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Vitória 0 x 1 Santos

Data: 05/10/2018, sexta-feira, 21h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 28ª rodada
Local: Estádio do Barradão, em Salvador, BA.
Público: 7.478 pagantes
Renda: R$ 57.716,00
Árbitro: Daniel Nobre Bins (RS)
Auxiliares: Mauricio Coelho Silva Penna e Michael Stanislau (RS).
Cartões amarelos: Ramon e Fabiano (V); Alison e Carlos Sánchez (S).
Cartão vermelho: Mauricio Cordeiro (V).
Gol: Carlos Sánchez (08-1).

VITÓRIA
Ronaldo; Jeferson, Ramon, Lucas Ribeiro e Fabiano; Willian Farias, Rodrigo Andrade (Maurício Cordeiro) e Yago (Lucas Fernandes); Erick (Wallyson), Rhayner e Léo Ceará.
Técnico: Carpegiani

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Dodô; Alison (Renato), Diego Pituca e Carlos Sánchez; Derlis González (Rodrygo), Bruno Henrique (Bryan Ruiz e Gabriel.
Técnico: Cuca



Santos vence o Vitória e fica mais perto de do G6 no Brasileirão

O Santos não brilhou, mas venceu o Vitória por 1 a 0 na noite desta sexta-feira, em Salvador, e ficou mais perto de entrar no G-6, zona de classificação para a Libertadores da América em 2019. O gol foi marcado por Carlos Sánchez, aos oito minutos.

Com os três pontos na Bahia, o Peixe agora é o sétimo colocado, com 39 pontos, seis atrás do Atlético-MG. O Vitória segue em 17º, com 29 pontos e na zona do rebaixamento.

O jogo

A proposta do Santos foi clara desde o primeiro minuto: se postar na defesa e buscar o contra-ataque. E deu certo. Já aos oito minutos, Yago errou na saída de bola, Dodô virou para Carlos Sánchez e o meia arriscou de fora da área. O chute desviou em Lucas Ribeiro e matou o goleiro Ronaldo.

O gol poderia ter dado tranquilidade para o Peixe, mas não foi assim: os visitantes não tiveram controle do jogo, que ficou aberto, e o Vitória teve chances para empatar, como no chute de Yago no travessão, aos 22 minutos.

Com espaços, o ataque santista alternou entre a lentidão e a displicência e desperdiçou oportunidades, principalmente com Gabigol. Aos 39, Diego Pituca lançou, Bruno Henrique ganhou pelo alto e o artilheiro do Campeonato Brasileiro, sozinho na entrada da área, demorou para reagir – tempo suficiente para Jeferson cortar.

O Vitória voltou melhor para o segundo tempo e, durante os 20 primeiros minutos, não viu o Santos atacar. Os donos da casa, porém, esbarraram na falta de criatividade no meio-campo.

Depois de sucessão de cruzamentos do Peixe entre os minutos 20 e 23, os baianos quase empataram. Aos 25, Alison desviou cruzamento para trás e o goleiro Vanderlei fez grande defesa. Na sequência, Lucas Fernandes fez fila e foi travado de forma providencial por Diego Pituca no momento da finalização.

Aos 36 minutos, Maurício Cordeiro deixou o braço em Diego Pituca e foi expulso. Mesmo assim, o Vitória não abdicou do ataque e buscou o gol até o fim – sem sucesso. O Santos, mesmo sem inspiração, garantiu os três pontos para levar na bagagem.

Bastidores – Santos TV:

Cuca valoriza vitória do Santos e faz apelo à CBF para ter Rodrygo

O Santos não teve uma atuação vistosa e Cuca sabe, mas o técnico valorizou demais os três pontos conquistados diante do Vitória na noite desta sexta-feira, em Salvador, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro.

“Tem que valorizar muito o resultado aqui. A dificuldade contra time que luta contra sair de baixo, da zona de rebaixamento… Vimos pouco antes o Internacional, na coliderança, passar dificuldade e perder para o Sport. Cada um tem uma luta, lutamos pela Libertadores e eles para permanecer na primeira divisão. Não dá para dizer qual luta é maior. Vitória teve bons momentos na partida, principalmente no segundo tempo, e soubemos valorizar a vitória parcial que foi até o final. Não fizemos grande jogo, mas suficiente para vencer e nesse momento do campeonato é o mais importante. Às vezes abdicamos de ter grande jogo e perder, como contra o Cruzeiro, em busca de jogo seguro, com menos riscos e buscando resultado. Fomos a 39 pontos, passamos o Cruzeiro com jogo a mais, quatro do Corinthians e um tempo atrás estávamos lá atrás. Temos que valorizar tudo que esses jogadores estão fazendo”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

O treinador ainda explicou a opção por Rodrygo no banco de reservas e fez um apelo à CBF pela liberação do atacante de amistosos contra o Chile pela seleção brasileira sub-20.

“Foi pensada, treinamos com Derlis, Rodrygo sentiu um pouco o adutor depois do jogo contra o Atlético-PR. Resolvemos deixá-lo fora para não perdê-lo contra o Corinthians. Preservamos para não perder contra o Corinthians, e aí não conseguimos liberação da seleção sub-20. Vamos ver. Vou sempre servir o melhor que eu posso a seleção, Felipão, Edu, Tite, mas eles precisam pensar na nossa luta pela Libertadores e a perda do Rodrygo. Faço o pedido e poderei ajudar com o maior prazer do mundo, mas peço bom senso nesse jogo para que ele fique nessa partida contra o Corinthians”, completou Cuca.

Carlos Sánchez e Derlis González foram liberados do Uruguai e Paraguai, respectivamente, e o Santos aguarda resposta pelo pedido feito à CBF nos próximos dias.

Bruno Henrique elogia Cuca e reforça sonho por Libertadores no Santos

Bruno Henrique enalteceu o trabalho do técnico Cuca após o triunfo do Santos por 1 a 0 sobre o Vitória na noite desta sexta-feira, em Salvador, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O atacante destacou a trajetória do treinador e apontou a confiança como fator preponderante para o Peixe sair da zona do rebaixamento e sonhar com voos mais altos.

“Cuca é um cara abençoado no futebol, que tem carreira linda, com títulos, então chegou para ajudar e levantar esse grupo, que precisava. Conseguiu fazer bom papel com cada um de nós”, disse o camisa 11, ao Premiere.

Os três pontos deixam o Santos na sétima colocação, com 39 pontos, seis atrás do Atlético-MG, primeira equipe na zona de classificação para a Libertadores. Vale lembrar que, dependendo do resultado dos brasileiros na Copa do Brasil e Libertadores, o G-6 pode virar G-7 e até G-8.

“Vitória é muito importante para seguirmos sonhando com a Libertadores. Vamos buscar cada ponto para chegarmos lá”, completou Bruno Henrique.


Vitória 0 x 2 Santos

Data: 21/06/2017, quarta-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 9ª rodada
Local: Estádio do Barradão, em Salvador, BA.
Público: 8.179 pagantes
Renda: R$ 112.189,00
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Auxiliares: Carlos Berkenbrock e Helton Nunes (ambos de SC).
Cartões amarelos: Neílton e Geferson (V); David Braz (S).
Gols: Copete (33-1) e Copete (31-2).

VITÓRIA
Fernando Miguel; Leandro Salino (Neílton), Kanu, Fred e Geferson; Willian Farias, Uillian Correia, Patric e Gabriel Xavier (Todinho); David (André Lima) e Kieza.
Técnico: Alexandre Gallo

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Jean Mota; Renato, Alison (Léo Cittadini) e Vitor Bueno (Rafael Longuine); Copete (Arthur Gomes), Bruno Henrique e Kayke.
Técnico: Levir Culpi




Apostando nos contra-ataques, Santos bate Vitória e encosta no topo do Brasileirão

Nos últimos dois anos, o torcedor do Santos se acostumou a ver um time mantendo a posse de bola e sempre buscando a troca de passes para alcançar as conquistas. Porém, esqueça isso no Peixe comandado por Levir Culpi. Pelo menos foi isso que os santistas acompanharam nesta quarta-feira, diante do Vitória, no Barradão. Apostando bastante nos contra-ataques rápidos, o Alvinegro Praiano contou com a inspiração dos velozes Copete, com dois gols, e Bruno Henrique, com duas assistências, para conquistar o triunfo por 2 a 0 e embalar no Campeonato Brasileiro.

Com a vitória, o alvinegro chegou aos 16 pontos, assumiu a terceira colocação e colou nos líderes Grêmio (19) e Corinthians (20). Já o Leão, por sua vez, teve sua sequência de ter jogos sem derrota, estacionou nos oito pontos e pode terminar a rodada na zona de rebaixamento.

O jogo

O duelo até começou equilibrado no Barradão. Jogando em casa, o Vitória tentava sair jogando, enquanto o Santos postava-se no campo de defesa, esperando por um bom contra-ataque. E ele veio aos 16 minutos. Em velocidade, Vitor Bueno deu belo passe entre os zagueiros para Copete. O colombiano ficou na frente de Fernando Miguel, mas não conseguiu descolar o goleiro e a bola foi para escanteio.

Após a cobrança, Bueno pegou a sobra do lado esquerdo e cruzou para Lucas Veríssimo. O zagueiro testou firme e a redonda tirando tinta da trave do Leão.

O Vitória respondeu aos 20 minutos. A jogada até parecia perdida. Porém, uma verdadeira lambança de Alison, que fazia sua estreia em 2017, quase fez os baianos abrirem o placar no Barradão. Após cruzamento de David, o volante furou e Kieza bateu firme. Vanderlei salvou no reflexo. No rebote, o substituto de Thiago Maia tentou afastar, mas chutou em cima de Lucas Veríssimo e a bola quase entrou no gol.

Apostando na velocidade, o Santos não se intimidou com a chance desperdiçada pelo Leão e chegou com perigo mais uma vez. Aos 29, Copete recebeu pelo lado esquerdo e mandou para Bruno Henrique. Livre na área, atacante mandou para fora.

Quatro minutos depois, porém, a velocidade da dupla de pontas do Peixe foi fatal. Bruno Henrique roubou a bola na direita, avançou por todo o gramado e tocou para Copete na entrada da área. E se o companheiro de ataque desperdiçou grande oportunidade momentos antes, o colombiano teve categoria para bater de chapa e abrir o placar no Barradão.

Assim como na primeira etapa, o Santos voltou do intervalo recuado e apostando nos contra-ataques. O único problema é que o Vitória, atrás no marcador, retornou com Neílton no lugar de Leandro Salino e partiu com tudo em busca do empate.

Aos 4 minutos, Geferson tentou um cruzamento da esquerda, mas acabou mandando direto para o gol. Vanderlei, no reflexo, afastou a bola. Na jogada seguinte, Uillian Correia mandou uma bomba da entrada da área e assustou o goleiro santista.

A pressão dos donos da casa continuou. Aos 13, Neílton foi derrubado por David Braz dentro da área. O jogadores do Leão reclamaram muito de pênalti, mas a arbitragem mandou seguir.

Na sequência do lance, novamente apostando nos contra-ataques, Bruno Henrique recebeu de Vitor Bueno e só parou no goleiro Fernando Miguel.

O segundo tempo inteiro seguiu nessa toada, com o Vitória se lançando ao ataque e o Santos buscando o gol em um contragolpe. E quando parecia que o Leão chegaria ao empate, o Peixe conseguiu a tão esperada jogada para ‘matar’ o jogo.

Aos 31 minutos, Bruno Henrique ganhou do zagueiro Fred no lado direito e tocou para Copete. Completamente livre, o colombiano teve tempo para dominar e empurrar para o fundo das redes, marcando o segundo dele no jogo, o quinto em três jogos contra o time baiano.

Com o 2 a 0 no placar, o Vitória praticamente se entregou em campo e o Santos apenas administrou o resultado nos minutos finais. No último lance, ainda

Decisivo contra o Vitória, Copete impressiona Levir: “É uma arma”

Nada melhor que o Vitória para pulverizar a seca de gols de Copete. Sem marcar desde o dia 26 de abril, no triunfo sobre o Paysandu, o colombiano reencontrou o caminho das redes justamente contra seu adversário favorito. Com os dois tentos desta quarta-feira, o atacante ajudou o Peixe a vencer por 2 a 0, no Barradão, e alcançar a terceira colocação do Campeonato Brasileiro.

Além disso, Copete ainda chegou a marca de cinco gols em apenas três jogos contra o Leão. E para completar a noite praticamente perfeita, o colombiano ainda foi bastante elogiado pelo técnico Levir Culpi.

“Ele está me impressionando muito. É velocista e também é finalizador. Tem sido importante na bola parada, pois também cabeceia muito bem. Ele é uma arma muito legal que a gente tem”, explicou o comandante em entrevista coletiva após o triunfo.

“Graças a Deus pude marcar gols importantes. O time atuou muito bem, fez partida excelente e conseguimos os três pontos. Temos um grupo muito fechado, que vem fazendo as coisas pouco a pouco, tratando todos os jogos como uma final”, disse Copete na saída do gramado.

‘Garçom’ contra o Vitória, Bruno Henrique diz: “Prefiro dar passes”

Desde a época de Dorival Júnior no comando, Bruno Henrique já vinha se destacando como um dos melhores do Santos. Rápido e incisivo, o atacante se acostumou a ser o jogadores mais acionado pela equipe. Porém, o jovem de 26 anos tem mostrado dificuldades para finalizar ao gol. Nesta quarta-feira, no triunfo por 2 a 0 sobre o Vitória, em Salvador, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro, o atleta novamente sofreu com as chances perdidas, mas compensou com duas assistências para Copete marcar.

“A imprensa me perguntou se eu precisava finalizar mais. Eu preciso sim, afinal, atacante vive de gols. Mas tenho mais facilidade em dar passe do que fazer gols. No Wolfsburg foi assim. Quando joguei na Champions contra o Real eu fui bem, mas por dar assistências”, disse Bruno Henrique na saída do gramado.

Com as duas de hoje, o atacante do Peixe chegou ao número de cinco passes para gol em 27 jogos disputados na temporada.

“Sabíamos que eles (o Vitória) viriam para cima. É normal fazer um jogo como esse dentro de casa e esperar pelo contra-ataque. Com a gente não foi diferente. Eu e Copete temos muita velocidade e isso causa muito estrago na defesa dos times adversários. E hoje não foi diferente e conseguimos um bom resultado no Barradão”, concluiu Bruno Henrique.

Após triunfo, Levir ainda vê erros no Santos e diz: “Tenho feito muito pouco”

Com Dorival Júnior, o Santos vinha sendo alvo de críticas pela torcida e flertava com a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Após o anúncio de Levir Culpi, porém, o Peixe embalou na competição nacional, conseguindo três triunfos em três em quatro jogos e alcançando a terceira colocação, com 16 pontos.

Nesta quarta-feira, foi a vez do Vitória ser a vítima deste ‘novo Santos’. Apostando na velocidade e nos contra-ataques, o alvinegro saiu do Barradão com 2 a 0 no placar. Apesar da boa sequência, Levir ainda acredita que a equipe vem cometendo muitos erros. Além disso, o novo comandante não se vê com méritos pelos triunfos santistas.

“O resultado foi justo, mas olhando pelos erros que cometemos, ainda existe uma distância muito grande para melhorarmos. O time é bom. Joga bem, mas a gente pode melhorar muito. Nós queremos conquistar os títulos. Eu tenho feito muito pouco. Tenho me apoiado mais na comissão técnica e nos jogadores do que tomando decisões”, disse em entrevista coletiva.

Mesmo mantendo a cautela, Levir vê o time ganhando confiança e já admite que o Santos tem condições de conquistar o Brasileirão.

“Os jogos estão afunilando, ainda não é momento decisivo, principalmente no Brasileiro, mas nós estamos pontuando bem, e isso dá um ânimo, confiança e pesa muito no futebol. Eu acho que todos os times do Brasil estão no mesmo nível, claro q no final do campeonato são os que estiverem em ritmo melhor, e eu coloco entre eles o Santos”, concluiu.


Vitória 2 x 3 Santos

Data: 24/07/2016, sábado, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 16ª rodada
Local: Estádio Barradão, em Salvador, BA.
Público: 9.244 pagantes
Renda: R$ 139.965,00
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PA)
Auxiliares: Guilherme Dias Camilo e Celso Luiz da Silva (MG).
Cartões amarelos: José Welison, Willian Farias e Dagoberto (V); Ricardo Oliveira e Gustavo Henrique (S).
Gols: Vitor Bueno (20-1), Kanu (30-1), Copete (32-1); Vander (26-2) e Jean Mota (37-2).

VITÓRIA
Caíque; Diego Renan, Victor Ramos, Kanu e Euller; Willian Farias (Tiago Real), José Welison e Serginho (Cárdenas); Dagoberto (Ramallo), Vander e Kieza.
Técnico: Vágner Mancini

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Caju; Renato, Léo Cittadini (Jean Mota) e Lucas Lima (Fernando Medeiros); Vitor Bueno, Copete e Ricardo Oliveira (Rodrigão).
Técnico: Dorival Junior



Dupla Copete-Bueno decide e Peixe conquista grande vitória em Salvador

O Santos foi até Salvador na noite deste domingo e conseguiu um importante triunfo sobre o Vitória, no Barradão, em duelo válido pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. Contando com grande atuação da dupla Copete e Vitor Bueno, cada um com um gol e ambos com participação decisiva no outro, anotado por Jean Mota, os santistas conseguiram o 3 a 2 sobre os baianos. Kanu e Vander anotaram para os donos da casa.

Com o resultado, o Peixe agora fecha o G4 e cola nos líderes da competição, alcançando aos 29 pontos, um a menos do que Grêmio e Corinthians, e três abaixo do líder Palmeiras. Foi a terceira vitória da equipe jogando como visitante na competição, marco importante para os paulistas. O Vitória, por sua vez, estaciona nos 19 pontos, no meio da tabela.

O jogo

Copete desceu pelo lado esquerdo, Caju fez a ultrapassagem, mas o meio-campista resolveu fazer o cruzamento para a área. Vitor Bueno apareceu em boa condição, contou com a falha do lateral esquerdo Euller, que furou o corte, e, já na pequena área, tocou por cima do goleiro Caíque para abrir o placar, aos 20 minutos.

O Peixe poderia ter aumentado logo na sequência. Ricardo Oliveira aproveitou erro de Victor Ramos, recebeu passe de Vitor Bueno no campo de ataque e ficou no mano a mano com Kanu já na intermediária. Com calma, conduziu até dentro da área, limpou para o pé esquerdo e tentou driblar Caíque, mas o arqueiro saiu bem do gol e fez a defesa.

Com sérias dificuldades de criação, os donos da casa viram na bola aérea a chance de vazar o rival. Mesmo só chegando nessas tentativas isoladas, os rubro-negros conseguiram o empate. Ele veio dez minutos depois do tento santista, quando Kanu subiu muito mais alto do que Caju, já quase na pequena área, e cabeceou forte. Vanderlei ainda tocou na bola, mas não evitou o gol.

Quando parecia que o jogo ficaria complicado para o Santos, os visitantes aproveitaram-se da esperteza do seu craque para retomar a dianteira do placar. Lucas Lima sofreu falta e, enquanto o juiz conversava com o técnico Dorival Júnior, viu Caju passar livre pela esquerda e cobrou rapidamente para o defensor, que cruzou e deixou Copete livre para cabecear no contrapé de Caíque.

O segundo tempo transcorreu sem grandes lances de emoção até os 15 minutos, principalmente por conta da defesa bem postada dos alvinegros. Faltou ao Peixe, porém, aproveitar-se do espaço que tinha para contra-ataques, principalmente com Copete, pelo lado esquerdo. Sem ampliar a vantagem, a equipe paulista caiu muito de rendimento quando Ricardo Oliveira saiu para a entrada de Rodrigão.

Chegando ainda sem muita força, o time da casa conseguiu o empate com a mesma receita utilizada no 1 a 1. Caju deu muito espaço na lateral esquerda e Diego Renan conseguiu o cruzamento. Kieza foi muito bem e, mesmo mais baixo que Luiz Felipe, ganhou no alto do zagueiro, desviando a bola e deixando Vander livre, cara a cara com Vanderlei. Mostrando calma, o garoto esperou a saída de Vanderlei e tocou rasteiro para o gol.

A igualdade fez melhorar bastante o time do Vitória, empurrado pelo “vamos vira, Nêgo” entoado pela torcida na arquibancada. O terceiro quase veio em novo lance construído pelo lado direito, com Diego Renan. O defensor chegou à linha de fundo e cruzou na medida para Cárdenas. O armador cabeceou no contrapé de Vanderlei, que praticou excelente defesa.

O panorama desfavorável parecia trágico para o Peixe quando Lucas Lima sentiu lesão na coxa esquerda e pediu para sair, mas a dupla Copete e Vitor Bueno novamente mostrou-se efetiva. O colombiano recebeu pela esquerda, cruzou forte e, em cima da linha de fundo, Bueno conseguiu ajeitar para trás. Jean Mota, que acabara de entrar, chegou chutando forte e deu aos santistas o triunfo.

Santos TV – Bastidores:

Herói, Jean Mota celebra triunfo após tropeços do “pessoal da frente”

O torcedor santista temeu pelo pior ao ver Lucas Lima saindo de campo quando Lucas Lima sentiu lesão na coxa direita e deixou o gramado aos 25 minutos do segundo tempo da partida contra o Vitória, que acabara de empatar em 2 a 2. Foi aí, porém, que Jean Mota, outro meia armador e herói improvável da noite de Salvador, entrou em campo e apareceu para concluir jogada de Copete e Vitor Bueno, fazendo o 3 a 2.

Ainda que não tenha sido o escolhido para substituir Lucas (o volante Fernando Medeiros foi quem entrou), já que Dorival só o colocou dez minutos depois, no lugar de Léo Cittadini, Mota fez a mesma função do titular quando entrou.

“A gente sabia da importância desse jogo, sabíamos que o pessoal da frente tinha tropeçado e que era de suma importância vencer aqui”, observou o jovem atleta, que realizou apenas seu terceiro jogo com a camisa do Peixe, e só teve o trabalho de completar passe de Vitor Bueno para marcar pela primeira vez com a camisa alvinegra.

Autor do cruzamento no terceiro gol, o colombiano Jonathan Copete também celebrou o triunfo conquistado em Salvador. Além da participação no tento da vitória, ele ainda contribuiu com uma assistência e um gol no primeiro tempo.

“Graças a Deus, que me dá a oportunidade de estar aqui com o Santos, com grandes jogadores, e conseguindo melhorar ainda mais a cada jogo. Aqui tento fazer o meu melhor para conseguir grandes coisas e fazer história no Santos”, comentou o atacante.

Lucas Lima sente lesão na coxa, pede para sair e preocupa Dorival

O meia Lucas Lima pode ser mais um desfalque do Santos para a sequência do Campeonato Brasileiro. Antes especulado em clubes da Europa e sem a garantia de que ficaria no clube até o final do ano, o armador virou preocupação depois de sair no segundo tempo do jogo contra o Vitória por conta de dores na coxa direita.

“Ele (Lucas) pediu para sair e vamos analisar. Está com dificuldade, ontem (sábado) ele já estava, e o departamento médico me deixou ciente da situação”, comentou o treinador, que disse ter escalado o camisa 10 após conversar com ele para saber sua condição física.

“Acredito na palavra do atleta e vamos até onde dá. Enquanto ele me passar confiança, é natural que jogue. Ele mais do que ninguém pode mensurar a dor. E é natural que o atleta queira estar sempre em condições de atuar”, concluiu o comandante.

O treinador já sabe que não poderá ter o volante Thiago Maia, o lateral esquerdo Zeca e o atacante Gabriel, todos cedidos para a Seleção Olímpica. O próximo jogo da equipe será quarta-feira, contra o Gama, na Vila Belmiro, valendo vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil. O primeiro duelo terminou 0 a 0, na casa do adversário, o que dá ao Peixe a condição de, com uma vitória simples, avançar.

Fernando Medeiros enfrenta irmão e ganha aposta “secreta” com triunfo

O volante Fernando Medeiros, que substituiu Lucas Lima no segundo tempo da vitória santista por 3 a 2 no estádio Barradão, viveu uma situação curiosa na noite deste domingo. Além do triunfo fora de casa, ele pôde encarar a equipe do seu irmão gêmeo, Flávio Medeiros, do qual ganhou uma aposta feita antes da partida.

“Acabei me dando bem (risos)”, disse o jogador, em entrevista ao Sportv, concedida lado a lado com o gêmeo. Flávio, porém, não saiu do banco de reservas, reclamando de não poder mudar a história da aposta. “É, infelizmente acabamos perdendo o jogo, não era o resultado que esperávamos, mas é uma emoção jogar contra o meu irmão”, disse o rubro-negro.

Mesmo reconhecendo que haviam apostado, os dois não quiseram revelar o que estava em jogo; “Vai ter que me pagar 30 acarajés”, brincou Fernando. “Fica entre nós, né? Sempre conversamos pelo celular, aplicativos, internet. É legal ter esse contato ao vivo de vez em quando também”, completou Flávio.

Ambos estavam na base do Santos até o ano passado, quando Flávio resolveu tentar a sorte no time de Salvador. Fernando, por sua vez, é visto como uma das maiores promessas recentes do Peixe e foi promovido pelo técnico Dorival Júnior no ano passado.

Jogos inesquecíveis


Vitória 0 x 1 Santos

Data: 07/12/2014, domingo, 17h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 38ª rodada (última)
Local: Estádio do Barradão, em Salvador, BA.
Público: 8.326 pagantes
Renda: R$ 57.520,00
Árbitro: Anderson Daronco (RS-ASP-FIFA).
Assistentes: Fabio Pereira (TO-FIFA) e Rafael da Silva Alves (RS-ASP-FIFA).
Cartões amarelos: Alison, Cicinho e Aranha (S).
Gol: Thiago Ribeiro (48-2).

VITÓRIA
Gatito Fernandéz; Ayrton, Kadu, Ednei e Richarlyson; José Welison, Neto Coruja, Cáceres (Willie) e Marcinho (Juan); Vinícius (Beltrán) e Edno.
Técnico: Ney Franco

SANTOS
Aranha, Daniel Guedes (Serginho), Neto (Edu Dracena), David Braz e Caju; Alison, Renato (Alan Santos) e Lucas Lima; Thiago Ribeiro, Gabriel (Cicinho) e Leandro Damião.
Técnico: Enderson Moreira


Santos bate Vitória no Barradão e garante Palmeiras na Série A

Como o Palmeiras ficou apenas no 1 a 1 com Atlético-PR, em São Paulo, o Vitória precisava apenas ganhar em sua casa para se livrar do rebaixamento, mas perdeu por 1 a 0

A rivalidade histórica entre Santos e Palmeiras foi deixada de lado neste domingo e o Peixe, que já não tinha o que almejar no Campeonato Brasileiro , venceu por 1 a 0, no estádio do Barradão, em Salvador, em duelo válido pela 38ª e última rodada da competição, e segurou, assim, o Verdão na Série A. Como o Palmeiras ficou apenas no 1 a 1 com o Atlético-PR, em São Paulo, o Vitória precisava apenas vencer em sua casa para se livrar do rebaixamento, mas o time errou demais, criou poucas chances e não teve forças para se manter na elite do futebol nacional.

Na tabela de classificação, o Vitória acabou com 38 pontos, em 17º lugar, enquanto o time de Vila Belmiro fechou o ano em 9º, com 53 pontos marcados.

O jogo

Apesar de apenas cumprir tabela, o Santos começou melhor a partida deste domingo, no Barradão. Logo aos 3 minutos, Gabriel cruzou para

Aos 9, Airton soltou uma bomba de fora da área e viu Aranha espalmar para escanteio. Na sequência, Marcinho arriscou chute cruzado, mas a bola foi direto pela linha de fundo. Mas a torcida do Vitória fez festa mesmo foi gol o anúncio do gol do Atlético-PR em cima do Palmeiras. Porém, dois minutos depois o alto-falante também anunciou o gol do Bahia em cima do Coritiba e voltou a calar o Barradão.

Com o rubro-negro baiano dando muito espaço, o Peixe chegava com facilidade. Aos 16, Damião fez o pivô e Gabriel acertou a trave, cara a cara.

Na segunda etapa, a única mudança foi o empate o Coxa com o Bahia, em Curitiba. Mesmo precisando apenas de um gol para escapar do rebaixamento e se manter na Série A, já que o empate no Allianz Parque lhe favorecia, o Vitória não encontra forças, muitos jogadores acusaram cansaço, se arrastaram em campo e pouco criaram chances perigosas. O goleiro Aranha praticamente não foi exigido.

Por outro lado, o Santos jogava apenas por profissionalismo, encaixou na segunda etapa, um ataque com Leandro Damião, que saiu frente a frente com o goleiro, mas novamente não aproveitou a chance.

O único gol do jogo saiu já nos acréscimos, quando o alvinegro praiano teve muito espaço e soube aproveitar. Caju fez a assistência e Thiago Ribeiro bateu para marcar. Com isso, O Vitória volta a disputar a Série B do Brasileirão no próximo ano, enquanto o Santos entra de férias de olhos nas eleições presidenciais do próximo sábado.

Abaixo o momento emocionante para os palmeirenses do gol de Thiago Ribeiro, onde o alviverde escapou do terceiro rebaixamento em 12 anos (2002, 2012 e 2014).





Palmeiras 1 x 1 Atlético-PR

Data: 07/12/2014, domingo, 17h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 38ª rodada (última)
Local: Allianz Parque, em São Paulo, SP.
Público: 33.151 pagantes
Renda: R$ 2.976.260,00
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS)
Assistentes: Marcelo Bertanha Barison e Jose Antônio Chaves Franco Filho (ambos do RS).
Assistentes adicionais: Francisco de Paula dos Santos Silva Neto e Diego Almeida Real (ambos do RS).
Cartões amarelos: Cristaldo (P) e Dráusio (A).
Gols: Ricardo Silva (09-1) e Henrique (20-1, de pênalti).

PALMEIRAS
Fernando Prass; João Pedro, Nathan (Victorino), Lúcio e Victor Luis; Gabriel Dias, Renato, Wesley (Cristaldo) e Valdivia; Mazinho (Mouche) e Henrique Dourado.
Técnico: Dorival Júnior

ATLÉTICO-PR
Weverton; Mário Sérgio, Dráusio, Ricardo Silva e Olaza; Otávio; Paulinho Dias, Nathan (Matteus), Marcos Guilherme; Coutinho e Dellatorre (Pedro Paulo).
Técnico: Claudinei Oliveira


Foi sorte! Palmeiras empata e segue na Série A graças aos resultados dos rivais

Mesmo jogando em casa, time de Dorival Júnior não conseguiu vencer e ficou apenas no 1 a 1 com o Atlético-PR

Foi com emoção. O Palmeiras só dependia dele para assegurar permnência na Série A do Campeonato Brasileiro. Mas quem disse que essa tarefa seria fácil de ser cumprida? Mesmo empurrado por mais de 33 mil torcedores, o time alviverde foi mais na raça do que na técnica para seguir na elite e garantir o empate por 1 a 1 com o Atlético-PR , neste domingo, no Allianz Parque.

Por oito minutos e 1 a 0 contra no placar, o Palmeiras se viu na zona de rebaixamento e acumulando a terceira queda em sua história. O artilheiro Henrique, de pênalti, aliviou a tensão com um gol de pênalti.

Não foi por competência, mas o Palmeiras se salvou de mais uma queda por conta da vitória por 1 a 0 do Santos sobre o Vitória , no Barradão, e a virada do Coritiba por 3 a 2 contra o Bahia . A mentalidade precisa mudar, ou 2015 será novamente um ano de sofrimento. Com os resultados da rodada, os dois representantes da Bahia na elite estão rebaixados para a segunda divisão.

O jogo

Para o jogo que custava a permanência do Palmeiras na elite do futebol brasileiro, o técnico Dorival Junior não repetiu a escalação do time, mais uma vez, e surpreendeu ao colocar o jovem zagueiro Gabriel Dias improvisado no meio de campo e Victor Luis de volta à posição de origem, na lateral esquerda. As mudanças tinham um único propósito: vencer.

Com o Atlético-PR recheado de reservas, a missão parecia ser fácil. Mas na prática….O Atlético-PR diminuia com eficiência os espaços do Palmeiras e demonstrava perigo, sobretudo quando a bola passava pelos pés de Dellatorre. Era o prenúncio do balde de água fria.

Aos nove minutos, Dellatorre fintou Lúcio e arriscou o chute. Fernando Prass espalmou e, no rebote, Gabriel Dias tirou em cima da linha o gol que seria de Douglas Coutinho. Na sequência, nem as preces que se concentravam nas arquibancadas foram suficientes para evitar o gol dos visitantes. Após cobrança de escanteio pelo lado esquerdo, Ricardo Silva subiu mais do que Lúcio e colocou a bola para o fundo das redes.

Com a desvantagem no placar, a vida do Palmeiras passou a complicar ainda mais. Dois minutos depois, o Bahia abriu o placar contra o Coritiba, no Couto Pereira, e colocou o Palmeiras na zona de rebaixamento. A partir daí, o cronônometro dos telões do Allianz Parque foram retirados e a torcida cantava cada vez mais alto na intenção de afastar a apreensão que os poucos tomava conta. E o nervosismo não estava restrito somente à torcida. O time de Dorival Júnior demonstrava dificuldade para chegar à meta de Weverton. Aos 18 minutos, Gabriel Dias chutou, e Dráusio com o braço afastou. O árbitro Leandro Vuaden foi avisado pelo assistente adicional e assinalou o pênalti. Na cobrança, Henrique bateu com categoria e igualou o placar. Gol do artilheiro e o primeiro do Palmeiras no novo estádio.

Naquela altura, o Bahia vencia por 2 a 0 e pressionava ainda mais o Palmeiras, mesmo não o ultrapassando com o empate em São Paulo. Valdivia, que mesmo não estando 100% recuperado de um edema na coxa esquerda, virou uma a esperança e era a cada coro mais aclamado pelos torcedores. A liderança dentro de campo era nítida. Embora se esforçasse para mostrar o melhor caminho para os companheiros, eles pareciam barrados pela limitação técnica. Renato bem que tentou, mas o placar continuou inalterado no fim da primeira etapa.

Na volta do intervalo, o Palmeiras continuou com a mesma formação. Mas bastaram sete minutos para Dorival mudar de ideia e colocar o atacante argentino Cristaldo no lugar de Wesley. O volante, que tem contrato até fevereiro de 2015, foi muito insultado na saída do gramado. Nathan, que estava bem no jogo, se machucou e precisou ser substituído por Victorino.

Com a nova composição, o Palmeiras não esboçava reação. A melhor oportunidade foi aos 23 minutos, quando Valdivia deu um belo passe para Cristaldo, que chutou e viu Weverton desviar de peito. E aí foi uma chance atrás da outra desperdiçada. O ataque não funcionou, e jogo terminou em 1 a 1. No fim, a torcida xingou o presidente Paulo Nobre e criticou muito os jogadores do elenco.

No Palestra, torcida vibra com gol santista e xinga Nobre e Palmeiras

Equipe apenas empatou com o Atlético-PR em casa e se salvou do rebaixamento porque o Vitória foi derrotado pelo Santos

O último ato da torcida do Palmeiras no ano de seu centenário foi comemorando o gol de um rival paulista. Quando Thiago Ribeiro marcou o gol da vitória do Santos, nos acréscimos diante do Bahia, em Salvador, os palmeirenses vibraram e se abraçaram. A vaga na primeira divisão do Brasileiro estava garantida, apesar do time e de Paulo Nobre.

Ao fim do empate por 1 a 1 com o Atlético-PR, que deixava o Palmeiras dependendo que o Vitória não vencesse, a torcida deixou de apoiar como fez ao longo dos 90 minutos. Primeiramente, vaiaram e, depois, gritavam que “time sem vergonha”. O alvo pessoal era Nobre.

“O Paulo Nobre, seu imbecil, pega esse time e vai para a p… que o pariu”, gritavam, ainda reclamando que o presidente acabou com o centenário do clube. De seu camarote, Nobre ouvia tudo acompanhando o duelo entre Santos e Vitória.

Com a derrota dos baianos e a confirmação do Palmeiras na elite, o torcedor parou de xingar por alguns minutos para cantar que Valdivia, um dos poucos que ficou em campo e que atuou sem condições físicas por conta de dores na coxa esquerda, “é um terror”. Só o chileno pareceu ser poupado.

Durante a partida, a torcida pegou no pé apenas de Lúcio, dono de atuação desastrosa, e Wesley, xingado desde antes do apito inicial por conta de sua dificuldade para renovar com o clube. Felipe Menezes, Juninho e Diogo, que não saíram do banco, também foram vaiados ao serem anunciados pelo sistema de som.

Acompanhe os momentos finais, o alívio dos torcedores e o desabafo dos jogadores palmeirenses.

Vitória 2 x 0 Santos

Data: 17/11/2013, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 35ª rodada
Local: Estádio Manoel Barradas (Barradão), em Salvador, BA.
Público: 13.738 pagantes
Renda: R$ 152.557,00
Árbitro: Sandro Meira Ricci (Fifa-PE)
Auxiliares: Elan Vieira de Souza e Albino Andrade Albert Junior (ambos do PE).
Cartões amarelos: Kadu (V); Alison, Emerson Palmieri e Bruno Peres (S).
Gols: Dinei (20-1) e Maxi (38-2).

VITÓRIA
Wilson; Ayrton, Victor Ramos, Kadu e Juan; Marcelo (Michel), Luís Cáceres e Escudero; Marquinhos (Danilo Tarracha), Dinei e William Henrique (Maxi Biancucchi).
Técnico: Ney Franco

SANTOS
Aranha; Bruno Peres (Cicinho), Edu Dracena, Gustavo Henrique e Emerson Palmieri; Alison (Willian José), Arouca, Cícero e Montillo; Geuvânio (Gabriel) e Thiago Ribeiro.
Técnico: Claudinei Oliveira



Vitória bate Santos no Barradão e mantém sonho vivo do G-4

O Vitória recebeu o Santos neste domingo, no Barradão, em Salvador, e derrotou o time alvinegro por 2 a 0. Concorrentes diretos na briga pelo G-4 na tabela do Campeonato Brasileiro, a equipe rubro-negra chegou aos 54 pontos e o sexto lugar, e agora está a apenas três pontos do último classificado para a Libertadores, o Grêmio.

Já a equipe do técnico Claudinei Oliveira, que vinha de uma vitória por 3 a 0 contra o Bahia na última quinta-feira, se distanciou ainda mais da zona de classificação e não tem mais chances de ir à Libertadores, permanecendo com 48 pontos e o 10º lugar. Com 72% da posse de bola, os anfitriões entraram em campo visivelmente superiores aos adversários, abrindo o marcador aos 21 minutos com Dinei, que recebeu de Escudero e mandou direto para o fundo das redes do goleiro Aranha.

Com a vantagem, o Vitória manteve o placar até o final da primeira etapa fechando a zaga e bloqueando as tentativas de ataque dos visitantes. Com uma segunda etapa pouco movimentada por parte do Santos, o Vitória pressionou mas só conseguiu ampliar a vantagem aos 38 minutos, com Maximiliano Biancucchi, que recebeu de Juan e selou a conquista que mantém vivo o sonho do time rubro-negro de classificação.

O jogo:

O Santos partiu para cima assim que a bola rolou e chegou com perigo no primeiro minuto da partida. Thiago Ribeiro roubou bola de Ayrton na esquerda e cruzou no segundo poste. Geuvênio apenas escorou para trás e Cícero bateu de primeira à esquerda de Wilson.

A resposta do Vitória saiu aos sete minutos. Juan entortou Bruno Peres na linha de fundo e tocou para William Henrique na grande área. O garoto adiantou demais a bola, mas acabou servindo de garçom para Ayrton chegar batendo. A bola inda desviou na defesa e quase encobriu Aranha. A partir dos 12 minutos, o jogo parecia ter desandado para os donos da casa.

Primeiro o rápido volante Marcelo sentiu lesão na coxa e deu lugar ao experiente Michel. Com o meio de campo mais pesado, os baianos não conseguiram segurar contra-ataque santista e a bola sobrou para Thiago Ribeiro. O camisa 9 entrou na área, deixou dois marcadores no chão e, mesmo com Wilson vendido, isolou.

O Vitória, então, decidiu não brincar com o azar e emplacou seu toque de bola em velocidade para abrir o placar no Barradão. Marquinhos recebeu na ponta direita e virou de trivela para Escudero na grande área. O argentino matou no peito já tirando a marcação de Bruno Peres e apenas rolou para Dinei estufar as redes. No lance seguinte, o centroavante quase ampliou em chute de longe.

Em desvantagem, o Santos passou a correr atrás do prejuízo e por pouco não empatou em finalização colocada de Thiago Ribeiro. Na sequência, Alison tentou cruzar, a bola caiu nas costas de Wilson e o goleiro teve de se esticar para espalmar. E para corrigir as falhas defensivas pela direita, Claudinei Oliveira sacou o amarelado Bruno Peres para a entrada de Cicinho.

Já Ney Franco foi mais uma vez obrigado a mexer no time por lesão. Marquinhos pediu para sair e o técnico lançou Danilo Tarracha na esquerda, com Juan passando a atuar como meia. As mudanças não melhoraram as equipes e o jogo caiu de qualidade significativamente no segundo tempo.

Melhor para o Vitória, que apenas administrava o jogo até ser coroado com o segundo gol. Aranha saiu mal do gol e a bola sobrou na esquerda para Cáceres. O volante inverteu na ponta direita para Maxi Biancucchi, que entrou na vaga de William Henrique. O argentino entortou dois marcadores e soltou balaço no ângulo para desencantar após longo período lesionado e fechar o placar.