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Independiente Medellín 2 x 3 Santos

Data: 18/06/2003, quarta-feira, 21h40.
Competição: Copa Toyota Libertadores – Semifinal – Jogo de volta
Local: Estádio Atanasio Girardot, em Medellín, Colômbia.
Público e renda: N/D
Árbitro: Gilberto Hidalgo (PER)
Cartões amarelos: Fábio Costa (S) e Jaramillo (DIM)
Gols: Moreno (14-1) e Alex (37-1); Fabiano (17-2), Molina (36-2) e Léo (42-2).

INDEPENDIENTE DE MEDELLÍN
González; Vásques (Álvarez), Baloy, Perea e Calle; Cortés, Restrepo, Jaramillo e Montoya (Serna); Molina e Moreno (Diego Álvarez).
Técnico: Víctor Luna

SANTOS
Fábio Costa; Reginaldo Araújo (Andre Luís), Pereira, Alex e Léo; Paulo Almeida, Renato, Elano (Fabiano)e Diego; Ricardo Oliveira e Robinho (Douglas).
Técnico: Emerson Leão



Santos tem 180 minutos para fazer a história voltar

Time vence em Medellín e tenta, após 40 anos de espera, o inédito tricampeonato da Libertadores

O Santos voltou a fazer história. A equipe bateu o Independiente Medellín, na Colômbia, por 3 a 2, e depois de 40 anos retorna à final de uma Taça Libertadores.

A última vez em que tinha chegado à decisão do torneio continental foi na era Pelé, em 1963, quando se sagrou bicampeão -já havia vencido a competição no ano anterior.

Se ganhar a final -contra Boca Juniors, da Argentina, ou América de Cali, da Colômbia-, voltará a ser o time brasileiro com mais títulos da Libertadores. Com duas conquistas, está empatado com São Paulo, Cruzeiro e Grêmio.

Com a vitória de ontem, mantém acesa a chance de ser campeão invicto -não perdeu nenhum dos 12 jogos que disputou.

Até hoje apenas seis vezes um time ganhou a Libertadores sem derrotas. Depois de 1988, quando começaram as quatro fases de mata-mata da competição, nenhum time foi campeão invicto.

Na partida de ontem, os novos Meninos da Vila, que no ano passado já conquistaram um inédito Brasileiro para o Santos, tiveram alguns problemas em campo.

Liberado pelo departamento médico momentos antes do início do jogo, Ricardo Oliveira começou como titular, mas não se saiu bem. Fabiano, que sete horas antes estava escalado para seu lugar, ficou na reserva.

Aos 23min, no entanto, quando o Santos perdia por 1 a 0, gol de Moreno, que encobriu Fábio Costa em falha da defesa santista, Elano se contundiu. Emerson Leão resolveu, então, substituí-lo por Fabiano, 25. E o genro de Wanderley Luxemburgo, que já defendeu São Paulo, Lusa e Internacional, tornou-se um dos nomes do jogo em Medellín.

Autor do segundo gol da equipe da Vila e do cruzamento que resultou no terceiro e decisivo gol, marcado por Léo, foi um dos responsáveis pela classificação do time à final da Libertadores.

“Ele é um pé-quente danado. Entrou para resolver a partida”, disse Léo logo depois do jogo, referindo-se ao novo herói santista.
Com Fabiano em campo, os brasileiros chegaram ao empate aos 37min, quando Alex, de peito, marcou e desestabilizou o rival.

A equipe colombiana ficou tensa em campo, e a torcida respondeu agressivamente na arquibancada. Passou a jogar pedras no gramado, o que fez o juiz interromper duas vezes a partida.

No segundo tempo, o confronto recomeçou movimentado. Ricardo Oliveira chutou uma bola no travessão, aos 5min, e dois minutos depois foi a vez de Molina fazer o mesmo, quase desempatando para os colombianos.

Mas, aos 17min, Fabiano fez uma jogada individual, entrou pela direita do ataque santista e chutou cruzado, anotando 2 a 1.

Com a vantagem do Santos, o nervosismo da equipe colombiana aumentou, e a torcida chegou a ensaiar algumas vaias.

Aos 35min, no entanto, voltou a ter esperanças. O atacante Molina chutou rasteiro, de longe, e Fábio Costa, herói na classificação contra o Nacional, do Uruguai, nas oitavas-de-final, falhou. Foi mal na bola e permitiu o empate.

No final, reclamou do estado do gramado. “Não falhei no segundo gol, a bola desviou no chão e me atrapalhou”, afirmou.

Com os 2 a 2, o Independiente foi com tudo para cima dos brasileiros, tentando o terceiro gol, que levaria a partida aos pênaltis -o Santos vencera o primeiro jogo, na Vila, por 1 a 0. Só que quem marcou foi o Santos. Fabiano avançou pela direita, cruzou para a área, a bola resvalou na defesa e sobrou para Léo, que precisou chutar duas vezes para marcar.

Classificado para a final, o Santos espera o adversário. Se pegar o Boca, repete a final de 1963. Batendo os argentinos, repete a do Mundial interclubes, contra o Milan, também 40 anos depois.

Coadjuvantes levam Santos à final da Libertadores após 40 anos

O Santos arrancou uma vitória de virada por 3 a 2 sobre o Independiente de Medellín, na Colômbia, e se classificou para voltar a disputar a decisão da Taça Libertadores depois de 40 anos. O rival só sairá nesta quinta-feira, entre Boca Juniors e América de Cali. Caso o time argentino avance, também se repetirá o adversário da final de 1963.

O atacante Ricardo Oliveira, que vem de uma contusão, só foi definido na última hora para a segunda partida das semifinais, mas os gols santistas foram de três coadjuvantes: o zagueiro Alex, o lateral Léo e o meia Fabiano, que seria o substituto do artilheiro. Robinho, o outro titular do ataque, deixou o campo lesionado.

O jogo começou disputado, mas sem objetividade. O primeiro chute a gol só veio aos 9 min, com Montoya, que, de longe, mandou para fora. Na seqüência, Reginaldo Araújo entrou livre na área e, com Ricardo Oliveira sozinho ao seu lado, chutou por cima.

Depois da chance desperdiçada pelo Santos, o Independiente partiu em contra-ataque rápido e abriu o placar aos 14min, com Moreno, que tocou por cima de Fábio Costa, na saída do goleiro.

A situação ficou mais complicada para o Santos com a saída de Elano, que teve de ceder o lugar a Fabiano depois de se contundir ao sofrer uma falta violenta.

Apesar da necessidade de empatar, o time brasileiro não conseguia criar chances e continuava a sofrer com as investidas do adversário, que ameaçava mais.

Só aos 36min, depois de uma cobrança de falta de Alex, a bola sobrou na área para Fabiano, que chutou prensado por cima. Em seguida, ao 37min, o Santos empatou em um lance involuntário de Alex, que viu a bola bater em seu peito e entrar, após cruzamento de Diego da direita.

No segundo tempo, o Independiente já ameaçou logo no início, em cobrança de Montoya que só foi defendida por Fábio Costa em dois tempos. O Santos deu a resposta rapidamente. Robinho fez boa jogada pela esquerda e cruzou para Ricardo Oliveira, que chutou no travessão. O rival não deixou por menos e também colocou uma bola na trave superior, em cobrança de falta de Molina.

Com a obrigação de marcar mais um gol para não ser eliminado, o Independiente manteve a pressão, mas também continuou a ser ameaçado pelo Santos. Aos 17min, Reginaldo Araújo tabelou com Fabiano, que entrou na área e chutou cruzado para fazer 2 a 1.

Quando era a equipe brasileira que levava mais perigo, o Independiente conseguiu o empate, aos 36min, em um chute de longe de Molina. Sob muita pressão do rival a partir daí, o Santos ainda fez o terceiro gol aos 42min, com Léo, após duas tentativas de frente para o goleiro González.

Diego e Robinho dão espaço para os mais velhos

No jogo que marcou a passagem do Santos para a final da Libertadores, as figuras mais destacadas não foram os mais badalados Meninos da Vila, fato que já está marcando a campanha santista no torneio.

Robinho, 19, que saiu aplaudido de campo em sua primeira passagem pela Colômbia (5 a 1 no América de Cali), teve atuação discreta e acabou substituído após uma entrada mais dura no segundo tempo.

Diego, 18, o principal condutor da equipe, esteve bem marcado na primeira etapa e ameaçou o rival praticamente só nas jogadas de bolas paradas (cobranças de faltas e escanteios).

O meia Fabiano, 25, que vem atuando como atacante no time, mais uma vez brilhou -esteve na confusão na área que gerou o primeiro gol, de Alex, 20, e fez o segundo. O jogador começou na reserva devido ao aproveitamento de Ricardo Oliveira, 23, mas teve participação decisiva.

O lateral-esquerdo Léo, 27, também apareceu bem no time santista ontem. Conseguiu o gol da classificação, em momento crucial da partida.

Ricardo Oliveira tem roubado a cena nesta Libertadores. Com nove gols e recuperado para a final, tem tudo para inscrever seu nome na lista dos goleadores da competição.

No jogo de ida contra o Independiente, o reserva Nenê, 21, foi o salvador. O goleiro Fábio Costa, 25, que ontem falhou no segundo gol do rival, foi o herói santista nas oitavas-de-final, quando defendeu três pênaltis.

O técnico Leão já chegou a destacar após jogo no México que Robinho, comparado a Pelé em quase todos os países que visita, estava caindo de rendimento. Diego fez um gol importante contra o Cruz Azul fora de casa, mas também não tem conseguido repetir as atuações brilhantes do Brasileiro.

Em grandes momentos da história do Santos, os grandes protagonistas deram espaço para coadjuvantes. Na final do Mundial contra o Milan, em 63, por exemplo, Pelé não atuou nos dois jogos no Brasil -no primeiro, Pepe salvou; no segundo, Dalmo fez o único gol.

Leão já fala em decidir na Vila Belmiro

Emerson Leão iniciou a sua campanha para fazer a final da Libertadores na Vila Belmiro. Pela tabela da competição, os santistas são mandantes no segundo jogo.

“Nossa casa é a Vila, temos que começar a falar isso desde já. Nosso estádio tem condições de receber a final”, afirmou o técnico.

Pelo regulamento, a decisão tem que ser em estádios com capacidade mínima de 40 mil pessoas. A Vila pode receber 20 mil. Nas semifinais, porém, em que eram exigidos estádios para 25 mil torcedores, o clube foi autorizado pela Conmebol a atuar em casa.

Os jogadores querem voltar logo ao Brasil para reencontrar a torcida. Mas o clube pode ficar na Colômbia até quarta, dia da primeira final, caso o América de Cali se classifique hoje contra o Boca. Se o time argentino for o finalista, o Santos retorna amanhã.



Invicto, Santos tenta final e recordes na Libertadores (Em 18/06/2003)

Em Medellín, empate leva time de volta à decisão após 40 anos e reforça a marca de imbatível

O Santos pode, sim, ser campeão da Taça Libertadores da América pela terceira vez. Mas, mais que isso, o time pode ganhar o título de maneira épica.

Invicto há 11 jogos no mais importante interclubes do continente, a equipe joga por um empate hoje na Colômbia contra o Independiente Medellín para voltar à final do torneio após 40 anos.

Apenas seis vezes um time ganhou a Libertadores sem ser derrotado. Tal feito só foi obtido antes de 1988, quando teve início as quatro fases de mata-mata que perduram até os dias atuais.

Se o Santos for campeão neste ano -chegando à final, vai decidir em casa-, irá fazer 14 jogos, o dobro de partidas que Peñarol (URU) e Independiente (ARG) fizeram nas campanhas invictas de 1960 e 1964, respectivamente.

O único clube brasileiro que venceu a Libertadores sem ser batido foi o próprio Santos, em 1963. Porém naquele ano a equipe de Pelé fez só quatro partidas.

Desde 1978, quando o Boca Juniors ganhou a taça com quatro vitórias e dois empates, um time não sente o gosto de ser campeão continental sem nenhum revés.

A partir dos anos 90, a Libertadores passou a ser o objeto maior do desejo dos clubes nacionais, que chegaram até com frequência ao título, mas conquistaram a taça sempre com derrotas.

O Cruzeiro foi campeão em 1997 apesar de seis tropeços, três nos três primeiros jogos do time. O Palmeiras ganhou em 1999 com cinco derrotas. O São Paulo também foi batido cinco vezes no seu bicampeonato (1992 e 1993).

A campanha santista deste ano mostra seis vitórias e cinco empates. Com 26 gols marcados, o time do técnico Leão, que já atuou na Colômbia, no Equador, no Paraguai, no Uruguai e no México, tem o melhor ataque do torneio.

Para coroar ainda mais a campanha, Ricardo Oliveira é o artilheiro do torneio. Ele viajou à Colômbia, mas não deve jogar.

“Não queremos pressa. Ele só volta se realmente estiver bem para jogar”, disse o técnico Leão.

Fabiano deve seguir no ataque.

Depois de bater o Independiente Medellín na Vila Belmiro por 1 a 0, a ordem é simplesmente não perder na Colômbia. O Santos pode até avançar à decisão perdendo por um gol de diferença, mas teria que vencer nos pênaltis.

“Eles vão usar todos os artifícios para reverter a nossa vantagem, inclusive nos provocando. Saberemos lidar com isso”, disse Léo.

Os jogadores acham que basta acertar a pontaria, o que não aconteceu no primeiro jogo, para ganhar a vaga. “Teremos que explorar os espaços deixados por eles. Não podemos desperdiçar tantas chances”, disse Elano.

A volta do Santos ao cenário internacional em grande estilo, possibilitada pela conquista do Brasileiro no ano passado, pode culminar com uma final contra o Boca Juniors na América do Sul e uma decisão com o Milan no Mundial interclubes, o que repetiria épicos confrontos de 40 anos atrás.

Nenhum clube brasileiro até hoje conseguiu ser três vezes campeão continental nem três vezes campeão mundial. O Santos, o São Paulo, o Cruzeiro e o Grêmio têm duas Libertadores cada um.

E o adversário santista de hoje é o único semifinalista que nunca fez uma final sequer do torneio.

Campeão ou até mesmo vice invicto, o Santos estabeleceria com 14 jogos a maior série sem derrotas de um time brasileiro na Libertadores. E poderia quebrar na primeira fase da edição do ano que vem a maior invencibilidade de todos os tempos (entre 1962 e 1969, o Sporting Cristal fez 17 partidas no torneio e não perdeu).

É muita história em jogo hoje.

Clube mantém força política e posterga partida

O Santos comprovou mais uma vez estar com grande força política. O clube conseguiu adiar a partida que faria no final de semana pelo Brasileiro.

Confiante na classificação para a final da Libertadores, talvez contra o América de Cali, a diretoria santista cogita passar uma semana na Colômbia.

Isso mesmo correndo o risco de não estar na decisão e de o primeiro jogo da final ser em Buenos Aires, pois o Boca Juniors já fez 2 a 0 no América.

Independentemente do resultado de hoje, o Santos só voltaria ao Brasil no sábado, véspera do jogo com o Atlético-PR. A diretoria então solicitou à CBF o adiamento do jogo no Paraná, alegando que é preciso dar prioridade à Libertadores.

Marcelo Teixeira, presidente do Santos, é um dos dirigentes mais afinados com a CBF -foi um dos que apoiaram movimento para parar o Brasileiro.
Na Libertadores, o Santos também está bem respaldado politicamente. Teixeira se aproximou de Nicolás Leoz, presidente da Conmebol -o paraguaio foi condecorado como “peixeiro emérito” e ganhou homenagens da prefeitura e de universidade de Santos.

O técnico e os dirigentes do Independiente já falaram de suposto favorecimento ao Santos -usou a Vila Belmiro nas semifinais mesmo sem que ela comporte 30 mil pessoas.

“Se o Santos jogasse contra um time argentino, isso não iria ocorrer” disse Víctor Luna, técnico do Independiente.

Javier Velázquez, presidente do time, reclamou do tratamento que a delegação de seu time recebeu no Brasil, mas disse que o Santos seria bem tratado no jogo de volta.

O técnico santista, Leão, afirmou estar preparado para tudo. “Depois de muitos anos, estamos perto de uma final da Libertadores. Temos que conquistar a vaga de qualquer maneira”, disse o treinador.


Atlético Nacional 3 x 1 Santos – 6 x 7 pênaltis

Data: 23/10/1996, quarta-feira, 23h30.
Competição: Supercopa dos Campeões da Libertadores – Quartas de final – Jogo de volta
Local: Estádio Atanásio Girardot, em Medelín, Colômbia.
Público: 33.730 pagantes
Cartão vermelho: Trelez (AN).
Gols: Gavíria (38-1); Trelez (09-2), Camanducaia (19-2) e Serna (21-2, de pênalti).
Pênaltis: Santos: Jamelli, Sandro, Marcos Assunção, Ânderson Lima, Edinho, Piá e Camanducaia converteram; Carlinhos perdeu.
Atlético Nacional: Serna, Aléxis Garcia, Perea, Mosquera, Morantes e Angel converteram; Ospina e Tuberquia perderam.

ATLÉTICO NACIONAL (COL)
Tuberquia; Ospina, Perea, Forunda e Mosquera; Serna, Gavíria, Pedro Alvares e Morantes (Aléxis Garcia); Angel e Trellez.
Técnico: Juan Lopes

SANTOS
Edinho; Ânderson Lima, Ronaldo Marconato (Camanducaia), Sandro, Jean e Marcos Adriano; Marcos Assunção, Carlinhos e Vágner (Piá); Jamelli e Alessandro.
Técnico: José Teixeira



Treinador santista depende de vitória (Em 23/10/1996)

A esperança de classificação para a semifinal da Supercopa é a única maneira de o Santos amenizar a crise no clube, motivada pela fraca campanha no Brasileiro-96. O time joga hoje às 23h30 (horário de Brasília) contra o Nacional, em Medellin (Colômbia). No primeiro jogo, o Santos venceu por 2 a 0 e estará classificado se perder por até 1 a 0.

A eventual eliminação complica a situação do técnico José Teixeira, que poderá deixar o clube. Se passar para a semifinal, o time enfrentará Vélez Sarsfield (Argentina) ou Olimpia (Paraguai).

O Santos não terá a zaga titular. Narciso nem viajou, e Sandro faz um teste para saber se poderá entrar em campo. O goleiro Sérgio, com torção no tornozelo, não joga.

O meio-campo deverá ter a volta de Piá, que não atuou na derrota por 2 a 1 para o Flamengo, pelo Campeonato Brasileiro.

A estratégia de Teixeira é reforçar a marcação no meio-campo para atuar nos contra-ataques, aproveitando a necessidade de vitória do time colombiano.

O atacante Edgar Baez viaja hoje para o Paraguai, a fim de regularizar sua situação no Brasil. No retorno, Baez entrará no país não mais como turista, mas com o visto de trabalho.

A previsão da diretoria é a de que o jogador jogue já no próximo domingo, contra o Corinthians.