-

Santos 1 x 1 Flamengo

Data: 25/07/2018, quarta-feira, 21h45.
Competiçao: Campeonato Brasileiro – 15ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 11.843 pagantes
Renda: R$ 292.847,00
Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA).
Auxiliares: Elicarlos Franco de Oliveira e Jucimar dos Santos Dias (ambos da BA).
Cartões amarelos: Luiz Felipe (S) e Diego (F).
Gols: Éverton Ribeiro (02-1) e Rodrygo (33-1).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo (Luiz Felipe), Gustavo Henrique e Dodô; Alison, Diego Pituca (Léo Cittadini) e Eduardo Sasha (Renato); Rodrygo, Bruno Henrique e Gabriel.
Técnico: Serginho Chulapa (interino)

FLAMENGO
Diego Alves; Rodinei, Léo Duarte, Réver e Renê; Cuéllar, Lucas Paquetá, Éverton Ribeiro, Diego (Henrique Dourado) e Matheus Sávio (Geuvânio); Guerrero (Uribe).
Técnico: Maurício Barbieri



Santos reage com show de Rodrygo e empata com o Flamengo na Vila

O Santos mostrou poder de reação e um melhor futebol do que com o técnico Jair Ventura para empatar em 1 a 1 com o Flamengo na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o ponto conquistado, o Peixe subiu para a 13ª colocação e pode ajudar o São Paulo. O Rubro-Negro se manteve líder, mas pode ser ultrapassado pelo Tricolor, que enfrentará o Grêmio, em Porto Alegre, nesta quinta-feira.

O Flamengo abriu o placar aos 2 minutos, em erro de Bruno Henrique num escanteio e gol de Éverton Ribeiro no segundo pau. O time dirigido por Serginho Chulapa não sentiu o susto e propôs o jogo, com certa desorganização, mas muita raça e pressão na saída de bola carioca, algo que não vinha ocorrendo.

Depois de martelar os visitantes, Rodrygo mostrou que o Real Madrid-ESP acertou e deu um show na Vila. Ele passou por três marcadores e tocou para Gabigol empatar. A jogada foi tão bonita que os companheiros comemoraram com o raio, enquanto Gabriel, ao desencantar, correu para o outro lado.

No segundo tempo, o Santos criou menos e o Flamengo acertou a marcação. O Peixe deu esperança ao torcedor, enquanto o Rubro-Negro terminou mais uma rodada sem perder.

O jogo:

O Santos, com o técnico interino Serginho Chulapa e na 15ª colocação, sofreu um gol do líder Flamengo aos 2 minutos, em casa. Motivos de sobra para desespero, mas o Peixe mostrou força e conseguiu reagir.

O Rubro-Negro abriu o placar com Éverton Ribeiro, após Bruno Henrique perder o tempo da bola e desviar para trás. Na origem do lance, Alison, em uma tentativa de demonstração de raça, deu um bico na bola para a linha de fundo.

O alvinegro demorou poucos minutos para responder ao gol sofrido e passou a tentar, de certa forma desorganizado e muito dependente do lado direito com Victor Ferraz e Rodrygo, empatar. E deu certo. Depois de assustar, o raio decidiu. Recebeu pela direita em um lance que parecia morto, passou por três e cruzou para Gabigol desencantar.

O Santos ainda teve chances para virar e reclamou de um pênalti após toque no braço de Léo Duarte em finalização de Bruno Henrique. O camisa 11, o pior em campo, ainda desperdiçou chance de cabeça depois de cruzamento de Dodô.

O Santos, confiante depois do empate, foi para cima do Flamengo, adiantou as linhas e buscou a virada. O Flamengo, com postura um pouco mais conservadora, adotou a cautela nos primeiros minutos da segunda etapa.

O Peixe não criou chances claras e depois sentiu o cansaço. O Rubro-Negro, então, passou a ter a posse de bola. O goleiro Vanderlei não foi exigido e o contra-ataque alvinegro não encaixou.

Nos minutos finais, a única chance criada foi do Flamengo, em chute do ex-santista Geuvânio para o goleiro Vanderlei espalmar. Empate merecido na Vila Belmiro.

Bastidores – Santos TV:

Chulapa elogia o Santos, cobra Gabigol e Bruno Henrique e diz: “Sede de cerveja”

O auxiliar e interino Serginho Chulapa gostou da atuação do Santos no empate em 1 a 1 com o Flamengo nesta quarta-feira, na Vila Belmiro, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. O ponto não altera muito a posição do Peixe, 13º, mas demonstra força diante do líder da competição.

“Disputamos um jogo contra o primeiro colocado. Time muda um e o nível é o mesmo. Time mostrou determinação, foi um jogo igual. Primeiro tempo muito bom, Vanderlei só fez uma defesa no segundo tempo, no chute do Geuvânio, e tivemos mais oportunidades. Sai satisfeito porque não empatamos com qualquer time, foi com o líder. Tivemos uma evolução boa”, disse Chulapa.

“Passei confiança desde segunda, quando me avisaram… Não tenho vaidade, qualquer hora eu embarco. Acho que passei confiança. Importante porque o time vinha de resultados ruins com o Jair, lamentei muito a saída dele, e estavam querendo buscar um resultado positivo aqui. Empate foi dos males o menor. E motivação. Cobrar, que é o mais importante. Conversei com um por um e depois em conjunto na preleção. Acho que o time fez um bom jogo”, completou o auxiliar.

Chulapa admitiu a má atuação de Bruno Henrique e prometeu cobrar Gabigol, autor do gol de empate do Santos contra o Flamengo.

“Ele (Bruno Henrique) sabe que é o jogador que esperamos muito. Hoje não esteve bem, mas com essa sequência vai ser o Bruno Henrique de antes. Marcou, lutou. Se não joga bem, tem que correr. Esperamos muito dele. Não é o jogador de hoje, a gente conhece, mas teve entrega”, explicou.

“Procuro passar para ele que não é um centroavante, é um meia. Com Ricardo Oliveira, caia pelas laterais e fazia gol que dói. Tem hora que quer enfeitar muito e dei uma dura, mas fez gol, se entregou. Entrega do time foi muito legal. Ele devagarzinho vou pôr na linha. Fez o gol muito importante e dá muita moral”, concluiu.

E para terminar, Serginho Chulapa agradeceu à imprensa e arrancou gargalhadas dos jornalistas: “Estou com uma sede de cerveja que vocês nem imaginam”.

Capitão, Ferraz diz que Santos não pode comemorar empate: “Ganhar todas”

Sem David Braz (suspenso) e Renato (no banco de reservas), Victor Ferraz foi capitão do Santos pela primeira vez na temporada. E o lateral-direito não gostou do empate em 1 a 1 com o Flamengo na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O lateral-direito diz que o elenco não tem o direito de comemorar o ponto conquistado, nem que tenha sido contra o líder do Campeonato Brasileiro.

“Santos não pode comemorar empate na Vila. Se comemorar, está tudo errado. Temos que ganhar todas e essa vai ser a cobrança no vestiário. Enfrentamos uma grande equipe, mas queríamos ganhar. Temos que fazer os três pontos para pensar na decisão pela Copa do Brasil”, disse o camisa 4.

Mauricio Barbieri acusa Chulapa, que adota bom-humor: “Passado me condena”

O técnico interino do Santos, Serginho Chulapa, e o treinador do Flamengo, Mauricio Barbieri, se estranharam no empate em 1 a 1 na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Barbieri diz que Chulapa o xingou, enquanto o veterano, com bom-humor, afirma que o flamenguista “fugiu” dele e lamenta o histórico negativo enquanto atleta polêmico.

“Ele disse que eu estava falando muito. No intervalo foi falar comigo com palavras de baixo calão, me xingou e eu falei pro bandeira que ele tinha visto. Deveria ter tomado uma atitude. Depois disso aconteceu de novo. Ele foi um grande jogador. Isso é ruim para ele e para a instituição que ele representa. Uma pena que um bom jogo fique manchado por isso”, disse Barbieri. “Acho que o Serginho está equivocado. Ele sabe bem o que aconteceu, não foi isso. Acho que ele foi um atleta fantástico, mas isso não dá a ele o direito de agir como ele agiu. Não sei o que passou pela cabeça dele”. Esse tipo de comportamento (do Chulapa) depõe contra a instituição. As imagens é o árbitro quem tem de tomar providência”, completou.

“Quando acabou o jogo, estou indo para o vestiário e o treinador deles estava saindo. Quando me viu, saiu correndo, não sei o motivo. Não sou o louco de antes. Foi correndo e reclamou que eu queria bater nele. Fui falar com o juiz e ele me expulsou. Passado me condena, é uma desgraça. Independentemente disso, não ligo para isso, o mais importante é que os jogadores se empenharam ao máximo. Resultado não sei se é igual, mas 13 chutes cada time no gol. Tivemos três chances no primeiro tempo”, relatou Chulapa.

“Juiz me expulsou. Juro por Deus. Primeira vez que eu não sei o porquê. Depois me abraçou, tudo de bom, me expulsa e tudo de bom? Tem que vir outro. Para mim, sinceramente, não dá não. É sofrimento. Fazia tempo que eu não assumia. Mas acho que temos outras pessoas que podemos ficar e ajudar, ficar no banco. Vamos procurar fazer o melhor mesmo não estando no banco”, concluiu.

A CBF divulgou a súmula no início desta quinta-feira e referendou o discurso de Barbieri: “Serginho Chulapa adentrou o campo e se dirigiu até o técnico Mauricio Barbieri, pronunciando as seguintes palavras: “Seu f…, você quis apitar o jogo. sendo em seguida contido pelos atletas e membros da comissão técnica do Santos.

Serginho Chulapa não poderá comandar o Santos do gramado contra o América-MG, domingo, mais uma vez na Vila Belmiro. O Peixe espera ter um novo técnico até lá.


Técnico não resiste à pressão da torcida e à sequência ruim de atuações e resultados no Peixe

Fim da linha: Jair Ventura não é mais técnico do Santos. O treinador, que já estava bastante pressionado no cargo por parte dos torcedores, também perdeu o apoio da diretoria santista. O comandante não resistiu às más atuações da equipe após a pausa para a Copa do Mundo e foi desligado na tarde desta segunda-feira.

No duelo contra o Flamengo, na quarta-feira, o time será comandado interinamente pelo auxiliar Serginho Chulapa.

O clube anunciou nas redes sociais o desligamento do técnico santista.

– A direção do Santos Futebol Clube comunica que Jair Ventura não é mais treinador da equipe profissional. O Clube agradece o profissionalismo do técnico durante o tempo em aqui esteve no comando do Peixe – diz o comunicado.

Zé Ricardo, livre no mercado após pedir demissão no Vasco, é o nome que mais agrada a diretoria do Peixe. Abel Braga também já teve seu nome citado em reuniões recentes, mas não planeja assumir nenhum clube após se desligar do Fluminense.

No Santos, Jair Ventura somou 39 jogos, sendo 14 vitórias, 10 empates e 15 derrotas, um aproveitamento de 44,4%.

Jair Ventura iniciou seu trabalho no Santos no dia 3 de janeiro deste ano, na reapresentação do elenco das férias. Ele foi o primeiro técnico da gestão do presidente José Carlos Peres.

O técnico chegou ao Peixe após ótimo trabalho realizado no Botafogo. Por isso, a expectativa dos santistas sobre o comandante era grande, mas não se tornou realidade.

Parte da diretoria já defendia a demissão de Jair ainda no primeiro semestre, alegando que o time não tinha um padrão de jogo e que o famoso “DNA ofensivo” havia sido extinto.

Um dos problemas vividos por Jair no Santos foi a falta de um camisa 10. A diretoria do Peixe buscou atletas para repor a vaga deixada por Lucas Lima no ano passado por mais de sete meses, até contratar Bryan Ruiz, atleta que o comandante nem conseguiu utilizar. Nesses mais de seis meses de trabalho, o técnico testou diversos jogadores na função, mas nenhum engrenou.

Jair deixa o Santos com o time perto da zona de rebaixamento. O Peixe ocupa a 15ª colocação, com 15 pontos, mas com um jogo a menos, a ser disputado com o Vasco após a Copa do Mundo. O América-MG, primeiro clube da degola, tem um ponto a menos.


Chapecoense 0 x 0 Santos

Data: 22/07/2018, domingo, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 14ª rodada
Local: Arena Condá, em Chapecó, SC.
Público: 7.100 presentes (6.558 pagantes e 542 não pagantes)
Renda: R$ 167.150,00
Árbitro: Wagner Reway (MT)
Auxiliares: Bruno Raphael Pires (GO) e Eduardo Gonçalves da Cruz (MS).
Cartões amarelos: Wellington Paulista (C); Jean Mota, Arthur Gomes e David Braz (S).

CHAPECOENSE
Jandrei; Eduardo, Rafael Thyere, Douglas e Bruno Pacheco; Elicarlos, Márcio Araújo (Canteros), Luiz Antônio e Bruno Silva (Guilherme); Leandro Pereira (Osman) e Wellington Paulista.
Técnico: Gilson Kleina

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique e Dodô; Diego Pituca, Renato e Jean Mota (Vecchio); Gabriel (Arthur Gomes), Bruno Henrique (Copete) e Eduardo Sasha.
Técnico: Jair Ventura



Em outro jogo ruim, Santos fica no zero com a Chape na Arena Condá

Apenas três dias depois de decepcionar e ser até vaiado pelo seu torcedor, o Santos voltou a mostrar um futebol muito abaixo das expectativas na noite deste domingo, na Arena Condá. Depois de um primeiro tempo igual e um segundo com clara superioridade dos donos da casa, o Peixe ao menos segurou um 0 a 0 contra a Chapecoense, na 14ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Com o resultado, os praianos seguem um ponto atrás dos catarinenses, que têm 16, mas possuem uma partida a menos que os seus concorrentes. O América-MG, primeiro time da zona de descenso à Série B do Brasileiro, está com 14.

O jogo:

A etapa inicial do embate na Arena Condá poderá ser usada no futuro como uma aula do que não fazer para correr riscos e ganhar um jogo. Com ambos os times mais preocupados em não perder do que em vencer, os primeiros 45 minutos foram uma sucessão de jogadas mal trabalhadas e desperdiçadas em chutes sem pretensão.

Escalado com Renato, Pituca e Jean Mota no meio, o Peixe careceu de um armador, mostrando o mesmo buraco entre defesa e ataque apresentado no clássico contra o Palmeiras. Do outro lado, a Chape não fez a menor questão de ficar ela coma posse, normalmente rifando sempre que tinha essa possibilidade.

O único lance digno de nota se deu em uma rara arrancada de Dodô, que teve trabalho para marcar Eduardo, mas conseguiu escapar da marcação em contra-ataque. Com calma, o lateral serviu Bruno Henrique, que rolou para Gabigol. Mesmo com espaço, o canhoto chutou de primeira, mal, por cima do gol.

O segundo tempo mostrou uma Chapecoense mais a fim de de jogo, principalmente com a entrada de Osman na vaga de Leandro Pereira. Mais rápido, ele fez boa dupla com o habilidoso Bruno Silva na armação, dando trabalho para que o Peixe ajustasse a marcação. O primeiro lance veio num chute de longe de Elicarlos, espalmado por Vanderlei.

Pouco depois, Bruno Pacheco cruzou na área e Vanderlei afastou. No rebote, Osman tentou novo levantamento, Gustavo Henrique desviou para trás e Bruno Silva, livre na pequena área, chutou do jeio que conseguiu, pegando muito embaixo e mandando para cima do gol.

Jair ainda tentou mudar com Vecchio, Copete e Arthur Gomes, mas nenhum dos três conseguiu ser efetivo nas suas tentativas. O destaque seguiu com os anfitriões, que só não saíram vitoriosos por centímetros. Wellington Paulista cabeceou bem aos 42 minutos e venceu Vanderlei, mas estava com o tronco projetado à frente.

Bastidores – Santos TV:

Jair avalia jogo como morno e espera por “reposições”

O técnico Jair Ventura não gostou do empate do Santos contra a Chapecoense, na noite deste domingo, na Arena Condá. Para o treinador, faltou à sua equipe desempenhar um futebol um pouco menos burocrático na casa do adversário, fugindo do jogo morno proposto pelos catarinenses.

“Criamos pouco, jogo muito morno e, nas poucas chances que tivemos, não concluímos da melhor maneira. Entramos no jogo morno da Chape, sabemos da dificuldade de jogar aqui, onde eles estão invictos, mas poderíamos ter feito um pouco a mais”, disse, sem ver um possível vencedor pelo desempenho apresentado.

“Eles chegaram em muitos cruzamentos e escanteios. Resultado não é bom para o Santos, empatar nunca vai ser bom pela grandeza do clube. Respeitamos a Chape, mas o Santos é gigante e não pode jogar pensando em empatar. A gente busca sempre o equilíbrio. Todos os times do mundo querem jogar bem os dois tempos, mas nem sempre é possível”, explicou.

Para o comandante, agora é o momento de o clube se adaptar o mais rápido à chegada das contratações idealizadas. Ou melhor: reposições. Além do meia Bryan Ruiz, que desembarcou no Brasil neste domingo e integra o elenco na segunda-feira, os meio-campistas Carlos Sánchez e Derlis Gonzáles também deve reforçar o Peixe.

“Nós e os reforços que estão chegando podemos reverter essa situação para o Santos. Reforços, não. Reforços seriam se eu tivesse o mesmo grupo do ano passado. Saíram 23 jogadores e chegaram três, então são apenas reposições”, continuou Jair, sendo complacente com a demora na chegada de nomes.

“Isso está sendo feito agora porque agora… Vão falar: “Pô, agora, no mês 7?”. É, o Santos viveu mudança de três pilares, na direção, no corpo técnico, no elenco. Nessa mudança de gestão nosso presidente teve de quitar todas as dívidas passadas, por isso demorou”, concluiu.

Dodô admite incômodo com Z4, mas valoriza empate em Chapecó

O lateral esquerdo Dodô valorizou o empate do Santos com a Chapecoense, na Arena Condá, mas reconheceu que a proximidade da zona de rebaixamento incomoda. Com o resultado, os praianos seguem um ponto atrás dos catarinenses, que têm 16, mas possuem uma partida a menos que os seus concorrentes. O América-MG, primeiro time da zona de descenso à Série B do Brasileiro, está com 14.

“Incomoda bastante. Fizemos um jogo bem difícil hoje (domingo). O time deles é forte fisicamente. É uma situação que incomoda, mas temos de trabalhar para sair dali. Estamos trabalhando bastante para recuperar as posições”, disse, justificando seus bons olhos ao analisar o 0 a 0.

“Acho que um ponto não é ruim. É o segundo jogo que saímos sem perder fora de casa. Temos melhorado, mas não é o suficiente. Não é o que a gente quer. Temos de trabalhar para sair dessa situação na tabela”, continuou o defensor alvinegro.

David Braz e Jean Mota levam terceiro amarelo e não enfrentam o Flamengo

O zagueiro David Braz e o meia Jean Mota foram advertidos com o cartão amarelo na noite deste domingo, no empate por 0 a 0 com a Chapecoense, na Arena Condá, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com isso, a dupla acumulou o terceiro na competição e não poderá enfrentar o Flamengo, nesta quarta-feira, ás 21h45 (de Brasília), na Vila Belmiro.

O meio-campista levou o amarelo ainda no primeiro tempo ao parar contra-ataque do adversário pela direita após erro de passe de Victor Ferraz. O segundo vai perder o embate frente ao cariocas por causa de uma falta cometida em Wellington Paulista na metade da etapa final, na entrada da área.

Os prováveis substitutos da dupla só devem ser conhecidos no treinamento de terça-feira, mas os favoritos são Lucas Veríssimo, que perdeu a vaga após não viajar para a inter-temporada no México, e Vecchio, que entrou justamente na vaga de Mota em Chapecó.


Santos 1 x 1 Palmeiras

Data: 19/07/2018, quinta-feira, 20h00.
Comptição: Campeonato Brasileiro – 13ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 26.417 pessoas (23.572 pagantes e 2.845 não pagantes).
Renda: R$ 748.458,00
Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (Fifa)
Auxiliares: Hélcio Araújo Neves e Heronildo Freitas da Silva.
Cartões amarelos: Alison, Léo Cittadini, Jean Mota e Rodrygo (S); Lucas Lima, Antônio Carlos, Gustavo Scarpa, Deyverson e Felipe Melo (P).
Gols: Lucas Lima (05-1) e Gustavo Henrique (29-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, David Braz e Dodô; Alison (Léo Cittadini), Jean Mota e Rodrygo (Yuri Alberto); Bruno Henrique, Gabriel e Eduardo Sasha (Copete).
Técnico: Jair Ventura

PALMEIRAS
Weverton; Marcos Rocha, Antônio Carlos, Edu Dracena e Diogo Barbosa; Felipe Melo, Bruno Henrique e Lucas Lima (Artur); Gustavo Scarpa, Hyoran (Jean) e Willian (Deyverson).
Técnico: Roger Machado



Lucas Lima marca, mas Palmeiras cede empate ao Santos no Pacaembu

Ruim para os dois lados. Nesta quinta-feira, Santos e Palmeiras duelaram no Pacaembu e empataram por 1 a 1 no primeiro jogo de cada equipe no Campeonato Brasileiro após a pausa da Copa do Mundo. O Verdão abriu o placar com o ex-alvinegro Lucas Lima, mas deixou cair o ritmo na segunda etapa, perdeu chances claras e sofreu empate, anotado por Gustavo Henrique.

O jogo:

O clássico sempre é um teste para Palmeiras e Santos, mas no duelo desta quinta-feira, a prova de fogo foi ainda maior. No primeiro jogo após a parada do Mundial, os dois times ‘estrearam’ novas formações, com planos táticos inéditos. Pelo que apresentaram especialmente na primeira etapa, porém, a impressão foi de que apenas o Verdão soube utilizar o tempo livre.

Pela primeira vez em um jogo oficial em 2018, o time de Roger Machado foi escalado com três meias criativos. No início da partida, a opção parecia que seria um problema, já que o Alviverde entrou em campo disposto a contra-atacar, mas sem ter a velocidade de pontas rápidos como Keno e Dudu.

O Palestra, entretanto, não demorou para achar uma solução, claramente treinada durante a pausa. Com seis minutos, Willian, o mais veloz do setor ofensivo alviverde, abriu pela direita, recebeu uma bola longa e fez grande jogada. Enquanto Bigode driblava o marcador, Lucas Lima entrou pelo meio, na posição do camisa 29, recebeu o passe, girou e bateu no canto.

Não foi o primeiro clássico de Lucas Lima vestindo a camisa do Palmeiras contra seu ex-clube, tampouco a primeira vez em que foi hostilizado pelas arquibancadas alvinegras, mas ao contrário dos últimos duelos, o meia mostrou ‘raiva’ do rival e o futebol que lhe trouxe ao Verdão. Prova disso foi a comemoração, mostrando seu nome e número, e batendo no que ele mesmo disse ser “o escudo do Maior Campeão do Brasil”.

Tendo o camisa 20 inspirado no primeiro tempo, o Palmeiras apresentou seu ‘novo’ estilo de jogo. Em mais de uma oportunidade, a equipe trocou passes em sequência por mais de um minuto, colocando os adversários ‘na roda’, mas pecando na objetividade para chegar ao gol. A atuação impecável da zaga até então e a falta de criatividade praiana contribuíram para o domínio alviverde.

Do outro lado, o Peixe de Jair Ventura, que treinou durante toda a intertemporada com quatro atacantes, se mostrou desorganizado. Sem meio-campo, o Santos assustou apenas em jogadas individuais e abusou nos cruzamentos. Nada construído pelo meio, onde o atacante Rodrygo tentou ser armador.

Na etapa final, pela queda do Palmeiras, o jogo se equilibrou. O Santos seguiu assustando apenas em cruzamentos para a área, mas o Verdão deixou cair o nível físico e de concentração. A equipe passou a não recompor defensivamente como antes, não se movimentar para receber na frente e errar muitos passes.

E foi justamente nesta situação que o gol de empate do Santos aconteceu. Gustavo Scarpa errou assistência no ataque, o Peixe puxou o contra-golpe e Dodô foi derrubado na entrada da área. Na cobrança, Victor Ferraz acertou seu primeiro levantamento no jogo, mas Antônio Carlos afastou. No rebote, Dodô tocou de cabeça, e Felipe Melo desviou contra o próprio travessão. A bola ainda sobrou para Gustavo Henrique, que precisou apenas tocar de cabeça para empatar.

Com o 1 a 1 no placar, Roger colocou Deyverson na vaga do lesionado Willian. Artur e Jean também entraram nos lugares de Hyoran e Lucas Lima. Assim, o Palmeiras passou a ‘imitar’ a atuação santista e apostar nas bolas levantadas para a área.

Em cruzamentos, Deyverson quase marcou, mas Vanderlei fez milagre. Depois, o garoto Artur acertou a trave, mas a pressão palestrina, já pouco organizada, não foi suficiente para o Verdão retomar o Brasileirão com vitória. Do lado alvinegro, ficou o gosto amargo pelo gol sofrido do ex-ídolo, mas o alento do empate em um duelo que o Peixe não teve boa atuação.

Jair exalta “coragem” e parabeniza Santos por empate no clássico

O técnico Jair Ventura valorizou o empate do Santos em 1 a 1 com o Palmeiras nesta quinta-feira, no Pacaembu, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. A “coragem” do time foi destacada.

“Santos lutou, criou, foi corajoso e como um time assim, correu riscos no na transição, mas faz parte. Quero parabenizar os jogadores”, disse o técnico, em entrevista coletiva.

Jair analisou a opção tática por quatro atacantes contra os três meias do Verdão. Na visão do treinador, foi um duelo entre a supremacia no meio e os espaços pelas laterais.

“O Palmeiras que vinha jogando com Dudu e Keno, passou a jogar com três meias. E entramos com quatro atacantes, com objetivo de explorar a situação. Eles ganham o meio com Felipe e Bruno e abrem espaço pelos dois corredores laterais, por isso os quatro atacantes. São laterais ofensivos os dois deles, Diogo Barbosa conheço bem. Foi um jogo onde o Palmeiras juntou três meias que todos querem, eles têm três. Ganhando o corredor. Nós ganhamos o lado do campo. Esperávamos a intensidade deles no começo do jogo, Roger fala isso. No erro nosso, eles marcaram o gol. Mas começamos em cima”, explicou.

Jair elogia Ruiz e chama Yuri de novo raio, mas volta a pedir um 9 no Santos

Jair Ventura analisou pela primeira vez a contratação de Bryan Ruiz. O técnico do Santos destacou o passe e a bola parada do meia e admitiu que gostaria de contar com ele para já. O costarriquenho ganhou uma semana de descanso e se apresentará no CT Rei Pelé na próxima semana.

“Tenho de aguardar o Bryan Ruiz. Queria o jogador o mais rápido possível. Fico incomodado em falar, porque parece que o grupo não está bom, porém pedimos reforços, porque saíram 23 atletas e chegaram três. Temos de vencer, e buscar o alto da tabela. O Bryan chega para somar, é importante. Um camisa 10 que tem uma boa parada e tem qualidade para fazer gols. O desgaste mental da Copa é muito grande, importante as férias e vai nos ajudar bastante”, disse Jair, em entrevista coletiva nesta quinta-feira, após o empate em 1 a 1 com o Palmeiras.

Feliz com as chegadas de Carlos Sánchez e Ruiz, o treinador voltou a pedir a chegada de um centroavante, sem deixar de destacar o único ofício no elenco: Yuri Alberto, o “novo raio”.

“Se eu tivesse um 9 de ofício, ele (Eduardo Sasha) teria mais oportunidades, porém tenho um menino que é o Yuri Alberto. Será que todos os meninos de 17 anos estão bem? O Santos é um dos maiores clubes formadores do mundo. Yuri entrou bem na partida e foi bem lá no México. Gosto muito dele, é um novo raio, um menino fantástico. De repente, ainda não está em uma maturação como o Rodrygo. Colocamos o Rodrygo de uma maneira gradativa, dentro de uma situação. O Giroud foi um dos piores da Copa, não acertou finalização e foi campeão do Mundo (pela França). Se tivéssemos um 9, o Sasha estaria fazendo gol. Ele tem uma importância no time”, explicou o treinador.

Rodrygo sai de campo carregado, mas Santos não teme lesão grave

Com fortes dores no joelho direito, Rodrygo foi substituído no segundo tempo do empate do Santos em 1 a 1 com o Palmeiras nesta quinta-feira, no Pacaembu. A primeira avaliação do departamento médico do Peixe, porém, não prevê nada grave.

O atacante do alvinegro sofreu uma pancada no joelho e foi sacado para a entrada de Yuri Alberto aos 21 minutos da etapa final. A joia passará por exame de ressonância magnética, provavelmente nesta sexta-feira.

O Santos voltará a campo para enfrentar a Chapecoense neste domingo, às 19h (de Brasília), na Arena Condá, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro. A presença de Rodrygo é incerta. Alison, suspenso, é desfalque certo. Diego Pituca volta a ficar à disposição do técnico Jair Ventura após ausência devido ao terceiro cartão amarelo.

Gabigol aguarda por Bryan Ruiz e diz que acha que é o camisa 10 do Santos

A camisa 10 do Santos rendeu uma pequena polêmica nos últimos dias. Bryan Ruiz foi apresentado com o número, mas Gabigol não foi consultado. O Menino da Vila elogia o reforço costarriquenho e acredita que continuará com o mesmo uniforme.

“Não fui comunicado, ninguém falou comigo sobre isso. Pelo que falaram, eu sou o camisa 10. Independentemente do número, o que importa é o escudo, é o jogador que vem pra somar. Estou muito ansioso para que ele chegue. É um jogador de Copa do Mundo que vai ajudar a gente. O Santos está bem servido”, disse Gabriel, após o empate em 1 a 1 com o Palmeiras, nesta quinta-feira, no Pacaembu.

Na coletiva de apresentação e em entrevista para seu próprio site, Ruiz comemorou o recebimento do número 10, mas adotou o mesmo discurso de Gabriel: o que importa é o escudo.

Bryan Ruiz ganhou uma semana de descanso e se apresentará no CT Rei Pelé na próxima semana, quando saberá qual número vestirá no alvinegro. O meia não teve férias entre o fim da temporada europeia pelo Sporting-POR e a disputa da Copa do Mundo da Rússia pela Costa Rica.

Santos vê confusão no Pacaembu como “inadmissível” e promete mudanças

O torcedor do Santos teve dificuldade para assistir ao clássico contra o Palmeiras nesta quinta-feira, no Pacaembu. Um ataque virtual comprometeu a venda de ingressos pela internet. E o acesso ao estádio foi caótico com filas quilométricas e catracas quebradas. Muitos entraram ao final do primeiro tempo.

O Peixe promete assumir maior responsabilidade do processo e vai se reunir com a Redegol, empresa responsável pela gestão do Sócio Rei, nos próximos dias.

“O que aconteceu nas últimas 48h foi inadmissível. Prejudicou a experiência do torcedor que foi terrível na tentativa de comprar o ingressos e, pior ainda no acesso, prejudicou as vendas, prejudicou a credibilidade de um programa de sócios que precisamos ampliar… A responsabilidade final é nossa, do clube, afinal escolhemos, contratamos e administramos o fornecedor. Temos que assumir as rédeas do processo, tratar internamente das soluções e entregarmos um serviço digno ao nosso torcedor”, disse o executivo de marketing Marcelo Frazão, à Gazeta Esportiva.

O alvinegro pediu desculpas pelo caos em suas redes sociais. Mesmo com todos os problemas, o público foi bom: 26.417 no total, com 23.752 pagantes e uma renda de R$ 748.458,00.

“O Santos Futebol Clube lamenta e se desculpa humildemente com seu associado e torcedor por todos os problemas ocorridos nesta partida desde o processo de compra e acesso ao Pacaembu. Melhores esforços e mudanças serão efetivadas para que tais transtornos não mais ocorram”.

Em nota oficial, a Redegol explicou o ocorrido e prometeu investigar a origem do ataque virtual.

“A Redegol informa que recebeu um ataque na entrada principal de alguns servidores desde ontem, quarta-feira, dia 18/07/2018. Este ataque, intensificado nesta quinta feira, acabou resultando na instabilidade das vendas de ingressos para o clássico Santos x Palmeiras pela internet.
Devido a isso, nossos protocolos de proteção do sistema detectarem o fato e nossos patchs de segurança estão sendo gerados para normalizar a situação.
Ressalvamos, no entanto, que esse ataque parou justamente na entrada dos nossos servidores, garantindo assim que nenhum dado de torcedor ou sócio tenha sido acessado, pelo fato de possuirmos uma arquitetura de segurança interna criptografada bastante robusta.
Lamentamos profundamente este ataque criminoso e imbuído de má fé, que ocasionou tamanho desconforto, por ora, gerando instabilidade na web para a compra de ingressos para o jogo de logo mais na capital paulista. Contamos com a compreensão de todos, reafirmando o nosso compromisso de oferecer ao Sócio Rei a melhor plataforma de atendimento, do jeito que a nação santista merece. Lembramos que os pontos de venda continuam funcionando normalmente, bem como as bilheterias do Pacaembu, ainda com ingressos disponíveis em todos os setores, exceto arquibancada amarela.
A Redegol já tomou as medidas cabíveis para identificar a exata origem deste ataque virtual, que não visa atingir somente a empresa, mas também a instituição Santos Futebol Clube e toda coletividade alvinegra”.




Santos FC x Querétaro FC






Santos Futebol Clube x Querétaro Fútbol Club


Retrospecto:

01 jogo
00 vitória
01 empate
00 derrota
00 gol pró
00 gol contra
00 saldo

Resultados:

10/07/2018 – Santos 0 x 0 Querétaro-MEX – Amistoso – La Corregidora