Navegando Posts marcados como Alan Patrick

Data: 11/05/2011 às 21h50
Competição: Copa Libertadores – Quartas-de-final – Jogo de ida
Local: Estádio Palogrande, em Manizales, Colômbia.
Árbitro: Juan Soto (VEN), auxiliado por Luis Sanchez e Jorge Ullego.
Cartões amarelos: Calle, Palacios (OC); Rafael, Edu Dracena, Zé Eduardo (S).
Cartão vermelho: Calle (OC)
Gol: Alan Patrick (42-1).

ONCE CALDAS
Martínez, Calle, Amaya, Henriquez e Nuñez; Mejia, Henao, Pajoy (Gonzalez) e Mirabaje (Palacios); Dayro Moreno e Rentería.
Técnico: Juan Carlos Osório

SANTOS
Rafael, Jonathan, Edu Dracena, Durval e Léo (Alex Sandro); Adriano, Danilo, Elano (Bruno Aguiar) e Alan Patrick (Felipe Anderson); Neymar e Zé Eduardo.
Técnico: Muricy Ramalho



Substituto de Ganso, Alan Patrick marca contra o Once Caldas e encaminha vaga

A ausência de Paulo Henrique Ganso não foi sentida pelo Santos graças ao bom desempenho de Alan Patrick. O substituto do lesionado camisa 10 garantiu a vitória do Santos contra o Once Caldas, na noite desta quarta-feira, em pleno estádio Palogrande, em Manizales, na Colômbia, na partida de ida pelas quartas de final da Libertadores, ao marcar o gol do triunfo por 1 a 0.

O gol foi marcado aos 42 minutos do primeiro tempo após Alan Patrick receber belo passe de Neymar e finalizar com calma e categoria, fazendo lembrar Ganso.

“Foi uma boa finalização do Alan. Acho que ele pode me dar 30% do gol”, disse Neymar, em entrevista ao Sportv.

Com o resultado, a situação do Santos para garantir a vaga à semifinal da competição continental é confortável. O alvinegro vai jogar pelo empate no duelo da volta, na próxima quarta, no Pacaembu. 1 a 0 para o Once Caldas leva o confronto para os pênaltis. O time colombiano se classifica se vencer por qualquer outro placar.

A forte defesa santista demonstrou durante o jogo que além de estar em boa fase conta também com a sorte. As falhas de marcação não eram bem aproveitadas pelo Once Caldas. O time colombiano teve boas chances durante o jogo, mas sofreu com os erros de finalização.

Já o eficiente Santos de Muricy não chega com frequência à área do adversário, mas o talento dos jovens jogadores costuma fazer a diferença. No gol da vitória, Alan Patrick e Neymar foram os protagonistas.

Neymar, como sempre, foi ‘caçado’ em campo. Só que o principal marcador do santista, Calle, não conseguiu escapar ileso. Ele foi expulso aos 14 minutos do segundo tempo, e deixou o time colombiano extremamente vulnerável.

Apesar da expulsão, o Once Caldas fez de tudo para empatar o jogo. Chutes de fora da área, cruzamentos, e muita disposição dos jogadores, mesmo sem receber salários há um bom tempo, não faltaram. Só que o Santos soube segurar a boa vantagem.

O favoritismo do Santos na Libertadores foi confirmado com o triunfo fora de casa na Colômbia. O único brasileiro remanescente na competição agora vai em busca de defender a honra do país no duelo da volta dentro de casa.

Data: 17/04/2011
Competição: Campeonato Paulista – 19ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 4.263 pagantes
Renda: R$ 99.268,73
Árbitro: Luiz Vanderlei Martinucho.
Auxiliares: Bruno Salgado Rizo e Risser Jarussi Corrêa.
Cartões amarelos: Róbsone Moisés (S); Fabiano e Guigov (J).
Gols: Keirrison (01-1) e Alan Patrick (02-1); Maikon Leite (34-2).

SANTOS
Vladimir, Pará, Bruno Aguiar, Vinícius e Alex Sandro; Adriano, Danilo, Alan Patrick (Dimba) e Robson (Moisés); Maikon Leite e Keirrison (Emerson).
Técnico: Muricy Ramalho

PAULISTA
Cristiano, Weldinho, Eli Sabiá, Henrique e Guigov; Baiano, João Paulo (Formigone), Fabio Gomes, Barboza; Fabiano (Carlão) e Mike (Juninho).
Técnico: Wagner Lopes



Maikon Leite desequilibra, Santos elimina o Paulista e termina 1ª fase em quarto

Com uma atuação de gala do atacante Maikon Leite, o Santos derrotou o Paulista por 3 a 0 neste domingo na Vila Belmiro, eliminou o time do interior, mas não conseguiu ultrapassar o Corinthians na tabela de classificação.

Com uma atuação de gala do atacante Maikon Leite, o Santos derrotou o Paulista por 3 a 0 neste domingo na Vila Belmiro, eliminou o time do interior, mas não conseguiu ultrapassar o Corinthians na tabela de classificação.

O Santos pulou para 38 pontos, o mesmo do Corinthians (que venceu o Santo André por 2 a 0), mas não conseguiu superar o rival no saldo de gols (21 a 20). Nas quartas de final, o adversário agora será a Ponte Preta, que terminou em quinto. O Paulista, que brigava para terminar entre os oito primeiros, agora está matematicamente eliminado.

O técnico Muricy Ramalho aproveitou a partida contra o Paulista para conhecer todo o elenco. Apenas os volantes Adriano e Danilo, do time considerado titular, entraram em campo.

O Santos começou a partida com um ritmo fulminante, com destaque para a boa atuação do atacante Maikon Leite. Logo a 1min, ele chutou e Keirrison completou para as redes. Com 2min, cruzamento dele e gol de Alan Patrick: 2 a 0 e meio caminho para a vitória percorrido.

Assustado, o Paulista demorou para ‘entrar no jogo’, e só o fez após uma cobrança de falta do veterano Baiano, que obrigou Wladimir a fazer uma bela defesa. O goleiro do Santos também trabalhou bem em outra oportunidade.

Mas o primeiro tempo era mesmo de Maikon Leite, que perdeu grande chance de gol ao chutar para fora na frente de Cristiano, e em outra oportunidade fez o goleiro do Paulista espalmar para fora.

Depois do início muito veloz, o Santos acalmou a partida, que terminou mesmo 2 a 0 na primeira etapa. Maikon Leite celebrou o placar elástico na saída para o intervalo. “O importante é que a bola entrou. Enquanto a bola tiver chegando vamos correr”.

O Santos continuou ‘sobrando’ na partida contra o Paulista, que precisava vencer para manter chances de classificação para a segunda fase da competição. As chances de gol foram surgindo com naturalidade.

O time da casa, porém, abusou de perder gols: o primeiro com Alan Patrick, o segundo com Bruno Aguiar e o terceiro com Maikon Leite, todos ainda no primeiro terço da etapa.

Com o Santos soberano na partida, Muricy começou a fazer testes com o banco de reservas ao sacar Robson e colocar Moises no seu lugar. Depois disso, a equipe começou a cadenciar o jogo, como se gostasse do resultado. Sem forças, o Paulista não oferecia perigo.

Para ser coroado o melhor em campo só faltava o gol. E ele veio. Aos 34min, Maikon Leite, mais uma vez em jogada individual, coroou sua bela atuação com um bonito gol e fechou a fatura: 3 a 0.

São Paulo 4 x 3 Santos

Data: 17/10/2010, domingo, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 30ª rodada
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo, SP.
Público: 23.791 pagantes
Renda: R$ 684.279,59
Árbitro: Sandro Meira Ricci (DF)
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (Fifa-SP) e Marcio Luiz Augusto (SP).
Cartões amarelos: Jean, Dagoberto, Richarlyson, Alex Silva e Ricardo Oliveira (SP); Danilo, Pará, Edu Dracena e Felipe Anderson (S).
Cartão vermelho: Richarlyson (SP).
Gols: Alan Patrick (04-1), Dagoberto (06-1), Dagoberto (16-1) e Pará (18-1, contra) e Zé Eduardo (20-1); Neymar (25-2) e Jean (47-2).

SÃO PAULO
Ceni; Jean, Alex Silva, Miranda e Richarlyson; Rodrigo Souto, Carlinhos Paraíba, Lucas (Renato Silva) e Fernandinho (Diogo); Dagoberto (Marlos) e Ricardo Oliveira.
Técnico: Paulo César Carpegiani

SANTOS
Rafael; Pará (Maranhão); Edu Dracena, Durval e Alex Sandro; Arouca, Roberto Brum (Felipe Anderson), Danilo e Alan Patrick (Breitner); Zé Eduardo e Neymar.
Técnico: Marcelo Martelotte



Em clássico eletrizante, São Paulo vence o Santos por 4 a 3 no Morumbi

Partida teve cinco gols no primeiro tempo. Gol da vitória do São Paulo saiu aos 47 minutos do segundo tempo, com Jean, de cabeça.

São Paulo e Santos protagonizaram um verdadeiro espetáculo no Morumbi neste domingo. O clássico teve definição do resultado nos acréscimos do segundo tempo: 4 a 3 para o São Paulo. Dagoberto duas vezes, Pará, contra, e Jean, aos 47 minutos do segundo, marcaram os gols são-paulinos. Para o Santos, Alan Patrick e Zé Eduardo, no primeiro tempo, e Neymar, de pênalti, no segundo, descontaram.

Com o resultado, o Santos não conseguiu ultrapassar o Corinthians, terceiro colocado. O time da Vila Belmiro fica com 48 pontos, dois atrás do rival ao título. Já o São Paulo foi a 44 pontos e subiu uma posição na tabela. Está em 9º lugar, seis pontos atrás da faixa que dá a vaga à Libertadores de 2011.

O clássico do Morumbi começou com todos os ingredientes de um grande jogo. Com vontade de atacar, São Paulo e Santos foram logo se lançando ao gol adversário e esse ímpeto resultou em um verdadeiro espetáculo. Em 20 minutos de jogo, cinco gols.

Logo aos quatro minutos Neymar fez ótima jogada pelo lado esquerdo do ataque santista e rolou para Zé Eduardo chutar. O atacante acertou bem na bola, mas Rogério Ceni falhou. O goleiro são-paulino deu rebote e Alan Patrick tocou par ao gol.

O gol que poderia frear as pretensões do São Paulo só fez com que o time do Morumbi fosse mais ainda para o ataque. Com uma proposta ofensiva clara já na escalação de Paulo César Carpegiani, que optou pelo quarteto Lucas, Fernandinho, Dagoberto e Ricardo Oliveira, o São Paulo pressionou por todos os lados do ataque e conseguiu a virada de forma fulminante.

Aos seis minutos, Miranda fez ótima jogada na direita, se livrou da marcação de Danilo e mandou para o meio da área. Ricardo Oliveira cabeceou fraco em direção à pequena e Dagoberto se antecipou à chegada do goleiro Rafael para tocar também de cabeça para o gol.

A arma do treinador são-paulino para intimidar o envolvente ataque santista era clara. Atacar com mais força. E no primeiro tempo, o São Paulo se deu bem com essa postura. Dagoberto, Lucas e Fernandinho formavam um trio que se movimentava muito à frente da área santista deixando os volantes Roberto Brum e Arouca vendidos na marcação. Mais à frente, Ricardo Oliveira fez bem o papel de pivô e criou mais problemas para a defesa santista.

O gol da virada do São Paulo, aos 16 minutos do primeiro tempo aconteceu assim. Ricardo Oliveira saiu um pouco da área e lançou Fernandinho pelo lado esquerdo do campo de ataque são-paulino. O atacante fez ótima jogada para cima de Pará que não freou o avanço do são-paulino. Fernandinho tocou a bola rasteira para Ricardo Oliveira lançar para Dagoberto tocar de cabeça. Rafael saiu mal do gol mais uma vez e o atacante fez mais um, seu sexto gol no Brasileirão.

Dagoberto também teve participação decisiva no terceiro gol são-paulino. Dois minutos depois de conseguir a virada para sua equipe, o atacante conduziu a bola com habilidade e entrou na área santista. O lateral-direito Pará chegou firme para impedir o chute de Dagoberto, mas acabou se dando mal. O santista tocou a bola no ângulo do gol de Rafael e fez contra.

A blitz são-paulina, que chegou a três gols em 12 minutos, parou ali. Com o placar favorável, o São Paulo diminuiu o ritmo. Só não esperava que logo aos 20 minutos o Santos já voltasse com tudo e diminuísse a desvantagem. Pará tentou se redimir e puxou o ataque santista pelo lado direito. O lateral passou bem por Miranda e cruzou rasteiro para Zé Eduardo marcar o segundo gol santista.

O começo de jogo veloz e com as duas equipes abertas deu lugar a duas equipes mais cautelosas. O primeiro tempo terminou com os rivais mais comedidos no ataque.

No segundo tempo, Carpegiani deixou um pouco a ousadia no vestiário e voltou com um jogador do seu trio de meias a menos. Lucas foi substituído pelo zagueiro Renato Silva. E com isso o Santos cresceu. Com a mesma postura do primeiro tempo, o Santos foi melhor no reinício de jogo.

Com um zagueiro a mais, o São Paulo atraiu o Santos. Richarlyson perdeu a cabeça aos 12 minutos e foi expulso. Com um a mais, o Santos pressionou e conseguiu o empate aos 25 minutos. Neymar invadiu a área e foi derrubado por Alex Silva. Ele mesmo bateu o seu primeiro pênalti desde a polêmica em que se envolveu na partida contra o Atlético-GO, na Vila Belmiro e que culminou na demissão de Dorival Júnior. Firme, no ângulo, Neymar marcou.

Dois minutos depois, Ricardo Oliveira fez boa jogada pelo lado esquerdo da defesa santista e cruzou rasteiro para o meio da área. Dagoberto fez o corta-luz para Jean, mas o lateral desperdiçou uma chance clara. Chutou muito longe do gol.

O lateral teve a chance de se redimir aos 47 minutos do segundo tempo e não falhou. Marlos cruzou da direita e Ricardo Oliveira, livre, cabecear para grande defesa de Rafael. No rebote, Jean só teve o trabalho de empurrar para o gol e coroar a vitória são-paulina, a terceira em três jogos de Carpegiani à frente do time.

No próximo domingo, o São Paulo enfrenta o Ceará no Castelão, em Fortaleza. Já o Santos encara o Prudente na Vila Belmiro também no domingo. Pará será o desfalque pelo terceiro cartão amarelo recebido no Morumbi.

Santos 1 x 1 Palmeiras

Data: 02/10/2010, sábado, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 27ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 8.900 pagantes
Renda: R$ 309.860,00
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (SP)
Auxiliares: Vicente Romano Neto e Rogério Planos Zanardo (ambos SP).
Cartões amarelos: Pará (S); Kleber e Danilo (P).
Gols: Kleber (19-1) e Alan Patrick (08-2).

SANTOS
Rafael; Pará (Zé Eduardo), Edu Dracena, Durval e Léo; Roberto Brum, Arouca, Danilo e Marquinhos (Alan Patrick); Neymar e Marcel
Técnico: Marcelo Martelotte (interino)

PALMEIRAS
Deola; Vitor, Maurício Ramos, Danilo e Gabriel Silva; Edinho, Marcos Assunção, Márcio Araújo e Rivaldo (Patrick); Valdívia (Lincoln) e Kleber
Técnico: Luiz Felipe Scolari.



Santos busca empate com Palmeiras em clássico equilibrado

Anfitriões dominaram o clássico paulista, mas placar termina em igualdade e equipes permanecem empatadas no Brasileirão com 39 pontos

O Palmeiras não conseguiu fazer valer seu retrospecto positivo jogando na Vila Belmiro – são 41 vitórias contra 36 do Santos em 94 partidas – e, apesar de sair na frente dos anfitriões, viu o clássico regional terminar empatado por 1 a 1 e encerrar a sequência de três vitórias que o time havia conquistado nas últimas rodadas. Os donos da casa também saíram insatisfeitos e só puderam comemorar que Fluminense e Corinthians, atuais líderes do Brasileirão, também não venceram seus jogos.

O Santos começou o primeiro tempo com domínio total do jogo, mas perdeu o meia Marquinhos, com dores na perna esquerda e, com isso, perdeu um pouco da criatividade ofensiva. O Palmeiras aproveitou uma das poucas chances criadas e abriu o placar em jogada bem tramada por Marcos Assunção e Valdivia que terminou com bela conclusão de Kleber.

Na etapa final, o técnico do Santos Marcelo Martelotte colocou o time para frente com a entrada do atacante Zé Eduardo no lugar do lateral-direito Pará. O empate veio em chute de Alan Patrick que desviou no zagueiro Danilo e enganou o goleiro Deola. Os donos da casa passaram então a sufocar o Palmeiras até o final do jogo, mas o placar permaneceu inalterado.

Antes da partida, o Santos homenageou o atacante Neymar pelos 100 jogos como profissional com a camisa do clube, completados no meio de semana na partida contra o Vasco. O jogador, inclusive, atuou com uma camisa com o número 100 em referência à marca alcançada.

Na próxima rodada, o Santos enfrenta o líder Fluminense no estádio do Engenhão, quarta-feira no Rio de Janeiro, enquanto o Palmeiras volta a jogar no Pacaembu, contra o Avaí, na noite de quinta-feira.

O jogo

Logo aos dois minutos de jogo, Neymar mostrou que daria trabalho para a defesa palmeirense. Primeiro, ele tentou alcançar lançamento longo e obrigou o goleiro Deola a sair da área para cortar a bola. Na sequência do lance, tabelou com Marquinhos dentro da área e fez bom cruzamento, mas a defesa visitante conseguiu colocar para escanteio.

Aos sete minutos, veio a primeira chance clara do jogo. Léo recebeu lançamento de Marquinhos na esquerda, invadiu a área e chutou cruzado, à esquerda do gol defendido por Deola. Antes dos dez, o principal alvo da marcação palmeirense, Neymar, já pedia assistência médica no banco de reservas do Santos por conta das faltas recebidas.

Mas quem precisou ser substituído, aos 17 minutos, foi Marquinhos. O meia, que fazia boa partida, sentiu uma lesão no músculo posterior da coxa esquerda e precisou ser substituído por Alan Patrick no meio de campo do Santos.

Dominado pelo Santos, o Palmeiras praticamente nada havia criado, mas na primeira chegada mais agressiva acabou abrindo o placar. Valdivia recebeu lançamento de Marcio Araújo dentro da área, passou para trá para Kleber e o camisa 30, da marca do pênalti, chutou de primeira, no ângulo direito, sem chances de defesa para o goleiro Rafael.

Os donos da casa voltaram a levar perigo aos 26 minutos, em chute de fora da área de Alan Patrick. Mas Deola fez boa defesa e colocou para escanteio. Apesar desse lance, no entanto, a ausência de Marquinhos era sentida pelo Santos, que sem o camisa dez tinha mais dificuldade para fazer a transição da bola para o ataque.

Somente aos 39 minutos o time voltou a criar uma possível chance de empatar o jogo. Neymar avançou em velocidade pela esquerda e invadiu a área, mas então tentou cavar um pênalti que o árbitro Luiz Flávio de Oliveira não marcou e perdeu a jogada. O zagueiro Maurício Ramos ainda deu uma bronca no atacante santista pela simulação.

Nos últimos minutos, o Santos ainda teve mais duas chances em chutes de Danilo e Marcel pela direita da área. Mas a primeira tentativa saiu longe do gol de Deola e a segunda, fraca, foi facilmente defendida. Aos 44, quem quase conseguiu marcar foi o Palmeiras. O lateral-direito Vitor viu Rafael adiantado e bateu com categoria, mas a bola bateu no travessão do goleiro santista.

Na volta do intervalo, o técnico Marcelo Martelotte tentou deixar o Santos mais ofensivo colocando o atacante Zé Eduardo no lugar de Pará e deslocando Danilo para a lateral-direita. E já aos oito minutos o time conseguiu o empate. Primeiro, Neymar fez boa jogada pela direita e chutou cruzado. Deola defendeu e Marcos Assunção afastou. Mas na sequência da jogada, Alan Patrick se livrou da marcação na esquerda e chutou. A bola desviou no zagueiro Danilo e enganou o goleiro palmeirense, que ficou batido no lance.

Com três atacantes e a igualdade no placar, o Santos recuperou o domínio da partida e passou a sufocar o Palmeiras em seu campo de defesa. A única ameaça do Palmeiras até os 15 minutos veio em uma cobrança de falta de Marcos Assunção quase do círculo central. Apesar da distância, o chute rasteiro exigiu boa defesa de Rafael.

Aos 18, Neymar cobrou falta da intermediária para a área palmeirense e o zagueiro Edu Dracena subiu mais que a defesa rival para cabecear, mas a bola saiu acima do gol de Deola. No Palmeiras, Luiz Felipe Scolari tirou Rivaldo e colocou Patrick.

Na metade final da segunda etapa, debaixo de chuva, o Santos continuou mais próximo da área adversária, enquanto o Palmeiras apostava principalmente nos contra-ataques. Nenhuma das equipes, no entanto, conseguiu criar novas boas chances de gol. Apenas os 39 minutos, Neymar fez bela jogada na meia lua da área palmeirense e chutou tentando encobrir o goleiro Deola, mas o camisa um defendeu com tranquilidade.

Santos 4 x 2 Atlético-GO

Data: 15/09/2010, quarta-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 22ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 3.873 pagantes
Renda: R$ 99.315,00
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS)
Auxiliares: Alexander Kleinich e Carlos Henrique Selbach (ambos do RS).
Cartões amarelos: Edu Dracena (S); Pituca e William (A).
Gols: Josiel (13-1); William (05-2), Edu Dracena (06-2); Madson (22-2), Alan Patrick (34-2) e Marcel (38-2, de pênalti).

SANTOS
Rafael; Pará (Alan Patrick), Edu Dracena, Bruno Aguiar e Léo; Roberto Brum, Danilo, Alex Sandro e Marquinhos (Madson); Neymar e Keirrison (Marcel)
Técnico: Dorival Júnior

ATLÉTICO-GO
Márcio; Victor Ferraz, Jairo, Daniel Marques e Thiago Feltri; Pituca (William), Ramalho, Robston e Diguinho (Juninho); Elias e Josuel (Diogo Galvão)
Técnico: René Simões



Reservas garantem virada do Santos diante do Atlético-GO

Após estar perdendo por 2 a 0, Marcel, Alan Patrick e Madson decidem em jogo, que teve discussão entre Neymar e Dorival. Veja os gols da Vila Belmiro no vídeo abaixo

O Santos conquistou uma virada heróica contra o Atlético-GO e depois de três rodadas sem vencer no Campeonato Brasileiro, a equipe santista reagiu na tabela de classificação. Após estar perdendo por 2 a 0, os Meninos da Vila viraram o jogo no segundo tempo e venceram por 4 a 2, nesta quarta-feira, na Vila Belmiro, pela 22ª rodada da competição.

Depois de um primeiro tempo apagado, o técnico Dorival Júnior colocou Madson, Marcel e Alan Patrick, que marcaram três dos quatro gols do alvinegro na Vila. Edu Dracena marcou o gol da reação santista. Os gols dos goianos foram marcados por Josiel e Willian.

Apesar da vitória, a partida teve seu lado negativo para o time do Santos. Isso porque, o atacante Neymar discutiu com o técnico Dorival Júnior no final da partida. A joia santista xingou o treinador, já que pretendia bater o pênalti cobrado por Marcel, que decretou a vitória santista. Outro ponto negativo foi o público da Vila. Apenas 3.873 compareceram ao estádio.

Com a vitória, o alvinegro recuperou a quinta colocação, com 34 pontos. O Atlético-GO está na décima oitava, com 20 pontos. No entanto, o Santos pode voltar a sexta colocação, caso o Internacional-RS vença o São Paulo, nesta quinta-feira, no Estádio do Morumbi.

O jogo

A primeira boa jogada de perigo foi do Santos. Aos 12 minutos, o volante Danilo passou pelo marcador do lado direito e cruzou para Keirrison, que chutou fraco nas mãos do goleiro Márcio. No entanto, um minuto depois, o meia Robston driblou com facilidade o zagueiro Edu Dracena e finalizou rasteiro na saída do goleiro Rafael. A bola bateu na trave, mas no rebote, Josiel chutou de perna direita e abriu o marcador.

Aos 14 minutos, a bola sobrou dentro da área e Keirrison finalizou novamente fraco, nas mãos do goleiro. Depois do segundo gol desperdiçado, o atacante começou a ser vaiado pelos poucos torcedores que compareceram à Vila Belmiro. O Santos tinha muitas dificuldades para criar as jogadas e não causava perigo ao gol do Atlético-GO.

Entretanto, o técnico Renê Simões fez duas alterações antes de terminar a primeira etapa. Machucado, Josiel saiu para a entrada de Diego Galvão. Já Pituca, que tinha recebido um cartão amarelo por falta em Neymar, deixou o campo para a entrada de Willian. Apesar da mudança por causa do cartão, no primeiro lance de Willian no jogo, o meia fez falta em Brum e recebeu o amarelo.

No segundo tempo, o técnico Dorival Júnior foi ousado e sacou o lateral-direito Pará para a entrada de Alan Patrick. Apesar da mudança, os santistas foram surpreendidos novamente pelo Atlético. Aos cinco minutos, Willian chutou rasteiro de fora da área e marcou o segundo dos goianos. Porém, o Santos não deu tempo para adversário comemorar e fez seu primeiro gol, com o zagueiro Edu Dracena de cabeça.

Aos 12 minutos, Keirrison sentiu uma contusão e pediu para ser substituído. Marcel entrou em seu lugar. O Santos tentava o empate, mas deixava espaços para os contra-ataques dos goianos. Com pouca criação, o time tentava no desespero. Roberto Brum acerta um chute forte de fora da área e obriga Márcio a fazer uma grande defesa. Em seguida, Neymar faz boa jogada e finaliza de perna esquerda, mas Márcio volta a fazer uma excelente defesa. Caminhando para o final do jogo, os treinadores ‘queimaram’ as últimas alterações.

No Santos, Madson entrou na vaga de Marquinhos, que deixou o campo vaiado pela torcida. No Atlético, Juninho assumiu o lugar de Diguinho. As substituições santistas deram mais resultado. Aos 38 minutos, Madson driblou o marcador e chutou forte para empatar o jogo. Ainda no final, Neymar sofreu pênalti e Marcel fechou o placar.