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Santos 2 x 0 Atlético-PR

Data: 01/10/2016, sábado, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 28ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 5.764
Renda: R$ 173.620,00
Árbitro: Pericles Bassols Pegado Cortez (PE)
Auxiliares: Clovis Amaral da Silva e Cleberson do Nascimento Leite (ambos de PE).
Cartões amarelos: Lucas Lima e David Braz (S); Weverton (A).
Gols: Ricardo Oliveira (29-1, de pênalti) e Paulinho (37-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, David Braz, Luiz Felipe e Zeca; Renato e Thiago Maia; Lucas Lima e Vecchio (Jean Mota); Copete (Paulinho) e Ricardo Oliveira (Yuri).
Técnico: Dorival Junior

ATLÉTICO-PR
Weverton; Rafael Galhardo, Paulo André, Thiago Heleno e Nicolas; Otávio e Hernani; Lucho González (Luan), Lucas Fernandes (Marcos Guilherme) e Matheus Rosseto; Pablo.
Técnico: Paulo Autuori



Em retorno de Ricardo Oliveira, Santos bate o Atlético-PR e segue no G4

No retorno de Ricardo Oliveira, o Santos bateu o Atlético-PR por 2 a 0, na Vila Belmiro, em jogo valido pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. Fora dos últimos três jogos do Peixe, o veterano centroavante marcou de pênalti, ainda no primeiro tempo, e Paulinho fechou o placar na segunda etapa.

Além de comemorar seu retorno com gol, fundamental para o Peixe permanecer no G4, o tento foi um alívio para Ricardo Oliveira, que não balançava as redes desde o dia oito de setembro, quando anotou o único gol do Santos na derrota por 2 a 1 para o Internacional, na Vila Belmiro. Desde então, foram seis jogos do Peixe, sendo que o veterano não atuou em três destes.

Com o resultado, o Santos chegou aos 48 pontos, assegurando a quarta colocação do Campeonato Brasileiro. Já o Atlético-PR estacionou nos 42 pontos ganhos, ficando na quarta posição. O quinto, que pode fechar um possível G5 do Brasileirão, é o Fluminense, com 46 pontos.

O jogo

Apesar de as duas equipes estarem brigando pelo G4 do Campeonato Brasileiro, o primeiro tempo não fez jus à colocação dos times e teve poucas emoções na Vila Belmiro. A primeira chance de gol aconteceu apenas aos 14 minutos, quando o volante Otávio pegou sobra da zaga santista e arrisca chutou de muito longe, mas Vanderlei espalmou por cima do travessão.

No lance de perigo seguinte, o Santos respondeu e abriu o placar aos 28 minutos, de pênalti. Vecchio disparou pelo meio e acertou bom passe para Lucas Lima na direita. O meia virou o jogo e devolveu para o argentino, que foi derrubado pelo goleiro Weverton dentro da área. Na cobrança da penalidade, Ricardo Oliveira não titubeou e mandou para as redes.

O Segundo tempo, no entanto, começou com bem mais emoção na Vila Belmiro. Logo aos três minutos, o Atlético-PR quase chegou ao empate em cobrança de falta de Herrnani. De frente para o gol, o volante cobrou por cima da barreira e Vanderlei apenas observou a bola explodir no travessão.

O Santos respondeu já no minuto seguinte. Em contra-ataque, Thiago Maia arriscou o chute, Weverton não segurou e deu rebote, que ficou com Lucas Lima. O meia cruzou boa bola para o meio, mas ninguém do Peixe chegou para mandar para as redes.

O Atlético-PR seguiu em busca do empate e teve nova chance aos 24 minutos. Hernani fez ótimo cruzamento pela esquerda, Lucho González saltou para tentar desviar, e Vanderlei espalmou.

O placar, porém, começou a ser definido aos 30 minutos, quando Paulinho entrou no lugar de Copete. Sete minutos depois, o atacante aproveitou cruzamento de Renato para o meio da área, antecipou Paulo André, e desviou de cabeça para mandar a bola no canto esquerdo de Weverton e ampliar a vantagem do Peixe.

Bastidores – Santos TV:

Ricardo Oliveira marca em retorno e dedica gol a Gustavo Henrique

O gol de pênalti marcado por Ricardo Oliveira neste sábado, não apenas abriu caminho para a vitória por 2 a 0 sobre o Atlético-PR, mas representou o fim do jejum do centroavante e a realização de uma promessa. O camisa 9 do Santos disse ao companheiro Gustavo Henrique, lesionado na última rodada contra o Sport, que balançaria as redes nesta tarde na Vila Belmiro.

“Minha função dentro do time é ser efetivo, fazer os gols, buscar participar. Eu quero aproveitar essa oportunidade. Eu havia prometido para o Gustavo Henrique, que sofreu uma lesão. Estamos juntos, Gu, em breve você está de volta”, disse o matador.

Ricardo Oliveira não marcava há um mês, desde o dia oito de setembro, quando anotou o único gol do Santos na derrota por 2 a 1 para o Internacional, na Vila Belmiro. Fora há três partidas, o veterano precisou superar o goleiro Weverton, convocado por Tite para a Seleção Brasileira, para inaugurar o marcador na vitória do Peixe.

“Importante voltar a marcar. Às vezes a gente erra, acerta… Sabia que tinha um grande goleiro na frente, mas fui feliz de fazer o gol e observar bem ele. Ressaltamos o trabalho coletivo e um resultado importantíssimo. Nos dá folga no G4”, completou.

Com o resultado, o Santos chegou aos 48 pontos, assegurando a quarta colocação do Campeonato Brasileiro. Já o Atlético-PR estacionou nos 42 pontos ganhos, ficando na quarta posição. O quinto, que pode fechar um possível G5 do Brasileirão, é o Fluminense, com 46 pontos.

Dorival celebra atuação de Paulinho após “problemas particulares”

Tendo entrado nas duas últimas partidas do Santos – vitória por 2 a 1 contra o Internacional, pela Copa do Brasil, e triunfo sobre o Atlético-PR por 2 a 0, neste sábado, pelo Brasileirão – o meia-atacante Paulinho vem retomando a confiança no Peixe, e foi dele o gol que garantiu os três pontos ao Alvinegro contra o Furacão, O técnico Dorival Júnior celebrou a retomada do jogador e lembrou que já havia tentado sua contratação.

“Eu trouxe o Paulinho não por acaso. Sempre acreditei nele. Um pouco antes dele ir ao Flamengo (quando estava no XV de Piracicaba), já havia conversado sobre ele no Flamengo mesmo. Ele pode se doar ainda mais, vem melhorando a cada momento. Espero que se reencontre de vez”, disse o treinador.

Antes dos dois últimos jogos em que participou, Paulinho não atuava desde o dia sete de agosto. No período, foram 11 jogos em que o meia-atacante não entrou em campo e, segundo Dorival Júnior, “problemas pessoais” influenciaram no período inativo.

“Ele teve problemas particulares que geram uma intranquilidade ao atleta. Acaba caindo taticamente.”, completou o comandante.

Após a partida, Paulinho também concedeu entrevistas e comemorou por voltar a marcar. O último gol pelo Santos havia sido no dia cinco de junho, em vitória por 3 a 0 sobre o Botafogo, na Vila Belmiro.

“Fiquei muito tempo fora da equipe, tive pés no chão, respeito quem está muito na minha frente ainda. Ajudei e estou feliz. Fiquei fora, mas treinando. Focado, na esperança de voltar”, disse o meia-atacante.

Dorival elogia atuação do desgastado Santos e projeta decisão contra o Flu

O Santos conseguiu superar o desgaste físico e teve atuação segura neste sábado para vencer o Atlético-PR por 2 a 0, na Vila Belmiro, e se manter no G4 do Brasileirão. Na quarta-feira, o Peixe venceu o Internacional por 2 a 1, em jogo pela Copa do Brasil, e o técnico Dorival Júnior elogiou a manutenção no nível de atuação do Alvinegro.

“Foi um grande jogo. Jogamos de maneira equilibrada depois do desgaste do meio de semana. O Atlético não jogou (durante a semana) e é uma equipe rápida, veloz, com variações grandes de jogadas. Criam muitas dificuldades na marcação. Fizemos um jogo seguro acima de tudo e fomos agudos em momentos importantes”, celebrou o técnico.

Na próxima quarta-feira, às 21h (de Brasília), na Vila Belmiro, o Santos terá mais um duelo direto para se manter no G4 do Brasileirão. Depois de bater o Furacão, que ficou na sexta posição com 42 pontos, o Peixe encara o Fluminense, quinto colocado com 46 pontos, dois a menos que o Alvinegro.

“Temos que procurar essa regularidade daqui para a frente. O resultado de hoje, mais o resultado na quarta-feira é fundamental para que nos mantenhamos e busquemos uma arrancada. Fluminense vem em crescente, ganhou os últimos três jogos, dois fora de casa. Isso tudo mostra o que será a decisão neste momento do campeonato. É fundamental vencer para se manter na parte de cima da tabela”, completou o técnico.

Para esta decisão, o Santos não poderá contar com Lucas Lima, convocado por Tite para dois jogos pelas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2018. Jean Mota será o substituto. O Santos folga neste domingo e volta a treinar na tarde de segunda-feira, no CT Rei Pelé.

Sem Vitor Bueno, Dorival celebra desempenho de Vecchio e Jean Mota

Sem Vitor Bueno há dois jogos – vitórias contra Internacional, pela Copa do Brasil, e Atlético-PR no Campeonato Brasileiro – e com a saída de Gabigol para a Internazionale, Dorival Júnior vai se virando com as peças que tem para armar o meio de campo do Santos. Nos dois últimos jogos, o treinador deu oportunidades para o argentino Vecchio entre os titulares e Jean Mota também teve chances e mostrou bom desempenho. Assim, o comandante comemora as novas opções no Peixe.

“O Jean é um jogador que pode mudar o ritmo de uma partida. E o Vecchio precisa de uma sequência. Desde que chegou, vinha sendo pouco aproveitado e treinava com força. Mereceu as chances nos últimos jogos”, disse Dorival Júnior.

Ao lado dos estrangeiros Vecchio e Copete, Lucas Lima segue absoluto na armação do Santos. Após um período em que apresentou uma queda de rendimento, o que foi motivo de críticas da torcida, o meia vem retomando um bom futebol e também foi elogiado por Dorival Júnior.

“O Lucas Lima vem trabalhando muito forte. Há seis partidas que vem em uma crescente. Às vezes não se tem paciência para uma recuperação. Ele tem encontrado uma nova condição e é fundamental à equipe”, completou o treinador, lembrando de contusões em sequência que atrapalharam o camisa 10.

Atlético-PR 1 x 0 Santos

Data: 18/06/2016, sábado, 18h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 9ª rodada
Local: Arena da Baixada, em Curitiba, PR.
Público: 15.359 pagantes (17.464 presentes)
Renda: R$ 395.520,00
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Auxiliares: Bruno Raphael Pires (GO) e Alexandre A Pruinelli Kleiniche (RS).
Cartões amarelos: Giovanny e Sidcley (AP); Renato (S).
Gol: Paulo André (43-2).

ATLÉTICO-PR
Weverton; Léo, Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Deivid, Giovanny e Ewandro (Pablo); Walter (Vinicius) e André Lima.
Técnico: Paulo Autuori

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Yuri e Zeca; Renato, Thiago Maia (Alison), Léo Cittadini (Paulinho) e Vitor Bueno; Gabriel e Joel (Diogo Vitor).
Técnico: Dorival Junior



Atlético-PR marca no fim e bate o Santos, que perde vaga no G4

Um gol de Paulo André, ex-zagueiro corinthiano, acabou com a série de três vitórias seguidas do Santos no Campeonato Brasileiro neste sábado à noite. Em uma partida muito equilibrada na Arena da Baixada, em Curitiba, em que o Peixe mandou duas na trave, mas também teve a sua carimbada e viu Vanderlei aparecer com destaque no segundo tempo, o Atlético-PR acabou sendo premiado pela postura ofensiva na etapa final, quando Dorival Júnior recuou o alvinegro e acabou pagando caro após escanteio já aos 43 minutos do segundo tempo.

A derrota por 1 a 0 também acabou com o objetivo santista de alcançar a quarta vitória seguida no Brasileirão. Marca que a equipe não alcança desde a edição de 2011. Assim, o Peixe se mantém com 13 pontos e, apesar de dormir na 4ª colocação, vai perder sua vaga no G4 ainda nesta 9ª rodada inevitavelmente em função dos confrontos deste domingo. Por outro lado, o Furacão descola da zona de rebaixamento ao se juntar ao bolo de times que também marcam os mesmos 13 pontos.

O jogo

Neste sábado, talvez a fria noite de Curitiba, que apontava temperatura próxima dos 12ºC na hora do jogo, fez com que as equipes começassem o duelo sem muito ímpeto, demorando a engrenar. A verdade é que a primeira metade da etapa inicial foi dura de assistir, com Santos e Atlético-PR sendo inofensivos no ataque e abusando dos chutões.

O clima só esquentou na Arena da Baixada aos 28 minutos, quando Vitor Bueno, com espaço na entrada da área, arrematou e acertou a trave de Weverton, que ainda viu a bola correr próxima a linha do gol até sair pela linha de fundo, do lado o oposto.

A resposta veio cinco minutos depois, com Giovanny. Após rápido contra-ataque do Furacão, a bola chegou no meia atleticano pela esquerda, nas costas de Victor Ferraz, mas Vanderlei espalmou a finalização para escanteio.

Nos últimos minutos, mais duas chances, uma para cada time, de novo. Primeiro, Giovanny testou novamente Vanderlei, em chute praticamente da mesma posição. Mas o arqueiro alvinegro fez seu bem trabalho. Em seguida, Gabriel recebeu lançamento pela direita e, quase sem ângulo, tocou por cobertura de Weverton, que ainda voltou e se esticou todo, mas foi salvo pelo travessão.

Assim, depois de 47 minutos muito equilibrados, sem grandes emoções, o placar seguiu inalterado para o segundo tempo, que pelo menos começou diferente, com os dois times mais ligados e partindo para o ataque. A curiosidade é que os lances de perigo eram sempre criados em sequência. E a coincidência valia até para as polêmicas.

Logo nos minutos iniciais, Vitor Bueno caiu dentro da área e ficou pedindo pênalti, mas o árbitro ignorou. No lance seguinte, André Lima recebeu dentro da área santista e foi tocado por Vanderlei. Foi a vez dos donos da casa pedirem a bola na marca da cal, mas o árbitro novamente nada marcou.

O jogo sofria alguns apagões. Após criarem oportunidades claras de gol, Atlético-PR e Santos passavam muitos minutos entre o perde e ganha no meio campo. Mas, batava um se arriscar para o outro responder imediatamente. Assim foi aos 21 minutos, quando André Lima, Ewandro e Vinicius fizeram boa triangulação. Zeca salvou o Peixe ao travar chute do último atleticano. Um minuto depois, Gabriel recebeu dentro da área e encheu o pé, para boa defesa de Weverton.

A partir daí o Furacão partiu de vez para o ataque e o Santos passou a se postar mais recuado. Assim, Vanderlei salvou o alvinegro depois de finalização de carrinho de Vinicius. E, aos 30, tirou com os olhos uma bomba de Pablo que explodiu na trave. Seria um golaço.

E o castigo santista por ter recuado demais chegou aos 43 minutos, quando o Atlético-PR acabou premiado por sua ousadia ofensiva. Após cobrança de escanteio, o zagueiro Paulo André subiu com liberdade e testou para o fundo do gol de Vanderlei. Foi o golpe final de uma partida muito igual, mas que acabou com a festa dos donos da casa.

Dorival não se conforma com mais um gol de bola parada no fim do jogo

A derrota do Santos para o Atlético-PR neste sábado não foi bem digerida por Dorival Júnior. Após o duelo na Arena da Baixada, em Curitiba, o técnico concedeu entrevista coletiva inconformado pela equipe ter levado um gol aos 43 minutos do segundo tempo, após cobrança de escanteio. Paulo André foi o responsável por tirar o sono do técnico alvinegro, que não perdoou seus comandados e culpou exclusivamente a falha na bola parada pela quebra da série de três vitórias seguidas do Peixe no Campeonato Brasileiro.

“Eu não vi inversão do processo que aconteceu no primeiro tempo, tanto que a posse de bola mostra como o Santos teve o jogo sob seu comando. O terceiro jogo que tomamos gol após os 40 minutos. E isso está nos tirando o sono, porque a bola parada tem nos tirado pontos importantes, diferente da bola em jogo, bola rolando, que não nos causa problema. Em compensação, a bola parada está nos tirando pontos importantes e fazendo com que nossa campanha seja prejudicada”, reclamou Dorival, discordando dos jornalistas que analisaram o Santos recuado na etapa final.

“67% de posse de bola (pelo footstats, foram 62%). Nós criamos, buscamos o gol, batemos em gol… A equipe do Atlético estava muito bem postada, mesmo assim tentávamos o último passe. Fizemos um jogo de uma maneira correta. Infelizmente, não conseguimos o resultado em função de uma postura na bola parada”, continuou.

Neste sábado, Dorival Júnior só contou com um zagueiro de ofício, que foi Luiz Felipe. Yuri atuou improvisado no setor, mas, isso não foi visto como fator determinante, na visão do treinador. Vale destacar que era o atacante Paulinho que estava na marcação do zagueiro Paulo André no momento do gol atleticano.

“De maneira nenhuma (culpa da falta de zagueiros). Não tivemos problema nenhum durante a partida. Posicionamento perfeito, uma atuação muito boa em todos os aspectos, em todos os sentidos, em exceção nesses quatro, cinco minutos em que fomos penalizados com uma bola parada”, repetiu o técnico, já de olho nos próximos desafios. “Treinar, trabalhar, porque, eventualmente, uma jogada ou outra que aconteça, tudo bem. Mas, estamos tendo esse problema e isso vem realmente preocupando. Com a bola no chão, dificilmente existe uma penetração na nossa área”, explicou.

Antes das três vitórias seguidas do Santos nas últimas três rodadas, contra Botafogo, Santa Cruz e Sport, respectivamente, o time da Baixada perdeu para Internacional, empatou com o Figueirense e caiu diante do Corinthians. Nos três jogos, o alvinegro levou gol nos minutos finais e oriundos e bola parada. E esse é o motivo da irritação de Dorival Júnior.



Santos 5 x 1 Atlético-PR

Data: 06/12/2015, domingo, 17h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 38ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 3.836 torcedores
Renda: R$ 124.970,00
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (PE)
Auxiliares: Sergio Campelo Gomes (MA) e Ubiratan Bruno Viana (RN).
Cartões amarelos: Deivid (A).
Gols: Cleberson (11-1), Geuvânio (13-1), Gabriel (28-1); Gabriel (14-2), Gêuvanio (34-2) e Vitor Bueno (28-2).

SANTOS
Vladimir; Victor Ferraz, Werley (Leonardo), Gustavo Henrique e Zeca; Alison (Fernando Medeiros), Leandrinho, Serginho (Vitor Bueno) e Lucas Lima; Gabriel e Geuvânio.
Técnico: Dorival Júnior

ATLÉTICO-PR
Rodolfo; Eduardo (Barrientos), Vilches, Cleberson e Roberto; Otávio, Deivid, Bruno Pereirinha (Hernane) e Sidcley (Bruno Mota); Crysan e Walter.
Técnico: Cristóvão Borges



Após vice, Santos goleia o Atlético-PR com show dos Meninos da Vila

Em seu 12º jogo seguido debaixo de chuva e novamente com o gramado da Vila Belmiro em péssimas condições, o Santos encerrou o ano com uma goleada arrasadora diante de seu torcedor, depois de ter os sonhos de alcançar o G4 no Campeonato Brasileiro e conquistar a Copa do Brasil frustrados. Com dois gols de Geuvânio, dois de Gabriel (o primeiro deles em posição de impedimento) e um de Vitor Bueno, o Peixe fez 5 a 1, de virada, em cima do Atlético-PR, que chegou a abrir o placar com o zagueiro Cleberson.

O resultado fez com que Dorival Júnior terminasse a temporada com 17 vitórias e apenas um empate no estádio Urbano Caldeira, desde que assumiu a equipe. Já o Furacão vê quebrada a sua série de seis partidas sem perder. Assim, o alvinegro praiano fecha o Brasileirão na 7ª posição, com 58 pontos. Enquanto o rubro-negro paranaense termina em 10º lugar, com 51 pontos.

Agora, as duas equipes entram definitivamente de férias. No Santos, a apresentação está marcada para o dia 6 de janeiro, uma quarta-feira, e a expectativa é saber quantos jogadores deixarão o clube até lá. Muitos devem ser devolvidos de empréstimo ou apenas dispensados com o fim de seus contratos, casos de Werley, Nilson, Marquinhos, Marquinhos Gabriel, Leandro e Chiquinho. Outros, como Gabriel, Geuvânio e Lucas Lima, podem acabar negociados nesta janela de transferências.

O jogo

Quem esperava um jogo arrastado, sem grande interesse dos atletas, foi surpreendido com a partida na Vila Belmiro. Com muitos garotos em campo, já que tanto Santos como Atlético-PR costumam dar muitas oportunidades para jogadores oriundos das categorias de base, o confronto começou quente.

O Furacão deu de ombros para o fato de atuar como visitante e resolveu ditar o início do confronto, quando o Peixe ainda sentia o desentrosamento e tentava arrumar, principalmente, a sua marcação.

E logo aos 11 minutos, o rubro-negro paranaense chegou ao seu gol. Após cobrança de escanteio, o zagueiro Cleberson subiu sozinho no meio da área e cabeceou para baixo, no canto direito de Vladimir, que nada pôde fazer.

Mas a respostas santista veio apenas dois minutos depois. Gabriel enfiou linda bola para Geuvânio, que furou na cara do goleiro Rodolfo e acabou dando sorte, ficando com o gol vazio para empatar.

O jogo ganhou velocidade e o Santos passou a equilibrar as ações. Mesmo assim, o segundo gol atleticano não saiu porque Crysan perdeu uma oportunidade incrível. Otávio fez linda jogada individual pelo meio e abriu para Walter, que de primeira cruzou na cabeça do centroavante. Cryzan, porém, tirou de mais e a bola saiu pela linha de fundo.

E, como diz o ditado, quem não faz, toma. Aos 28, Geuvânio retribuiu a assistência de Gabriel e, pela ponta direita, fez o passe rasteiro, cruzado, achando o camisa 10 livre na segunda trave para virar o jogo. O atacante santista estava em posição irregular no lance, mas o auxiliar nada marcou e o Peixe tomou a dianteira no placar.

Nos últimos 15 minutos da primeira etapa, o alvinegro praiano jogou mais solto. Lucas Lima e Werley desperdiçaram boas chances de aumentar a vantagem, enquanto Walter foi quem levou mais perigo a Vladimir em chutes de longa distância.

A segunda etapa veio com uma cara diferente. O ímpeto dos dois times ainda era o mesmo, mas agora o Santos é quem ditava o ritmo. Logo aos 3 minutos, Leandrinho puxou contra-ataque e deu lindo passe de trivela para Gabriel, que percebeu o goleiro adiantado e bateu por cobertura. Rodolfo, no entanto, conseguiu se recuperar e evitou um golaço na Vila.

Mas, aos 14 não teve jeito. De tanto pressionar, o Peixe chegou ao terceiro gol. Lucas Lima rolou para Victor Ferraz na direita. O lateral cruzou para trás e, depois de dois desvios, a bola ficou limpa para Gabriel só empurrar para as redes.

Com o jogo definido, Dorival Júnior resolveu dar oportunidade para mais jovens jogadores que aparecem como promessas da base santista. Fernando Medeiros e Vitor Bueno entraram nas vagas de Alison e Serginho, respectivamente.

E a dupla entrou com fome de mostrar serviço. Logo na primeira participação, Fernando Medeiros iniciou a jogada no meio de campo e tocou para Gabriel, que achou Vitor Bueno na área. Gol e goleada do Peixe.

E não parou por ai. O menino Vitor Bueno entrou endiabrado. O garoto, com direito a passe de calcanhar, fez linda tabela com Lucas Lima, foi ao fundo e rolou para Geuvânio marcar o quinto. Show dos ‘Meninos da Vila’, que ainda ouviram os poucos torcedores que compareceram ao estádio gritarem o famoso ‘olé’ e aplaudirem a equipe após o apito final.

Bastidores – Santos TV:

Mordido, Gabriel enaltece o Santos e evita polêmica com palmeirenses

O Santos entrou em campo ainda com o peso de ter perdido a final da Copa do Brasil na última quarta-feira de forma dramática, nos pênaltis. A queda representou o adeus ao sonho de disputar a Libertadores da América de 2016 e ainda rendeu muitas provocações e declarações polêmicas, algumas até ofensivas, dos atletas palmeirenses. Mesmo assim, neste domingo, a equipe de Dorival Júnior deu um show na Vila Belmiro e encerrou o ano com uma vitória por 5 a 1 em cima do Atlético-PR, fechando o Campeonato Brasileiro em 7º lugar.

Tudo isso mexeu com Gabriel, que brilhou em cima do Furacão com dois gols e duas assistências. O camisa 10, sem muitos sorrisos, fez questão de valorizar o clube que defende e explicou o motivo de tanto empenho mesmo sem nada a disputar nesta 38ª rodada.

“Não tem por que não jogar. O que passou, passou. Não tem motivação maior do que jogar no melhor do Brasil. Tri-mundial, Tri-Libertadores, Tri-Paulista, oito Brasileiros. É a nossa alegria jogar futebol e é isso que estamos fazendo”, comentou o camisa 10, sem esconder que a equipe sentiu tudo o que foi dito após a final da Copa do Brasil.

“Cada um fala o que quer. Todo mundo tem boca para falar mesmo. Não tenho o que falar deles (jogadores do Palmeiras). Todo mundo sabe do nosso time, como que é, da nossa amizade”, afirmou, apesar de nitidamente aborrecido, evitando estender as polêmicas.

Agora oficialmente de férias, Gabriel certamente será alvo de muita especulação na janela de transferências que se aproxima. Esta temporada valorizou ainda mais o jogador de 19 anos, que não garante sua permanência no Peixe.

“Deus que sabe”, resumiu, encerrando a entrevista ao Sportv.

Dorival elogia equipe e faz análise positiva da campanha santista

Quem esperava um Santos ainda abatido pela derrota na última quarta viu um time determinado e que goleou o Atlético-PR por 5 a 1 mesmo sem suas grandes estrelas em campo. Gabriel, Geuvânio e Vitor Bueno brilharam e fizeram Dorival Júnior muito feliz no último jogo do ano.

“É prazeroso ver um time com oito garotos iniciando uma partida, mantendo o nível muito parecido com o que o time apresentou lá atrás, com a equipe muito composta. Ver a equipe atuando assim depois de três dias de um revés como aquele (contra o Palmeiras), normal que gerasse uma dúvida. Eu fico satisfeito de ver a busca a todo momento”, comentou o treinador.

Entre tantos jogadores que sequer foram relacionados, o treinador admitiu que Nilson era o único com condições de jogo. Mas, como o jogador não deve ficar para 2016 e a torcida ainda não engoliu o gol perdido pelo centroavante na primeira final contra o Palmeiras, Dorival preferiu preservar o atleta.

“O Ricardo (Oliveira) está com um problema no joelho, não conseguia fazer os movimentos. Marquinhos Gabriel até tentou ir a campo ontem (sábado), mas não conseguia trabalhar com o pé esquerdo, uma pequena contratura. Braz vocês sabem (lesão). Renato vinha com o tornozelo se arrastando nas últimas dez rodadas de uma maneira muito intensa. Thiago Maia foi aquele choque ele teve no jogo com o Palmeiras, que ele teve inclusive que sair da partida. A exceção foi o Nilson. Apenas preservamos ele de uma situação desagradável diante de tudo o que aconteceu na última partida”, explicou o técnico.

A temporada de 2015, então, se encerrou. No Santos, fica um gosto amargo pelo time não ter conquistado o título da Copa do Brasil e também não ter conseguido se manter no G4 do Campeonato Brasileiro. Porém, Dorival Júnior não quer que o time seja refém do próprio sucesso, já que tais objetivos eram impensáveis no primeiro semestre.

“Acho que é uma equipe que há dez meses não tinha perspectiva nenhuma, era uma somatória de incertezas, insegurança. Ninguém sabia o que poderia acontecer. E você finaliza o ano com uma final de Paulista, final de Copa do Brasil e chega brigando por Libertadores via Brasileiro. Acho que foi uma no positivo, ainda que há alguns dias atrás tenhamos perdido o título da Copa do Brasil. Mas, se perdemos é porque a equipe fez por onde, fez por merecer. Detalhes tiraram o título”, finalizou.

Dorival Júnior troca reforços pela manutenção do elenco para 2016

Fim de 2015 e os planos para a próxima temporada já começaram no Santos. Após a perda do título da Copa do Brasil, na quarta, o técnico Dorival Júnior já participou de duas reuniões com a diretoria alvinegra e algumas ações já começaram a ser executadas na prática. Neste domingo, o treinador revelou, sem citar nomes, que já conversou com alguns atletas que não ficaram na Baixada em 2016.

“Isso tudo vai ser muito bem respeitado. São profissionais acima de tudo e que foram importantes em algum momento. Já estamos conversando, alguns jogadores já foram comunicados da posição que tomamos ontem (sábado), já chamei para conversar”, confessou o comandante santista.

Mesmo assim, Dorival Júnior fez questão de ressaltar que seu pedido à diretoria do Peixe é pela manutenção dos principais jogadores da equipe. O técnico reconhece a dificuldade em segurar jogadores que se valorizaram nesta temporada, mas cobra o esforço e abre mão até de reforços.

“Estamos começando a analisar tudo o que vem acontecendo ao longo do ano. Já vínhamos conversando, agora um pouco mais forte, algumas coisas já andando, possíveis chegadas e saídas. Eu gostaria muito que a equipe fosse mantida. Muito mais que contratações, gostaria que o presidente priorizasse a manutenção da equipe para termos um 2016 ainda mais fortes”, afirmou, explicando que gastar com contratações será sua última alternativa.

“Apostas eventuais podem acontecer, uma ou duas posições que não encontrarmos nas categorias de base, ai sim, mas eu gostaria muito que fosse priorizado a permanência desses jogadores”, completou.

O caso de Lucas Lima é o mais emblemático nesta situação. O camisa 20 deixou o gramado da Vila Belmiro neste domingo reconhecendo que pode ter feito sua despedida do clube. O meia não nega o sonho de jogar na Europa, admite ter propostas e deve abrir uma grande lacuna na equipe alvinegra para a próxima temporada.

“Nós conversamos com a grande maioria dos jogadores. Eles sabem o quanto eles são importantes nessa equipe. O Brasil é o único país que você monta uma equipe e de repente perde todo mundo. Sei que devem estar acontecendo propostas, não só pra ele, como para outros, mas nós temos que fazer todas as forças possíveis e imagináveis para manter esse elenco”, avisou Dorival, sonhando com uma temporada positiva para o Peixe.

“Fatalmente, com a manutenção e a vinda de um ou dois, temos a possibilidade de ir para 2016 em igualdade de condições com as grandes equipes do Brasil. Vamos aguardar. É uma pena se isso se confirmar”, encerrou.

Derrota na final ainda repercute no Santos: “não tem como explicar”

O Santos encerrou o ano com uma goleada acachapante em cima do Atlético-PR na tarde deste domingo pela última rodada do Campeonato Brasileiro. Porém, o assunto Copa do Brasil ainda é o principal tema entre os torcedores e até mesmo dentro do elenco alvinegro. Dorival Júnior busca explicações para uma atuação tão abaixo do que o time vinha apresentado, mas fica sem resposta para o revés diante do Palmeiras no Palestra Itália.

“Só quem jogou bola tem noção do que é e não sabe explicar. Eu senti com 1 minuto de jogo que o jogo seria completamente diferente do que foi na Vila. A bola sai dos nossos pés e de repente, com 15 segundos, o Palmeiras está tendo uma oportunidade de gol. Equilibramos um pouco a partida, mas foi muito pouco para aquilo que vínhamos jogando”, analisou, citando até “os Deuses do futebol”, frase que ganhou fama pela boca de Mano Menezes.

“Estávamos sentindo alguma coisa anormal que estava acontecendo, mas não conseguimos a recuperação, que nos daria a condição real de lutar de igual para igual, como sempre fizemos, mas, de repente, naquela noite os Deuses estavam voltados para o time do Palmeiras e as coisas foram direcionadas a que a própria competição se definisse como acabou acontecendo, mesmo com a campanha maravilhosa que o Santos acabou fazendo”, lamentou.

O técnico santista também sabe que as críticas em cima de sua escolha em colocar apenas reservas na partida contra o Coritiba, quando o Peixe tinha a oportunidade de retomar sua posição no G4 do Campeonato Brasileiro, ainda não foram bem digeridas. Depois disso, o clube se complicou na tabela e também fracassou na tentativa de conquistar uma vaga na Libertadores do ano que vem via Brasileirão.

“Nós trouxemos a equipe titular até quando sentimos que não dava mais, que foi contra o Coritiba. Conversamos com a comissão, diretoria, ouvimos os jogadores. Não abrimos mão do campeonato. Contra o Coritiba, fomos a campo em busca do resultado, fomos até superiores, e, de repetene, você acaba perdendo a decisão da Copa do Brasil”, disse.
“Tudo foi feito pensando no melhor. Com a chegada (da fase final) das duas competições, era impossível que tivéssemos o mesmo rendimento. Muitas finais finais, muito próximo. Isso é um absurdo. Muito mal pensando. Acredito que o Santos sai de 2015 muito feliz com o desempenho”, completou.

E realmente quando teve de optar, o Santos decidiu priorizar a Copa do Brasil, afinal, a competição lhe renderia mais que vaga, e sim um título acompanhado de uma premiação de R$ 4 milhões. Porém, a queda nos pênaltis para o alviverde da Capital frustrou os planos e nitidamente ainda está entalada na garganta dos santistas.

“Se o Santos tivesse jogado dentro de uma normalidade, não tenho dúvidas que o Palmeiras encontraria muito mais dificuldades. Não aconteceu e Palmeiras tornou a situação favorável de crescer dentro da própria partida e, empurrados por 40 mil torcedores, é natural que tivessem competência para resolver o jogo. Não podemos tirar o mérito, mas o Santos não teve uma grande noite”, concluiu o técnico do Peixe.

Atlético-PR 0 x 0 Santos

Data: 15/08/2015, sábado, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 19ª rodada (última do 1º turno)
Local: Arena da Baixada, em Curitiba, PR.
Público: 19.849 pagantes (21.829 presentes)
Renda: R$ 534.590,00
Árbitro: Bruno Arleu de Araujo (RJ)
Auxiliares: Guilherme Dias Camilo (MG) e Cristhian Passos Sorence (GO).
Cartões amarelos: Daniel Hernández (A) e Victor Ferraz (S).
Cartão vermelho: Alan Ruschel (A)

ATLÉTICO-PR
Weverton; Eduardo, Vilches, Kadu e Alan Ruschel; Otávio, Deivid (Jadson) e Barrietos (Walter); Marcos Guilherme, Daniel Hernández e Crysan (Douglas Coutinho).
Técnico: Milton Mendes

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, David Braz e Zeca; Thiago Maia, Paulo Ricardo e Lucas Lima (Leandro); Geuvânio (Neto Berola), Gabriel (Marquinhos Gabriel) e Ricardo Oliveira.
Técnico: Dorival Júnior



Santos desperdiça pênalti e empata sem gols contra Atlético-PR

O Atlético-PR não conseguiu os três pontos diante do seu torcedor para voltar a encostar no G4 do Campeonato Brasileiro, pois ficou no empate por 0 a 0 contra o Santos, na noite deste sábado. Desta forma, o Furacão fica com 30 pontos, na sexta colocação.

O time da Vila Belmiro, por outro lado, manteve seu jejum de vitórias fora de casa. Agora são dez jogos, ou quatro meses, sem vencer qualquer adversário como visitante. E o duelo desta 19ª rodada, a última do primeiro turno, poderia ter um placar diferente, caso Ricardo Oliveira não desperdiçasse um pênalti ainda no primeiro tempo. Assim como na quarta, contra o Vasco, o camisa 9 bateu no canto, rasteiro, e viu, desta vez, Weverton se dar bem, espalmando a cobrança para escanteio. Assim, o Peixe fica com 24 pontos, provisoriamente na 11ª colocação.

Assim, o Santos volta suas atenções para a Copa do Brasil, prioridade da equipe neste segundo semestre. Na quarta-feira, a Vila Belmiro será palco do clássico contra o Corinthians, às 22 horas, no primeiro duelo válido pelas oitavas de final. Pelo Brasileirão, o time da Baixada Santista recebe o Avaí , às 18h30 do sábado, também em casa.

Fora da disputa pela Copa do Brasil, o Atlético-PR se prepara para a primeira rodada do segundo turno do Nacional por pontos corridos. O time de Milton Mendes visita o Internacional, às 16 horas do domingo, no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre.

O jogo

Com a Arena da Baixada recebendo bom público, Atlético-PR e Santos fizeram um primeiro tempo de muita marcação, correria, mas de muitos passes errados também. O time da casa, empurrado por sua torcida, buscou ditar o ritmo do jogo, mas foi surpreendido com uma marcação bem alinhada do Peixe no setor defensivo e, muitas vezes, com seus atacantes apertando os zagueiros na saída de bola.

Aos quatro minutos, a primeira oportunidade de gol surgiu dos pés de Crysan, que bateu para fora, depois de aproveitar chute torto de Marcos Guilherme. Aos 10, o Santos quase se deu bem em função de sua marcação avançada. Lucas Lima dividiu com o goleiro Weverton e a bola sobrou para Ricardo Oliveira, mas Alan Ruschel afastou o perigo na hora H.

A grande chance de gol do Furacão, então, surgiu aos 25 minutos. E seria um golaço. Marcos Guilherme apostou na jogada individual pelo meio da defesa santista. O meia tabelou com Crysan, deu um drible da vaca em David Braz e, na cara de Vanderlei, bateu rasteiro. A bola tirou tinta da trave e saiu pela linha de fundo.

O lance levantou o torcedor na arquibancada, mas logo o Peixe equilibrou as ações e o jogo voltou a ficar truncado, com muita disputa no meio de campo e poucas jogadas de perigo. Mesmo assim, no fim da primeira etapa, o Alvinegro praiano teve a melhor chance para abrir o placar. E, de novo, apertando a saída de bola do adversário.

O lance aconteceu aos 39 minutos. Geuvânio roubou a bola de Alan Ruschel, entrou na área e cruzou rasteiro. A bola bateu no braço de Kadu, que tentou cortar o lance com um carrinho. Mesmo com o braço do zagueiro arrastando-se pelo gramado, o árbitro deu pênalti.

Na batida, Ricardo Oliveira repetiu a cobrança desperdiçada diante do Vasco, na quarta. Canto direito do goleiro, rasteiro. E mais uma vez o centroavante teve que lamentar, porque Werverton voou na bola e espalmou para escanteio, assim como fez Martín Silva, no meio de semana.

“Bati no mesmo canto, com confiança, acho que o goleiro tem seus méritos”, justificou o camisa 9 santista, antes de descer para os vestiários.

“Só queria me concentrar e pensar em ser mais frio que ele. A responsabilidade no pênalti é toda dele. Botei isso na minha cabeça e esperei o máximo que eu pude”, explicou Weverton.

Na segunda etapa, Milton Mendes já voltou com Walter na equipe. O centroavante, famoso por sua técnica apurada e pelos quilos a mais, colocou fogo no jogo e logo aos três minutos quase marcou. Depois de cruzamento de Eduardo, Walter foi mais esperto que David Braz e cabeceou com muito perigo, para fora.

A resposta santista veio três minutos depois e mais uma vez Ricardo Oliveira, artilheiro do Campeonato Brasileiro, foi protagonista de um lance incrível. Geuvânio passou no meio da defesa atleticana e, dentro da área, serviu o camisa 9, que bateu de primeira. Weverton fez grande defesa e, no rebote, com o goleiro caído no chão, Ricardo Oliveira ‘pregou’ a bola no travessão de forma inacreditável.

O jogo continuou muito intenso, assim como a primeira etapa, porém, com mais espaços e jogadas mais agudas. Preocupado em colocar o time de volta no G4, Milton Mendes colocou o time no ataque de vez com Douglas Coutinho no lugar de Crysan. Apesar de ser um atacante pelo outro, a movimentação atleticana melhorou e a defesa santista passou a ter mais dificuldades para segurar a pressão.

Dorival Jr, então, apostou em Marquinhos Gabriel para tentar preencher o meio de campo e segurar as subidas de Eduardo pelo lado esquerdo da defesa santista. Gabriel foi sacado. Cansado, Geuvânio também deu lugar a Neto Berola.

A partida ficou um verdadeiro ‘lá e cá’, com as duas equipes se contra-atacando seguidamente. E a torcida rubro-negra foi quem esteve mais perto de tirar o grito de gol da garganta. Walter abriu pela direita e cruzou. Douglas Coutinho dividiu com o goleiro Vanderlei e viu a bola quicar próximo da linha do gol, mas a zaga alvinegra afastou o perigo antes de ela entrar.

Aos 35, Vanderlei evitou o gol do Furacão, após cobrança de escanteio. Douglas Coutinho cabeceou com liberdade para o chão e o goleiro alvinegro espalmou. E assim o jogo caminhou até o apito final, com o time da casa fazendo muita pressão, mas sem efetividade. Alan Ruschel ainda acabou expulso por reclamação.

Ricardo Oliveira admite que ‘evitou’ a inédita vitória fora de casa

Artilheiro do Campeonato Paulista no título do Santos deste ano e atual goleador isolado do Campeonato Brasileiro, com dez gols, Ricardo Oliveira foi o grande vilão do Peixe pela segunda rodada seguida. Na quarta, o camisa 9 perdeu três chances claras de gol diante do Vasco. Em uma delas, Martín Silva chegou a defender pênalti do centroavante. Neste sábado, o experiente jogador mais uma vez falhou. Se Victor Ferraz ‘salvou’ Ricardo Oliveira contra os cariocas, marcando o gol da vitória santista, não houve quem ajudasse diante do Atlético-PR. Assim, o empate por 0 a 0 manteve o jejum de vitórias do Alvinegro Praiano como visitante no Brasileirão.

“Eu acho que nós fizemos de tudo. Nós trabalhamos e atacamos no segundo tempo. De fato, criamos situações para matar o jogo. Houve dois gols que normalmente a gente não perde”, analisou o próprio atleta, na saída de campo.

Os dois lances citados por Ricardo Oliveira aconteceram cada um em um tempo da partida. Na primeira etapa, o centroavante voltou a desperdiçar uma cobrança de pênalti. Assim como na quarta, Oliveira bateu no canto direito do goleiro, rasteiro. Mas Weverton repetiu Martín Silva e defendeu a cobrança.

Na etapa final, um lance inacreditável. Ricardo Oliveira recebeu cruzamento de Geuvânio e bateu de primeira. Weverton defendeu parcialmente e a bola se apresentou para o santista marcar no rebote, a três metros do gol. Mas o camisa 9 acabou acertando um forte chute no travessão, para delírio dos torcedores atleticanos, na Arena da Baixada.

“Perdi o pênalti de novo e outra embaixo do gol, que eu acertei a trave. Mas é futebol, faz parte. A gente sabe que isso muda”, concluiu Oliveira, sem mostrar abatimento.

O meia Lucas Lima, que depois de ter sido convocado pela Seleção Brasileira não fez uma grande partida e acabou substituído no segundo tempo, defendeu seu companheiro. “Foi um jogo equilibrado e tivemos chances. Perdemos dois gols que não costumamos perder, mas é pensar no próximo jogo”, disse, evitando culpar Ricardo Oliveira pelo empate. “Ele é o nosso artilheiro. Tem crédito”, encerrou.

“Sem obsessão”, Dorival já cobra vitória fora de casa após novo empate

A última vitória do Santos como visitante aconteceu há exatos quatro meses, em cima do Londrina, quando a equipe paranaense levou o duelo válido pela Copa do Brasil para São José dos Campos. Neste sábado, o Peixe encerrou o primeiro turno do Campeonato Brasileiro com um empate por 0 a 0 diante do Atlético-PR, em Curitiba. Agora, são seis derrotas e quatro empates longe de seus domínios na competição. O técnico Dorival Júnior admite que a situação já incomoda mais.

“Para nós, ainda foi um bom resultado, em razão do que vinha acontecendo, da maneira como a equipe está melhorando. Logicamente, estamos buscando uma vitória. Que ela aconteça o quanto antes. Não é uma obsessão, mas já passa a ter uma outra condição dentro da competição”, comentou o treinador, após o jogo.

Mesmo com o pênalti desperdiçado por Ricardo Oliveira, no primeiro tempo, contra o Furacão, o treinador santista evitou lamentar o resultado deste sábado.

“Foi um resultado normal, pela luta, pela intensidade, pela dedicação. Talvez, se uma equipe saísse vencedora, seria assim, em um lance de felicidade, porque as marcações prevaleceram. Os ataques tiveram poucos espaços e eu acredito que as oportunidades foram mais ou menos semelhantes, tanto de um lado quanto do outro”, analisou.

Questionado se a sequência ruim como visitante pode atrapalhar a equipe na sequência da temporada, Dorival Jr foi enfático.

“Eu não vejo isso. Estou no clube há sete jogos. Foram dois empates fora, uma derrota com o Palmeiras, que poderia ser também uma vitória. Eu vejo a atuação, muito mais a qualidade do trabalho e, a qualquer momento, se o time mantiver essa postura, ela vai acontecer naturalmente”, afirmou.

Dorival vai avaliar se Ricardo Oliveira seguirá como batedor de pênaltis

O segundo pênalti seguido perdido por Ricardo Oliveira pode tirar do camisa 9 o posto de batedor oficial do Santos. Neste sábado, Dorival Júnior tentou minimizar a questão, mas confessou que o caso será analisado pela comissão técnica.

“Acho que tudo isso nós vamos acertar ao longo desses dias que antecedem o jogo com o Corinthians”, revelou o treinador do Peixe.

Artilheiro do Campeonato Brasileiro, Ricardo Oliveira desperdiçou penalidades nas duas últimas rodadas. O centroavante bateu ambas no mesmo lugar e foi vencido pelos goleiros Martín Silva e Weverton, do Vasco e do Atlético-PR, respectivamente. Neste sábado, contra o Furacão, a falha teve mais peso em função do placar final do jogo por 0 a 0.

“O Ricardo é o batedor oficial e, enquanto ele se sentir confiante e bem, naturalmente ele vai fazer”, salientou Dorival Jr, tentando passar confiança para o jogador que já marcou dez gols no Brasileiro e acabou o Paulista também na ponta da artilharia.

E o tempo para refletir sobre o tema é curto, já que o Peixe encara o Corinthians nesta quarta, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Antes mesmo de deixar Curitiba, o técnico santista reforçou a ideia de não privilegiar nenhuma das competições em andamento.

“Nós vamos com o time que nós temos. Não vou priorizar nenhuma das competições. Nós vamos jogar a Copa do Brasil como jogamos o Brasileiro”, afirmou.


Vídeos: (1) Gols e (2) melhores momentos

Santos 2 x 1 Atlético-PR

Data: 01/12/2013, domingo, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 37ª rodada
Local: Estádio Benedito Teixeira, em São José do Rio Preto, SP.
Público: 11.431 pagantes
Renda: R$ 235.940,00
Árbitro: Wagner Reway (MT)
Auxiliares: Marrubson Melo Freitas (DF) e Cleriston Clay Barreto Rios (SE).
Cartões amarelos: Edu Dracena e Alan Santos (S); Marcelo e Bruno Silva (A).
Gols: Marcelo (27-1) e Cícero (33-1); Cícero (31-2).

SANTOS
Aranha, Cicinho (Bruno Peres), Edu Dracena (Edu Dracena), Gustavo Henrique e Mena; Alan Santos, Marcos Assunção (Renato Abreu), Cícero e Montillo; Thiago Ribeiro e Geuvânio.
Técnico: Claudinei Oliveira

ATLÉTICO-PR
Weverton, Léo, Manoel, Luiz Alberto e Juninho; Deivid, Bruno Silva (Roger), João Paulo (Zezinho) e Everton; Marcelo e Ederson (Dellatorre).
Técnico: Vagner Mancini



Show de Cícero dá vitória ao Santos e complica Atlético-PR na briga pelo G4

Apesar do resultado, time paranaense ainda depende apenas do próprio resultado na última rodada para conquistar a vaga na Libertadores 2014

O Atlético-PR visitou o Santos em partida disputada em São José do Rio Preto precisando apenas de um empate para selar a classificação antecipada para a Copa Libertadores da América. O Furacão chegou a sair na frente do placa no Teixeirão, mas a atuação de gala de Cícero, que chegou aos 14 gols no Campeonato Brasileiro, deu a vitória de virada ao Peixe por 2 a 1 na 37ª rodada.

Os rubro-negros saíram em vantagem quando o time praiano era melhor em bela cabeçada de Marcelo após passe de Ederson. Também pelo alto, Cícero empatou ainda no primeiro tempo. Na reta final do segundo tempo, o meia fez golaço por cobertura e definiu a virada alvinegra. Com o resultado, os paranaenses param nos 61 pontos e podem perder a terceira posição para Goiás, Botafogo ou Vitória no próximo final de semana. O time da Vila Belmiro chega aos 54 em oitavo.

Na 38ª e última rodada da competição nacional, o Atlético-PR atua como mandante na Arena Joinville para encarar o Vasco da Gama às 17 horas (de Brasília) do próximo domingo. No mesmo horário, o Santos encerra suas atividades na frustrante temporada ao visitar o Goiás no Serra Dourada, em Goiânia.

O jogo

Prejudicadas pelo gramado ruim no interior de São Paulo, as duas equipes demoraram para conseguir colocar a bola no chão e a primeira chance de perigo saiu apenas aos 15 minutos. Geuvânio pegou rebote após levantamento de Walter Montillo e por pouco não conseguiu encobrir o goleiro Weverton.

Três minutos depois, a jovem revelação do Peixe voltou para ajudar a defesa, mas foi driblado por Ederson no bico esquerdo da área. O artilheiro do Brasileirão soltou uma bomba de perna direita e Aranha espalmou por cima do gol. Também com chute forte pela ponta, Thiago Ribeiro levantou a torcida alvinegra aos 26 minutos.

O Furacão saiu jogando rápido com o tiro de meta de Weverton até a bola encontrar Ederson pela meia direita. O centroavante mostrou que também pode trabalhar como garçom, levantou a cabeça e cruzou na medida para o meio da área santista. Marcelo passou como um raio entre os beques praianos e testou com estilo para acertar o ângulo direito de Aranha.

Em desvantagem no placar, o Santos passou a pressionar os atleticanos, que montaram forte barreira defensiva na entrada da área. Thiago Ribeiro e Alan Santos trocaram passes até a bola passar por Montillo e chegar em Geuvânio. O garoto acionou Cicinho na linha de fundo e o lateral direito cruzou por cima de Weverton para Cícero subir mais que João Paulo e empatar aos 33 minutos.

Na volta do intervalo, foi novamente o Peixe que chegou com perigo pela primeira vez. Com um minuto de etapa complementar, Montillo girou na grande área e bateu à direita de Weverton. A resposta rubro-negra saiu aos oito em chute de fora da área do lateral direito Léo e aos 12 com Everton perdendo boa chance após passe de Marcelo.

Vágner Mancini resolveu lançar Dellatorre na vaga de Ederson e a mudança quase surtiu efeito segundos após ser feita. O atacante cruzou rasteiro, Gustavo Henrique se atrapalhou e Aranha fez milagre para evitar o gol contra. O jovem beque se redimiu aos 27 minutos ao receber de Montillo e soltar pancada por cima da meta de Weverton.

O desespero começou a tomar conta do Atlético-PR e o Peixe soube aproveitar. Durval acertou lançamento primoroso do campo defensivo e encontrou Cícero nas costas da zaga. O meia-atacante comprovou a boa fase e tocou por cobertura para virar a partida no Teixeirão com um golaço e fazer a alegria da torcida no último jogo com mandante no ano.

Claudinei agradece elenco por empenho e supera campanha de Muricy

Técnico chegou aos 54 pontos no Brasileirão e tem um a mais do que o time treinado por Muricy Ramalho no ano passado

Ao bater o Atlético-PR de virada por 2 a 1 neste domingo, o Santos já superou a campanha do ano passado no Campeonato Brasileiro. Com 54 pontos, o Peixe ainda precisa encarar o Goiás na última rodada, mas já tem um ponto a mais do que o time treinado por Muricy Ramalho em 2012 e se garantiu como melhor equipe paulista na competição.

Atualmente no rival São Paulo, Muricy conduziu Neymar e companhia à décima colocação com 50 pontos. Na edição deste ano, o treinador deixou a Vila Belmiro com apenas um ponto conquistado na Série A. Claudinei Oliveira assumiu como interino, agradou no início do trabalho, mas mesmo com o resultado melhor do que o antecessor não será mantido no cargo para 2014.

“Representa muito para mim superar uma campanha do Muricy, um megacampeão. Ainda por cima não tive o Neymar, que é um dos melhores jogadores do mundo e já tinha ido para o Barcelona. Não sei se é pouco ou muito para a diretoria, mas para mim foi um ano positivo. Longe das tradições do clube, mas para mim foi muito bom pelos números”, ressaltou.

Para chegar aos 54 pontos, o comandante alvinegro precisou pedir ao elenco que não desanimasse nas rodadas finais do Brasileirão, mesmo já sem chances de classificação à Copa Libertadores da América. A conversa surtiu efeito e o Peixe venceu os dois últimos compromissos. Contra o Atlético-PR, principalmente, Claudinei se mostrou emocionado com a entrega do grupo em campo.

“Agradeço e muito a dedicação de todos os atletas. É só ver que ao terminar o jogo, todos eles estavam extenuados e caíram no chão. Cada um deu a vida, deu tudo, por eles mesmos e um pouquinho pelo pedido que fiz para sairmos honrados dos campeonato”, reconheceu o treinador, que reuniu os jogadores no centro do campo após a virada sobre o Furacão.

Para o atacante Thiago Ribeiro, o Santos seguirá com dedicação até o final da Série A para acabar com qualquer desconfiança sobre possível corpo-mole para beneficiar ou prejudicar adversários. Curiosamente, nas três rodadas derradeiras, o Peixe bateu o desesperado Fluminense e o Atlético-PR, que briga pela Libertadores. O Goiás, rival do próximo domingo, também sonha com a competição internacional.

“Nosso objetivo hoje é terminar na melhor condição possível. Temos que ter dignidade para ninguém falar depois que o Santos jogou meia-boca, que poderia ter ajudado outra equipe. Não temos que se preocupar com o problema dos outros. Estamos jogando para vencer e terminar com a melhor pontuação possível”, sentenciou.