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Santos 3 x 2 Atlético-PR

Data: 19/10/2003, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 37ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 5.364 pagantes
Renda: R$ 66.000,00
Árbitro: Giuliano Bozzano (SC)
Cartões amarelos: Alex e Paulo Almeida (S); Diego, Michel, Alessandro, Luciano Santos e Ilan (A)
Gols: Fernandinho (05-1), Alex (11-1) e Diego (40-1, de pênalti); Fabiano (07-2, de pênalti) e Luciano Santos (12-2).

SANTOS
Fábio Costa; Neném (Reginaldo Araújo), Alex, André Luiz e Jaílson; Paulo Almeida, Renato, Elano (William) e Diego (Daniel); Robinho e Fabiano
Técnico: Émerson Leão

ATLÉTICO-PR
Diego; Ígor, Rogério Correa e Tiago; Alessandro, Luciano Santos, Fernandinho, Adriano e Ivan (Michel); Dagoberto (Jadson) e Ilan
Técnico: Mário Sérgio



Santos vence Atlético em partida movimentada

O Santos venceu o Atlético-PR por 3 a 2, em partida válida pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro, neste domingo, no estádio da Vila Belmiro. Com o resultado, a equipe do técnico Emerson Leão volta a ocupar a segunda posição do torneio, somando 67 pontos.

A partida eletrizante e marcada pela polêmica. O time santista teve dois gols anulados. Em compensação, marcou duas vezes em pênaltis que geraram muita reclamação do time paranaense.. Ambas as equipes perderam boas chances e tanto Fábio Costa quanto Diego fizeram boas partidas.

Após sair perdendo, a equipe santista se recuperou e terminou a primeira etapa já vencendo por 2 a 1, gols de Alex e Diego. No segundo tempo, Fabiano, de pênalti, ampliou, mas Luciano Santos diminuiu logo depois.

Após cinco gols a partida continuou aberta e com chances para as duas equipes, mas o resultado ficou mesmo em 3 a 2. Melhor para o Santos que continua sonhando com o bi-campeonato brasileiro. Já o Atlético-PR fica mais longe da vaga para a Copa Sul-americana em 2004 e segue ameaçado pelo rebaixamento.

O jogo

Logo aos 3min Dagoberto criou a primeira chance de gol para a equipe atleticana. Em jogada rápida na área, ele se livrou de um zagueiro, mas bateu fraco para a defesa de Fábio Costa.

Ligado na partida, o time atletican abriu o placar aos 4min. O mesmo Dagoberto chutou, a bola resvalou na defesa e Fernandinho, de primeira, marcou para a equipe do técnico Mário Sérgio.

Após o gol, a equipe santista reagiu de imediato e o empate não demorou para sair. Aos 10min, Diego cobrou escanteio pela direita e Alex ganhou no alto da zaga paranaense e empatou.

Melhor na partida, o Santos passou a buscar a virada. Aos 17min, Elano fez linda jogada na área e chutou na trave. Na volta a bola sobrou para Diego, que obrigou seu xará a uma grande defesa.

Em mais uma boa jogada de bola parada, o Santos quase marcou. Aos 26min, Diego cobrou escanteio pela direita, Alex subiu sozinho e obrigou o goleiro do rubro-negro paranaense a mais uma defesa.

Aos 29min, foi a vez do Atlético-PR. Em falta de André Luiz, Adriano ajeitou e Ivan fez com que Fábio Costa se esticasse para fazer boa defesa para o Santos.

A pressão santista se transformou em gol ainda na primeira etapa. Aos 40min, Elano foi derrubado na área. O árbitro Anselmo da Costa marcou pênalti. Na cobrança, Diego bateu forte e decretou a virada ainda no primeiro tempo.

Mesmo com o calor, a segunda etapa começou em ritmo acelerado. Logo aos 6min, Fabiano foi derrubado pelo goleiro Diego e o árbitro apitou mais um pênalti. O mesmo Fabiano foi para a cobrança e não desperdiçou. Santos 3 a 1.

Quando se esperava mais tranqüilidade para a equipe paulista, o Atlético-PR diminuiu. Aos 12min, Ilan cruzou com perfeição e Luciano Santos, de cabeça, não deu chances para o goleiro Fábio Costa fazer a defesa.

Após o gol atleticano, as duas equipes se alternaram no ataque. Aos 24min, em bom momento da equipe do técnico Mário Sérgio, Jádson tabelou rápido com Ilan e bateu bem. Fábio Costa fez mais uma importante defesa.

Cansada em campo, a equipe rubro-negra deu chances ao Santos e aí quem apareceu foi o goleiro Diego, com defesas espetaculares, evitando até uma goleada da equipe paulista.

Santos 1 x 1 Cienciano

Data: 16/10/2003, quinta-feira, 21h40.
Competição: Copa Sul-Americana – Quartas-de-final – Jogo de ida
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público e renda: N/D
Árbitro: Martin Vázquez (URU).
Cartões amarelos: Robinho (S); Llanos, Lugo, Moran e Garcia (C).
Cartão vermelho: Chuantico (C, 42-1)
Gols: Alex (26-2, contra) e Robinho (32-2).

SANTOS
Fábio Costa; Reginaldo Araújo (Rubens Cardoso), Alex, André Luiz, Léo; Paulo Almeida (Fabiano), Renato, Elano e Diego (Jerri); Robinho e William.
Técnico: Emerson Leão

CIENCIANO-PER
Oscar Ibañez; Miguel Llanos, Carlos Lugo, Santiago Acasiete, Carlos Maldonado, Alessandro Moran, Juan Carlos Bazalar, Cesar Cchuantico, Julio García, Paolo Maldonado (Carlos Garcia), Rodrigo Saraz (Roberto Holsen).
Técnico: Freddy Ternero



Sonho de goleada vira pesadelo para o Santos na Sul-Americana

O Santos sonhava com uma goleada, mas teve um pesadelo ao apenas empatar em 1 a 1, na Vila Belmiro, com um rival numericamente inferiorizado, o Cienciano, pelas quartas-de-final da Copa Sul-Americana.

Desde os 42min do primeiro tempo, os peruanos atuaram com um jogador a menos. Mesmo assim, saíram à frente no placar. Agora, para se classificar à semifinal, o Santos terá de ganhar o jogo de volta, nos 3.400 metros de altitude da cidade de Cuzco.

“Tivemos muitas oportunidades para fazer um placar bom. Infelizmente, não fizemos, e agora não adianta reclamar. Com um a mais, tínhamos de ganhar”, lamentou o volante Renato.

Durante toda a partida, o Santos atuou muito mal. Após seis semanas de inatividade, o volante Paulo Almeida voltou lento, fora de forma física e errando passes.

Além Almeida, o lateral Reginaldo Araújo também falhava seguidamente. No meio-campo, o volante Renato e o meia Elano não conseguiam municiar o ataque. Com isso, o futebol santista na primeira etapa se resumiu às estocadas de Robinho pela esquerda, às frustradas arrancadas de Diego pelo meio e aos avanços desde a defesa do zagueiro Alex.

Mas, apesar de jogar mal, o Santos criou seis oportunidades para marcar no primeiro tempo. Desperdiçou todas em razão das habituais finalizações defeituosas.

Marcando individualmente os atacantes do Santos, os jogadores do Cienciano apelavam para a violência quando não conseguiam tomar a bola. Aos 42min, Ccahuantico derrubou Diego e acabou sendo expulso.

Após o intervalo, os treinadores fizeram trocas em decorrência da expulsão. Leão sacou Reginaldo Araújo e introduziu o meia Fabiano. Freddy Ternero, na esperança de garantir o 0 a 0 da etapa inicial, substituiu o atacante Paolo Maldonado pelo zagueiro García.

Mesmo assim, o Santos só começou a incomodar o goleiro Ibañez aos 12min, com William.

O castigo pela fraca exibição veio aos 26min. Numa cobrança de falta, o volante Bazalar cruzou na área, Alex se atrapalhou e marcou contra, de cabeça. Imediatamente, Leão tirou de uma só vez Diego e Paulo Almeida e fez entrar Jerri e Rubens Cardoso.

Com o time mal coletivamente, o empate acabou acontecendo em um lance individual de Robinho, o mais lúcido jogador santista. Ele recebeu na entrada da área, aos 32min, ajeitou a bola e acertou um potente chute no ângulo.



Longe do Cruzeiro, Santos se agarra à Sul-Americana (Em 16/10/2003)

A 12 pontos do líder do Brasileiro, equipe aposta em 1º título em 2003

O Santos entrará em campo hoje à noite na Vila Belmiro com o objetivo de marcar muitos gols no Cienciano, do Peru, e manter a esperança de conquistar pelo menos um título na temporada.

Segundo colocado no Brasileiro, mas a 12 pontos do líder Cruzeiro, o time já não acredita mais na possibilidade de conquistar o bi na competição.

Nos demais campeonatos que disputou em 2003, a equipe foi eliminada no Paulista e caiu diante do Boca Juniors na final da Libertadores.

Por tudo isso, a Copa Sul-Americana, torneio antes considerado menor pelos santistas, ganhou importância. “É um campeonato que não nos leva a nada mais adiante, mas a possibilidade de uma nova conquista é sempre uma satisfação”, disse o técnico santista, Emerson Leão.

O treinador compara a competição à extinta Copa Conmebol, que ele conquistou em dois anos consecutivos, com o Atlético-MG (1997) e com o Santos (1998).

“Para mim, foi um negócio muito importante. Marcou a minha vida positiva e negativamente”, afirmou Leão, em referência aos títulos conquistados diante de rivais argentinos (Lanús e Rosario Central, respectivamente) e à agressão que sofreu na final de 97, que o obrigou a se submeter a uma cirurgia plástica no rosto.

A ânsia em golear hoje, no primeiro jogo das quartas-de-final, decorre da necessidade de compensar, na partida de volta, a desvantagem frente àquele que o treinador classifica como “o melhor jogador” do Cienciano: a altitude de 3.400 metros de Cuzco.

Os santistas conhecem muito pouco do rival, nono colocado entre os 12 times que disputam o Campeonato Peruano.

“Quando você entra no jogo sem saber muita coisa, tem de esperar cinco, dez minutos para ver como a equipe se porta”, ensina o volante Paulo Almeida, que retornará hoje após seis semanas afastado por conta de uma lesão.

Com a volta de Paulo Almeida, Leão poderá colocar em campo todos os titulares, o que não ocorria desde o final de agosto.

Narciso

Curado da leucemia que o obrigou a fazer um transplante de medula óssea em 2000, o zagueiro Narciso se disse duplamente premiado nesta semana.

Além da confirmação da volta ao futebol após quatro anos -ele estará na reserva no domingo, contra o Atlético-PR-, nasceu às 23h10 de anteontem, em Santos, Ruan Matheus, segundo filho do atleta.


Santos 1 x 1 Guarani

Data: 08/10/2003, quarta-feira, 21h40.
Competição: Campeonato Brasileiro – 35ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 4.483 pagantes
Renda: R$ 50.783,00
Árbitro: Cleber Wellington Abade (SP)
Auxiliares: Márcio Luís Augusto (SP) e Emerson Augusto de Carvalho (SP).
Cartões amarelos: Fabiano (S); Nenê, Wágner e Bruno Quadros (G).
Cartão vermelho: André Luís (S).
Gols: Ruy (39-1); Alex (38-2).

SANTOS
Fábio Costa; Reginaldo Araújo (Fabiano), Alex, André Luís e Léo; Daniel, Renato, Elano (Jerri) e Diego; Robinho e William (Marcelo).
Técnico: Emerson Leão

GUARANI
Jean; Ruy, Bruno Quadros, Nenê e Alex; Glauber, Leandro Guerreiro, Rafael e Dinelson (Esquerdinha); Wágner e Rafael Silva (Rinaldo).
Técnico: Barbieri

Santos empata com o Guarani e fica ainda mais distante do bi

O sonho santista do bicampeonato nacional ficou mais distante. Exatamente 10 pontos mais distante. Nesta quarta-feira à noite, o Santos sofreu para empatar por 1 a 1 com o Guarani, na Vila Belmiro, e ainda viu o Cruzeiro bater o Flamengo no Mineirão.

Com os resultados, o time mineiro chegou aos 73 pontos, disparando ainda mais na liderança. O Santos soma 63. A equipe paulista ainda volta a ser ameaçada pelo Coritiba, que bateu o Goiás e também chegou aos 62.

Faltam 11 rodadas para o término do Campeonato Brasileiro, tendo cada equipe mais 33 pontos para disputar. Na próxima rodada, o time santista irá enfrentar o São Caetano, em São Caetano do Sul. Já o Cruzeiro faz o clássico contra o Atlético-MG.

Nesta quarta, o Santos não fez uma boa partida. Principalmente no primeiro tempo, quando saiu atrás. O time santista teve um gol não marcado. Após cabeçada de Alex, a bola bateu no travessão, no chão, dentro do gol, e saiu. A arbitragem mandou seguir.

No segundo tempo, com o Guarani muito bem fechado em sua defesa, o Santos mostrou pouca inspiração para empatar. E só com uma cobrança de falta de Alex, que ainda desviou na zaga do Guarani, o time da Vila chegou ao empate.

O jogo

O Santos começou perdido em campo. E o Guarani aproveitou para pressionar e criar boas chances. A primeira delas aos 7min. Leandro Guerreiro dominou com classe e bateu de muito longe. Fábio Costa ainda desviou e a bola carimbou o travessão.

O time campineiro continuou melhor em campo, chegando com facilidade até a área santista. Aos 10min, Rafael Silva cruzou na área, Reginaldo Araújo não conseguiu cortar e Dinélson bateu de primeira, por cima do gol.

O goleiro santista voltou a trabalhar aos 14min, após um forte chute de Alex de fora da área. Apenas por volta dos 15min que o Santos começou a equilibrar a partida, criando também boas alternativas de ataque.

A primeira boa chance santista aconteceu justamente aos 15min. Após boa troca de passes, William rolou para Elano na direita. O meia cortou um zagueiro e bateu forte, mas por cima do gol.

Aos 26min o time santista chegou a marcar. Após cruzamento na área, Alex pegou de cabeça. A bola bateu no travessão e caiu dentro do gol e saiu. A arbitragem, porém, não marcou.

O time santista cresceu em campo e passou a criar as melhores chances. Aos 35min, Diego chutou e Jean espalmou para escanteio. Um minuto depois, Elano cruzou e Robinho pegou mal de cabeça, perdendo boa oportunidade.

Aos 38min foi a vez de Robinho arriscar e Jean defender. E no minuto seguinte o Guarani abriu o placar. Ruy invadiu a área pela direita e bateu cruzado. Léo tentou cortar, mas apenas tocou na bola para tirar Fábio Costa da jogada.

O time santista ainda tentou partir para a pressão no final do primeiro tempo. Mas voltou a falhar nas finalizações, principalmente aos 42min. Diego deu lindo passe para Robinho, que tentou bater colocado mas errou o alvo.

Após o intervalo, o Santos esteve perto de empatar logo aos 5min. Após boa troca de passes, Diego rolou para Elano dentro da área. O meia novamente deu um corte seco em seu marcador e tentou bater colocado, jogando para fora do gol.

O Santos começou a arriscar mais, abrindo-se em campo. Aos 12min, Léo errou um passe no meio campo. Rafael roubou a bola e lançou Wágner, que tocou para Rafael Silva. O atacante demorou para concluir a jogada e Alex salvou o time santista.

Os dez minutos seguintes foram todos com o Santos tentando furar a marcação do Guarani, sem sucesso. O time campineiro voltou a chegar em dois contra-ataques, aos 22min e 24min, com Wágner e Rafael Silva. Ambos, porém, finalizaram mal.

O jogo ganhou um velocidade incrível, com o Santos buscando a área e errando no último passe para armar suas jogadas, e o Guarani aproveitando para contra-atacar com perigo.

Com o time santista insistindo nos erros, o Guarani continuou levando mais perigo. Aos 29min, Renato perdeu a bola, Alex aproveitou e bateu com muito efeito. Fábio Costa, com dificuldade, espalmou para escanteio.

O Santos foi perdendo a força até para tentar pressionar e ficar no campo de ataque. O time alvinegro só voltou a chegar com perigo aos 37min. Após cruzamento da direita, Fabiano, sozinho, pegou mal de cabeça e mandou para fora.

Um minuto depois, porém, o time santista chegou ao empate. Alex cobrou falta com força, de longe. A bola desviou num jogador do Guarani e tirou o goleiro Jean da jogada.

Santos 1 x 1 São Caetano

Data: 01/10/2003, quarta-feira, 21h40.
Competição: Copa Sul-Americana – 3ª Fase Classificatória – Jogo de volta
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Árbitro: Silvia Regina Oliveira de Carvalho
Cartões amarelos: Robinho e Léo (S); Adhemar, Marcinho, Dininho e Serginho (SC).
Cartão vermelho: Marcelo Matos (SC)
Gols: Alex (34-1); Adhemar (05-2).

SANTOS
Fábio Costa; Reginaldo Araújo; Alex, André Luís e Léo; Alexandre (Daniel), Renato, Elano e Diego; Robinho e William (Marcelo).
Técnico: Emerson Leão

SÃO CAETANO
Sílvio Luiz; Dininho, Gustavo e Serginho; Mineiro (Mateus), Marcelo Matos, Capixaba (Zé Carlos), Marcinho e Fábio Santos (Marco Aurélio); Adhemar e Warley.
Técnico: Tite



Santos empata com o São Caetano e segue na Sul-Americana

O Santos empatou com o São Caetano por 1 a 1 na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro, e garantiu classificação para a fase internacional da Copa Sul-Americana. No jogo de ida, o atual campeão brasileiro havia vencido por 1 a 0.

A cidade peruana de Cusco, situada a 3.500 m acima do nível do mar, é o provável próximo destino da equipe na competição continental. Nesta quinta, o Cienciano local enfrenta a Universidad Católica, no Chile, defendendo uma vantagem de 4 a 0 obtida no primeiro confronto, no Peru.

As partidas das quartas-de-final estão marcadas para o dia 29, na Vila Belmiro, e 5 de novembro, no campo do adversário.

No confronto desta quarta, o Santos jogou para o gasto. No primeiro tempo, criou oportunidades desde o princípio. O lance mais bonito foi registrado por Robinho, aos 19min. Ele tentou encobrir o goleiro Sílvio Luiz, mas a bola bateu no travessão.

Aos 25min, Léo foi derrubado na área, mas a juíza Sílvia Regina de Oliveira –primeira mulher a apitar uma partida válida por uma competição sul-americana– não marcou o pênalti.

Os protestos do técnico Leão e dos jogadores só cessaram aos 34min, quando Léo invadiu a área e tentou passar por Sílvio Luiz. O goleiro tocou na bola, mas o rebote foi escorado de cabeça pelo zagueiro Alex, que abriu o placar.

No segundo tempo, o time do ABC empatou logo aos 5min. Numa cobrança de falta de Adhemar, Fábio Costa não segurou.

A partir daí, a partida ficou equilibrada. Sem referências ofensivas, o Santos, que não vence há quatros jogos, buscava avançar pelas laterais. Ao mesmo tempo, forte na marcação, o São Caetano impedia a progressão dos rivais.

No final do jogo, Robinho acertou de novo a trave do rival, desperdiçando a chance da vitória.

Santos 2 x 1 Flamengo

Data: 23/08/2003, sábado, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 28ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 13.258 pagantes
Renda: R$ 179.173,00
Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva (RS)
Auxiliares: Altemir Hausmann (RS) e André Veras (RS)
Cartões amarelos: Elano, Léo e Robinho (S); André Bahia, Fabinho, Jonatas e Fernando (F)
Gols: Elano (14-1) e Alex (23-1); Edílson (07-2).

SANTOS
Fábio Costa; Reginaldo Araújo, Alex, André Luiz e Léo; Paulo Almeida, Renato, Elano e Diego (Alexandre); Robinho e Marcelo (Fabiano).
Técnico: Emerson Leão

FLAMENGO
Júlio César; Rafael, Fernando, André Bahia e Anderson; Fabinho (Andrezinho), Fábio Baiano, Yan (Jonatas) e Igor (Zé Carlos); Edílson e Jean.
Técnico: Oswaldo de Oliveira



Santos vence o Flamengo e é o novo líder do Brasileirão

O Santos é o novo líder do Campeonato Brasileiro. Após 28 rodadas, o time alvinegro chegou à ponta da tabela ao vencer o Flamengo por 2 a 1, na Vila Belmiro, e contar com a derrota do Cruzeiro para o Goiás, por 1 a 0, no Serra Dourada.

Esta foi a terceira oportunidade que o time santista teve de assumir a ponta, dependendo apenas de seu resultado. Anteriormente, o Santos havia perdido para São Caetano e Figueirense, ambas por 1 a 0, desperdiçando suas oportunidades.

Após os resultados deste sábado à tarde, o Santos chegou aos 54 pontos ganhos, abrindo dois de vantagem para o Cruzeiro, que fica com 52. O São Paulo, que joga neste domingo contra o Vasco, em São Januário, tem 50.

A vitória santista foi toda construída no primeiro tempo, quando o time paulista apresentou um ótimo futebol, chegou muito ao ataque e pressionou. No segundo tempo, o Flamengo cresceu e chegou a pressionar.

Bons tempos

Como nos melhores momentos do Santos na conquista do Brasileirão em 2002, o alvinegro paulista mostrou um grande futebol no primeiro tempo, dominando a partida e chegando sempre ao gol adversário.

Com boa atuação de seu meio-campo, principalmente Diego, e com boa movimentação de Robinho, o Santos foi pressionando o Flamengo em seu campo de defesa. E o goleiro Júlio César mostrou estar em boa forma e fez boas defesas.

A primeira delas aos 13min. Diego começou a jogada pela esquerda e atraiu a marcação flamenguista. O camisa dez do Santos rolou na direita para Elano, livre. O meia bateu da entrada da área e Júlio César desviou para escanteio.

Após a cobrança, porém, o goleiro rubro-negro não conseguiu evitar o gol. Robinho desviou de cabeça e Elano, no bico direito da pequena área, pegou de voleio e marcou um belo gol.

Com Fábio Costa apenas acompanhando a partida, trabalhando muito pouco, o Santos continuou buscando o gol. E ele saiu aos 23min. Alex cobrou falta com muita força e acertou o canto direito de Júlio César.

Sempre melhor em campo, o Santos quase chegou ao terceiro gol aos 38min. A dupla Diego e Robinho fez bela tabela no ataque, o camisa sete cruzou e o meia pegou de cabeça. Júlio César espalmou bem para escanteio.

A última grande defesa do goleiro rubro-negro aconteceu aos 44min. André Luís, como um lateral-esquerdo, chegou à linha de fundo e cruzou rasteiro, para trás. Robinho bateu de primeira e Júlio César novamente espalmou para escanteio.

O intervalo não fez bem ao time do Santos. E foi muito benéfico ao Flamengo. A equipe rubro-negra voltou melhor e com mais disposição e teve uma boa chance logo aos 2min, num chute de Fábio Baiano da entrada da área. A bola passou perto.

O Flamengo conseguiu diminuir aos 8min. Rafael ganhou na velocidade de Robinho, invadiu a área e foi derrubado pelo atacante santista. Edílson cobrou a penalidade e marcou.

O gol animou ainda mais o time do Rio, que passou a pressionar o Santos. Chegando bem ao ataque, o Flamengo cercou a área santista, mas teve suas melhores chances em chutes de Fábio Baiano, como aos 21min, por cima do gol.

A partir dos 30min, o Santos começou a sair mais para o ataque novamente, conseguindo frear as tentativas de ataque do Flamengo. O rubro-negro, apesar de ficar bastante tempo no ataque, não ameaçou mais o gol de Fábio Costa.