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Santos 6 x 1 Ponte Preta

Data: 25/02/2012, sábado, 18h30.
Competição: Campeonato Paulista
Local: Arena Barueri, em Barueri, SP.
Público: 10.252 pagantes
Renda: R$ 221.556,00
Árbitro: Marcelo Rogério
Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo
Adicionais: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza e Vinicius Furlan
Cartões amarelos: Durval e Neymar (S); Xaves, Guilherme e Cicinho (PP).
Cartões vermelhos: Cicinho, Guilherme e Renato Cajá (PP)
Gols: Neymar (27-1), Ganso (34-1); Uendel (06-2), Ferron (11-2, contra), Edu Dracena (13-2), Edu Dracena (23-2) e Neymar (32-2).

SANTOS
Rafael; Fucile (Crystian), Edu Dracena, Durval e Juan; Henrique (Alan Kardec), Arouca, Ibson (Elano) e Paulo Henrique Ganso; Neymar e Borges
Técnico: Muricy Ramalho

PONTE PRETA
Lauro; Guilherme, Ferron, Gian e Uendel; Xaves (Willian Magrão), João Paulo, Cicinho e Renato Cajá; Rodrigo Pimpão (Enrico) e Leandrão (Gerson)
Técnico: Gilson Kleina



Santos dá show e goleia a Ponte Preta por 6 a 1 na Arena Barueri

Inspirado, Neymar comanda vitória do time santista, que sobe para a terceira posição do Campeonato Paulista

O Santos confirmou a boa fase e mostrou que está retomando o mais alto nível de suas atuações. A prova disso foi a vitória goleada aplicada sobre a Ponte Preta, neste sábado, na Arena Barueri, por 6 a 1.

Com a vitória, o Santos sobe provisoriamente para a terceira colocação, com 21 pontos, aguardando o complemento da atual rodada do Campeonato Paulista. A Ponte Preta fecha o grupo dos oito primeiros da competição, com 15 pontos ganhos.

Na próxima rodada, o Santos visita o Guarani, na quarta-feira, às 19h30 (horário de Brasília), no Brinco de Ouro da Princesa. O time não poderá contar com Neymar (suspenso), Ganso e Rafael, convocados para a seleção brasileira para o amistoso com a Bósnia-Herzegovina, na próxima terça, na Suíça, e Fucile, que irá defender o Uruguai contra a Romênia. A Ponte visita o Botafogo-SP, na próxima quinta, em Ribeirão Preto.

O jogo

Embalado pela sequência de quatro vitórias consecutivas, o Santos começou a partida criando boas chances de gol. A primeira da equipe aconteceu aos 11 minutos, quando Neymar fez grande lance individual e serviu Ibson. Mas o volante não conseguiu deslocar o goleiro Lauro, que fez a defesa e evitou que o placar fosse aberto.

No minuto seguinte, a Ponte Preta assustou com Cicinho cruzando para Leandrão, livre dentro da grande área, após se antecipar a zaga santista, desperdiçar a oportunidade mandando a bola por cima do gol de Rafael.

Depois dessas duas chances, o ritmo dos dois times diminuiu e o confronto ficou um pouco mais lento. Isto até a estrela de Neymar brilhar. Aos 27, o atacante recebeu a bola na intermediária e soltou a bomba, que fez uma curva antes de entrar no ângulo direito de Lauro e abrir o marcador para o Santos.

Mais leve após o gol, o ataque do Santos passou a incomodar com mais intensidade a defesa adversária. Só que aos 34, a Ponte não conseguiu evitar o segundo gol santista. Neymar iniciou o lance, com um “chute no ar”, antes de tocar para Borges. O centroavante batalhou pela bola dentro da área e foi travado na hora do arremate. Porém, a bola sobrou limpa para o meia Paulo Henrique Ganso apenas completar para o fundo das redes, ampliando a vantagem de sua equipe.

Inspirado, Neymar quase possibilitou a Borges deixar a sua marca, na sequência. Aos 36, ele fez grande jogada e, enganando a marcação adversária, rolou para o camisa 9 chutar para fora a chance do terceiro gol do time da Vila Belmiro, antes do intervalo.

Na volta para o segundo tempo, o técnico da Ponte Preta, Gilson Kleina, promoveu uma alteração no seu time. O volante Xaves, pendurado com um cartão amarelo, foi substituído por Willian Magrão. Com mais disposição ofensiva, a Ponte diminuiu aos seis minutos, quando Renato Cajá encontrou o lateral Uendel, cara a cara com Rafael, para anotar o primeiro gol de sua equipe.

Só que o Santos voltou a carga e ampliou aos 11. Neymar cobrou escanteio, Borges subiu de cabeça e Lauro defendeu parcialmente. Mas no rebote, a zaga campineira se complicou e Guilherme chutou a bola, que tocou em Ferron e foi para o fundo das redes da Ponte Preta.

Dois minutos depois, Neymar outra vez na bola parada caprichou na cobrança de falta, encontrando a cabeça de Edu Dracena, que balançou as redes anotando o quarto tento do Santos na partida.

Com a desvantagem, a Ponte Preta ficou nervosa em campo e viu Cicinho ser expulso aos 16, após falta dura em Neymar. O jogador já tinha cartão amarelo e recebeu o segundo, originando o cartão vermelho.

Sem encontrar mais resistência no seu oponente, o Santos passou a tentar aumentar a goleada. Neymar, aos 19, quase marcou o seu segundo no jogo, concluindo de bicicleta um bom cruzamento de Juan para a área.

No entanto, o quinto gol santista não demorou para acontecer. Aos 22, Neymar bateu escanteio na medida para Dracena, mais uma vez, deixar a sua marca na Arena Barueri: 5 a 1.

Descontrolados, os campineiros perderam Guilherme, aos 24, expulso após agressão sobre Neymar, na lateral do campo.

Com facilidade, o Santos ampliou aos 32. Após uma bela assistência de Ganso para Neymar, o camisa 11 tocou por cima de Lauro e fez o sexto, para a alegria de sua torcida, que compareceu em bom número a Arena Barueri.

Antes do apito final, o meia Renato Cajá perdeu a cabeça e, depois de uma falta dura no meio-campo, aos 36 minutos, também recebeu o cartão vermelho da arbitragem.

Santos 2 x 0 Comercial RP

Data: 22/02/2012, quarta-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 9ª rodada
Local: Arena Barueri, em Barueri, SP.
Público: 5.100 pagantes
Renda: R$ 113.025,00
Árbitro: Aurélio Santanna Martins
Auxiliares: Reinaldo Rodrigues dos Santos e Claudson Lincoln Beggiato
Cartões amarelos: Borges (S); Luis Augusto, Fabão, Leandro Camilo, Jordã e Ricardo Conceição (C).
Gols: Ibson (28-1) e Durval (36-2).

SANTOS
Aranha; Fucile (Crystian), Edu Dracena, Durval e Juan; Henrique, Arouca, Ibson (Elano) e Paulo Henrique Ganso; Neymar e Borges (Alan Kardec).
Técnico: Muricy Ramalho

COMERCIAL RP
Alex Santana; Jordã, Fabão, Leandro Camilo e Rossato (Wellington); Jonílson (Henrique Motta), Ricardo Conceição, Carlos Magno e Luis Augusto; Henan (Jaílton) e Alex Rafael.
Técnico: Márcio Fernandes



Santos bate o Comercial e amplia série de vitórias no Campeonato Paulista

Ibson e Durval marcaram os gols do Santos que chegou aos 18 pontos na tabela do Paulistão 2012

Com uma atuação segura, o Santos chegou a mais uma vitória no Campeonato Paulista. Com um gol em cada tempo, o time da baixada fez 2 a 0 sobre o Comercial, na noite desta quarta-feira, na Arena Barueri. Ibson e Durval marcaram os gols do triunfo santista, o quarto consecutivo da equipe no Paulistão.

A vitória levou o time de Muricy Ramalho aos 18 pontos e, momentaneamente, chegou à quarta posição no Estadual. O Santos agora aguarda o complemento da rodada para saber qual será a sua real colocação no torneio. Já o Bafo, com apenas sete pontos ganhos, segue cada vez mais ameaçado de rebaixamento.

O Peixe volta a campo diante da Ponte Preta, no próximo sábado, a partir das 18h30 (horário de Brasília), outra vez na Arena Barueri. Já o Comercial recebe o Mirassol, domingo, às 18h30, no Palma Travassos, em Ribeirão Preto.

O jogo

O Santos começou a partida pressionando o Comercial. No primeiro lance de perigo, Neymar cobrou escanteio pelo lado esquerdo, na medida para a cabeçada do zagueiro Edu Dracena, mas a bola explodiu no travessão do Bafo.

O Comercial assustou em cobrança de falta, aos 18, o lateral esquerdo Rossato acertou a trave direita de Aranha, assustando a torcida santista.O Santos chegou ao gol aos 28. Neymar fez grande lance individual, deixando três marcadores para trás, antes de tocar para Ibson, na saída do goleiro Alex Santana, abrir o placar para a equipe da Vila Belmiro.

Na volta do intervalo, os santistas continuaram dominando o jogo e, aos 12, o time quase ampliou a sua vantagem, mais uma vez. Neymar cobrou falta pela direita, Ganso antecipou a marcação e, com um toque de cabeça, acertou o travessão do Comercial.

Com a partida sob o seu controle, apesar do placar mínimo, o Santos tocava pacientemente a bola, esperando um espaço na zaga rival para chegar ao segundo gol. O segundo tento do Santos só foi acontecer aos 36. Em cobrança de falta, Élano, que havia entrado no lugar de Ibson, colocou a bola na cabeça de Durval. O toque do zagueiro foi no ângulo esquerdo de Alex Santana, que nada pôde fazer para evitar o segundo do Peixe.

Santos 1 x 1 Oeste

Data: 02/02/2012, quinta-feira, 21h00.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 4ª rodada
Local: Arena Barueri, em Barueri, SP.
Público: 10.364 pagantes
Renda: R$ 246.970,00
Árbitro: Robério Pereira Pires
Auxiliares: Vicente Romano Neto e Gustavo Rodrigues de Oliveira.
Adicionais: Maurício Antonio Fioretti e Philippe Lombard.
Cartões amarelos: Bruno Rodrigo (S); Adriano Alves, Cris, Leandro Mello, Roger e Gualberto (O).
Gols: Wanderson (41-1); Ibson (26-2).

SANTOS
Rafael; Pará, Bruno Rodrigo, Durval e Léo; (Maranhão); Henrique (Alan Kardec), Arouca, Elano (Ibson) e Paulo Henrique Ganso; Neymar e Borges.
Técnico: Muricy Ramalho

OESTE
Zé Carlos; Adriano Alves, Éder Lima e Cris; Leandro Mello, Dionísio, Wanderson (Gualberto), Roger (Assisinho) e Fernandinho; Mazinho (Serginho) e Tadeu.
Técnico: Estevam Soares



Na “estreia”, titulares decepcionam e Santos não sai do empate com Oeste

O Santos jogou pela primeira vez neste Campeonato Paulista com a sua formação titular. Mas, nem isso foi capaz de dar a equipe a sua segunda vitória no torneio. Com um gol de Ibson, o Peixe reagiu após sair atrás no placar e empatou com o Oeste de Itápolis, em 1 a 1, na noite desta quinta-feira, na Arena Barueri. Wanderson marcou para os visitantes.

Com o empate, os santistas caíram duas posições e, agora, estão fora da zona de classificação para o mata-mata do Paulistão. O time da Vila Belmiro soma seis pontos, na nona colocação. Enquanto isso, o Rubrão subiu um posto e, agora, ocupa o 18° lugar na tabela de classificação do Estadual, com três pontos ganhos.

O jogo

Com a sua equipe quase completa, o Santos iniciou a partida pressionando o adversário, que apostava em uma tática defensiva, com ênfase nos contra-ataques, para tentar surpreender o adversário.

E com esse plano de jogo, o Oeste chegou pela primeira vez ao ataque. Com 10 minutos, o centroavante Tadeu recebeu uma boa enfiada de bola pelo lado direito e arriscou uma finalização da entrada da área, exigindo boa defesa de Rafael.

O Peixe não deixou por menos e, no minuto seguinte, a resposta do time da Vila Belmiro quase resultou em gol. Rápido, Neymar fez fila e tocou para Borges. O camisa 9 santista bateu forte, o goleiro Zé Carlos defendeu e, na sequência, a zaga do Rubrão afastou o perigo de sua área.

Depois deste lance, mesmo sentindo a falta de ritmo de jogo, o Alvinegro Praiano continua tendo domínio das ações. Tanto que, aos 24, mais uma vez o Santos assustou o Oeste. Primeiro, Paulo Henrique Ganso abriu a jogada para Léo pela esquerda, com o lateral devolvendo a bola para o meia. Inteligente, Ganso fez o corta-luz para Borges emendar para o gol, só que a bola passou rente ao ângulo direito de Zé Carlos.

Mais tarde, com Elano, que havia sentido dores e pedido para ser substituído, o Peixe teve a sua melhor chance. Aos 35, o meia cobrou bem a falta, acertando a trave do Oeste.

Apesar das boas oportunidades criadas, os santistas deram espaço para mais um contra-ataque perigoso do time de Itápolis. Aos 41, o Oeste desceu nas costas do lateral Pará e, se aproveitando de cruzamento perfeito de Mazinho, Wanderson tocou de cabeça para o fundo das redes, abrindo o placar a favor dos visitantes: 1 a 0 para o Rubrão.

Antes do intervalo, o Oeste quase ampliou a sua vantagem, em outro vacilo do sistema defensivo alvinegro. Aos 44, Fernandinho levantou a bola da esquerda para o centro da área e Tadeu encaixou uma boa cabeçada, defendida com segurança por Rafael.

No intervalo, Elano finalmente foi substituído, mesmo sem o motivo da sua saída do confronto ter ficado claro. De qualquer forma, Ibson entrou em seu lugar com a missão de continuar apoiando o ataque pelo lado direito.

Logo aos cinco minutos do segundo tempo, o Santos poderia ter alcançado o empate. Neymar começou na jogada, deixou a bola para Ganso que, com uma boa assistência, deixou Borges em condições favoráveis para o chute. No entanto, o arremate do centroavante passou raspando a trave direita de Zé Carlos, em mais uma chance desperdiçada pela equipe.

Após substituições de parte a parte, com o técnico Muricy Ramalho lançando o time mais a frente, com a entrada do centroavante Alan Kardec na vaga do volante Henrique, o Peixe chegou ao empate.

Aos 26, Ibson estava bem colocado e aproveitou a sobra para matar a bola no peito e, dentro da pequena área, fuzilar o goleiro Zé Carlos, deixando tudo igual na Arena Barueri.

No minuto seguinte, com Borges, os santistas quase chegaram à virada. Neymar colocou o camisa 9 frente a frente com Zé Carlos, mas Borges falhou na conclusão, possibilitando ao goleiro adversário mais uma boa defesa.

Cansado, o veterano Léo, que completou 400 jogos pelo Alvinegro Praiano, deixou o campo para a entrada de Maranhão, aos 34, na última substituição da equipe no duelo.

Perigoso, o Oeste quase surpreendeu o Santos outra vez, aos 38. Em lance confuso dentro da grande área, a bola sobrou para Tadeu acertar o travessão de Rafael, assustando a torcida do Peixe.

Nos últimos minutos do jogo, os santistas ainda tentaram uma pressão, porém, com um condicionamento físico ainda abaixo do ideal, o Rubrão segurou o empate até o apito final do árbitro.

Data: 30/01/2011 – às 17h00
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 5ª rodada
Local: Arena Barueri, em Barueri, SP.
Público: 9.334 pagantes
Renda: R$ 213.960,00
Árbitro: Salvio Spinola Fagundes Filho
Auxiliares: Emerson de Carvalho e Anderson Jose de Moraes
Gols: Elano (10-1), Maikon Leite (28-2).

SANTOS
Rafael; Pará, Edu Dracena, Durval e Léo; Adriano (Bruno Rodrigo, 23-2), Rodrigo Possebon (Anderson Carvalho,30-2), Elano e Róbson (Felipe Anderson, 35-2); Maikon Leite e Keirrison.
Técnico: Adilson Batista

SÃO PAULO
Rogério Ceni; Jean, Xandão, Miranda e Juan (Luiz Eduardo, 34-2); Rodrigo Souto, Zé Vítor (Marlos, 09-2), Carlinhos Paraíba e Fernandinho; Dagoberto (Marcelinho Paraíba, 30-2) e Fernandão.
Técnico: Paulo César Carpegiani



Santos vira defensivo, faz 2 a 0 e mantém rotina de vitórias sobre o São Paulo

Equipe que há mais de um ano faz sucesso no Brasil por ser ofensiva, o Santos mudou de estratégia neste domingo, atuou de forma cautelosa e venceu o São Paulo por 2 a 0, na Arena Barueri, gols de Elano e Maikon Leite.

Assim, o clube litorâneo mantém a rotina de vitórias sobre o rival da capital no Campeonato Paulista. Em 2009, ganhou um jogo, em 2010 foram três vitórias e agora completou a quina pelo Estadual. No Brasileiro passado, o São Paulo ganhou por 4 a 3, em outubro, e no primeiro turno perdeu por 1 a 0.

O Santos soma 13 pontos e segue na liderança do Paulista, à frente do Palmeiras no saldo de gols. Já o São Paulo perdeu a segunda no certame e continua com 9 pontos.

“Eles tiveram posse de bola, mas aproveitamos as chances, e futebol é bola na rede”, opinou Maikon Leite, que já anotou cinco gols em 2011.

“A bola do Jean poderia ter mudado o jogo. Tivemos várias oportunidades, mas eles fizeram o gol”, analisou o capitão Rogério Ceni, citando um chute de Jean na trave três minutos antes do segundo gol do rival.

Apesar de a torcida alvinegra ter gritado “olé” nos minutos finais, a vitória santista esteve sob risco até os 28min do segundo tempo, quando o time tricolor encurralou o adversário, porém pecou no arremate final.

O quarteto ofensivo santista começou a dar trabalho à retaguarda são-paulina logo no início da partida, principalmente com bolas em profundidade para Maikon Leite, pela direita, e com a chegada de Elano e Robson pelo meio.

Logo aos 10min, Robson dominou pela direita, se livrou da marcação e colocou a bola na cabeça de Elano, que só teve o trabalho de tirar de Rogério Ceni e marcar o seu quinto gol neste retorno à Vila Belmiro.

A equipe do Morumbi apostou na velocidade de Fernandinho e Dagoberto, com Fernandão como meia e chegou com perigo ao gol de Rafael por três vezes no primeiro tempo.

Após abrir o placar, os santistas recuaram, enquanto os são-paulinos tiveram mais posse de bola. Dagoberto, Jean e Zé Victor quase empataram.

O time alvinegro ainda teve a melhor oportunidade de marcar. Rogério Ceni realizou uma grande defesa após cabeçada de Rodrigo Possebon.

“Estamos criando bastante, e o Santos foi lá e fez o gol em uma jogada”, comentou Fernandinho na saída para o intervalo. “Precisamos de tranquilidade no último passe para sair o gol”, endossou Dagoberto.

A pressão são-paulina permaneceu na etapa final, enquanto a equipe da Baixada atuou de forma defensiva, com a estratégia de explorar o contra-ataque.

Paulo César Carpegiani ousou ao sacar o volante Zé Victor para a entrada do meia-atacante Marlos. Já Adilson Batista tirou o volante Adriano para a entrada do zagueiro Bruno Rodrigo e passou a adotar o 3-5-2.

O São Paulo foi para cima e teve a sua melhor oportunidade nos pés de Jean, que acertou a trave de Rafael. O castigo veio aos 28min, quando Maikon Leite aproveitou rebote de Rogério Ceni, após chute de Elano, e fez 2 a 0.

Data: 26/01/2011 – às 19h30
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 4ª rodada
Local: Arena Barueri, em Barueri, SP.
Árbitro: Guilherme Ceretta de Lima
Auxiliares: Celso Barbosa de Oliveira e Carlos Alberto Funari
Cartões amarelos: Rodrigo Possebon (S) e Artur (SC)
Gols: Elano (08-1), Artur (37-1) e Vandinho (45-1); Keirrison (03-2), Elano (07-2) e Vandinho (33-2).

SANTOS
Rafael; Jonathan (Rodrigo Possebon), Edu Dracena, Durval e Léo; Adriano, Pará e Elano (Rodriguinho); Róbson (Moisés); Keirrison e Maikon Leite.
Técnico: Adilson Batista

SÃO CAETANO
Luiz; Artur, Marcelo Batatais, Anderson Marques e Bruno (Eduardo); Ricardo Conceição, Augusto Recife, Souza (Kleber) e Ailton; Luciano Mandi (Fernandes) e Vandinho.
Técnico: Márcio Griggio



Santos falha na defesa e deixa de ser 100%

O Santos viveu o velho problema do desequilíbrio apresentando em 2010 na partida contra o São Caetano, na noite desta quarta-feira, na noite desta quarta-feira, na Arena Barueri, pela quarta rodada do Campeonato Paulista. O poderoso ataque funcionou, mas a defesa cometeu falhas excessivas, e o alvinegro empatou com o então lanterna da competição por 3 a 3.

Elano abriu o placar em de pênalti, mas ainda no primeiro tempo o adversário virou o placar com gols de Artur e Vandinho. No começo da etapa complementar, Keirrison e, novamente, Elano marcaram. Só que aos 33 minutos, Vandinho tornou-se o carrasco santista ao marcar o gol de empate.

Com o empate, o Santos perde o 100% de aproveitamento no Paulista, mas ainda segue na liderança, agora com 10 pontos. Já o São Caetano agora é o 19º colocado, com apenas um ponto. O novo lanterna, o Grêmio Prudente, encara o Botafogo-SP, nesta quinta-feira, às 21h, em Presidente Prudente.

O Santos cumpriu o mando de campo ante o São Caetano na Arena Barueri, pois a Vila Belmiro está fechada devido às obras de troca do gramado. Na quinta rodada da competição, o alvinegro encara o São Paulo, novamente na Arena, domingo, às 17h. Já o time do ABC joga sábado, às 19h30, diante da Ponte Preta, em Campinas.

O Santos manteve o ritmo marcante do início do campeonato nos minutos inicias da partida na Arena Barueri. Tanto que logo aos 6 minutos, a tabela entre Maikon Leite e Jonathan terminou com a queda do lateral na área, e a marcação pênalti. Na cobrança, Elano chutou no canto direito e abriu o placar.

O confronto parecia ser fácil para o Santos. Doce ilusão. O São Caetano pouco pressionava, mas conseguia evitar novos sustos. Com o passar do tempo, o adversário cresceu.

Os gols da virada do São Caetano demoraram para acontecer. Aos 37 minutos, Artur aproveitou a cobrança de escanteio para marcar. E em nova jogada área, aos 45 minutos, Luciano Mandi deixou Vandinho livre na área, só com o trabalho de empurrar para o gol.

Desta forma, um teste de fogo para o Santos foi desenhado para o segundo tempo. Pela primeira vez no ano, a equipe começava uma etapa em desvantagem. Era a hora de mostrar a capacidade de reação.

Em apenas 7 minutos, com os bonitos gols de Keirrison e Elano, o Santos demonstrou ter excelente capacidade de reação. O grande problema é que a equipe, novamente, não soube segurar a vantagem.

O São Caetano passou a pressionar com frequência até conseguir o gol de empate, aos 33 minutos, novamente em jogada de Vandinho, que a arbitragem anulou gol contra para Durval.

Gols foram perdidos pelo Santos nos minutos finais de jogo. Não será sempre que o ataque santista será capaz de fazer diversos gols. O problema, no entanto, não é esse. O rendimento ruim da defesa da equipe é que foi o culpado do empate contra o São Caetano.

Agora não adianta culpar a defesa. É culpa de todos. Enfrentamos uma equipe que não ia jogar por jogar. Temos que melhorar”, disse Léo.