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Santos 0 x 0 Náutico

Data: 07/12/2008, domingo, 17h00
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público e renda: N/D
Árbitro: Sérgio da Silva Carvalho (DF).
Auxiliares: Marrubson Melo Freitas (DF) e César Augusto Vaz (DF).
Cartões amarelos: Kléber Pereira, Felipe, Titi e Adriano.

SANTOS
Fábio Costa; Pará, Domingos, Adaílton e Kléber; Roberto Brum, Rodrigo Souto, Róbson (Lima) e Bida; Molina (Fábio Santos) e Kléber Pereira.
Técnico: Márcio Fernandes

NÁUTICO
Eduardo; Adriano (Everaldo), Vágner e Titi; Ruy, Derley, Ticão, Willian (Eré) e Anderson Santana; Clodoaldo e Felipe (Geraldo).
Técnico: Roberto Fernandes



Náutico empata com Santos e se livra de rebaixamento

O Náutico conseguiu se livrar do rebaixamento no último jogo, na Vila Belmiro, após um empate heróico conquistado diante da equipe do Santos, por 0 a 0. Os paulistas perderam várias oportunidades de gols durante todos os 90 minutos da partida e acabaram sendo castigados com a não classificação para a Copa Sul-americana.

O atacante Kleber Pereira queria marcar gols para ser o artilheiro isolado da competição e logo no primeiro minuto teve uma boa oportunidade, mas acabou mandando a bola pela rede do lado de fora. Aos cinco minutos, o meia Róbson também carimbou as redes do goleiro Eduardo.

O primeiro lance de perigo do Náutico aconteceu com seis minutos. O lateral-direito Ruy mandou um chute rasteiro para boa defesa do goleiro Fábio Costa. O Náutico dava muitos espaços ao time santista e somente aos 20 minutos conseguiu equilibrar as forças da partida. Felipe teve duas chances, mas o goleiro Fábio Costa estava bem na partida e acabou espalmando as duas oportunidades.

Os minutos finais da primeira etapa foram bem movimentados e tanto Náutico, quanto Santos poderiam ter aberto o placar. Ticão e Ruy tentaram pelo lado dos pernambucanos e Kleber Pereira e Róbson levaram perigo ao goleiro Eduardo, do Náutico.

A segunda etapa foi inteiramente com pressão do Santos e com o Náutico apenas tentando se defender. Foi nesse momento que apareceu o a estrela do goleiro Eduardo. Ele salvou os pernambucanos em diversas oportunidades. Molina, Pará, Kleber Pereira e Róbson participavam das principais chances santistas.

Kleber Pereira queria de todas as maneiras ser o artilheiro isolado da competição, mas não estava em tarde inspirada e desperdiçava chances atrás de chances. Eduardo ofuscou o brilho do atacante santista e acabou conseguindo realizar milagres aos 14, aos 26 e aos 40.

O Náutico estava acuado e assim terminou a partida. O empate garantia a equipe alvirrubra na primeira divisão, mas os resultados dos outros jogos não ajudavam e um gol santista seria o calvário alvirrubro.

Após o apito do juiz, muito choro e comemoração pôde ser visto pelo lado dos jogadores do Náutico e a tristeza era nítida pelo lado dos santistas, que ficaram de fora da Copa Sul-americana.

Atlético-MG 0 x 0 Santos

Data: 30/11/2008, domingo.
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte, MG.
Público: 58.391 pagantes
Renda: R$ 383.212,50
Árbitro: Wagner Tardelli Azevedo (Fifa/SC)
Auxiliares: Katiuscia Mayer Berger Mendonça (Fifa/ES) e Carlos Berkenbrock (SC)

ATLÉTICO-MG
Edson, Sheslon, Leandro Almeida, Welton Felipe e Raphael Aguiar; Francis, Márcio Araújo (Beto), Elton e Renan Oliveira; Marques (Pedro Paulo) e Castillo (Petkovic).
Técnico: Marcelo Oliveira

SANTOS
Fábio Costa; Wendel (Pará), Domingos, Fabão e Fábio Santos; Rodrigo Souto, Roberto Brum, Kleber e Molina (Thiago Luís); Robson (Adriano) e Lima.
Técnico: Márcio Fernandes



Com Mineirão lotado, Atlético-MG e Santos só empatam

Diante de mais de 58 mil pagantes no Mineirão, Atlético-MG e Santos, sem mostrar um futebol à altura do grande público, não passaram de um empate sem gols neste domingo, na penúltima rodada do Campeonato Brasileiro 2008. Apesar do resultado ruim em casa, o time mineiro garantiu vaga na Copa Sul-Americana em 2009.

Já a equipe paulista praticamente se livrou do rebaixamento. Apenas uma tragédia fará com que o Santos jogue a Série B em 2009. O time alvinegro teria que perder para o Náutico em casa, o Atlético-PR precisaria vencer o Flamengo em Curitiba, e o Figueirense golear o Internacional para tirar uma diferença de 17 gols saldo.

Com o empate, o Santos permaneceu em 14º lugar e foi a 44 pontos, três a mais que o Figueirense, que é o primeiro da zona de rebaixamento com 41 pontos.

Antes da partida ocorreu um momento de solidariedade. Jogadores de Atlético e Santos entraram em campo exibindo faixa na qual pedem doações às vítimas das chuvas em Santa Catarina

A partida teve um sabor especial para o atacante Marques, de 35 anos. O ídolo atleticano se tornou o jogador que mais vezes (190) vestiu a camisa alvinegra em Campeonato Brasileiro. Ele ultrapassou o ex-lateral-esquerdo Paulo Roberto Prestes, que disputou 189 jogos pela principal competição nacional.

Marques tentou ajudar o Atlético, mas acabou pedindo para sair no segundo tempo e deu lugar ao jovem Pedro Paulo. O experiente atacante disse que faltou iniciativa à equipe mineira, uma vez que atuava diante da torcida.

O primeiro tempo no Mineirão foi equilibrado. Apesar do apoio em massa da torcida, o Atlético não conseguiu se impor e deu espaço ao Santos, que teve mais oportunidades para abrir o placar. Porém, a partida terminou empatada sem gols nos primeiros 45 minutos.

O goleiro Edson, que fez defesas importantes e evitou pelo menos duas vezes o gol do Santos no primeiro tempo, lamentou o vacilo da equipe diante da torcida. “Jogando dentro do Mineirão, não podemos dar tanto espaço assim para a equipe do Santos”, disse o jogador.

No segundo tempo, a partida continuou ruim no Mineirão. O técnico Marcelo Oliveira mudou o Atlético e colocou Petkovic na partida depois que a torcida gritou o nome do meia sérvio. O atacante boliviano Castillo deixou o campo.

No entanto, a partida continuou a desejar. O Santos diminuiu o ritmo e passou a ser pressionado pelo Atlético. Porém, o time mineiro encontrou dificuldade para furar o bloqueio da equipe paulista. A torcida se irritou com alguns jogadores, como o volante Márcio Araújo, que chegou a ser vaiado.

Coritiba 5 x 1 Santos

Data: 22/11/2008, sábado, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 36ª rodada
Local: Estádio Couto Pereira, em Curitiba, PR.
Árbitro: Giuliano Bozzano (DF)
Auxiliares: Renato Miguel Vieira (DF) e João Patrício Araújo (GO)
Cartões amarelos: Marlos e Bernardi (C); Molina (S).
Gols: Keirrison (26-1); Keirrison (02-2), Molina (10-2), Ariel (24-2), Keirrison (31-2) e Keirrison (35-2).

CORITIBA
Vanderlei, Tiago Bernardi, Rodrigo Mancha e Felipe; Arílton, Alê, Carlinhos Paraíba, Marlos e Ricardinho; Ariel (Guaru) e Keirrison (Henrique Dias).
Técnico: Dorival Júnior

SANTOS
Fábio Costa; Wendel (Pará), Adaílton, Domingos e Kleber; Rodrigo Souto, Brum, Bida (Cuevas) e Molina; Miachel (Adriano) e Kléber Pereira.
Técnico: Márcio Fernandes



Com 4 gols de Keirrison, Coritiba atropela Santos por 5 a 1

Com quatro gols de Keirrison, o Coritiba goleou o Santos por 5 a 1, neste sábado, no Couto Pereira, pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o Alviverde garantiu matematicamente sua classificação para a Copa Sul-Americana. O Santos, que sonha com uma vaga no torneio continental, continuou fora da zona de classificação e ainda não conseguiu espantar de vez o risco de rebaixamento.

O artilheiro Keirrison, que não marcava há sete jogos, mostrou que é o “carrasco” do Peixe. Foi seu sétimo gol contra o time paulista, somente neste Brasileiro. No primeiro turno, na Vila Belmiro, ele marcou os três da vitória por 3 a 1.

Com o resultado, o Coxa voltou a vencer após três partidas e atingiu o sexto lugar, com 53 pontos. Na próxima rodada, o time volta a jogar em casa, domingo (30), às 16h, contra o Vasco.

O Santos não conseguiu evoluir na tabela e segue em 13º, com 43 pontos. Também no domingo (30) joga no Mineirão, diante do Atlético-MG, às 16h.

O jogo

O Santos começou fechado, jogando em seu campo de defesa, dificultando bastante o jogo do Coritiba, que tinha mais posse de bola e tentava pressionar.

O Peixe se defendia, mas quando atacava o fazia com perigo. Em duas jogadas seguidas, o time praiano só não abriu o placar porque o goleiro Vanderlei não permitiu. Aos 14 minutos, após um cruzamento, Felipe desviou contra, mas o goleiro fez a defesa. Dois minutos depois, o arqueiro fez duas defesas em seqüência. A primeira num chute de Rodrigo Souto e depois no rebote, nos pés de Kléber Pereira.

Numa jogada rápida, porém, o Coritiba abriu o placar. Marlos escapou pela direita e cruzou para Keirrison, que se antecipou à zaga e desviou de primeira, no canto direito de Fábio Costa.

O Coritiba não deu chance para o Santos reagir no segundo tempo. Aos 2 minutos, o jovem ala Arilton avançou pela direita e cruzou para Keirrison completar e ampliar o placar. Sem se abater, o Santos se soltou em busca do gol e diminuiu aos 10 minutos. Molina tabelou na entrada da área invadiu e bateu de bico. A bola bateu na trave esquerda e entrou.

O Santos partiu com tudo para buscar o empate e abriu espaços para o contra-ataque do Coxa. Aos 24 minutos, novamente Marlos avançou e rolou para Ariel completar e fazer o terceiro.

Ficou fácil. Aos 28 minutos, Arilton invadiu a área e foi derrubado por Adaílton. Pênalti, que Keirrison cobrou e ampliou para 4 a 1.

Em grande noite, o artilheiro coxa-branca ainda fez mais um, seu quarto gol na partida. Ricardinho invadiu a área e cruzou para Keirrison, sozinho, empurrar e fechar a goleada histórica. Foi 20º gol do atacante, que encostou em Kléber Pereira, artilheiro do Brasileiro, com 21 gols.

O grande destaque do jogo, deixou a partida antes do final, por sentir um contusão. “Acho que fui iluminado. O Santos tem títulos, o melhor do mundo jogou lá. Graças a Deus eu tive esta felicidade de fazer quatro gols”, comentou.

Santos 1 x 0 Internacional

Data: 16/11/2008, domingo.
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 11.731 pagantes
Renda: R$ 119.071,00
Árbitro: Heber Roberto Lopes (PR)
Auxiliares: José Amilton Pontarolo (PR) e José Carlos Dias Passos (PR)
Cartões amarelos: Kleber, Wendel e Roberto Brum (S); Bustos, Orozco e Taison (I)
Gol: Gustavo Nery (24-2, contra).

SANTOS
Douglas; Wendel, Adaílton, Domingos e Kleber (Adriano); Roberto Brum, Pará, Bida e Molina (Quiñonez); Cuevas (Michael) e Kléber Pereira.
Técnico: Márcio Fernandes

INTERNACIONAL
Lauro; Bustos, Danny Morais, Orozco e Gustavo Nery; Sandro, Maycon, Rosinei e Taison (Walter); Daniel Carvalho e Guto.
Técnico: Tite



Santos reencontra vitória ao bater reservas do Inter com ‘gol estranho’

O Santos venceu o time reserva do Internacional-RS por 1 a 0 neste domingo, na Vila Belmiro, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado deixa os alvinegros na 13ª colocação, com 43 pontos, dentro da zona de classificação para a Copa Sul-Americana. Com relação ao rebaixamento, a equipe do litoral abriu seis pontos para a zona da degola. Já os gaúchos ficaram em sétimo, com 51. O único gol do jogo foi marcado contra, pelo lateral Gustavo Nery, após chute do equatoriano Quiñonez, que contou com a sorte e o desvio da bola no jogador colorado antes de chegar as redes.

O Santos tentava reencontrar a vitória depois de ter empatado com o Sport, em Recife, e perdido para Palmeiras, em casa, e Vasco, no Rio de Janeiro. O técnico Márcio Fernandes, porém, tinha os desfalques de Fábio Costa e Rodrigo Souto, suspensos, além de Fabiano Eller, machucado.

o Internacional entrou com um time formado por jogadores reservas. Dos titulares, apenas o goleiro Lauro.

Mesmo assim, os colorados tinham jogadores conhecidos do público paulista, como o lateral-esquerdo Gustavo Nery, que já passou pela Vila Belmiro, e o atacante Daniel Carvalho.

Com a possibilidade de a próxima Sul-Americana dar uma vaga ao campeão na Libertadores a partir do ano que vem, os santistas passaram a valorizar ainda mais a classificação para o torneio, em um ano que os títulos não apareceram na Baixada Santista.

O jogo foi movimentando e os visitantes mostraram que mesmo com os reservas tinham condições de voltarem para Porto Alegre com o resultado positivo. Tanto que chegaram a balançar as redes aos 24 minutos, com Guto, mas o árbitro Heber Roberto Lopes deu impedimento duvidoso no lance.

Já o Santos teve mais dificuldades em criar boas oportunidades e ao tentar impor velocidade na partida errava alguns passes. As bolas aéreas também foram usadas para tentar vazar a zaga do Inter, mas sem sucesso.

“Começamos meio perdidos, mas, para um time que está se conhecendo, fizemos um grande primeiro tempo”, disse Daniel Carvalho, em entrevista à Rádio Jovem Pan, no intervalo.

No segundo tempo, vendo que o panorama não mudava, o comandante Márcio Fernandes fez duas alterações no time da casa. Entraram o equatoriano Quiñonez e Michael, nos lugares de Molina e Cuevas.

O Santos ficou mais ofensivo e abriu o placar com gol contra de Gustavo Nery, aos 24. Quiñonez foi carregando a bola e bateu de fora da área. A bola desviou em Nery e enganou o goleiro dos gaúchos. O Inter saiu para o ataque em busca do empate, mas não conseguiu criar. O Santos, por sua vez, administrou o resultado e assustou nos minutos finais.

O atacante Kléber Pereira, artilheiro do Brasileiro, com 21 gols marcados, passou em branco, mas elogiou o companheiro equatoriano, autor do gol da vitória. “No mundo do futebol não existe jogador que não serve para o grupo. A estrela dele (Quiñonez) brilhou hoje. Ele treina com muita seriedade e foi recompensado”, afirmou.

Vasco 1 x 0 Santos

Data: 08/11/2008, sábado, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 34ª rodada
Local: Estádio São Januário, no Rio de Janeiro, RJ.
Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha (GO)
Auxiliares: Alessandro Alvaro Rocha de Matos (Fifa-BA) e Altemir Hausmann (Fifa-RS)
Cartões amarelos: Alex Teixeira (V); Kléber Pereira, Rodrigo Souto e Fábio Costa (S).
Gol: Edmundo (27-2)

VASCO
Rafael, Jorge Luiz, Eduardo Luiz e Odvan (Edmundo); Wagner Diniz, Jonílson, Mateus (Leandro Bomfim), Madson e Rodrigo Antônio; Alex Teixeira (André) e Leandro Amaral.
Técnico: Renato Gaúcho

SANTOS
Fábio Costa, Domingos, Fabiano Eller e Adriano; Wendel, Rodrigo Souto, Bida (Uéslei), Molina (Pará) e Kleber; Cuevas (Lima) e Kléber Pereira.
Técnico: Márcio Fernandes



Superior, Vasco bate Santos e deixa a zona de rebaixamento do Brasileiro

A torcida mais uma vez compareceu em peso e o domínio da partida foi completo. Apesar da noite inspirada do goleiro Fábio Costa, o Vasco foi recompensado, quebrou o jejum de quatro partidas sem triunfar em casa e deixou a zona de rebaixamento ao vencer o Santos por 1 a 0, neste sábado, em São Januário, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro. Edmundo, de pênalti, fez o gol salvador dos mandantes, que falou ao final do encontro.

“Estou cheio de dor mas feliz. Nos últimos jogos, a torcida fez uma festa bonita, mas nos descontrolamos e perdemos ou empatamos. Estamos melhorando a cada jogo. Vamos dormir fora da zona de rebaixamento”, disse.

Antes do final do embate, grande parte dos jogadores do Santos cercaram o árbitro da partida para reclamar do pênalti assinalado em cima do volante Jonílson. “Não adianta falar neste momento, pois posso tomar uma suspensão. Não foi pênalti nunca. Todos viram”, revelou o meia colombiano Molina.

Com o resultado, o time da Colina alcançou os 37 pontos e a 15ª posição. Já o Santos, que ainda não afastou o perigo de rebaixamento e vê mais longe uma vaga na Copa Sul-Americana, é o 13º, com 40. O Gigante da Colina voltará a campo nesta quarta-feira quando enfrentará o Atlético-MG, às 22h (de Brasília), no Mineirão, pela 35ª rodada da competição. Já o Peixe só retornará no dia 16, contra o Internacional, às 19h10, na Vila Belmiro.

Vasco domina primeiro tempo e Fabio Costa brilha

O Vasco iniciou o confronto de forma inteligente e avançou a sua marcação impedindo que o Santos saísse para o jogo. A equipe da casa perdeu grande chance logo aos dois minutos nos pés de Alex Teixeira. Porém, como de costume, uma das zagas mais vazadas da competição seguia falhando e Kléber Pereira acertou a trave inimiga em lance despretensioso.

Porém, o Cruzmaltino mostrava aplicação e explorava os espaços cedidos com os avanços do lateral Kleber. Em uma delas Wagner Diniz deixou Jorge Luiz livre para desperdiçar suas oportunidades. Se o Vasco tentava chegar pela direita, o Santos tentava fazia o mesmo explorando a dobradinha Cuevas-Molina.

Apesar da instabilidade do trio defensivo do Vasco, o Santos não conseguia ameaçar com efetividade o gol defendido por Rafael. Kléber Pereira atuava de forma muito isolada e não tinha grandes chances. Do outro lado, Madson, Wagner Diniz e Matheus se destacavam no primeiro tempo.

Uniformes trocados e gol de Edmundo no segundo tempo

Na volta para a segunda etapa, as duas equipes voltaram com uniformes diferentes a pedido do árbitro. Apesar da mudança nos trajes, o panorama seguiu e o Cruzmaltino era o “senhor do duelo”. Leandro Amaral perdeu duas chances incríveis. Rafael, que era mero espectador do confronto até então, fez bela defesa em cabeçada de Molina aos sete.

A inoperância do time do Santos e a necessidade de um resultado positivo por parte do Cruzmaltino levaram Renato Gaúcho a promover a entrada de Edmundo no lugar de Odvan aos 13 minutos da etapa final. Aos 18, um lance que evidenciou a ansiedade do time da casa. Querendo cobrar rápido um escanteio, Leandro Amaral chutou a bandeirinha.

Contudo, aos 24, o árbitro Elmo Alves Resende Cunha marcou pênalti de Domingos em Jonílson. Edmundo foi para a cobrança e deslocou o inspirado Fábio Costa. Com o revés, o Santos se mandou com tudo para cima do adversário. Lima obrigou Rafael a salvar os mandantes. Aos 40, Kléber Pereira arrematou para o arqueiro cruzmaltino encaixar. Lima novamente assustou aos 48.

A maior aplicação do Vasco lhe rendeu a segunda vitória consecutiva e um pequeno alívio em relação ao rebaixamento. Já ao Santos restava assimilar o tropeço fora de casa e investir suas atenções no confronto diante do Internacional.