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América-MEX 2 x 0 Santos

Data: 15/05/2008
Competição: Copa Libertadores – Quartas-de-final 1° jogo
Local: Estádio Azteca, na Cidade do México.
Árbitro: Hectro Baldasi (argentino)
Auxiliares: Francisco Rocchio e Sergio Cagni (argentino)
Cartão amarelo: Fabão (S)
Gols: Cabañas (23-1) e Cabañas (16-2).

AMÉRICA
Ochoa, Castro, Sanchez, Sebá Dominguez; Ismael Rodríguez, Oscar Rojas, Germán Villa e Alejandro Argüello (Sanchez); Juan Carlos Silva, Cabañas e Esqueda (Mosqueda)
Técnico: Juan Antonio Luna

SANTOS
Fábio Costa; Betão, Marcelo, Fabão e Kléber; Rodrigo Souto, Marcinho Guerreiro (Adriano) e Molina Tabata); Wesley (Trípodi), Kléber Pereira e Lima
Técnico: Emerson Leão



Cabañas vence duelo contra Santos e põe América em vantagem

O Santos havia declarado ter feito um estudo sobre como anular o atacante Cabañas. Os conselhos, entretanto, não foram seguidos à risca, e o time da Vila saiu derrotado, nesta quinta-feira, diante do América por 2 a 0, no México, no primeiro duelo das quartas da Libertadores.

Os gols do triunfo mexicano foram marcados justamente pelo gordinho Cabañas, ambos nascidos em falhas clamorosas da defesa alvinegra.

Com a derrota no estádio Azteca, o Santos precisará vencer por três ou mais gols de diferença para avançar à semifinal da competição continental. Êxito por 2 a 0 leva a decisão às penalidades. A partida de volta das quartas-de-final acontece no dia 22, na Vila Belmiro.

Irregular no começo de partida, o Santos ao menos evitava o avanço do América. O quarteto formado por Lima, Pereira, Wesley e Molina não criava qualquer lance de perigo. A situação piorou aos 23 min, quando os mexicanos abriram o placar.

O gol marcado por Cabañas mexeu com os santistas, que erraram passes fáceis sucessivamente. Bastante recuado, Kléber Pereira não criou perigo à defesa mexicana. Apático após o tento do América, o time da Vila teve sorte em não sofrer mais gols, evitados graças ao preciosismo do ataque rival.

Insatisfeito com o rendimento de Molina, desatento defensivamente, Leão colocou Rodrigo Tabata no segundo tempo. A substituição, porém, não trouxe qualquer efeito positivo ao Santos, que seguiu sem inteligência no ataque. A equipe seguiu sonolenta.

O América não era volumoso no ataque, mas soube aproveitar as poucas chances criadas. Em dia inspirado, Cabañas recebeu bola livre na área e chutou de forma colocada, ampliando a vantagem mexicana.

Outra escolha de Leão para etapa complementar, Mariano Trípodi deu sinais de vida ao ataque santista, pouco para quem estava atrás no marcador.

América-MEX 0 x 0 Santos

Data: 16/05/2007
Competição: Copa Libertadores – Quartas-de-final – Jogo de ida
Local: Estádio Azteca, na Cidade do México.
Árbitro: Roberto Silvera (uruguaio)
Cartões amarelos: Torres e Cuevas (A); Domingos, Marcelo e Zé Roberto (S).

AMÉRICA-MEX
Ochoa; Cervantes, Baloy, Iñigo (Cabañas), Rojas, Torres, Peña, Mosqueda (Blanco), Infante, Pérez e Cuevas.
Técnico: Luis Fernando Tena

SANTOS
Fábio Costa; Domingos, Marcelo e Ávalos; Alessandro, Rodrigo Souto (Rodrigo Tabata), Maldonado, Cléber Santana, Zé Roberto e Kléber; Marcos Aurélio (Pedrinho).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo



Santos empata com América e joga por vitória simples na Vila

O Santos empatou por 0 a 0 com o América, na noite desta quarta-feira, na Cidade do México, e precisa de uma vitória simples no jogo da volta para assegurar vaga nas semifinais da Taça Libertadores da América.

As duas equipes voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira, na Vila Belmiro. Os mexicanos ficam com a vaga se a partida terminar empatada, mas desde que aconteçam gols. Nova igualdade por 0 a 0 levará a decisão para os pênaltis.

Nunca uma equipe brasileira foi eliminada por uma mexicana em um mata-mata na Libertadores. Até hoje foram sete confrontos eliminatórios, todos com classificação dos times do Brasil.

O América não entrou com a sua formação principal esta noite, já que tem na quinta-feira um importante compromisso pelo campeonato local. Mas, mesmo assim, o técnico do Santos, Vanderlei Luxemburgo, disse que não esperava facilidades na partida.

“Já joguei algumas vezes com time reserva e não deixei de ganhar. Passei para os jogadores que esta é uma decisão e temos que vencer”, disse o treinador à TV Globo, antes da partida.

O jogo

Os dois times fizeram um jogo sem muitas emoções e criaram poucas jogadas ofensivas. As chances de gol foram raras durante a primeira etapa. O Santos entrou em campo com um sistema 3-6-1 com apenas Marcos Aurélio de atacante.

O Santos, como já prometia antes da partida, apostou em chutes de longe. Aos 17min, o meio-campista Cléber Santana arriscou de fora, mas a bola subiu muito e passou longe do gol. Aos 28min foi a vez de Marcos Aurélio tentar, mas o goleiro Ochoa pegou.

A melhor chance do time brasileiro foi aos 32min. Kléber fez boa jogada na esquerda e chutou, mas a bola bateu na zaga mexicana, que afastou de qualquer maneira. O América respondeu sete minutos depois. Após boa jogada pela esquerda, Mosqueda desviou e obrigou Fábio Costa a fazer boa intervenção.

O panorama de poucas emoções não mudou na segunda etapa, apesar de o time mexicano ter tomado uma atitude mais ofensiva, com a entrada dos atacantes Blanco e Cabañas. O Santos procurou apenas explorar os contra-ataques e levou pouco perigo ao gol defendido por Ochoa.

O América teve a sua melhor chance para abrir o placar aos 36min, quando Cuevas fez boa jogada pela esquerda, ganhou disputa com a zaga e chutou forte, mas Fábio Costa defendeu.

Rápido no contra-ataque, o time brasileiro respondeu um minuto depois. Após belo passe de Kléber, Rodrigo Tabata recebeu bola na área e girou em cima do zagueiro, mas chutou fraco para fácil defesa do goleiro adversário.

O Santos volta a jogar agora no próximo sábado, quando encara o América-RN, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro.


Cruz Azul 2 x 2 Santos

Data: 21/05/2003, quarta-feira, 21h40.
Competição: Copa Libertadores – Quartas de final – Jogo de ida
Local: Estádio Azteca, na Cidade do México.
Público e renda: N/D
Árbitro: Oscar Ruiz (COL)
Cartões amarelos: Reginaldo Araújo e Paulo Almeida (S); Jimenez e Hernandez (CA)
Gols: Palencia (18-1) e Renato (22-1); Palencia (06-2) e Diego (32-2).

CRUZ AZUL
Peréz; Brown, Gutiérrez, Galindo (Osório) e Hernandez; Chitiva (ortiz), Campos, Davino e Jiménez; Zepeda (Cacho) e Palencia.
Técnico: Enrique Meza

SANTOS
Júlio Sérgio; Reginaldo Araújo (Nenê), André Luís, Alex e Léo; Paulo Almeida, Renato, Elano e Diego; Robinho (Fabiano) e Douglas (William).
Técnico: Emerson Leão



Santos suporta a altitude e arranca empate no México

O Santos esteve em desvantagem por duas vezes no placar, mas superou a altitude de 2.300 metros da Cidade do México e empatou por 2 a 2 com o Cruz Azul, nesta quarta-feira, na partida de ida das quartas-de-final da Taça Libertadores.

O jogo de volta será na próxima quarta-feira, na Vila Belmiro. O Santos precisa de uma vitória simples para chegar na semifinal.

A partida desta quarta em nada lembrou os dois confrontos santistas contra o Nacional de Montevidéu, pelas oitavas-de-final. Na ocasião, os brasileiros enfrentaram a violência dos adversários e sofreram para eliminá-los nos pênaltis.

Contra o Cruz Azul, uma equipe mais técnica, a principal tarefa do sistema defensivo santista era neutralizar o habilidoso atacante Francisco Palencia, responsável pelas principais jogadas do adversário.

O time mexicano também abusou dos chutes de longa distância. Aos 12min, Zepeda recebeu a bola na entrada da área santista, percebeu o goleiro Júlio Sérgio adiantado e tocou por cobertura. A bola bateu no travessão.

Seis minutos depois, no entanto, o Cruz Azul marcou seu gol. Palencia resolveu arriscar de fora da área e acertou um chute indefensável, no ângulo de Júlio Sérgio.

A vantagem mexicana não abateu o Santos. Aos 22min, Renato pegou o rebote na entrada da área do Cruz Azul e acertou um chute cruzado e rasteiro, que venceu Perez.

Com a igualdade no placar, o Santos teve à sua disposição os contra-ataques e poderia ter ido para o intervalo com vantagem no placar. O problema é que seus atacantes -principalmente Robinho- não foram felizes nas finalizações.

O Santos voltou com uma alteração para o segundo tempo. O técnico Emerson Leão tirou o lateral-direito Reginaldo Araújo e colocou em campo o meia-atacante Nenê.

Logo aos 6min, Chitiva fez boa jogada em cima de Elano, improvisado na lateral-direita, e cruzou para Palencia, que marcou o seu segundo gol na partida.

Leão promoveu alterações para tentar chegar ao empate. Mas, talvez sentindo a altitude de 2.300 metros acima do nível do mar, os jogadores do Santos pareciam cansados.

Aos 32min, no entanto, William disputou a bola com o goleiro Perez fora da área mexicana. Diego pegou o rebote e acertou um chute de muita categoria, no ângulo do goleiro do Cruz Azul, empatando a partida.

Nos minutos finais, o Santos segurou a pressão mexicana e arrancou um empate fora de casa.

Diego salva Santos na altitude mexicana

Time fica duas vezes em desvantagem, reage e joga na Vila por vitória simples para ir à semifinal da Libertadores

Com gols de Renato e Diego, o Santos arrancou um empate em 2 a 2 ontem diante do Cruz Azul, no estádio Azteca, na Cidade do México, em jogo de ida das quartas-de-final da Libertadores-03.

Os times voltam a jogar na próxima quarta-feira na Vila Belmiro, com o Santos precisando de uma vitória simples -um novo empate leva aos pênaltis.
O vencedor enfrenta o ganhador da chave entre Grêmio e Independiente Medellín (COL), que fazem a primeira partida hoje.

Com o resultado, os santistas mantiveram a invencibilidade na Libertadores-2003 -são agora quatro vitórias e cinco empates.

Apesar da recepção como esquadrão comparável à equipe da época de Pelé e Coutinho, o Santos não correspondeu às expectativas no gramado, e o empate representou a um excelente placar para os brasileiros.

“Acabou sendo um bom resultado, porque saímos atrás duas vezes e buscamos a diferença”, disse ao final um ofegante Diego, mostrando que a altitude foi um rival a mais para os brasileiros.

O time se mostrou muito individualista, principalmente seu astro Robinho, mas também Diego abusou no primeiro tempo.

O técnico Emerson Leão observou isso e se mostrou irritado. “Estamos muito egoístas. Com mais passes, faríamos mais gols”, disse o treinador no intervalo.

Os dois times davam liberdade no meio-campo, mas formavam muralhas na entrada da área. Por isso, não é de estranhar que os gols no primeiro tempo saíssem em chutes de longa distância.

O veterano Palencia abriu o placar aos 17min, ao se livrar do zagueiro Alex e emendar um chute, de fora da área, direto para o ângulo direito de Júlio Sérgio.

O Santos aplicou a mesma receita para empatar a partida quatro minutos depois. A bola sobrou para o volante Renato na entrada da área. Ele chutou forte e cruzado, sem defesa para Pérez.

Alex e Elano também experimentaram de fora, levando perigo aos mexicanos, que responderam com Zepeda -ele mandou a bola no travessão brasileiro.
Os chutes potentes foram beneficiados pelo efeito pelo ar rarefeito da altitude de 2.300 m da Cidade do México.

Para o segundo tempo, além de trocar o calção preto pelo branco, o Santos veio com Nenê no lugar de Reginaldo Araújo, exigindo que Elano fosse à lateral direita.

E foi por esse setor que saiu o segundo gol mexicano. A bola cruzada da direita foi interceptada por Palencia para as redes.
Como fizera após o primeiro gol, a torcida no estádio Azteca gritava “olé” a cada passe dos atletas do Cruz Azul e vaiava bem alto cada toque dos visitantes.

Já o Santos insistia nos chutes de longe, seja com Diego, Elano ou André Luís. Aos 15min, Leão apostou em outra mudança, tirando um Robinho improdutivo e colocando pelo meia Fabiano para tirar espaço do rival.

O Cruz Azul, porém, continuava pressionando, com várias chances em jogadas pela direita.

Já o Santos tentava desorganizadamente o empate, que aconteceu aos 31min. O goleiro Pérez errou ao sair para disputar uma bola fora da área com William. A bola sobrou para Diego, que dominou e, da intermediária oponente, bateu por cobertura, superando o guarda-meta e um zagueiro.



Cruz Azul amedronta “o poderoso Santos” (Em 21/05/2003)

Recebido com fama de esquadrão no México, clube joga pelas quartas da Taça Libertadores e considera o empate bom

A julgar pela festiva recepção proporcionada por torcedores e pela imprensa mexicana, o Santos entrará em campo na condição de favorito para a partida de hoje, às 21h40, no estádio Azteca, contra o Cruz Azul, pelas quartas-de-final da Taça Libertadores-2003.

O time defenderá uma invencibilidade de oito partidas no torneio sul-americano (quatro vitórias e quatro empates). É o único que ainda não perdeu na competição -o Racing argentino também não sofreu derrota, mas foi eliminado na disputa de pênaltis pelo América de Cali (Colômbia).

Dezenas de torcedores em busca de autógrafos e várias equipes de TV aguardaram a chegada do Santos, na noite de anteontem, ao aeroporto da Cidade do México.

O mais assediado foi o atacante Robinho, classificado pelo “El Universal”, o principal jornal do país, como “o novo rei do futebol”. No diário “El Economista”, o campeão brasileiro foi qualificado como “o poderoso Santos”.

“Vamos enfrentar essa equipe como se Pelé ainda estivesse nela”, disse ao “El Sol de Mexico” o técnico Enrique Meza, resumindo o espírito de luta que, segundo ele, vai prevalecer no Cruz Azul.

O principal trunfo do time mexicano é atuar em casa, onde ainda não perdeu nos quatro jogos que fez nesta Libertadores.

Para o técnico Leão, o jogo será “perigoso” porque, segundo ele, embora novato em Libertadores, o futebol mexicano evoluiu mais nos últimos anos que o dos demais países latino-americanos.

“O México conservou o aguerrimento, a velocidade e acrescentou técnica. Se a seleção brasileira não consegue vencê-lo, alguma coisa tem de bom”, afirmou, em referência às quatro últimas partidas entre as duas seleções (duas vitórias mexicanas e dois empates).

Por isso, e apesar do favoritismo, os santistas se dizem satisfeitos se arrancarem um empate, já que o time tem problemas. Estará desfalcada de dois importantes jogadores, o goleiro Fábio Costa e o atacante Ricardo Oliveira -artilheiro da Libertadores, com nove gols-, ambos machucados.

Além disso, os efeitos da altitude de 2.300 metros da Cidade do México começaram a se manifestar ontem. O lateral Léo teve sangramentos no nariz e reclamou da dificuldade de respirar.

“Não perdendo, a possibilidade de a gente conquistar a vaga na Vila [Belmiro] será bem maior”, resumiu o meia Renato.


América-MEX 2 x 1 Santos

Data: 12/11/1991, terça-feira.
Competição: Amistoso
Local: Estádio Azteca, na Cidade do México, México.
Público: 4.000
Árbitro: Alfredo Gasso Pérez (MEX).
Gols: Edu Manga (13-1); Zaguinho (19-2) e Paulinho McLaren (25-2, de pênalti).

AMÉRICA (MEX)
Chávez; José Vaca, Dominguez, Cesilio e Juan Hernández; Córdoba, Santos, Edu Manga (Cañas) e Toninho; Zaguinho (Morales) e Antônio Carlos.
Técnico: Roberto “Monito” Rodríguez

SANTOS
Sérgio; Índio (Marcelo Veiga), Pedro Paulo, Luiz Carlos e Flavinho; Júnior, Zé Renato e Ranielli (Toninho Marques); Almir, Paulinho McLaren (Marcelo Passos) e Tato.
Técnico: Écio Pasca



Amistoso no México com 3 gols marcados por jogadores brasileiros.

Fonte: Jornal Folha de SP