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Vasco 2 x 2 Santos

Data: 10/11/2013, domingo, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 33ª rodada
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, RJ.
Público: 56.756 presentes (50.421 pagantes)
Renda: R$ 767.190,00
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO).
Auxiliares: Marrubson Melo Freitas (DF) e Rafael da Silva Alves (RS).
Cartões amarelos: André e Yotún (V); Willian José e Geuvânio (S).
Gols: Bruno Peres (24-1), Gustavo Henrique (27-1); Edmilson (28-1) e André (33-2).

VASCO
Alessandro; Fagner, Jomar, Cris e Yotún; Abuda, Pedro Ken, Juninho Pernambucano (Jhon Cley, depois Bernardo) e Marlone; Reginaldo (André) e Edmilson.
Técnico: Adílson Batista

SANTOS
Aranha; Bruno Peres, Edu Dracena, Gustavo Henrique e Mena; Alison, Arouca, Cícero e Montillo; Geuvânio e Willian José (Alan Santos).
Técnico: Claudinei Oliveira



Com gol de André, Vasco arranca empate com Santos e sai da degola

Santos chegou a abrir 2 a 0 no placar, mas a equipe carioca empatou e subiu para os 37 pontos, passando o rival Fluminense na tabela

Com o Maracanã lotado, o Vasco ficou no empate em 2 a 2 com o Santos , neste domingo, pelo Campeonato Brasileiro. Os santistas chegaram a abrir 2 a 0, mas viram os cruzmaltinos correrem atrás da igualdade. Com o resultado, os cariocas estão com 37 pontos e passaram o Fluminense, saindo da zona de rebaixamento. Já os paulistas vão para 45 e ficam mais longe de disputar a Libertadores.

No primeiro tempo, o Santos aproveitou as falhas defensivas do Vasco para abrir 2 a 0, com gols de Bruno Peres e Gustavo Henrique. Os donos da casa ainda diminuíram na etapa inicial, com Edmílson. No segundo tempo, os cariocas pressionaram e chegaram ao empate com André.

O jogo:

Empurrado pela torcida, o Vasco começou a partida pressionando o Santos. No entanto, os cruzmaltinos tinham dificuldade em penetrar na área santista. Para piorar, aos oito minutos, Juninho Pernambucano saiu do jogo após sentir um problema muscular. Os paulistas aproveitaram espaço dado pelos cariocas para desperdiçarem a primeira boa chance do confronto, aos nove. Willian José foi lançado, entrou na área pela direita e chutou cruzado, mas viu a bola passar muito perto da trave e sair pela linha de fundo.

A saída do seu principal jogador mexeu com o Vasco, que caiu de rendimento e viu o Santos crescer na partida. Os visitantes passaram a chegar com facilidade ao ataque e abriram o placar aos 22 minutos. Bruno Peres recebeu pela direita, passou por Yotún e chutou colocado, no ângulo de Alessandro, que estava um pouco adiantado.

Mesmo depois do gol, o Vasco seguiu mostrando fragilidade e viu o Santos marcar seu segundo gol, aos 26 minutos. Em cobrança de falta na área, Gustavo Henrique apareceu livre para cabecear sem chance para Alessandro.

Quando parecia que os cruzmaltinos iriam sentir o novo revés, os donos da casa dimnuíram a vantagem, aos 28 minutos. Após cruzamento na área, Edmílson errou na primeira finalização, mas no rebote, contou com o desvio da zaga para colocar a bola na rede.

O gol animou o Vasco, que chegou com perigo dois minutos depois. André foi lançado na área e finalizou a esquerda da trave de Aranha. Só que a resposta do Santos veio aos 35. Montillo recebeu pela esquerda, puxou para o meio e finalizou para grande defesa de Alessandro. Nos minutos finais, o duelo ficou equilibrado, mas com o Santos chegando com mais perigo ao ataque. Antes do fim, Geuvânio cruzou rasteiro na área e Fagner quase colocou para a própria rede ao tentar cortar. Assim, os paulistas foram para o intervalo a frente no placar.

Na etapa final, o panorama seguiu o mesmo, com o Vasco tendo que atacar para buscar o empate e o Santos avançando nos contra-ataques. O primeiro lance de perigo aconteceu aos oito minutos. Após cruzamento na área, Jhon cabeceou para grande defesa de Aranha. A oportunidade animou os cruzmaltinos, que chegou novamente aos 13. Marlone recebeu pela esquerda, passou por um marcador e chutou colocado, mas viu Aranha mais uma vez salvar os santistas.

Só que a resposta do Santos veio no minuto seguinte. Após falha da zaga vascaína, a bola sobrou para Montillo. O argentino finalizou, mas parou em grande defesa de Alessandro.

Com o tempo, a partida ficou movimentada, com as duas equipes desperdiçando chances de marcar. O Santos pecava nos contra-ataques, enquanto que o Vasco errava nas finalizações. Edmílson e André viram seus chutes passarem muito perto da trave paulista. Depois foi a vez de Pedro Ken tentar e parar em Aranha, que passava a ser a grande figura do confronto.

Só que de tanto insistir, o Vasco conseguiu chegar ao empate aos 32 minutos. Em boa troca de passes, André recebeu na área e chutou cruzado. A bola foi mansamente na trave e entrou para a alegria da torcida no Maracanã.

Nos minutos finais, os cruzmaltinos pressionaram e ainda viram Pedro Ken acertar a trave esquerda de Aranha já nos acréscimos. Assim, o confronto terminou empatado no Maracanã.

Bastidores – Santos TV:



Santos 0 x 1 Cruzeiro

Data: 03/11/2013, domingo, 17h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 32ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 9.460 pagantes
Renda: R$ 278.156,00
Árbitro : Marcelo de Lima Henrique (Fifa-RJ)
Auxiliares: Bruno Boschilia (PR) e Neuza Inês Back (SC).
Cartões amarelos: Everton Costa e Cicinho (S); Tinga (C).
Gol: Everton Ribeiro (09-2).

SANTOS
Aranha; Cicinho, Edu Dracena, Gustavo Henrique e Mena; Alison (Alan Santos), Arouca, Cícero e Montillo; Everton Costa (Geuvânio) e Willian José (Victor Andrade).
Técnico: Claudinei Oliveira

CRUZEIRO
Fábio; Ceará, Dedé, Léo e Egídio; Lucas Silva, Nilton, Everton Ribeiro (Tinga) e Ricardo Goulart; Dagoberto (Elber) e Borges (Júlio Baptista).
Técnico: Marcelo Oliveira



Cruzeiro vence o Santos na Vila Belmiro e pode ser campeão na próxima rodada

Com gol de Everton Ribeiro, equipe venceu por 1 a 0 e pode conquistar o título no confronto contra o Grêmio, no Mineirão, no próximo domingo

Com um gol do meia Everton Ribeiro, no início do segundo tempo, o Cruzeiro alcançou mais uma importante vitória, em sua trajetória no Campeonato Brasileiro. Os mineiros derrotaram o Santos, por 1 a 0, na tarde deste domingo, na Vila Belmiro, e pode conquistar o título no 33ª rodada, contra o Grêmio.

O triunfo fora de casa manteve a equipe tranquila na liderança do Brasileirão, agora com 68 pontos, e está cada vez mais próximo do título nacional. Enquanto isso, os santistas caíram para a nona posição, com 44 pontos ganhos.

O jogo:

O Cruzeiro começou a partida melhor e, aos nove minutos, quase abriu o placar. O volante Nilton desviou de cabeça uma falta cobrada pelo lado esquerdo, mas o goleiro Aranha estava atento e praticou boa defesa.

O Santos respondeu dois minutos depois. O lateral-esquerdo Mena recebeu dentro da área e chutou cruzado, porém, o centroavante Willian José não conseguiu completar o lance. Mas a jogada estava paralisada por conta de um impedimento do atacante. .

Aos 18, o Cruzeiro voltou a assustar. O meia Everton Ribeiro recebeu do atacante Dagoberto e soltou a bomba, só que o zagueiro Gustavo Henrique tocou de cabeça na bola, desviando-a para escanteio.

Aos 23, após escanteio cobrado por Dagoberto, a bola sobrou dentro da área para a finalização de Nilton, mas a bola saiu à direita do gol de Aranha.

Superior em campo, o Cruzeiro quase abriu o placar aos 29, quando o meia Ricardo Goulart tabelou com o centroavante Borges, antes de chutar para o gol. A bola saiu à esquerda da meta santista.

No último lance de perigo do primeiro tempo, a equipe praiana quase marcou. Aos 39, o meia Montillo cobrou falta pela esquerda, o lateral-direito do time mineiro, Ceará, desviou contra a própria meta, quase surpreendendo o goleiro Fábio, que espalmou a bola para escanteio.

Após o intervalo, os alvinegros voltaram com o jovem atacante Victor Andrade no lugar do centroavante Willian José.

No entanto, foi o Cruzeiro quem conseguiu abrir o placar. Aos nove, Everton Ribeiro fez grande jogada individual, passando pelo chileno Mena, antes de deixar o volante Alison no chão, dentro da área, e chutar no canto esquerdo de Aranha, que não conseguiu evitar o gol: 1 a 0 para o Cruzeiro.

Com o gol, o técnico Claudinei Oliveira resolveu mexer mais uma vez no Santos. Aos 13, Everton Costa saiu para a entrada de Geuvânio, no ataque do Peixe. Na equipe mineira, o treinador Marcelo Oliveira trocou Borges pelo meia-atacante Júlio Baptista, aos 23.

Os visitantes, aliás, estiveram próximos de ampliarem o marcador, aos 26. Júlio Baptista fez grande lance individual pela esquerda e tocou para a entrada da área. Everton Ribeiro finalizou de perna esquerda, mas não foi feliz no chute, desperdiçando uma grande oportunidade para o Cruzeiro.

Os santistas voltaram a assustar com Geuvânio, aos 33. O jovem atacante fez bela jogada na meia direita e bateu de perna esquerda, para grande defesa de Fábio.

Nos minutos finais, Claudinei queimou a sua última substituição, trocando Alison por Alan Santos, no meio-campo. Os mineiros tiveram Dagoberto dando lugar a Elber e Everton Ribeiro saindo para a entrada do volante Tinga.

Antes do apito final, aos 39, o Cruzeiro quase ampliou com Elber, que mandou a bola para fora, depois de grande jogada de Ricardo Goulart.

Após derrota para líder, torcedores do Santos protestam em frente a vestiário

Membros de torcida organizada reclamaram do técnico Claudinei Oliveira e cobraram a diretoria do clube
Após a derrota do Santos para o líder Cruzeiro , na tarde deste domingo, na Vila Belmiro, a torcida resolveu protestar contra a campanha da equipe no Campeonato Brasileiro. Membros da principal torcida organizada santista promoveram uma manifestação na porta do vestiário do time, cobrando a direção. O técnico Claudinei Oliveira também foi alvo de reclamações.

“A paciência acabou” e “Não é mole, não… contrata jogador, Comitê de Gestão”, dentre outros gritos foram entoados pela torcida.

Durante a partida, a torcida já havia se manifestado, principalmente com vaias ao atacante Everton Costa, substituído no início do segundo tempo por Geuvânio.

Indagado sobre o tema, Claudinei viu a situação como natural do futebol e disse não ver algo direcionado contra o seu trabalho no Santos. “É justo. O resultado não foi bom, o torcedor tem o direito de se manifestar democraticamente. Não houve nenhum ato de violência, isso é o mais importante. Durante os 90 minutos, eles nos incentivaram. Penso que o torcedor que gosta de mim, vai continuar gostando. Quem não gosta, aproveita uma oportunidade para xingar. Mas entendo o desabafo do torcedor e não vejo nada que tenha sido engendrado”, disse.




Vídeos: (1) Gols e (2) melhores momentos.

Corinthians 1 x 1 Santos

Data: 27/10/2013, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 31ª rodada
Local: Arena Fonte Luminosa, em Araraquara, SP.
Público: 17.949 pagantes
Renda: R$ 587.694,00
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Auxiliares: Fábio Rogério Baesteiro (SP) e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo (SP).
Gols: Douglas (26-1); Gustavo Henrique (16-2).

SANTOS
Aranha; Cicinho, Edu Dracena, Gustavo Henrique e Mena (Emerson); Alison, Arouca, Cícero e Montillo (Alan Santos); Willian José (Victor Andrade) e Everton Costa.
Técnico: Claudinei Oliveira

CORINTHIANS
Walter; Edenílson, Gil, Paulo André e Alessandro; Ralf, Guilherme (Rodriguinho), Diego Macedo (Alexandre Pato), Renato Augusto (Danilo) e Douglas; Emerson Sheik.
Técnico: Tite



Walter e a trave garantem empate nos 100 anos de Corinthians x Santos

No fim, Everton Costa chuta em cima do goleiro e Douglas carimba o poste. Em resultado ruim para ambos, Peixe ainda sonha com a Libertadores

De um lado, Walter. Do outro, a trave. Não se pode acusar Corinthians e Santos de não terem tentado a vitória no clássico em Araraquara. O goleiro do Timão evitou gol de Everton Costa, sozinho na área. Já Douglas, que já havia marcado um, carimbou o poste a minutos do fim. Esforço, brios… Mas nada que tenha evitado um desanimador 1 a 1. Ruim para ambos, que comemoram em 2013 os cem anos de um clássico que até valeu uma taça simbólica, conquistada pelo Timão nos critérios de desempate (cartões recebidos), mas representou pouco em termos de classificação no Brasileiro.

O placar foi ruim, mas perfeito para refletir as temporadas de um Timão, apesar dos títulos paulista e da Recopa, muito aquém do que se imaginava, e um Peixe que tenta se redescobrir após a saída de Neymar. No time alvinegro da capital, é tão difícil, mas tão sofrido fazer um gol, que Douglas comemorou o seu na maca, já que se chocou com Arouca ao cabecear. No praiano, ao menos ainda segue viva a chama da Libertadores. Se Grêmio ou Atlético-PR vencerem a Copa do Brasil, o G-4 vira G-5. Neste momento, cinco pontos separam o Santos do Goiás, quinto colocado.

Vaias antes e depois do clássico. Antes, só para Alexandre Pato, ainda resultado da cobrança de pênalti que dormiu nas mãos de Dida. Depois, para todos. O pacto que os corintianos haviam anunciado para vencerem todos os jogos até o fim de 2013 já cai por terra na primeira oportunidade. O time não vence duas seguidas no Brasileiro desde o início de agosto, quando bateu Grêmio e Criciúma.

Já eliminados da Copa do Brasil, os alvinegros paulistas vão descansar e treinar durante essa semana, e voltarão a campo somente no próximo domingo. O Timão vai a Salvador, onde enfrentará o Vitória, que também faz parte da briga por uma vaga na Libertadores. Já o Peixe terá um difícil compromisso contra o líder e quase campeão Cruzeiro, na Vila Belmiro. Ambas as partidas serão realizadas às 17h.

O jogo

Os corintianos revelaram um pacto para vencerem todos os jogos até o fim do ano após a eliminação na Copa do Brasil, nos pênaltis, na cavadinha de Pato, contra o Grêmio. Deviam ter feito pacto antes, pensaram os torcedores no primeiro tempo em Araraquara. Não que tenha sido uma maravilha, mas a disposição, a pegada, o ritmo da equipe ao menos lembrou, de longe, no fundo da memória, seus melhores momentos.

É verdade também que Paulo André teve atuação segura na defesa, e Renato Augusto deu toque de qualidade ao setor ofensivo. Talvez tenham sido os melhores. Mas o símbolo da mudança de atitude foi Emerson. Em temporada apagada, um dos heróis do inesquecível ano de 2012 correu demais. Começou o jogo pela esquerda, onde chutou com perigo para defesa de Aranha. Foi para a direita, e lá cruzou para Douglas marcar. E terminou como centroavante, perdendo chance incrível após ganhar de Cicinho.

O Santos se assustou com o ímpeto do rival. Talvez estivesse acostumado ao marasmo habitual. Encolhido, o Peixe deixou Willian José isolado à frente, e o resto do time foi sendo sufocado pela pressão do Corinthians, que sofreu no início pela ausência de um atacante com características para atuar dentro da área: Guerrero está machucado, e Pato machucou tanto a torcida com seu pênalti displicente que ficou no banco – e foi muito hostilizado.

Quando Cícero participou mais da partida, o Peixe cresceu. Ele apareceu na área para concluir de cabeça, sua especialidade, bom cruzamento de Mena. Walter espalmou. Aranha não teve a mesma sorte. Douglas cabeceou para o fundo do gol após passe de Sheik, e comemorou na maca, já que Arouca acertou, sem querer, seu nariz.

Edu Dracena, Gil, Everton Costa… Tantos poderiam ter decidido o clássico. Mas só Gustavo Henrique, zagueiro de 18 anos que talvez nem devesse estar na área do rival, conseguiu. Aproveitou o domínio errado de Everton Costa para ganhar de Walter e garantir o ponto do Peixe.

O Santos tinha de se soltar. Precisava avançar. Não havia o que fazer após 45 minutos de apenas uma chance. Os laterais passaram a atacar mais, com as coberturas de Arouca e Alison. Ao menos virou um clássico de verdade, equilibrado. Cícero continuou sendo o mais perigoso. Ele bateu falta com força, da entrada da área, e novamente parou em Walter.

Tite já havia avisado que Renato Augusto não aguentaria os 90 minutos, resultado de uma artroscopia no joelho direito. Mas os torcedores que não receberam o aviso reclamaram quando ele foi substituído por Danilo. Compreensível. O camisa 8 dá um toque diferente ao time. Fez muita falta na temporada ao se lesionar demais.

Edu Dracena cabeceou para fora, sozinho, após cobrança de falta de Montillo. Eram tantos jogadores do Santos livres que até ele deve ter pensado estar impedido. Não estava. Gil também estava sozinho, e também cabeceou para fora. Zagueiro-artilheiro só Gustavo Henrique.

O estádio ficou barulhento quando Tite chamou Alexandre Pato. Ele foi vaiado, aplaudido, fotografado, xingado… E entrou na vaga de Diego Macedo. Não fez nada de mais nem de menos. Apenas torceu. Torceu muito para que Everton Costa perdesse o gol. Lançado na área, ele estava livre, mas não se livrou de Walter. Chutou em cima do goleiro.

Pato torceu também para o chute de Douglas entrar. Não entrou. Carimbou a trave. Foi o último ato de um clássico que mereceu aplausos pela dedicação, não pela qualidade.

Corinthians leva título simbólico contra o Peixe por tomar menos cartões

Em ‘campeonato à parte’, pelos cem anos do clássico, Corinthians fica com título simbólico por levar um cartão amarelo a menos nas duas partidas

O Corinthians ganhou o título simbólico colocado em jogo na tarde deste domingo, na Arena da Fonte Luminosa, em Araraquara, pelo centenário do clássico contra o Santos. Com o empate por 1 a 1 – mesmo resultado da partida na Vila Belmiro, no dia 7 de agosto, o Timão levou a melhor por ter acumulado um cartão amarelo a menos que o rival no primeiro confronto. Caso as equipes também estivessem iguais neste critério, o título seria decidido no par ou ímpar (veja os melhores momentos do clássico deste domingo no vídeo acima).

O árbitro Leandro Pedro Vuaden não aplicou nenhum cartão na tarde deste domingo, no interior paulista. Assim, foram levadas em conta apenas as advertências da partida na Baixada. Pelo Timão, Douglas e Edenílson foram advertidos com cartões amarelos, enquanto Paulo André acabou expulso. Pelo Peixe, um amarelo a mais: Neilton, Alison e Edu Dracena, além de Willian José, que recebeu o vermelho.

Corinthians e Santos se enfrentam cinco vezes em 2013. Além dos dois empates nas partidas no Brasileirão, pelo Campeonato Paulista, foram três jogos: empate sem gols pela primeira fase, vitória por 2 a 1 do Timão no jogo de ida da final, no estádio do Pacaembu, e empate por 1 a 1 no jogo de volta, na Vila Belmiro – resultado que deu o título estadual à equipe comandada por Tite.

Santistas deixam o clássico lamentando oportunidades perdidas

Resultado de 1 a 1 com o Corinthians deixa a equipe mais distante de vaga na Libertadores

Os santistas deixaram o gramado da Fonte Luminosa neste domingo lamentando as chances perdidas quando o placar do clássico contra o Corinthians já marcava 1 a 1, que viria a ser o resultado final. O capitão Edu Dracena destacou oportunidade desperdiçada por ele aos 29 minutos do segundo tempo, quando subiu sozinho de cabeça, mas não conseguiu direcionar a finalização para o gol.

“Não poderia ter errado nunca. A gente podia ter matado o jogo naquele lance”, declarou Edu Dracena em entrevista à TV Bandeirantes.

Aos 36, o Peixe perdeu outra chance, desta vez nos pés de Everton Costa, que tabelou com Willian José e saiu na frente de Walter. O atacante santista finalizou em cima do goleiro corintiano.

“Tentei tirar (a bola) dele, mas infelizmente ele fez uma bela defesa. Só erra quem está ali dentro. Mas bola para a frente”, afirmou Everton Costa ao Premiere FC.

O empate deixou o Santos com 44 pontos, a oito do G-4. No próximo domingo, a equipe praiana enfrenta o líder do Brasileirão, Cruzeiro, na Vila Belmiro.

Gustavo Henrique celebra gol que garantiu empate contra o Corinthians

“Foi um bate-rebate, e a gente conseguiu fazer o gol”, avaliou o jovem zagueiro do Santos

O zagueiro Gustavo Henrique ganhou a posição de titular no Santos nesta edição do Campeonato Brasileiro, relegando Durval, que formava a dupla com Edu Dracena desde o início de 201,0 ao banco. E, neste domingo, quando fazia seu primeiro clássico contra o Corinthians como profissional, o defensor marcou o gol que garantiu o empate ao Peixe.

“Foi um bate-rebate, e a gente conseguiu fazer o gol. Eu vi que a bola estava vindo na minha direção, mas não consegui pegar, aí ela sobrou para o Everton (Costa), que chutou. Depois, consegui pegar o rebote”, disse o zagueiro.

O gol santista, marcado aos 16 minutos do segundo tempo, teve origem nos pés de Gustavo Henrique, que saiu do campo de defesa e tocou para Mena. O chileno foi à linha de fundo e cruzou. Everton Costa perdeu o domínio da bola e o próprio Gustavo Henrique, na verdade, finalizou. No rebote do goleiro Walter, o zagueiro mandou a bola para o fundo das redes.

“Eu imaginei que aquela bola poderia ira para a área. Como sou alto, resolvi me posicionar lá, e, graças a Deus, deu certo”, disse o zagueiro de 1,93m.

Claudinei minimiza influência de Zinho em substituição no time do Santos

“De maneira alguma. Ele está ali para tentar ajudar. Todos queremos vencer. Essa figura do auxiliar fora de campo não tem tanta influência nos jogos na Vila”, disse o treinador

O principal assunto da entrevista coletiva concedida pelo técnico do Santos, Claudinei Oliveira, após o empate nclássico contra o Corinthians , disputado neste domingo, em Araraquara, foi uma substituição. Aos 38 minutos, o treinador santista colocou o jovem Victor Andrade no lugar de Willian José, uma mudança que teria sido sugerida pelo gerente de futebol santista, Zinho, que acompanhava a partida no banco de reservas.

Arzul, preparador de goleiros do Santos, segundo as palavras do próprio Zinho, sugeriu ao dirigente a substituição de Willian José, que parecia cansado. O gerente de futebol, então, teria sugerido a mudança ao auxiliar técnico de Claudinei, Marcelo Fernandes.

“Ele (Zinho) não me chamou para passar orientação. O treinador normalmente trabalha com dois auxiliares técnicos, mas eu só tenho um. O Nei Pandolfo (antigo gerente de futebol) ficava na cabine e me passava o que via, porque debaixo a gente não tem a mesma visão. Hoje, não podemos mais usar o rádio. O Zinho chamou o Marcelo e falou que o jogador estava desgastado. Então, achei que era o momento de colocar o Victor e tirar o Willian José”, declarou Claudinei.

O treinador santista negou que Zinho interfira na escalação do time. “De maneira alguma. Ele está ali para tentar ajudar. Todos queremos vencer. Essa figura do auxiliar fora de campo não tem tanta influência nos jogos na Vila. O caso de hoje foi pontual. O trabalho do Zinho tem ajudado bastante. Aqui, não tem vaidade. É algo normal de quem quer ajudar. Pensar que alguém vai escalar o meu time é não me conhecer”.

Claudinei pede definição da diretoria sobre sua permanência no Santos

Técnico santista disse que não pode esperar até o dia 31 de dezembro, pois não quer ficar à margem do mercado, após as definições para a próxima temporada

Mesmo efetivado oficialmente desde o final de agosto, o técnico Claudinei Oliveira é frequentemente questionado sobre sua permanência no Santos em 2014. Na entrevista coletiva que concedeu em Araraquara, após o clássico deste domingo contra o Corinthians, o treinador santista pediu publicamente pela primeira vez que a diretoria se posicione em relação ao seu futuro.

“O presidente parece estar satisfeito com o meu trabalho, mas ainda não confirmou a minha permanência. Eles (dirigentes) devem julgar que o que eu fiz até agora não garante a minha permanência”, disse Claudinei.

Apesar de elogiar a atual comissão técnica santista, o gerente de futebol do clube praiano, Zinho, já disse em mais de uma oportunidade que a manutenção de Claudinei está condicionada aos resultados conquistados pela equipe. “Preciso definir a minha vida também, não posso esperar até o dia 31 de dezembro, porque senão não ouço outras propostas. Quando tiver uma definição, espero que me falem, para eu não ficar à margem do mercado em 31 de dezembro, depois que todos os clubes já tiverem definido seus treinadores”, declarou o técnico santista.

Claudinei Oliveira assumiu o comando do Santos no dia 31 de maio, após a demissão de Muricy Ramalho. O momento de maior turbulência por que passou o treinador foi após a goleada de 8 a 0 contra o Barcelona, no começo de agosto. A recuperação do time no Campeonato Brasileiro, no entanto, garantiu a permanência de Claudinei, que assinou novo contrato e ganhou reajuste salarial.

Náutico 1 x 5 Santos

Data: 19/10/2013, sábado, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 30ª rodada
Local: Arena Pernambuco, em Recife, PE.
Público: 5.452 presentes (4.494 pagantes e 958 não pagantes)
Renda: R$ 116.980,00
Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Auxiliares: Enoque Costa Pacheco (AP) e Francisco Rudson Rocha Aquino (CE).
Cartões amarelos: Martinez, Elicarlos e Tiago Real (N); Cicinho, Edu Dracena e Everton Costa (S).
Gols: Thiago Ribeiro (01-1), Cícero (21-1), Everton Costa (24-1) e Cicinho (26-1); Maikon Leite (05-2) e Cícero (44-2).

NÁUTICO
Ricardo Berna; João Filipe, Alison (Maranhão), William Alves e Bruno Collaço; Elicarlos, Martinez, Peña (Marcos Vinícius) e Tiago Real; Rogério (Hugo) e Maikon Leite.
Técnico: Marcelo Martelotte

SANTOS
Aranha; Cicinho (Bruno Peres), Edu Dracena, Gustavo Henrique e Mena; Alison, Arouca (Alan Santos), Cícero e Montillo (Renato Abreu); Thiago Ribeiro e Everton Costa.
Técnico: Claudinei Oliveira



Com primeiro tempo avassalador, Santos goleia e afunda Náutico

Após abrir o placar com menos de um minuto de jogo, Santos deslanchou e não tomou conhecimento do Náutico, na Arena Pernambuco

Sem grandes dificuldades, o Santos derrotou o Náutico por 5 a 1 na noite deste sábado, na Arena Pernambuco. O time paulista construiu boa parte da goleada no primeiro tempo, com os gols de Thiago Ribeiro, Cícero, Everton Costa e Cicinho. Maikon Leite descontou para os donos da casa, na segunda etapa, que ainda sofreram mais um gol de Cícero, no final do confronto.

Com o triunfo, os santistas subiram provisoriamente para a sexta posição, com 43 pontos. Enquanto isso, os pernambucanos seguem na lanterna, com apenas 17 pontos ganhos, e cada vez mais próximos do rebaixamento para a Série B do Brasileirão.

O jogo:

O Santos começou a partida dando mostras da sua superioridade técnica. Com menos de um minuto de jogo, o zagueiro Alison errou a saída de bola, que parou nos pés de Thiago Ribeiro. Com tranquilidade, o atacante bateu no canto direito do goleiro Ricardo Berna, que nem se mexeu: 1 a 0 para a equipe praiana.

O Peixe quase ampliou a sua vantagem, aos oito, quando Thiago Ribeiro recebeu na ponta esquerda, driblou o marcador, deixando Cícero na cara do gol. O meia chutou forte, exigindo grande defesa de Ricardo Berna.

O Náutico assustou aos 17, em jogada individual do atacante Rogério, que passou por Cicinho, batendo cruzado, para uma boa defesa de Aranha.

Melhor em campo, o time santista chegou ao segundo gol, com Cícero. Aos 21, o meio-campista puxou contra-ataque e, sem receber combate dos defensores do Timbu, soltou a bomba de fora da área, sem chance de defesa para Berna, marcando o segundo tento alvinegro no confronto.

Em ritmo forte, o Santos chegou ao terceiro gol, rapidamente. Aos 24, a zaga do Náutico afastou mal um cruzamento para a área, o goleiro não saiu bem do gol, perdendo a disputa de bola aérea com o atacante Everton Costa, que balançou as redes pernambucanas.

Dois minutos mais tarde, o Peixe anotou o seu quarto tento no duelo. O lateral-direito Cicinho fez bom lance individual, cortando para o meio e finalizando de perna esquerda, vencendo Ricardo Berna: 4 a 0 para os santistas.

Com a grande vantagem no marcador, a equipe praiana passou a administrar o placar, até o intervalo do jogo.

Os pernambucanos, que voltaram com Marcos Vinícius no lugar de Peña e Maranhão na vaga de Alison, descontaram com Maikon Leite, no início do segundo tempo. Aos cinco, o atacante recebeu pela direita e soltou a bomba, sem chances de defesa para Aranha, descontando para os donos da casa.

Após o susto do gol do Náutico, o time da Vila Belmiro voltou a levar perigo ao gol de Ricardo Berna. Em duas oportunidades, os alvinegros quase ampliaram. A primeira, aos 11, com Cícero arrematando para fora, frente a frente com o arqueiro do Timbu. Um minuto depois, Montillo puxou rápido contra-ataque e acionou Cicinho, que fintou a marcação e quase anotou mais um para o Santos, de perna esquerda. A zaga do Timbu salvou, tocando para escanteio.

O Náutico voltou a dar trabalho para Aranha, aos 19, em cobrança de falta do volante Martinez. O experiente meio-campista bateu forte para o gol, exigindo uma grande defesa do camisa 1 do Peixe.

A vantagem santista fez com que o técnico Claudinei Oliveira retirasse Montillo, para a entrada de Renato Abreu. Cicinho também saiu para que Bruno Peres entrasse no jogo. No Timbu, Rogério deixou o gramado para a entrada de Hugo, no ataque.

Os alvinegros estiveram próximos do quinto gol, mais uma vez, com Thiago Ribeiro chutando na trave, uma bola tocada de cabeça por Cícero, aos 25.

Por último, aos 30, Claudinei retirou o volante Arouca da partida, colocando Alan Santos em seu lugar, para os minutos finais do confronto.

O Santos voltou a assustar Ricardo Berna, aos 36, quando Cícero invadiu a área da equipe pernambucana e soltou a bomba. Atento, o goleiro do Náutico evitou mais um gol dos paulistas.

O meia santista estava determinado a voltar a balançar as redes e conseguiu, aos 44. Cícero arriscou de fora da área, superando Berna e decretando os números finais da partida: 5 a 1 para o Peixe.

Bastidores – Santos TV:

Cícero elogia postura em goleada e vê melhora no Santos

Autor de dois gols na goleada do Santos sobre o Náutico, por 5 a 1 , na noite deste sábado, na Arena Pernambuco, o meia Cícero elogiou a postura do time praiano, neste jogo. Segundo o meio-campista, o Peixe entrou concentrado em não dar chances para uma surpresa, diante do lanterna do Campeonato Brasileiro.

“A gente sabe da situação do Náutico, mas era um jogo em que se você entra devagar, pode complicar. Felizmente, a equipe manteve o foco para ‘matar’ a partida e conseguiu um bom resultado”, disse Cícero, antes de destacar o desempenho dos santistas no Brasileirão.

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Com o triunfo sobre o Timbu, a equipe alvinegra alcançou os 43 pontos e, provisoriamente – já que ainda haverá o complemento da rodada -, subiu para o sexto lugar na tabela do Brasileirão.

O meia reconheceu que o Santos sofreu com altos e baixos durante a competição, mas acredita que o time subiu de produção, nas últimas rodadas. “A gente está tentando achar esse equilíbrio no campeonato. Não só a gente, mas a maioria das equipes. Nos últimos três jogos, somamos sete pontos (vitórias sobre Ponte Preta e Náutico, além de um empate com o Internacional-RS), e o negócio é sempre somar”, concluiu.



Santos 0 x 0 Internacional

Data: 16/10/2013, quarta-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 29ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 3.486 pagantes
Renda: R$ 99.863,00
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Auxiliares: Bruno Raphael Pires (GO) e Ricardo Bezerra Chianca (PE).
Cartões amarelos: Bruno Peres e Emerson Palmieri (S); Juan e João Afonso (I).

SANTOS
Aranha; Bruno Peres, Edu Dracena, Gustavo Henrique e Emerson Palmieri; Alison, Arouca, Cícero e Montillo; Thiago Ribeiro (Neílton) e Everton Costa.
Técnico: Claudinei Oliveira

INTERNACIONAL
Muriel; Gabriel, Jackson, Juan e Kleber; Willians, João Afonso, Jorge Henrique, D’Alessandro e Alex (Scocco); Leandro Damião (Nathan).
Técnico: Clemer



Santos e Inter desperdiçam chances e ficam no empate sem gols na Vila

Empate levou o time paulista aos 40 pontos, enquanto os gaúchos chegam aos 41 pontos. Ambos perderam chance de se aproximar do G4

Em jogo disputado, com direito até a interrupção no segundo tempo, por queda parcial de energia no estádio, Santos e Internacional empataram por 0 a 0, na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro. As duas equipes criaram boas chances de gol, mas não conseguiram o resultado positivo.

O empate levou o Peixe para a oitava posição no Campeonato Brasileiro, com 40 pontos. Enquanto isso, o Colorado ocupa temporariamente a sexta colocação, com 41 pontos.

O jogo:

A partida começou com uma boa chance de gol dos visitantes. Aos dois minutos, o centroavante Leandro Damião arriscou chute, a bola desviou na zaga do Santos e foi no canto esquerdo alto do goleiro Aranha, que fez grande defesa.

O Peixe respondeu pouco depois. Aos quatro, o meia Montillo finalizou da entrada da área, pelo lado direito, e quase surpreendendo Muriel. Só que o goleiro do Colorado estava atento e espalmou a bola em direção aos seus defensores, que ainda cederam escanteio.

Os gaúchos voltaram a assustar aos 13, quando o meia Alex cobrou escanteio pela esquerda, na cabeça do zagueiro Juan. O experiente jogador cabeceou à direita do gol de Aranha, quase marcando para o time visitante.

Em jogo equilibrado, a equipe praiana não demorou para, também, levar perigo a meta defendida por Muriel. Aos 20, o zagueiro Gustavo Henrique acertou boa cabeçada, com o arqueiro do Inter realizando mais uma boa intervenção.

A última boa chance de gol do primeiro tempo pertenceu ao Colorado. Aos 34, Alex escorregou na tentativa do arremate, oferecendo a bola para Damião, que tocou de leve, mas viu a sua finalização passar a centímetros da trave esquerda alvinegra.

Na volta do intervalo, o Internacional esteve perto do gol, logo aos seis minutos. O lateral direito Gabriel invadiu a área e soltou a bomba, exigindo uma grande defesa de Aranha, que espalmou a bola e salvou o Santos de sair atrás no placar.

Na tentativa de buscar o resultado positivo fora de casa, o técnico colorado, Clemer, sacou o experiente Alex para a entrada do atacante Scocco, aos 12. O próprio argentino quase balançou as redes, em cobrança de falta, aos 17.

Após o perigoso chute de Scocco, aos 20, houve uma queda parcial da energia elétrica no estádio. Depois de 15 minutos de paralisação, com a iluminação já restabelecida, o árbitro reiniciou o confronto.

O Inter quase marcou com o volante João Afonso, aos 42. O meio-campista arriscou chute forte da intermediária, que passou à direita de Aranha, muito próxima ao gol santista.

A resposta do Peixe veio aos 45, quando Montillo recebeu dentro da área, fez o giro e quase acertou o canto direito de Muriel, mas a bola saiu rente ao poste do time gaúcho.

A equipe praiana esteve muito próxima do gol, aos 54, com Everton Costa. O argentino Montillo insistiu na jogada, em disputa com os zagueiros colorados, e tocou para o atacante, que tentou o domínio e não conseguiu completar para o fundo das redes, perdendo a melhor chance alvinegra no duelo.

Nos minutos finais, o Santos pressionou bastante, porém, não conseguiu acertar as finalizações e o empate perdurou até o último apito do árbitro.

Bastidores – Santos TV: