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Dirigente prometeu aproximar o torcedor do clube e criar um parque temático

Depois de diversas confusões, o Santos finalmente tem um presidente eleito para o trênio de 2015-2017. Com 1.321 votos, Modesto Roma Júnior, jornalista de 62 anos, residente na cidade praiana, foi eleito o mandatário santista na noite deste sábado (13), pela chapa de número quatro, para suceder Odílio Rodrigues.

No total 14 urnas de papel contabilizaram os votos, sendo dez na Vila Belmiro e quatro na Federação Paulista de Futebol, em São Paulo. Na capital paulista, 1.110 pessoas votaram, sendo que José Carlos Peres venceu, com 407 votos.

Modesto Roma Júnior, da Chapa 4 (Santos Gigante), venceu a eleição com 1.321 votos, ele ficou à frente de José Carlos Peres, da Chapa 1 (Santos Vivo), que teve 1.139 sufrágios. Fernando Silva, da Chapa 5 (Mar Branco), ficou em terceiro lugar, com 1.077. Na quarta colocação ficou Orlando Rollo, da Chapa 3 (Pense Novo Santos), com 855. O quinto e último lugar ficou com Nabil Khaznadar, representante da situação, da Chapa 2 (Avança Santos), com 735 votos.

Desde o início de sua campanha, Modesto demonstrou que queria fazer mudanças no organograma do clube. Uma de suas principais propostas é trazer um CEO, que é ele Dagoberto Santos, que já atuou no Peixe na gestão de Marcelo Teixeira, ex-presidente que lançou a candidatura de Roma.

Além disso, o candidato da chapa quatro quer trazer o sócio do Santos com eventos, principalmente a Sanfest e também criar um parque temático do alvinegro. Mas os maiores desafios serão, claro, em relação ao futebol profissional: a renovação de contrato de Robinho e o que fazer com Leandro Damião.

Confusão nas urnas

No último dia 6, data inicial do pleito, as urnas eletrônicas apresentaram problemas técnicos. Depois disso, a Assembléia Eleitoral definiu que a votação seria com urnas de papel. No entanto, o delegado da mesa 7, José Ananias da Silva, foi acusado de depoistar dois papéis de uma vez, o que terminou com a eleição suspensa e com os papéis incinerados.

Uma semana depois, data remarcada para o pleito, as urnas eletrônicas foram novamente descardas após falhas técnicas e a votação aconteceu por cédulas de papel.


Santos 0 x 0 Grêmio

Data: 03/05/2014, sábado, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 3ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 7.934 torcedores
Renda: R$ 135.580,00
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa-MG)
Auxiliares: Guilherme Dias Camilo e Pablo Almeida da Costa (ambos de MG).
Cartões amarelos: Alan Santos (S) e Edinho (G).

SANTOS
Aranha; Cicinho, Jubal, David Braz e Emerson; Arouca, Alan Santos e Cícero; Gabriel (Lucas Lima), Thiago Ribeiro (Stéfano Yuri) e Leandro Damião (Geuvânio).
Técnico: Oswaldo de Oliveira

GRÊMIO
Marcelo Grohe; Pará, Werley, Geromel e Wendell; Edinho, Riveros e Alan Ruíz; Luan (Rodriguinho), Barcos (Lucas Coelho) e Dudu (Everton).
Técnico: Enderson Moreira



Santos e Grêmio jogam mal, empatam sem gols e ganham vaias da torcida na Vila

Leandro Damião, ex-jogador do Inter, passou em branco de novo e foi vaiado por santistas e gremistas em mais um empate

O torcedor do Santos compareceu a Vila Belmiro com a esperança de ver sua equipe vencer a primeira no Campeonato Brasileiro, mas o time comandado por Oswaldo de Oliveira voltou a decepcionar. Longe de ter uma boa atuação como aquelas que encantaram a torcida no início da temporada, o Santos jogou mal e não passou de um empate, em 0 a 0, com o Grêmio. O duelo, aliás, foi um ‘até logo’ ao estádio santista, que será entregue à Fifa para a seleção da Costa Rica.

Com o empate sem gols, o Santos segue sem vencer no Campeonato Brasileiro, acumulando três empates seguidos, na 12ª colocação. O Grêmio, por sua vez, abre a 3ª rodada no 9º lugar, com quatro pontos somados.

O jogo

Em um ‘até logo’ à Vila Belmiro, que será entregue à Fifa para a preparação da Costa Rica a partir da próxima semana, o torcedor santista compareceu em bom número, com a esperança de ver sua equipe reencontrar o bom futebol apresentado no Campeonato Paulista. Os primeiros minutos até foram animadores, mas os seguidos erros no ataque mostraram que o duelo diante de um abatido Grêmio estaria longe de ser satisfatório.

Ainda sem conseguir se recuperar da eliminação da Copa Libertadores da América, na última quarta-feira, para o San Lorenzo, o Grêmio impediu uma pressão do Santos no início, apostando na velocidade de seus atacantes para surpreender. Já aos quatro minutos do primeiro tempo, o time gaúcho teve a melhor chance do jogo em uma jogada individual de Dudu. O garoto invadiu a área depois de deixar dois marcadores para trás, mas errou a finalização.

Longe de ter um domínio absoluto, o Santos passou a pelo menos ter mais presença de ataque com o passar do tempo, e quase marcou aos 14, quando Marcelo Grohe precisou se esticar para defender o desvio de cabeça do zagueiro Jubal. As jogadas aéreas, aliás, passaram a ser a única alternativa do time da casa, que sofria com a falta de criatividade. Cícero esteve bastante apagado ao longo do primeiro tempo, enquanto Thiago Ribeiro e Gabriel se esforçavam, mas erravam lances bobos.

A maior irritação do torcedor santista, no entanto, era com outro jogador do ataque alvinegro. Bastante contestado após a queda de rendimento da equipe na temporada, Leandro Damião voltava a desapontar no primeiro tempo deste sábado. Pouco acionado, errava chutes e passes quando tinha a bola nos pés. Ao final da etapa inicial, foi o único atleta a receber críticas direcionadas de uma torcida irritada com o ruim empate sem gols na Vila Belmiro.

Mesmo com o cenário desfavorável, Oswaldo de Oliveira preferiu não fazer nenhuma alteração no intervalo. Enderson Moreira, por sua vez, ciente dos problemas na armação do Grêmio, resolveu reforçar o meio de campo. Rodriguinho entrou no lugar de Luan e quase marcou em seu primeiro lance – pegou mal e mandou a bola longe do gol. Na sequência, Barcos teve a chance de cabeça, mas o desvio saiu por cima do travessão de Aranha.

A irritação da torcida santista aumentava, então Oswaldo de Oliveira resolveu atender ao apelo que vinha das arquibancadas. Com 15 minutos jogados no segundo tempo, chamou o garoto Geuvânio para entrar na vaga de Leandro Damião, bastante vaiado no momento da substituição. A alteração fez com que o Santos melhorasse. O time da casa passou a ficar mais tempo no campo de ataque, apesar de seguir levantando a bola na área sem sucesso.

Sendo assim, o treinador ainda tentou mudar mais uma vez. Gabriel deu lugar a Lucas Lima, que foi a campo com a missão de reforçar a armação do Santos. Pelo lado do Grêmio, Enderson Moreira passou a apostar nos contra-ataques, tirando Barcos para a entrada de Lucas Coelho. As estratégias claramente traçadas, no entanto, não foram colocadas em prática. Os dois times seguiram jogando mal, fazendo com que Oswaldo de Oliveira mexesse pela última vez.

Ciente da importância da primeira vitória neste Campeonato Brasileiro, o treinador substituiu mais um atacante. Thiago Ribeiro deu lugar a Stéfano Yuri, que recebeu a mesma recomendação dada a Lucas Lima e Geuvânio: driblar e chutar. Aos 43 minutos, Geuvânio teve uma boa chance, emendando um chute de esquerda que passou perto da trave de Marcelo Grohe. A pontaria do santista, porém, não ajudou, o que confirmou o empate sem gols na Vila.

Bastidores – Santos TV:


Coritiba 0 x 0 Santos

Data: 26/04/2014, sábado, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 2ª rodada
Local: Estádio Couto Pereira, em Curitiba, PR.
Público: 12.354 pagantes (14.288 total)
Renda: R$ 254.825,00
Árbitro: Emerson de Almeida Ferreira (MG).
Cartões amarelos: Luccas Claro, Zé Love e Gil (C); Cicinho, Alison e Alan Santos (S).

CORITIBA
Vanderlei; Victor Ferraz, Luccas Claro, Leandro Almeida e Carlinhos; Chico (Geraldo), Baraka, Gil e Robinho (Roni); Zé Eduardo e Julio César (Jajá).
Técnico: Celso Roth.

SANTOS
Aranha; Cicinho, David Braz, Jubal e Emerson Palmieri; Alison, Alan Santos e Cícero; Gabriel (Stéfano Yuri), Thiago Ribeiro (Lucas Lima) e Leandro Damião (Geuvânio).
Técnico: Oswaldo de Oliveira



Santos e Coritiba maltratam a bola e empatam sem gols no Paraná

Difícil de assistir. Mais díficil ainda de jogar. Assim foi mais um empate do Santos no Campeonato Brasileiro, desta vez, diante do Coritiba, no Estádio Couto Pereira, pela segunda rodada. Sem inspirações, com performances apáticas de seus principais jogadores, o Peixe não fez uma boa partida e deu indícios de que o empate foi bom demais.

Com muitos desfalques, Oswaldo de Oliveira testou uma formação com três volantes e três atacantes. Sem sucesso. Ao todo, o Santos teve apenas três finalizações. Sem um meia de armação no time, o Santos teve enorme dificuldade em trabalhar a bola no campo de ataque, enquanto que do outro lado, se não fosse a grande atuação do goleiro Aranha, melhor do Santos na partida, o time da Vila Belmiro poderia ter conhecido seu primeiro revés no Campeonato Nacional.

O jogo marcou o reencontro do Santos com Zé Eduardo, o Zé Love, campeão da Libertadores com a camisa do Peixe. O agora camisa 7 do Coxa Branca, teve a grande chance de jogo depois de um lance malabarístico, de bicicleta, que acabou acertando a trave da meta santista.

Depois de dois empates, o Santos terá pela frente o Grêmio no próximo final de semana. A partida contra o time gaúcho será a última em que o Santos jogará na Vila Belmiro antes da paralisação da Copa do Mundo.

O jogo

Delete os dez minutos iniciais de partida. A partir daí é que realmente a bola rolou no Couto Pereira e já com uma chance de gol perdida por Zé Love, sim, aquele. Cara a cara com Aranha, o camisa 7 do Coxa escorregou na hora de finalizar com o pé direito, jogando para fora. Pouco tempo depois, foi a vez do Santos responder na mesma moeda. Gabriel foi lançado nas costas da defesa, viu a saída do goleiro Vanderlei e decidiu dar um toque por cobertura. O chute do atacante santista passou do lado do gol do goleiro do Coritiba.

A partir daí, os lances em que o Santos teve destaque foram todos no sistema defensivo, no sufoco. Ao todo, o time da casa teve duas chances de abrir o placar. Em muitos deles, se não fosse o goleiro Aranha, o Peixe estaria em maus lençóis.

Aos 14 minutos, Zé Eduardo, no lado esquerdo do ataque, avançou e chutou cruzado obrigando o goleiro santista a fazer difícil defesa, no rebote, Robinho, também do Coritiba, encontrou um muro formado por jogadores do Santos bloqueando sua tentativa de finalização. A pressão não parou por aí. Aos 17, após cobrança de escanteio, bate e rebate dentro da pequena área, até que Jajá encontrou espaço suficiente para acertar a trave até que Emerson afastou.

Apático dentro de campo, o Santos parecia estar relaxado demais com o futebol apresentado. Gabriel, que poderia ter aberto o marcador logo no início de partida, era o jogador mais perigoso do Peixe. A segunda finalização do Santos aconteceu somente aos 38 minutos, de novo com o camisa 7. Alan Santos lançou para Gabriel na ponta direita, que driblou dois marcados e teve seu chute desviado para escanteio. E só. De resto nada mais do Peixe procurando o gol.

Vendo que seu time não rendeu absolutamente nada do que esperava no primeiro tempo, Oswaldo de Oliveira mexeu. Uma troca que com certeza deixou o torcedor, de certa forma, feliz. Entrou Geuvânio no lugar de Leandro Damião. O jogo não mudou de cara, mas pelo menos a postura do Santos melhorou. Mais incisivo e com a posse de bola no ataque, porém chutes no gol que é bom, nada.

O jogo ficou bastante fraco durante a segunda etapa, mas pelo menos o Coritiba seguiu sendo o time mais objetivo e que a cada vez que rondava a área santista. Demorou bastante para a primeira finalização da etapa final acontecer. Aos 20, o volante Gil foi quem apareceu pelo lado esquerdo do ataque. Ele fez boa jogada, cruzou para Zé Love, que rolou Robinho chegar chutando de primeira. A bola acabou resvalando na zaga santista e indo para a linha de fundo.

Celso Roth, técnico do Coritiba, viu seu time melhor em campo e fez mudanças de acordo, com o time. Um dos jogadores que entrou, o meia Geraldo, quase que marcou um golaço. Jajá, outro que veio do banco, foi quem fez a jogada na intermediária e cruzou para Geraldo. Dentro da área, nas costas de Cicinho, Geraldo chutou de primeira, o chamado bate-pronto, mas a bola foi para fora, com muito perigo.

Muitos chutões, pouca organização e uma quantidade enorme de passes errados. Sem criação. Por isso, Lucas Lima foi chamado e entrou no lugar do apagado Thiago Ribeiro. Logo quando entrou, o Santos teve seu melhor momento na partida. Com uma excelente troca de passes, a bola chegou para Gabriel na entrada da grande área. O camisa 7 do Peixe resolveu surpreender o goleiro Vanderlei chutando de primeira. Mas não pegou tão bem na bola e o chute saiu fraco para defesa fácil do goleiro do Coxa.

Antes do fim de jogo, o lance capital da partida veio dos pés de Zé Love. Em cruzamento para a área do Peixe, Zé emendou uma bicicleta e acertou a trave – mais uma. O Coritiba esboçou outras jogadas de ataque, mas nada tiveram sucesso. Um jogo apático, onde jogadores do Santos viram o empate com bons olhos.

Bastidores – Santos TV:



Goleiros:
Aranha
Vladimir
Gabriel Gasparotto
João Paulo
   


Laterais:
Cicinho
Mena
Zeca
Caju
Victor Ferraz
Daniel Guedes


Zagueiros:
Edu Dracena
David Braz
Bruno Uvini
Gustavo Henrique
Jubal
Neto
Nailson
Paulo Ricardo
Vinicius Simon


Volantes:
Alison
Arouca
Alan Santos
Renato
Souza
Leandrinho


Meias:
Lucas Lima
Serginho


Atacantes:
Robinho
Gabriel
Leandro Damião
Thiago Ribeiro
Geuvânio
Rildo
Patito Rodriguez
Diego Cardoso
Jorge Eduardo
Stefano Yuri
   


Técnicos:
Enderson Moreira
Oswaldo de Oliveira



Santos Futebol Clube

– Presidente: Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro (2012-05/2014) e Odílio Rodrigues Filho (05/2014-12/2014)
– Patrocínio: Huawei (master), Corr Plastik (mangas), CNA (omoplata) e Unicef (peito)
– Fornecedor: Netshoes/Nike

Elenco:

G – Mario Lúcio Duarte Costa (Aranha)
G – Vladimir Orlando Cardoso de Araújo Filho
G – Gabriel Bordinhão Gasparotto
G – João Paulo Silva Martins

LD – Neuciano de Jesus Gusmão (Cicinho)
LD – José Carlos Cracco Neto (Zeca)
LD – Victor Ferraz Macedo
LD – Daniel Guedes da Silva
LE – Eugenio Esteban Mena Reveco
LE – Wanderson de Jesus Martins (Caju)

Z – Bruno Uvini Bortolança
Z – David Braz de Oliveira Filho
Z – Eduardo Luiz Abonízio de Souza (Edu Dracena)
Z – Gustavo Henrique Vernes
Z – Jubal Rocha Mendes Junior
Z – Nailson Fernando Medeiros
Z – Hélio Hermito Zampier Neto
Z – Paulo Ricardo Ferreira
Z – Vinicius Simon

V – Alison Lopes Ferreira
V – Marcos Arouca da Silva
V – Alan Santos da Silva
V – Leandro Cordeiro de Lima Silva (Leandrinho)
V – Renato Dirnei Florêncio
V – Elierce Barbosa de Souza

M – Lucas Rafael Araújo Lima
M – Sérgio Antônio Soler de Oliveira Junior (Serginho)

A – Robson de Souza (Robinho)
CA – Leandro Damião da Silva dos Santos
A – Thiago Ribeiro Cardoso
A – Gabriel Barbosa Almeida
A – Geuvânio Santos Silva
A – Rildo de Andrade Felicissimo
A – Patricio Julian Rodriguez (Patito Rodriguez)
A – Diego Cardoso Nogueira
A – Stéfano Yuri Gonçalves Almeida
A – Jorge Eduardo Pedro Junior

T – Oswaldo de Oliveira Filho / Enderson Alves Moreira



Empréstimos:

A – Rildo de Andrade Felicissimo <- Ponte Preta
Z – Bruno Uvini Bortolança <- Napoli-ITA
A – Robson de Souza (Robinho) <- Milan-ITA
V – Elierce Barbosa de Souza <- Cruzeiro
LE – Emerson Palmieri dos Santos -> Palermo-ITA



Transferências:

CA – Leandro Damião da Silva dos Santos <- Internacional-RS
M – Lucas Rafael Araújo Lima <- Internacional-RS
V – Renato Dirnei Florêncio <- Botafogo
LD – Victor Ferraz Macedo <- Coritiba


Penapolense 4 x 1 Santos

Data: 16/02/2014, domingo, 18h30.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 8ª rodada
Local: Estádio Tenente Carriço, em Penápolis, SP.
Público: 6.353 presentes
Renda: R$ 219.125,00
Árbitro: Jose Claudio Rocha Filho
Auxiliares: Fausto Augusto Viana Moretti e Alex Ang Ribeiro
Cartões amarelos: Gustavo Henrique, Mena e Alan Santos (S).
Cartões vermelhos: Gustavo Henrique (S) e Petros (P).
Gols: Guaru (09-1, de pênalti) e Cícero (44-1); Douglas Tanque (06-2), Petros (39-2) e Alex Créu (42-2).

PENAPOLENSE
Samuel; Rodnei, Jaílton, Gualberto e Rodrigo Biro; Petros, Liel, Guaru (Fio) e Washington; Douglas Tanque (Neto) e Alexandro Créu (Lucas).
Técnico: Narciso

SANTOS
Aranha; Cicinho, Gustavo Henrique, Neto e Mena; Alan Santos, Arouca e Cícero; Geuvânio (Rildo), Thiago Ribeiro (Gabriel) e Leandro Damião (Stéfano Yuri).
Técnico: Oswaldo de Oliveira



Santos joga mal, é goleado pelo Penapolense e perde a invencibilidade

O Santos não esteve nos melhores dos seus dias neste domingo, quando sofreu sua primeira derrota no Campeonato Paulista. Em partida válida pela oitava rodada do Estadual, disputada no estádio Tenente Carriço, em Penápolis, o Peixe perdeu para o Penapolense por 4 a 1. Guaru, de pênalti, Douglas Tanque, Alex Créu e Petros fizeram os gols dos anfitriões. Cícero, de cabeça, marcou para o Santos.

A equipe praiana viu as dificuldades aumentarem aos 23 minutos da segunda etapa, quando Gustavo Henrique deu um carrinho em Douglas Tanque no meio de campo, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Àquela altura, o placar já marcava 2 a 1 para o time da casa.

Apesar da derrota, o Santos se mantém na liderança do Grupo C, com 19 pontos, mas perde a condição de melhor equipe do Paulista para o Palmeiras, agora o único time invicto da competição. Já o Penapolense subiu para 15 pontos e assumiu a liderança do Grupo A, deixando o São Paulo em segundo.

O Santos volta a campo na próxima quinta-feira, quando recebe o Atlético Sorocaba na Vila Belmiro. Para este compromisso, Oswaldo de Oliveira não contará com Gustavo Henrique e Alan Santos (este recebeu o terceiro cartão amarelo), que cumprirão suspensão. Já o Penapolense joga um dia antes, na quarta, quando enfrenta a Portuguesa no Tenente Carriço.