
Renda: R$ 1.142.620,00
Árbitro: Andres Cunha (URU)
Auxiliares: Mauricio Espinosa e Nicolas Taran (ambos do URU).
Cartões amarelos: Lucas Veríssimo, Thiago Maia e Ricardo Oliveira (S); José Moya e Daniel Roa (SF).
Gols: Ricardo Oliveira (03-1), Arango (32-1), Vitor Bueno (33-1) e Perlaza (38-1); Lucas Veríssimo (33-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Matheus Ribeiro (Copete); Renato, Thiago Maia e Lucas Lima (Cleber Reis); Vitor Bueno (Vladimir Hernández), Bruno Henrique e Ricardo Oliveira.
Técnico: Dorival Junior

SANTA FE
Leandro Castellanos, Daniel Roa, José Moya, Héctor Urrego e Mosquera; Sebastián Salazar, Perlaza, Leyvin Balanta (Plata) e Jonathan Gómez; Arango e Stracqualursi (Ceter).
Técnico: Gustavo Costas



Zagueiros salvam, Santos bate Santa Fe e retoma liderança na Liberta

O Santos entrou em campo pressionado nesta quinta-feira. Após ver o The Strongest golear o Sporting Cristal por 5 a 1, o Peixe não poderia pensar em outro resultado que não fosse a vitória sobre o Santa Fe, no Pacaembu, para continuar na liderança do grupo 2 da Libertadores. Após um primeiro tempo com quatro gols e um empate em 2 a 2, o alvinegro contou com a estrela de seus zagueiros para retomar a ponta. Em cobrança de escanteio, David Braz desviou de cabeça e Lucas Veríssimo mandou para o fundo das redes, decretando o triunfo santista.

Com a vitória, o Peixe chegou aos oito pontos. Antes, a equipe comandada por Dorival Júnior havia caído para a segunda colocação, já que o The Strongest chegou aos sete pontos com a goleada sobre os peruanos. Já o Santa Fe, por sua vez, é o terceiro, com quatro pontos conquistados.

O jogo

Diferentemente do que aconteceu contra a Ponte Preta, no Paulistão, o Santos começou o duelo contra o Santa Fe com um pouco menos de ímpeto no ataque. Porém, uma falha dos colombianos logo aos 3 minutos aliviou a vida do Peixe.

Os zagueiros da equipe de Bogotá bateram cabeça e a bola ficou livre para Lucas Lima. O meia avançou pela direita e apenas rolou para Ricardo Oliveira. Sozinho dentro da área, o centroavante mandou para o fundo das redes, abriu o placar no Pacaembu e ainda acabou com um jejum de 48 dias sem marcar.

Após o tento marcado logo no início, o alvinegro diminuiu de vez o ritmo e passou a esperar o Santa Fe na defesa. Por conta dessa recuada santista, a equipe colombiana passou a chegar e assustar o goleiro Vanderlei. A chance mais clara foi aos 27 minutos, quando Roa tentou um cruzamento e acabou mandando direto para o gol. No reflexo, o camisa 1 afastou o perigo.

No lance seguinte, justamente apostando no contra-ataque, o Santos quase ampliou o marcador. Lucas Lima avançou e fez longo lançamento para Bruno Henrique. O atacante mandou para a área. A bola, porém, passou por todo mundo e foi recuperada na linha de fundo por Vitor Bueno. Ele tocou para Victor Ferraz, que apenas rolou para o camisa 10 finalizar de fora da área. A redonda passou muito perto do travessão de Castellanos.

O castigo veio logo depois. Aos 32 minutos, Gómez soltou uma bomba de fora da área e a bola explode na trave. No rebote, Arango aproveitou passe de Stracqualursi e empatou a partida.

A igualdade fez o Santos partir para cima novamente e a equipe comandada por Dorival Júnior assumiu a dianteira do placar no minuto seguinte. Lucas Lima achou Vitor Bueno livre na direita. O camisa 7 chutou no cantinho de Castellanos e anotou o segundo do alvinegro.

A partida pegou fogo na reta final do primeiro tempo e os colombianos buscaram o empate mais uma vez. Após cobrança de falta de Arango, Perlaza cabeceou firme para vencer Vanderlei. Tudo igual no Pacaembu.

Querendo terminar a etapa inicial com a vantagem, o Peixe foi com tudo para o ataque. Aos 43 minutos, Lucas Lima cobrou falta direto para o gol e quase surpreendeu Castellanos. No lance seguinte, o meia mandou escanteio para área e David Braz desviou, obrigando o goleiro do Santa Fe a fazer boa defesa, garantindo o 2 a 2 no placar.

Após o ritmo frenético no final do primeiro tempo, o duelo começou um pouco mais lento após o intervalo. Precisando da vitória para retomar a liderança do grupo 2, o técnico Dorival Júnior sacou Matheus Ribeiro e colocou Copete como lateral-esquerdo. O Santa Fe, por sua vez, não promoveu mudanças e apostava na bola aérea para virar o jogo.

A primeira boa chegada foi aos 11 minutos. Vitor Bueno avançou pela esquerda e bateu cruzado. Bruno Henrique foi buscar a bola na direita e tentou passe para Ricardo Oliveira. Porém, a zaga colombiana cortou a jogada.

Logo na sequência, Bueno aproveitou rebote da zaga do Santa Fe e bateu forte. A bola passou perto da trave esquerda e assustou Castellanos. Apesar das chances perdidas e do gol anotado, o camisa 7 irritou parte da torcida após perder duas jogadas e chegou a sair vaiado quando foi substituído por Vladimir Hernández.

Com a entrada do colombiano, o Peixe aumentou a pressão sobre o time de Bogotá, que passou a segurar o jogo e fazer a famosa ‘cera’. Desistindo de jogar, a equipe colombiana ‘chamou’ o Santos. E isso foi fatal!

Aos 33 minutos, Lucas Lima cobrou escanteio dentro da área, David Braz desviou de cabeça e a bola ficou livre para Lucas Veríssimo. O “Varane da Baixada” bateu firme de pé esquerdo para colocar o alvinegro novamente em vantagem no Pacaembu.

Após sofrer o gol, o Santa Fe abandonou a ‘cera’ e partiu pra cima do Peixe. Os colombianos assustaram, mas não conseguiram furar o bloqueio santista, que conseguiu segurar a vitória por 3 a 2, garantindo a ponta da Libertadores.

Bastidores – Santos TV:

Dorival vibra com superação do Santos e ‘show’ da torcida no Paca

O Santos entrou em campo nesta quinta-feira com um peso nas costas. Muito abalados com a morte dos pais e da tia do meia Rafael Longuine em um acidente de carro na madrugada da última terça, os jogadores do alvinegro conseguiram superar o luto para baterem o Santa Fe por 3 a 2, na noite desta quinta-feira, no Pacaembu, e retomar a liderança do grupo 2 da Copa Libertadores.

O técnico Dorival Júnior, por sua vez, admitiu que os santistas sentiram bastante a tragédia que envolveu os familiares de Longuine. Porém, o comandante comemorou o fato dos atletas conseguirem dar uma retorno dentro de campo, onde homenagearam o companheiro.

“O que aconteceu com o Longuine nos abalou. Superamos e deram uma resposta boa. A equipe está tendo um crescimento gradativo a cada partida. As características dos jogos são diferentes. Estamos aprendendo a jogar dessa maneira. Tanto dentro, quanto fora de casa. Com possibilidade de fazer resultado fora”, explicou o treinador.

E na vitória sobre os colombianos, o que chamou a atenção foi o apoio da torcida nas arquibancadas do Pacaembu. Os mais de 29 mil pagantes não deixaram de cantar nem quando o Peixe levou o empate do time de Bogotá. Dorival valorizou a força que recebeu dos santistas. Vale lembrar que na semana passada, o comandante criticou o baixo público contra o Paysandu, pela Copa do Brasil, na Vila Belmiro.

“A torcida do Santos deu um show aqui dentro. A torcida fez com que tivéssemos a entrega. Nos carregou no colo. Esse é o papel do torcedor. Fez com que buscássemos até o último momento. Faço um agradecimento especial a quem esteve aqui. Isso que precisamos”, concluiu Dorival.

Com a vitória, o Peixe chegou aos oito pontos e manteve-se na liderança do grupo 2 da Liberta. Antes, a equipe comandada por Dorival Júnior havia caído para a segunda colocação, pois o The Strongest goleou o Sporting Cristal por 5 a 1 e chegou aos sete pontos. Já o Santa Fe, por sua vez, é o terceiro, com quatro pontos conquistados.

Veríssimo dedica primeiro gol pelo Santos ao meia Rafael Longuine

Abalados com a morte dos pais e da tia do meia Rafael Longuine em um acidente de carro na madrugada da última terça, os jogadores do alvinegro aproveitaram a vitória sobre o Santa Fe por 3 a 2, na noite desta quinta-feira, no Pacaembu, para homenagearem o companheiro.

Nos três tentos anotados pelo Peixe, os atletas fizeram um “L” com as mãos em referência ao sobrenome do meia, que foi liberado pela diretoria do clube e não tem data certa para retornar aos trabalhos no CT Rei Pelé e voltar a ser opção para o técnico Dorival Júnior.

“Dedico meu primeiro gol como profissional aos meus pais e ao Rafael, que passou por essa triste situação. Estávamos com ele na noite anterior. Ele estava muito feliz. Todos nós sentimos esse baque. Que Deus conforte o coração dele”, explicou o zagueiro Lucas Veríssimo, autor do terceiro gol santista nesta quinta.

Com a vitória, o Peixe chegou aos oito pontos e manteve-se na liderança do grupo 2 da Liberta. Antes, a equipe comandada por Dorival Júnior havia caído para a segunda colocação, pois o The Strongest goleou o Sporting Cristal por 5 a 1 e chegou aos sete pontos. Já o Santa Fe, por sua vez, é o terceiro, com quatro pontos conquistados.

Lucas Lima valoriza vitória na ‘raça’, mas afirma: “Demos muito mole”

O meia Lucas Lima conduziu o Santos nesta quinta-feira. Inspirado, o meia teve grande apresentação e distribuiu duas assistências (para Ricardo Oliveira e Vitor Bueno) na vitória santista sobre o Santa Fe por 3 a 2, no Pacaembu, pela quarta rodada da fase de grupos da Libertadores.

O camisa 10 comemorou o triunfo, mas ressaltou que o Peixe ainda precisa melhorar se quiser ser campeão do torneio continental.

“Consegui dar as duas assistências. O Ricardo e Bueno estavam merecendo. Temos muito que melhorar ainda. Demos muito mole. Mas essa vitória foi muito importante para nós. O The Strongest jogou antes de nós e sabíamos que tínhamos que vencer para continuar na liderança”, explicou o meia.

Com a vitória, o Peixe chegou aos oito pontos e manteve-se na liderança do grupo 2 da Liberta. Antes, a equipe comandada por Dorival Júnior havia caído para a segunda colocação, pois o The Strongest goleou o Sporting Cristal por 5 a 1 e chegou aos sete pontos. Já o Santa Fe, por sua vez, é o terceiro, com quatro pontos conquistados.

Agora, Lucas Lima ainda aproveitou para dedicar a vitória ao companheiro Rafael Longuine, que perdeu os pais em acidente de carro, e já quer o alvinegro mirando o duelo contra os bolivianos na altitude de La Paz.

“Temos um jogo super difícil na Bolívia contra eles e nosso time está focado para ir longe. Libertadores é sempre difícil de jogar, o time deles (Santa Fe) dificultou a nossa vitória, mas não foi uma semana fácil para nós, vamos dedicar ao Rafa (Longuine), pra ele e para a namorada dele. Tamo junto, irmão, você sabe disso”, concluiu Lucas Lima.

Ainda vaiado, Bueno é bancado por Dorival: “Dificilmente vai sair”

Após passar cinco jogos ‘em branco’ e sofrer com as críticas dos torcedores, o meia Vitor Bueno desencantou na noite desta quinta-feira, anotou o segundo gol do Santos contra o Santa Fe a ajudou a equipe comandada por Dorival Júnior a vencer por 3 a 2, no Pacaembu, em duelo válido pela quarta rodada da fase de grupos da Copa Libertadores.

Porém, mesmo com o tento anotado, o camisa 7 irritou parte da torcida após perder duas jogadas e chegou a sair vaiado quando foi substituído por Vladimir Hernández. Dorival Júnior, no entanto, não dará ouvidos às cobranças e vai manter Bueno entre os titulares.

“É questão de tempo para o Bueno ter a confiança que sempre teve. Não deixo de ter confiança nele. Dificilmente vai sair, podem falar o que for, mas dificilmente vai sair se mostrar personalidade”, confirmou o comandante em entrevista coletiva após o triunfo sobre os colombianos.

O próprio jovem de 22 anos reconhece que estava abaixo da média, mas acredita que o gol (e a vitória) ajudarão na retomada da confiança.

“Admito que não estava nos melhores dias. “Recebi muitas mensagens de incentivo do torcedor e algumas criticas também. Foi um gol para lavar a alma. Às vezes quando não dá pra ganhar na técnica, tem que ganhar na raça. Foi uma vitória muito importante”, explicou Bueno.

Defesa é vazada, mas Santos vira único brasileiro invicto na Liberta

O Santos não tem mais a defesa menos vazada da Libertadores. Após sofrer apenas um gol em três jogos, o Peixe foi buscar duas bolas na rede na noite desta quinta-feira, na vitória por 3 a 2 sobre o Independiente Santa Fe, no Pacaembu, pela quarta rodada da fase de grupos, e perdeu o posto para o Barcelona de Guayaquil, do Equador, que foi vazado duas vezes.

Porém, os santistas não estão muito preocupados com esse número. Afinal, com o triunfo em cima dos colombianos, o alvinegro chegou aos oito pontos e segue na liderança do grupo 2 do torneio continental. Além disso, o Santos se tornou o único time brasileiro ainda invicto na Liberta, com duas vitórias e dois empates.

O Flamengo tem duas derrotas, já o Botafogo, uma, assim como o Atlético-PR, Palmeiras, Grêmio e Atlético-MG. Por fim, a Chapecoense também perdeu duas vezes.

a próxima rodada do torneio continental, o alvinegro encara o The Strongest, em La Paz, no dia 17, às 19h30 (de Brasília). Caso vença o time boliviano na altitude de 3.660 metros, o Peixe já estará classificado para as oitavas de final da Libertadores.

“Eu dizia que seria um dos grupos com mais dificuldade. Tinha o campeão colombiano contra vice brasileiro. E daqui a pouco vamos à altitude para enfrentar uma equipe qualificada. Enfrentei eles pelo Internacional em 2012 e ainda tem cinco jogadores lá”, explicou o técnico Dorival Júnior.

Gol na Libertadores faz Ricardo Oliveira igualar marca de Coutinho

A emocionante vitória do Santos diante do Independiente Santa Fé, por 3 a 2, nesta quarta-feira, pela Copa Libertadores, teve um “sabor especial” ao atacante Ricardo Oliveira: com o gol marcado na partida, o artilheiro chegou ao 11º tento – nove na edição de 2003 e dois em 2017 – pelo Peixe na competição continental, igualando a marca do ídolo Coutinho. Na frente deles, agora, somente Pelé, com 16, e Robinho e Neymar, com 14.

“Tenho a sensação de orgulho em fazer parte deste elenco, de trabalhar com jogadores que, acima de tudo, são amigos, parceiros, que se doam em prol do Santos, para que o clube esteja no lugar mais alto das competições que dispute. Fico feliz de fazer parte desta família e instituição e, também, poder dizer que aos poucos estou cavando um pouco mais em sua história. Quero seguir avançando e proporcionando alegria aos nossos torcedores”, comentou ao site oficial do clube.

Ainda sobre o empolgante triunfo, o capitão da equipe, que homenageou Rafael Longuine quando fez seu gol, voltou a lembrar do meia e citou, com apreço, a mensagem mandada por ele ao elenco santista antes da bola rolar.

“Estamos felizes também por termos dado essa vitória ao nosso amigo Rafael Longuine. Recebemos dele uma mensagem muito emocionante. Não sei de onde ele tirou forças para escrever essa mensagem, nos desejando sorte e falando que estaria na torcida à distância. Nós havíamos proposto que daríamos o nosso melhor para vencer o jogo e dar a vitória a ele”, ressaltou.

Suspensão de Thiago Maia abre espaço para Donizete na Liberta

O Santos não contará com Thiago Maia na partida diante do The Strongest, no próximo dia 17, às 19h30 (de Brasília), em La Paz, pela quinta rodada da fase de grupos da Libertadores. Isso porque o volante levou o terceiro cartão amarelo na vitória por 3 a 2 sobre o Independiente Santa Fe, na última quinta-feira, no Pacaembu. Sem o titular, a tendência é que Leandro Donizete assuma o posto.

E assim como fez quando Jean Mota ficou fora, o técnico Dorival Júnior não descarta começar jogando com o veterano de 34 anos já na próxima quarta, no embate frente ao Paysandu, em Belém, pelo confronto de volta das oitavas de final da Copa do Brasil.

A mudança aconteceria para que Donizete já busque um entrosamento rápido com o time, do mesmo jeito que aconteceu com Matheus Ribeiro, que substituiu Mota nos últimos dois compromissos do Peixe.

“O Leandro (Donizete) vai ter a sua oportunidade em um momento oportuno. E é isso que nós queríamos. A consistência do elenco. Vocês viram isso com a entrada do Copete, do Hernández e do Cleber (contra o Santa Fe)”, explicou Dorival Júnior.

O volante foi contratado no final do ano passado após não renovar com o Atlético-MG. Ele tem nove jogos na temporada e só foi titular nos primeiros jogos do ano por conta da ausência de Renato, que estava lesionado.

Matheus Ribeiro não empolga e Jean Mota deve voltar como titular

Contratado no fim de 2016 após conquistar o Brasileirão da Série B com o Atlético-GO, Matheus Ribeiro demorou para receber uma grande oportunidade no Santos. Ela chegou apenas na semana passada, quando o lateral-direito começou como titular contra o Paysandu, pela Copa do Brasil. Improvisado na esquerda, ele até teve uma atuação satisfatória, mesmo sendo substituído por Copete. Na última quinta-feira, porém, o jovem de 24 anos ficou abaixo do esperado na vitória do Peixe sobre o Santa Fe por 3 a 2, no Pacaembu, pela Libertadores e deve perder espaço.

Diante do time de Bogotá, Matheus Ribeiro sofreu na marcação e virou um ‘alvo’ dos colombianos, que chegavam com facilidade pelo lado direito do ataque. Por conta disso, o alvinegro cometeu diversas faltas nas imediações da grande área e acabou levando dois gols.

Percebendo a dificuldade do lateral-esquerdo improvisado, o técnico Dorival Júnior sacou Matheus e promoveu a entrada de Jonathan Copete. Atacante de origem, o colombiano ajudou o alvinegro a ter mais força ofensiva e buscar o terceiro gol no Pacaembu.

Após a atuação apagada contra o Santa Fe, Matheus Ribeiro deve perder a vaga para Jean Mota. Meia de origem, ele já tinha assumido o posto deixado pelo titular Zeca, lesionado desde o início de abril, e só saiu do time por conta de uma suspensão automática.

Com média de 33 mil, Santos programa volta ao Paca em 23 dias

Na vitória do Santos por 3 a 2 sobre o Independiente Santa Fe, na noite da última quinta-feira, pela quarta rodada da fase de grupos da Libertadores, uma das coisas que mais chamou a atenção foi o apoio vindo das arquibancadas do Pacaembu. Assim como já havia acontecido no duelo contra a Ponte Preta, pelas quartas do Paulistão, a torcida da Capital encheu o estádio e foi elogiada pelo técnico Dorival Júnior.

“Desde que cheguei no Santos eu nunca perdi no Paca. Hoje a torcida tomou muita chuva e empurrou a gente todo o tempo”, comemorou o lateral-direito Victor Ferraz.

Com uma média de mais de 33 mil presentes nos dois jogos, a diretoria do alvinegro está disposta a mandar mais dez partidas no Paulo Machado de Carvalho neste ano. E a primeira delas está bem próximo de acontecer. Trata-se do embate contra o Cruzeiro, no próximo dia 28, às 16h (de Brasília), pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro.

O passo inicial já foi dado e o Santos recebeu o aval da Polícia Militar para mandar o embate com a Raposa no Pacaembu. Agora, o presidente Modesto Roma Júnior aguarda apenas a liberação da CBF. O mandatário acredita que não terá problemas para receber a liberação. Isso porque os outros três grandes do estado não terão compromissos na Capital no mesmo dia. Palmeiras e São Paulo fazem clássico no dia 27, enquanto o Corinthians pega o Atlético-GO no mesmo horário do jogo do Peixe, mas fora de casa.

Vale lembrar que o alvinegro venceu os últimos 19 jogos que disputou no Paulo Machado de Carvalho. A última derrota na ‘segunda casa’ foi em 2014, no primeiro jogo da final do Campeonato Paulista, contra o Ituano. É a maior série de vitórias da história do Pacaembu. O Corinthians já teve 15 vitórias consecutivas. São Paulo, 10, e Palmeiras, oito.


Gols e Melhores momentos

Santos 2 x 0 Paysandu

Data: 26/04/2017, quarta-feira, 19h30.
Competição: Copa do Brasil – Oitavas de final – Jogo de ida
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 6.266 pagantes
Renda: R$ 154.805,00
Árbitro: Igor Junio Benevenuto (MG)
Auxiliares: Celso Luiz da Silva e Felipe Alan Costa de Oliveira (ambos de MG).
Cartões amarelos: Thiago Maia, Lucas Lima, David Braz e Victor Ferraz (S). Rodrigo Andrade e Bergson (P).
Gols: Bruno Henrique (03-2) e Copete (44-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Matheus Ribeiro (Copete); Renato, Thiago Maia e Lucas Lima (Vladimir Hernández); Vitor Bueno (Arthur Gomes), Bruno Henrique e Ricardo Oliveira.
Técnico: Dorival Júnior

PAYSANDU
Emerson; Ayrton, Gilvan, Perema e Hayner; Augusto Recife, Rodrigo Andrade (Diogo Oliveira) e Wesley; Leandro Carvalho (Jhonnatan), Bergson e Alfredo (Leandro).
Técnico: Marcelo Chamusca



Bruno Henrique e colombianos brilham e Santos faz 2 a 0 no Paysandu

O Santos novamente não encantou seu torcedor. Apostando mais uma vez na posse de bola, o Peixe foi lento e irritou parte dos mais de 6 mil santistas que estiveram na Vila Belmiro na noite desta quarta-feira. Porém, a equipe comandada por Dorival Júnior contou com o brilho de Bruno Henrique e de dois colombianos para largar na frente contra o Paysandu nas oitavas de final da Copa do Brasil. Buscando o jogo desde o início, o atacante titular anotou um golaço no início do segundo tempo e abriu a contagem. Já na reta final, Copete aproveitou cruzamento de Vladimir Hernández e decretou o triunfo santista por 2 a 0.

As duas equipes voltam a se enfrentar apenas no próximo dia 10 de maio, uma quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no estádio Mangueirão, em Belém, no Pará. Com a vantagem de ter marcado duas vezes na Vila, o Peixe pode perder por até um gol de diferença na volta que mesmo assim avança para as quartas do torneio mata-mata.

O jogo

Mesmo atuando fora de casa e contra uma das equipes mais ‘badaladas’ do Brasil, o Paysandu mostrou nos primeiros minutos que não ficaria apenas se defendendo na Vila Belmiro. Logo aos 4 minutos, Wesley aproveitou escanteio e cabeceou firme. A bola passou perto da trave e assustou o goleiro Vanderlei.

A resposta do Santos veio seis minutos depois. Após belo lançamento de Lucas Lima, Bruno Henrique dominou já driblando a marcação e tocou para Ricardo Oliveira dentro da área. O centroavante pegou na veia, mas Hayner desviou e salvou o Papão.

Como a equipe de Belém não limitava-se apenas a ficar no campo de defesa, o Peixe até conseguia encontrar espaços, porém, sofria com os contra-ataques. Aos 18 minutos, Victor Ferraz encontrou David Braz livre na entrada da área. O tentou bater de primeira, mas pegou mal e o goleiro Emerson pegou sem dificuldade.

O Paysandu não deixou barato e perdeu duas grande oportunidades em sequência. Na primeira, aos 24, Bergson soltou uma bomba de fora da área e assustou Vanderlei. Logo depois, Leandro Carvalho recebeu longo lançamento, aproveitou falha de Matheus Ribeiro e David Braz, e saiu na cara no goleiro santista. Porém, o camisa 1 operou um milagre e livrou o Peixe de começar atrás na Vila.

Após os dois sustos, a equipe comandada por Dorival Júnior se lançou ao ataque e fez uma pequena ‘blitz’ nos minutos finais da primeira etapa. Porém, Bruno Henrique e Ricardo Oliveira perderam boas chances e não conseguiram tirar o zero do marcador antes do intervalo.

Mesmo após receber vaias da torcida no final da primeira etapa, o Santos voltou com a mesma proposta para o segundo tempo: manter a posse de bola e buscar os espaços com tranquilidade. Porém, Bruno Henrique, o melhor em campo pelo lado santista, anotou uma verdadeira pintura logo aos 3 minutos e acabou com o ‘marasmo’ do jogo.

Após receber lançamento de Lucas Lima, o atacante avançou pelo lado esquerdo, colocou a bola no chão e arriscou de muito longe. O chute até pareceu despretensioso, porém, a redonda foi parar no ângulo do goleiro Emerson. Golaço que colocou o alvinegro em vantagem.

O tento animou o Peixe, que chegou a ‘acuar’ o Paysandu nos primeiros momentos após o intervalo. Aos 10 minutos, Vitor Bueno recebeu na entrada da área e tocou para Ricardo Oliveira. O atacante bateu firme, mas teve o chute desviado pela zaga.

Porém, após a pressão inicial, o Santos diminuiu o ritmo e só foi atacar novamente aos 32 minutos, quando Victor Ferraz cruzou da direita, Ricardo Oliveira antecipou o goleiro, mas não conseguiu empurrar para o fundo da rede.

Quando parecia que o duelo terminaria com a vantagem mínima para o alvinegro, o técnico Dorival Júnior decidiu sacar Matheus Ribeiro e Lucas Lima para promover a entrada de Copete e Vladimir Hernández.

Em poucos minutos dentro de campo, os colombianos corresponderam logo de cara e foram decisivos para o Peixe levar uma vantagem bem melhor para Belém. Após cobrança de falta de Hernández, Copete antecipou-se aos zagueiros do Papão e anotou o segundo tento santista na Vila Belmiro no apagar das luzes.

Bastidores – Santos TV:

Bruno Henrique pede união com torcida e defende Bueno: “Pode render mais”

Bruno Henrique foi o principal nome do Santos nesta quarta-feira, na Vila Belmiro. Partindo para cima e buscando o jogo desde o início contra o Paysandu, o atacante coroou a boa apresentação com um golaço de fora da área logo aos três minutos da segunda etapa e ajudou o Peixe a abrir boa vantagem de 2 a 0 sobre o Papão no duelo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

Em contrapartida, Vitor Bueno novamente ficou devendo. Apagado e inseguro, o camisa 7 pouco produziu durante a partida e foi vaiado por boa parte da torcida quando foi substituído por Arthur Gomes, aos 16 minutos do segundo tempo. Bruno Henrique, por sua vez, admitiu que o colega não vive boa fase, mas o defendeu das vaias e ainda cobrou uma união maior entre torcedores e atletas.

“Eu entendo o lado do torcedor, pois o Vitor tem um potencial grande. A torcida cobra pois sabe que ele pode render mais. Ele está se esforçando e vem trabalhando nos treinamentos. Acho que nós (jogadores) e a torcida temos que nos unir para conquistarmos grandes coisas lá na frente”, resumiu o atacante santista na saída do gramado.

Com a vantagem de ter marcado duas vezes na Vila, o Peixe pode perder por até um gol de diferença na volta que mesmo assim avança para as quartas do torneio mata-mata. As duas equipes voltam a se enfrentar apenas no próximo dia 10 de maio, uma quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no estádio Mangueirão, em Belém, no Pará.

“Jogar lá no Mangueirão é muito difícil. Eu já tive a oportunidade de atuar lá algumas vezes. O estádio complicado, torcida comparece em peso. Temos que ter tranquilidade para trabalhar durante as próximas semanas e ir bem no jogo de volta”, concluiu Bruno Henrique.

Braz admite ‘não jogar como a torcida quer’, mas valoriza vantagem

O Santos novamente não mostrou um futebol vistoso. Apostando na posse de bola, o Peixe foi lento e irritou parte dos mais de 6 mil torcedores que estiveram na Vila Belmiro na noite desta quarta-feira. Mesmo assim, o alvinegro conquistou a vitória por 2 a 0 sobre o Paysandu e abriu boa vantagem nas oitavas de final da Copa do Brasil.

O zagueiro David Braz, por sua vez, admitiu que a equipe comandada por Dorival Júnior não vem fazendo boas apresentações nas últimas partidas. Porém, o defensor destacou a força defensiva do Papão e valorizou o triunfo santista.

“Eu acho que nem sempre a gente vai conseguir fazer o que os torcedores e a imprensa querem. Não vamos vencer sempre por 4 a 0. O Paysandu veio muito fechado, com duas linhas de quatro. Tivemos dificuldade, mas conseguimos fazer os dois gols em um chute longe e em uma bola parada. A gente não esta vencendo de goleada, que é o que o torcedor espera, mas conseguimos um bom resultado para o jogo de volta”, explicou Braz na saída do gramado.

Para o zagueiro, inclusive, o Santos tem hoje um dos melhores elencos do Brasil e tem totais condições de conquistar Copa do Brasil, Libertadores e Brasileirão.

“No primeiro semestre não conseguimos o Paulista e vamos ser cobrados por isso, ainda mais que nossa equipe é qualificada para disputar todos os títulos que disputar. Temos a oportunidade de conquistar os outros objetivos e pouco a pouco vamos conseguindo os resultados. Estreamos bem na Copa do Brasil. É um desejo conquistá-la”, concluiu Braz.

Dorival banca Bueno e lamenta baixo público na Vila: “Só tinha o ônibus”

Apenas 6.266 torcedores estiveram na Vila Belmiro na vitória do Santos por 2 a 0 sobre o Paysandu, nesta quarta-feira, pelo confronto de ida das oitavas de final da Copa Brasil. Jogadores e comissão técnica do Peixe ficaram frustrados com o baixo público, ainda mais por conta da promoção que o clube fez, deixando os ingressos de graça para sócios adimplentes.

O técnico Dorival Júnior lamentou basante ver o estádio com poucos santistas e acredita que o desempenho do time pode estar influenciando na ausência do torcedores.

“A expectativa era grande para que tivéssemos nossa casa tomada para o torcedor. Quando saímos do Canal 2 e entramos na rua frontal, sabemos mais ou menos o público que teremos. Mas quando viramos hoje, só tinha o nosso ônibus. É uma situação difícil. Todos sabem o que o Santos pode produzir e estejam aguardando de repente isso acontecer”, explicou o treinador em entrevista coletiva após o triunfo sobre o Papão.

Mesmo sendo poucos, os mais de 6 mil santistas não gostaram nada da atuação do Peixe, principalmente no primeiro tempo. Antes do intervalo, diversas vaias foram ouvidas na Vila Belmiro. Um dos mais cobrados foi Vitor Bueno. Apagado e inseguro, o camisa 7 pouco produziu durante a partida e foi bastante criticado quando foi substituído por Arthur Gomes, aos 16 minutos do segundo tempo. Dorival, por sua vez, defendeu o jogador e relativizou os protestos na Vila Belmiro.

“Ele (Bueno) já foi muito aplaudido. É normal, acontece. É quando o profissional busca forças para se recuperar. Confio muito e continuei acreditando depois do primeiro tempo. Voltou relativamente bem, criando duas ou três oportunidades, mas caiu um pouco em razão daquilo que vinha produzindo. Temos que tentar fazer com que ele readquira a confiança, é fator importante. Temos que estar ao lado dele pra que volte a jogar como sempre atuou. A torcida do Santos, aquela que ajuda e participa, tem se mostrado presente, sempre ao lado. Temos que nos apoiar nesses. Os demais vão entrando no mesmo ritmo e percebendo que os campeonatos estão difíceis”, concluiu o comandante santista.


Santa Fe 0 x 0 Santos

Data: 19/04/2017, quarta-feira, 21h45.
Competição: – Copa Libertadores – Grupo 2 – 3ª rodada
Local: Estádio El Campín, em Bogotá, na Colômbia.
Público e renda: N/D
Árbitro: Fernando Rapallini (ARG)
Auxiliares: Juan P. Belatti e Gabriel Chade (ambos da ARG).
Cartões amarelos: Yeison Gordillo, Jonathan Gómez, Baldomero Perlaza e Daíron Mosquera (SF); Jean Mota (duas vezes), Thiago Maia e Bruno Henrique (S).
Cartão vermelho: Jean Mota (S).

SANTA FE
Leandro Castellanos; Juan Daniel Roa, José Moya, Héctor Urrego e Daíron Mosquera; Yeison Gordillo, Baldomero Perlaza (Perez), Jonathan Gómez e Johan Arango (Plata); José Valencia (Damir Ceter) e Denis Straqualursi.
Técnico: Gustavo Costas

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Jean Mota; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima; Vitor Bueno (Leandro Donizete), Bruno Henrique (Yuri) e Ricardo Oliveira (Copete).
Técnico: Dorival Junior



Santos não se arrisca, segura empate com Santa Fe e mantém ponta na Liberta

O Santos conseguiu o que se preparou para fazer. Com o regulamento embaixo do braço, o Peixe pouco se arriscou em Bogotá, segurou o empate em 0 a 0 contra o Santa Fe, na noite desta quarta-feira, no estádio El Campín, e segue na liderança do grupo 2 da Copa Libertadores.

Mesmo melhor tecnicamente, o time comandado por Dorival Júnior abdicou de jogar futebol na primeira etapa e tentou o gol apenas após o intervalo. Porém, a expulsão de Jean Mota, aos 35 minutos do segundo tempo, fez o alvinegro recuar mais uma vez, sofrer uma pressão no fim, mas conseguir sair com a igualdade da Colômbia.

Com o empate, o Peixe chegou aos 5 pontos e manteve-se na ponta de sua chave na competição continental. Já o Santa Fe, por sua vez, roubou a segunda colocação do The Strongest. As duas equipes estão com quatro pontos, mas o time colombiano vence no saldo de gols.

Na próxima rodada da Libertadores, Santos e Santa Fe voltam a se enfrentar. Desta vez, porém, o duelo terá mando do alvinegro e acontecerá no Pacaembu, no próximo dia 4 de maio, às 21h45 (de Brasília).

Eliminado do Campeonato Paulista, a equipe santista ficará 14 dias apenas treinando para o novo embate frente aos colombianos.

O jogo

O santista que acordou cedo para trabalhar e decidiu ficar acordado até tarde para assistir o Peixe na Colômbia, provavelmente não deve ter aguentado os primeiros 45 minutos. A partida até que começou dando esperanças em Bogotá, porém, as poucas oportunidades e a passividade dos dois times deixaram o duelo fraco e sonolento.

Os momentos iniciais foram de muito estudo. O Santa Fe tentava chegar no toque de bola, mas não conseguia incomodar a zaga santista. O Peixe, por sua vez, aguardava o time colombiano na defesa e apostava em lançamentos longos para a velocidade de Bruno Henrique e Ricardo Oliveira.

Porém, os minutos foram passando, nenhuma das equipes se lançou ao ataque incisivamente e os goleiros Vanderlei e Castellanos apenas assistiram o embate de camarote. Isso mesmo! Os editores encarregados de separarem os ‘melhores momentos’ para os programas esportivos do dia seguinte, terão muita dificuldade para tirar algo de bom do primeiro tempo.

A partida foi tão sonolenta que o único chute do Santos na etapa inicial foi de Jean Mota. Porém, o santista pegou muito mal na bola e mandou quase para a lateral do estádio El Campín.

Os três primeiros minutos após o intervalo já superaram toda a etapa inicial. Logo de cara, Damir Ceter, que havia acabado de entrar, cabeceou dentro da área e parou nas mãos de Vanderlei. No lance seguinte, Lucas Lima rolou para Renato, que arriscou de longe. O chute do volante passou perto da trave direita e assustou Castellanos.

Já aos 16 minutos, o Peixe fez sua primeira jogada mais ‘ousada’ no jogo. Bruno Henrique avançou pela esquerda, deu lindo corte na marcação e tocou para Vitor Bueno. Dentro da área, o meia dominou e driblou o zagueiro, mas foi travado na hora do chute. Logo depois, Renato mandou mais uma de longe, mas errou o alvo novamente.

Apesar da pequena melhora, a partida seguia muito fraca em Bogotá. Sem qualidade técnica, o Sants Fe tentava chegar na base de ‘abafa’. Enquanto isso, o Santos continuava esperando a hora certa para tentar anotar o primeiro tento no duelo.

Aos 28 minutos, o alvinegro criou sua melhor oportunidade em toda a partida. Após bela troca de passes na entrada da área, Lucas Lima driblou a marcação no lado esquerdo e rolou para Victor Ferraz. O lateral bateu forte e acertou a trave. No rebote, Castellanos segurou e salvou o Santa Fe.

Justamente quando o Santos estava mais próximo de abrir o placar, o árbitro Fernando Rapallini entendeu que Jean Mota retardou o jogo ao se recusar a bater uma falta e expulsou o santista. Com um a menos, o técnico Dorival Júnior decidiu recuar de vez a equipe e colocou o volante Leandro Donizete na vaga de Vitor Bueno.

Aproveitando a superioridade numérica, o Santa Fe ‘acordou’ nos últimos 15 minutos e partiu pra cima do Peixe. Porém, os santistas conseguiram suportar a pressão e seguraram o 0 a 0 em Bogotá.

Bastidores – Santos TV:

Dorival valoriza empate e vê Santos anulando Santa Fe em ‘grande jogo’

O Santos chegou em Bogotá, na Colômbia, disposto a não perder para o Santa Fe, nesta quarta-feira, pela terceira rodada da fase de grupos da Copa Libertadores. Abdicando do ataque no primeiro tempo, o Peixe apenas segurou a equipe colombiana e só arriscou algumas jogadas após o intervalo. A estratégia surtiu efeito e o alvinegro saiu do estádio EL Campín com um empate em 0 a 0 na bagagem.

O técnico Dorival Júnior, por sua vez, demonstrou satisfação com o resultado. O comandante, inclusive, vibrou com o fato do alvinegro ter conseguido ‘anular’ o ataque do time colombiano.

“Foi um grande jogo, muito disputado. Tivemos a proposta de fechar os setores de criação do Santa Fe. Qualquer resultado que se deixe de fazer pode oferecer uma posição inversa (na tabela). Faremos dois jogos em casa e um fora, e eu computo esse ponto como importantíssimo. Não fomos tecnicamente brilhantes, mas foi um jogo disputado, com muita garra. Foi um jogo com características de Libertadores, fugindo das características do Santos, que procura trabalhar mais a bola. Temos que dar valor ao ponto conquistando, buscando classificação em chave difícil, com grandes equipes e jogos complicados”, explicou Dorival em entrevista coletiva após o embate desta quarta.

Oliveira vê ‘ponto importante’ e nega briga com Dorival: “Não terá bronca”

Aos 24 minutos do segundo tempo da partida entre Santos e Santa Fe, nesta quarta-feira, pela terceira rodada da fase de grupos da Copa Libertadores, subiu a placa no estádio El Campín, em Bogotá, na Colômbia, anunciando a saída de Ricardo Oliveira para a entrada de Copete. Ao ver que seria substituído, o centroavante demonstrou insatisfação e saiu de campo irritado, tanto que chegou a chutar um copo d’água no banco de reservas.

Com a cabeça fria após o apito final, porém, o camisa 9 admitiu que não queria sair de campo, mas negou qualquer problema com o técnico Dorival Júnior.

“Tem hora que a gente sente que pode aportar. Não queria sair, mas é normal. Tem horas que você está mal no jogo, mas tem outras que você acredita que pode dar mais. Mas existe sempre o respeito ao Dorival. Faz parte do jogo, só queria permanecer para ajudar. Não vai ter bronca. Super de boa. Eu nunca fiz isso. Era só a ânsia de querer ficar em campo, mas não foi desrespeito com o treinador e com quem entrou”, explicou Oliveira na saída do gramado em Bogotá.

Mesmo com a saída do camisa 9 e a entrada de Copete, o Santos não conseguiu marcar no estádio El Campín e ainda sofreu uma pressão do Santa Fe nos últimos minutos da partida, após a expulsão de Jean Mota. Para Oliveira, o Peixe até poderia ter saído com a vitória. Porém, levando em consideração as circunstâncias do jogo, o centroavante ficou satisfeito com a igualdade.

“Acho que sim (empate importante). Foi um jogo muito disputado, como havíamos previsto. Conseguimos em alguns momentos ter oportunidades de gol, mas precisamos valorizar esse ponto e a dedicação de todo o grupo”, concluiu o atacante santista.

Locutor do El Campín ‘mata’ Ricardo Oliveira antes de jogo em Bogotá

Uma cena inusitada aconteceu nos momentos que antecederam o duelo entre Santos e Independiente Santa Fe, nesta quarta-feira, em Bogotá, na Colômbia, pela terceira rodada da fase de grupos da Copa Libertadores. Enquanto Ricardo Oliveira estava perfilado, apenas esperando o início do jogo, ouviu o locutor do estádio El Campín anunciar sua morte.

A gafe aconteceu por conta de uma confusão do funcionário do estádio. Antes da bola rolar, a diretoria do Peixe entrou em contato com os colombianos e pediu que fosse feito um minuto de silêncio em homenagem a Kaneco, ex-jogador do alvinegro, que faleceu na última terça-feira, aos 70 anos, vítima de um câncer.

O locutor, porém, deve ter se confundido na hora de ler o nome dos santistas e acabou anunciando a homenagem para a morte de Ricardo Oliveira. No momento, o centroavante do Peixe não prestou muita atenção no anúncio e continuou o aquecimento para a partida.


Santos FC x CI Santa Fe
Santos Futebol Clube x Club Independiente Santa Fe


Retrospecto:

03 jogos
02 vitórias
01 empate
00 derrota
05 gols prós
03 gols contra
02 saldo

Resultados:

24/09/1970 – Santos 2 x 1 Santa Fe – Amistoso – El Campín, Bogotá
19/04/2017 – Santos 0 x 0 Santa Fe – Libertadores – El Campín, Bogotá
04/05/2017 – Santos 3 x 2 Santa Fe – Libertadores – Pacaembu

Santos 1 x 0 Ponte Preta – 4 x 5 pênaltis

Data: 10/04/2017, segunda-feira, 20h00.
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Competição: Campeonato Paulista – Quartas de final – Jogo de volta
Público: 37.145 presentes (33.236 pagantes e 3.909 não pagantes)
Renda: R$ 1.515.650,00
Árbitro: Rafael Gomes Felix da Silva
Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse e Danilo Ricardo Simon Manis.
Cartões amarelos: Vitor Bueno, Victor Ferraz (S); Clayson, Reynaldo e William Pottker (PP).
Gol: David Braz (15-1).
Pênaltis:

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Zeca; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima; Bruno Henrique (Copete), Vitor Bueno (Jean Mota) e Ricardo Oliveira (Kayke).
Técnico: Dorival Junior

PONTE PRETA
Aranha; Nino Paraíba (Jeferson), Marllon, Yago e Reynaldo; Jádson, Elton e Wendel (Naldo); Clayson, Lucca (Ravanelli) e Pottker.
Técnico: Gilson Kleina



Braz vai de herói a vilão e Ponte despacha o Santos nos pênaltis

O Santos entrou no Pacaembu, na noite desta segunda-feira, disposto a reverter a vantagem da Ponte Preta e avançar para as semifinais do Campeonato Paulista. Empurrado por mais de 37 mil torcedores, o Peixe deixou de lado a apatia demonstrada no duelo de ida, em Campinas, pressionou a Macaca desde os primeiros minutos e venceu por 1 a 0, com um golaço marcado por David Braz.

Porém, como a equipe comandada por Dorival Júnior perdeu pelo mesmo placar no Moisés Lucarelli, o confronto foi decidido nos pênaltis. Ironicamente, Braz foi único jogador que perdeu uma penalidade, defendida pelo goleiro Aranha, e a Ponte ficou com a vaga na semifinal do Estadual.

Com a classificação, a Macaca terá pela frente o Palmeiras na semifinal do Paulistão. Como o Verdão ostenta a melhor campanha do torneio, o primeiro duelo será em Campinas e a confronto decisivo acontece na casa do alviverde.

O jogo

Como já era esperado, o duelo começou quente no Pacaembu. Precisando de dois gols para avançar, o Santos começou em cima da Ponte. Logo aos cinco minutos, Ricardo Oliveira recebeu lançamento, avançou para dentro da área e bateu cruzado. A bola passou raspando a trave direita do goleiro Aranha.

No lance seguinte, Lucas Lima mandou uma bomba de longe e assustou novamente o arqueiro da Macaca. Mostrando um futebol diferente das últimas partidas, o Peixe abandonou a lentidão e pressionava a saída de bola da Ponte. Acuado, o time de Campinas tentava colocar morosidade na partida, pensando na vantagem de ter vencido o primeiro jogo por 1 a 0.

Os minutos foram passando, a equipe comandada por Dorival Júnior continuou pressionando e foi premiada aos 15 da primeira etapa. E foi em grande estilo. Após cobrança de falta de Lucas Lima, Bruno Henrique desviou de cabeça para dentro da área. Lucas Veríssimo tentou uma bicicleta e bola sobrou para David Braz. Mesmo sendo zagueiro, ele mostrou extrema categoria para emendar um lindo voleio e abrir o placar no Pacaembu. Golaço!

Após a abertura do marcador, o Santos diminuiu um pouco o ímpeto inicial e deixou a Macaca ‘respirar’ um pouco na partida. Mesmo assim, o time comandado por Gilson Kleina não conseguia incomodar o goleiro Vanderlei, que não fez uma defesa sequer durante todo o primeiro tempo.

Antes do intervalo, ainda sobrou tempo para os santistas reclamarem de um pênalti em cima de Bruno Henrique. O atacante foi empurrado dentro da área, mas o árbitro Rafael Gomes Felix da Silva, o mesmo daquela polêmica vitória do Peixe sobre o Red Bull Brasil, mandou o lance seguir, revoltando torcedores e atletas do Peixe.

Ao contrário do que aconteceu na etapa inicial, a equipe comandada por Dorival Júnior voltou do intervalo com um ritmo mais tranquilo. A Ponte, por sua vez, não se mostrava disposta a arriscar e apenas apostava nos contra-ataques. Porém, não demorou muito para o Santos retomar as rédeas do jogo e ter a primeira oportunidade.

Aos 9 minutos, Victor Ferraz cruzou na área e a defesa da Macaca afastou. No rebote, Zeca dominou, cortou para a perna direita e soltou uma bomba, obrigando o goleiro Aranha a fazer boa defesa e salvar o time de Campinas. Logo depois, aos 12, Vitor Bueno cobrou falta para dentro da área, a bola passou por todo mundo e assustou o arqueiro pontepretano.

A pressão continuou. Aos 17 minutos, Zeca recebeu de Lucas Lima, avançou na entrada da área e arriscou mais um chute. A bola foi no cantinho esquerdo de Aranha, mas bateu na trave.

Após sofrer novamente com a pressão santista, a Ponte finalmente ‘acordou’ aos 26 minutos e teve sua primeira grande oportunidade com Ravanelli. O meia bateu falta direto para o gol e Vanderlei salvou o Peixe. No lance seguinte, Elton cruzou na área e Yago mandou para o fundo das redes. Porém, o defensor estava impedido e o empate da Macaca foi anulado.

A pequena pressão da Ponte parou por aí. Porém, o Santos também ‘pregou’ no gramado e pouco assustou Aranha. No último suspiro, aos 47 minutos, o colombiano Jonathan Copete recebeu fora da área, dominou no peito e mandou um vôlei. A bola passou muito perto da trave direita. Após a chance perdida, o árbitro Rafael Gomes Felix da Silva apitou o fim da partida, decretando a decisão por pênaltis no Pacaembu.

Na primeira cobrança, Kayke marcou para o Santos. Ravanelli empatou. David Braz, autor de um golaço no primeiro tempo, parou em Aranha. Depois, Yago venceu Vanderlei e colocou a Ponte em vantagem. Jean Mota, que entrou na reta final da partida, bateu com categoria e marcou o segundo do alvinegro.

A Macaca, porém, seguia mostrando categoria nas penalidades. Clayson tirou Vanderlei e manteve o time de Campinas na frente. Na sequência, Copete também deslocou Vanderlei. Jadson anotou mais um para a Ponte.

Já Lucas Lima, por sua vez, bateu no ângulo e manteve o Peixe vivo. Porém, William Pottker marcou o último e confirmou a Macaca na semifinal do Campeonato Paulista.

Bastidores – Santos TV:

Zeca destaca bom jogo e defende técnico após queda nos pênaltis

Após apatia e lentidão na primeira partida, em Campinas, o Santos ‘acordou’ contra a Ponte Preta, no duelo desta segunda-feira, no Pacaembu, alcançou a vitória por 1 a 0 e igualou a vantagem construída no confronto de ida. Porém, a boa apresentação não foi suficiente para o Peixe conquistar a classificação, já que a Macaca venceu nos pênaltis e conquistou a vaga na semifinal do Campeonato Paulista.

Apesar da eliminação precoce, o lateral-esquerdo Zeca, que acertou uma bola na trave no segundo tempo, valorizou a partida feita pela equipe comandada por Dorival Júnior.

“Fizemos uma boa partida e não merecíamos sair daqui eliminados. Infelizmente perdemos, mas a equipe jogou bem”, ressaltou.

A derrota coloca mais pressão em cima do técnico Dorival Júnior, que vem sendo criticado por parte da torcida alvinegra. No duelo desta segunda, inclusive, o comandante foi vaiado e chamado de ‘burro’ após tirar Bruno Henrique para promover a entrada de Copete. Apesar das cobranças, Zeca defendeu o técnico santista.

“O treinador levantou esse time, tirou a gente da zona de rebaixamento em 2015. Essa pressão é criada pela mídia. Estou bem chateado pela derrota, mas agora é levantar a cabeça e pensar na Libertadores”, concluiu o lateral-esquerdo.

Dorival se diz tranquilo com pressão e mira vaga na Libertadores

O Campeonato Paulista já é passado para o Santos. Pelo menos é o que acredita o técnico Dorival Júnior. Após a derrota nos pênaltis para a Ponte Preta, nesta segunda-feira, no Pacaembu, que culminou com a eliminação no Estadual, o comandante santista mostrou ter certeza de que o Peixe conseguirá se reerguer e buscará a classificação para as oitavas de final da Copa Libertadores.

“Nós vamos buscar nossa classificação. Hoje nós não temos somente uma equipe. Temos um grande elenco, montado e preparado. Tivemos algumas derrotas no Paulistão em que dificilmente fomos envolvidos. Vejo o Santos muito bem encaminhado e pronto para grandes conquistas. O time vai corresponder. Eu não tenho dúvidas”, ressaltou o treinador, em entrevista coletiva após a partida desta segunda.

Apesar de acreditar na classificação santista no torneio continental, Dorival conviverá com uma intensa pressão até o próximo compromisso pela Liberta, no próximo dia 19, contra o Independiente Santa Fe, em Bogotá, na Colômbia. O comandante, porém, não se vê ameaçado no cargo.

“Estou muito tranquilo em relação ao que venha acontecer futuramente. Esse tipo de pressão existe a partir do momento que você não faça um momento de um resultado ou outro. Na primeira derrota contra o São Paulo já aconteceu uma manifestação. Isso faz parte. Meu trabalho está sendo desenvolvido. Diretoria mantém até ter confiança no trabalho”, concluiu Dorival.

Modesto banca Dorival e dispara contra árbitro: “Incompetente”

Logo após o pênalti anotado por William Pottker, na noite desta segunda-feira, no Pacaembu, que decretou a eliminação do Santos no Campeonato Paulista, muitas especulações quanto ao futuro do técnico Dorival Júnior no clube já começaram a surgir.

Porém, o presidente Modesto Roma Júnior nem esperou o ‘calor do jogo’ terminar e já tratou de garantir a permanência do treinador. O mandatário, inclusive, demonstrou muita irritação quando foi perguntado sobre uma possível saída do comandante.

“O Dorival não vai sair do Santos. Não se ganha título com treinador ping-pong”, resumiu Modesto, em entrevista após o duelo desta segunda.

Se estava demonstrando alguma irritação com a pergunta sobre Dorival, o presidente santista se revoltou de vez ao comentar a atuação ao árbitro Rafael Felix. Segundo Modesto, a Federação Paulista errou ao escalá-lo para a partida.

Ainda no primeiro tempo, Bruno Henrique foi empurrado dentro da área. Porém, a arbitragem não​ anotou o pênalti e deixou o jogo seguir. Vale lembrar que Rafael também apitou a polêmica vitória santista sobre o Red Bull Brasil, na primeira fase do Paulistão.

“O lance do Bruno foi pênalti. Ele reconheceu a agressão e não marcou como deveria. Juiz incompetente. Disseram que escolheram entre os oito melhores árbitros. Esse aí está entre os oito piores. Não digo que é má pessoa, mas não tinha competência para o jogo mais complicado das quartas de final. Mesmo que o Santos tivesse marcado 11 gols, o árbitro seria no máximo nota 8”, esbravejou o mandatário.

Capitão revela profecia e Aranha se emociona com classificação

A Ponte Preta suportou mais de 30 mil santistas no estádio do Pacaembu, muita pressão do veloz ataque do Peixe, viu a trave salvar a equipe no segundo tempo para, só após os pênaltis, ‘cair na real’ e comemorar a classificação à semifinal do Campeonato Paulista. Emocionados, os atletas valorizaram a campanha e a força psicológica do grupo, mas, no meio de tanta euforia, o capitão Wendel revelou uma profecia sua feita poucos minutos antes da bola rolar contra o Santos.

“Falei para o Aranha que a gente iria levar para os pênaltis e que ele daria a classificação à Ponte. Agora é ir em frente, concentrar e contar com a torcida para lotar mais uma vez o Moisés Lucarelli e nos ajudar na busca da vaga à final do Estadual”, contou o próprio volante.

E, no fim, o camisa 1 da Macaca acabou mesmo sendo decisivo ao defender a cobrança de David Braz, o único a desperdiçar entre todos os atletas das duas equipes. Após o apito final, Aranha intercalava o sentimento de emoção e de companheirismo com o grupo do time campineiro.

“A gente fez um campeonato muito bom, poderia ter até se classificado com uma certa facilidade, acabamos nos complicando em casa, mas a gente lutou bastante, tivemos competência, não fomos desleais, e todo mundo colaborou da maneira que pôde. O pessoal me passou todas as cobranças de pênalti. Até na hora eu tive ajuda ali de trás, isso influencia”, comentou, antes de lembrar da semifinal de 2008, quando também foi crucial para colocar a Ponte na decisão do Estadual depois do duelo com o Guaratinguetá.

“Estou muito feliz, não tinha como ser diferente, mas o mérito não é apenas meu. Todos os jogadores tiveram a competência para fazer os gols aqui dentro, com o estádio lotado e uma pressão imensa. Eu pensei naquela decisão (de 2008) a todo momento. Eu não estou aqui à toa. Tudo tem seu tempo. Hoje era para eu estar aqui. Aonde vamos chegar eu não sei, mas vamos lutar bastante pela Ponte”, concluiu.

Talvez o jogador mais empolgado e eufórico após a confirmação da classificação da Ponte Preta, William Pottker, responsável por converter a última cobrança e acabar com qualquer esperança santista, valorizou o poder de superação do time sobre um adversário mais forte e melhor, tecnicamente.

“Garra, garra, pensamento positivo, a força está na cabeça. O que diferencia é só a camisa, a força está na cabeça”, disse.

Agora, a partir do próximo fim de semana, o desafio da Macaca será contra o Palmeiras, líder da primeira fase do Campeonato Paulista. O primeiro confronto será no Moisés Lucarelli, em Campinas, enquanto o duelo da volta deve ocorrer no Allianz Parque, na Capital, uma semana depois.