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Goiás 0 x 3 Santos

Data: 08/12/2013, domingo, 17h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 38ª rodada (última)
Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia, GO.
Público: 25.238 pagantes
Renda: R$ 354.655,00
Árbitro: Jean Pierre Goncalves Lima (RS)
Auxiliares: Kléber Lúcio Gil e Carlos Berkenbrock (ambos de SC)
Cartões amarelos: Gustavo Henrique e Durval (S).
Cartão vermelho: Hugo (G)
Gols: Cícero (05-1) e Montillo (44-1); Montillo (32-2).

GOIÁS
Renan; Vítor, Ernando, Rodrigo e William Matheus; Amaral, Dudu Cearense (Ramon), Eduardo Sasha (Roni), Hugo e Renan Oliveira (Welinton Júnior); Walter (Léo Bonatini).
Técnico: Luís Fernando Flores (auxiliar)

SANTOS
Aranha; Cicinho, Gustavo Henrique, Durval e Eugenio Mena (Emerson); Alison (Alan Santos), Arouca, Cícero e Montillo; Geuvânio e Thiago Ribeiro (Everton Costa).
Técnico: Claudinei Oliveira



Goiás é derrotado pelo Santos e perde chance de chegar à Libertadores

Dois gols de Montillo e outro de Cícero deram a vitória ao time paulista, que deixa goianos fora do G4 do Brasileiro

Em partida disputada neste domingo no Estádio Serra Dourada, válida pela 38ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Goiás foi derrotado pelo Santos, por 3 a 0 (um de Cícero e dois de Montillo) e perdeu, além da quarta colocação na tabela de classificação, a oportunidade de disputar a Copa Libertadores em 2014.

O Goiás, que só precisava da vitória para se garantir na quarta colocação, foi prejudicado pelo resultado do Botafogo, que venceu o Criciúma e entrou no G4. A equipe comandada por Enderson Moreira permaneceu com 59 pontos e terminou a competição na sexta posição.

Por sua vez, o Santos, que não brigava por mais nada, ganhou uma posição e terminou o Brasileirão na sétima colocação, com 57 pontos. Esta é a melhor campanha da equipe paulista desde 2007, quando o time comandado por Vanderlei Luxemburgo ficou com o vice-campeonato, atrás apenas do campeão e arquirrival São Paulo.

O jogo

Antes do pontapé inicial, foi respeitado um minuto de silêncio, em homenagem ao ex-presidente sul-africano Nelson Mandela, que faleceu na última quinta-feira. Nos primeiros instantes da partida, os jogadores das duas equipes ficaram trocando passes, dando sequência aos protestos orquestrados pelo movimento Bom Senso FC, que pleiteia, entre outras melhorias, a mudança do calendário do futebol brasileiro.

O Santos abriu o placar aos cinco minutos de jogo. Após jogada pela direita, a defesa tirou mal e Arouca ficou com a sobra. O volante levantou na medida para Cícero, que cabeceou para baixo, marcando seu 16º gol no Campeonato Brasileiro.

No lance seguinte, o Goiás teve a chance de empatar. Dudu Cearense arriscou da entrada da área e a bola passou perto da trave direita defendida por Aranha, que já desistira do lance. Aos 18, Dudu cobrou falta na cabeça de Rodrigo, que cabeceou tirando de Aranha. Cicinho, em cima da linha, salvou o que seria o gol de empate.

Aos 33 minutos, após sobra de escanteio, o zagueiro Rodrigo lançou Hugo na grande área. Em posição duvidosa, o meia apareceu livre atrás dos zagueiros santistas, mas colocou muita força na finalização e mandou a bola por cima do gol.

O segundo gol santista saiu aos 44 minutos. Emerson avançou pela esquerda e tocou na área para Thiago Ribeiro. O atacante santista protegeu da marcação e rolou para Montillo, que aparecia atrás. O argentino acertou forte chute de primeira no canto direito de Renan.

Uma falha de Aranha, aos seis minutos da segunda etapa, quase proporcionou o primeiro gol ao Goiás. Rodrigo bateu falta com força no meio do gol, o goleiro santista espalmou para o meio da área e, no rebote, Vítor, dentro da pequena área, chutou por cima do travessão.

Aos 14 minutos, Cícero dominou na entrada da área, iludiu a marcação da defesa esmeraldina e finalizou de direita, acertando a trave de Renan. No contra-ataque seguinte, Thiago Ribeiro dominou na ponta esquerda, puxou para o meio e finalizou. A bola passou muito perto do poste esquerdo adversário.

O terceiro gol santista foi marcado aos 32 minutos. Em rápido contra-ataque, Geuvânio recebeu no meio e viu Montillo invadindo a área pela direita livre de marcação. Com um chute cruzado, de primeira, o argentino venceu o goleiro Renan e marcou seu segundo tento na partida.

Aos 45 minutos, Hugo se desentendeu com o meia Roni, seu companheiro de equipe, e recebeu o cartão vermelho de forma direta.

Em sua despedida, Durval comemora vitória com ‘honra e dignidade’

Zagueiro não terá seu contrato renovado e fez sua última partida pelo Santos no triunfo diante do Goiás

A partida entre Goiás e Santos, disputada neste domingo, no Estádio Serra Dourada, e vencida pelos paulistas por 3 a 0, marcou a despedida do zagueiro Durval. O jogador de 33 anos, que não terá seu contrato renovado pela diretoria, deixou o gramado comemorando o resultado, que garantiu ao Santos a sétima colocação no Campeonato Brasileiro, com 57 pontos.

“Não tínhamos nada a perder. Precisávamos terminar (o Brasileiro) com honra e dignidade. O 3 a 0 ficou de bom tamanho”, declarou Durval.

Contratado no começo de 2010, Durval fez neste domingo sua 249ª partida com a camisa do Santos. Em quatro anos, o zagueiro conquistou seis títulos – três Paulistas (2010, 2011 e 2012), uma Copa do Brasil (2010), uma Libertadores (2011) e uma Recopa Sul-Americana (2012).

A chegada da delegação santista a São Paulo deverá ocorrer nesta madrugada. A reapresentação do elenco está marcada para o próximo dia 6, no CT Rei Pelé, quando o Santos iniciará a preparação para o Campeonato Paulista, que começa dia 18 de janeiro.



Vídeos: (1) Gols e (2) melhores momentos

Santos 2 x 1 Atlético-PR

Data: 01/12/2013, domingo, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 37ª rodada (penúltima)
Local: Estádio Benedito Teixeira, em São José do Rio Preto, SP.
Público: 11.431 pagantes
Renda: R$ 235.940,00
Árbitro: Wagner Reway (MT)
Auxiliares: Marrubson Melo Freitas (DF) e Cleriston Clay Barreto Rios (SE).
Cartões amarelos: Edu Dracena e Alan Santos (S); Marcelo e Bruno Silva (A).
Gols: Marcelo (27-1) e Cícero (33-1); Cícero (31-2).

SANTOS
Aranha, Cicinho (Bruno Peres), Edu Dracena (Edu Dracena), Gustavo Henrique e Mena; Alan Santos, Marcos Assunção (Renato Abreu), Cícero e Montillo; Thiago Ribeiro e Geuvânio.
Técnico: Claudinei Oliveira

ATLÉTICO-PR
Weverton, Léo, Manoel, Luiz Alberto e Juninho; Deivid, Bruno Silva (Roger), João Paulo (Zezinho) e Everton; Marcelo e Ederson (Dellatorre).
Técnico: Vagner Mancini



Show de Cícero dá vitória ao Santos e complica Atlético-PR na briga pelo G4

Apesar do resultado, time paranaense ainda depende apenas do próprio resultado na última rodada para conquistar a vaga na Libertadores 2014

O Atlético-PR visitou o Santos em partida disputada em São José do Rio Preto precisando apenas de um empate para selar a classificação antecipada para a Copa Libertadores da América. O Furacão chegou a sair na frente do placa no Teixeirão, mas a atuação de gala de Cícero, que chegou aos 14 gols no Campeonato Brasileiro, deu a vitória de virada ao Peixe por 2 a 1 na 37ª rodada.

Os rubro-negros saíram em vantagem quando o time praiano era melhor em bela cabeçada de Marcelo após passe de Ederson. Também pelo alto, Cícero empatou ainda no primeiro tempo. Na reta final do segundo tempo, o meia fez golaço por cobertura e definiu a virada alvinegra. Com o resultado, os paranaenses param nos 61 pontos e podem perder a terceira posição para Goiás, Botafogo ou Vitória no próximo final de semana. O time da Vila Belmiro chega aos 54 em oitavo.

Na 38ª e última rodada da competição nacional, o Atlético-PR atua como mandante na Arena Joinville para encarar o Vasco da Gama às 17 horas (de Brasília) do próximo domingo. No mesmo horário, o Santos encerra suas atividades na frustrante temporada ao visitar o Goiás no Serra Dourada, em Goiânia.

O jogo

Prejudicadas pelo gramado ruim no interior de São Paulo, as duas equipes demoraram para conseguir colocar a bola no chão e a primeira chance de perigo saiu apenas aos 15 minutos. Geuvânio pegou rebote após levantamento de Walter Montillo e por pouco não conseguiu encobrir o goleiro Weverton.

Três minutos depois, a jovem revelação do Peixe voltou para ajudar a defesa, mas foi driblado por Ederson no bico esquerdo da área. O artilheiro do Brasileirão soltou uma bomba de perna direita e Aranha espalmou por cima do gol. Também com chute forte pela ponta, Thiago Ribeiro levantou a torcida alvinegra aos 26 minutos.

O Furacão saiu jogando rápido com o tiro de meta de Weverton até a bola encontrar Ederson pela meia direita. O centroavante mostrou que também pode trabalhar como garçom, levantou a cabeça e cruzou na medida para o meio da área santista. Marcelo passou como um raio entre os beques praianos e testou com estilo para acertar o ângulo direito de Aranha.

Em desvantagem no placar, o Santos passou a pressionar os atleticanos, que montaram forte barreira defensiva na entrada da área. Thiago Ribeiro e Alan Santos trocaram passes até a bola passar por Montillo e chegar em Geuvânio. O garoto acionou Cicinho na linha de fundo e o lateral direito cruzou por cima de Weverton para Cícero subir mais que João Paulo e empatar aos 33 minutos.

Na volta do intervalo, foi novamente o Peixe que chegou com perigo pela primeira vez. Com um minuto de etapa complementar, Montillo girou na grande área e bateu à direita de Weverton. A resposta rubro-negra saiu aos oito em chute de fora da área do lateral direito Léo e aos 12 com Everton perdendo boa chance após passe de Marcelo.

Vágner Mancini resolveu lançar Dellatorre na vaga de Ederson e a mudança quase surtiu efeito segundos após ser feita. O atacante cruzou rasteiro, Gustavo Henrique se atrapalhou e Aranha fez milagre para evitar o gol contra. O jovem beque se redimiu aos 27 minutos ao receber de Montillo e soltar pancada por cima da meta de Weverton.

O desespero começou a tomar conta do Atlético-PR e o Peixe soube aproveitar. Durval acertou lançamento primoroso do campo defensivo e encontrou Cícero nas costas da zaga. O meia-atacante comprovou a boa fase e tocou por cobertura para virar a partida no Teixeirão com um golaço e fazer a alegria da torcida no último jogo com mandante no ano.

Claudinei agradece elenco por empenho e supera campanha de Muricy

Técnico chegou aos 54 pontos no Brasileirão e tem um a mais do que o time treinado por Muricy Ramalho no ano passado

Ao bater o Atlético-PR de virada por 2 a 1 neste domingo, o Santos já superou a campanha do ano passado no Campeonato Brasileiro. Com 54 pontos, o Peixe ainda precisa encarar o Goiás na última rodada, mas já tem um ponto a mais do que o time treinado por Muricy Ramalho em 2012 e se garantiu como melhor equipe paulista na competição.

Atualmente no rival São Paulo, Muricy conduziu Neymar e companhia à décima colocação com 50 pontos. Na edição deste ano, o treinador deixou a Vila Belmiro com apenas um ponto conquistado na Série A. Claudinei Oliveira assumiu como interino, agradou no início do trabalho, mas mesmo com o resultado melhor do que o antecessor não será mantido no cargo para 2014.

“Representa muito para mim superar uma campanha do Muricy, um megacampeão. Ainda por cima não tive o Neymar, que é um dos melhores jogadores do mundo e já tinha ido para o Barcelona. Não sei se é pouco ou muito para a diretoria, mas para mim foi um ano positivo. Longe das tradições do clube, mas para mim foi muito bom pelos números”, ressaltou.

Para chegar aos 54 pontos, o comandante alvinegro precisou pedir ao elenco que não desanimasse nas rodadas finais do Brasileirão, mesmo já sem chances de classificação à Copa Libertadores da América. A conversa surtiu efeito e o Peixe venceu os dois últimos compromissos. Contra o Atlético-PR, principalmente, Claudinei se mostrou emocionado com a entrega do grupo em campo.

“Agradeço e muito a dedicação de todos os atletas. É só ver que ao terminar o jogo, todos eles estavam extenuados e caíram no chão. Cada um deu a vida, deu tudo, por eles mesmos e um pouquinho pelo pedido que fiz para sairmos honrados dos campeonato”, reconheceu o treinador, que reuniu os jogadores no centro do campo após a virada sobre o Furacão.

Para o atacante Thiago Ribeiro, o Santos seguirá com dedicação até o final da Série A para acabar com qualquer desconfiança sobre possível corpo-mole para beneficiar ou prejudicar adversários. Curiosamente, nas três rodadas derradeiras, o Peixe bateu o desesperado Fluminense e o Atlético-PR, que briga pela Libertadores. O Goiás, rival do próximo domingo, também sonha com a competição internacional.

“Nosso objetivo hoje é terminar na melhor condição possível. Temos que ter dignidade para ninguém falar depois que o Santos jogou meia-boca, que poderia ter ajudado outra equipe. Não temos que se preocupar com o problema dos outros. Estamos jogando para vencer e terminar com a melhor pontuação possível”, sentenciou.


Santos 1 x 0 Fluminense

Data: 24/11/2013, domingo, 17h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 36ª rodada (antepenúltima)
Local: Estádio Paulo Constantino, o “Prudentão”, em Presidente Prudente, SP.
Público: 4.369 pagantes
Renda: R$ 115.280,00
Árbitro: Francisco Carlos do Nascimento (Fifa-AL)
Auxiliares: Marrubson Melo Freitas (DF) e Esdras Mariano de Lima Albuquerque (AL).
Cartões amarelos: Rhayner e Digão (F); Mena e Arouca (S).
Gol: Thiago Ribeiro (19-2).

SANTOS
Aranha; Cicinho (Bruno Peres), Edu Dracena, Gustavo Henrique e Mena (Emerson Palmieri); Alison (Alan Santos), Arouca, Cícero e Montillo; Thiago Ribeiro e Geuvânio.
Técnico: Claudinei Oliveira

FLUMINENSE
Diego Cavalieri; Igor Julião, Leandro Euzébio, Anderson e Digão; Edinho (Marcelinho), Jean e Wagner; Rhayner, Samuel (Valencia) e Rafael Sobis (Biro Biro).
Técnico: Dorival Júnior



Thiago Ribeiro garante vitória do Santos contra o ameaçado Fluminense

Atacante marcou o único gol da partida que garantiu a vitória por 1 a 0 da equipe santista. A derrota deixa o time carioca em situação complicada, com risco de rebaixamento

Com maior volume de jogo ao longo das duas etapas, o Santos sofreu para transformar em gol sua superioridade no duelo contra o Fluminende, válido pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro e disputado em Presidente Prudente, no interior paulista. O gol de Thiago Ribeiro, aos 19 minutos da segunda etapa, garantiu a vitória por 1 a 0 da equipe Claudinei Oliveira.

O resultado aumentou a pontuação do Santos na tabela de classificação. O time praiano agora aparece com 51 pontos somados. Por outro lado, o Fluminense viu sua permanência na primeira divisão se complicar, ao estacionar nos 42 pontos.

O jogo:

Após o apito inicial, jogadores de Santos e Fluminense se sentaram no gramado e cruzaram os braços, repetindo o protesto que aconteceu em todas as partidas deste sábado. O movimento foi orquestrado pelo movimento Bom Senso FC., que pleiteia, entre outras melhoras, a redução do calendário do futebol brasileiro e o aumento de férias e pré-temporada.

O Santos chegou pela primeira vez com perigo aos seis minutos. Em jogada pelo meio, a defesa tricolor rebateu errado e a bola sobrou para Alison, que finalizou rasteiro. Diego Cavalieri se esticou e conseguiu mandar a bola para escanteio. No lance seguinte, Montillo fez jogada pela ponta esquerda e rematou de fora, obrigando o arqueiro do Flu a realizar nova boa defesa.

Com maior volume de jogo e mais criativo, o Santos teve sua segunda chegada efetiva aos 25 minutos. Mena recebeu de Thiago Ribeiro e cruzou à meia-altura. No rebote, Montillo finalizou de esquerda e Diego Cavalieri fez a defesa sem dificuldades.

Outras duas oportunidades saíram dos pés de Thiago Ribeiro. Aos 29, o atacante saiu mano a mano com Leandro Euzébio, livrou-se de marcação, passou por Rhayner, mas finalizou em cima de Anderson. Quatro minutos mais tarde, o camisa 9 santista ganhou dividida com Igor Julião, puxou para o meio e finalizou, acertando o lado de fora da rede.

Aos 38 minutos, após boa troca de passes do ataque santista, Cicinho entrou na área e foi tocado por Anderson. Os santistas reclamaram de pênalti, mas o árbitro considerou normal o contato entre os jogadores. Indignado com a decisão do juiz Francisco Carlos Nascimento, Claudinei reforçou a reclamação, e acabou expulso de campo.

O segundo tempo começou em ritmo lento. A primeira chance real foi criada aos 17 minutos, quando Geuvânio recebeu bom lançamento de Montillo, livrou-se da marcação de Anderson e finalizou nos pés de Diego Cavalieri.

Dois minutos mais tarde, o placar foi aberto. Geuvânio tocou para Arouca, que entrou na área e rolou para Thiago Ribeiro. O camisa 9 santista só teve o trabalho de empurrar a bola para o fundo das redes.

Aos 35, o Santos quase ampliou o marcador. Thiago Ribeiro fez jogada pela esquerda e rolou no meio para Cícero, que entrou na área, livrou-se de dois marcadores e finalizou. Diego Cavalieri se esticou e ainda viu a bola bater na trave.

Bastidores – Santos TV:

Atletas do Santos exaltam dignidade e profissionalismo após vencerem o Flu

Autor do gol que garantiu os três pontos à equipe paulista, o atacante Thiago Ribeiro disse que o time acabou compensado pela competência

Sem pretensões no Campeonato Brasileiro e já pensando no planejamento para 2014 – uma vez que o técnico Claudinei Oliveira já foi informado de que não permanecerá -, o Santos tinha todos os motivos para entrar desmotivado em campo neste domingo, contra o Fluminese. O que se viu em campo, no entanto, foi o contrário, e o Peixe se mostrou superior durante os 90 minutos da partida, que venceu por 1 a 0 .

“O profissionalismo tem que estar acima de tudo. Em um time grande como o Santos, temos que fazer o máximo para vencer”, disse o volante Arouca após a partida.

Autor do gol que garantiu os três pontos à equipe paulista, o atacante Thiago Ribeiro disse que o time acabou compensado pela competência.

“Quando você tem competência, a sorte anda ao lado. No primeiro tempo faltou capricho, mas também um pouquinho de sorte. No chute do Alison, no comecinho do jogo, o Cavalieri fez uma defesa espetacular. Pelo menos fizemos um (gol), o que é bom para terminar o ano de maneira digna”, declarou o camisa 9 santista.



Vitória 2 x 0 Santos

Data: 17/11/2013, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 35ª rodada
Local: Estádio Manoel Barradas (Barradão), em Salvador, BA.
Público: 13.738 pagantes
Renda: R$ 152.557,00
Árbitro: Sandro Meira Ricci (Fifa-PE)
Auxiliares: Elan Vieira de Souza e Albino Andrade Albert Junior (ambos do PE).
Cartões amarelos: Kadu (V); Alison, Emerson Palmieri e Bruno Peres (S).
Gols: Dinei (20-1) e Maxi (38-2).

VITÓRIA
Wilson; Ayrton, Victor Ramos, Kadu e Juan; Marcelo (Michel), Luís Cáceres e Escudero; Marquinhos (Danilo Tarracha), Dinei e William Henrique (Maxi Biancucchi).
Técnico: Ney Franco

SANTOS
Aranha; Bruno Peres (Cicinho), Edu Dracena, Gustavo Henrique e Emerson Palmieri; Alison (Willian José), Arouca, Cícero e Montillo; Geuvânio (Gabriel) e Thiago Ribeiro.
Técnico: Claudinei Oliveira



Vitória bate Santos no Barradão e mantém sonho vivo do G-4

O Vitória recebeu o Santos neste domingo, no Barradão, em Salvador, e derrotou o time alvinegro por 2 a 0. Concorrentes diretos na briga pelo G-4 na tabela do Campeonato Brasileiro, a equipe rubro-negra chegou aos 54 pontos e o sexto lugar, e agora está a apenas três pontos do último classificado para a Libertadores, o Grêmio.

Já a equipe do técnico Claudinei Oliveira, que vinha de uma vitória por 3 a 0 contra o Bahia na última quinta-feira, se distanciou ainda mais da zona de classificação e não tem mais chances de ir à Libertadores, permanecendo com 48 pontos e o 10º lugar. Com 72% da posse de bola, os anfitriões entraram em campo visivelmente superiores aos adversários, abrindo o marcador aos 21 minutos com Dinei, que recebeu de Escudero e mandou direto para o fundo das redes do goleiro Aranha.

Com a vantagem, o Vitória manteve o placar até o final da primeira etapa fechando a zaga e bloqueando as tentativas de ataque dos visitantes. Com uma segunda etapa pouco movimentada por parte do Santos, o Vitória pressionou mas só conseguiu ampliar a vantagem aos 38 minutos, com Maximiliano Biancucchi, que recebeu de Juan e selou a conquista que mantém vivo o sonho do time rubro-negro de classificação.

O jogo:

O Santos partiu para cima assim que a bola rolou e chegou com perigo no primeiro minuto da partida. Thiago Ribeiro roubou bola de Ayrton na esquerda e cruzou no segundo poste. Geuvênio apenas escorou para trás e Cícero bateu de primeira à esquerda de Wilson.

A resposta do Vitória saiu aos sete minutos. Juan entortou Bruno Peres na linha de fundo e tocou para William Henrique na grande área. O garoto adiantou demais a bola, mas acabou servindo de garçom para Ayrton chegar batendo. A bola inda desviou na defesa e quase encobriu Aranha. A partir dos 12 minutos, o jogo parecia ter desandado para os donos da casa.

Primeiro o rápido volante Marcelo sentiu lesão na coxa e deu lugar ao experiente Michel. Com o meio de campo mais pesado, os baianos não conseguiram segurar contra-ataque santista e a bola sobrou para Thiago Ribeiro. O camisa 9 entrou na área, deixou dois marcadores no chão e, mesmo com Wilson vendido, isolou.

O Vitória, então, decidiu não brincar com o azar e emplacou seu toque de bola em velocidade para abrir o placar no Barradão. Marquinhos recebeu na ponta direita e virou de trivela para Escudero na grande área. O argentino matou no peito já tirando a marcação de Bruno Peres e apenas rolou para Dinei estufar as redes. No lance seguinte, o centroavante quase ampliou em chute de longe.

Em desvantagem, o Santos passou a correr atrás do prejuízo e por pouco não empatou em finalização colocada de Thiago Ribeiro. Na sequência, Alison tentou cruzar, a bola caiu nas costas de Wilson e o goleiro teve de se esticar para espalmar. E para corrigir as falhas defensivas pela direita, Claudinei Oliveira sacou o amarelado Bruno Peres para a entrada de Cicinho.

Já Ney Franco foi mais uma vez obrigado a mexer no time por lesão. Marquinhos pediu para sair e o técnico lançou Danilo Tarracha na esquerda, com Juan passando a atuar como meia. As mudanças não melhoraram as equipes e o jogo caiu de qualidade significativamente no segundo tempo.

Melhor para o Vitória, que apenas administrava o jogo até ser coroado com o segundo gol. Aranha saiu mal do gol e a bola sobrou na esquerda para Cáceres. O volante inverteu na ponta direita para Maxi Biancucchi, que entrou na vaga de William Henrique. O argentino entortou dois marcadores e soltou balaço no ângulo para desencantar após longo período lesionado e fechar o placar.




Santos 3 x 0 Bahia

Data: 14/11/2013, quinta-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 34ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 15.273 presentes (13.597 pagantes e 1.676 não pagantes)
Renda: R$ 133.102,00
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (RJ).
Auxiliares: Bruno Boschilia e Ivan Carlos Bohn (ambos do PR).
Cartão amarelo: Helder (B).
Gols: Montillo (36-1); Cícero (20-2) e Cícero (25-2).

SANTOS
Aranha; Bruno Peres, Edu Dracena, Gustavo Henrique e Emerson Palmieri; Alison (Alan Santos), Arouca (Renato Abreu), Cícero e Montillo (Marcos Assunção); Thiago Ribeiro e Geuvânio.
Técnico: Claudinei Oliveira

BAHIA
Marcelo Lomba; Fabrício (Madson), Titi, Demerson e Raul; Hélder, Rafael Miranda, Fahel (Souza) e Marquinhos (Talisca); Wallyson e Obina.
Técnico: Cristóvão Borges



Com dois gols de Cícero, Santos se recupera e complica Bahia

Depois de série de dois empates e uma derrota, o time da Vila Belmiro fez 3 a 0 nos baianos e chegou aos 48 pontos, na parte intermediária da tabela

O Santos acabou com a série de três rodadas sem vitórias no Campeonato Brasileiro. Na noite desta quinta-feira, no estádio do Pacaembu, o time do técnico Claudinei Oliveira fez 3 a 0 sem sustos contra o Bahia , que se complicou na parte de baixo da classificação.

O destaque santista foi o meio-campista Cícero, que marcou o segundo e o terceiro gols da partida. Já quem abriu o placar foi o argentino Montillo. Apesar de não ter balançado as redes, Thiago Ribeiro também brilhou, participando dos gols de Cícero.

Depois de uma série de dois empates e uma derrota, o Santos volta a vencer e chegou aos 48 pontos, na parte intermediária da tabela. Já o Bahia acumula agora sete partidas seguidas sem ganhar no Brasileirão, permanecendo com 39 pontos, muito perto do perigo.

Assim como aconteceu nas partidas de quarta, o jogo no Pacaembu teve protesto dos jogadores no início. Os dois times entraram em campo carregando faixa com a seguinte mensagem: “Por um futebol melhor para todos”. Depois, quando o árbitro autorizou o início, os dois times trocaram passes, sem qualquer disputa, por pouco menos de um minuto. Só depois da manifestação o confronto realmente começou.

O jogo:

Apesar da necessidade dos dois times de voltar a vencer, ambos iniciaram a partida desorganizados em campo. O Bahia se concentrou apenas em buscar jogadas pela esquerda, com o lateral Raul e o atacante Wallyson. Já o Santos mostrou dependência por Montillo, com Geuvânio tentando arriscar também alguns lances.

O Peixe chegou a ter duas oportunidades em cobranças de faltas, mas desperdiçou ambas. Assim, a partida demorou a ter emoção. O primeiro lance de perigo saiu apenas aos 25 minutos, depois que Edu Dracena não conseguiu cortar lançamento. A bola sobrou para Wallyson, que rolou na direita para Obina arrematar cruzado, rasteiro. Aranha se esticou para salvar o time paulista.

A jogada acordou o Santos, que respondeu cinco minutos depois. Geuvânio dominou pela direita, cortou para o meio e bateu de pé esquerdo. Marcelo Lomba espalmou, e a bola ainda acertou o travessão antes de sair pela linha de fundo. Aos 36, o Peixe abriu o placar. Emerson pegou a bola pela esquerda, em rebote de Fabrício, e fez a assistência na meia-lua para Montillo, que driblou o marcador e bateu cruzado para fazer o gol.

Antes do fim do primeiro tempo, o Bahia desperdiçou boa chance de empatar. Marquinhos recebeu cruzamento da esquerda nas costas da zaga, com liberdade, mas não conseguiu dominar, quase na linha da pequena área, e Aranha ficou com a bola.

No segundo tempo, o Santos voltou melhor. Em cobrança de falta de Montillo da intermediária, Gustavo Henrique cabeceou, a bola desviou em Cícero e passou perto da trave. Depois do revés, Cristóvão Borges tirou o volante Fahel para colocar o atacante Souza, que, em sua primeira oportunidade, desperdiçou chance de frente para o gol.

Já o Santos não falhou na oportunidade seguinte. Aos 25, Thiago Ribeiro roubou a bola no meio-campo e lançou para Montillo, que ajeitou de cabeça para Cícero arrematar para as redes. A partir daí, o Santos só teve de administrar o resultado, sem ser incomodado pelo cada vez mais preocupado Bahia.

Bastidores – Santos TV:

Cícero divide méritos com colegas e mantém sonho por G-4

O meio-campista Cícero se destacou com dois gols na vitória por 3 a 0 do Santos sobre o Bahia, mas não assumiu a condição de herói do Santos na noite desta quinta-feira, no estádio do Pacaembu. O artilheiro do confronto preferiu manifestar seu reconhecimento aos colegas pela ajuda nos gols.

“Voltamos para o segundo tempo com a proposta de contra-ataque, porque sabíamos que eles sairiam para o jogo. Mas nosso time fez umas jogadas que eram ‘sacanagem’, com Montillo, Thiago Ribeiro e Geuvânio. É mérito de todo mundo”, afirmou.

O Santos abriu o placar com o meia argentino, que recebeu de Emerson, passou pela marcação e mandou para as redes. No segundo tempo, Thiago Ribeiro avançou pela direita e cruzou atrás da zaga para Cícero completar para o gol.

Pouco depois, o mesmo atacante roubou a bola no meio-campo e lançou para Montillo, que ajeitou de cabeça para Cícero marcar mais uma vez. Depois da vitória, o autor dos dois tentos manifestou seu sonho de chegar à zona de classificação para a Copa Libertadores.

“Nós queríamos o título e não conseguimos, mas estamos vivos pelo G-4 e vamos continuar lutando”, completou o atleta, lembrando que o Santoschegou aos 48 pontos, na parte intermediária da tabela da tabela do Campeonato Brasileiro. O quarto colocado é o Goiás, que tem 56.

‘Falso nove’, Montillo elogia Cícero e se apega a mínima chance de entrar na Libertadores

Ao lado de Cícero, o meia Montillo foi o destaque da vitória do Santos sobre o Bahia, por 3 a 0, na noite desta quinta-feira, no Pacaembu. O argentino explicou o posicionamento como ‘falso nove’,as dificuldades que encontra nesta posição, as chances pelo G-4 e também elogiou a fase do companheiro de equipe.

“Graças a Deus o time foi bem. O primeiro tempo foi equilibrado, mas depois do gol, a equipe ficou mais tranquila e conseguimos jogar muito bem. O Claudinei gosta de jogar com dois caras bem aberto e eu tento fazer esse falso nove. Tento entrar mais na área, confundir a marcação dos zagueiros. Quando dá certo, sempre sai jogadas muito boas. Às vezes, com a marcação mais forte, fica difícil. Mas a gente tem uma equipe com muita qualidade no meio campo. E temos o Cícero, que está acima da média, fazendo muitos gols”, afirmou o camisa 10.
O argentino comentou a boa atuação que teve no triunfo santista, elogiou o elenco e evitou fazer projeções caso não tivesse se lesionado com frequência na temporada.

“Jogando com jogadores qualidade ao lado, fica muito mais fácil para mim. É claro que ninguém quer se machucar. Não tem como saber se eu não estivesse machado. O nosso presente é esse, com 48 pontos. Ainda temos uma mínima chance de entrar no G-4. Espero que no nordeste (contra o Vitória), a gente consiga mais três pontos para continuar sonhando”, disse Montillo.

“Temos que ganhar todas as partidas. Começando por hoje. Já demos um passo. Tomara que a gente consiga. Enquanto tivermos chances, temos que acreditar. Obviamente, temos que fazer a nossa parte”, finalizou o meia à respeito sobre as chances de classificação para a Libertadores.