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Internacional 3 x 1 Santos

Data: 15/11/2009, domingo, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 35ª rodada
Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, RS.
Público: 12.944 pagantes
Renda: R$ 212.015,00
Árbitro: Arílson Bispo da Anunciação (BA)
Auxiliares: Belmiro da Silva e José Carlos Oliveira dos Santos (ambos da BA).
Cartões amarelos: Guiñazu e Daniel (I); Kléber Pereira (S).
Gols: Danilo Silva (25-1), Marquinhos (28-1); Neymar (18-2), D’Alessandro (39-2)

INTERNACIONAL
Lauro; Danilo Silva (Daniel), Índio, Bolívar e Kléber; Sandro, Guiñazu, Giuliano e D’Alessandro; Marquinhos e Alecsandro (Glaydson).
Técnico: Mário Sérgio

SANTOS
Felipe; Pará, Adaílton, Eli Sabiá e Triguinho; Rodrigo Souto, Rodrigo Mancha, Madson (Felipe Azevedo) e Paulo Henrique; Neymar (André) e Kléber Pereira (Jean).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo



Inter vence o Santos por 3 a 1 no Beira-Rio e retorna ao G-4

Em um confronto movimentado e indefinido até o final, o Internacional suou mas fez as pazes com a torcida no Beira-Rio ao vencer o Santos por 3 a 1, neste domingo, retornando ao G-4 do Campeonato Brasileiro. Danilo Silva, Marquinhos e D’Alessandro foram os autores dos gols que deixaram a equipe na zona de classificação para a Copa Libertadores, restando apenas três rodadas para o fim da temporada.

Depois de fazer dois gols no primeiro tempo, o Inter viu Neymar descontar na etapa final, o que deixou o confronto tenso até o gol de D’Alessandro, aos 39min. O resultado, muito comemorado, leva o clube aos 56 pontos, igualando o Atlético-MG, mas ganhando a quarta colocação pelo melhor saldo. Na próxima rodada, os dois times de enfrentam no Mineirão, em um encontro que pode consolidar uma vaga no G-4.

Sem muitas ambições, o Santos fica nos 45 pontos, na 12ª colocação, e corre o risco de ficar fora inclusive da zona de classificação para a Copa Sul-Americana. Na 36ª rodada o time volta para casa, onde receberá o Coritiba, na busca pela recuperação.

Apesar de ter começado a partida mostrando iniciativa e criando boas chances, o Inter não tinha o apoio da torcida, que mostrava insatisfação com o momento de instabilidade da equipe na competição. O clima mudou aos 25min, quando Alecsandro fez grande assistência para Danilo Silva, que entrou na área em velocidade, se atirou na bola e conseguiu o chute certeiro no canto direito: 1 a 0.

A torcida ainda fazia festa quando viu Marquinhos ampliar o placar, aos 28. Depois de uma confusão na área, ele pegou a sobra e quase na pequena área chutou forte, rasteiro, para fazer 2 a 0. O Santos parecia desinteressado, tinha dificuldade para chegar no ataque. Com a vantagem, o time colorado se manteve melhor e ainda teve chances de ampliar no fim do primeiro tempo.

Descontente com a falta de marcação da equipe paulista, Paulo Henrique Ganso reclamou no intervalo. “Também temos de marcar forte. Não aproveitamos as bolas paradas, mas no segundo tempo temos de conseguir para empatar”. Do outro lado, Giuliano pedia seriedade para confirmar a vitória. “Fomos bem, mas precisamos fazer o terceiro antes de pensar em administrar”, salientou.

O segundo tempo iniciou eletrizante. As duas equipes criaram boas chances, sendo que o Inter acertou a trave duas vezes, com Alecsandro e Neymar.

O duelo ficou ainda mais emocionante quando Neymar, aos 18min, aproveitou um cruzamento de Jean e fez 2 a 1. O Inter se fechou para garantir o resultado, e o alívio só veio aos 39min, quando D’Alessandro fez jogada individual e acertou o chute no canto esquerdo, fazendo 3 a 1 e fechando o placar.


Santos Laguna 2 x 1 Santos

Data: 11/11/2009, quarta-feira.
Competição: Amistoso
Local: Estádio Território Santos Modelo, em Torreón, México.
Público: 30.000 pagantes
Árbitro: Marco Rodríguez
Cartão amarelo: Adaílton (S).
Gols: Matías Vuoso (06-1); Jean (43-2) e Ochoa (48-2).

SANTOS LAGUNA
Oswaldo Sánchez; Estrada (Pedro Quiñonez), Figueroa (Paco Torres), Santiago (Cristian Sanchez) e Mares; Jiménez (Mosqueda), Arce, Rodríguez (González) e Luduenã (Cárdenas); Matías Vuoso (Ochoa) e Darwin Quintero.
Técnico: Sergio Bueno

SANTOS
Felipe; Pará (Luizinho), Adaílton (Edu Dracena), Eli Sabiá (Astorga) e Triguinho (Léo); Rodrigo Mancha (Felipe Azevedo); Rodrigo Souto, Madson (Róbson) e Paulo Henrique Lima (Jean); Neymar (Gil) e Kléber Pereira (André).
Técnico: Wanderley Luxemburgo



Em inauguração de estádio mexicano, Santos perde por 2 a 1 do xará

O Santos caiu por 2 a 1 diante do clube mexicano Santos Laguna em confronto encerrado na madrugada desta quinta-feira. O duelo marcou a inauguração do Estádio Território Santos Modelo, que fica em Torreon (ao norte do México), com capacidade para cerca de 30 mil pessoas, e começou com cerca de 50 minutos de atraso por causa da bonita festa, que contou com apresentação do cantor Ricky Martin.

Ao contrário do que possa parecer, o Santos Laguna tem o nome inspirado na cidade de Santa Cruz e possui as cores verde, branco e preto em seu uniforme.

Convidado pela equipe mexicana, Pelé deu o pontapé inicial na partida, que contou com uma série de eventos antes do seu início. O jogo só começou após um discurso do presidente do México, Felipe Calderón, um show do cantor porto-riquenho Ricky Martin, além de apresentações de artistas locais. O presidente da Fifa, o suíço Joseph Blatter, também prestigiou a inauguração do estádio.

O jogo

A partida começou com o Santos fazendo valer sua melhor qualidade técnica e pressionando o adversário. No entanto, apesar de ter começado com duas boas descidas ao ataque, o Peixe recebeu um duro golpe logo nos minutos iniciais do confronto.

Aos seis minutos, Darwin Quintero encontrou Matías Vuoso na grande área. O atacante dominou com estilo e finalizou de bico ao gol. A bola passou debaixo das pernas de Eli Sabiá e enganou o goleiro Felipe, que nada pôde fazer. E Vuoso entrou para a história do Santos Laguna como o autor do primeiro gol do novo estádio de seu clube.

Mas o Alvinegro Praiano não se abateu e quase chegou ao empate. Aos 12, Kléber Pereira recebeu um lançamento de Neymar, protegeu bem a bola do goleiro mexicano Oswaldo Sánchez e bateu para o gol. Atenta, a zaga mexicana afastou o perigo. Pará ainda tentou o gol no rebote, porém Sánchez estava atento e fez a defesa, sem dar rebote.

Com 22, mais uma chance para o time da Vila Belmiro. Em triangulação do ataque brasileiro, o meia Paulo Henrique Lima arriscou um chute de fora da área, exigindo mais uma intervenção de Oswaldo Sánchez. O arqueiro do Laguna ainda viria a trabalhar mais uma vez, em boa cabeçada de Neymar, que aproveitou um cruzamento de Triguinho, dois minutos depois.

Após sofrer com uma forte pressão santista, que tinha um maior controle da posse de bola, dominando as ações no meio-campo, os donos da casa conseguiram responderam à altura. Em jogada ensaiada de escanteio, aos 30, Luduenã cortou a marcação e arrematou com força. Rápido, Felipe conseguiu espalmar a bola e evitar o segundo gol dos mexicanos.

Antes do intervalo, o Santos teve mais uma oportunidade para deixar tudo igual no placar. Descendo com rapidez pelo lado esquerdo, Triguinho surpreendeu a zaga mexicana ao cruzar uma bola para cabeçada de Kléber Pereira. O centroavante procurou finalizar fora do alcance de Oswaldo Sánchez. Mas o goleiro mexicano provou que estava em uma noite inspirada ao evitar novamente o gol de empate dos brasileiros.

Depois da conversa com o técnico Wanderley Luxemburgo e com cinco modificações, o Peixe voltou para a etapa complementar da mesma atitude que terminou o primeiro tempo: atacando.

Aos sete, Róbson cruzou a bola para a entrada da pequena área, Oswaldo Sánchez cortou parcialmente e, se antecipando aos atacantes alvinegros, se agarrou à bola, evitando, assim, o gol de empate dos santistas.

Entretanto, apesar de encurralar os anfitriões em seu campo de defesa, os brasileiros viram o seu xará mexicano assustar novamente. Aos 17, Quintero fintou Léo, deixando o ala esquerdo no chão, antes de buscar o ângulo de Felipe que, atento, espalmou a bola para escanteio.

O Santos continuava a ameaçar o gol dos mexicanos. Com 27, Adaílton foi ao ataque, em cobrança de escanteio, e quase deixou a sua marca. Pouco depois, aos 33, Gil exigiu uma boa defesa de Oswaldo Sanchéz em arremate cruzado. No rebote, André não conseguiu vencer o arqueiro do Santos Laguna.

No fim do amistoso, ainda houve tempo para dois gols. Aos 43, Jean se aproveitou do rebote de um chute de André, que bateu no travessão, para completar para o fundo das redes, deixando o placar empatado.

Só que os mexicanos não desistiram e chegaram à vitória, aos 48. O atacante Ochoa recebeu uma enfiada de bola precisa e, na saída de Felipe, marcou o gol do triunfo do Santos Laguna, para delírio dos 30 mil torcedores que compareceram a inauguração da nova arena.

O confronto desta quinta-feira também marcou a estreia do zagueiro Edu Dracena com a camisa santista. Apresentado há mais de um mês como reforço, o jogador demorou para estrear porque recuperava a melhor condição física, prejudicada pelo tempo que ele ficou afastado por causa de uma lesão no ligamento cruzado anterior do joelho direito, sofrida em abril.

Depois de retornar do México nesta sexta-feira, o Santos fará um único treino neste sábado à tarde, já em Porto Alegre, visando a partida do próximo domingo, contra o Internacional, no Beira-Rio. O duelo valerá pela 35.ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Pelé diz que Santos merecia estádio igual ao do xará mexicano

Um dos convidados ilustres para a inauguração do estádio do Santos Laguna, Pelé rasgou elogios às novas instalações da equipe mexicana. O rei do futebol comparou a nova arena à do xará brasileiro e lamentou que o Santos não possua um local para receber os seus jogos com a mesma estrutura.

“O Santos ganhou todos os títulos que se pode imaginar. Só faltou jogar na lua. Mas hoje não tem nada tão completo quanto este [estádio]. Isso me deixa triste, mas espero que algum dia possamos contar com um estádio como o que inauguram aqui”, disse Pelé.

O ex-jogador espera que o estádio do Santos Laguna, que custou cerca de US$ 100 milhões, sirva de inspiração para os empresários brasileiros. De acordo com Pelé, uma obra com esta é importante não somente pela questão esportiva, mas também como fonte de emprego.

“Não é apenas um estádio de futebol, é toda uma oportunidade de emprego para famílias. Isso é importante não apenas para o México, mas todos da América Latina que precisam de empresas que apóiem o esporte”, comentou Pelé.

O estádio Território Santos Modelo será inaugurado com uma partida entre Santos Laguna e Santos, à 1h15 da manhã (horário de Brasília) desta quinta-feira. Além de Pelé, o evento contará com a presença do presidente da Fifa, Joseph Blatter, dos ex-jogadores Bebeto e Batistuta, além de um show do cantor porto-riquenho Ricky Martin.


Santos 3 x 1 Náutico

Data: 07/11/2009, sábado, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 34ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 11.304 pagantes
Renda: R$ 200.920,00
Árbitro: Wagner Tardelli (SC)
Auxiliares: Alcides Zawaski Pazetto e Kléber Lucio Gil (ambos de SC).
Cartões amarelos: Rodrigo Souto, Léo e Róbson (S); Irênio, Anderson Santana, Márcio e Johnny (N).
Gols: Kléber Pereira (29-1, de pênalti); Neymar (13-2), Aílton (22-2, de pênalti) e Neymar (43-2).

SANTOS
Felipe; Pará, Adaílton, Eli Sabiá e Léo; Rodrigo Souto, Rodrigo Mancha, Róbson (Madson) e Paulo Henrique; Jean (Neymar) e Kléber Pereira (Felipe Azevedo).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

NÁUTICO
Glédson; Marcio, Fernando ( e Anderson Santana; Patrick, Johnny, Aílton, Irênio (Mariano Torres) e Michel; Carlinhos Bala (Ferreira) e Bruno Mineiro.
Técnico: Geninho



Santos vence, espanta risco da queda e deixa Náutico perto da Série B

O Santos afastou qualquer risco de rebaixamento. Por outro lado, o descenso está mais próximo do Náutico. Com dois gols de Neymar, que retornou da seleção sub-17, a equipe de Vila Belmiro derrotou o rival nordestino por 3 a 1, no Pacaembu, encerrou jejum de cinco jogos e agora se preocupa apenas em assegurar uma vaga na Copa Sul-Americana. O time pernambucano, por outro lado, terá apenas quatro jogos para evitar sua queda à Série B.

O resultado é um alívio para o Santos. Luxemburgo sabia exatamente que não poderia falhar mais uma vez. Não havia vencido os últimos cinco compromissos e contabilizou apenas três pontos neste período. Diante disso, o discurso também mudou. Deixou de ser a conquista de vaga para a Copa Libertadores e, mesmo que discretamente, passou a ter um certo temor pela queda.

Com a vitória, subiu para 45 pontos e espantou o risco de cair para a segunda divisão. No dia 15 de novembro, terá pela frente o Internacional, no Beira-Rio. Já o Náutico vê a queda mais próxima. A quatro rodadas para o encerramento, a equipe treinada por Geninho soma apenas 35 pontos e segue entre os piores. Daqui a oito dias, enfrenta o Flamengo, um dos melhores do Brasileiro, nos Aflitos.

Diante disso, o Santos pretendia aproveitar o desespero do adversário e adotou uma postura ofensiva desde início. Kléber Pereira desperdiçou duas boas oportunidades. Róbson quase balançou as redes. Paulo Henrique cobrou uma falta no travessão, aos 10min. Mas o Náutico também era perigoso. Aos 24min, Bruno Mineiro acertou a trave do goleiro Felipe. Apesar deste susto, o time santista estava melhor. E chegou ao seu primeiro gol.

Aos 29min, Michel derrubou Róbson dentro da área dentro da área. Kléber Pereira bateu o pênalti e fez o primeiro dos donos da casa. “Estávamos bem na partida até fazer o gol. Depois, nossa equipe recuou. Vamos procurar encontrar com mais seriedade. Precisamos ter mais atenção para voltar com mais determinação”, comentou Kléber Pereira no intervalo.

E o Santos teve atenção. Além de encontrar um adversário nervoso, a entrada de Neymar deu mais rapidez ao ataque paulista, que dominou completamente a partida. Aos 12min, o atacante, que retornou da seleção brasileira sub-17, já mostrou toda sua habilidade e quase marcou. Luxemburgo “ouviu” a torcida e colocou Madson em campo. Logo em seguida, ele rolou para o próprio Neymar, que tocou no canto direito de Glédson. 2 a 0.

Só dava Santos. Aos 15min, Madson acertou a trave (o goleiro também tocou na bola). O Náutico dava sinais de que estava mais preocupado em evitar outros gols. No entanto, o árbitro Wagner Tardelli marcou pênalti para os visitantes, aos 22min. Aílton cobrou e diminuiu.

O gol deu ânimo aos rivais, que quase empataram. Aos 29min, Ferreira, sozinho dentro da área, desperdiçou uma incrível chance e não evitou mais um revés. Aos 42min, o goleiro Felipe fez uma espécie de “milagre” com o pé. No contra-ataque, Madson rolou para Neymar, que selou a vitória santista. 3 a 1.

Apesar da vitória, Luxemburgo culpa “política” por instabilidade do Santos

A vitória diante do Náutico por 3 a 1, no Pacaembu, colocou ponto final numa sequência de cinco partidas sem vitória do Santos. Para Vanderlei Luxemburgo, essa instabilidade da equipe de Vila Belmiro no Campeonato Brasileiro é motivada pelo “momento político” do clube.

A eleição está marcada para o início de dezembro. O presidente Marcelo Teixeira ainda não definiu se será candidato. Luxemburgo já declarou seu apoio ao atual mandatário. Enquanto isso, a oposição não poupa críticas ao treinador e já disse que “muitas mudanças serão feitas”, caso vença a disputa.

“O clima externo é pesado. De repente, essa coisa passou para dentro de campo. Mas é o momento do clube. A eleição está muito acirrada”, comentou o treinador. “Se essa equipe estivesse preparada, não estaria nem aí para a parte política. Não estamos preparados para o adversário, o que dizer então dessa pressão externa”, comentou.

Luxemburgo vai além. Pediu uma definição rápida da atual diretoria. Isso, segundo ele, também daria mais tranquilidade. “Essa definição do que vai ser feito no Santos precisa ser tomada. Eu já tomei minha posição [deseja que Marcelo Teixeira seja candidato. A situação precisa definir rapidamente isso. É importante para nos deixar mais tranquilo”, acrescentou.

Com a vitória deste sábado, o Santos chegou aos 45 pontos e espantou qualquer risco de rebaixamento. No dia 15 de novembro, terá pela frente o Internacional, em Porto Alegre.


Flamengo 1 x 0 Santos

Data: 31/10/2009, sábado, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 33ª rodada
Local: Estádio da Maracanã, no Rio de Janeiro, RJ.
Renda: R$ 1.500.110,00
Público: 77.063 pagantes (80.560 total)
Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE)
Auxiliares: Luciano José Coelho Cruz e Jossemar José Diniz Moutinho (ambos de PE).
Cartões amarelos: Maldonado, Ronaldo Angelim, Álvaro e Leonardo Moura (F); Triguinho, Adailton, Léo e Germano (S).
Gol: Adriano (06-1).

FLAMENGO
Bruno; Leonardo Moura, Álvaro, Ronaldo Angelim e Juan; Airton, Maldonado, Willians (Toró) e Petkovic (Fierro); Zé Roberto (Welinton) e Adriano.
Técnico: Andrade

SANTOS
Felipe; Pará, Eli Sabiá, Adailton e Triguinho (Léo); Rodrigo Souto, Germano, Rodrigo Mancha (Felipe Azevedo) e Paulo Henrique Ganso; Jean (Madson) e André.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo



Bruno brilha, Flamengo se reabilita diante do Santos e dorme no G-4

A derrota no meio de semana para o Barueri foi superada. Diante de um Maracanã praticamente lotado, o Flamengo, em noite de gala do goleiro Bruno, derrotou um irregular Santos neste sábado, por 1 a 0, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro, e vai dormir entre os quatro primeiros colocados da competição.

O goleiro do Flamengo deixou o campo ovacionado pela torcida rubro-negra. Não é para menos. Quando o placar já apontava 1 a 0 para o time da casa, Bruno defendeu dois pênaltis, um em cada tempo, ambos cobrados por Paulo Henrique Ganso.

Para se manter no G-4, o Rubro-Negro, que agora tem 54 pontos, em terceiro, terá de secar Atlético-MG, Internacional e Cruzeiro neste domingo. Os rivais enfrentam Goiás (Serra Dourada), Botafogo (Beira-Rio) e Fluminense (Mineirão), respectivamente. Se dois destes vencerem, o Flamengo sai da zona da Libertadores.

No duelo contra os paulistas, o time comandado por Andrade voltou a mostrar sua força no Maracanã. No estádio, o Rubro-Negro só foi batido duas vezes na competição, para Palmeiras e Cruzeiro. Faltando cinco rodadas até o fim do certame, a equipe carioca ainda enfrentará Goiás e Grêmio no palco.

“É uma sensação tão boa quanto em outros jogos. Divido esse mérito com todo o grupo, pois corremos do início ao fim. Tivemos várias dificuldades, mas conseguimos sair do Maracanã com os três pontos”, destacou Bruno.

Já a situação do Santos é bem diferente. O time paulista completou sua quinta rodada sem vitória e segue com 42 pontos na tabela, ainda em 13º lugar.

“Infelizmente a bola bateu no bico da chuteira dele (em relação ao segundo pênalti). Mexeu comigo, mas espero que no próximo eu faça os gols. Ele (Vanderlei Luxemburgo) me passou confiança no final da partida”, salientou Paulo Henrique Ganso.

Neste sábado, o técnico Vanderlei Luxemburgo se irritou bastante com sua equipe e em vários momentos do confronto foi sentar no banco de reservas, em vez de ficar em pé à beira do gramado, como de costume.

“O Imperador voltou”

Com Petkovic, o Flamengo foi a campo com força máxima, diante de um Santos sem Kleber Pereira. Melhor arrumado e embalado pela sua torcida, Adriano deu as boas vindas aos visitantes logo aos 7min, com cabeçada certeira. No placar eletrônico do Maracanã, a frase cantada pela torcida foi reproduzida: “O Imperador voltou”.

O Santos demorou a se acertar, para desespero de Vanderlei Luxemburgo. Um dos momentos que irritou o treinador aconteceu aos 20min, quando Paulo Henrique desperdiçou seu primeiro pênalti no duelo, defendido por Bruno.

“Vi o pênalti que o Bruno defendeu diante do Botafogo e, por isso, escolhi aquele canto. Achei que ele fosse pular para o outro lado”, lamentou Ganso. No entanto, na segunda etapa a história se repetiu.

Com um Santos mais agressivo, outra penalidade máxima foi marcada, desta vez aos 27min, para desespero dos cariocas, que reclamaram bastante da arbitragem. De novo Paulo Henrique foi o responsável pela cobrança. Desta vez, Bruno defendeu com os pés, para delírio do torcedor.

Antes disso, Adriano, aproveitando os espaços da defesa santista, já havia perdido duas boas chances, uma defendida por Felipe e outra que parou na trave. No fim, Andrade sacou Willians, Petkovic e Zé Roberto, colocando Toró, Fierro e Wellinton e segurou o placar.


Atlético-PR 1 x 1 Santos

Data: 28/10/2009, quarta-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 32ª rodada
Local: Arena da Baixada, em Curitiba, PR.
Público: 17.930 pagantes
Renda: R$ 359.130,00
Árbitro: Francisco de Assis Almeida Filho (CE).
Auxiliares: Erich Bandeira (Fifa/PE) e Thiago Gomes Brigido (CE).
Cartões amarelos: Valência e Ronaldo (A); Paulo Henrique, Kléber Pereira e Germano (S).
Cartão vermelho: Róbson (S)
Gols: Kléber Pereira (04-2) e Bruno Costa (08-2).

ATLÉTICO-PR
Galatto; Nei, Manoel, Ronaldo e Bruno Costa; Valencia, Rafael Miranda (Netinho), Paulo Baier e Marcinho; Wallyson (Rodrigo Tiuí) e Patrick (Alex Mineiro).
Técnico: Antônio Lopes

SANTOS
Felipe; Pará, Astorga, Adaílton e Triguinho; Germano, Rodrigo Souto, Felipe Azevedo (Róbson), Paulo Henrique e Jean (Mádson); Kléber Pereira (Rodrigo Mancha).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo



Atlético-PR e Santos empatam e seguem estagnados na tabela do Brasileiro

Atlético-PR e Santos seguem estagnados na tabela do Brasileirão. Jogando nesta quarta-feira, na Arena da Baixada, os dois times empataram por 1 a 1, pela 32ª rodada do Brasileirão e permaneceram se evoluir significativamente na classificação do campeonato.

O Santos, que jogou parte do segundo tempo com dez homens, saiu na frente, num pênalti cobrado por Kléber Pereira, mas o Atlético reagiu em seguida e empatou com Bruno Costa.

Com o resultado, o Furacão acumulou seu segundo jogo sem vitória e permaneceu na 14ª colocação, com 40 pontos, posição que não consegue ultrapassar há 11 rodadas. No próximo sábado, às 18h30, o time enfrenta do Avaí, na Ressacada.

Com o ponto somado, o Santos ultrapassou o Barueri e ganhou uma posição, temporariamente, chegando ao 12º lugar, com 42 pontos. Na próxima rodada, sábado, às 18h30, o Peixe volta a atuar fora de casa, diante do Flamengo, no Rio.

O jogo

O Atlético teve mais posse de bola, nos primeiros minutos do jogo, mas o Santos, com uma marcação forte no meio-de-campo, logo equilibrou e, explorando os erros defensivos do time da casa e criou as melhores chances na primeira etapa.

O time santista criou pelo menos três oportunidades de gols, duas delas, com os atacantes ficando cara a cara com o goleiro Gallato. Aos 14 minutos, Jean foi lançado por Rodrigo Souto, escolheu o canto e tocou para fora. Aos 19, foi a vez de Paulo Henrique perder. Ele recebeu um cruzamento na área e, de frente para o gol, cabeceou pela linha de fundo.

O Atlético quase marcou, numa bola parada, aos 23 minutos. Paulo Baier cobrou falta da direita, a bola quicou dentro da pequena área e quase enganou Felipe que, no susto, deu um tapa e salvou o Santos.

Na primeira boa movimentação do segundo tempo, o Santos abriu o placar. Aos 4 minutos, Paulo Henrique invadiu a área e foi atropelado por Valência. Pênalti, que Kléber Pereira cobrou no canto esquerdo e converteu. Ex-ídolo da torcida atleticana, o atacante não comemorou.

A vantagem santista, porém, durou pouco tempo. Aos 8 minutos, o Furacão empatou. Paulo Baier cobrou escanteio fechado e quase fez gol olímpico. Felipe conseguiu salvar, mas, no rebote, o lateral Bruno Costa tocou, para fazer seu primeiro gol no campeonato.

O Atlético melhorou após o gol e passou a pressionar. Acuado o Santos mostrou nervosismo. Aos 13 minutos, Róbson, que entrara no intervalo, acertou Rodrigo Tiuí e recebeu o cartão vermelho direto.

Apesar da vantagem numérica, o time rubro-negro não conseguiu chegar ao segundo gol, acumulando seu segundo jogo seguido sem derrota no campeonato.