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Coritiba 0 x 0 Santos

Data: 20/08/2017, domingo, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 21ª rodada
Local: Estádio Major Antônio Couto Pereira, em Curitiba, PR.
Público: 9.262 presentes (8.426 pagantes e 836 não pagantes).
Renda: R$ 186.685,00
Árbitro: Sandro Meira Ricci (Fifa-SC)
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Carvalho Van Gasse (ambos de SP)
Cartões amarelos: Márcio, Matheus Galdezani e Neto Berola (C); Lucas Lima (S).

CORITIBA
Wilson; Léo, Márcio, Walisson Maia e William Matheus; João Paulo, Alan Santos, Matheus Galdezani (Neto Berola) e Carleto (Filigrana); Iago Dias (Anderson) e Alecsandro.
Técnico: Marcelo Oliveira

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, David Braz, Lucas Veríssimo e Zeca; Alison, Léo Cittadini e Lucas Lima; Copete, Bruno Henrique e Kayke (Nilmar).
Técnico: Levir Culpi



Santos fica no zero com o Coxa e perde chance de encostar nos líderes

O Santos entrou em campo com a missão de tirar a diferença para os líderes do Campeonato Brasileiro, mas não soube aproveitar os tropeços dos rivais diretos. Cometendo muitos erros na hora de concluir e se safando de uma derrota por mais uma boa atuação de Vanderlei, o time da Baixada ficou no 0 a 0 com o Coritiba na noite deste domingo, no Couto Pereira.

Com o resultado, o Santos perde a chance de encostar no Grêmio, vice-líder, e no Corinthians, líder, que perderam pontos na rodada. Com 37 conquistados, o time continua três atrás dos gaúchos e dez atrás do rival, que entra em campo na próxima quarta, contra a Chapecoense, para fazer um jogo atrasado da 20ª rodada.

O jogo:

O primeiro tempo da partida mostrou o Santos bem postado no campo e com bastante espaço para criar as jogadas, principalmente pelo lado direito. Contando com bons passes de Lucas Lima e uma participação razoável de Léo Cittadini, o time paulista só não abriu o placar por incompetência da dupla Copete e Kayke.

O colombiano, que faz ótima temporada, teve talvez o seu pior primeiro tempo com a camisa santista, errando lances fáceis. No melhor deles, em contra-ataque de cinco santistas contra quatro do Coxa, ele tentou passe difícil, com a perna direita, e mandou nos pés do zagueiro.

O centroavante, porém, conseguiu ter um destaque negativo maior por perder duas boas chances de marcar. A melhor veio aos 25 minutos de bola rolando, após “casquinha” de Bruno Henrique. Esperto, ele tomou a frente do zagueiro e ficou cara a cara com Wilson, mas chutou mal, para fora. Depois, aos 45, recebeu na entrada da área e tentou de esquerda, mas mandou na bandeira de escanteio.

A etapa final começou com o Peixe tentando abrir vantagem logo de cara, talvez impulsionado pelas palavras do técnico Levir Culpi. Em boa performance, Lucas Lima deu duas boas enfiadas para Bruno Henrique, mas a zaga conseguiu travar na hora certa.

O Coxa, porém, conseguiu se acertar no ataque e passou a levar perigo. Iago, aos oito minutos, quase marcou ao chutar forte, no ângulo, mas parou em boa defesa de Vanderlei. Na resposta, Bruno Henrique recebeu pela esquerda, encarou a marcação e cruzou. A zaga afastou mal e a bola ficou com Léo Cittadini, que chutou por cima do gol.

O jogo caiu com o passar do tempo, à medida em que a chuva ficava mais forte, e só voltou a ter lances de perigo nos minutos finais. Neto Berola, porém, conseguiu mais atrapalhar do que ajudar o Coxa, perdendo três chances claras de marcar. Na melhor, em rebote da trave após chute de Alan Santos, ele preferiu segurar a bola em vez de chutar para o gol vazio.

Levir reclama da chuva e afirma que faltou “contundência” ao Santos

O técnico Levir Culpi ficou decepcionado mais com a falta de gols do que com o empate do Santos diante do Coritiba, na noite deste domingo, no Couto Pereira, em partida válida pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. Para o treinador, ambas equipes mereciam balançar a rede, mas sofreram também com a chuva que caiu sobre a capital paranaense.

“É difícil, a chuva atrapalhou os dois times. Faltou contundência. O penúltimo passe faltou. Fizemos várias situações, mas foram poucas finalizações”, avaliou o treinador, que não abandonou o bom humor para fazer uma crítica ao futebol da etapa final.

“A melhor jogada talvez tenha sido a do nosso massagista. Ele entrou em campo e levou uma voadora, perdeu todos os utensílios. Acho que foi uma das melhoras jogadas (risos)”, disse Levir, reconhecendo que o ponto conquistado pelo Peixe ficou de bom tamanho.

“Não foi como nós queríamos, mas levando em consideração o que aconteceu no jogo, foi a lógica. O gramado estava alto, dificultou muito a atividade. Mas não faltou a parte física de ninguém. Foi muito equilibrado, acho que o jogo não merecia o 0 a 0, mas não tivemos competência de colocar a bola para dentro”, observou.

Mesmo com as ressalvas à criação de jogadas, Levir fez questão de exaltar o desempenho do meia Lucas Lima. Para ele, o que faltou mesmo ao time da Baixada foi um poder de fogo maios do trio formado por Bruno Henrique, Copete e Kayke, além de Nilmar, que entrou no segundo tempo.

“Lucas Lima é um jogador acima da média. Ele tem uma distribuição de bola excelente. Ele fez isso, distribuiu muito bem, mas faltou completar os lances. Mas ele produziu o normal, mas faltamos finalizar”, concluiu o comandante.


Santos 0 x 0 Fluminense

Data: 14/08/2017, segunda-feira, 20h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 20ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 22.018 presentes (19.457 pagantes e 2.561 não pagantes)
Renda: R$ 686.240,00
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Auxiliares: Bruno Raphael Pires e Leone Carvalho Rocha (ambos de GO).
Cartões amarelos: Alison (S); Henrique Dourado e Marlon Freitas (F).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Zeca; Alison, Léo Cittadini e Lucas Lima; Vladimir Hernández (Jean Mota), Thiago Ribeiro (Lucas Crispim) e Ricardo Oliveira (Kayke).
Técnico: Levir Culpi

FLUMINENSE
Júlio César; Lucas, Henrique, Renato Chaves e Léo; Marlon Freitas, Orejuela, Wendel e Gustavo Scarpa (Robert); Wellington Silva (Marcos Júnior) e Henrique Dourado (Pedro).
Técnico: Abel Braga



Santos e Fluminense perdem chances e não saem do zero no Pacaembu

Quem apenas ver o placar de 0 a 0 pode imaginar que o duelo entre Santos e Fluminense, válido pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro, tenha sido monótono no Pacaembu. Porém, as duas equipes fizeram um confronto movimentado na noite desta segunda-feira, com direito a boas chances perdidas para os dois lados e até bola na trave. Mesmo assim, Peixe e Tricolor não conseguiram balançar as redes e saíram de campo com um placar que não foi bom para ninguém.

Com o resultado, o alvinegro segue no G3, mas parou nos 36 pontos e não encostou nos líderes Grêmio e Corinthians. Já o time carioca continua com 27 pontos e caiu para a 10ª posição na tabela.

O jogo:

Jogando em sua ‘segunda casa’, o Santos começou tomando a iniciativa contra o Flu. Apostando no toque de bola rápido, os santistas chegaram bem aos 12 minutos, após Alison avançar pela direita e cruzar para Thiago Ribeiro dentro da área. O atacante, porém, dividiu com a zaga carioca e mandou por cima do gol.

Na jogada seguinte, foi a vez de Victor Ferraz arriscar de longe, assustando o goleiro Júlio César. Já aos 19 minutos, Lucas Lima passou com facilidade pelo seu xará do Fluminense e chutou cruzado de dentro da área. A bola passou com muito perigo por cima do travessão.

A superioridade santista continuou no Pacaembu. Aos 30 minutos, Léo Cittadini recebeu na entrada da área e bateu colocado. Júlio César se esticou todo e salvou o Fluminense.

O time carioca, por sua vez, só chegou com perigo real aos 37 minutos, quando Lucas recebeu cruzamento e tentou ajeitar para o meio da área, mas a redonda desviou em Zeca e saiu.

E os 43, o Peixe desperdiçou a melhor oportunidade da primeira etapa. Após erro na saída de bola do Flu, Lucas Lima acha Ricardo Oliveira completamente livre dentro da área. O camisa 9 resolveu tocar para Hernández. O colombiano, porém, abdicou do chute e errou o passe ao tentar devolver a bola para o centroavante.

O segundo tempo começou elétrico no Pacaembu. Logo aos cinco minutos, Henrique Dourado aproveitou rápido contra-ataque do Flu e deixou Wendel na cara do gol. O volante driblou Vanderlei, mas mandou na trave.

Diferentemente do que aconteceu na primeira etapa, o Tricolor das Laranjeiras voltou do intervalo se arriscando mais no ataque. Aos 12, Vanderlei afastou mal, mas Henrique Dourado teve problemas para dominar e desperdiçou boa chance.

O Santos ‘acordou’ somente aos 20 minutos, quando Lucas Crispim, que entrou na vaga de Thiago Ribeiro, tentou bater na entrada da área e a bola acabou sobrando para Vladimir Hernández. O colombiano bateu colocado, mas não acertou o gol de Júlio César.

Ao 30, Lucas Lima cobrou falta dentro da área, Gustavo Henrique desviou de cabeça, mas Júlio César salvou o Flu.

Com o passar do tempo, as duas equipes foram em busca da vitória e o confronto ficou aberto no Pacaembu. Porém, nenhuma das equipes conseguiu balançar as redes e a partida acabou mesmo no 0 a 0 no Pacaembu.

Bastidores – Santos TV:

Levir vê empate justo entre Santos e Flu: “Jogo não merecia um vencedor”

Apesar de boas chances desperdiçadas, Santos e Fluminense não saíram do 0 a 0 na noite desta segunda-feira, no Pacaembu, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na primeira etapa, o Peixe foi amplamente superior. Já na volta do intervalo, o Tricolor das Laranjeiras cresceu no confronto e chegou até a colocar bola na trave, com Wendel.

Para o técnico Levir Culpi, o empate entre as duas equipes foi justo, mas merecia pelo menos alguns gols. “É um clássico. O Fluminense tem jogadores de ótimo nível. Criamos boas oportunidades no primeiro tempo e poderíamos ter criado um outro caminho. O jogo não merecia um 0 a 0, mas acho que também não merecia um vencedor”, explicou o comandante em entrevista coletiva.

E antes do duelo acontecer, Levir Culpi surpreendeu os santistas ao poupar David Braz, Copete e Bruno Henrique da partida. Na visão do treinador, os três atletas, principalmente os atacantes, estavam sofrendo com o desgaste físico e poderiam se lesionar se entrassem em campo.

“Bruno e Copete estavam visivelmente desgastados. O Braz não estava tão ruim assim, mas o Gustavo Henrique, que é considerado um dos titulares, também precisava voltar a jogar, pra pegar ritmo. A responsabilidade pelo segundo tempo de hoje foi minha, porque além das mudanças iniciais, eu ainda troquei três atletas depois do intervalo. Eu mesmo levei um certo desequilíbrio ao time. Um ponto vale muito, acho que foi o que a partida mereceu”, concluiu Levir.

Oliveira valoriza chances criadas, mas lamenta queda do Santos no 2º tempo

O Santos não saiu do 0 a 0 com o Fluminense, nesta segunda-feira, no Pacaembu, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. Apesar do placa zerado, as duas equipes desperdiçaram algumas oportunidades o confronto.

Enquanto o Flu parou na trave em sua melhor chance, com Wendel, o Peixe viu Ricardo Oliveira e Vladimir Hernández se enrolarem na cara do gol, aos 43 minutos do primeiro tempo. Para o centroavante, a equipe comandada por Levir Culpi não sentiu a falta de entrosamento, mas caiu de produção após o intervalo.

“Não dá pra falar que faltou entrosamento, nós criamos oportunidades, mas não fomos eficientes e perdemos. No segundo tempo realmente nós não criamos muito e acabamos sem a vitória. Dava para ter matado o jogo no primeiro tempo e não conseguimos”, lamentou o camisa 9, citando as entradas de Vladimir Hernández, Thiago Ribeiro, Gustavo Henrique e Léo Cittadini no time titular.

Com a igualdade, o alvinegro segue no G3, mas parou nos 36 pontos e não encostou nos líderes Grêmio e Corinthians.

Jogadores do Flu lamentam chances criadas, mas valorizam empate

O Fluminense ficou no empate sem gols com o Santos, nesta segunda-feira, no Pacaembu. Com o resultado, os tricolores terminaram a rodada na décima posição do Campeonato Brasileiro. O zagueiro Henrique lamentou as chances criadas, principalmente no segundo tempo, mas ressaltou que os cariocas saem de campo satisfeitos com o ponto conquistado em São Paulo.

“A gente sabe da qualidade da equipe do Santos. Mesmo criando algumas boas chances de marcar, não podemos deixar de sair satisfeitos com o empate. Saímos com o sentimento de dever cumprido, de trabalho feito”, disse.

O meia Gustavo Scarpa foi outro a lamentar os erros na parte ofensiva na etapa final. O jogador elogiou o fato das equipes estarem voltadas para o ataque durante os 90 minutos e o gramado do Pacaembu.

“Poderíamos ter saído de campo com a vitória. Conseguimos criar boas chances de gol. Tivemos uma boa partida. Foi uma partida muito boa, com um gramado muito bom, algo que é difícil de ser ver no Brasileiro”, declarou.


Santos 1 x 0 Atlético-PR

Data: 10/08/2017, quinta-feira, 21h45.
Competição: Copa Libertadores – Oitavas de final – Jogo de volta
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 12.360 pagantes
Renda: R$ 622.995,00
Árbitro: Mauro Viglian (ARG)
Auxiliares: Diego Bonda e Gabriel Chade (ambos da ARG).
Cartões amarelos: Guilherme (A).
Gol: Bruno Henrique (32-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz Lucas Veríssimo, David Braz e Zeca; Alison (Daniel Guedes), Yuri (Jean Mota) e Lucas Lima; Copete (Thiago Ribeiro), Bruno Henrique e Ricardo Oliveira.
Técnico: Levir Culpi

ATLÉTICO-PR
Weverton; Jonathan, Paulo André, Thiago Heleno e Fabrício; Rossetto (Bruno Guimarães), Lucho e Nikão, Sidcley (Pablo) e Guilherme; Ribamar (Ederson).
Técnico: Fabiano Soares



Santos é dominado pelo Atlético-PR, mas marca no fim e avança na Libertadores

Parece repetitivo escrever que o futebol não é uma ciência exata. Porém, o duelo entre Santos e Atlético-PR, nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, apenas expõe como esse é um esporte inexplicável. Completamente dominado dentro de seu estádio, o time comandado por Levir Culpi foi posto ‘na roda’ e viu o Furacão pressionar, parando em Vanderlei, Veríssimo e na trave. E quando a pressão atleticana parecia que daria resultado, foi o alvinegro que marcou com Bruno Henrique, na reta final do segundo tempo, e confirmou a classificação para as quartas de final da Libertadores.

Com a vaga garantida, o Peixe agora se prepara para encarar o Barcelona de Guayaquil na próxima fase da competição continental. Porém, como o embate só acontecerá em setembro, a equipe comandada por Levir Culpi precisa ‘virar a chavinha’ e pensar no Campeonato Brasileiro, já que pega o Fluminense na próxima segunda-feira, às 20h (de Brasília), no Pacaembu.

O Furacão, por sua vez, esquece de vez a Libertadores e mira suas forças apenas na luta para chegar no G6 do Brasileirão. No próximo domingo, o time paranaense recebe o Bahia, às 19h, pela 20ª rodada do torneio nacional.

O jogo:

O jogo começou truncado na Vila Belmiro, como uma decisão de Libertadores. Precisando reverter a vantagem, o Atlético-PR demonstrou mais ímpeto no início e teve a primeira boa chegada do duelo. Aos 9 minutos, Nikão driblou Victor Ferraz no lado esquerdo e bateu. A bola desviou na zaga e assustou Vanderlei.

No lance seguinte, Nikão avançou novamente pela esquerda e cruzou na área. David Braz furou ao tentar afastar, mas o camisa 1 do Peixe salvou.

As duas chegadas atleticanas ‘acordaram’ o Santos, que respondeu na sequência, quando Bruno Henrique recebeu de Ricardo Oliveira e bateu de longe, passando perto do travessão de Weverton.

Porém, após a primeira chance desperdiçada, o alvinegro recuou e entregou a bola para o Furacão, esperando por um contra-ataque. O time de Curitiba, por sua vez, passou a dominar as ações e só não abriu o placar porque o Peixe tinha Vanderlei embaixo da trave.

Mostrando nenhum abatimento por ficar fora da lista de convocados da Seleção Brasileira, o goleiro santista fez três grandes defesas em um minuto e salvou o Santos novamente na Vila.

A pressão atleticana continuou. Aproveitando-se da fragilidade no meio-campo santista com Yuri e Alison, a equipe comandada por Fabiano Soares botou o Peixe ‘na roda’. Aos 37 minutos, Jonathan avançou com facilidade pelo lado direito e cruzou para o meio da área. Sidcley, completamente sozinho, bateu no meio do gol. Porém, se Vanderlei estava vendido no lance, foi a vez de Lucas Veríssimo colocar o peito na bola, em cima da linha, e livrar o alvinegro de ir para o intervalo em desvantagem no marcador.

Mesmo com a entrada de Jean Mota na vaga de Yuri, o segundo tempo começou da mesma forma que o primeiro: com o Atlético-PR dominando completamente o Santos dentro da Vila. Aos 13 minutos, Jonathan cruzou para Ribamar, mas Lucas Veríssimo dividiu com o atacante e afastou o perigo.

Dois minutos depois, porém, o Peixe finalmente assustou o goleiro Weverton. Após lindo lançamento de Jean Mota, Veríssimo desviou de cabeça e a bola tirou tinta da trave esquerda do arqueiro atleticano.

A chance desperdiçada pelo alvinegro não diminuiu o ímpeto do Furacão, que seguiu dominando e pressionando em plena Vila Belmiro. Aos 26 minutos, Sidcley mandou de fora da área e obrigou Vanderlei a fazer mais uma boa defesa.

No lance seguinte, quem salvou o Santos foi a trave. Após cruzamento de Nikão, Jonathan apareceu livre na área e cabeceou na trave. Logo depois, Sidcley também avançou sem marcação e só parou em Vanderlei.

Porém, mesmo sendo completamente amassado na Vila, o Peixe conseguiu encaixar o tão esperado contra-ataque e matou o confronto. Aos 32 minutos, Lucas Lima lançou para Ricardo Oliveira na direita. O atacante cruzou na medida para Bruno Henrique apenas escorar e decretar a classificação santista na Libertadores.

Bastidores – Santos TV:

Herói do Santos, Vanderlei esquece seleção: ‘Estou em um grande clube’

Já virou rotina escrever que Vanderlei foi o herói do Santos. Nesta quinta-feira, o camisa 1 foi decisivo mais uma vez, fez diversas defesas importantes e segurou a pressão do Atlético-PR em plena Vila Belmiro, garantindo a classificação santista para as quartas de final da Libertadores.

Antes de ser protagonista do alvinegro de noite, o goleiro viu o técnico Tite deixá-lo de fora da lista de convocados da seleção brasileira para a os jogos contra o Equador, no próximo dia 31, em Porto Alegre, e Colômbia, no dia 5 de setembro, fora de casa, válidos pelas Eliminatórias Sul-Americanas. Esquecido pelo comandante da amarelinha, Vanderlei valorizou seu momento no Santos.

“Não tenho o que reclamar de nada (sobre a não convocação). Estou em um grande clube, jogando grandes campeonatos. Tenho consciência de que tenho feito o meu melhor”, disse o camisa 1 após a vitória por 1 a 0 sobre o Atlético-PR, na Vila Belmiro.

Com a vaga garantida, o Santos agora se prepara para encarar o Barcelona de Guayaquil nas quartas de final da competição continental. O embate acontecerá em setembro.

“A gente precisava dessa classificação. Eles (Atlético-PR) fizeram uma bela partida, mas o importante é passar de fase. O Barcelona é um adversário difícil. Precisamos fazer um bom jogo fora de casa para ficarmos mais tranquilos na Vila”, concluiu Vanderlei.


Avaí 0 x 0 Santos

Data: 06/08/2017, domingo, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 19ª rodada
Local: Estádio da Ressacada, em Florianópolis, SC.
Público: 5.939 pessoas
Renda: R$ 158.840,00
Árbitro: Pablo dos Santos Alves (PB)
Auxiliares: Oberto da Silva Santos e Kildenn Tadeu Morais de Lucena (ambos da PB)
Cartões amarelos: Alemão e Judson (A); Lucas Veríssimo (S).

AVAÍ
Douglas; Leandro Silva, Alemão, Betão e Capa; Judson, Simião (Willians), Juan (Rômulo) e Pedro Castro; Junior Dutra e Joel (Luanzinho).
Técnico: Claudinei Oliveira

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Noguera e Zeca; Alison, Renato (Léo Cittadini) e Jean Mota; Copete (Thiago Ribeiro), Bruno Henrique e Ricardo Oliveira (Kayke).
Técnico: Levir Culpi



Santos fica no zero com o Avaí e fecha turno no terceiro lugar

O Santos não teve uma grande apresentação na noite deste domingo, contra o Avaí, no estádio da Ressacada, mas ficou perto de conquistar uma vitória nos domínios do adversário. Mesmo sem apresentar um bom futebol, o time paulista parou duas vezes no travessão no empate sem gols com os catarinenses.

Com o resultado, o Peixe chega a 35 pontos somados nas 19 rodadas do primeiro turno, na terceira colocação, e vê tanto o líder Corinthians (47) quanto o vice Grêmio (39) se distanciarem. O Palmeiras, porém, perdeu para o Furacão e agora está três pontos atrás. O Leão, por sua vez, fecha a metade da competição com 18, na 19ª posição. quatro pontos atrás da Chapecoense, primeiro time fora da degola.

O primeiro tempo pôde ser dividido igualmente para as duas equipes, com a metade inicial sendo toda do Santos e a final, dominada pelo Avaí. Apostando nas investidas de Bruno Henrique, o Peixe conseguiu chegar com perigo na base da habilidade do camisa 27, sempre indo para cima de Leandro Silva. O melhor lance, no entanto, veio com uma bela contribuição dos mandantes.

Aos 15 minutos, a bola foi alçada na área justamente por Bruno e Alemão desviou para cima. A bola continuou viva e, em disputa com Ricardo Oliveira, Alemão ganhou de novo, mas mandou para trás. Douglas, que estava adiantado, se esticou para alcançar, mas a redonda bateu no travessão. Na volta, o próprio Alemão afastou.

Depois dos 20 minutos, porém, o Avaí percebeu a possibilidade de se aproveitar dos avanços de Bruno Henrique, que demorava a recompor, investindo pela direita. Nos dois melhores lances, Joel foi derrubado por Noguera após cruzamento, mas o juiz não marcou pênalti, e Juan, após confusão, chutou rasteiro, carimbando a trave de Vanderlei.

Sem alterações no placar, os dois treinadores voltaram para o segundo temo confiantes que apenas uma das metades dos 45 minutos iniciais ia se repetir, sem promoverem quaisquer substituições. Quem quase foi premiado acabou sendo Levir. Aos seis, ele viu Zeca pegar chute de primeira após sobra, na entrada da área, e carimbar o travessão.

Pouco depois, porém, quase que os donos da casa conseguiram o seu gol, quando Capa cruzou rasteiro, a bola cruzou a frente de Vanderlei e saiu sem ninguém encostar. A resposta veio com Ricardo Oliveira, que chutou forte, mas a bola passou perto da trave.

O jogo seguiu sem grandes movimentações, mesmo com as substituições dos treinadores. Até o apito final, cada lado teve uma chance de ter a vitória. O Peixe em um cruzamento para Bruno Henrique, que Alemão tirou na hora exata. O Avaí em contra-ataque, já nos acréscimos, quando Willians serviu Júnior Dutra e o avante parou em boa defesa de Vanderlei.


Santos 3 x 2 Flamengo

Data: 02/08/2017, quarta-feira, 21h45.
Competição: Campeonato Brasileiro – 18ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 27.030 presentes (24.707 pagantes e 2.323 não pagantes)
Renda: R$ 870.640,00
Árbitro: Eduardo Tomaz de Aquino Valadao (GO)
Auxiliares: Fabricio Vilarinho da Silva e Cristhian Passos Sorence (ambos de GO).
Cartões amarelos: Yuri e Lucas Lima (S); Rodinei, Diego, Everton (F).
Cartões vermelhos: Rodinei (F) e David Braz (S).
Gols: Bruno Henrique (08-2), Éverton Ribeiro (11-2), Felipe Vizeu (21-2), Alison (39-2) e Ricardo Oliveira (43-2).

SANTOS
Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Jean Mota (Kayke); Yuri (Zeca), Renato (Alison) e Lucas Lima; Copete, Bruno Henrique e Ricardo Oliveira.
Técnico: Levir Culpi

FLAMENGO
Diego Alves; Rodinei, Réver, Juan e Renê (Berrío); Márcio Araújo, Willian Arão, Diego (Pará) e Éverton Ribeiro; Everton e Guerrero (Felipe Vizeu).
Técnico: Zé Ricardo



Santos vira na raça, bate Flamengo e segue em terceiro no Brasileirão

O início de Santos e Flamengo nesta quarta-feira não foi nada animador. Porém, o segundo tempo foi digno do embate que aconteceu entre as equipes na última semana. Em mais um confronto recheado de alternativas, o Peixe abriu o placar, viu o Rubro-Negro marcar duas vezes, mas buscou a virada novamente na raça e venceu por 3 a 2, no Pacaembu, em duelo válido pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Com a vitória, o alvinegro chegou aos 34 pontos e manteve-se na terceira posição. Já o Mengão ficou estacionado com 29 e termina a rodada em quinto.

O jogo:

No primeiro tempo, Santos e Flamengo não conseguiram repetir o ótimo duelo que aconteceu na semana passada, na Vila Belmiro, pela Copa do Brasil. Com pouca inspiração, as duas equipes fizeram uma primeira etapa bastante truncada no Pacaembu.

Porém, o Rubro-Negro conseguiu ser superior ao Peixe. Tanto que as duas chances mais claras foram do time carioca. Aos 23 minutos, Guerrero recebeu bom cruzamento de Rodinei, mas falhou na hora de bater e perdeu ótimo oportunidade de frente para o gol.

Já aos 34 minutos, Willian Arão desviou cobrança de escanteio na primeira trave e Juan apareceu completamente livre dentro da área, mas cabeceou para fora. No ataque seguinte, Diego arriscou de longe e Vanderlei salvou. No rebote, Felipe Vizeu dominou, limpou a marcação e mandou na trave, assustando os santistas no Pacaembu.

O Santos, por sua vez, apostava na velocidade de Bruno Henrique, mas pouco conseguiu penetrar na zaga flamenguista e não assustou o goleiro Diego Alves em toda a primeira etapa.

Os primeiros momentos depois do intervalo não davam demonstrações de que o jogo seria melhor. Porém, Bruno Henrique tratou de colocar emoção ao jogo logo aos 8 minutos. Após chute de Ricardo Oliveira, a bola desviou em Márcio Araújo e caiu nos pés de Bruno Henrique, que só teve o trabalho de empurrar para o fundo das redes e abrir o placar no Pacaembu.

Mas a alegria dos santistas durou pouco. Três minutos após fazer 1 a 0, o Peixe viu o Mengão chegar ao empate em grande estilo. Éverton Ribeiro recebeu de Rodinei na entrada da área e soltou uma bomba. A redonda desviou levemente na zaga e enganou Vanderlei. Golaço e 1 a 1 no marcador.

O tento animou os flamenguistas, que partiram para cima e aproveitaram falha defensiva do Santos para virar o jogo em dez minutos. Aos 21, Willian Arão encontrou um buraco no meio da zaga e achou Felipe Vizeu. De frente com Vanderlei, o atacante bateu de esquerda e colocou o Rubro-Negro na frente.

Após sofrer a virada, o Peixe começou a mostrar nervosismo e não conseguiu melhorar nem com a expulsão de Rodinei, aos 28, após forte entrada em Jean Mota.

Porém, o futebol é um esporte imprevisível. Justamente em seu pior momento no jogo, o Santos chegou ao 2 a 2 após chutaço de longe de Alison. E quando parecia que o empate estava decretado, Daniel Guedes cruzou na cabeça de Ricardo Oliveira, que venceu Diego Alves e decretou a virada santista no Pacaembu.

Bastidores – Santos TV:

Virada heroica no fim salva invencibilidade do Santos no Pacaembu

Parecia que a noite de 2 de agosto de 2017 ficaria marcada como o dia em que a invencibilidade do Santos no Pacaembu chegou ao fim. Parecia! Perdendo para o Flamengo por 2 a 1 até os 39 minutos do segundo tempo, o Peixe buscou uma virada heroica nos últimos momentos do confronto, válido pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro, e manteve o retrospecto quase perfeito no estádio paulistano.

A última derrota do alvinegro na ‘segunda casa’ foi em abril de 2014, no primeiro jogo da final do Campeonato Paulista, contra o Ituano. De lá pra cá, o alvinegro já disputou 23 jogos no estádio, sendo 22 vitórias e apenas um empate.

“Gostamos muito do Pacaembu. Sempre jogamos para frente aqui”, disse o volante Renato, que voltou ao Peixe após ficar ausente sem seis partidas na temporada.

E além de manter a série invicta, a vitória sobre o Fla fez o Santos chegar ao seu décimo jogo seguido sem derrota em 2017, terminando a 18ª rodada na terceira colocação do Brasileiro, com 34 pontos.