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Atlético-PR 1 x 0 Santos

Data: 18/06/2016, sábado, 18h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 9ª rodada
Local: Arena da Baixada, em Curitiba, PR.
Público: 15.359 pagantes (17.464 presentes)
Renda: R$ 395.520,00
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Auxiliares: Bruno Raphael Pires (GO) e Alexandre A Pruinelli Kleiniche (RS).
Cartões amarelos: Giovanny e Sidcley (AP); Renato (S).
Gol: Paulo André (43-2).

ATLÉTICO-PR
Weverton; Léo, Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Deivid, Giovanny e Ewandro (Pablo); Walter (Vinicius) e André Lima.
Técnico: Paulo Autuori

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Yuri e Zeca; Renato, Thiago Maia (Alison), Léo Cittadini (Paulinho) e Vitor Bueno; Gabriel e Joel (Diogo Vitor).
Técnico: Dorival Junior



Atlético-PR marca no fim e bate o Santos, que perde vaga no G4

Um gol de Paulo André, ex-zagueiro corinthiano, acabou com a série de três vitórias seguidas do Santos no Campeonato Brasileiro neste sábado à noite. Em uma partida muito equilibrada na Arena da Baixada, em Curitiba, em que o Peixe mandou duas na trave, mas também teve a sua carimbada e viu Vanderlei aparecer com destaque no segundo tempo, o Atlético-PR acabou sendo premiado pela postura ofensiva na etapa final, quando Dorival Júnior recuou o alvinegro e acabou pagando caro após escanteio já aos 43 minutos do segundo tempo.

A derrota por 1 a 0 também acabou com o objetivo santista de alcançar a quarta vitória seguida no Brasileirão. Marca que a equipe não alcança desde a edição de 2011. Assim, o Peixe se mantém com 13 pontos e, apesar de dormir na 4ª colocação, vai perder sua vaga no G4 ainda nesta 9ª rodada inevitavelmente em função dos confrontos deste domingo. Por outro lado, o Furacão descola da zona de rebaixamento ao se juntar ao bolo de times que também marcam os mesmos 13 pontos.

O jogo

Neste sábado, talvez a fria noite de Curitiba, que apontava temperatura próxima dos 12ºC na hora do jogo, fez com que as equipes começassem o duelo sem muito ímpeto, demorando a engrenar. A verdade é que a primeira metade da etapa inicial foi dura de assistir, com Santos e Atlético-PR sendo inofensivos no ataque e abusando dos chutões.

O clima só esquentou na Arena da Baixada aos 28 minutos, quando Vitor Bueno, com espaço na entrada da área, arrematou e acertou a trave de Weverton, que ainda viu a bola correr próxima a linha do gol até sair pela linha de fundo, do lado o oposto.

A resposta veio cinco minutos depois, com Giovanny. Após rápido contra-ataque do Furacão, a bola chegou no meia atleticano pela esquerda, nas costas de Victor Ferraz, mas Vanderlei espalmou a finalização para escanteio.

Nos últimos minutos, mais duas chances, uma para cada time, de novo. Primeiro, Giovanny testou novamente Vanderlei, em chute praticamente da mesma posição. Mas o arqueiro alvinegro fez seu bem trabalho. Em seguida, Gabriel recebeu lançamento pela direita e, quase sem ângulo, tocou por cobertura de Weverton, que ainda voltou e se esticou todo, mas foi salvo pelo travessão.

Assim, depois de 47 minutos muito equilibrados, sem grandes emoções, o placar seguiu inalterado para o segundo tempo, que pelo menos começou diferente, com os dois times mais ligados e partindo para o ataque. A curiosidade é que os lances de perigo eram sempre criados em sequência. E a coincidência valia até para as polêmicas.

Logo nos minutos iniciais, Vitor Bueno caiu dentro da área e ficou pedindo pênalti, mas o árbitro ignorou. No lance seguinte, André Lima recebeu dentro da área santista e foi tocado por Vanderlei. Foi a vez dos donos da casa pedirem a bola na marca da cal, mas o árbitro novamente nada marcou.

O jogo sofria alguns apagões. Após criarem oportunidades claras de gol, Atlético-PR e Santos passavam muitos minutos entre o perde e ganha no meio campo. Mas, batava um se arriscar para o outro responder imediatamente. Assim foi aos 21 minutos, quando André Lima, Ewandro e Vinicius fizeram boa triangulação. Zeca salvou o Peixe ao travar chute do último atleticano. Um minuto depois, Gabriel recebeu dentro da área e encheu o pé, para boa defesa de Weverton.

A partir daí o Furacão partiu de vez para o ataque e o Santos passou a se postar mais recuado. Assim, Vanderlei salvou o alvinegro depois de finalização de carrinho de Vinicius. E, aos 30, tirou com os olhos uma bomba de Pablo que explodiu na trave. Seria um golaço.

E o castigo santista por ter recuado demais chegou aos 43 minutos, quando o Atlético-PR acabou premiado por sua ousadia ofensiva. Após cobrança de escanteio, o zagueiro Paulo André subiu com liberdade e testou para o fundo do gol de Vanderlei. Foi o golpe final de uma partida muito igual, mas que acabou com a festa dos donos da casa.

Dorival não se conforma com mais um gol de bola parada no fim do jogo

A derrota do Santos para o Atlético-PR neste sábado não foi bem digerida por Dorival Júnior. Após o duelo na Arena da Baixada, em Curitiba, o técnico concedeu entrevista coletiva inconformado pela equipe ter levado um gol aos 43 minutos do segundo tempo, após cobrança de escanteio. Paulo André foi o responsável por tirar o sono do técnico alvinegro, que não perdoou seus comandados e culpou exclusivamente a falha na bola parada pela quebra da série de três vitórias seguidas do Peixe no Campeonato Brasileiro.

“Eu não vi inversão do processo que aconteceu no primeiro tempo, tanto que a posse de bola mostra como o Santos teve o jogo sob seu comando. O terceiro jogo que tomamos gol após os 40 minutos. E isso está nos tirando o sono, porque a bola parada tem nos tirado pontos importantes, diferente da bola em jogo, bola rolando, que não nos causa problema. Em compensação, a bola parada está nos tirando pontos importantes e fazendo com que nossa campanha seja prejudicada”, reclamou Dorival, discordando dos jornalistas que analisaram o Santos recuado na etapa final.

“67% de posse de bola (pelo footstats, foram 62%). Nós criamos, buscamos o gol, batemos em gol… A equipe do Atlético estava muito bem postada, mesmo assim tentávamos o último passe. Fizemos um jogo de uma maneira correta. Infelizmente, não conseguimos o resultado em função de uma postura na bola parada”, continuou.

Neste sábado, Dorival Júnior só contou com um zagueiro de ofício, que foi Luiz Felipe. Yuri atuou improvisado no setor, mas, isso não foi visto como fator determinante, na visão do treinador. Vale destacar que era o atacante Paulinho que estava na marcação do zagueiro Paulo André no momento do gol atleticano.

“De maneira nenhuma (culpa da falta de zagueiros). Não tivemos problema nenhum durante a partida. Posicionamento perfeito, uma atuação muito boa em todos os aspectos, em todos os sentidos, em exceção nesses quatro, cinco minutos em que fomos penalizados com uma bola parada”, repetiu o técnico, já de olho nos próximos desafios. “Treinar, trabalhar, porque, eventualmente, uma jogada ou outra que aconteça, tudo bem. Mas, estamos tendo esse problema e isso vem realmente preocupando. Com a bola no chão, dificilmente existe uma penetração na nossa área”, explicou.

Antes das três vitórias seguidas do Santos nas últimas três rodadas, contra Botafogo, Santa Cruz e Sport, respectivamente, o time da Baixada perdeu para Internacional, empatou com o Figueirense e caiu diante do Corinthians. Nos três jogos, o alvinegro levou gol nos minutos finais e oriundos e bola parada. E esse é o motivo da irritação de Dorival Júnior.



Atlético-PR 0 x 0 Santos

Data: 15/08/2015, sábado, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 19ª rodada (última do 1º turno)
Local: Arena da Baixada, em Curitiba, PR.
Público: 19.849 pagantes (21.829 presentes)
Renda: R$ 534.590,00
Árbitro: Bruno Arleu de Araujo (RJ)
Auxiliares: Guilherme Dias Camilo (MG) e Cristhian Passos Sorence (GO).
Cartões amarelos: Daniel Hernández (A) e Victor Ferraz (S).
Cartão vermelho: Alan Ruschel (A)

ATLÉTICO-PR
Weverton; Eduardo, Vilches, Kadu e Alan Ruschel; Otávio, Deivid (Jadson) e Barrietos (Walter); Marcos Guilherme, Daniel Hernández e Crysan (Douglas Coutinho).
Técnico: Milton Mendes

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, David Braz e Zeca; Thiago Maia, Paulo Ricardo e Lucas Lima (Leandro); Geuvânio (Neto Berola), Gabriel (Marquinhos Gabriel) e Ricardo Oliveira.
Técnico: Dorival Júnior



Santos desperdiça pênalti e empata sem gols contra Atlético-PR

O Atlético-PR não conseguiu os três pontos diante do seu torcedor para voltar a encostar no G4 do Campeonato Brasileiro, pois ficou no empate por 0 a 0 contra o Santos, na noite deste sábado. Desta forma, o Furacão fica com 30 pontos, na sexta colocação.

O time da Vila Belmiro, por outro lado, manteve seu jejum de vitórias fora de casa. Agora são dez jogos, ou quatro meses, sem vencer qualquer adversário como visitante. E o duelo desta 19ª rodada, a última do primeiro turno, poderia ter um placar diferente, caso Ricardo Oliveira não desperdiçasse um pênalti ainda no primeiro tempo. Assim como na quarta, contra o Vasco, o camisa 9 bateu no canto, rasteiro, e viu, desta vez, Weverton se dar bem, espalmando a cobrança para escanteio. Assim, o Peixe fica com 24 pontos, provisoriamente na 11ª colocação.

Assim, o Santos volta suas atenções para a Copa do Brasil, prioridade da equipe neste segundo semestre. Na quarta-feira, a Vila Belmiro será palco do clássico contra o Corinthians, às 22 horas, no primeiro duelo válido pelas oitavas de final. Pelo Brasileirão, o time da Baixada Santista recebe o Avaí , às 18h30 do sábado, também em casa.

Fora da disputa pela Copa do Brasil, o Atlético-PR se prepara para a primeira rodada do segundo turno do Nacional por pontos corridos. O time de Milton Mendes visita o Internacional, às 16 horas do domingo, no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre.

O jogo

Com a Arena da Baixada recebendo bom público, Atlético-PR e Santos fizeram um primeiro tempo de muita marcação, correria, mas de muitos passes errados também. O time da casa, empurrado por sua torcida, buscou ditar o ritmo do jogo, mas foi surpreendido com uma marcação bem alinhada do Peixe no setor defensivo e, muitas vezes, com seus atacantes apertando os zagueiros na saída de bola.

Aos quatro minutos, a primeira oportunidade de gol surgiu dos pés de Crysan, que bateu para fora, depois de aproveitar chute torto de Marcos Guilherme. Aos 10, o Santos quase se deu bem em função de sua marcação avançada. Lucas Lima dividiu com o goleiro Weverton e a bola sobrou para Ricardo Oliveira, mas Alan Ruschel afastou o perigo na hora H.

A grande chance de gol do Furacão, então, surgiu aos 25 minutos. E seria um golaço. Marcos Guilherme apostou na jogada individual pelo meio da defesa santista. O meia tabelou com Crysan, deu um drible da vaca em David Braz e, na cara de Vanderlei, bateu rasteiro. A bola tirou tinta da trave e saiu pela linha de fundo.

O lance levantou o torcedor na arquibancada, mas logo o Peixe equilibrou as ações e o jogo voltou a ficar truncado, com muita disputa no meio de campo e poucas jogadas de perigo. Mesmo assim, no fim da primeira etapa, o Alvinegro praiano teve a melhor chance para abrir o placar. E, de novo, apertando a saída de bola do adversário.

O lance aconteceu aos 39 minutos. Geuvânio roubou a bola de Alan Ruschel, entrou na área e cruzou rasteiro. A bola bateu no braço de Kadu, que tentou cortar o lance com um carrinho. Mesmo com o braço do zagueiro arrastando-se pelo gramado, o árbitro deu pênalti.

Na batida, Ricardo Oliveira repetiu a cobrança desperdiçada diante do Vasco, na quarta. Canto direito do goleiro, rasteiro. E mais uma vez o centroavante teve que lamentar, porque Werverton voou na bola e espalmou para escanteio, assim como fez Martín Silva, no meio de semana.

“Bati no mesmo canto, com confiança, acho que o goleiro tem seus méritos”, justificou o camisa 9 santista, antes de descer para os vestiários.

“Só queria me concentrar e pensar em ser mais frio que ele. A responsabilidade no pênalti é toda dele. Botei isso na minha cabeça e esperei o máximo que eu pude”, explicou Weverton.

Na segunda etapa, Milton Mendes já voltou com Walter na equipe. O centroavante, famoso por sua técnica apurada e pelos quilos a mais, colocou fogo no jogo e logo aos três minutos quase marcou. Depois de cruzamento de Eduardo, Walter foi mais esperto que David Braz e cabeceou com muito perigo, para fora.

A resposta santista veio três minutos depois e mais uma vez Ricardo Oliveira, artilheiro do Campeonato Brasileiro, foi protagonista de um lance incrível. Geuvânio passou no meio da defesa atleticana e, dentro da área, serviu o camisa 9, que bateu de primeira. Weverton fez grande defesa e, no rebote, com o goleiro caído no chão, Ricardo Oliveira ‘pregou’ a bola no travessão de forma inacreditável.

O jogo continuou muito intenso, assim como a primeira etapa, porém, com mais espaços e jogadas mais agudas. Preocupado em colocar o time de volta no G4, Milton Mendes colocou o time no ataque de vez com Douglas Coutinho no lugar de Crysan. Apesar de ser um atacante pelo outro, a movimentação atleticana melhorou e a defesa santista passou a ter mais dificuldades para segurar a pressão.

Dorival Jr, então, apostou em Marquinhos Gabriel para tentar preencher o meio de campo e segurar as subidas de Eduardo pelo lado esquerdo da defesa santista. Gabriel foi sacado. Cansado, Geuvânio também deu lugar a Neto Berola.

A partida ficou um verdadeiro ‘lá e cá’, com as duas equipes se contra-atacando seguidamente. E a torcida rubro-negra foi quem esteve mais perto de tirar o grito de gol da garganta. Walter abriu pela direita e cruzou. Douglas Coutinho dividiu com o goleiro Vanderlei e viu a bola quicar próximo da linha do gol, mas a zaga alvinegra afastou o perigo antes de ela entrar.

Aos 35, Vanderlei evitou o gol do Furacão, após cobrança de escanteio. Douglas Coutinho cabeceou com liberdade para o chão e o goleiro alvinegro espalmou. E assim o jogo caminhou até o apito final, com o time da casa fazendo muita pressão, mas sem efetividade. Alan Ruschel ainda acabou expulso por reclamação.

Ricardo Oliveira admite que ‘evitou’ a inédita vitória fora de casa

Artilheiro do Campeonato Paulista no título do Santos deste ano e atual goleador isolado do Campeonato Brasileiro, com dez gols, Ricardo Oliveira foi o grande vilão do Peixe pela segunda rodada seguida. Na quarta, o camisa 9 perdeu três chances claras de gol diante do Vasco. Em uma delas, Martín Silva chegou a defender pênalti do centroavante. Neste sábado, o experiente jogador mais uma vez falhou. Se Victor Ferraz ‘salvou’ Ricardo Oliveira contra os cariocas, marcando o gol da vitória santista, não houve quem ajudasse diante do Atlético-PR. Assim, o empate por 0 a 0 manteve o jejum de vitórias do Alvinegro Praiano como visitante no Brasileirão.

“Eu acho que nós fizemos de tudo. Nós trabalhamos e atacamos no segundo tempo. De fato, criamos situações para matar o jogo. Houve dois gols que normalmente a gente não perde”, analisou o próprio atleta, na saída de campo.

Os dois lances citados por Ricardo Oliveira aconteceram cada um em um tempo da partida. Na primeira etapa, o centroavante voltou a desperdiçar uma cobrança de pênalti. Assim como na quarta, Oliveira bateu no canto direito do goleiro, rasteiro. Mas Weverton repetiu Martín Silva e defendeu a cobrança.

Na etapa final, um lance inacreditável. Ricardo Oliveira recebeu cruzamento de Geuvânio e bateu de primeira. Weverton defendeu parcialmente e a bola se apresentou para o santista marcar no rebote, a três metros do gol. Mas o camisa 9 acabou acertando um forte chute no travessão, para delírio dos torcedores atleticanos, na Arena da Baixada.

“Perdi o pênalti de novo e outra embaixo do gol, que eu acertei a trave. Mas é futebol, faz parte. A gente sabe que isso muda”, concluiu Oliveira, sem mostrar abatimento.

O meia Lucas Lima, que depois de ter sido convocado pela Seleção Brasileira não fez uma grande partida e acabou substituído no segundo tempo, defendeu seu companheiro. “Foi um jogo equilibrado e tivemos chances. Perdemos dois gols que não costumamos perder, mas é pensar no próximo jogo”, disse, evitando culpar Ricardo Oliveira pelo empate. “Ele é o nosso artilheiro. Tem crédito”, encerrou.

“Sem obsessão”, Dorival já cobra vitória fora de casa após novo empate

A última vitória do Santos como visitante aconteceu há exatos quatro meses, em cima do Londrina, quando a equipe paranaense levou o duelo válido pela Copa do Brasil para São José dos Campos. Neste sábado, o Peixe encerrou o primeiro turno do Campeonato Brasileiro com um empate por 0 a 0 diante do Atlético-PR, em Curitiba. Agora, são seis derrotas e quatro empates longe de seus domínios na competição. O técnico Dorival Júnior admite que a situação já incomoda mais.

“Para nós, ainda foi um bom resultado, em razão do que vinha acontecendo, da maneira como a equipe está melhorando. Logicamente, estamos buscando uma vitória. Que ela aconteça o quanto antes. Não é uma obsessão, mas já passa a ter uma outra condição dentro da competição”, comentou o treinador, após o jogo.

Mesmo com o pênalti desperdiçado por Ricardo Oliveira, no primeiro tempo, contra o Furacão, o treinador santista evitou lamentar o resultado deste sábado.

“Foi um resultado normal, pela luta, pela intensidade, pela dedicação. Talvez, se uma equipe saísse vencedora, seria assim, em um lance de felicidade, porque as marcações prevaleceram. Os ataques tiveram poucos espaços e eu acredito que as oportunidades foram mais ou menos semelhantes, tanto de um lado quanto do outro”, analisou.

Questionado se a sequência ruim como visitante pode atrapalhar a equipe na sequência da temporada, Dorival Jr foi enfático.

“Eu não vejo isso. Estou no clube há sete jogos. Foram dois empates fora, uma derrota com o Palmeiras, que poderia ser também uma vitória. Eu vejo a atuação, muito mais a qualidade do trabalho e, a qualquer momento, se o time mantiver essa postura, ela vai acontecer naturalmente”, afirmou.

Dorival vai avaliar se Ricardo Oliveira seguirá como batedor de pênaltis

O segundo pênalti seguido perdido por Ricardo Oliveira pode tirar do camisa 9 o posto de batedor oficial do Santos. Neste sábado, Dorival Júnior tentou minimizar a questão, mas confessou que o caso será analisado pela comissão técnica.

“Acho que tudo isso nós vamos acertar ao longo desses dias que antecedem o jogo com o Corinthians”, revelou o treinador do Peixe.

Artilheiro do Campeonato Brasileiro, Ricardo Oliveira desperdiçou penalidades nas duas últimas rodadas. O centroavante bateu ambas no mesmo lugar e foi vencido pelos goleiros Martín Silva e Weverton, do Vasco e do Atlético-PR, respectivamente. Neste sábado, contra o Furacão, a falha teve mais peso em função do placar final do jogo por 0 a 0.

“O Ricardo é o batedor oficial e, enquanto ele se sentir confiante e bem, naturalmente ele vai fazer”, salientou Dorival Jr, tentando passar confiança para o jogador que já marcou dez gols no Brasileiro e acabou o Paulista também na ponta da artilharia.

E o tempo para refletir sobre o tema é curto, já que o Peixe encara o Corinthians nesta quarta, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Antes mesmo de deixar Curitiba, o técnico santista reforçou a ideia de não privilegiar nenhuma das competições em andamento.

“Nós vamos com o time que nós temos. Não vou priorizar nenhuma das competições. Nós vamos jogar a Copa do Brasil como jogamos o Brasileiro”, afirmou.

Atlético-PR 3 x 2 Santos

Data: 31/07/2011, domingo, 16h30
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Arena da Baixada, em Curitiba, PR.
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises (RJ) e Francisco Pereira de Souza (RJ)
Cartões amarelos: Ibson e Elano (S); Edilson e Rodriguinho (A).
Gols: Cléber Santana (04-1), Manoel (09-1), Neymar (12-1); Borges (17-2) e Marcinho (46-2).

ATLÉTICO-PR
Renan Rocha; Edilson (Wagner Diniz), Manoel, Fabrício e Paulinho; Deivid, Cleber Santana, Kleberson e Marcinho, Branquinho (Rodriguinho); Morro García (Edgar Jr).
Técnico: Renato Gaúcho

SANTOS
Rafael, Pará, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Ibson, Elano e Ganso; Neymar e Borges.
Técnico: Muricy Ramalho.



Com gol nos acréscimos, Atlético-PR vence Santos e deixa lanterna

Marcinho faz gol salvador aos 46 minutos do segundo tempo, e Atlético-PR vence por 3 a 2

O Atlético-PR venceu o Santos por 3 a 2 neste domingo, na Arena da Baixada, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. O gol da equipe paranaense, marcado por Marcinho de cabeça, aconteceu aos 46 minutos do segundo tempo, e tirou o Atlético da zona de rebaixamento. O time paranaense chegou aos oito pontos e deixou a “lanterna” para o América-MG.

Antes dos dez minutos de jogo, o Santos já perdia para o Atlético-PR por 2 a 0. No entanto, a dupla de ataque santista – Neymar e Borges – funcionou novamente e empatou a partida. É sexto gol da dupla em apenas dois jogos. Mas, os paranaenses marcaram nos acréscimos e conquistaram os três pontos.

A qualidade técnica da partida foi afetada pela condição do gramado, que estava encharcado por causa da chuva em Curitiba. Mesmo assim, Cléber Santana, do Atlético-PR, marcou um golaço em jogada individual. O volante driblou quatro marcadores e chutou no ângulo esquerdo do goleiro Rafael para abrir o marcador.

O meia Elano, perseguido pela torcida do Santos após perder o pênalti contra o Flamengo na última quarta-feira, utilizando a “cavadinha”, também não foi poupado pela torcida paranaense na Arena da Baixada. O jogador era vaiado sempre que tocava na bola, e não teve uma boa atuação novamente.

Após enfrentar o Atlético-PR, o Santos volta a campo na próxima quarta-feira, diante do Vasco, em São Januário, no Rio de Janeiro. Já a equipe paranaense joga contra o Atlético-GO na próxima quinta-feira, no estádio Serra Dourada, em Goiânia, partidas válidas pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O jogo

Mesmo com o gramado prejudicado pela chuva, Cléber Santana arriscou uma linda jogada individual, driblou quatro marcadores e chutou no anglo esquerdo do goleiro Rafael para abrir o marcador aos quatro minutos de jogo. Para piorar a situação do Santos no início da partida. O zagueiro Manoel subiu sozinho após cobrança de escanteio e marcou o segundo gol do Atlético-PR aos nove minutos.

No entanto, o Santos estava “morto” na partida. Aos 12 minutos, Neymar pegou a sobra na entrada da área, driblou o marcador e chutou colocado de perna esquerda para diminuir o placar.

A partida era bastante prejudicada pelo gramado encharcado. O Atlético-PR não conseguia mais sair jogando, e o Santos mantinha a bola no campo de ataque. Aos 28 minutos, Elano cobrou uma falta no ângulo, mas o goleiro Renan Rocha fez uma excelente defesa.

Na segunda etapa, o Atlético-PR se preocupou em apenas segurar a vitória parcial e apostar nos contra-ataques. No entanto, a equipe paranaense conseguiu encaixar o primeiro contra-ataque apenas aos 15 minutos. O lateral-esquerdo Paulinho recebeu na esquerda, invadiu a área e chutou para o gol, mas a bola bateu na rede do lado de fora.

Já o Santos empatou na primeira jogada de ataque na segunda etapa. Pará fez boa jogada pela direita e tocou para Borges dentro da área, o atacante girou rápido para cima do zagueiro e chutou forte de perna esquerda para empatar o jogo.

Três minutos depois, a equipe santista quase virou o placar. Ganso recebeu a bola dentro da área, chutou forte de esquerda, o goleiro Renan deu rebote e Neymar chutou a bola no travessão. Após o empate, as duas equipes deixaram a desejar na criação das jogadas, mas o Atlético conseguiu o gol da vitória aos 46 minutos do segundo tempo, com o gol de Marcinho de cabeça.

Atlético-PR 2 x 0 Santos

Data: 21/07/2010, quarta-feira, 21h50.
Competição: Campeonato Brasileiro – 10ª rodada
Local: Arena da Baixada, em Curitiba, PR.
Publico: 21.390 pagantes
Renda: R$ 386.130,00
Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva (RS).
Auxiliares: Julio Cesar Rodrigues Santos e Alexandre A. P. Kleiniche (ambos do RS)
Cartões amarelos: Bruno Costa, Wagner Diniz, Deivid, Alex Mineiro e Rhodolfo (CAP); Arouca (S).
Gols: Bruno Costa (01-1) e Bruno Mineiro (01-2).

ATLÉTICO-PR
Neto; Leandro, Rhodolfo e Bruno Costa; Wagner Diniz, Vitor, Deivid, Paulo Baier (Branquinho) e Paulinho; Alex Mineiro (Thiago Santos) e Bruno Mineiro (Mithyuê).
Técnico: Paulo César Carpegiani

SANTOS
Rafael; Maranhão (Danilo), Edu Dracena, Bruno Aguiar e Pará; Arouca, Wesley e Zezinho (Breitner); Neymar, Marcel (André) e Robinho.
Técnico: Dorival Júnior



Atlético-PR amplia crise do Santos pós-Copa com vitória por 2 a 0 na Arena

O Santos foi a Curitiba para evitar a pressão às vésperas da final da Copa do Brasil. No entanto, o Atlético-PR venceu o jogo na noite desta quarta-feira, por 2 a 0, na Arena da Baixada, e aumentou o drama santista. Bruno Costa e Bruno Mineiro, nos primeiros minutos de cada etapa, garantiram o triunfo atleticano.

Com a derrota, o Santos vive o pior momento na temporada. A equipe perdeu todos os 3 jogos que disputou no Brasileirão pós-Copa, e está na 11ª colocação, com 12 pontos. Já a equipe paranaense deixou a zona de rebaixamento ao pular para a 15ª posição, com 10 pontos.

As equipes voltam a campo no próximo domingo pela 11ª rodada da competição. O Santos atua na Vila Belmiro, diante do São Paulo, às 16h. Já o Atlético-PR encara o Goiás, no Serra Dourada, no mesmo horário.

O duelo considerado vital para o Santos, diante do Vitória, no primeiro confronto da final da Copa do Brasil, acontece na próxima quarta-feira, na Vila Belmiro.

Na noite desta quarta, sem contar com Paulo Henrique Ganso, suspenso, Dorival Júnior surpreendeu ao colocar Zezinho como titular. Outra novidade santista foi a entrada de Marcel no lugar de André, o vice-artilheiro santista na temporada, com 26 gols.

As mudanças não trouxeram o rendimento ofensivo esperado. No primeiro tempo foi o Atlético-PR que dominou o confronto e teve várias chances. A equipe visitante sofreu para se encontrar em campo.

Desde o início, o Furacão tomou conta do jogo. Logo aos 2 minutos, Bruno Costa aproveitou desvio da zaga santista na primeira trave, e escorou para o fundo do gol o escanteio cobrado por Paulo Baier.

O time mandante tinha espaço em campo e seguiu criando boas oportunidades. O goleiro santista, Rafael, evitou o segundo gol do adversário em duas belas defesas em chutes de Paulo Baier.

Com Robinho recuado, mas sem conseguir armar boas jogadas devido à forte marcação. O Santos ficou esperando momentos de brilhantismo de Neymar no primeiro tempo. O jovem atacante, no entanto, não teve sucesso nas jogadas individuais. O duelo foi para o intervalo com vitória parcial do rubro-negro por 1 a 0.

Na tentativa de modificar o panorama do jogo, Dorival fez duas mudanças radicais na equipe. Breitner entrou na vaga de Zezinho, e Danilo entrou improvisado na lateral-esquerda em substituição a Maranhão. A ala-direita foi ocupada por Pará.

O treinador só não contava com uma grave falha de Rafael que resultou no segundo gol atleticano logo aos 2 minutos. O goleiro rebateu uma cobrança de falta de Paulo Baier em cima do atacante Bruno Mineiro. Este driblou o camisa 1 santista e marcou o segundo gol.

No andamento da etapa, Dorival ainda trocou o posicionamento dos laterais, e Danilo passou a atuar com frequência no setor ofensivo. Foi de seus pés que nasceu a melhor chance santista no jogo, quando tocou a bola para Robinho, livre, na área. O atacante, no entanto, chutou em cima do goleiro Neto.

O Atlético-PR conduziu bem a partida em seu trecho final, e ainda ficou perto do terceiro gol, aos 30 minutos, em chute de Alex Mineiro na trave.

A última alteração de Dorival foi a entrada de André no lugar de Marcel. O ex-titular em nada contribuiu para o time. E o Santos deixou Curitiba com a terceira derrota seguida na competição.

Atlético-PR 1 x 1 Santos

Data: 28/10/2009, quarta-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 32ª rodada
Local: Arena da Baixada, em Curitiba, PR.
Público: 17.930 pagantes
Renda: R$ 359.130,00
Árbitro: Francisco de Assis Almeida Filho (CE).
Auxiliares: Erich Bandeira (Fifa/PE) e Thiago Gomes Brigido (CE).
Cartões amarelos: Valência e Ronaldo (A); Paulo Henrique, Kléber Pereira e Germano (S).
Cartão vermelho: Róbson (S)
Gols: Kléber Pereira (04-2) e Bruno Costa (08-2).

ATLÉTICO-PR
Galatto; Nei, Manoel, Ronaldo e Bruno Costa; Valencia, Rafael Miranda (Netinho), Paulo Baier e Marcinho; Wallyson (Rodrigo Tiuí) e Patrick (Alex Mineiro).
Técnico: Antônio Lopes

SANTOS
Felipe; Pará, Astorga, Adaílton e Triguinho; Germano, Rodrigo Souto, Felipe Azevedo (Róbson), Paulo Henrique e Jean (Mádson); Kléber Pereira (Rodrigo Mancha).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo



Atlético-PR e Santos empatam e seguem estagnados na tabela do Brasileiro

Atlético-PR e Santos seguem estagnados na tabela do Brasileirão. Jogando nesta quarta-feira, na Arena da Baixada, os dois times empataram por 1 a 1, pela 32ª rodada do Brasileirão e permaneceram se evoluir significativamente na classificação do campeonato.

O Santos, que jogou parte do segundo tempo com dez homens, saiu na frente, num pênalti cobrado por Kléber Pereira, mas o Atlético reagiu em seguida e empatou com Bruno Costa.

Com o resultado, o Furacão acumulou seu segundo jogo sem vitória e permaneceu na 14ª colocação, com 40 pontos, posição que não consegue ultrapassar há 11 rodadas. No próximo sábado, às 18h30, o time enfrenta do Avaí, na Ressacada.

Com o ponto somado, o Santos ultrapassou o Barueri e ganhou uma posição, temporariamente, chegando ao 12º lugar, com 42 pontos. Na próxima rodada, sábado, às 18h30, o Peixe volta a atuar fora de casa, diante do Flamengo, no Rio.

O jogo

O Atlético teve mais posse de bola, nos primeiros minutos do jogo, mas o Santos, com uma marcação forte no meio-de-campo, logo equilibrou e, explorando os erros defensivos do time da casa e criou as melhores chances na primeira etapa.

O time santista criou pelo menos três oportunidades de gols, duas delas, com os atacantes ficando cara a cara com o goleiro Gallato. Aos 14 minutos, Jean foi lançado por Rodrigo Souto, escolheu o canto e tocou para fora. Aos 19, foi a vez de Paulo Henrique perder. Ele recebeu um cruzamento na área e, de frente para o gol, cabeceou pela linha de fundo.

O Atlético quase marcou, numa bola parada, aos 23 minutos. Paulo Baier cobrou falta da direita, a bola quicou dentro da pequena área e quase enganou Felipe que, no susto, deu um tapa e salvou o Santos.

Na primeira boa movimentação do segundo tempo, o Santos abriu o placar. Aos 4 minutos, Paulo Henrique invadiu a área e foi atropelado por Valência. Pênalti, que Kléber Pereira cobrou no canto esquerdo e converteu. Ex-ídolo da torcida atleticana, o atacante não comemorou.

A vantagem santista, porém, durou pouco tempo. Aos 8 minutos, o Furacão empatou. Paulo Baier cobrou escanteio fechado e quase fez gol olímpico. Felipe conseguiu salvar, mas, no rebote, o lateral Bruno Costa tocou, para fazer seu primeiro gol no campeonato.

O Atlético melhorou após o gol e passou a pressionar. Acuado o Santos mostrou nervosismo. Aos 13 minutos, Róbson, que entrara no intervalo, acertou Rodrigo Tiuí e recebeu o cartão vermelho direto.

Apesar da vantagem numérica, o time rubro-negro não conseguiu chegar ao segundo gol, acumulando seu segundo jogo seguido sem derrota no campeonato.