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Santos 1 x 0 Palmeiras

Data: 29/10/2016, sábado, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 33ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 13.574 pagantes
Renda: R$ 413.390,00
Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (PA)
Auxiliares: Marcio Gleidson Correia Dias e Helcio Araujo Neves (ambos do PA).
Cartões amarelos: Yerry Mina, Moisés e Gabriel Jesus (P); Lucas Lima, Zeca, Ricardo Oliveira e Fabián Noguera (S).
Gol: Copete (22-2)

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, David Braz, Luiz Felipe (Fabián Noguera) e Zeca; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima; Jean Mota (Yuri), Copete e Ricardo Oliveira.
Técnico: Dorival Junior

PALMEIRAS
Vinicius Silvestre; Fabiano (Leandro Pereira), Yerry Mina, Vitor Hugo e Zé Roberto; Jean, Tchê Tchê e Moisés; Allione (Rafael Marques), Dudu (Cleiton Xavier) e Gabriel Jesus.
Técnico: Cuca



Palmeiras perde do Santos na Vila e vantagem sobre o Fla diminui

O Santos colocou, de vez, fogo no Campeonato Brasileiro. Na noite deste sábado, em uma lotada Vila Belmiro, o Peixe recebeu o líder Palmeiras e fez valer o apoio de sua torcida para vencer o clássico, por 1 a 0, com gol do atacante colombiano Jonathan Copete, em duelo válido pela 33ª rodada da competição.

Com o resultado, o Palmeiras perdeu uma invencibilidade que durava 15 rodadas, se mantém com 67 pontos e, pior, vê a distância para o segundo colocado Flamengo, que mais cedo empatara com o Atlético-MG, diminuir para cinco pontos. Já o Santos, agora com 61, ultrapassa o Galo e entra no G3, o trio de equipes que se classificam de modo direto para a Copa Libertadores da América 2017.

O jogo

Os primeiros quinze minutos do clássico foram de intensa disputa e alguns lances ríspidos. Logo na saída de jogo, Dudu roubou bola de Victor Ferraz no meio e passou para Gabriel Jesus, que avançou e arriscou da meia-lua. O chute, contudo, saiu fraco e o goleiro Vanderlei caiu no chão para defender. O Santos respondeu com dois cruzamentos perigosos pela esquerda, mas que a defesa palmeirense afastou bem.

Mesmo atuando fora de casa, o Verdão apresentava postura de mandante ao controlar as ações ofensivas no início do confronto. Tanto que o Peixe só foi chegar com perigo aos 20 minutos, quando Luiz Felipe aproveitou rebote de cruzamento e concluiu com força e rasteiro. No entanto, Vinicius Silvestre foi bem em seu primeiro teste e realizou firme defesa.

.A resposta alviverde veio no lance seguinte. Com forte marcação no meio-campo, o Palmeiras roubou a bola com Moisés, que passou para Allione na direita. O argentino avançou e cruzou à meia altura para Gabriel Jesus, que não contava com a interceptação providencial de Vanderlei, evitando com um tapa o que seria o primeiro gol do jogo.

Jean, aos 27 minutos, teve a última grande chance de gol na primeira etapa. O lateral, que atuou como meio-campista, recebeu ótimo lançamento de Mina e saiu na cara de Vanderlei pela direita. Novamente, o arqueiro santista caiu bem para defender. Até o intervalo, ambas as equipes pouco criaram em termos de jogadas. Muito em função da forte marcação sobre Dudu e Lucas Lima, principais armadores do duelo.

Ao contrário do que se passara na primeira etapa, foi o Peixe que começou melhor a segunda. Logo aos quatro minutos, o colombiano Copete perdeu grande chance ao bater por cima do gol após receber cruzamento perfeito de Zeca pela esquerda.

Depois disso, o ritmo continuou intenso, mas o mesmo não acontecia com as oportunidades de gol. À ambas as equipes não faltavam disposição e organização tática, porém os erros de passes atrapalhavam na construção de jogadas. Pelo lado palmeirense, Dudu e Moisés eram bem marcados, enquanto Lucas Lima e Jena Mota estavam apagados pela parte santista.

Até que o Peixe decidiu ir com tudo para cima. E a estratégia deu certo. Victor Ferraz ganhou de Zé Roberto na direita e cruzou à meia altura para o meio da área. Vinicius Silvestre cortou de soco, a bola voltou na perna de Vitor Hugo e sobrou para Copete empurrar para a rede: 1 a 0 para o Santos, aos 22 minutos.

Na busca pelo empate, o técnico Cuca lançou mão de seus jogadores reservas. Colocou Leandro Pereira, Rafael Marques e Cleiton Xavier, tirando Fabiano, Allione e Dudu, respectivamente.

Na base do abafa, o Palmeiras subiu ao ataque, mas sem nenhuma organização ofensiva não conseguiu ameaçar a meta de Vanderlei. Coube ao Santos segurar a pressão e apostar nos contra-ataques, que só não culminaram em mais gols por conta dos erros de passes. Assim, o Peixe encerrou uma invencibilidade do Verdão de 15 rodadas.

Bastidores – Santos TV:

Dorival evita fazer contas para título e prefere pensar rodada a rodada

A vitória do Santos neste sábado na Vila Belmiro interrompeu uma longa sequência sem derrotas do líder Palmeiras. Assumindo a terceira colocação do Campeonato Brasileiro, o técnico Dorival Júnior preferiu não pensar em título, ressaltando um foco jogo a jogo para o Alvinegro conseguir seus resultados.

“Não estou falando em título. Estou falando em melhor colocação possível. Era um jogo fundamental para manter nossas pretensões altas e vivas. Não faço contas, faço rodada a rodada. Tenho que focar no objetivo que é o melhor resultado todo jogo”, afirmou o treinador santista na coletiva pós-jogo.

O técnico também ressaltou a boa fase vivida pelo clube, que conseguiu se firmar na briga direta pelas primeiras colocações do Brasileiro. “Nas ultimas 10 rodadas, foram oito vitorias, um empate e uma derrota. O Santos vem melhorando a cada momento e disputando essa vaga como ninguém. Temos nossas pretensões individuais, mas o próprio campeonato ganha uma emoção depois desse jogo”, pontuou.

Sobre a partida, Dorival voltou a falar que o Santos, mesmo na vitória, jogou um pouco fora de sua proposta habitual. “Foi um grande jogo, disputado, mas fugiu um pouco das nossas características. No intervalo tentei acalmar e readquirir nosso padrão, porque estávamos num jogo muito acirrado e isso não era bom para nossa equipe”, analisou Dorival.

“Melhoramos um pouco, mas não o suficiente. Conseguimos uma vitória importante. Naturalmente estamos satisfeitos por uma boa atuação dentro de um padrão das últimas rodadas”, completou.

Thiago Maia elogia entrega do elenco e acredita em título do Santos

Mesmo seis pontos atrás do líder Palmeiras, os jogadores do Santos não deixaram de acreditar na possibilidade de brigar pelo título do Campeonato Brasileiro. Para os meio campistas Thiago Maia e Lucas Lima, a força da torcida na Vila Belmiro foi o grande diferencial para a vitória do Santos sobre o Verdão neste sábado.

“A gente sabia da dificuldade, mas quando jogamos na Vila é uma atmosfera totalmente diferente, é uma outra equipe. Desde o Vanderlei até o Ricardo (Oliveira), todo mundo correndo, se doando, colocando a cabeça e o coração na bola”, afirmou Thiago Maia à Santos TV.

O triunfo deu ânimo para o volante, que ainda pensa em vencer o Brasileirão. “Desde o começo eu falava que a gente ia brigar pelo título e estamos vivos no campeonato. Vamos ver o que acontece pela frente, agora vamos descansar nessa semana livre para o próximo jogo”, completou Maia.

Também exaltando e agradecendo à torcida alvinegra, Lucas Lima analisou a partida e apontou a mudança tática no Santos para vencer a partida. “Foi um jogo truncado, até meio feio, mas a equipe foi guerreira, lutou. Tivemos que mudar o estilo na partida, mas estamos felizes com o resultado do nosso trabalho. Vamos brigar até o final para brigar pelo título e pelo g3”, pontuou.

“Sabemos das adversidades, mas com o apoio da torcida fica mais fácil. Todos os jogos são finais agora e vamos lutar até o fim”, completou o armador santista.

A vitória fez o Santos ultrapassar o Atlético-MG na tabela e assumir a terceira colocação com 61 pontos. Na próxima rodada, a equipe vai até Campinas enfrentar a Ponte Preta no sábado.

Chapecoense 0 x 1 Santos

Data: 23/10/2016, domingo, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 32ª rodada
Local: Arena Condá, em Chapecó, SC.
Público: 7.459 pessoas
Renda: R$ 141.065,00
Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE)
Auxiliares: Marcelino Castro de Nazare e Bruno Cesar Chaves Vieira (ambos de PE).
Cartões amarelos: Gimenez (C); Victor Ferraz, Luiz Felipe e Vanderlei (S)
Gol: Lucas Lima (03-1).

CHAPECOENSE
Danilo; Gimenez (Hyoran), Thiego, Neto e Dener Assunção; Matheus Biteco, Gil, Cleber Santana; Tiaguinho (Arthur Maia), Ananias e Kempes (Bruno Rangel).
Técnico: Caio Júnior

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, David Braz, Luiz Felipe e Zeca; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima (Yuri); Jean Mota, Copete (Fabián Noguera) e Ricardo Oliveira (Joel).
Técnico: Dorival Junior



Santos não empolga, mas bate Chapecoense e se consolida no G6

No aniversário de 76 anos de Pelé, seu maior ídolo, o Santos recebeu um belo presente do goleiro Danilo para vencer a Chapecoense por 1 a 0, na noite deste domingo, na Arena Condá, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro. Logo no início do duelo, o arqueiro saiu mal e deixou Lucas Lima livre para marcar o único gol da partida. Apesar de fazer mais um jogo apático, o Peixe conseguiu recuperar-se da eliminação na Copa do Brasil e segue na briga para entrar no G3 do Brasileirão.

Apesar do triunfo, os santistas seguem em quarto, com 58 pontos, pois o Atlético-MG também bateu o Figueirense neste domingo e chegou aos 59.

O jogo

Para conseguir uma recuperação após ser eliminado pelo Inter na Copa do Brasil, o Santos precisaria vir para cima da Chapecoense mesmo jogando fora de casa. Porém, isso nem foi preciso. Logo aos três minutos de jogo, o goleiro Danilo fez uma verdadeira lambança ao tentar cortar Ricardo Oliveira. Após divida com Jean Mota, a bola ficou livre para Copete. O colombiano deu um passe açucarado para Lucas Lima. Com o arqueiro fora do gol, o meia tocou por cobertura e abriu o placar na Arena Condá.

O tento logo no início aliviou a pressão nas costas dos santistas, que passaram a controlar o jogo e tocar a bola com tranquilidade, sem se expor muito no campo de defesa, mas também sem buscar ampliar o marcador. O Verdão do Oeste, por sua vez, não mostrava força para empatar e pouco assustava a equipe de Vila Belmiro.

Esses fatores fizeram o jogo ficar lento e chato em Chapecó. Tanto que a primeira boa oportunidade após o gol só veio aos 23 minutos. Após cruzamento na área santista, a bola ficou livre para Kempes. Na hora do chute, ele foi travado por Luiz Felipe. Na sequência, Victor Ferraz afasta o perigo de vez.

Apesar de vencer pelo placar mínimo, o Santos sentou na vantagem e não arriscou mais durante todo o primeiro tempo. A única finalização dos santistas foi exatamente no lance do gol, logo no início da partida. Antes do intervalo, a Chape ainda teve uma boa chance de empatar. Aos 45 minutos, Matheus Biteco soltou uma bomba de fora da área, obrigando o goleiro Vanderlei a fazer bela defesa, salvando o alvinegro.

Apesar das entradas de Bruno Rangel e Hyoran nos lugares de Kempes e Gimenez, respectivamente, a Chape seguia sem assustar e o Peixe também não mostrava muita vontade de ampliar o marcador. Sendo assim, o segundo tempo começou na mesma tônica da primeira etapa.

O Verdão do Oeste chegou com contundência mesmo só aos 12 minutos. Após cruzamento pela direita, David Braz desviou sem querer para trás e Vanderlei consegue fazer a defesa. Na sequência, o Santos teve sua primeira boa oportunidade desde a abertura do placar. Ricardo Oliveira recebeu de Victor Ferraz e cruzou com muito perigo para Copete, que por pouco não marcou o segundo.

As duas boas chegadas animaram o jogo e acordaram a Chapecoense. Em quatro minutos, os comandados de Caio Júnior impuseram uma blitz e desperdiçaram três oportunidades. Na primeira, Bruno Rangel recebeu completamente livre dentro da área, mas parou no goleiro Vanderlei. Logo depois, o arqueiro santista trabalhou novamente após lindo chute de Gil. Por último, Cleber Santana soltou uma bomba e bola bateu na rede, mas pelo lado de fora.

Ao contrário do primeiro tempo, a segunda etapa passou a ficar movimentada e com boas chances de gol. O detalhe é que praticamente todas elas foram perdidas pela Chape. O Santos, que perdeu Ricardo Oliveira por lesão aos 20 minutos, limitava-se a ficar no campo de defesa e dependendo da inspiração do goleiro Vanderlei.

Nos minutos finais do duelo, o Peixe seguiu recuado, mas conseguiu segurar o ímpeto do Verdão do Oeste e saiu de Chapecó com mais três pontos na bagagem, mesmo sem convencer.

Bastidores – Santos TV:

Dorival cita Botafogo, admite sofrimento, mas comemora triunfo

A vitória do Santos por 1 a 0 sobre a Chapecoense, no último domingo, na Arena Condá, não convenceu a torcida alvinegra. Na partida, válida pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Peixe abriu o placar logo aos três minutos, com Lucas Lima, e pouco assustou os donos da casa. Além disso, a equipe foi pressionada em boa parte do segundo tempo e quase saiu de Chapecó sem os três pontos.

O técnico Dorival Júnior, porém, mostrou satisfação com a apresentação do time diante do Verdão do Oeste. Para exemplificar a importância do resultado, o comandante citou a vitória do Alvinegro sobre o Botafogo, também por 1 a 0, no Rio de Janeiro, no dia 14 de setembro.

“Foi um jogo difícil, complicado. Poucas equipes ganharam aqui, como poucas ganharam do Botafogo no Rio (o Santos ganhou). Alcançamos uma recuperação em relação ao meio de semana, quando tivemos um dissabor (eliminação para o Inter na Copa do Brasil). Lá, jogamos com posse de bola e não conseguimos o resultado. Aqui, foi ao contrário e conseguimos o resultado importante para o campeonato”, afirmou o treinador, em entrevista coletiva após a partida em Chapecó.

Acostumado a ter sempre o domínio no meio de campo, o Santos em Chapecó. Tanto que a Chape teve posse de bola de 54% durante toda a partida. Apesar disso, Dorival exaltou a força da equipe, mesmo jogando sem suas principais características.

“A partir de um momento, não conseguimos mais ter a bola. Sofremos, sim, mas soubemos suportar, administrar. Tivemos a consciência de trabalhar a bola no campo defensivo. Naturalmente, tivemos dificuldades. O futebol é assim: quando não encontramos um caminho, temos de ir para o outro. De repente, as coisas se inverteram”, concluiu o comandante.

O triunfo em Chapecó manteve os santistas vivos na luta para ficar entre os três primeiros do Brasileirão. A vitória manteve o Peixe em quarto, com 58 pontos. Na próxima rodada, o alvinegro encara o clássico contra o líder Palmeiras, na Vila Belmiro, no sábado, às 19h30 (de Brasília).

Renato lamenta pressão sofrida, mas vibra com vitória sobre a Chape

Apesar de ter vencido a Chapecoense por 1 a 0, neste domingo, na Arena Condá, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Santos ainda não conseguiu animar seu torcedor. Demonstrando a mesma apatia que causou a eliminação do clube na Copa Brasil, na última quarta-feira, o Peixe abriu o placar logo no início, com Lucas Lima, mas foi muito pressionado durante toda a partida.

Porém, o Alvinegro contou com a grande atuação do goleiro Vanderlei para sair do Sul com os três pontos na bagagem. Para o volante Renato, os santistas pecaram em não ampliar o marcador e matar o jogo em Chapecó, evitando a pressão imposta pelo adversário.

“Sabemos que o Brasileiro, no fim, é complicado, então temos de valorizar os três pontos. Infelizmente, não conseguimos fazer o segundo para termos tranquilidade, mas o resultado foi importante”, afirmou o camisa 8, na saída do gramado.

O triunfo na Arena Condá fez o Peixe continuar na cola do Atlético-MG. Com 58 pontos, os santistas seguem na quarta colocação e lutam para ficar entre os três primeiros colocados do Brasileirão. Caso isso aconteça. o Santos entra direto nos grupos da Libertadores. Mas se ficar entre quarto e sexto, o clube precisará disputar a primeira fase da competição continental que, no próximo ano, terá dois duelos de mata-mata.

Segundo Renato, a vitória sobre o Verdão serviu para o Santos dar uma resposta após a eliminação na Copa do Brasil, na última quarta-feira. “Era um jogo complicado. Sabíamos disso. A Chape aperta bastante. Conseguimos apertar no começo, tanto que o gol saiu da pressão que fizemos. A equipe correu e lutou muito. Sabíamos que era importante a vitória, pois vínhamos de contestação”, concluiu.

Na próxima rodada, o Alvinegro encara o clássico contra o líder Palmeiras, na Vila Belmiro, no sábado, às 19h30 (de Brasília), pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Paredão, Vanderlei leva cusparadas da torcida da Chape e desabafa

Se o Santos saiu da Arena Condá com os três pontos na noite deste domingo, muito se deve a Vanderlei. Fechando a meta, o goleiro foi o principal nome do Santos na vitória por 1 a 0 sobre a Chapecoense, em partida válida pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro. Porém, na saída do gramado, o arqueiro santista disse ter levado cusparadas das arquibancadas e reclamou da torcida rival.

“Sempre falo: ‘a torcida pode vaiar e xingar’. Mas cuspiram em mim. É falta de educação. Queremos ver espetáculo. Se não sabem torcer e cospem nas pessoas, ficamos tristes com isso. A gente fica triste com isso”, lamentou Vanderlei.

Apesar de ter aberto o placar logo aos três minutos de jogo, com Lucas Lima, o Santos recuou bastante durante toda a partida e contou com a inspiração de seu goleiro. Com pelo menos três defesas importantes, o Vanderlei salvou o Peixe de levar o empate e até a virada em Chapecó.

“Acho que o Brasileiro é muito difícil, está muito equilibrado. Sabíamos que viriam para a pressão, ainda mais por terem saído atrás. Eles tiveram mais chances em bola parada. Acho que se caprichássemos um pouco mais na bola de linha de fundo, faríamos o segundo, mas na atual situação do campeonato o que vale é a vitória”, concluiu o arqueiro da equipe de Vila Belmiro.

Ricardo Oliveira deixa jogo com dores na coxa e preocupa para o clássico

Apesar da vitória por 1 a 0 sobre a Chapecoense, neste domingo, na Arena Condá, o Santos saiu do Sul com pelo menos um motivo para se preocupar. Aos 20 minutos do segundo tempo, o atacante Ricardo Oliveira sentiu uma fisgada na coxa direita e precisou ser substituído por Joel.

Por conta da lesão, o centroavante começou o tratamento ainda no gramado, colocando uma bolsa de gelo na coxa enquanto estava no banco de reservas da partida, válida pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O problema é que o próximo compromisso do Peixe no Brasileirão é justamente o clássico contra o Palmeiras. No sábado, às 19h30 (de Brasília), na Vila Belmiro, os santistas entram em campo diante do Verdão, pela 33ª rodada da competição nacional.

Nesta segunda-feira, Ricardo Oliveira irá passar por uma bateria de exames para saber se realmente teve algum tipo de lesão. Caso seja constatado algum problema, o atacante pode desfalcar o alvinegro. Se isso acontecer, Rodrigão é o mais cotado para ser seu substituto. Porém, Joel foi o escolhido para entrar no lugar do centroavante contra a Chapecoense, neste domingo.

O ponto positivo é que Ricardo Oliveira terá a semana livre para recuperar-se. Como o Santos foi eliminado da Copa do Brasil na última quarta-feira, após derrota por 2 a 0 para o Internacional, o clube ficará treinando no CT Rei Pelé até o próximo sábado, visando o clássico contra o Verdão.

Internacional 2 x 0 Santos

Data: 19/10/2016, quarta-feira, 19h30.
Competição: Copa do Brasil – Quartas de final – Jogo de volta
Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, RS.
Público: 15.065 pagantes.
Renda: R$ 188.390,00.
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises e Luiz Claudio Regazone (ambos do RJ).
Cartões amarelos: Andrigo (I).
Gols: Aylon (09-1) e Eduardo Sasha (42-2).

INTERNACIONAL
Danilo Fernandes; Eduardo (Ceará), Alan, Ernando e Geferson; Fabinho, Eduardo Henrique, Alex, Andrigo (Valdívia) e Eduardo Sasha; Aylon (Vitinho).
Técnico: Celso Roth

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, David Braz (Rafael Longuine), Luiz Felipe e Zeca (Rodrigão); Renato, Thiago Maia e Lucas Lima; Paulinho (Joel), Copete e Ricardo Oliveira.
Técnico: Dorival Junior



Apático, Santos perde para reservas do Inter e dá adeus à Copa do Brasil

Quando o técnico Celso Roth anunciou que o Internacional viria com um time praticamente reserva para encarar o Santos, na noite desta quarta-feira, no Beira-Rio, nem o mais fanático torcedor colorado apostava fielmente em uma classificação para as semifinais da Copa do Brasil. Porém, mesmo entrando em campo com força máxima e levando vantagem de ter vencido o duelo de ida por 2 a 1, na Vila Belmiro, o Peixe foi apático em Porto Alegre e perdeu por 2 a 0, sendo eliminado do torneio mata-mata.

E a classificação colorada foi garantida com gols de dois atacantes reservas. No começo do primeiro tempo, Aylon marcou de cabeça. Já no final da partida, Eduardo Sasha bateu com categoria e garantiu a vaga na semifinal da Copa do Brasil, onde irá encarar o Atlético-MG, que perdeu do Juventude por 1 a 0 em Caxias do Sul, mas avançou em decisão por pênaltis.

Eliminados, os santistas voltam suas forças apenas para o Campeonato Brasileiro. No próximo domingo, o Peixe visita a Chapecoense, às 19h30 (de Brasília). Com 55 pontos e na quarta colocação, o alvinegro segue vivo na briga por uma vaga na Copa Libertadores de 2017.

Já no Internacional, o foco agora é total no clássico diante do Grêmio, também no domingo, às 17h (de Brasília), na arena do rival. Com 36 pontos e lutando contra o rebaixamento, os colorados seguem tendo como prioridade a reta final do Brasileirão, mesmo conquistando a vaga na Copa do Brasil.

O jogo

Apesar de entrar com apenas três titulares, o Internacional começou massacrando o Santos no Beira-Rio. Forçando a saída de bola do alvinegro, o Colorado chegava com facilidade e apostava nas bolas aéreas. De tanto insistir, os gaúchos foram premiados aos nove minutos de jogo. O meia Alex cobrou escanteio e Aylon apareceu livre dentro da área. Sem precisar pular, o atacante escorou de cabeça e abriu o placar em Porto Alegre.

Como perdeu por 2 a 1 no duelo de ida, na Vila Belmiro, a vitória mínima garantia na classificação ao Inter. Por conta disso, o Santos ‘acordou’ no jogo e partiu pra cima. Aos 13 minutos, Lucas Lima bateu colocado de fora da área e obrigou o goleiro Danilo Fernandes a fazer boa defesa.

Com a desvantagem no marcador, os comandados de Dorival Júnior passaram a ter a posse de bola e dominavam o meio-campo. Porém, o Peixe esbarrava na força defensiva do Colorado e não encontrava espaços para acertar o último passe.

Apesar de ficar com a bola nos pés, o Santos não assustava e sofria com as boas chegadas do Inter. Aos 34 minutos, Gefferson mandou na área e após confusão defensiva, Eduardo Sasha apareceu sozinho e bateu pro gol, mas foi travado por Luiz Felipe.

Lento na saída de jogo, o Peixe parecia alheio à eliminação momentânea e praticamente não correu atrás do empate. Tanto que a única boa chance desperdiçada foi aos 43 minutos. Após cruzamento de Lucas Lima, Ricardo Oliveira escorou de cabeça e viu Danilo Fernandes fazer grande defesa, garantindo a vantagem colorada antes do intervalo.

O segundo tempo começou praticamente igual ao que foi visto na primeira etapa. O Santos, apesar ter a bola dominada no meio de campo, seguia apático e ainda sofria com os contra-ataques do Inter. Aos 10 minutos, Fabinho apareceu como homem surpresa no ataque, arriscou de longe e quase ampliou para os gaúchos.

Aos 17 minutos, o Peixe chegou bem pela primeira vez após o intervalo e arriscou em bola lançada para Copete. Antes dela chegar no colombiano, Alan Costa e Eduardo brigaram por espaço para impedir a jogada e se chocaram. O jovem lateral levou a pior e precisou ser substituído por Ceará.

Mesmo jogando contra o relógio, o Peixe continuou mostrando pouca vontade para empatar. Tanto que as melhores oportunidades continuaram sendo para o Internacional. Aos 28 minutos, Alex levantou na área e a bola fica com Ernando. O zagueiro pegou de primeiro e mandou no travessão, quase ampliando o marcador.

Precisando do empate para continuar na Copa do Brasil, o técnico Dorival Júnior sacou o zagueiro David Braz e colocou o meia Rafael Longuine em campo. Logo depois, o comandante trocou Paulinho e Zeca por Joel e Rodrigão, respectivamente.

Apesar das mudanças, o Santos seguiu sem mostrar nenhuma vontade de conquistar a vaga. E o castigo veio no apagar das luzes. Aos 42 minutos do segundo tempo, Eduardo Sasha avançou dentro da área e tocou por cima de Vanderlei. Golaço que fechou o caixão santista e garantiu a classificação do Inter para as semifinais da Copa do Brasil.

Bastidores – Santos TV:

Dorival culpa pane inicial por eliminação na Copa do Brasil

Apesar de entrar com apenas três titulares contra o Santos, nesta quarta-feira, no Beira-Rio, o Internacional começou massacrando o Peixe. De tanto insistir, os gaúchos foram premiados logos aos nove minutos de jogo e abriram o placar com Aylon, após cobrança de escanteio. No final da partida, Eduardo Sasha ainda marcou mais um e garantiu a classificação do Colorado para as semifinais da Copa do Brasil.

Para o técnico Dorival Júnior, a desatenção no início do duelo foi determinante para a eliminação do alvinegro no torneio mata-mata.

“Tivemos alguns minutos iniciais que nos custaram muito caro na partida. Trouxemos a equipe do Internacional desnecessariamente para cima. E em uma jogada de bola parada, eles acabaram abrindo o marcador. Tiveram uma proposta de jogo e foram felizes. Eles se fecharam, marcaram com intensidade. A equipe do Santos tentou jogar, mas estava complicado para criar. Buscamos movimentações. Tivemos algumas oportunidades, mas não conseguimos com aquela clareza que sempre criamos e em razão disso nós tivemos dificuldades”, justificou-se o comandante santista em entrevista coletiva após a eliminação.

Dias antes da partida desta quarta-feira, o Internacional deixou claro que seu foco segue sendo a fuga do rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Por conta disso, o técnico Celso Roth poupou seus titulares para o duelo, como já havia feito no jogo de ida, no dia 28 de setembro, na Vila Belmiro, vencido pelo Peixe por 2 a 1.

Mesmo com a superioridade técnica em relação aos reservas do Colorado, Dorival reconheceu os méritos dos gaúchos e não demonstrou irritação com a apresentação do Santos no Beira-Rio.

“Não existe essa conotação de time reserva. Jogamos contra Inter e Grêmio (no domingo). Tivemos uma equipe forte hoje. O Santos também se doou, foi ao limite, teve intensidade. O Inter se fechou bem, tivemos um bom tempo com a bola nos pés. Tentamos, fomos para cima, não nos acovardamos. Natural que se jogue contra duas equipes que não vinham atuando e tenha uma conotação diferente. Mas não subestimamos. Enfrentamos com todas as nossas forças”, concluiu o comandante santista.

Lucas Lima não encontra explicação para eliminação do Santos

Enquanto o Internacional deixou claro seu foco no Campeonato Brasileiro e veio com reservas nesta quarta-feira, no Beira-Rio, o Santos entrou em campo com força máxima e tinha tudo para sair de Porto Alegre classificado para as semifinais da Copa do Brasil. Porém, como o futebol não é uma ciência exata, os santistas foram derrotados por 2 a 0 e acabaram eliminados do torneio mata-mata.

E além da partida desta quarta, o Colorado já havia entrado com um time alternativo no jogo de ida, disputado na Vila Belmiro, no dia 28 de setembro. No primeiro embate, o Peixe chegou a abrir 2 a 0. Mas o gol de Seijas fora de casa fez a diferença no confronto em Porto Alegre.

“Não temos como explicar. Pecamos no começo do jogo e pagamos por isso. Tomamos o gol de bola parada. Não conseguimos segurar e sofremos outro no fim. Agora é levantar a cabeça”, afirmou o meia Lucas Lima na saída do gramado.

Após a eliminação na Copa do Brasil, o elenco santista não volta para a Baixada Santista. Os comandados de Dorival Júnior viajam direto para Chapecó, onde o time enfrenta a Chapecoense neste domingo, às 19h30 (de Brasília), na Arena Índio Condá, em jogo válido pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Fora do torneio mata-mata, o Peixe mira todas suas atenções no Brasileirão. Com 55 pontos e na quarta colocação, o alvinegro ainda tem chances matemáticas de título. Porém, a distância de nove pontos para o líder Palmeiras, faz os santistas pensarem principalmente em garantir a vaga para a Copa Libertadores da próxima temporada.

Após queda, Oliveira pede para santistas ‘esfriarem a cabeça’

Como venceu o duelo de ida por 2 a 1, na Vila Belmiro, no dia 28 de setembro, o Santos começou a partida contra o Internacional, nesta quarta-feira, momentaneamente classificado para as semifinais da Copa do Brasil. Porém, logo aos nove minutos de jogo, Aylon apareceu livre na pequena área após cobrança de escanteio e pulverizou a vantagem santista.

Precisando de um empate para ficar com a vaga, o Peixe até teve a posse de bola no meio-campo, mas não conseguiu criar e foi castigado no fim, após gol de Eduardo Sasha, que fechou o caixão santista e determinou a eliminação do alvinegro no torneio mata-mata. O atacante Ricardo Oliveira reconheceu a superioridade dos gaúchos, mas disse que o Santos lutou até o fim do duelo.

“Agora é momento de esfriar a cabeça, a gente procurou o jogo a todo momento. Tentamos e não conseguimos ser eficientes na hora de finalizar e criar jogadas de perigo. Paciência. Méritos a equipe adversária que marcou dois gols”, afirmou o centroavante na saída do gramado do Beira-Rio.

Presidente do Santos viaja para cobrar elenco após eliminação

A derrota por 2 a 0 para os reservas do Inter, nesta quarta-feira, no Beira-Rio, não foi digerida por parte da torcida a até mesmo pelo presidente Modesto Roma Júnior. Após o revés, que causou a eliminação do Peixe nas quartas de final da Copa do Brasil, o mandatário alterou sua agenda de compromissos e viaja nesta quinta-feira para Porto Alegre.

A ideia é reunir os atletas e o técnico Dorival Júnior para cobrar explicações e motivar o grupo para o restante da temporada. A forma como o alvinegro atuou diante do Colorado não agradou a diretoria. Apáticos, os santistas sofreram um gol logo no início, com Aylon, e mesmo com a eliminação iminente, criaram poucas oportunidades e não assustaram o Inter, que ainda marcou mais um no fim do segundo tempo, com Eduardo Sasha, e fechou o caixão santista.

Mesmo não concordando com algumas escolhas da comissão técnica durante a partida desta quarta-feira, Modesto não cogita a possibilidade de demitir o comandante Dorival Júnior.

A queda na Copa do Brasil fez a pressão aumentar no Peixe. Além de um grupo de conselheiros ter enviado uma carta pedindo a saída de Dorival, uma das principais organizadas do clube declarou nesta quarta-feira, após a eliminação, ser a favor da troca no comando técnico da equipe.

Apesar disso, Modesto pretende mostrar que está do lado do elenco e também do treinador, pensando na sequência da temporada.


Santos 1 x 1 Grêmio

Data: 16/10/2016, domingo, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 31ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 7.969 pagantes
Renda: R$ 230.510,00
Árbitro: Pablo dos Santos Alves (PB)
Auxiliares: Oberto Santos da Silva e Tomaz Diniz de Araújo (ambos de PB).
Cartões amarelos: Lucas Lima (S); Lincoln, Guilherme Amorim, Bruno Grassi, Kannemann, Maicon, Rafael Thyere e Lincoln (G).
Gols: Everton (09-1) e Noguera (20-1).

SANTOS
Vanderlei, Victor Ferraz, Fabián Noguera, David Braz (Yuri) e Zeca; Renato, Thiago Maia (Paulinho), Lucas Lima e Jean Mota (Vitor Bueno); Copete e Ricardo Oliveira.
Técnico: Dorival Junior

GRÊMIO
Bruno Grassi; Wallace Oliveira, Rafael Thyere, Fred (Kannemann) e Iago; Guilherme Amorim, Jailson, Kaio (Maicon) e Lincoln; Guilherme (Bolaños) e Everton.
Técnico: Renato Gaúcho



Santos tropeça nos reservas do Grêmio e perde chance de subir na tabela

A derrota do Atlético-MG para o Botafogo daria a chance de o Santos assumir a terceira posição do Campeonato Brasileiro, porém o Peixe tropeçou no time reserva do Grêmio e ficou no empate por 1 a 1, neste sábado, na Vila Belmiro. O Tricolor gaúcho saiu na frente com Everton, mas Noguera deixou tudo igual.

Priorizando a Copa do Brasil, Renato Gaúcho surpreendeu ao escalar o Grêmio com uma formação totalmente alternativa. Os reservas da equipe gaúcha corresponderam e conseguiram sair na frente, mas depois sofreram o empate. O jogo foi bastante movimentado e terminou com chances para os dois times nos instantes finais.

O jogo

Atuando em casa contra a equipe reserva do Grêmio, o Santos começou no ataque e chegou pela primeira vez logo aos três minutos. Victor Ferraz apareceu na frente, cruzou para a área e Jean Mota finalizou em cima de Rafael Thyere. Na sequência da jogada, o Grêmio saiu em contra-ataque rápido e Everton por pouco não saiu cara a cara com Vanderlei. David Braz fez o desarme providencial.

O Peixe apostava nos ataques pelo lado direito. Aos cinco minutos, Victor Ferraz foi à linha de fundo e cruzou. A bola passou por toda a área e ficou com Lucas Lima, que tentou ajeitar para o meio, mas Thyere cortou. O Tricolor gaúcho respondeu quatro minutos depois, com gol. Everton recebeu na direita, girou em cima de Thiago Maia e bateu cruzado de pé esquerdo, sem chances para Vanderlei.

O gol sofrido obrigou o Santos a atacar, enquanto o Grêmio recuou o time. Aos 13 minutos, Jean Mota abriu pela lateral e arriscou a finalização, mas mandou nas mãos de Bruno Grassi. Na sequência, Victor Ferraz encontrou Ricardo Oliveira na área e o atacante caiu em disputa com Rafael Thyere. Os santistas reclamaram de pênalti, porém o árbitro nada marcou.

De tanto insistir, o Peixe chegou ao empate na marca de 20 minutos. Lucas Lima cobrou escanteio da esquerda e Noguera cabeceou com liberdade no meio da área. A bola ainda tocou na trave antes de entrar. Aos 28, quase veio a virada alvinegra. Copete recebeu lançamento nas costas da zaga e ficou frente a frente com Bruno Grassi, mas o goleiro gremista saiu bem do gol e evitou.

Melhor na partida, o Santos sufocava o Grêmio e criava chances de marcar. Aos 31, Ricardo Oliveira pegou sobra na área, girou e bateu forte. A bola desviou na zaga tricolor e saiu à direita de Bruno Grassi. Na cobrança de escanteio, Noguera novamente cabeceou livre, mas desta vez mandou por cima. Aos 35, Victor Ferraz cruzou para Copete, mas o colombiano furou. Zeca pegou a sobra e bateu de primeira da entrada da área, assustando o goleiro.

Mesmo acuado pelo poder ofensivo do adversário, o Grêmio não deixava de atacar. No final do primeiro tempo, aos 45 minutos, os gaúchos quase fizeram o segundo gol. Iago avançou pela esquerda, percebeu que tinha espaço e bateu forte rasteiro. Vanderlei se esticou todo e espalmou para escanteio.

O segundo tempo começou truncado, com as duas equipes cometendo mais faltas. O árbitro mostrou três cartões amarelos nos seis primeiros minutos. Santos e Grêmio tinham dificuldades para construir as jogadas, em especial no momento do passe que antecede a finalização. A primeira chance de perigo aconteceu apenas aos 18 minutos e foi do time da casa. Após boa trama pela esquerda entre Lucas Lima e Copete, o colombiano cruzou para a área. Thiago Maia chegou desviando de primeira, mas mandou na rede pelo lado de fora.

O Santos voltou a assustar a meta defendida por Bruno Grassi na marca de 21 minutos. Kannemann afastou mal e jogou a bola para a própria área. Ricardo Oliveira protegeu e Copete bateu de primeira, porém pegou muito embaixo da bola e mandou por cima. Aos 35, Vitor Bueno bateu forte da entrada da área e obrigou o arqueiro gremista a fazer grande defesa.

A partida ganhou em emoção nos minutos finais. Na marca de 38 minutos, o Grêmio desperdiçou grande chance. Everton arrancou com liberdade e deu uma cavadinha na cara de Vanderlei, que desviou a bola. O atacante pegou o rebote e tocou por cima, mas a bola bateu no travessão e saiu pela linha de fundo. O Santos respondeu na sequência com finalização de Vitor Bueno que carimbou o poste esquerdo de Bruno Grassi. Apesar das tentativas, o placar não foi mais alterado.

Bastidores – Santos TV:

Dorival lamenta empate do Santos, mas comemora ponto conquistado

O empate por 1 a 1 contra o Grêmio, neste domingo, na Vila Belmiro, não era o resultado que o Santos queria. O Tricolor gaúcho jogou com uma equipe alternativa e trouxe problemas para o Peixe, que saiu atrás no marcador, mas conseguiu buscar a igualdade. Dorival Júnior lamentou o empate, mas comemorou o ponto conquistado.

“Nós nos desgastamos muito para tentar procurar o empate e depois disso tivemos algumas dificuldades. No fim o jogo ficou muito franco, muito aberto de uma maneira desnecessária e os riscos foram muito claros para as duas equipes. Então não tem essa de que o sabor é de derrota. Nós sabíamos das dificuldades”, disse o treinador santista.

“Fizemos um ponto, nos aproximamos mais do que estão na nossa frente e a ideia é que continuemos assim a cada rodada, sempre pontuando. Naturalmente seria importante uma vitória, mas nem sempre ela acontece”, completou.

A decisão de Renato Gaúcho de mandar a campo uma formação alternativa para enfrentar o Santos na Vila Belmiro não surpreendeu Dorival. O comandante alvinegro defendeu a utilização dos jogadores reservas quando os titulares estão desgastados fisicamente.

“Não, ele já tinha dado um sinal desse tipo em uma das entrevistas dele. O ano passado nós fizemos errado e esse ano o Renato fez certo. É para vocês verem que o futebol não tem mágica. Quando um efetivo está cansado é muito melhor ter uma suplência descansada e em condições de poder brigar, de poder correr de igual para igual com uma equipe”, finalizou.

Dorival não descarta fazer mudanças no time para o duelo contra o Inter

Depois do empate por 1 a 1 com o Grêmio, no domingo, as atenções do Santos se voltam para o duelo de volta das quartas de final da Copa do Brasil contra o Internacional, nesta quarta-feira, às 19h30 (de Brasília), no Beira-Rio. Apesar da importância da partida, Dorival Júnior ainda não sabe se poderá contar com todos os titulares e não descartou utilizar alguns reservas, assim como fez Renato Gaúcho na Vila Belmiro.

“Não dá para saber. É isso que é difícil e as pessoas não conseguem entender. Nós ficamos sabendo internamente, não sei se procede, que a própria equipe do Grêmio, alguns jogadores, chegaram para o Renato e pediram para que não atuassem em razão do excessivo desgaste que estavam tendo e, de repente, o Renato modifica completamente a equipe. O nosso desgaste foi excessivo, foi um desgaste absurdo. O jogo do meio de semana já foi muito desgastante e você não consegue uma recuperação completa. Aí eu deixo a pergunta, qual é a decisão a ser tomada? O que é correto e o que não é?”, questionou Dorival em entrevista à TV Gazeta.

O treinador santista ressaltou que a decisão de escolher o time não é tão fácil como parece, mesmo diante de uma partida decisiva na reta final da segunda competição mais importante do futebol brasileiro.

“É muito complicado e nós temos de ter o discernimento a partir do momento que nós ouvimos o departamento médico, o departamento físico e a fisiologia para saber qual posição tomar. Mas nós precisamos de uma equipe forte e competitiva para o jogo forte e difícil de quarta-feira contra o Inter”, completou.

Com dois gols, Noguera vê bola aérea como ‘arma’ para ser titular

Acostumado a sofrer com as bolas aéreas, o Santos ganhou uma boa opção para ajudar a equipe pelo alto. No alvinegro desde julho, o zagueiro Fabián Noguera demorou para ganhar uma oportunidade, mas correspondeu quando entrou em campo. Em apenas três jogos, o defensor já tem dois gols marcados de cabeça. O primeiro veio em amistoso diante do Benfica, no dia 8, enquanto o segundo foi contra o Grêmio, neste domingo, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Mostrando força pelo alto, o argentino vê esta jogada como sua principal arma dentro de campo e acredita que essa virtude pode lhe dar mais chances entre os titulares. Com 1,93 metros de altura, Noguera ainda vê o jogo aéreo como um problema no futebol brasileiro.

“Eu falava quando eu cheguei que olhava muito os times brasileiros, e muitos têm dificuldade em bolas de cabeça. Como minha especialidade é essa, com a cabeça, quero ajudar mais o time na bola parada”, afirmou o defensor, em entrevista coletiva nesta segunda-feira, no CT Rei Pelé.

Apesar de ser seu terceiro jogo com o camisa do Santos, o duelo contra o Grêmio foi a primeira vez que Noguera atuou durante os 90 minutos de uma partida. Afastado do Banfield desde quando assinou um pré-contrato com o Peixe, no começo do ano, o zagueiro acredita que isso atrapalhou seu ritmo de jogo e afirma ainda não estar 100% dentro de campo.

“Fisicamente eu cheguei bem. Fiz um trabalho especial quando cheguei aqui, mas ainda não estou 100% futebolisticamente, tanto que os últimos 10 minutos contra o Grêmio eu senti um pouco mais. Não tive pré-temporada este ano, e todo jogador precisa dos seus 15 dias de preparação para entrar bem. Finalizei o torneio na Argentina e ficava com seis meses de contrato, aí apareceu a proposta do Santos eu não renovei para assinar. Por conta disso, o Banfield me fez treinar à parte. Dorival achou que era melhor uma adaptação. Eles (Banfield) queriam fazer um novo contrato comigo, mas quando escutei a proposta do Santos, eu larguei tudo e só pensei em vir pra cá”, concluiu.

Vitor Bueno sente lesão novamente e vira dúvida contra o Inter

Após ficar 22 dias parado com uma lesão no músculo adutor da coxa esquerda, o meia Vitor Bueno voltou ao Santos neste domingo e participou dos minutos finais do empate por 1 a 1 contra o Grêmio, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro. Porém, na reapresentação do elenco, nesta segunda-feira, o jogador sentiu uma fisgada no mesmo local e precisou sair do treino mais cedo, no CT Rei Pelé.

Treinando com bola desde o fim da última semana, Bueno estava sendo preparado para ser titular no confronto diante do Internacional, nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no Beira-Rio, pelo duelo de volta das quartas de final da Copa do Brasil. Porém, o atleta passará por alguns exames para saber se terá condições de entrar em campo.

Artilheiro da equipe na competição nacional com 10 gols, o meia sentiu a lesão na derrota santista para o Sport, no último dia 24 de setembro, na Ilha do Retiro. Com previsão inicial de pelo menos um mês fora dos gramados, Bueno surpreendeu os médicos e retornou antes do tempo estipulado.

Na partida contra o Grêmio, neste domingo, o jogador entrou aos 32 minutos do segundo tempo e agradou ao técnico Dorival Júnior. Apesar do tempo parado, o meia participou de alguns lances e quase virou o jogo para o Santos em duas oportunidades. Na primeira, ele arriscou um chute de fora da área e obrigou o goleiro Bruno Grassi a fazer boa defesa. Depois, o jogador apareceu dentro da área e acertou a trave do arqueiro gremista.

Após o empate diante do Tricolor Gaúcho, o técnico Dorival Júnior comandou uma atividade só com os reservas e os atletas que entraram no segundo tempo da partida deste domingo. Enquanto isso, os titulares fizeram um treino regenerativo, visando o duelo contra o Internacional. Se Vitor Bueno não puder atuar, abaixa será dupla, já que o meia Jean Mota, substituto natural da posição, já atuou pelo Fortaleza na Copa do Brasil e não poderá jogar na competição

A equipe que deve encarar o Inter será formada por: Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, David Braz e Zeca; Thiago Maia, Renato e Lucas Lima; Vitor Bueno (Vecchio); Copete e Ricardo Oliveira.

Dorival nega gosto de derrota em empate do Santos: “Sabor de ponto”
Técnico valoriza ponto conquistado no 1 a 1 contra os reservas do Grêmio, na Vila Belmiro. Peixe poderia assumir a terceira colocação se vencesse

O Santos empatou por 1 a 1 contra o time reserva do Grêmio neste domingo, na Vila Belmiro. Sabor de derrota? Não. Resultado tem “sabor de ponto” para o técnico Dorival Júnior.

O treinador valorizou a atuação do Tricolor, que teve jogadores descansados em campo, e lamentou os erros no último passe e o azar para não chegar à vitória.

– Não tem essa de sabor de derrota. É um empate com sabor de ponto. Nós criamos, lutamos, tivemos chances de vencer. Jogamos contra um adversário difícil, descansado, focado. Renato (Gaúcho) foi bem na escolha – analisou o treinador em entrevista coletiva, na Vila Belmiro.

– Deixamos de acertar no último passe, ficamos ansiosos em busca do resultado, e tivemos azar também. No lance em que a bola bate na trave (chute do Vitor Bueno), sobra para Paulinho, que não consegue dominar, e Ricardo Oliveira estava sozinho. São coisas do jogo – completou.

Mesmo com a vantagem de nove pontos para o líder Palmeiras, Dorival não joga a toalha na disputa pelo título. Faltam sete rodadas para o término do Campeonato Brasileiro.

– Continuamos brigando até o último momento. Por que não o título? Temos sete jogos, 21 pontos. Há uma diferença considerável, ninguém aqui é insano de pensar diferente, mas estamos motivados e vamos até o fim. Não vamos mudar o pensamento por causa do resultado. Futebol é cíclico, muda muito. Temos confronto (direto) ainda – concluiu.

São Paulo 0 x 1 Santos

Data: 13/10/2016, quinta-feira, 21h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 30ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 28.321 pagantes (29.314 total)
Renda: R$ 570.430,00.
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Auxiliares: Rafael da Silva Alves e Elio Nepomuceno de Andrade Júnior (ambos do RS).
Cartões amarelos: Mena e Robson (SP); Zeca e Copete (S).
Gol: Copete (01-2).

SÃO PAULO
Denis; Buffarini, Rodrigo Caio, Maicon e Mena; Hudson (Jean Carlos), Thiago Mendes, Wesley (Cueva) e Carlinhos (Kelvin); Robson e Andres Chavez.
Técnico: Ricardo Gomes

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz (Daniel Guedes), Luiz Felipe, David Braz e Zeca; Renato (Fabian Noguera), Thiago Maia e Lucas Lima (Yuri); Jean Mota, Copete e Ricardo Oliveira.
Técnico: Dorival Junior



Santos bate o São Paulo com gol relâmpago de Copete no Pacaembu

A cada partida, jogadores e técnicos são repetitivos de que cada vez mais os jogos têm sido decididos nos pequenos detalhes. E no clássico desta quinta-feira, no estádio do Pacaembu, o São Paulo pagou caro por um minuto de apagão. O Santos, atento, foi fatal. Jonathan Copete marcou o único gol do jogo e garantiu os três pontos para o time de Vila Belmiro nesta 30ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O lance que decidiu o San-São aconteceu logo depois do apito do árbitro para o reinicio da partida na segunda etapa. A bola era são-paulina, mas os atletas pareciam desligados. De repente, bola para lateral. Victor Ferraz acionou Jean Mota no meio. A marcação dobrou no santista e o lado direito da defesa ficou escancarado.

Jean percebeu, tocou para Lucas Lima, que deu de primeira para Copate. Livre, o colombiano ainda soube aproveitar o mau posicionamento de Denis para marcar enquanto muitos ainda retornavam dos banheiros e das lanchonetes do Pacaembu.

O mais estranho é que o primeiro tempo apresentou um cenário totalmente diferente. O clássico começou morno, com as duas equipes errando muitos passes. Do lado santista, Copete ainda perdeu uma chance incrível depois de receber cruzamento de Ricardo Oliveira. Mas, depois da primeira metade da etapa inicial, só deu Tricolor.

A pressão acuou o Peixe. Buffarini exigiu linda defesa de Vanderlei, Robson assustou, primeiro em chute travado já dentro da área e depois ao se jogar na bola e por pouco não completar para o gol o um desvio de cabeça de Chavez depois de cobrança de escaneio. Coincidência ou não, a melhora são-paulina aconteceu depois de Carlinhos sentir uma lesão na coxa e sair para a entrada de Kelvin.

O intervalo, porém, não fez bem aos são-paulinos. O time voltou relaxado e sentiu o gol tão relâmpago de Copete. Então, Cueva foi chamado por Ricardo Gomes e muito festejado pela torcida. Wesley deixou o clássico sob vaias e xingamentos. O peruano se tornou na grande esperança tricolor, mas o clássico ganhou ares de pelada, com as duas equipes abertas, atacando e contra-atacando na base do desespero.

O São Paulo era reflexo de sua torcida nas arquibancadas: nervoso e ansioso. O Santos, depois do gol, voltou a ser dominado, assim como na primeira etapa. E o desânimo do lado tricolor bateu de vez a cinco minutos do fim, quando Cueva achou Andres Chavez livre dentro da área e o argentino desperdiçou uma chance incrível, na cara de Vanderlei.

Assim, o São Paulo chega ao quinto jogo seguido sem vitória no Campeonato Brasileiro e se mantém a três pontos da zona de rebaixamento, com 36 pontos. Já o Peixe chega a seis jogos sem perder para o rival do Morumbi (5 vitórias e um empate), alcança 54 pontos e segue na caça do Atlético-MG, dois pontos acima, por uma vaga direta à Copa Libertadores da América em 2017.

Bastidores – Santos TV:

Dorival Júnior vê Santos “cirúrgico” e evita falar em título

O Santos sofreu para vencer o São Paulo por 1 a 0, nesta quinta-feira, no Pacaembu, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro. Apesar do gol marcado por Copete com menos de um minuto do segundo tempo, o Peixe foi muito pressionado pelo tricolor e quase levou o empate em diversas chances claras desperdiçadas pelos rivais.

O técnico Dorival Júnior admitiu a superioridade do adversário em alguns momentos do clássico, mas comemorou o importante triunfo.

“O resultado foi fundamental, conquistado na casa do adversário, jogo muto difícil. Estivemos bem nos 25 minutos da primeira etapa, depois o São Paulo cresceu. Começamos bem no segundo, mas depois eles dominaram de novo. Ficamos com o contra-ataque disponível, mas não acertamos. Foi um jogo cirúrgico, com substituições dentro das necessidades. Em alguns momentos tem que ser assim. Nós não temos outro caminho, os jogos são complicados mesmo”, disse o comandante santista, em entrevista coletiva após o duelo.

Com a vitória, o Santos chegou aos 54 pontos e segue na cola do G3, formado por Palmeiras, Flamengo e Atlético-MG. Após o triunfo no clássico, os jogadores do alvinegro nem terão muito tempo para descansar. A equipe já treina nesta sexta-feira, na preparação para encarar o Grêmio, no próximo domingo, às 19h30 (de Brasília), na Vila Belmiro.

Além da vitória sobre o São Paulo, o Peixe já havia vencido Atlético-PR e Fluminense. A boa sequência no Brasileirão, porém, não deslumbrou Dorival sobre as chances de títulos.

“Não tem como fazer projeção em um campeonato tão difícil como esse. Eu nunca penso no que pode acontecer lá na frente. Tem que ser jogo a jogo. Hoje o meu foco é o Grêmio. É o nosso objetivo. Nós buscamos fazer a nossa parte, mas eu não fico fazendo previsão”, concluiu.

Ricardo Oliveira reconhece São Paulo melhor, mas valoriza vitória ‘fora’

Apesar de ter conquistado sua 15ª vitória consecutiva dentro do Pacaembu, o Santos encontrou um clima diferente nesta quinta-feira. Afinal, haviam 29 mil torcedores são-paulinos no estádio. Porém, mesmo com a pressão de jogar ‘fora de casa’, o alvinegro bateu o São Paulo por 1 a 0, com gol de Copete. Porém, apesar do triunfo, o Peixe foi pressionado e viu o tricolor desperdiçar diversas oportunidades.

O atacante Ricardo Oliveira reconheceu a superioridade do rival, mas vibrou com o fato do Santos vencer mesmo sem ter feito um grande jogo. “Não fizemos uma grande apresentação, até porque o adversário nos colocou nessa situação difícil. Temos que reconhecer que é uma grande equipe e hoje nós fomos eficientes. Tem dias que nós fazemos um jogo vistoso e não vencemos. Mas hoje é para valorizar a vitória contra uma grande equipe”, afirmou o camisa 9, na saída do Pacaembu.

Com a vitória no clássico, o Santos chegou aos 54 pontos e segue na cola do G3, formado por Palmeiras, Flamengo e Atlético-MG, respectivamente. O triunfo fez o Peixe diminuir para sete pontos a diferença para o líder Verdão, que só empatou em 0 a 0 com o Cruzeiro. Porém, Ricardo Oliveira prefere não pensar em título e quer os santistas encarando todos os compromissos como uma final.

“Nós sabemos da dificuldade para chegar ao título, mas o objetivos estão sendo alcançados. Estamos somando dentro da competição, cada vez mais a gente vai se firmando na parte alta e esse é o nosso discurso. Matematicamente é possível, mas queremos ir jogo após jogo e ver onde podemos terminar no final da competição”, completou o centroavante.

Ferraz deixa Pacaembu mancando e pode ser desfalque contra o Grêmio

Aos sete minutos do segundo tempo, o lateral-direito Victor Ferraz deu um susto na torcida santista. O jogador pediu para ser substituído na vitória do Peixe por 1 a 0 sobre o São Paulo, nesta quinta-feira, e deixou o gramado do Pacaembu mancando. Ele sofreu um pisão no tornozelo após dividida com o lateral-esquerdo Mena.

Segundo o próprio Ferraz, não foi uma lesão grave. Porém, como o alvinegro já entra em campo no próximo domingo, às 19h30 (de Brasília), contra o Grêmio, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro, o lateral pode ficar fora da partida.

“Foi um pisão, vamos ver (se vou precisar parar), mas os fisioterapeutas do Santos são muito competentes”, disse o atleta na saída do Pacaembu, após o triunfo sobre o São Paulo.

Caso o lateral-direito titular não tenha condições de entrar em campo no domingo, o escolhido pelo técnico Dorival Júnior será Daniel Guedes. Foi ele, inclusive, que disputou os minutos finais do clássico contra o São Paulo, substituindo Ferraz.

“O Victor levou uma pancada. Entramos para manter o ritmo. Temos que nos manter firmes e tem que estar preparado para o que vier. Tem que ser o primeiro a chegar e o último a sair” disse o provável substituto.

Após terceiro amarelo, Luiz Felipe desfalca o Santos contra o Grêmio

Apesar da boa vitória por 1 a 0 sobre o São Paulo, nesta quinta-feira, no Pacaembu, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Santos teve pelo menos uma coisa para lamentar durante a partida. No apagar das luzes do clássico, já aos 43 do segundo tempo, o zagueiro Luiz Felipe foi obrigado a matar um contra-ataque do rival e acabou levando o cartão amarelo. Como foi o seu terceiro no acumulado, o defensor irá cumprir suspensão automática na próxima rodada e não encara o Grêmio, no domingo, às 19h30 (de Brasília), na Vila Belmiro.

Antes do duelo contra o rival, o jogador já havia sido amarelado nas partidas contra Atlético-MG e Santa Cruz. Como Luiz Felipe não poderá atuar no domingo, o técnico Dorival Júnior precisará escolher entre Lucas Veríssimo e Fábian Noguera.

Se essa substituição fosse necessária há duas semanas, provavelmente o zagueiro da base seria o escolhido para a vaga. Porém, Noguera entrou bem no amistoso contra o Benfica e marcou o gol do empate da partida, que terminou empata em 1 a 1, no último sábado. Já Veríssimo ficou marcado negativamente após cometer dois pênaltis em cima do atacante José Gomes, da equipe portuguesa.

“Independentemente de quem for entrar na minha vaga, sei que irá fazer um bom trabalho. O Santos está bem servido de zagueiros”, disse Luiz Felipe na saída do Pacaembu.

Após o triunfo sobre o São Paulo, o Peixe se reapresenta na tarde desta sexta-feira, no CT Rei Pelé. Como treinamento será regenerativo, Dorival só deve esboçar a equipe titular que encara o Grêmio na atividade que acontece na manhã de sábado, véspera do jogo diante dos gaúchos.