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Santos 4 x 0 Atlético-PR

Data: 04/10/2008, sábado, 18h20.
Competição: Campeonato Brasileiro – 28ª rodada
Local: Estádio Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 10.053 pagantes
Renda: R$ 111.021,00
Árbitro: Djalma Beltrami (Fifa/RJ)
Auxiliares: Ney Guerreiro Mascarenhas (RJ) e Marco Aurélio Pessanha (RJ)
Cartões amarelos: Cuevas (S); Valencia, Gustavo, Kelly e Ferreira (A)
Gols: Nelson Cuevas (01-1) e Molina (32-1); Kléber Pereira (02-2) e Fabiano Eller (23-2).

SANTOS
Douglas; Wendel, Fabiano Eller, Domingos e Kleber; Rodrigo Souto (Adriano), Roberto Brum, Bida e Molina (Pará); Cuevas (Reginaldo) e Kléber Pereira.
Técnico: Márcio Fernandes

ATLÉTICO-PR
Galatto; Danilo, Rhodolfo (Gustavo) (Julio dos Santos) Carlos; Renan, Chico, Valencia, Kelly e Márcio Azevedo; Ferreira e Pedro Oldoni (Joãozinho).
Técnico: Geninho



Santos faz 4 a 0 no Atlético-PR e volta a se afastar dos últimos

O Santos venceu o Atlético-PR por 4 a 0 neste sábado, na Vila Belmiro, e voltou a se afastar do rebaixamento no Campeonato Brasileiro. O time alvinegro está na 13ª posição, com 33 pontos, seis acima da zona da “degola”. Os visitantes, porém, seguem em situação delicada, com 28 pontos, em 16° lugar.

Os gols do jogo foram marcados pelos estrangeiros Nelson Cuevas, logo no primeiro minuto, e Molina ainda da etapa inicial. Depois do intervalo, Kléber Pereira fez o terceiro de pênalti, se isolando ainda mais na artilharia do nacional, agora com 20 gols, três a mais que o palmeirense Alex Mineiro. Fabiano Eller fez o quarto.

Depois de empatar em casa com Portuguesa, o Santos tentava melhorar o aproveitamento na Vila Belmiro, onde tinha vencido apenas seis dos 14 jogos disputados. Por outro lado, tinha como adversário o segundo pior visitante, o Atlético-PR, com apenas uma vitória fora de casa. Somente o Ipatinga que não venceu fora tem desempenho pior.

Números a parte, o sábado foi especial para o zagueiro santista Domingos, que completou 150 jogos com a camisa alvinegra e ainda saiu direto do estádio para o próprio casamento na igreja.

O jogo

Em campo, o time do técnico Márcio Fernandes não perdeu tempo. Após o apito inicial, a bola foi levantada pelo lado direito por Rodrigo Souto, e o experiente atacante paraguaio acertou um chute de primeira da entrada da área e abriu o placar.

Aos dez, o zagueiro Rhodolfo deixou o campo machucado e deu lugar a Gustavo no Atlético. Os paranaenses, precisando do gol, passaram a se soltar mais e levaram perigo aos 17 em cabeçada de Ferreira, defendida por Douglas, que segue substituindo o machucado Fábio Costa.

Mas, enquanto o Atlético-PR tentava balançar as redes, o Santos balançou, aos 32. O gol foi marcado por Molina, que atuou no lugar de Michael, vetado pelo departamento médico. Na comemoração, muita vibração do jogador santista.

Na etapa final, mais uma vez os anfitriões começaram fulminantes. No primeiro minuto, Renan deu um leve puxão na manga da camisa de Kleber, que se jogou ao chutar a bola. A arbitragem marcou pênalti. Kléber Pereira bateu e marcou pela sétima vez seguida em jogos na Vila.

Mesmo diminuindo o ritmo, o zagueiro Fabiano Eller fez o quarto gol alvinegro, aos 23, para tristeza do experiente técnico Geninho, do Furacão.

Na próxima rodada, o Santos enfrenta o Grêmio, em Porto Alegra, na quarta-feira. Já os rubro-negros da Arena da Baixada vão receber o Fluminense, no sábado, em duelo direto na luta contra o descenso.


Por Fernando Gavini, para o ESPN.com.br



O ano de 2002 foi a redenção do Santos. Há 18 anos sem títulos, o Peixe viu nascer uma geração que fez o clube retornar a trilhar o caminho das conquistas. Robinho, Diego, Elano, Renato, Alex e companhia formaram a base do time que conquistaram duas vezes o Campeonato Brasileiro.

Mais do que isso, renderam milhões de reais aos então combalidos cofres santistas. Em 2005, quando Robinho foi vendido para o Real Madrid, o Santos encerrou o ano com R$ 63 milhões de lucro.

Mas de lá para cá, o clube ano a ano acumula prejuízos. As receitas despencaram e as despesas aumentaram vertiginosamente. Entre 2006 e 2007, a perda somada foi de R$ 57 milhões.

O que mais assusta é que a dívida do Santos aumentou dos R$ 82 milhões registrados no balanço de 2005 para R$ 147 milhões em 2007.



Fonte: http://www.espn.com.br/noticia/8036_depois-do-lucro-com-robinho-e-cia-santos-so-acumula-prejuizos

Santos 1 x 1 Portuguesa

Data: 28/09/2008, domingo, 18h10.
Competição: Campeonato Brasileiro – 27ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 7.552 pagantes
Renda: R$ 73.680,00
Árbitro: Paulo César de Oliveira (FIFA-SP)
Auxiliares: Ednilson Corona (FIFA-SP) e Carlos Augusto Nogueira Junior (SP)
Cartões amarelos: Fellype Gabriel, Ediglê e Heverton (P).
Cartão vermelho: Erick (P)
Gols: Kléber Pereira (13-2) e Athirson (15-2).

SANTOS
Douglas; Wendel, Fabiano Eller, Domingos e Kleber; Rodrigo Souto, Roberto Brum, Bida (Pará) e Michael (Tiago Luis); Cuevas (Molina) e Kléber Pereira.
Técnico: Márcio Fernandes

PORTUGUESA
André Luis; Ediglê, Bruno Rodrigo e Erick; Patrício, Raí, Fellype Gabriel (Heverton), Preto e Athirson; Jonas (Waguinho) e Edno (Halisson).
Técnico: Estevam Soares



Santos e Portuguesa ficam no empate e seguem ameaçados

Com campanhas irregulares neste Campeonato Brasileiro, Santos e Portuguesa se enfrentaram neste domingo tentando se afastar das últimas posições. Na Vila Belmiro, no entanto, os dois times ficaram no empate por 1 a 1 e, com isso, ainda permanecem em situação complicada na competição.

Com o resultado, o Santos, que passou boa parte do torneio entre os quatro últimos, chegou aos 30 pontos e agora é o 14º colocado, dois lugares abaixo da zona de classificação para a Copa Sul-Americana.

Já a Portuguesa vive uma situação mais difícil no torneio. O time rubro-verde continua na zona do rebaixamento, agora com 27 pontos, um a mais do que o Fluminense, que é o atual lanterna da competição, e um de distância do Atlético-PR, que é a primeira equipe fora da “degola” e que está logo acima da Lusa.

Se o resultado não pode ser considerado ótimo para nenhum dos dois times, o empate, pelo menos, mantém a vantagem da Portuguesa sobre o Santos neste ano. Em três partidas, a equipe rubro-verde derrotou o adversário por 2 a 0 no Campeonato Paulista e, além deste empate, também obteve a igualdade no confronto realizado no 1º turno do Brasileiro.

Já o Santos tem como alento o atacante Kléber Pereira. Com o gol marcado neste domingo, o jogador chegou a 19 na competição e se isola ainda mais na artilharia, agora com três de vantagem para o palmeirense Alex Mineiro.

Neste domingo, apesar de o Santos estar jogando em sua casa, quem começou melhor foi a Portuguesa. O time paulistano teve a primeira chance da partida com Jonas. O atacante chutou forte e a bola passou à direita do gol de Douglas, mas com muito perigo.

A partir dos 15min, no entanto, os santistas se acertaram em campo e passaram a buscar a principal arma ofensiva do time: o artilheiro Kléber Pereira. Foi dos pés do camisa 9 que os donos da casa chegaram a abrir o placar, aos 17min, mas o lance foi anulado corretamente por impedimento.

A aparente superioridade do Santos, no entanto, parou na forte marcação da Portuguesa. O time alvinegro tentava explorar jogadas de contra-ataque, mas a ineficiência fez com que a Lusa crescesse novamente na partida.

Melhor em campo, a Lusa passou a recorrer a Fellype Gabriel. Aos 37min, o jogador fez ótimo cruzamento da direita, Edno chutou e a bola desviou em Roberto Brum, quase enganando o goleiro Douglas. Na jogada seguinte, Athyrson recebeu do meia e chutou rasteiro, para fora.

“Nosso time está igual à Portuguesa, pois eles vieram com o propósito de vencer. Nós estamos tentando sair de trás para surpreender e, se eles vacilarem, nós podemos marcar com o Kléber Pereira”, avisou o zagueiro Fabiano Eller, na saída para o intervalo.

E a “previsão” do zagueiro santista realmente se confirmou no segundo tempo. Aos 13min, após uma cobrança rápida de falta, Kléber Pereira recebeu pela direita, invadiu a área, cortou o marcador e chutou no canto do goleiro André Luis.

O Santos, porém, nem teve muito tempo para comemorar a vantagem no placar. Dois minutos depois, a Portuguesa tentou um lançamento do meio-campo, a zaga do time alvinegro se atrapalhou e Athyrson, de fora da área, cabeceou para empatar o jogo.

Logo após o empate, o Santos continuou apostando em Kléber Pereira, mas o atacante, quando não desperdiçava, encontrava um André Luis inspirado no gol da Portuguesa. Aos 22min, por exemplo, o camisa 9 alvinegro acertou um belo voleio e o arqueiro da Lusa espalmou para escanteio.

Os dois técnicos passaram a mexer nos times para tentar a vitória, mas os jogadores do Santos e da Portuguesa não conseguiam acertar as finalizações.

Aos 38min, Erick cometeu falta dura em Tiago Luis e foi expulso pelo árbitro Paulo César de Oliveira. Com um jogador a mais, o Santos passou a pressionar ainda mais o adversário em busca da vitória, mas a Lusa se segurou e garantiu o empate.


Santos 5 x 2 Vasco

Data: 27/07/2008, domingo.
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 10.738
Renda: R$ 93.462
Árbitro: Giuliano Bozanno (DF)
Auxiliares:Milton Otaviano dos Santos (Fifa/RN) e Cleiton Clay Barreto Rios (SE)
Cartões amarelos: Tiago, Edu, Rodrigo Antônio, Madson (V); Apodi e Dionísio (S)
Cartão vermelho: Tiago (V)
Gols: Molina (17-1), Kleber Pereira (31-1), Leandro Amaral (36-1), Kleber Pereira (38-1) e Kleber Pereira (48-1); Madson (37-2) e Molina (44-2).

SANTOS
Douglas; Apodi, Domingos, Fabiano Eller e Michael (Carleto); Adriano (Hudson), Dionísio, Kléber (Wesley) e Molina; Maikon Leite e Kléber Pereira.
Técnico: Cuca

VASCO
Tiago; Wagner Diniz, Eduardo Luiz, Luizão e Edu (Roberto); Rodrigo Antônio, Byro, Leandro Bomfim (Vinicius Reche) e Madson; Leandro Amaral e Alan Kardec (Abubakar)
Técnico: Antônio Lopes



Na Vila, Santos goleia o Vasco por 5 a 2

Com três gols, de pênalti, de Kleber Pereira e outros dois de Molina, o Santos goleou o Vasco por 5 a 2, neste domingo, na Vila Belmiro, em partida válida pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. Leandro Amaral e Madson descontaram para os visitantes.

O resultado aliviou a situação do técnico Cuca e tirou o Peixe, agora com 14 pontos, da lanterna da competição. Na próxima quarta-feira, em Porto Alegre, o Santos enfrenta o Internacional. Já o Vasco, 16º colocado, continua com 16 pontos e recebe o Atlético-MG, outro que continua na zona da degola, na quinta-feira.

Apesar das situações delicadas das duas equipes na competição, a partida foi bem movimentada. Mesmo com muitos passes errados, o Santos procurava pressionar os cariocas no setor defensivo. Com dois laterais rápidos, Madson e Wagner Diniz, o Vasco esbarrava na falta de inspiração dos homens de meio-de-campo.

Para complicar ainda mais a situação, o técnico Antônio Lopes não contou com Edmundo, Jonilson, Morais, Souza e Jean. Aos 12min, quando o Santos já tomava conta da partida, Maikon Leite fez bela jogada pela linha de fundo e cruzou rasteiro. Para a sorte do camisa 1 cruzmaltino, Molina chegou dividindo com a zaga e a bola foi para fora, rente à trave direita.

Mas, como de costume neste Brasileirão, a defesa do Vasco dormiu. Aos 17min, após cobrança rápida de um lateral, Maikon Leite dá belo passe para Molina na área. Enquanto a zaga carioca é pega desatenta, o colombiano toca com categoria na saída de Tiago: 1 a 0. O gol até serviu para fazer com que o Vasco ficasse mais atento. Dez minutos depois, jogada rápida no ataque e Rodrigo Antônio chuta para levar muito perigo ao gol de Douglas. A bola passou cruzada na frente de Douglas e saiu tirando lasca da sua trave direita.

Quando parecia ter se recuperado do gol santista, o zagueiro Byro comete falta em Maikon Leite dentro da área. Pênalti marcado e, na cobrança, Kleber Pereira faz 2 a 0 para o Santos, aos 31. Quatro minutos depois, Leandro Amaral diminuiu depois de cobrança de escanteio pela esquerda e desvio de cabeça de Alan Kardec.

No entanto, qualquer chance de reação vascaína acabou pouco tempo depois. Edu perdeu na corrida para Maikon Leite e só parou a jogada com mais um pênalti. Kleber Pereira repetiu a cobrança e marcou o terceiro do Peixe, que, enquanto ainda comemorava, viu o goleiro Tiago aplicar um carrinho em Maikon Leite. Terceira penalidade da partida sobre o jogador santista. Kleber Pereira não vacilou, cobrou e fez o seu terceiro gol na partida, o seu décimo gol no Brasileirão, tornando-se o artilheiro da competição, ao lado de Alex Mineiro, do Palmeiras.

Na volta para a etapa final, o Santos apenas administrou o resultado. O técnico Cuca apostava nos contra-ataques, principalmente pela velocidade dos seus homens de ataque. Com uma marcação firme na defesa, e com a nítida preocupação do Vasco em não deixar ainda mais espaços em campo, a equipe paulista conduziu o restante do segundo tempo com total tranqüilidade.

Maikon Leite, o grande destaque da partida, ao lado do artilheiro Kleber Pereira, era quem mais levava o técnico Antônio Lopes à loucura. Foi fácil escutá-lo aos berros pedindo para que seus defensores encontrassem uma maneira de impedir suas subidas. Sem ter mais o que fazer, enquanto o Santos esperava o tempo passar, o comandante cruzmaltino trocou Alan Kardec pelo nigeriano Abubakar. O objetivo era ter mais presença de ataque e tentar ao menos diminuir.

Com o Santos sem a mesma pressão da etapa inicial, e com a partida resolvida, o Vasco ainda conseguiu encontrar mais um gol. Aos 37, Madson arriscou uma cobrança de falta, a bola desviou na zaga santista e enganou o goleiro Douglas. Só que, aos 44, Molina aproveitou a noite inspirada de Maikon Leite. O jogador do Santos deixou um zagueiro na saudade, entrou na área pela linha de fundo e cruzou para Molina fazer o quinto dos donos da casa, seu segundo na partida.

Goiás 4 x 1 Santos

Data: 20/09/2008, sábado, 18h20.
Competição: Campeonato Brasileiro – 26ª rodada
Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia, GO.
Público: 9.469 pagantes
Renda: R$ 150.420,00
Árbitro: Leonardo Gaciba/RS (Fifa)
Auxiliares: Altemir Hausmann/RS (Fifa) e Marcelo Bertanha Barison/RS
Cartões amarelos: Vitor e Henrique (G); Fabiano Eller (S).
Gols: Paulo Baier (01-1), Anderson Gomes (03-1) e Iarley (14-1); Rafael Marques (08-2) e Pará (30-2).

GOIÁS
Harlei;, Ernando, Henrique e Rafael Marques; Vitor (Fábio Bahia), Fahel, Ramalho, Paulo Baier (Fernando) e Júlio César; Anderson Gomes (Lima) e Iarley.
Técnico: Hélio dos Anjos

SANTOS
Douglas; Wendel, Fabão (Pará), Fabiano Eller e Kleber; Rodrigo Souto, Roberto Brum, Bida e Michael (Lima); Cuevas (Wesley) e Kléber Pereira.
Técnico: Márcio Fernandes



Santos é goleado pelo Goiás, melhor do returno, e volta à realidade

A vitória sobre o Fluminense e a conseqüente saída da zona de rebaixamento da Série A mudaram o discurso santista. Os jogadores passaram a vislumbrar uma vaga às competições sul-americanas. Mas bastou um início avassalador do Goiás para que o time da Vila Belmiro voltasse à realidade. Irreconhecível, foi goleado pelo melhor time do returno por 4 a 1, no Serra Dourada, e não conseguiu se desgarrar definitivamente da zona da degola.

Essa era o objetivo santista, que vinha em ascensão no Nacional-08. O time treinado por Márcio Fernandes ainda não havia perdido nesse returno. Eram três vitórias e três empates. Com o fim da invencibilidade no segundo turno, pára nos 29 pontos, apenas três a mais do que o Vasco, o primeiro do grupo dos quatro piores.

Esse reencontro com o fantasma do rebaixamento se deve em grande parte ao fraco desempenho fora de casa, algo que o elenco prometia colocar ponto final nesta rodada. Mas ainda não aconteceu. Com o resultado de hoje, soma apenas uma vitória como visitante (Internacional), quatro empates e oito derrotas.

Já o Goiás, que viu o goleiro Harley atingir a marca de 550 jogos com a camisa do clube, continua embalado. Uma semana após alcançar uma surpreendente vitória diante do líder Grêmio, em pleno Olímpico, “atropelou” o rival paulista. Para se ter idéia, vencia por 3 a 0 com apenas 14min do primeiro tempo.

Desta forma, o elenco goiano reafirma sua posição de melhor time do segundo turno do Nacional. Em sete jogos, venceu cinco, empatou um e sofreu apenas um revés. Assim, sobe para 39 pontos e se aproxima do G-4. No próximo sábado, pega o Vitória, novamente em casa. Um dia depois, o Santos duela diante da ameaçada Portuguesa, na Vila Belmiro.

O jogo

O Goiás esteve irresistível no início. Com apenas 1min, iniciava sua tranqüila vitória. Após belo cruzamento de Júlio César, Paulo Baier, de cabeça, fez o primeiro. O Santos teve pouco tempo para digerir esse tento. Dois minutos mais tarde, Anderson Gomes aproveitou um rápido contra-ataque e tocou na saída de Douglas. 2 a 0.

Após isso, o Santos se mostrou um time nervoso. Sequer acertava passes. Bem marcado, o artilheiro Kléber Pereira quase não tocava na bola. Para piorar, o zagueiro Fabão derrubou Julio César dentro da área. O árbitro Leonardo Gaciba marcou pênalti. Aos 14min, Iarley cobrou e praticamente selou a vitória goiana.

A disparidade entre as duas equipes era grande. O Goiás trocava passes com tranqüilidade. Já o rival era facilmente marcado e demonstrava enormes para chegar ao gol de Harley.

Essa fragilidade ofensiva irritou o técnico Márcio Fernandes, que decidiu mudar a equipe ainda na etapa inicia. Aos 34min, sacou Fabão e colocou Pará. Assim, ficou com apenas um zagueiro –Fabiano Eller– de origem em campo. Rodrigo Souto foi recuado para a posição. Mas não surtiu efeito.

O Goiás continuou mandando no jogo. Não dava espaços para o adversário, principalmente para o atacante Kléber Pereira. Além disso, era eficiente em suas chances. Aos 8min, por exemplo, Rafael Marques completou cruzamento de Vitor e fez o quarto dos donos da casa.

Mesmo em vantagem, continuou pressionando. Não fosse o goleiro Douglas, poderia ter ampliado. O Goiás só deu uma relaxada após metade do segundo tempo. Os santistas aproveitaram e fizeram o gol de honra, com Pará, aos 30min.