Navegando Posts marcados como Ávalos

Marília 0 x 1 Santos

Data: 25/02/2007, domingo, 18h10.
Competição: Campeonato Paulista – 10ª rodada
Local: Estádio Bento de Abreu, em Marília, SP.
Público: 10.404 pagantes
Renda: N/D
Árbitro: Eduardo César Coronado Coelho
Auxiliares: Aline Lambert e Marcos Joel Alves
Cartões amarelos: Marcelo e Adriano (S).
Gol: Ávalos (43-2).

SANTOS
Fábio Costa, Denis, Marcelo, Ávalos e Carlinhos; Adriano, Rodrigo Souto, Pedrinho e Rodrigo Tabata (Fabinho); Jonas (Renatinho) e Fabiano (Júnior).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

MARÍLIA
Julio César, Dedimar, René e Luciano Camilo; Bruno Ribeiro, Fernando, Max Carrasco, Juninho (Naldinho) e Dickson (Rodolfo Augusto); Fabiano Gadelha (Basílio) e Wellington Amorim.
Técnico: Lori Sandri



Com nove reservas, Santos vence Marília com gol no fim e se mantém na ponta

Sem nove jogadores considerados titulares e com muito sufoco. Foi assim que o Santos venceu o Marília por 1 a 0 neste domingo, fora de casa, e manteve a liderança isolada do Campeonato Paulista. O gol da vitória, de Ávalos, só aconteceu aos 43min da etapa final.

Devido ao cansaço de seus comandados – o time disputou sua 13ª partida em pouco mais de um mês -, o técnico Vanderlei Luxemburgo resolveu poupar vários atletas.

Além de Kléber, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, o lateral Pedro, os zagueiros Adaílton e Antonio Carlos, o volante Maldonado, os meias Zé Roberto e Cléber Santana e os atacantes Rodrigo Tiuí e Marcos Aurélio ficaram fora da partida.

Com isso, a equipe que entrou em campo para enfrentar o Marília não foi apenas um time misto, e sim um time reserva, já que os únicos titulares em campo eram o goleiro Fábio Costa e o volante Rodrigo Souto.

“A estratégia de não usar os jogadores que vinham jogando foi boa porque vencemos. Contávamos com o resultado positivo e conseguimos. Sabíamos também que pela gordura que temos, dava para arriscar um pouco. O importante é que fomos felizes”, disse o técnico Vanderlei Luxemburgo após a partida.

Além disso, o treinador ainda foi obrigado a promover uma estréia. Sem poder contar com Leonardo, contratado no meio da semana, mas ainda sem condições físicas, e Domingos, lesionado, Luxemburgo utilizou o jovem zagueiro Marcelo, que atuou pela primeira vez no profissional.

Mesmo assim, o Santos não repetiu a atuação do último fim de semana, quando foi surpreendido em casa pelo São Bento, e manteve a liderança do Campeonato Paulista, agora com 25 pontos ganhos.

Já o Marília perdeu sua chance de se aproximar da zona de classificação para o troféu Campeão do Interior, se mantendo na 11ª posição da tabela com apenas 12 pontos ganhos.

Em campo, no entanto, as coisas não foram fáceis para a equipe da Baixada Santista. No primeiro tempo, o time do técnico Vanderlei Luxemburgo sentiu a falta de entrosamento e só ameaçou o gol do Marília em lances de bola parada.

Na segunda etapa, no entanto, a equipe alvinegra apresentou melhoras. Aos poucos, as jogadas santistas começaram a funcionar e o novo obstáculo no caminho era a boa atuação do goleiro Julio César, que fez pelo menos duas defesas importantes. Foi somente a dois minutos do fim da partida que Ávalos, de cabeça, abriu o placar para os visitantes.

Fluminense 4 x 3 Santos

Data: 25/09/2005
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, RJ.
Público: 14.912
Renda: R$ 112.500,00
Árbitro: Wilson de Souza Mendonça (PE)
Cartões amarelos: Saulo e Kléber (S).
Gols: Luiz Alberto (07-1), Ávalos (20-1), Arouca (25-1); Petkovic (24-2), Basílio (36-2), Leandro (40-2) e Gabriel (50-2).

FLUMINENSE
Kléber; Gabriel, Igor, Gabriel Santos e Juan; Arouca, Marcos Aurélio (Radamés), Petkovic e Beto; Leandro e Tuta.
Técnico: Abel Braga

SANTOS
Saulo; Paulo César (Elton), Ávalos (Rogério), Luiz Alberto e Kléber; Fabinho, Wendell, Ricardo Bóvio e Ricardinho; Geílson (Basílio) e Frontini.
Técnico: Alexandre Gallo



Santos sofre gol nos acréscimos e perde para o Fluminense pelo Nacional

Após fazer 2 a 0 no início do jogo, o Santos não suportou a pressão do Fluminense e foi derrotado por 4 a 3, neste domingo, em Volta Redonda (RJ), pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. O gol da vitória da equipe carioca saiu aos 50min do segundo tempo.

Com o resultado, o Santos permanece com 47 pontos. Já o Fluminense sobe para 50 pontos, um a menos que o líder Internacional.

A equipe paulista fez 2 a 0 com menos de 20min do primeiro tempo. Os gols saíram de jogadas aéreas e, coincidentemente, foram marcados por zagueiros. Primeiro, Luis Alberto aproveitou cobrança de escanteio de Paulo César, aos 7min. O segundo saiu aos 19min, quando Ávalos subiu mais alto que a defesa do Fluminense, também após um escanteio.

Mesmo mal em campo, a equipe carioca diminuiu o marcador, com Arouca, que arriscou chute de fora da área aos 25min da etapa inicial.

Aos poucos o Fluminense começou a melhorar. O meia Petkovic teve liberdade para armar as principais jogadas para os atacantes Tuta, Beto e Leandro. Na principal oportunidade, aos 42min, Leandro, livre dentro da área, chutou para fora.

A pressão do Fluminense se manteve no segundo tempo. O problema esteve na finalização, principalmente do atacante Beto, que desperdiçou duas oportunidades claras de gol. A equipe do técnico Abel Braga foi premiada pela insistência, aos 24min, com o meia Petkovic, que aproveitou rebote da defesa santista e chutou para marcar.

O Santos, por outro lado, esteve apático em toda a etapa final. Chegou ao ataque apenas uma vez, justamente no lance do gol. Aos 36min, o atacante Basílio aproveitou rebote do goleiro Kléber para colocar novamente a equipe paulista na frente no marcador.

Quatro minutos mais tarde, o Fluminense empatou de novo, agora com o atacante Leandro, que encobriu o goleiro santista. Quando a partida caminhava para o final, o lateral Gabriel recebeu de Tuta, aos 50min, e tocou na saída de Saulo para fazer o gol da vitória do Fluminense.


Santos 1 x 1 Brasiliense

Data: 11/08/2005, quinta-feira, 20h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 19ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 10.891 pagantes
Renda: R$ 134.424,00
Árbitro: Djalma José Beltrami Teixeira (RJ)
Auxiliares: Aristeu Leonardo Tavares e Hilton Moutinho Rodrigues (ambos do RJ).
Cartões amarelos: Léo Lima (S); Gérson, Vampeta, Régis e Márcio Careca (B).
Cartão vermelho: Léo Lima (S)
Gols: Robinho (39-1); Ávalos (47-2, contra).

SANTOS
Saulo; Paulo César (Flávio), Ávalos, Rogério e Carlinhos; Fabinho (Halisson), Élton, Ricardinho e Léo Lima; Robinho e Giovanni (Basílio).
Técnico: Gallo

BRASILIENSE
Eduardo; Gerson (Igor), Régis e André Turatto; Dida, Alex Oliveira (Róbston), Vampeta (Tiano), Deda e Márcio Careca; Iranildo e Oséas.
Técnico: Joel Santana



Robinho brilha, mas Santos permite empate

Nem Robinho foi suficiente para o Santos nesta quinta-feira. O time paulista não correspondeu à grande atuação do camisa 7, sobretudo no primeiro tempo. Com isso, foi castigado aos 47min da etapa final e empatou com o Brasiliense por 1 a 1, em jogo válido pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro.

“Não temos nem o que falar. Tudo que aconteceu foi péssimo”, classificou o zagueiro Ávalos, autor do gol contra que deu o empate ao Brasiliense, que saiu bastante irritado do gramado da Vila Belmiro.

Graças ao gol (e ao show) de Robinho, o Santos acumula sua quarta partida sem perder. Curiosamente, a série positiva começou quando o camisa 7 voltou à equipe (ele ficou afastado desde o dia 1º de junho devido à negociação com o Real Madrid).

O problema é que, nesta quinta, o Santos foi reduzido a Robinho. Limitado, o restante da equipe não conseguiu superar a marcação imposta pelo Brasiliense e se tornou previsível demais. Assim, a equipe paulista chega a 32 pontos e cai para a sétima colocação do Brasileiro, pior posto já ocupado pelos comandados de Gallo na tabela deste ano (em caso de vitória, o clube da Vila Belmiro apareceria na segunda colocação).

A situação do Brasiliense é ainda pior. A equipe do Distrito Federal coleciona sete partidas sem conhecer um placar favorável. Desde a vitória por 3 a 1 sobre o Goiás, no dia 16 de julho, o time comandado por Joel Santana acumulou cinco empates e duas derrotas.

Com esta seqüência negativa, o Brasiliense estaciona nos 20 pontos e fica com a 17ª posição do Campeonato Brasileiro. Agora, o time do Distrito Federal tem apenas dois pontos de vantagem para zona de rebaixamento, que começa a ser uma ameaça real.

As duas equipes voltam a campo no próximo domingo. O Brasiliense viaja para Florianópolis e encara o Figueirense, às 16h, no estádio Orlando Scarpelli. Mais tarde, às 18h10, o Santos joga contra o Botafogo, no Rio de Janeiro, no Luso-Brasileiro.

O jogo

Ignorando o fato de atuar fora de casa e contra o terceiro melhor ataque do Campeonato Brasileiro, o Brasiliense foi ousado nesta quinta-feira. O time dirigido por Joel Santana exerceu forte pressão sobre a saída de bola do Santos, sobretudo com os volantes Fabinho e Élton, e impediu que os passes chegassem aos homens de criação.

Por conta disso, o Brasiliense dominou amplamente os minutos iniciais do confronto. Os donos da casa tinham como única alternativa ofensiva as arrancadas de Robinho, principal preocupação da defesa visitante.

“A marcação estava muito forte e ficou complicado sair. Tentamos nos movimentar e abrir espaços, mas eles correram demais e nós não conseguimos criar lances de perigo”, admitiu o atacante Robinho.

A situação do Santos se tornou ainda pior aos 22min. Após um passe de calcanhar, Giovanni sentiu uma lesão muscular e foi substituído por Basílio. A modificação cessou a criatividade no meio-campo (Ricardinho e Léo Lima estavam apagados) e deixou os donos da casa nos pés de Robinho.

Aos 39min, contudo, Robinho provou ser mais do que suficiente. O camisa 7 arrancou com a bola pelo meio, driblou Gérson para a esquerda e o deixou o defensor do Brasiliense no chão. Depois, chutou de fora da área, de pé direito, e acertou o canto direito baixo do goleiro Eduardo.

“Erramos uma saída de bola e demos espaço a um jogador que não poderia ter esse espaço. Isso complicou nossa vida e destruiu todo o trabalho que fizemos no primeiro tempo”, lamentou o treinador Joel Santana.

No segundo tempo, contudo, Robinho teve ainda mais espaço. E assim, quase propiciou o segundo gol do Santos aos 9min. O camisa 7 rolou para Ricardinho dentro da área e o meia cruzou para Basílio na direita. Completamente livre, o camisa 18 concluiu de primeira e mandou a bola em cima do goleiro Eduardo.

Depois deste lance, o Brasiliense acertou a marcação sobre Robinho. O camisa 7, que no primeiro tempo foi acompanhado pelo lento Gérson, passou a ser perseguido por André Turatto. E sem a genialidade dele, o Santos não teve força para ameaçar o gol defendido por Eduardo.

Diante do péssimo momento vivido pelo Santos, o Brasiliense chegou ao empate nos acréscimos. Aos 47min, Iranildo cobrou falta para a área e Ávalos desviou de cabeça para vencer o goleiro Saulo e marcar contra.

Excesso de problemas

O técnico Gallo precisou fazer três alterações ainda no primeiro tempo nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, no empate por 1 a 1 com o Brasiliense.

Em 45 minutos, o Santos perdeu o lateral-direito Paulo César, o volante Fabinho e o meia Giovanni, todos vítimas de lesões musculares.

O excesso de problemas revoltou o técnico Gallo. “Fomos muito prejudicados por isso. É claro que é uma circunstância do jogo, mas não há como negar que o nosso time foi desmontado ainda no primeiro tempo”, lamentou.

Robinho gera tumulto

Grande nome do Santos no jogo desta quinta-feira, o atacante Robinho iniciou uma confusão na Vila Belmiro. Em sua penúltima partida no estádio, o jogador foi até a torcida no intervalo e arremessou sua camisa.

Dois torcedores seguraram o uniforme de Robinho e começaram a brigar para ficar com a lembrança do jogador. A confusão só foi contida quando a Polícia Militar intercedeu e, depois de alguns instantes de confronto, conseguiu tranqüilizar a situação.

Santos lamenta “última jogada”

Lance que resultou no gol de empate do Brasiliense gera diversas explicações por parte do elenco santista; Peixe cai para a 7ª posição.

O Santos deixou escapar a vice-liderança do Brasileiro-05 aos 47 minutos da segunda etapa, em um gol contra do zagueiro Ávalos. A jogada foi o principal alvo das lamentações da equipe alvinegra, que agora termina a 19ª rodada na 7ª colocação.

“Infelizmente tentei tirar a bola, mas acabou dando errado. Puro azar. Estava tudo certo e um erro no final acabou estragando todo o nosso trabalho”, desabafou o zagueiro Ávalos.

“Bobeamos em um detalhe. No último lance eles fizeram o gol”, completou o volante Élton.

Para o técnico Gallo, o indicativo de que o Santos encontraria dificuldade na partida ocorreu já no primeiro tempo, quando o time perdeu os jogadores Giovanni, Paulo César e Fabinho, todos contundidos. O treinador imaginou que o pior poderia ocorrer.

“Perdemos três jogadores no primeiro tempo. O Rogério, Léo Lima e Basílio sentiram no fisicamente e acabamos recuando no final do jogo. Parece que sofreríamos com isso e, no último minuto, na última falta, levamos o gol. Foi um castigo tomar o gol da maneira como tomamos”, lamentou.

O empate dentro da Vila Belmiro teve sabor amargo também para o atacante Robinho, que fez seu penúltimo jogo no estádio antes de se transferir ao real Madrid. Em nove partidas na Vila, o Santos colecionou quatro vitórias, três empates e duas derrotas.

“Claro que esse empate é encarado como uma derrota. O Santos quando joga aqui não pode pensar em empate. Fico contente com o meu gol, mas ficaria mais se tivéssemos ganhado”, declarou o camisa 7.

Santos 6 x 0 Bolívar

Data: 11/05/2005, quarta-feira, 19h30.
Competição: Copa Libertadores – Grupo 2 – 6ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP, Brasil.
Público: 17.906 pagantes
Renda: R$ 220.276,00
Árbitro: Jorge Larrionda (URU)
Auxiliares: Edgardo Acosta e Marcelo Gadea (ambos do URU).
Cartões amarelos: Halisson e Léo (S).
Gols: Bóvio (02-1), Ávalos (13-1) e Paulo César (42-1); Ricardinho (13-2), Basílio (25-2) e Deivid (30-2).

SANTOS
Henao, Paulo César (Flávio), Ávalos, Hallisson e Léo; Fabinho, Bóvio (Basílio); Zé Elias e Ricardinho; Deivid e Robinho.
Técnico: Gallo

BOLÍVAR
Caballero; Sánchez (Peña), Torrico, Ferreira e Pachi; Galindo, Ângulo, Reyes e Zermatten; Fischer (Cabrera) e Gutiérrez.
Técnico: Vladimir Soria



Santos massacra Bolívar e se classifica em primeiro

O Santos se classificou para a segunda fase e ainda ratificou nesta quarta-feira a primeira posição do Grupo 2 da Copa Libertadores. Jogando na Vila Belmiro, o time da casa aproveitou o momento conturbado do Bolívar e goleou o adversário por 6 a 0.

O curioso é que esta é apenas a quarta vez nesta temporada em que o Santos faz mais de três gols. Antes disso, o time da Vila Belmiro havia superado esta marca contra Portuguesa (5 a 1), Mogi Mirim (4 a 2) e Paysandu (4 a 1).

A goleada desta quarta-feira ainda confirma a excelente campanha de Gallo como técnico do Santos. Ele dirigiu a equipe em 11 oportunidades. Neste período, conquistou oito vitórias e três empates.

O último placar negativo do Santos aconteceu no dia 23 de março, quando a equipe foi comandada pelo interino Serginho Chulapa. Jogando contra o Santo André, fora de casa, o clube do litoral perdeu por 3 a 2.

Nesta quarta-feira, chamou atenção a ausência de Robinho na lista dos goleadores do Santos. Balançaram as redes o volante Bóvio, o zagueiro Ávalos, o lateral-direito Paulo César, o meia Ricardinho e os atacantes Basílio e Deivid.

Contudo, nem mesmo a falta de gols criou um ambiente ruim para o camisa 7. O atacante foi muito aplaudido pela torcida do Santos, que pediu a permanência dele no clube. “Fica Robinho”, gritaram os torcedores.

O excelente momento de Robinho, porém, não é compartilhado pelo Bolívar. O time boliviano vive um período de crise financeira e ameaçou até não disputar o confronto com o Santos.

Descontentes com o não recebimento de US$ 90 mil que a diretoria lhes devia, os atletas do Bolívar, como forma de protesto, boicotaram o vôo da manhã de terça-feira, se ausentando do embarque no aeroporto de El Alto.

Para convencer os atletas a seguirem viagem, a diretoria do Bolívar prometeu saldar parte da quantia pendente. Com isso, o Bolívar chegou ao Brasil nesta quarta-feira. “Foi muito complicado. Viemos na correria e nem concentramos direito”, confessou o zagueiro brasileiro Ferreira.

Com isso, o Bolívar termina a primeira fase na lanterna do Grupo 2 da Libertadores. E o Santos, que ficou com a liderança, aguarda agora o complemento da última rodada para conhecer seu adversário nas oitavas-de-final.

Antes disso, porém, o Santos precisa se preocupar com o Campeonato Brasileiro. O time da Vila Belmiro entra em campo pela competição nacional no próximo domingo, às 18h10, fora de casa. O adversário será o Flamengo, que somou quatro pontos nas três primeiras rodadas do torneio.

O jogo

Em casa, contra um adversário desfigurado, o Santos não demorou para mostrar imensa superioridade técnica. Logo aos 2min, Robinho lançou na esquerda para Léo e o lateral cruzou de primeira. Bóvio apareceu dentro da pequena área e completou de pé direito, no ângulo direito do goleiro Caballero.

O gol deu ainda mais tranqüilidade ao Santos, que apenas trocou passes na intermediária até encontrar espaços na defesa do Bolívar. Isso aconteceu aos 13min, quando Paulo César cobrou falta da esquerda e Ávalos, livre de marcação, cabeceou para ampliar a vantagem dos donos da casa.

Assustado, o Bolívar só conseguiu ameaçar o gol do Santos em bolas paradas. Aos 18min, por exemplo, Zermatten cobrou falta da intermediária e o chute passou perto da trave esquerda de Henao.

Com a bola rolando, porém, o Santos foi muito superior. O time da casa tocou a bola na zona intermediária, mas faltou criatividade ao meio-campo da equipe brasileira. Com isso, o time da Vila Belmiro só conseguiu chegar ao terceiro gol em um lance de pura sorte.

Aos 42min, Paulo César recebeu na direita e cruzou para a área. Caballero saiu mal do gol e não conseguiu cortar. Com isso, a bola entrou no ângulo direito do camisa 12 do Bolívar. “Eu não tentei chutar para o gol. Fiz o lançamento, mas dei sorte e ela entrou”, confessou o ala do Santos.

No segundo tempo, devido à ampla vantagem do Santos, o Bolívar resolveu sair mais para o ataque. Com isso, deu espaços para o contra-golpe da equipe da casa, que conseguiu construir a goleada.

Aos 13min, Ricardinho tabelou com Deivid e chutou de primeira, de pé esquerdo. A bola foi no canto direito baixo de Caballero, que cometeu uma falha incrível e permitiu o terceiro gol do Santos.

Quando o técnico Gallo trocou o volante Bóvio pelo atacante Basílio, o Santos aumentou a goleada. Logo aos 25min, o camisa 18 aproveitou um cruzamento de Flávio para marcar de cabeça. E Deivid completou a vitória aos 30min, ao arrematar de pé direito um cruzamento rasteiro de Robinho da direita.

Pior Santos, melhor ataque

A campanha do Santos na primeira fase da Copa Libertadores 2005 é a pior das últimas três temporadas. O clube brasileiro somou 12 pontos no período de classificação deste ano contra 16 de 2004 e 14 de 2003.

No entanto, este é o melhor ataque do Santos na Libertadores nas últimas três temporadas. A equipe 2005 marcou 18 vezes na primeira fase e superou os dois anos anteriores, quando marcou 16 gols na classificação.


Santos 5 x 1 Grêmio

Data: 05/12/2004
Competição: Campeonato Brasileiro – 2º Turno – 44ª rodada (antepenúltima)
Local: Estádio Benedito Teixeira, em São José do Rio Preto, SP.
Público: 12.620
Renda: R$ 169.571,00
Árbitro: Edílson Soares da Silva (RJ)
Cartões amarelos: Alex Xavier e Baloy (G).
Gols: Ricardinho (07-1), Ávalos (13-1), Baloy (23-1), Ricardinho (26-1), Deivid (28-1); Basílio (26-2).

SANTOS
Mauro; Paulo César, Ávalos, Leonardo e Léo; Fabinho, Preto Casagrande (Zé Elias), Marcinho e Ricardinho (Bóvio); Deivid (Luisinho) e Basílio.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

GRÊMIO
Márcio; Lucianinho, Baloy, Alex Xavier e Douglas; Cocito, Luciano Santos e Bruno Coutinho (Yan); Marcelinho (Renato), Roberto Santos e Claudio Pitbull (Anderson).
Técnico: Claudio Duarte



Santos goleia o Grêmio, mas continua atrás do líder Atlético-PR

O Santos goleou o rebaixado Grêmio por 5 a 1, neste domingo, no estádio Benedito Teixeira, em São José do Rio Preto (SP), mas a vitória de virada do Atlético-PR sobre o São Caetano (5 a 2), em Curitiba, frustrou as pretensões santistas de reassumir a liderança do Brasileiro.

Após 44 rodadas e restando só mais duas para o fim da competição, o vice-líder Santos chegou a 83 pontos e continua dois atrás do time paranaense, que só depende de suas forças para ser campeão nacional.

Para o Santos erguer o troféu, será preciso vencer o São Caetano, no próximo domingo, no ABC, e o Vasco, no dia 19 (local a definir), além de torcer por um tropeço do primeiro colocado.

Com a derrota do São Caetano, somente Atlético-PR, Santos e São Paulo, que venceu o Vitória (4 a 1), em Salvador, e continua em terceiro com 81 pontos, permanecem como concorrentes ao título.

Para o Grêmio, apesar do vexaminoso resultado negativo, a partida não significou muita coisa: o time já fora rebaixado na 43ª rodada e continua na lanterna, com 39 pontos.

Neste domingo, Santos ganhou seu terceiro duelo fora da Vila Belmiro por imposição do STJD. Antes, havia goleado o Fluminense (5 a 0), também em São José do Rio Preto, e batido o Goiás (2 a 1), em Presidente Prudente.

Em ritmo de treino, o Santos, que teve cinco desfalques (Antônio Carlos, André Luís, Elano, Robinho e William), consolidou sua vitória com menos de 30 minutos de jogo. O primeiro tempo acabou com cinco gols no total, sendo quatro santistas.

O Santos marcou dois logo de cara. O meia Marcinho tocou para o atacante Basílio, que recebeu nas costas dos defensores, invadiu a área e trombou com o goleiro Márcio, num lance duvidoso em que o juiz Edílson Soares da Silva assinalou pênalti.

Aos 7min, o meia Ricardinho cobrou a penalidade no canto direito. Márcio ainda tocou na bola, que acabou entrando.

“O pênalti foi piada. Eu nem encostei no Basílio. O Santos merece o resultado, mas o pênalti não existiu”, reclamou Márcio.

Aos 13min, foi a vez de o zagueiro Ávalos pegar um rebote e fuzilar: 2 a 0. O Grêmio diminuiu com o zagueiro Baloy, aos 23min. Ele aproveitou o vacilo da defesa santista e surgiu como elemento surpresa para marcar.

Mas aos 26min, Ricardinho recebeu passe de Léo, matou no peito e tocou de pé esquerdo para o fundo das redes para fazer 3 a 1. Dois minutos depois, Basílio deu o drible da vaca em Baloy pela direita e cruzou na medida para Deivid, que pegou de voleio e ampliou: 4 a 1.

No segundo tempo, Basílio fez mais um aos 26min e fechou o placar em 5 a 1.