Navegando Posts marcados como Benedito Teixeira


Vídeos: (1) Gols e (2) melhores momentos.

Santos 2 x 1 Red Bull Brasil

Data: 08/02/2015, domingo, 19h30.
Competição: Campeonato Paulista – 3ª rodada
Local: Estádio Benedito Teixeira, em São José do Rio Preto, SP.
Público: 8.158 pagantes
Renda: R$ 289.635,00
Árbitro: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral
Auxiliares: Fabricio Porfirio de Moura e Mauro André de Freitas
Cartões amarelos: Juninho, Everton Silva e Jonas (RB) e Cicinho e Alison (S).
Cartão vermelho: Cicinho (S).
Gols: Fabiano Eller (03-1, contra), Edmílson (45-1) e Ricardo Oliveira (47-1).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz (Cicinho), Werley, David Braz e Chiquinho; Alison, Renato e Lucas Lima; Geuvânio, Thiago Ribeiro (Elano) e Ricardo Oliveira (Lucas Crispim).
Técnico: Enderson Moreira

RED BULL BRASIL
Juninho; Jonas (Everton Silva), Anderson Marques, Fabiano Eller e Romário; Andrade (Gustavo Scarpa), Jocinei, Wilson Júnior (Richely) e Lulinha; Raul, Edmílson.
Técnico: Maurício Barbieri



Santos não brilha, mas Ricardo Oliveira marca seu 1º gol e equipe vence no “Peixeirão”

No retorno ao palco do título brasileiro de 2004, o Santos não decepcionou o público fanático presente e venceu o Red Bull Brasil por 2 a 1, com gols de Geuvânio (com ajuda de Fabiano Eller) e Ricardo Oliveira – esse foi o primeiro gol do camisa 9 em partida oficial desde seu retorno. Edmílson descontou para o RB. A partida no Benedito Teixeira, em São José do Rio Preto, marcou a estreia do goleiro Vanderlei e do zagueiro Werley. Ambos se descataram no setor defensivo do Peixe nesta terceira rodada do Campeonato Paulista.

Cicinho, que entrou no decorrer da partida no lugar de Victor Ferraz, deixou o Santos com um a menos no fim da partida. Enderson Moreira também foi expulso do gramado. Na próxima rodada, o Peixe recebe o São Paulo na Vila Belmiro, em seu primeiro clássico na temporada. Enquanto isso, o RB Brasil encara o Bragantino longe de seus domínios.

Bastidores – Santos TV:

Santos faz o dever de casa e termina o 1º tempo à frente

O Santos não foi brilhante, mas fez muito bem seu papel de mandante no primeiro tempo da partida em São José do Rio Preto. A equipe da Vila Belmiro abriu o placar logo aos 3 minutos de jogo, com Geuvânio. David Braz fez lindo lançamento do campo de defesa e achou o camisa 45 nas costas da marcação. O garoto não titubeou, driblou e chutou para o gol. A bola ainda desviou no capitão Fabiano Eller antes de morrer no fundo das redes.

A partir de então, o Santos deixou o Red Bull equilibrar a partida. Porém, o adversário demorou todo o primeiro tempo para conseguir chegar ao gol de empate. Aos 45 minutos, depois de linda cobrança de falta pela direita, Edmílson subiu mais alto que todo mundo e não deu chances ao estreante Vanderlei.

A reação santista demorou dois minutos. Thiago Ribeiro foi lançado pela direita, dominou na área e foi derrubado pelo goleiro Juninho. O juiz não hesitou em marcar pênalti e amarelar o arqueiro. Na cobrança, Ricardo Oliveira mandou no canto esquerdo e o Santos foi ao intervalo com a vantagem no placar.

Em 2º tempo morno, Peixe recua, mas mantém vitória

O segundo tempo começou morno. Nos primeiros 20 minutos de jogo, a grande emoção foram alguns dribles de Lucas Lima e arrancadas no contra-ataque. Bem como a entrada de Elano no lugar de Thiago Ribeiro. O camisa 22 foi saudado efusivamente pela torcida santista. Em campo, o Peixe se apresentou um pouco mais recuado e viu o Red Bull insistir em bola aéreas.

Já aos 38, Lucas Lima fez boa jogada pela esquerda, invadiu a área e cruzou da linha de fundo em direção a Elano. O meia recebeu, dominou e chutou para o gol, mas foi travado na hora certa pelo zagueiro e não conseguiu ampliar a vantagem para o time da Baixada.

Na sequência, o Santos conseguiu outra boa chance. Novamente Elano teve a chance de finalizar, a bola passou com muito perigo rente à trave direita do goleiro Juninho.

No fim, Cicinho, que entrou no decorrer da partida no lugar de Victor Ferraz, ainda recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso de campo por “fazer cera”. O técnico Enderson Moreira prontamente saiu em defesa de seu lateral e acabou tendo o mesmo destino: foi obrigado a deixar a área técnica.

Cicinho volta, joga 30 minutos, é expulso, e desfalca Peixe no clássico

Depois de ficar afastado por lesão, o lateral direito Cicinho voltou ao time do Santos neste domingo, mas o retorno ficou muito aquém do esperado. O defensor entrou em campo aos 13 minutos do segundo tempo do jogo contra o Red Bull Brasil, no Estádio Teixeirão, em São José do Rio Preto – partida vencida pelo Peixe por 2 a 1 – e ficou apenas 30 minutos em campo, pois aos 43 foi expulso pelo árbitro. Agora, ele será novamente desfalque na próxima rodada do Campeonato Paulista.

Assim que entrou em campo, Cicinho levou cartão amarelo por falta no campo de defesa. Aos 43, recebeu outro amarelo por retardar o reinício da partida em uma cobrança de lateral. A indisciplina custou a expulsão e deixou o Santos com um jogador a menos em campo – neste momento, a equipe da Baixada Santista já vencia por 2 a 1.

Enquanto isso, quem ganha espaço no elenco é Victor Ferraz. O jogador, que chegou ano passado à equipe, é a solução que Enderson Moreira encontra para a lateral direita. Neste domingo, o defensor se mostrou disposto e participou de diversas jogadas ofensivas do Peixe, apoiando bastante o ataque.

Zeca e Daniel Guedes são opções para as laterais que vieram da base santista. Do lado esquerdo, o novo dono da posição é Chiquinho, ex-Fluminense. No entanto, o jogador terá que brigar com Caju – jovem que retorna nesta semana da Seleção Brasileira Sub-20.


Vídeos: (1) Gols e (2) melhores momentos

Santos 2 x 1 Atlético-PR

Data: 01/12/2013, domingo, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 37ª rodada (penúltima)
Local: Estádio Benedito Teixeira, em São José do Rio Preto, SP.
Público: 11.431 pagantes
Renda: R$ 235.940,00
Árbitro: Wagner Reway (MT)
Auxiliares: Marrubson Melo Freitas (DF) e Cleriston Clay Barreto Rios (SE).
Cartões amarelos: Edu Dracena e Alan Santos (S); Marcelo e Bruno Silva (A).
Gols: Marcelo (27-1) e Cícero (33-1); Cícero (31-2).

SANTOS
Aranha, Cicinho (Bruno Peres), Edu Dracena (Edu Dracena), Gustavo Henrique e Mena; Alan Santos, Marcos Assunção (Renato Abreu), Cícero e Montillo; Thiago Ribeiro e Geuvânio.
Técnico: Claudinei Oliveira

ATLÉTICO-PR
Weverton, Léo, Manoel, Luiz Alberto e Juninho; Deivid, Bruno Silva (Roger), João Paulo (Zezinho) e Everton; Marcelo e Ederson (Dellatorre).
Técnico: Vagner Mancini



Show de Cícero dá vitória ao Santos e complica Atlético-PR na briga pelo G4

Apesar do resultado, time paranaense ainda depende apenas do próprio resultado na última rodada para conquistar a vaga na Libertadores 2014

O Atlético-PR visitou o Santos em partida disputada em São José do Rio Preto precisando apenas de um empate para selar a classificação antecipada para a Copa Libertadores da América. O Furacão chegou a sair na frente do placa no Teixeirão, mas a atuação de gala de Cícero, que chegou aos 14 gols no Campeonato Brasileiro, deu a vitória de virada ao Peixe por 2 a 1 na 37ª rodada.

Os rubro-negros saíram em vantagem quando o time praiano era melhor em bela cabeçada de Marcelo após passe de Ederson. Também pelo alto, Cícero empatou ainda no primeiro tempo. Na reta final do segundo tempo, o meia fez golaço por cobertura e definiu a virada alvinegra. Com o resultado, os paranaenses param nos 61 pontos e podem perder a terceira posição para Goiás, Botafogo ou Vitória no próximo final de semana. O time da Vila Belmiro chega aos 54 em oitavo.

Na 38ª e última rodada da competição nacional, o Atlético-PR atua como mandante na Arena Joinville para encarar o Vasco da Gama às 17 horas (de Brasília) do próximo domingo. No mesmo horário, o Santos encerra suas atividades na frustrante temporada ao visitar o Goiás no Serra Dourada, em Goiânia.

O jogo

Prejudicadas pelo gramado ruim no interior de São Paulo, as duas equipes demoraram para conseguir colocar a bola no chão e a primeira chance de perigo saiu apenas aos 15 minutos. Geuvânio pegou rebote após levantamento de Walter Montillo e por pouco não conseguiu encobrir o goleiro Weverton.

Três minutos depois, a jovem revelação do Peixe voltou para ajudar a defesa, mas foi driblado por Ederson no bico esquerdo da área. O artilheiro do Brasileirão soltou uma bomba de perna direita e Aranha espalmou por cima do gol. Também com chute forte pela ponta, Thiago Ribeiro levantou a torcida alvinegra aos 26 minutos.

O Furacão saiu jogando rápido com o tiro de meta de Weverton até a bola encontrar Ederson pela meia direita. O centroavante mostrou que também pode trabalhar como garçom, levantou a cabeça e cruzou na medida para o meio da área santista. Marcelo passou como um raio entre os beques praianos e testou com estilo para acertar o ângulo direito de Aranha.

Em desvantagem no placar, o Santos passou a pressionar os atleticanos, que montaram forte barreira defensiva na entrada da área. Thiago Ribeiro e Alan Santos trocaram passes até a bola passar por Montillo e chegar em Geuvânio. O garoto acionou Cicinho na linha de fundo e o lateral direito cruzou por cima de Weverton para Cícero subir mais que João Paulo e empatar aos 33 minutos.

Na volta do intervalo, foi novamente o Peixe que chegou com perigo pela primeira vez. Com um minuto de etapa complementar, Montillo girou na grande área e bateu à direita de Weverton. A resposta rubro-negra saiu aos oito em chute de fora da área do lateral direito Léo e aos 12 com Everton perdendo boa chance após passe de Marcelo.

Vágner Mancini resolveu lançar Dellatorre na vaga de Ederson e a mudança quase surtiu efeito segundos após ser feita. O atacante cruzou rasteiro, Gustavo Henrique se atrapalhou e Aranha fez milagre para evitar o gol contra. O jovem beque se redimiu aos 27 minutos ao receber de Montillo e soltar pancada por cima da meta de Weverton.

O desespero começou a tomar conta do Atlético-PR e o Peixe soube aproveitar. Durval acertou lançamento primoroso do campo defensivo e encontrou Cícero nas costas da zaga. O meia-atacante comprovou a boa fase e tocou por cobertura para virar a partida no Teixeirão com um golaço e fazer a alegria da torcida no último jogo com mandante no ano.

Claudinei agradece elenco por empenho e supera campanha de Muricy

Técnico chegou aos 54 pontos no Brasileirão e tem um a mais do que o time treinado por Muricy Ramalho no ano passado

Ao bater o Atlético-PR de virada por 2 a 1 neste domingo, o Santos já superou a campanha do ano passado no Campeonato Brasileiro. Com 54 pontos, o Peixe ainda precisa encarar o Goiás na última rodada, mas já tem um ponto a mais do que o time treinado por Muricy Ramalho em 2012 e se garantiu como melhor equipe paulista na competição.

Atualmente no rival São Paulo, Muricy conduziu Neymar e companhia à décima colocação com 50 pontos. Na edição deste ano, o treinador deixou a Vila Belmiro com apenas um ponto conquistado na Série A. Claudinei Oliveira assumiu como interino, agradou no início do trabalho, mas mesmo com o resultado melhor do que o antecessor não será mantido no cargo para 2014.

“Representa muito para mim superar uma campanha do Muricy, um megacampeão. Ainda por cima não tive o Neymar, que é um dos melhores jogadores do mundo e já tinha ido para o Barcelona. Não sei se é pouco ou muito para a diretoria, mas para mim foi um ano positivo. Longe das tradições do clube, mas para mim foi muito bom pelos números”, ressaltou.

Para chegar aos 54 pontos, o comandante alvinegro precisou pedir ao elenco que não desanimasse nas rodadas finais do Brasileirão, mesmo já sem chances de classificação à Copa Libertadores da América. A conversa surtiu efeito e o Peixe venceu os dois últimos compromissos. Contra o Atlético-PR, principalmente, Claudinei se mostrou emocionado com a entrega do grupo em campo.

“Agradeço e muito a dedicação de todos os atletas. É só ver que ao terminar o jogo, todos eles estavam extenuados e caíram no chão. Cada um deu a vida, deu tudo, por eles mesmos e um pouquinho pelo pedido que fiz para sairmos honrados dos campeonato”, reconheceu o treinador, que reuniu os jogadores no centro do campo após a virada sobre o Furacão.

Para o atacante Thiago Ribeiro, o Santos seguirá com dedicação até o final da Série A para acabar com qualquer desconfiança sobre possível corpo-mole para beneficiar ou prejudicar adversários. Curiosamente, nas três rodadas derradeiras, o Peixe bateu o desesperado Fluminense e o Atlético-PR, que briga pela Libertadores. O Goiás, rival do próximo domingo, também sonha com a competição internacional.

“Nosso objetivo hoje é terminar na melhor condição possível. Temos que ter dignidade para ninguém falar depois que o Santos jogou meia-boca, que poderia ter ajudado outra equipe. Não temos que se preocupar com o problema dos outros. Estamos jogando para vencer e terminar com a melhor pontuação possível”, sentenciou.


Data: 29/01/2006
Competição: Campeonato Paulista – 5ª rodada
Local: estádio Benedito Teixeira, em São José do Rio Preto, SP.
Árbitro: Otávio Corrêa da Silva
Auxiliares: Marcos Roberto Levado e João Bourgalber Chaves
Cartão amarelo: Julio Manzur(S)
Gols: Du, aos 16min, Luiz Alberto, aos 25min, Jonas, aos 34min e Danilinho, aos 42min do primeiro tempo; Jonas, aos 47min do segundo tempo.

AMÉRICA-SP
Júlio Sérgio, Everson, Carlinhos e Mário André; Jorginho, Du, Luís Maranhão, Roger e Esquerdinha; Wélton e Danilinho
Técnico: Roberval Davino

SANTOS
Fábio Costa; Neto, Julio Manzur, Luiz Alberto e Kléber; Fabinho, Maldonado, Rodrigo Tabata (Geílson) e Cléber Santana; Galvão (Gilmar) e Jonas.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo



No final, Jonas dá a vitória ao Santos em Rio Preto

Os temores de Vanderlei Luxemburgo não se confirmaram. O treinador rechaçou a fama de time caseiro e o Santos conseguiu a primeira vitória longe da Vila Belmiro. Desta maneira, espantou um fantasma que já começava a assombrar. Neste domingo, a equipe do litoral paulista derrotou o América-SP por 3 a 2. O gol da vitória foi marcado por Jonas, no último minuto.

A equipe comandada por Luxa fez sua terceira partida como visitante neste Campeonato Paulista. No interior, o Santos havia empatado com o São Bento e perdido para o Paulista.

Para evitar uma nova decepção longe da torcida, o Santos atacou até o minuto final e buscou o gol a todo custo. “Empatar ou perder tanto fazia, por isso fomos para cima para conquistar três pontos. Em um campeonato no formato como o do Paulista, tem que ser assim”, afirmou o treinador Vanderlei Luxemburgo após a partida.

Com o resultado, o Santos chega a dez pontos, na quarta colocação. Agora está a cinco de desvantagem em relação ao Palmeiras, líder do Estadual. O América-SP, por sua vez, não consegue deixar a zona de rebaixamento e segue na vice-lanterna.

A partida deste domingo marcou ainda o retorno da equipe de Santos ao local onde levantou um troféu pela última vez. Com a Vila Belmiro interditada para a disputa do último jogo do Campeonato Brasileiro de 2004, contra o Vasco da Gama, a diretoria do clube transferiu a partida para o estádio Teixeirão, em São José do Rio Preto. O time paulista venceu por 2 a 1.

O América-SP, que começou o Paulista com três derrotas consecutivas, vinha de uma vitória por 1 a 0 sobre o Guarani. Embalado, o treinador Roberval Davino veio a campo com a mesma equipe que derrotou o time campineiro. Durante boa parte do jogo, Danilinho infernizou o time do Santos, mas não conseguiu mais que um empate. Sem merecer, acabou sofrendo um gol no finalzinho.

O Santos volta a campo na próxima quinta-feira para enfrentar o Santo André, às 20h30, na Vila Belmiro. Já o América-SP enfrenta o Bragantino, em Bragança Paulista.

O jogo
O Santos começou melhor e teve boas chances de gol logo nos primeiros minutos de jogo. No entanto, foi o América-SP que abriu o placar. Aos 16min, Danilinho fez grande jogada pela direita e tocou para Du, que bateu forte. Fábio Costa falhou e a bola acabou entrando.

A equipe do Santos deu o troco aos 25min. Luiz Alberto aproveitou cobrança de escanteio da direita e, de cabeça, deixou tudo igual em São José do Rio Preto.

O Santos chegou a virar ainda no primeiro tempo. Aos 34min, Galvão teve grande chance de marcar, mas Júlio Sérgio evitou. No entanto, o goleiro acabou se enrolando com um zagueiro e Jonas aproveitou a sobra para mandar para o fundo do gol.

Mas a alegria santista durou pouco. Aos 42min, Danilinho recebeu lançamento em profundidade de Esquerdinha e tocou na saída do goleiro Fábio Costa. O gol igualou o marcador minutos antes de o árbitro decretar o final do primeiro tempo.

Aos 22min, o América-SP chegou com perigo. Danilinho bateu forte de fora da área e Fábio Costa se esticou todo para espalmar para escanteio.

O Santos voltou sem alterações para a etapa complementar. Mas logo Luxemburgo mudou de idéia e sacou Galvão para colocar Gilmar. Mesmo assim, o jogo seguiu sem muita criatividade e o Santos não conseguia nenhuma boa chance de gol. Só aos 40min, Cléber Santana chutou da marca do pênalti e acertou as costas de um zagueiro. A bola sobrou para Kléber. O lateral-esquerdo bateu de primeira, mas o goleiro Júlio Sérgio agarrou.

No instante final, quando o empate já estava praticamente defindo, Jonas chutou fraco dentro da pequena área. A bola bateu na trave e entrou no gol de Júlio Sérgio.

Data: 19/12/2004
Competição: Campeonato Brasileiro – 2º turno – 46º rodada (última)
Local: Estádio Benedito Teixeira, em São José do Rio Preto, SP.
Público: 36.000
Renda: R$ 445.000,00
Árbitro: Leonardo Garciba (RS)
Auxiliares: Sérgio Buttes Cordeiro Filho (RS) e Paulo Ricardo Silva Conceição (RS)
Cartão amarelo: Ygor (V).
Gols: Ricardinho (05-1) e Elano (30-1); Marco Brito (01-2).

SANTOS
Mauro; Paulo César, Ávalos, Leonardo e Léo; Fabinho, Preto Casagrande, Ricardinho e Elano (Marcinho); Robinho (Basílio) e Deivid (William)
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

VASCO
Everton; Henrique, Fabiano (Gomes) e Daniel; Claudemir, Ygor, Coutinho, Júnior (Rubens), Rodrigo Souto (Rafael) e Diego; Marco Brito
Técnico: Joel Santana



Santos vence o Vasco e conquista o bicampeonato brasileiro

Completo, inclusive com o atacante Robinho, o Santos venceu o Vasco por 2 a 1, neste domingo, no estádio Benedito Teixeira, em São José do Rio Preto (SP), e tornou-se bicampeão do Campeonato Brasileiro, na última rodada da competição.

Com o triunfo, o time da Baixada Santista, clube que mais liderou o torneio (20 das 46 rodadas), totalizou 89 pontos. O Atlético-PR, único outro time que poderia levantar o troféu, ficou no 1 a 1 com o Botafogo, em Curitiba.

Herói do primeiro título santista, conquistado em 2002, Robinho voltou a ser o centro das atenções na partida decisiva por voltar ao time. O joigador ficou seis partidas afastado devido ao seqüestro de sua mãe, Marina, que terminou nna sexta após 41 dias.

O título nacional de 2004 rendeu ao Santos a melhor seqüência no topo do Brasileiro na história. Após ter sido campeão há dois anos, também foi vice em 2003, no primeiro ano da fórmula que premiou a equipe que computou mais pontos após turno e returno. Com isso, o time superou o São Paulo, que foi duas vezes vice e uma campeão entre 1989 e 1991.

O Santos também terminou a irretocável campanha deste ano com um recorde. Chegou a 103 gols e superou em um tento a marca do Cruzeiro, campeão em 2003, na época com Luxemburgo no comando.

Neste ano, Luxemburgo chegou a seu quinto título nacional e ampliou o recorde de treinador que mais conquistou Brasileiros na história. Além de ter ganho em 2003, foi campeão com o Palmeiras em 1993 e 1994 e com o Corinthians em 1998.

Apesar disso, o futuro de Luxemburgo na Vila Belmiro em 2005 ainda é incerto. Ele recebe R$ 400 mil por mês no Santos, mas tem proposta da MSI (Media Sports Investiments) para ir para o Corinthians, onde ganharia cerca de R$ 600 mil.

Outro que pode ter feito sua despedida do Santos é Robinho. O jogador tem propostas de clubes da Europa, como o Real Madrid, da Espanha.

Apesar disso, o presidente santista, Marcelo Teixeira quer a permanência do craque para o primeiro semestre de 2005, quando o clube irá disputar a Libertadores. O contrato de Robinho com o Santos vai até 2008 e multa rescisória de US$ 50 milhões.

1º tempo

Com o estádio cheio (mais de 36 mil torcedores) o Santos teve pela frente o Vasco, rival que após ter se livrado da ameaça de rebaixamento e garantido sua permanência na elite do Nacional na rodada passada, quando venceu o Atlético-PR (1 a 0), deu mostras de que não iria endurecer o jogo contra o Santos.

Prova disso, foi a ausência do craque do time carioca, o meia sérvio Petkovic, que estaria se transferindo para o Fluminense. Além disso, o técnico Joel Santana escalou a equipe com três zagueiros, seis no meio e apenas um na frente.

Apesar da falta de ritmo de jogo, Robinho –que jogou até os 20 minutos do segundo tempo para a entrada de Basílio–, teve a primeira chance de gol da partida. Aos 2min, Robinho, de cabeça, quase marcou, mas o goleiro vascaíno Everton defendeu à queima roupa.

“Graças a Deus ficou tudo bem. Meu negócio é jogar futebol”, dizia Robinho, antes do jogo, em referência ao fim do seqüestro de sua mãe, Maria de Souza, que ficou 41 dias no cativeiro e foi libertada na última sexta. Durante esse período, Robinho deixou de atuar em seis jogos do time no Nacional. Ele é co-artilheiro do time ao lado do atacante Deivid, ambos com 21 gols.

Aos 5min, o Santos chegou ao gol após cobrança de falta perto da área. O meia canhoto Ricardinho, capitão do time, colocou a bola no ângulo esquerdo.

O Vasco só assustou aos 14min, com Junior que arriscou da entrada da área, mas errou a mira.

O segundo gol santista surgiu aos 29min, quando Preto Casagrande cruzou da direita e Elano, de dentro da área, cabeceou para o fundo das redes. Na comemoração, ele homenageou Narciso, com uma camiseta com o nome do zagueiro, que está internado por problemas de saúde.

2º tempo

Aos 14min da etapa final, Robinho marcou após receber lançamento e pedalar para cima do goleiro Everton, mas o bandeira Paulo Ricardo Conceição, anulou o gol ao anotar impedimento inexistente do atacante, que estava na mesma linha do marcador.

Um minuto depois, o atacante vascaíno Marco Brito cortou o zagueiro e diminuiu.

O Santos teve que passar mandar o jogo no interior depois que o STJD lhe tirou o mando pelo mau comportamento de sua torcida, que lançou fogos de artifício e copos d’água no gramado da Vila Belmiro. Com isso, além de pagar multa, o Santos foi obrigado a jogar a 150 km de sua sede, no mínimo.

Santos 5 x 1 Grêmio

Data: 05/12/2004
Competição: Campeonato Brasileiro – 2º Turno – 44ª rodada (antepenúltima)
Local: Estádio Benedito Teixeira, em São José do Rio Preto, SP.
Público: 12.620
Renda: R$ 169.571,00
Árbitro: Edílson Soares da Silva (RJ)
Cartões amarelos: Alex Xavier e Baloy (G).
Gols: Ricardinho (07-1), Ávalos (13-1), Baloy (23-1), Ricardinho (26-1), Deivid (28-1); Basílio (26-2).

SANTOS
Mauro; Paulo César, Ávalos, Leonardo e Léo; Fabinho, Preto Casagrande (Zé Elias), Marcinho e Ricardinho (Bóvio); Deivid (Luisinho) e Basílio.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

GRÊMIO
Márcio; Lucianinho, Baloy, Alex Xavier e Douglas; Cocito, Luciano Santos e Bruno Coutinho (Yan); Marcelinho (Renato), Roberto Santos e Claudio Pitbull (Anderson).
Técnico: Claudio Duarte



Santos goleia o Grêmio, mas continua atrás do líder Atlético-PR

O Santos goleou o rebaixado Grêmio por 5 a 1, neste domingo, no estádio Benedito Teixeira, em São José do Rio Preto (SP), mas a vitória de virada do Atlético-PR sobre o São Caetano (5 a 2), em Curitiba, frustrou as pretensões santistas de reassumir a liderança do Brasileiro.

Após 44 rodadas e restando só mais duas para o fim da competição, o vice-líder Santos chegou a 83 pontos e continua dois atrás do time paranaense, que só depende de suas forças para ser campeão nacional.

Para o Santos erguer o troféu, será preciso vencer o São Caetano, no próximo domingo, no ABC, e o Vasco, no dia 19 (local a definir), além de torcer por um tropeço do primeiro colocado.

Com a derrota do São Caetano, somente Atlético-PR, Santos e São Paulo, que venceu o Vitória (4 a 1), em Salvador, e continua em terceiro com 81 pontos, permanecem como concorrentes ao título.

Para o Grêmio, apesar do vexaminoso resultado negativo, a partida não significou muita coisa: o time já fora rebaixado na 43ª rodada e continua na lanterna, com 39 pontos.

Neste domingo, Santos ganhou seu terceiro duelo fora da Vila Belmiro por imposição do STJD. Antes, havia goleado o Fluminense (5 a 0), também em São José do Rio Preto, e batido o Goiás (2 a 1), em Presidente Prudente.

Em ritmo de treino, o Santos, que teve cinco desfalques (Antônio Carlos, André Luís, Elano, Robinho e William), consolidou sua vitória com menos de 30 minutos de jogo. O primeiro tempo acabou com cinco gols no total, sendo quatro santistas.

O Santos marcou dois logo de cara. O meia Marcinho tocou para o atacante Basílio, que recebeu nas costas dos defensores, invadiu a área e trombou com o goleiro Márcio, num lance duvidoso em que o juiz Edílson Soares da Silva assinalou pênalti.

Aos 7min, o meia Ricardinho cobrou a penalidade no canto direito. Márcio ainda tocou na bola, que acabou entrando.

“O pênalti foi piada. Eu nem encostei no Basílio. O Santos merece o resultado, mas o pênalti não existiu”, reclamou Márcio.

Aos 13min, foi a vez de o zagueiro Ávalos pegar um rebote e fuzilar: 2 a 0. O Grêmio diminuiu com o zagueiro Baloy, aos 23min. Ele aproveitou o vacilo da defesa santista e surgiu como elemento surpresa para marcar.

Mas aos 26min, Ricardinho recebeu passe de Léo, matou no peito e tocou de pé esquerdo para o fundo das redes para fazer 3 a 1. Dois minutos depois, Basílio deu o drible da vaca em Baloy pela direita e cruzou na medida para Deivid, que pegou de voleio e ampliou: 4 a 1.

No segundo tempo, Basílio fez mais um aos 26min e fechou o placar em 5 a 1.