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Santos 2 x 0 Ceará

Data: 14/04/2018, quinta-feira, 21h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 1ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 15.513 presentes (12.268 pagantes e 3.245 não pagantes).
Renda: R$ 526.550,00
Árbitro: Rodrigo D’alonso Ferreira (SC).
Auxiliares: Helton Nunes e Thiaggo Americano Labes (ambos de SC).
Cartões amarelos: Rafael Carioca (C).
Gols: Pio (41-1, contra) e Rodrygo (05-2).

SANTOS
Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Alison, Léo Cittadini (Vitor Bueno) e Jean Mota (Diego Pituca); Eduardo Sasha, Rodrygo (Arthur Gomes) e Gabriel.
Técnico: Jair Ventura

CEARÁ
Éverson; Pio, Valdo, Luiz Otávio e Rafael Carioca; Ernandes, Juninho e Ricardinho (Reina); Wescley (Roberto), Felipe Azevedo (Arnaldo) e Arthur
Técnico: Marcelo Chamusca



Aniversariante, Santos domina o Ceará e vence em estreia no Brasileirão

No dia do aniversário de 106 anos, o Santos controlou todo o jogo e venceu o Ceará neste sábado por 2 a 0, no Pacaembu, pela estreia no Campeonato Brasileiro. Os gols foram marcados por Pio (contra) e Rodrygo, um em cada tempo.

O Peixe fez valer o fator casa e dominou as ações desde os primeiros minutos. Se Gabigol estivesse inspirado, a goleada certamente viria. Léo Cittadini foi o destaque santista. Arthur, artilheiro do Brasil em 2018, com 16 gols, não se destacou pelo Vozão.

O jogo

Em dia de festa pelo aniversário de 106 anos, o Santos não deixou o convidado Ceará se sentir confortável no Pacaembu. O Peixe assumiu o controle do jogo desde os primeiros minutos, sofreu pouco na defesa e criou boas chances.

Léo Cittadini quase abriu o placar aos 24 minutos, em chute de fora da área. Lucas Veríssimo fez a bola raspar a trave em cabeceio aos 31. E depois de martelar, o alvinegro saiu na frente aos 41.

Daniel Guedes recebeu bom passe de Jean Mota e cruzou bonito, Rodrygo tentou de letra, mas furou, e Dodô desviou no segundo pau. Pio se atrapalhou com o goleiro Éverson marcou contra.

O Santos não recuou depois de sair na frente e ampliou logo aos quatro minutos, na primeira grande jogada de Gabigol. O camisa 10 roubou a bola no ataque e acionou Sasha antes de assistência na cabeça de Rodrygo, livre, só para empurrar. Quinto gol do raio em 2018, o quarto no Pacaembu e o segundo de cabeça.

Com a desvantagem, o Ceará se expôs e o Peixe teve muito espaço para contra-atacar. O goleiro salvou o Vozão em dois lances consecutivos, aos sete e 12 minutos, em chute de fora da área de Jean Mota e cruzamento de Rodrygo para Gabigol, sozinho.

Depois de alguns minutos de calmaria, o jogo voltou a ficar eletrizante aos 24, quando Daniel Guedes cruzou na cabeça e Léo Cittadini cabeceou por cima do travessão. Aos 26, Arthur finalizou de fora da área para a primeira boa defesa de Vanderlei. Segundos depois, Gabigol arrancou e arriscou da entrada da área, colocado, e a bola beijou a trave.

Sem forças pela reação, o Ceará “administrou a derrota”, sem pressionar nos minutos finais. o Santos, com a vitória assegurada, criou poucas chances nos minutos finais e perdeu a chance de golear na estreia do Brasileirão.

Bastidores – Santos TV:

Jair comemora trinca, elogia Cittadini e prevê céu como limite para Rodrygo

O Santos venceu a terceira partida consecutiva neste sábado, no Pacaembu, ao derrotar o Ceará por 2 a 0. Mais do que os três pontos e a boa sequência, o técnico Jair Ventura comemora a evolução do time e o controle do jogo válido pela estreia no Campeonato Brasileiro.

“Implementamos jogo apoiado, tivemos controle do jogo, mais oportunidades de um placar elástico. É cedo, primeira rodada, mas estou falando dos 20 jogos que estou no comando do Santos e vejo evolução a cada jogo. Concretizamos nossa terceira vitória, Palmeiras, Estudiantes e Ceará, dois jogos fora… Tendência é crescer”, disse o técnico, em entrevista coletiva.

Jair aproveitou a oportunidade para elogiar Léo Cittadini e comentar a boa fase de Rodrygo. Para o treinador, o garoto de 17 anos tem potencial para chegar longe. Muito longe.

“Fez partida fantástica. Treinou muito bem nessa semana. Saiu por conta de lesão. Voltou na Libertadores, ficou em cima e hoje sustentou. Teve grande partida junto com todo o time. Coletivo foi muito forte. Implementamos bem o que treinamos durante a semana”, analisou.

“É difícil falar onde o Rodrygo pode chegar. Céu é o limite para quem tem essa qualidade. É uma joia!”, completou.

Rodrygo comenta habilidade e gol em estreia: “Estou acostumado”

Rodrygo tem 17 anos e estreou pelo Campeonato Brasileiro com louvor. O atacante fez um dos gols do Santos na vitória por 2 a 0 sobre o Ceará, neste sábado, no Pacaembu.

Foi o quinto gol da joia em 2018, o quarto no Pacaembu e o segundo de cabeça. Nada mal para quem foi recém-promovido ao elenco profissional e possui 1,73 m de altura. E isso tudo não parece ser novidade para ele.

“Ficha não caiu. Continuo trabalhando para fazer gols. Espero fazer muitos nesse Brasileirão”, disse Rodrygo, ao Premiere, antes de comentar sobre ‘jogar fácil’.

“Tem que jogar, né? Estou acostumado a jogar assim, para frente, habilidoso”, completou.

Depois de se tornar titular aos poucos com o técnico Jair Ventura, entrando no segundo tempo dos jogos, Rodrygo se firmou na equipe e vem de boas atuações em sequência. E o ano está só no começo…

Gabigol perde chances, mas aprova atuação: “Participei dos gols”

Gabigol não teve uma noite inspirada neste sábado, na vitória do Santos por 2 a 0 sobre o Ceará, no Pacaembu. É verdade que o camisa 10 iniciou a jogada do segundo gol, mas desperdiçou várias chances em contra-ataques.

O atacante prefere valorizar sua participação como um todo e o resultado na estreia no Campeonato Brasileiro, que encerra um jejum de 12 anos sem vencer na primeira rodada.

“Tentei fazer o gol, tive algumas chances, mas importante é a vitória, participei dos dois gols. O mais importante às vezes não é o gol. Estou feliz pela minha participação e pela vitória”, disse Gabigol, ao Premiere.

“Era ideal sair ganhando, foi uma bela vitória. Não ganhava há muito tempo na estreia. Conseguimos quebrar esse tabu”, completou.

Jair lança Pituca, encerra testes e prevê sequência para time titular

O Santos estreou mais um jogador profissional neste sábado: Diego Pituca entrou nos minutos finais da vitória por 2 a 0 sobre o Ceará, no Pacaembu. O meia de 25 anos vinha apenas treinando no CT Rei Pelé depois de ser promovido do time B no início de 2018.

O técnico Jair Ventura elogia, mas avisa: os testes acabaram. A tendência é a manutenção do time titular com Vanderlei, Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Alison, Renato e Jean Mota; Eduardo Sasha, Rodrygo e Gabigol.

“Pituca foi o 32º jogador no ano. Estava treinando bem, buscou espaço, acabou não inscrito no Paulista e teve sua chance. Em vez de lamentar, treinador tem que achar alternativas e isso que eu gosto de fazer. A estreia dele é importante, no gelo. Jogou no Santos B, mas sem estrear no time principal. Ele entrou, foi bem, tirou essa situação da estreia. Fico feliz e ele está também. Santos ganha mais um jogador”, disse Jair.

“Testes acabaram, sei o que podem dar, e agora farei substituições com que o jogo pedir. Briga está aberta, mas tendência é manutenção. Tive mudança de suspensão e ordem médica (Gabigol e Léo Cittadini). Mudanças necessárias. Então a tendência é que consigamos dar sequência e padrão ao time. Não foram mudanças, foram voltas”, completou.



Obs.: O primeiro gol do Santos conforme o replay foi realmente do Dodô mas o árbitro deu gol contra do Pio.

Goleiros:
Vanderlei
Vladimir
João Paulo
John
   


Laterais:
Daniel Guedes
Dodô
Victor Ferraz
Caju
Emerson


Zagueiros:
David Braz
Lucas Veríssimo
Luiz Felipe
Gustavo Henrique
Robson Bambu
Matheus Guedes


Volantes:
Alison
Renato
Guilherme Nunes
Yuri
Yan


Meias:
Emiliano Vecchio
Vitor Bueno
Jean Mota
Léo Cittadini
Diogo Vitor
Diego Pituca
Gabriel Calabres
Rafael Longuine
Lucas Lourenço
Victor Yan


Atacantes:
Bruno Henrique
Gabriel
Eduardo Sasha
Rodrygo
Arthur Gomes
Copete
Yuri Alberto
   


Técnico:
Jair Ventura



Santos Futebol Clube

– Presidente: José Carlos Peres (2018-2020)
– Patrocínio: Algar (peito)
– Fornecedor: Umbro

Elenco:

G – Vanderlei Farias da Silva
G – Vladimir Orlando Cardoso de Araújo Filho
G – João Paulo Silva Martins
G – John Victor Maciel Furtado

LD – Daniel Guedes da Silva
LE – José Rodolfo Pires Ribeiro (Dodô)
LD – Victor Ferraz Macedo
LE – Wanderson de Jesus Martins (Caju)
LE – Emerson Barbosa Rodrigues dos Santos

Z – David Braz de Oliveira Filho
Z – Lucas Veríssimo da Silva
Z – Luiz Felipe do Nascimento dos Santos
Z – Gustavo Henrique Vernes
Z – Robson Alves de Barros (Robson Bambu)
Z – Matheus Gabriel Guedes Caetano

V – Alison Lopes Ferreira
V – Renato Dirnei Florêncio
V – Guilherme Nunes da Silva
V – Yuri Oliveira Lima
V – Yan Oliveira Lima

M – Emiliano Gabriel Vecchio
M – Vitor Frezarin Bueno
M – Jean Mota Oliveira de Souza
M – Leonardo Cittadini (Léo Cittadini)
M – Diogo Vitor da Cruz
M – Diego Cristiano Evaristo (Diego Pituca)
M – Gabriel Calabrês Nunes
MA – Rafael Vinicius Carvalho Longuine
M – Lucas Lourenço Andrade
M – Victor Yan Souza Santos

A – Bruno Henrique Pinto
CA – Gabriel Barbosa Almeida
A – Eduardo Colcenti Antunes (Eduardo Sasha)
A – Rodrygo Silva de Goes
A – Arthur Gomes Lourenço
A – Jonathan Copete
A – Yuri Alberto Monteiro da Silva

T – Jair Zaksauskas Ribeiro Ventura
AT – Sérgio Bernardino (Serginho Chulapa)



Empréstimos:

Z – Cleber Janderson Pereira Reis -> Paraná Clube
CA – Rodrigo Gomes dos Santos (Rodrigão) -> Avaí
V – Leandro Donizete Gonçalves da Silva -> América-MG


Transferências:
LE/LD – José Carlos Cracco Neto (Zeca) -> Internacional-RS


Retornos / Saídas:



Histórico:

O volante Leandro Donizete, de 35 anos, foi emprestado ao América-MG até o final de 2018, com o Santos arcando com 50% de seus salários.

Eduardo Sasha do Internacional chegou ao Peixe em janeiro com empréstimo por uma temporada. O atacante destacou-se, tornando-se o artilheiro da equipe na temporada e então surgiu a possibilidade de envolvê-lo na negociação com lateral esquerdo Zeca, que estava em imbróglio jurídico com o Peixe. Zeca retirou a ação que movia contra o Santos e o negócio foi fechado.


Estudiantes 0 x 1 Santos

Data: 05/04/2018, quinta-feira, 21h30.
Competição: Copa Libertadores – Grupo 6 – 3ª rodada
Local: Estadio Centenario Ciudad de Quilmes, em Quilmes, Argentina.
Árbitro: Roddry Zambrano (EQU)
Auxiliares: Christian Lescano e Juan Macías (EQU)
Cartões amarelos: Campi (E); David Braz e Vanderlei (S).
Gol: Arthur Gomes (18-1).

ESTUDIANTES DE LA PLATA
Mariano Andújar; Facundo Sánchez, Leandro Desábato, Jonathan Schunke e Gastón Campi; Iván Gómez, Lucas Rodríguez, Gastón Giménez (Mariano Pavone) e Carlo Lattanzio (Juan Bautista Cascini); Lucas Melano e Juan Ferney Otero (Pablo Lugüercio).
Técnico: Lucas Bernardi

SANTOS
Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Alison, Renato (Gustavo Henrique) e Jean Mota; Arthur Gomes (Léo Cittadini), Rodrygo (Diogo Vitor) e Eduardo Sasha.
Técnico: Jair Ventura



Com show de Vanderlei, Santos vence o Estudiantes e vira líder

O Santos sofreu, mas venceu o Estudiantes por 1 a 0 na noite desta quinta-feira, em Quilmes, pela terceira rodada da fase de grupos da Libertadores. Com o resultado, o Peixe assumiu a liderança do Grupo 6, com sete pontos.

O alvinegro segurou a pressão dos argentinos nos minutos iniciais e abriu o placar em contra-ataque perfeito aos 19′, criado por Rodrygo e encerrado por Arthur Gomes após finalização na trave de Eduardo Sasha.

No segundo tempo, depois de perder grandes chances para ampliar, o Santos sofreu, mas viu Vanderlei fazer pelo menos quatro ótimas defesas para garantir o resultado. Depois de trauma na mão esquerda sofrido no treino da última quarta, o goleiro foi para campo no sacrifício e se destacou.

O jogo:

O Estudiantes começou o jogo pressionando o Santos. Sem saída de bola, o Peixe só tentava se marcar e viu os argentinos ficarem perto do primeiro gol. Aos nove minutos, Melano finalizou na trave. Na sequência, Schunke cabeceou para linda defesa do goleiro Vanderlei.

E quando o alvinegro parecia perto de sofrer o gol, veio a luz. Eduardo Sasha iniciou o contra-ataque, Rodrygo deu bom passe para Arthur Gomes, a bola voltou para Sasha, que deu uma meia-lua em Desábato e finalizou na trave. Arthur, impedido, só empurrou no rebote para abrir o placar.

Depois do gol, o Santos passou a controlar mais o jogo e sofrer menos. O Estudiantes, pouco criativo, abusou da bola parada e do jogo aéreo. O único susto veio em contra-ataque puxado por Melano. O atacante arrancou sozinho, mas finalizou longe.

E aos 44, o Peixe quase ampliou. Rodrygo arrancou pela esquerda e cruzou, Arthur Gomes chutou para rebote de Andújar e Jean Mota, sozinho na pequena, chutou por cima do travessão de forma inacreditável.

O Estudiantes veio para o tudo ou nada e o Santos se postou para o contra-ataque. Aos 10, veio nova oportunidade de fazer o segundo gol. Jean Mota foi à ponta e tocou para trás, Eduardo Sasha serviu Arthur, e o atacante foi à linha de fundo, mas exagerou na força do cruzamento e ninguém empurrou.

Aos 14 minutos, o time de La Plata respondeu. Lattanzio se antecipou a Daniel Guedes no segundo pau e bateu de barriga. Vanderlei, no reflexo, salvou mais uma. E a pressão só voltou aos 36′.

Campi cruzou na área, Melano cabeceou, Vanderlei não segurou e, no rebote, o goleiro fez milagre em finalização de Pavone à queima-roupa. Aos 42, o camisa 1 fez nova intervenção espetacular em cabeceio de Pavone, garantindo o 1 a 0.

Bastidores – Santos TV:

Após vitória e liderança, Jair diz que Santos aprendeu a ser “copeiro”

Para Jair Ventura, a maior lição do Santos na vitória sobre o Estudiantes foi aprender a ser “copeiro”, definição dos times cascudos, que sabem defender na hora certa para administrar resultados. Foi assim no 1 a 0 em Quilmes na noite desta quinta-feira, com show do goleiro Vanderlei e zagueiros muito exigidos.

Com os três pontos, o Peixe assumiu a liderança do Grupo 6 da Libertadores. Por causa das circunstâncias, Jair entende que essa é a principal parte da viagem, sem muita preocupação com a atuação em si.

“Jogo muito difícil. Joguei aqui ano passado. Foi bem complicado e acho que o Santos foi copeiro hoje, foi competitivo, lutou, soube jogar. O gramado não estava tão regular, mas competiu e conseguimos uma bela vitória. Assumimos a liderança do nosso grupo, mas hoje, a nossa lição, é que fomos copeiro. Nada impede que o Santos seja um time jovem, mas que jogue competindo”, disse Jair.

“Tivemos dificuldades em fazer nosso jogo apoiado na saída de bola. Analisamos. O Otero e o Melano marcam muito forte esta saída. Foi uma estratégia dentro da partida. Não jogamos em uma nota só, tentamos adaptar. Quando tem que propor, nós jogamos como vencemos o Palmeiras. Esta versatilidade é importante. Tenho que agradecer aos jogadores pela entrega, saíram exaustos do jogo”, completou.

O Santos voltará a enfrentar o Estudiantes para encaminhar a classificação às oitavas de final da Libertadores no dia 24 de abril, na Vila Belmiro, pela quarta rodada da primeira fase.

Vanderlei supera dores para brilhar em vitória do Santos

No sacrifício, Vanderlei foi o melhor jogador do Santos na vitória por 1 a 0 sobre o Estudiantes nesta quinta-feira, em Quilmes, pela terceira rodada da fase de grupos da Libertadores da América. O goleiro sofreu um trauma na mão esquerda no treinamento desta quarta, mas superou as dores e foi para o jogo. E brilhou.

O goleiro fez pelo menos quatro grandes defesas para segurar o resultado na Argentina. Eleito melhor em campo pelos organizadores da Libertadores, o camisa 1 dividiu os méritos e alertou o time.

“Agradeço pela vitória e pela oportunidade. Sabíamos que seria difícil, campo acanhado, apoio da torcida, e sabíamos do espaço para contra-ataque. Fizemos o gol e poderíamos ter feito outro. Vieram para cima, suportamos bem e saímos com uma vitória muito importante”, analisou Vanderlei, em entrevista ao SporTV.

As defesas dão tranquilidade maior para os jogadores. Vão ter oportunidade de definir. Faltou passe final no contra-ataque e seguramos bola, rifamos muito. Serve de aprendizado. Sobre a nota (da atuação), deixo para vocês (da imprensa). O importante é fazer um grande trabalho”, completou.

Veja abaixo todas as defesas de Vanderlei na partida contra o Estudiantes.

Sasha diz que vitória superou expectativas do Santos: “Um ponto não seria ruim”

O empate não seria ruim, mas o Santos venceu o Estudiantes por 1 a 0 nesta quinta-feira, em Quilmes, e assumiu a liderança do Grupo 6 da Libertadores da América. Eduardo Sasha admite que o resultado supera as expectativas do Peixe.

“A gente veio para pontuar. Um ponto não seria ruim, mas conseguimos uma vitória muito importante para enfrentarmos ele em casa e podermos aumentar ainda mais a vantagem”, disse Sasha, ao SporTV.

Sasha foi decisivo. O atacante finalizou a bola na trave antes de Arthur Gomes, na pequena área, só empurrar para o fundo das redes.

“Foi um gol coletivo, saímos em um contra-ataque muito rápido. Eu, Rodrygo e Arthur estamos de parabéns pelo belo gol”, emendou.


Palmeiras 1 x 2 Santos – 5 x 3 pênaltis

Data: 27/03/2018, terça-feira, 20h30.
Competição: Campeonato Paulista – Semifinal – Jogo de volta
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 36.591 presentes (34.743 pagantes e 1.848 não pagantes)
Renda: R$ 1.327.610,00
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza
Auxiliares: Herman Brumel Vani e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa.
Cartões amarelos: Felipe Melo e Willian (P); David Braz, Lucas Veríssimo, Alison e Eduardo Sasha (S).
Gols: Eduardo Sasha (13-1), Bruno Henrique (16-1) e Rodrygo (39-1).
Pênaltis: Palmeiras: Dudu, Tchê Tchê, Victor Luis, Moisés e Guerra converteram. Santos: Gabriel, Artur Gomes e Jean Mota converteram. Diogo Vitor desperdiçou.

PALMEIRAS
Jailson; Tchê Tchê, Antônio Carlos, Thiago Martins e Victor Luis; Felipe Melo, Bruno Henrique e Lucas Lima (Guerra); Dudu, Keno e Willian (Deyverson).
Técnico: Roger Machado

SANTOS
Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Alison; Eduardo Sasha (Diogo Vitor), Renato (Leandro Donizete), Arthur Gomes e Rodrygo (Jean Mota); Gabriel.
Técnico: Jair Ventura



Jailson brilha, Palmeiras vence Santos nos pênaltis e vai à final

Com Jailson herói nas duas partidas contra o Santos, o Palmeiras está na final do Campeonato Paulista. O Verdão esteve longe de apresentar um grande futebol, mas mesmo assim, mostrou garra e buscou o resultado pelos mais 37 mil presentes no Pacaembu e todos os que acompanharam de longe a derrota por 2 a 1 no tempo normal e a classificação emocionante nas penalidades.

Como o Verdão havia vencido o primeiro jogo por 1 a 0, a decisão foi para os pênaltis. E aí brilhou a estrela de Jailson. O goleiro pegou a cobrança de Diogo Vitor, e o Palmeiras venceu a disputa por 5 a 3.

O jogo:

O Palmeiras começou o duelo decisivo marcando apenas a partir do meio-campo. Provavelmente, por um misto de cansaço físico da equipe, que não reuniu condições de treinar desde a primeira partida semifinal, e estratégia para administrar a vantagem.

A estratégia, inédita com Roger Machado este ano (tirando o segundo tempo do primeiro duelo contra o Santos), não surtiu efeito. Mesmo assim, o Verdão só alterou sua postura após ver o Peixe abrir o placar.

O Palmeiras voltou do intervalo ainda com apoio dos 36.591 presentes. Mas a atmosfera não chegava próxima do que a equipe encontra no Allianz Parque, e o nervosismo nas arquibancadas só foi crescendo e sendo refletido nos atletas em campo.

Quando o segundo tempo começou, o Santos se defendia como se tivesse a classificação assegurada (o resultado levaria para as penalidades). Já o Palmeiras atacava como se restasse apenas cinco minutos no marcador para balançar as redes, com absoluto desespero. Era como se o Verdão tentasse emplacar contra-ataques em todas as jogadas, mesmo com a defesa adversária bem postada.

Em dado momento, ficou difícil definir se o time transmitia nervosismo para a torcida, ou se era o contrário. Ao contrário do habitual, Roger não demorou a fazer mudanças e trocou Lucas Lima, apagado nas duas partidas contra o ex-time, e Willian por Guerra e Deyverson. Jair respondeu fechando ainda mais sua equipe: Rodrygo deixou o campo e Jean Mota entrou.

Palmeiras e Santos seguiram sem criar absolutamente nenhuma oportunidade no segundo tempo. A única celebração dos alviverdes foi quando Moisés foi chamado para entrar na vaga de Bruno Henrique. De novo, Jair respondeu rápido e, mais uma vez, de forma defensiva: Diogo Vitor e Leandro Donizete entraram para as saídas de Sasha e Renato.

Mas se faltou emoção na etapa final, sobrou nas penalidades. O Palmeiras converteu suas cinco cobranças, com Dudu, Tchê Tchê, Victor Luis, Moisés e Guerra, enquanto Diogo Vitor parou em Jailson. E assim, o Palmeiras está na final do Campeonato Paulista.

Veja as cobranças de pênaltis no vídeo abaixo:

Sem ‘mimimi’, Jair valoriza Santos após eliminação: “Fortalecidos”

Alinhado ao discurso do elenco, Jair tirou coisas positivas da eliminação do Santos para o Palmeiras na semifinal do Campeonato Paulista. O técnico acredita que o Peixe provou o seu valor ao vencer o rival por 2 a 1 no Pacaembu, nesta terça-feira, antes da derrota nos pênaltis.

“Mostramos poder de reação, mesmo sendo um time em formação. Ainda temos o Bruno Henrique para voltar e o Léo Cittadini, que foi uma baixa pelo grande momento. Hoje infelizmente bateu na trave, mas vencemos a forte equipe do Palmeiras, que tem o maior orçamento do Brasil, com praticamente três times”, afirmou o treinador.

Depois de elogiar o elenco do Palmeiras, Jair foi questionado sobre as deficiências do grupo santista, principalmente pela ausência de um meia após a saída de Lucas Lima. E o treinador não reclamou.

“Vou extrair máximo do meu elenco usando a base. Tenho outra opção? Vamos criar alternativas, usar sistemas diferentes. Vou trabalhar com o que tem. Não sou de mimimi, de ficar chorando. Vamos trabalhar dentro do elenco”, explicou, antes de despistar sobre reforços.

“O departamento de futebol está trabalhando, mas a gente trabalha de maneira interna”, completou.

Bastidores – Santos TV:

Diogo Vitor ganha apoio no Santos: “Responsabilidade não é dele”

Diogo Vitor foi o único santista a perder um pênalti na eliminação para o Palmeiras na semifinal do Campeonato Paulista. O atacante parou no goleiro Jailson. Depois de chorar ao sair do campo, o jovem recebeu o apoio de todos no Peixe.

“A gente ganha e perde junto. É bola para frente. Ele tem cabeça boa”, disse o técnico Jair Ventura.

“O Diogo deu a cara. Teve personalidade. Estamos com ele e vai superar”, afirmou Gabigol.

“Só quem está lá dentro sabe como é. Acertos e erros fazem parte da nossa vida. Temos que saber lidar. Tenho certeza que o Diogo vai dar muitas alegrias ao torcedor do Santos. Vamos ajudá-lo a superar. Responsabilidade não é dele”, explicou David Braz.

“Somos jovens, temos de erguer a cabeça. Falei para o Diogo que temos muitas decisões para disputar. Estamos no caminho certo”, concordou Rodrygo.

Diogo Vitor tem um dos melhores aproveitamentos do elenco em cobranças de pênalti e converteu nas quartas de final contra o São Bento. Ele entrou no segundo tempo da vitória por 2 a 1 sobre o Palmeiras, com a eliminação na sequência.

Jair ganha opção com Rodrygo e prevê novas formações no Santos

O Santos foi eliminado na semifinal do Campeonato Paulista, mas venceu o Palmeiras por 2 a 1, com o Pacaembu lotado de torcedores alviverdes na noite desta terça-feira. E o desempenho faz com que Jair Ventura projete coisas boas para o time na temporada.

Uma delas é a variação tática com quatro atacantes e um deles mais recuado, o caso de Rodrygo no clássico. A joia voltou um pouco para o meio-campo, enquanto Arthur Gomes, Eduardo Sasha e Gabigol trocaram de posição entre as pontas e o meio a todo momento. A movimentação confundiu a defesa do Palmeiras nos gols, de Sasha e Rodrygo.

“Vou extrajr o máximo do meu elenco, usando a base. Tenho outra opção? Vamos criar alternativas, usar sistemas diferentes. Vou trabalhar com o que tem. Não sou de mimimi, de ficar chorando. Vamos trabalhar dentro do elenco e encontrar opções, como fizemos hoje (terça)”, disse Jair.

Rodrygo atuou como meia nas categorias de base e a função não é novidade. No elenco, há falta de armadores. Sem Lucas Lima, Vecchio, Jean Mota, Diogo Vitor e Vitor Bueno foram testados, e sem sucesso.

“Acho uma boa, até porque fiz essa função na base, com muitos jogos como meia ou falso 9. É uma posição que o Jair pode me usar também, mas tudo depende dos treinamentos e de como ele quer escalar a equipe”, explicou Rodrygo.

O lateral-esquerdo Dodô, jogador com boa leitura tática, explica que a formação tática pode ser mantida, mas alterada a cada atleta escalado.

“Na verdade, essa formação a gente já usou no primeiro jogo, o 4-2-3-1, mas entrou o Rodrygo no lugar do Diogo e a interpretação do mesmo esquema tático é diferente de jogador para jogador. O Rodrygo tem um pouco mais de mobilidade. Essa questão dos externos a gente corrigiu pelo vídeo, vimos que eu estava deixando ele (Dudu ou Keno) receber a bola largo para depois diminuir espaço. Hoje eu já estava mais perto deles, jogando mais aberto e tentando antecipar ou diminuir espaço mais rápido. Eles são muito rápidos e complicaram bastante no primeiro jogo. Foi um correção do Jair e deu certo”, analisou.

Paulistão revive final entre grandes da capital após 15 anos

Qual foi a última vez que dois clubes do Trio de Ferro protagonizaram a final do Campeonato Paulista? Muita gente talvez não se lembre de primeira, mas, não é de se surpreender, afinal já são 15 anos desde o último clássico paulistano em uma decisão do Estadual mais concorrido do país.

O Santos foi o principal intruso nesse período, com 10 participações em finais de 14 possíveis. A edição de 2005 não é levada em consideração neste levantamento, pois, apesar de ter tido o São Paulo campeão e o Corinthians vice, a fórmula de disputa adotada se deu por pontos corridos.


Santos 0 x 1 Palmeiras

Data: 24/03/2018, sábado, 19h00.
Competição: Campeonato Paulista – Semifinal – Jogo de ida
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 19.546 presentes (16.916 pagantes e 2.630 não pagantes)
Renda: R$ 723.270,00
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza
Auxiliares: Danilo Ricardo Simon Manis e Tatiane Sacilotti dos Santos.
Cartões amarelos: Daniel Guedes e Alison (S); Thiago Santos e Dudu (P).
Gol: Willian (05-1).

SANTOS:
Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Alison; Eduardo Sasha, Renato (Vitor Bueno), Diogo Vitor (Rodrygo) e Arthur Gomes (Jean Mota); Gabriel.
Técnico: Jair Ventura

PALMEIRAS
Jailson; Marcos Rocha (Tche Tche), Antônio Carlos, Thiago Martins e Victor Luís; Felipe Melo (Thiago Santos), Bruno Henrique (Moises) e Lucas Lima; Dudu, Keno e Willian.
Técnico: Roger Machado



Palmeiras vence o Santos no Pacaembu e tem vantagem por vaga na final

O Palmeiras largou na frente do Santos na semifinal do Campeonato Paulista. No jogo de ida, no Pacaembu, o Peixe venceu por 1 a 0, com gol de Willian, aos cinco minutos do primeiro tempo.

Os 45 minutos iniciais foram de domínio alviverde. Nos instantes finais, o alvinegro assustou e obrigou o goleiro Jailson a fazer duas grandes defesas.

Na segunda etapa, o Santos melhorou, acuou o Palmeiras e teve boas chances para empatar e até virar, mas esbarrou em Jailson, nos erros de passes e na falta de pontaria.

O classificado para a semifinal será definido na terça-feira, às 20h30 (de Brasília), novamente no Pacaembu, dessa vez com torcida única do Palmeiras. Os visitantes terão a vantagem do empate para avançar à final. O Peixe precisará vencer por um gol para levar aos pênaltis e dois gols de diferença por vaga direta.

O jogo:

O Palmeiras dominou o Santos na maior parte do primeiro tempo. O Peixe só assustou nos minutos finais, quando o rival relaxou e passou a errar passes na defesa.

Nos primeiros 30 minutos, foi um passeio alviverde. O Verdão marcou com Willian, após linda jogada coletiva e falha geral da defesa santista logo aos 5’, e teve outras oportunidades para ampliar. O meio-campo foi dominado pelos visitantes no Pacaembu.

Na segunda metade dos primeiros 45 minutos, o alvinegro melhorou a marcação e adiantou as linhas. Jailson precisou fazer duas grandes defesas para evitar o empate. Gabigol, cara a cara, chutou em cima do goleiro. E no escanteio, Renato subiu bem, mas parou no palmeirense.

Com Lucas Lima hostilizado e apagado, Bruno Henrique e Felipe Melo ditaram o ritmo, Dudu e Keno levaram a melhor diante dos laterais e Willian foi decisivo. No Santos, Alison e Dodô foram os melhores. Daniel Guedes e Diogo Vitor, os piores.

Na segunda etapa, o cenário foi alterado. Nos primeiros lances, Victor Luis e Keno, ambos pelo lado esquerdo, tiveram boas chances para ampliar. O lateral parou em Vanderlei e o atacante finalizou para fora.

Só que o Santos, mesmo bagunçado, passou a criar mais chances e respondeu logo em seguida. Arthur Gomes arrancou e cruzou bem, Jailson deu rebote e Gabigol não honrou o apelido e isolou.

Aos 17 minutos, o Peixe quase empatou em bate-rebate na área. A bola ficou viva na pequena área, Gabigol tocou mal para Sasha, que não dominou. Segundos depois, Rodrygo acertou belo chute da entrada da área, para nova defesa de Jailson.

O Santos seguiu na pressão e, aos 29, Gabigol teve nova chance. Dessa vez, o atacante finalizou bonito de fora da área, e Jailson salvou outra vez. Três minutos depois, Gabriel deu ótimo cruzamento para Bueno, que cabeceou nas mãos do goleiro.

Santos perde jejum de cinco anos em derrota para o Palmeiras

O Santos perdeu um jejum de cinco anos ao ser derrotado por 1 a 0 para o Palmeiras neste sábado, pela ida da semifinal do Campeonato Paulista. O último revés como mandante, no Pacaembu, foi por 3 a 1 para o Paulista de Jundiaí em fevereiro de 2013.

De lá para cá, o Peixe foi derrotado por Ituano, na final do Campeonato Paulista de 2014, e São Paulo, no segundo turno do Brasileirão de 2018, mas como visitante.

E o fim de jejum pode custar caro. Para avançar à final do Paulistão, o Santos precisará vencer o Palmeiras na terça-feira, às 20h30 (de Brasília), novamente no Pacaembu, como visitante e com torcida única do rival. Uma vitória por um gol de diferença leva a decisão para os pênaltis. Para se classificar de forma direta, o Peixe precisa de dois gols de saldo.

Bastidores – Santos TV:

Jair cita Tite para explicar 1º tempo ruim do Santos em clássico

O Santos fez um primeiro tempo muito ruim na derrota por 1 a 0 para o Palmeiras neste sábado, no Pacaembu, pelo jogo de ida da semifinal do Campeonato Paulista. Na segunda etapa, a equipe melhorou, mas não conseguiu a virada. Em entrevista coletiva, o técnico Jair Ventura citou a seleção brasileira de Tite para explicar a irregularidade.

“Eu assisti o jogo da Seleção Brasileira. Cobramos muito a equipe do Tite pelo primeiro tempo. Não é combinado: ‘vamos fazer um primeiro tempo ruim, e melhor no segundo’. Temos que buscar um equilíbrio, porém temos do outro lado uma equipe qualificada. Não adianta fazer um segundo tempo como fizemos, se não botar a bolinha para dentro”, disse Jair.

O Peixe criou boas chances, mas esbarrou na falta de pontaria e em boa atuação do goleiro Jailson. Esse foi o terceiro jogo seguido sem marcar no Campeonato Paulista.

“Não fazer o gol, me incomodou. É mais mérito do Jaílson, do que demérito dos nossos atacantes. Fiquei incomodado pelo números de chances que criamos. Pelas oportunidades que foram apresentadas, infelizmente, não conseguimos vencer”, afirmou Jair.

“Pior que ele nem ia jogar. Mas realmente é um goleiro que vive um momento fantástico. Não só o goleiro, mas a equipe do Palmeiras tem valores individuais. Foi decisivo. Chances como Renato, Gabigol, que é um exímio marcador, ele foi bem. Dar parabéns a ele, mas que chega, né? Pelo amor de Deus”, completou.