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Santos 3 x 1 Atlético-MG

Data: 09/06/2019, domingo, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 8ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 5.794 pagantes
Renda: R$ 199.730,00
Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (PA).
Assistentes: Eduardo Goncalves da Cruz (MS) e (PA).
VAR: Rafael Traci (SC)
Cartões amarelos: Jorge Sampaoli e Lucas Veríssimo (S); Fábio Santos e José Welison (A).
Gols: Eduardo Sasha (38-1), Jean Mota (49-1, de pênalti); Alerrandro (25-2) e Carlos Sánchez (36-2).

SANTOS
Everson; Victor Ferraz, Aguilar, Lucas Veríssimo e Jorge; Diego Pituca, Jean Lucas e Jean Mota (Felipe Jonatan); Marinho (Carlos Sánchez), Soteldo e Eduardo Sasha (Uribe).
Técnico: Jorge Sampaoli

ATLÉTICO-MG
Victor; Patric, Réver, Igor Rabello e Fábio Santos; José Welison (Nathan), Elias, Cazares e Luan; Chará (Geuvânio) e Ricardo Oliveira (Alerrandro).
Técnico: Rodrigo Santana



Após protesto, Santos bate Atlético e assume vice-liderança do Brasileiro

A torcida cobrou, e o time atendeu. Após protesto na Vila Belmiro e a exigência pelo título do Campeonato Brasileiro, o Santos tratou de dominar e vencer o Atlético-MG por 3 a 1, na noite deste domingo, em duelo válido pela oitava rodada da competição nacional. Eduardo Sasha, Jean Mota e Carlos Sánchez marcaram para o Peixe, enquanto Alerrandro descontou para o Galo.

Com a vitória, além de dar o troco ao Atlético pela eliminação na Copa do Brasil, o Santos assume a vice-liderança do Brasileirão, com 17 pontos, dois a menos que o Palmeiras – que ainda tem o triunfo sobre o Botafogo em julgamento. O clube mineiro, por sua vez, cai para o terceiro lugar, com 15 pontos.

O jogo

O primeiro tempo foi de um time só. Empurrado e cobrado por sua torcida, o Santos começou ligado desde o primeiro minuto, quando Jorge cruzou na área para Jean Lucas bater forte e exigir boa defesa de Victor. No rebote, Soteldo mandou para fora.

O time de Sampaoli não deixava o rival jogar. Após boa triangulação entre Marinho, Sasha e Victor Ferraz, o mais novo reforço soltou a bomba de longe e acertou o poste de Victor. Aos 17, Jean Mota bateu falta e quase encobriu o goleiro atleticano, que se recuperou a tempo de mandar para escanteio.

Justamente quando havia diminuído seu ritmo, o Peixe abriu o placar. Aos 38, Jean Mota cobrou falta na área do Galo, e Sasha, de costas para o gol, desviou de cabeça. A bola foi no canto direito de Victor, que não alcançou. Havia tempo para mais um antes do intervalo. Aos 49, Jean Mota converteu pênalti flagrado pelo VAR, após Fábio Santos tocar a bola com o braço dentro da área.

Após não finalizar nem uma vez sequer no gol de Everson na primeira etapa, o Atlético enfim levou perigo o Peixe. Aos cinco minutos do segundo tempo, Luan avançou pela esquerda e cruzou rasteiro para Patric, que viu Soteldo fazer o corte. O Santos respondeu de imediato: Sasha recebeu do venezuelano e ficou frente a frente com Victor, mas mandou para fora.

Aos 13, Éverton operou um milagre para evitar a lei do ex: após cruzamento da esquerda, Ricardo Oliveira subiu livre na área do Santos e testou firme para ótima defesa do arqueiro. O Santos quase ampliou aos 24 minutos, quando Jean Lucas tocou de cavadinha para Jean Mota invadir a área, tirar de Victor e chutar na trave.

Como quem não faz toma, o Atlético tratou de diminuir o seu prejuízo. No lance seguinte ao gol perdido por Jean Mota, Alerrandro entrou nas costas de Lucas Veríssimo e bateu cruzado, sem chances para Everson. Mas, quando o Galo mais pressionava em busca do empate, Carlos Sánchez marcou um golaço em cobrança de falta frontal, dando números finais à partida e amenizando a bronca da torcida.

Ferraz celebra vitória após eliminação e avisa: “A casa do Santos é a Vila”

O Santos conseguiu uma breve recuperação da eliminação da Copa do Brasil na noite deste domingo, pelo Campeonato Brasileiro, na Vila Belmiro. Diante do mesmo Atlético-MG, que três dias antes ganhara a partida no Pacaembu, o Peixe, do lateral direito Victor Ferraz, conseguiu uma vitória por 3 a 1. O triunfo foi motivo de celebração e exaltação do local do jogo, uma das mudanças com relação ao meio da semana.

“Acho que somos os vice-líderes momentâneos, temos mais uma partida em casa para seguir. Muitas das vezes as coisas que eu falo viram um “mimimi” muito grande. Essa é uma opinião minha. Mas eu adoro jogar na Vila, a casa do Santos é a Vila Belmiro”, comentou o defensor.

O tema rendeu certa polêmica após mais uma eliminação do Peixe jogando na capital paulista, dessa vez no mata-mata nacional. Antes de sucumbir diante do Galo, o Santos já havia sido eliminado pelo River-URU, na primeira fase da Copa Sul-Americana, e pelo rival Corinthians, na semifinal do Campeonato Paulista.

O técnico Jorge Sampaoli foi um defensor de jogar mais em Santos, enquanto o presidente José Carlos Peres defendeu a medida de mais jogos no Pacaembu. “A gente conseguiu recuperar rápido, nós somos profissionais e nós temos que nos acostumar tanto com críticas quanto com elogio. Merecemos as críticas porque fomos eliminados mais uma vez não dentro da nossa casa, mas dentro do nosso domínio”, observou Ferraz, antes de sentenciar.

“Gosto de jogar no Pacaembu, a nossa torcida vai em massa lá. Mas a casa do Santos é a Vila”, concluiu o atleta, um dos grandes líderes do elenco santista.

Com a vitória, além de dar o troco ao Atlético pela eliminação na Copa do Brasil, o Santos assume a vice-liderança do Brasileirão, com 17 pontos, dois a menos que o Palmeiras – que ainda tem o triunfo sobre o Botafogo em julgamento.

“Vai ser difícil de alcançar o Palmeiras”, diz Sampaoli, do Santos

Mesmo com a boa vitória por 3 a 1 sobre o Atlético-MG, o técnico Jorge Sampaoli admitiu que será muito difícil para o Santos alcançar o Palmeiras na liderança do Campeonato Brasileiro.

Com o resultado da noite deste domingo, conquistado na Vila Belmiro, o Santos assumiu o segundo lugar do Brasileirão, com 17 pontos, dois a menos que o rival alviverde – que ainda tem os três pontos da vitória sobre o Botafogo em julgamento.

“Muito difícil. Não é impossível porque há ainda muito tempo. Cruzeiro e Grêmio não estão em bom momento, mas vão se recuperar. Palmeiras vem em um bom ritmo e vai ser muito difícil de alcançar”, avaliou o argentino, em entrevista coletiva.

“Estamos muito atrás. Lamento dizer que não vejo facilidade. Aguentar um torneio tão longo e exigente tem que ter um plantel convencido da ideia”, concluiu.

Sampaoli critica protesto da torcida do Santos: “Parece injusto”

Apesar da vitória por 3 a 1 sobre o Atlético-MG, o técnico do Santos, Jorge Sampaoli, foi de semblante fechado para a entrevista coletiva após o duelo deste domingo, na Vila Belmiro. O que fez o treinador sair do sério foi comentar os protestos realizados pela torcida do Peixe antes, durante e após o confronto válido pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro.

“Eu vim aqui ao futebol brasileiro para tentar mostrar minha forma de jogar. Não se pode jogar com pressão ou trocar a realidade estabelecida. Temos uma equipe extremamente jovem. Se as pessoas não têm paciência, que se termine”, esbravejou o argentino.

Após o apito final, a Torcida Jovem exigiu a vitória no clássico contra o Corinthians: “Se quarta-feira não ganhar, olê olê olá, o pau vai quebrar”. O tom da cobrança não agradou Sampaoli, ciente das críticas que a equipe sofreu após a eliminação para o Galo na Copa do Brasil.

“Não sei como ganhar de qualquer jeito. Só sei ganhar jogando, como foi hoje. No Pacaembu, nós quisemos passar de qualquer jeito. Lamentavelmente a necessidade e a ansiedade atentam contra o jogo. Simples”, disse.

“Se vamos tentar ganhar de qualquer jeito, viremos com revólveres e mataremos os rivais. Santos vai jogar com a mesma dignidade que jogou no Pacaembu, hoje. Tentando jogar com a bola, sem pressão, e com esse caminho vamos. Se a proposta se instala dessa forma (de pressão), não tem sentido eu estar aqui”, acrescentou.

Além de jogar pressão sobre os jogadores, a torcida também fez cobranças à diretoria, especialmente ao presidente José Carlos Peres. Na entrevista, Sampaoli disse não concordar com os protestos, que exigiram a conquista do Brasileirão, e citou a influência política por trás deles.

“O protesto pela falta de empenho dos jogadores me parece injusto. Totalmente. Eles jogam o que podem. O que mais gera entusiasmo nas pessoas é a polêmica. E por esse caminho vamos. Há muita mescla da política no futebol através de grupos políticos dentro de cada clube. Assim fica difícil instalar uma ideia”, lamentou.

Ferraz entende protestos no Santos e aposta em pausa por evolução

Um dos líderes do elenco do Santos, Victor Ferraz disse entender os protestos realizados pela torcida antes, durante e após a vitória por 3 a 1 sobre o Atlético-MG, no último domingo, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro.

A torcida, além de criticar a gestão do presidente José Carlos Peres, tratou o título brasileiro como obrigação para o time que foi eliminado das outras competições na temporada – Copa Sul-Americana, Campeonato Paulista e Copa do Brasil.

“Jogamos numa equipe gigante, e quando somos eliminados temos que ser criticados mesmo. Quem não quiser isso, tem que procurar outro clube. Fico muito feliz de jogar com essa camisa, voltar a vencer e ser vice-líder”, afirmou o lateral direito, na saída de campo.

Como disse Ferraz, o Santos assumiu a segunda colocação do Brasileiro após o triunfo sobre o Galo. Agora, o time de Jorge Sampaoli soma 17 pontos, dois a menos que o Palmeiras – que ainda tem a vitória sobre o Botafogo em julgamento.

“Sobre buscar o Palmeiras, temos que fazer nossa parte. Estamos fazendo um grande campeonato. Eles que estão num nível anormal”, explicou o jogador, que vê a pausa para a Copa América como oportunidade de o time se entrosar mais.

“O Santos tem que chegar nas finais de todas as competições, mas temos uma nova filosofia, novos jogadores. No último jogo [derrota para o Atlético na Copa do Brasil], jogamos com Marinho e Uribe, que são caras que mal conheço”, disse.

“Não sei se o Uribe gosta de uma bola em profundidade, se o Marinho bate de perna direita… E jogamos uma decisão dessa forma. Vamos ter a parada da Copa América para conhecer os novos jogadores, para eles conhecerem o estilo do Sampaoli e brigarmos pelo título do Brasileiro”, concluiu.


Santos 1 x 2 Atlético-MG

Data: 06/06/2019, quinta-feira, 20h00.
Competição: Copa do Brasil – Oitavas de final – Jogo de volta
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 16.857 torcedores
Renda: R$ 828.709,00
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo
Assistentes: Luiz Claudio Regazone e Michael Correia (ambos do RJ).
VAR: Rodrigo Nunes de Sá (RJ).
Cartões amarelos: Lucas Veríssimo, Jean Lucas e Soteldo (S); José Welison, Adilson e Fábio Santos (A).
Gols: Gustavo Henrique (05-1) e Chará (36-1); Chará (39-2).

SANTOS
Everson, Lucas Veríssimo, Felipe Aguilar (Jean Mota), Gustavo Henrique e Jorge; Jean Lucas; Victor Ferraz, Carlos Sánchez (Soteldo), Diego Pituca e Marinho; Uribe (Eduardo Sasha).
Técnico: Jorge Sampaoli

ATLÉTICO-MG
Victor, Patric, Rever, Igor Rabello, Fábio Santos; José Welison (Adilson), Elias, Cazares e Luan (Geuvânio); Chará e Ricardo Oliveira (Alerrando).
Técnico: Rodrigo Santana



Atlético-MG vira, avança na Copa do Brasil e Santos é eliminado pela 3ª vez no Pacaembu em 2019

O Atlético-MG venceu de virada o Santos por 2 a 1 na noite desta quinta-feira, no Pacaembu, e avançou para as quartas de final da Copa do Brasil. Os gols foram marcados por Chará, duas vezes. O do Peixe foi de Gustavo Henrique.

Essa foi a terceira eliminação do Santos no Pacaembu em 2019. Antes, o Peixe caiu para River Plate na Sul-Americana e Corinthians no Campeonato Paulista.

As equipes voltam a se enfrentar no domingo, dessa vez pelo Campeonato Brasileiro, na Vila Belmiro, às 19h (de Brasília). O jogo é válido pela oitava rodada.

O jogo

O começo de jogo do Santos foi eletrizante. Com Marinho “on fire”, o Peixe pressionou o Atlético-MG e abriu o placar logo aos cinco minutos. Marinho cobrou escanteio com perfeição, na cabeça de Gustavo Henrique. O goleiro Vitor nem saiu do lugar.

O Alvinegro seguiu em cima e teve chance de ampliar com Diego Pituca, Jorge, Marinho e Sánchez, mas não o fez. E o Galo equilibrou o jogo.

Com Cazares cheio de espaço, o Atlético ensaiava o gol. Os lançamentos paravam em cortes providenciais da defesa santista. Até que Gustavo Henrique cochilou, Chará escapou e aproveitou saída equivocada de Everson para marcar.

Cada time ficou com uma “metade” da etapa inicial. O Atlético-MG foi para o vestiário com o empate e mais perto da virada do que do desempate do Santos.

Aos dois minutos, o árbitro fez a torcida comemorar ao expulsar José Welison por deixar o braço em Marinho. A decisão, porém, foi alterada depois da consulta no VAR e a cor do cartão mudou para amarelo.

A alteração de Jorge Sampaoli, tirar Aguilar para colocar Jean Mota, tornou o jogo ainda mais aberto. Aos 15, Cazares recebeu na área e buscou o ângulo – a bola passou com perigo. No minuto seguinte, Marinho e Jean Lucas levaram perigo em chutes da intermediária.

Quando o placar marcava 20 minutos jogados, Ricardo Oliveira recebeu um bolão de Cazares e bateu forte, mas no meio do gol, e Everson espalmou com segurança. E aos 25, mais uma chance atleticana: Luan bateu da entrada da área, Everson rebateu para frente e Chará se atrapalhou no rebote, quase na pequena área.

Aos 37, começou um momento decisivo do jogo. Lucas Veríssimo cabeceou muito perto do gol depois de cruzamento de Soteldo. Na sequência, Marinho recebeu na entrada da área, não viu Victor Ferraz sozinho e chutou no meio. E veio o castigo.

Jean Mota tentou chute improvável da intermediária, a bola bateu na defesa e o Galo puxou o contra-ataque. De Geuvânio, para Cazares, para Chará. De novo. Linha de passe na exposta defesa do Peixe no Pacaembu.

Todo aberto, o Santos buscou a reação, mas foi o Atlético-MG quem quase fez o terceiro, com Geuvânio. Everson salvou. No fim das contas, Galo nas quartas de final e a terceira eliminação do Peixe no Pacaembu em 2019.

Sampaoli evita desculpas, mas contesta diretoria do Santos por preço alto e decisão no Pacaembu

O técnico do Santos, Jorge Sampaoli, evitou dar desculpas para a eliminação nas oitavas de final da Copa do Brasil diante do Atlético-MG, mas não poupou críticas à diretoria.

O Peixe não conseguiu transferir o mando de campo para a Vila Belmiro e colocou preço alto no Pacaembu, com arquibancadas a R$ 90. O resultado foi público total de 16.857.

“Jogamos domingo passado contra 60 mil pessoas do Ceará. Hoje estádio não estava de acordo para uma decisão. Dirigentes colocaram esse preço, a gente não é ouvido. Minha predileção pela Vila eu sempre disse, mas não creio que seja uma forma de esconder análise desportiva ou eliminação, mas sim tentar analisar o motivo do público do Santos não ir aos estádios”, disse Sampaoli, em entrevista coletiva.

Sobre o jogo, o treinador santista viu injustiça em mais uma eliminação. Antes, o Peixe caiu para River Plate-URU na Sul-Americana e Corinthians no Campeonato Paulista.

“Santos foi quem propôs mais, principalmente no segundo tempo. Tivemos muitos ataques, chutes e possibilidades não concretizados. Perdemos injustamente no contra-ataque, futebol é assim. A chave é o nervosismo para definir. Tiveram dois contra-ataques no segundo tempo depois de falhas na direito e depois na esquerda. Temos que ter tranquilidade quando gol vem, sem perder a forma. E isso ocorreu em outros jogos. A vontade tem que ser com fúria, mas com organização”, analisou.

Questionado sobre a ausência de Rodrygo, Sampaoli contemporizou. A CBF não desconvocou o atacante da seleção olímpica e o impediu de atuar.

“A federação tomou medida que correspondia. Se não pode jogar, não pode jogar. Não entendo, não posso criticar uma decisão pré-estabelecida”, concluiu.

Victor Ferraz vê falta de “capricho” e “competência” do Santos em eliminação

Capitão do Santos, Victor Ferraz viu falta de “capricho” e “competência” na derrota por 2 a 1 para o Atlético-MG nesta quinta-feira, no Pacaembu, com a eliminação nas oitavas de final da Copa do Brasil.

Essa foi a terceira queda do Peixe no Pacaembu em 2019. Antes, o Alvinegro foi derrotado para o River Plate-URU na Sul-Americana e Corinthians no Campeonato Paulista.

“Acho que a gente voltou melhor (para o segundo tempo), conseguimos pressionar. A gente sabia que eles iam jogar buscando o contra-ataque. Acho que faltou capricho na frente, faltou acertar na tomada de decisão”, disse Victor Ferraz, ao Premiere.

“Não fomos competentes, deixamos a desejar e deixamos escapar uma classificação importante. É levantar a cabeça, domingo tem de novo”, completou o lateral-direito.

Presidente do Santos dispara contra CBF: “Conseguiu o que queria, fomos desclassificados”

O presidente do Santos, José Carlos Peres, disparou contra a CBF na noite desta quinta-feira, depois da eliminação para o Atlético-MG nas oitavas de final da Copa do Brasil.

Peres disse que a confederação conseguiu o que queria por dois motivos: não permitir a decisão na Vila Belmiro e não desconvocar Rodrygo da seleção olímpica para o Torneio de Toulon, já em andamento na França.

“CBF conseguiu o que queria. Fomos desclassificados. Nos roubaram o direito de jogar na Vila Belmiro. CBF jogou para frente e não respondeu. Nosso ofício está lá. E de quebra convocaram o Rodrygo. Terceira vez que levam para o sub-23. CBF conseguiu aquilo que esperava, nos desclassificar”, disse Peres.

“CBF tem que explicar o motivo de não liberar. Tribunal não nos deu a liminar. CBF não respondeu. Esperamos pelo bom senso do STJD. Se não está inscrito, qual é a razão de não desconvocar?”, completou.

O presidente do Santos ainda disse que pode indenizar a CBF. Com a eliminação, o Peixe deixou de receber R$ 3,1 milhões.

“Se não tiver explicação plausível, é indenizar. Nos tiraram a classificação, que nos daria uma boa fatia (de dinheiro)”, concluiu.

Peres minimiza preço do ingresso em eliminação do Santos: “Não justifica 16 mil”

O presidente do Santos, José Carlos Peres, minimizou o preço dos ingressos para a partida que culminou na eliminação do Santos na Copa do Brasil, com a derrota de 2 a 1 para o Atlético-MG no jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil.

A entrada mais barata custava R$ 40 (inteira), no tobogã. As arquibancadas custaram R$ 90. O resultado foi o público total de 16.857 no Pacaembu, com renda de R$ 828.709,00.

“Um grande time vence em qualquer lugar, na Vila Belmiro ou no Maracanã. Grande público não compareceu hoje. Existe uma crise, mas não justifica 16 mil”, disse o presidente.

“Quem paga salário? Temos que ter time forte. Sabia que teríamos dificuldades, adaptação, sistema diferente. Essa reclamação não cabe (do valor)”, completou.

O Santos, com Campeonato Brasileiro como competição restante em 2019, voltará a enfrentar o Atlético-MG, domingo, na Vila Belmiro, pela oitava rodada. Dessa vez a arquibancada (portões 1/2, 7/8 e 26) custa R$ 60. A geral santista está por R$ 40.

De “corretíssima” à “culpada” por eliminação: Santos racha com a CBF após elogios

O presidente do Santos, José Carlos Peres, mudou completamente o discurso sobre a CBF entre o dia 27 de maio, em reunião do Conselho Deliberativo e 6 de junho, com a eliminação na Copa do Brasil para o Atlético-MG.

Em meio ao aparente ruído entre o Peixe e a confederação, Peres fez elogios e minimizou a briga pela desconvocação de Rodrygo da seleção olímpica. Dias depois, foi para cima e rachou a com a confederação.

“Sub-23 não é Data FIFA. Não é oficial. Não quero puxar saco da CBF, mas tem sido corretíssima comigo. Não dá para comparar Rodrygo com outros liberados. Se é convocado para a seleção principal, ok, é diferente, mas eu perdi jogadores várias vezes por causa do Sul-Americano. Sou generoso. Pedi para liberar, não liberaram, mas era oficial. Agora o próprio jogador demonstrou que não quer ir. Iria para a principal, oficial, só isso. Não foi nenhuma afronta com a CBF. Eu trabalhei na gestão do Marco Polo (Del Nero) por seis anos na Federação Paulista. Quem almoçava comigo? (Rogério) Caboclo, então gerente financeiro, e o (Walter) Feldman. Presidente e secretário-geral. Estamos bem, mas cada um defende seu pedaço. Entendo, de coração, mas não posso ser prejudicado mais uma vez”, disse o presidente.

Após a eliminação, porém, o tom foi outro. Além de não poder escalar Rodrygo, Peres lembrou da confusão pelo mando de campo. A CBF chegou a anunciar a Vila Belmiro para as oitavas de final, mas voltou atrás e manteve o Pacaembu.

“CBF conseguiu o que queria. Fomos desclassificados. Nos roubaram o direito de jogar na Vila Belmiro. CBF jogou para frente e não respondeu. Nosso ofício está lá. E de quebra convocaram o Rodrygo. Terceira vez que levam para o sub-23. CBF conseguiu aquilo que esperava, nos desclassificar”, afirmou Peres.

“CBF tem que explicar o motivo de não liberar. Tribunal não nos deu a liminar. CBF não respondeu. Esperamos pelo bom senso do STJD. Se não está inscrito (no Torneio de Toulon), qual é a razão de não desconvocar?”, concluiu.

Por meio do SJTD, o Santos ainda tentará ter Rodrygo novamente contra o Atlético-MG e também diante do Corinthians, ambos os jogos na Vila Belmiro pelas rodadas 8 e 9 do Campeonato Brasileiro. Se não obtiver êxito, o camisa 11 pode ter se despedido diante do Internacional sem saber.


Atlético-MG 0 x 0 Santos

Data: 15/05/2019, quarta-feira, 19h15.
Competição: Copa do Brasil – Oitavas-de-final – Jogo de ida
Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte, MG.
Público: 11.176 pagantes
Renda: R$ 178.476,00
Árbitro: Rodrigo D’alonso Pereira (SC)
Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva (GO) e Kleber Lucio Gil (SC).
VAR: Heber Roberto Lopes (SC)
Cartões amarelos: José Welison e Elias (A).

ATLÉTICO-MG
Victor; Guga, Réver, Igor Rabello e Fábio Santos (Patric); José Welison, Elias e Luan (Nathan); Geuvânio (Cazares), Chará e Ricardo Oliveira.
Técnico: Rodrigo Santana

SANTOS
Everson; Lucas Veríssimo, Aguilar e Gustavo Henrique; Victor Ferraz, Jean Lucas, Diego Pituca e Jorge; Rodrygo (Cueva), Derlis González (Soteldo) e Jean Mota (Eduardo Sasha).
Técnico: Jorge Desio



Atlético-MG e Santos empatam e decidirão em SP a vaga nas quartas

Atlético-MG e Santos empataram em a 0 a 0 na noite desta quarta-feira, no Estádio Independência, pela ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

O Peixe foi melhor no primeiro tempo, o Galo no segundo. As equipes, porém, se anularam e criaram poucas chances de gol ao longo dos 90 minutos.

A decisão ocorrerá no dia 6 de junho, provavelmente na Vila Belmiro. Novo empate levaria a eliminatória para os pênaltis. Vitória simples garante classificação para as quartas.

O jogo

A pressão habitual do Atlético-MG no Horto não ocorreu. Quem dominou as ações desde o pontapé inicial foi o Santos, colocando os donos da casa no campo de defesa.

O Peixe, porém, pecou no último passe e sentiu demais a falta de um centroavante. A bola correu a área várias vezes sem ninguém finalizar. O Galo não teve chances claras.

No minuto 26, Victor Ferraz invadiu a área e chutou por cima. Aos 39, Jean Mota pedalou e bateu bonito, para Victor espalmar. No escanteio, Gustavo Henrique desviou e Guga interceptou antes de Derlis, sozinho, conseguir empurrar.

O ritmo caiu no segundo tempo. O Atlético-MG equilibrou as ações e melhorou com a entrada de Cazares na vaga de Geuvânio aos 15 minutos.

Aos 20, Cazares finalizou bem de fora da área, para Everson espalmar. No minuto 30, Elias chutou e a bola bateu no braço de Lucas Veríssimo. O VAR foi acionado, mas, como o zagueiro estava de costas, o pênalti não foi marcado.

Na metade final, quase nada ocorreu. Muita correria, pouca criatividade e um 0 a 0 justo de dois tempos distintos em Belo Horizonte.

Bastidores – Santos TV:

Auxiliar de Sampaoli valoriza empate do Santos: “Me parece justo”

Com Jorge Sampaoli expulso depois da expulsão diante do Vasco, em São Januário, o Santos foi comandado pelo auxiliar Jorge Desio no empate em 0 a 0 com o Atlético-MG na noite desta quarta-feira, no Estádio Independência, pela ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

Desio avaliou a atuação do Peixe e admitiu a queda de produção na segunda etapa em Belo Horizonte.

“Resultado não é ruim, tendo em conta a qualidade do mandante, os jogadores da equipe contrária. Não é um resultado para lamentar. Tentamos a vitória, como sempre, mas por ser visitante, não é algo ruim e me parece justo o resultado”, disse Jorge Desio.

“No primeiro tempo, pudemos manifestar o que a gente veio buscar. Tivemos controle, faltou um pouco mais de chegada com gente na área para concluir. No segundo, não conseguimos. Tiveram mais posse, tocaram mais. E fomos bem na defesa”, completou.

Convocado, Rodrygo diz que não deve desfalcar o Santos em decisão

Rodrygo não deve desfalcar o Santos contra o Atlético-MG, dia 6, no Pacaembu, pelo jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil.

A pedido do Peixe, o atacante deve ser desconvocado da seleção olímpica para o Torneio de Toulon, na França. Como antecipado pela Gazeta Esportiva, o camisa 11 prefere atuar pelo Alvinegro para não adiantar a despedida antes do Real Madrid.

“Espero jogar. Acho que vou jogar, sim”, disse Rodrygo, sem jeito, ao Premiere, depois do empate em 0 a 0 com o Galo na noite desta quarta-feira, no Estádio Independência.

O camisa 11 também falou sobre a atuação do Alvinegro e relatou uma pancada sofrida ainda no primeiro tempo.

“No segundo tempo, Atlético-MG veio mais ligado, encaixou o estilo deles. Dominamos no primeiro e no segundo não. Não sofremos gol, conseguimos empate e creio que é um bom resultado”, afirmou.

“Tomei uma pancada ainda no primeiro tempo, inchou um pouco, mas não é nada grave. É tratar e recuperar”, concluiu.

Santos conversa com presidente da CBF para tentar atuar com selecionados

O Santos conversa diretamente com Rogério Caboclo, presidente da Confederação Brasileira de Futebol, para tentar antecipar a decisão contra o Atlético-MG, pelas oitavas de final da Copa do Brasil.

O duelo está marcado para 6 de junho, no Pacaembu. Além de pedir o mando de volta para a Vila Belmiro, o Peixe quer atuar neste mês, até o dia 30.

O objetivo do Alvinegro é ter os selecionados à disposição: Aguilar, Cueva, Derlis González e Soteldo foram pré-convocados na Colômbia, Peru, Paraguai e Venezuela para a Copa América. Sánchez também pode ser chamado pelo Uruguai.

O Santos alega que é o clube brasileiro mais prejudicado. E ceder os atletas engrandece a competição continental a ser realizada no país, a partir do dia 14 de junho.

O Peixe trabalha nos bastidores para conseguir a mudança, mas sabe da dificuldade. O técnico Jorge Sampaoli pensa em alternativas para a provável falta dos estrangeiros.


Santos 3 x 2 Atlético-MG

Data: 24/11/2018, sábado, 20h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 37ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Auxiliares: Rafael da Silva Alves e Jorge Eduardo Bernardi.
Cartão amarelo: Gabriel, Dodô, Alison e Diego Pituca (S); Cazares (A).
Cartão vermelho: Carlos Sanchéz (S).
Gols: Carlos Sánchez (01-1), Ricardo Oliveira (16-1), Felippe Cardoso (33-1) e Gabriel (36-1); Ricardo Oliveira (07-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Dodô; Alison, Diego Pituca e Carlos Sánchez; Gabriel (Renato), Derlis González (Jonathan Copete) e Felippe Cardoso (Rodrygo).
Técnico: Cuca

ATLÉTICO-MG
Victor; Emerson, Léo Silva, Gabriel e Fábio Santos; Galdezani (Alerrandro), Elias e Cazares; Luan (Lucas Cândido), Chará (Terans) e Ricardo Oliveira.
Técnico: Levir Culpi


Atlético-MG 3 x 1 Santos

Data: 12/08/2018, domingo, 11h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 18ª rodada
Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte, MG.
Público: 22.062 pagantes
Renda: R$ 369.140,00
Árbitro: Rodrigo D’alonso Ferreira (SC).
Auxiliares: Helton Nunes e Thiaggo Americano Labes.
Cartões amarelos: Maidana, Elias (A).
Gols: Elias (09-1), Gabriel (25-1); Ricardo Oliveira (25-2) e Ricardo Oliveira (48-2).

ATLÉTICO-MG
Victor; Emerson, Léo Silva, Iago Maidana e Hulk; José Welison, Elias (Matheus Galdezani) e Nathan (Luan); Yimmi Chará, Tomás Andrade (Cazares) e Ricardo Oliveira
Técnico: Thiago Larghi

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Lucas Veríssimo e Dodô; Alison (Yuri Alberto), Jean Mota (Diego Pituca) e Léo Cittadini; Rodrygo, Bruno Henrique (Copete) e Gabriel.
Técnico: Cuca



Com lei do ex, Atlético-MG bate o Santos e volta a pontuar no Brasileirão

A “lei do ex” não tem falhado no futebol brasileiro. E assim foi na vitória do Atlético sobre o Santos, por 3 a 1, na manhã deste domingo, no Independência. O duelo pelo Campeonato Brasileiro teve sofrimento e bastante raça para o clube alvinegro conseguir o resultado que deixa a equipe na quarta colocação com 30 pontos anotados, já o Peixe segue colocado na zona de rebaixamento, com 18 tentos, na 16ª posição.

O jogo que marcou o reencontro do Atlético com o técnico Cuca – treinador que negociou com o clube mineiro em algum momento da temporada – foi bastante complicado para os dois lados. Além do forte calor, as duas equipes entraram em campo pressionadas. O Atlético foi mais eficiente, e conseguiu fazer o resultado. Já os santistas não curtiram o reencontro com o Ricardo Oliveira: ele marcou dois gols no triunfo e garantiu os três pontos para o Galo.

o jogo

O Atlético entrou em campo com alterações na equipe titular. O técnico Thiago Larghi fez testes durante a semana e a formação o agradou. O treinador atleticano tirou o volante Matheus Galdezani e escalou Nathan no lugar. Já Luan perdeu a vaga para Tomás Andrade.

A partida começou equilibrada. As disputas de meio campo eram intensas. Prova disso é que logo aos 2 minutos, dois jogadores já ficaram caídos no gramado.

Aos 9, o Galo chegou ao gol. No primeiro chute contra a meta de Vanderlei, Tomás Andrade recebeu na esquerda e tocou para Elias. O volante chutou forte, no cantinho e o goleiro santista não conseguiu alcançar.

O Galo, no entanto, recuou após o gol. O Santos aproveitava a situação para utilizar a velocidade e técnica de Rodrygo para buscar o ataque.

Aos 26, o Santos chegou ao empate. Com boa jogada de Rodrygo, na direita, a bola sobrou para Bruno Henrique, já dentro da área. Ele cruzou para Gabriel que mandou para o fundo das redes.

Mesmo com o gol santista, o Atlético não cresceu de rendimento. O Galo ficou travado no meio campo. Seu melhor jogador na etapa inicial, Tomás Andrade, não conseguia ter mais espaços e a armação de jogadas do Galo era inútil. Lá na frente, Ricardo Oliveira ficava ilhado.

Na volta para a etapa complementar, o técnico Thiago Larghi mandou Cazares na vaga de Tomás Andrade. A expectativa era ter um time com uma melhor armação de jogadas.

Não funcionou nos primeiros minutos. O jogo ficava bastante travado no meio campo, sem chances claras para os dois lados. O Atlético até conseguia segurar a bola, mas não fazia disso chances. O Santos também apostava na velocidade de Bruno Henrique, mas Emerson marcava bem o adversário.

Após os 20 minutos, com o calor que fazia em Belo Horizonte, os espaços começaram a aparecer. O Atlético soube aproveitar melhor essa situação.

Chará cresceu de rendimento e Elias aparecia bem no ataque. Com isso, o Atlético conseguiu criar mais chances. Primeiro com uma boa chegada de Chará, que chutou forte após tabela com Ricardo Oliveira.

Lances depois, aos 25, Cazares cruzou na medida para Ricardo Oliveira. O atacante desviou de cabeça e a bateu Vanderlei marcou o segundo gol atleticano.

No finalzinho, Ricardo Oliveira recebeu a bola na frente, em contra-ataque rápido, e fechou a contagem: 3 a 1 para o Galo.

Cuca reclama de pênalti, vê evolução e assume culpa por derrota do Santos

Cuca analisou a derrota do Santos por 3 a 1 para o Atlético-MG neste domingo, no Estádio Independência, em cima de três fatores: um pênalti não marcado, a evolução do time e a autocrítica após o resultado negativo.

O técnico viu penalidade máxima não assinalada em Gabigol no segundo tempo, depois de ser atingido por Leonardo Silva, gostou de alguns pontos da equipe e explicou as substituições: com as entradas de Léo Cittadini e Copete, o Peixe piorou.

“Vi a mesma coisa que você. Primeiro tempo muito bom, saímos atrás e desenhamos jogada, empatamos, tive posse de bola. Tivemos controle na maior parte, mesmo com um ou duas chances do Atlético. No segundo tempo, foi diferente. Atlético tomou iniciativa e veio pelo lado esquerdo da nossa defesa triangulando, sentimos isso e corrigimos isso com Copete e depois um meia no lugar do Jean Mota para criarmos mais. Tivemos chance do 2 a 1 com Rodrygo e Dodô, e um pênalti que tive cuidado de analisar. Conversei com Gabriel, um pênalti claro e que geralmente dão. Seria um lance que nos daria a vitória ou encaminharia como o segundo gol encaminhou para eles. Sentimos o jogo na segunda parte do segundo tempo, viagem… Terceiro gol pode pôr na minha conta para tirar um volante e tentar empatar. Culpa é do treinador que pôs o time, tenho que tirar o peso e cobrar internamente. Escorregamos no lance do terceiro gol, foi fatalidade, enfim. Vi coisas boas, principalmente no segundo tempo. Temos que trabalhar em cima disso para tentarmos vencer o Sport”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

O alvinegro voltará a campo para enfrentar o Cruzeiro nesta quarta-feira, no Mineirão, pelo jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil. Depois de perder por 1 a 0 na Vila Belmiro, o Santos precisa vencer para avançar.

“Futebol é oportunidade diária para ser reversível. Temos que acreditar nisso. Quarta é outro jogo, competição diferente, e podemos muito bem ganhar. São duas equipes grandes em campo”, concluiu.

Técnico do Santos vê carências, mas não expõe: “Sem mandar recado pela imprensa”

Cuca analisou o elenco do Santos após a derrota por 3 a 1 sobre o Atlético-MG neste domingo, no Estádio Independência. O técnico vê carências no grupo, mas prefere não expor, e lamenta a chegada de três estrangeiros em meio ao segundo semestre: Carlos Sánchez, Bryan Ruiz e Derlis González.

“Estamos no meio de agosto e temos jogador praticamente por estrear, que jogou 15 minutos. Jogador sem entrosamento, conhecimento do futebol brasileiro. Ocorreram não sei se com aval do treinador ou não, mas mexem muito. Culpa é do treinador que pôs o time, tenho que tirar o peso e cobrar internamente. Sem mandar recado pela imprensa, cobrar lá dentro e fazer o melhor. Sabemos o que precisamos, já está falado para o Ricardo Gomes, sabe o que precisamos para sair da situação, mas não é na marra, tem que trabalhar e evoluir. Vi evolução hoje. Se tivermos esse nível e mais descansado, teremos chance maior de vencer”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

A principal deficiência do atual elenco é um centroavante. O Santos negocia com Junior Brandão, do Atlético-GO, e corre contra o tempo para viabilizar a transação e poder inscrevê-lo até o prazo máximo, no dia 15.

O Peixe gostaria de ter mais um volante e um meia, porém, tem pouco tempo para conseguir. Diante desse cenário, Cuca deve buscar soluções caseira na base ou elenco sub-23, além de oferecer chances a jogadores pouco utilizados na temporada, como Guilherme Nunes e Gabriel Calabres.

Dodô vê Santos cansado e exalta Ricardo Oliveira após derrota

O lateral-esquerdo Dodô viu dois fatores fundamentais para a derrota do Santos por 3 a 1 para o Atlético-MG na manhã deste domingo, no Estádio Independência, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro: o cansaço e Ricardo Oliveira, autor de dois gols.

“Mais um dia infeliz. Tivemos primeiro tempo melhor que eles, buscamos empate e sentimos um pouco o calor. Ficou evidente que time sentiu fisicamente e acabou tomando o gol. Temos que estar mais atentos. Nos três gols a bola estava no nosso domínio. Eles têm o Ricardo Oliveira, conhecemos bem e é cirúrgico. Mostrou que com quase 40 ainda faz diferença”, disse o ala.

Com mais uma derrota, o Peixe cai para a 16ª colocação, com 18 pontos, e pode voltar para a zona do rebaixamento ao término da rodada. O alvinegro voltará a campo para enfrentar o Cruzeiro, quarta-feira, no Mineirão, pelo jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil. Na ida, a Raposa venceu por 1 a 0 e obteve a vantagem do empate.