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Santos 3 x 2 Noroeste

Data: 09/03/2008, domingo, 18h10.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 13ª rodada
Local: Estádio Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 12.537 pagantes
Renda: R$ 88.905,00
Árbitro: Guilherme Cereta de Lima (SP)
Auxiliares: João Bourgalber Nobre Chaves e Edvanio Ferreira Duarte (ambos de SP)
Cartões amarelos: Wesley (S); Luciano Bebê (N)
Cartão vermelho: Edylton e Leandrinho (N).
Gols: Betão (04-1), Kléber Pereira (21-1) e Edno (35-1); Leandrinho (10-2) e Kléber Pereira (18-2, de pênalti).

SANTOS
Fábio Costa; Adoniran, Betão, Domingos e Carleto (Marcelo); Rodrigo Souto, Adriano e Molina (Rodrigo Tabata); Wesley, Kléber Pereira e Sebastián Pinto (Mariano Trípodi).
Técnico: Emerson Leão

NOROESTE
Fabiano; Edylton, Bonfim, Anderson Marques e Leandro Soares (Gilsinho); Júlio, Ralf, Luciano Bebê (Luis Cláudio) e Edno (Borebi); Vandinho e Leandrinho.
Técnico: Márcio Bittencourt



Santos vence sob ‘efeito Vila’ e renova esperanças no Paulistão

O Santos fez valer o ‘efeito casa’ neste domingo (9), venceu o Noroeste por 3 a 2 na 13ª rodada do Campeonato Paulista e renovou as suas esperanças em chegar ao G-4.

Com o resultado, o clube do litoral foi aos 17 pontos e pulou da 14ª para a 12ª posição na tabela, enquanto o Noroeste, que viu cair uma invencibilidade de sete jogos, agora é o oitavo.

Com desempenho pífio longe de seus domínios em 2008 – condição em que contabiliza 9,5% dos 21 pontos disputados, com dois empates e cinco derrotas -, o Alvinegro caracterizou-se por apresentar duas frentes nesta temporada.

Dentro da Vila, o time de Emerson Leão é diferente. E chegou neste domingo a um aproveitamento de 79,1% dos pontos que jogou diante do torcedor – foram seis vitórias, um empate e uma derrota.

O início da festa na Baixada foi aos 3min de jogo, e o ‘presente’ surgiu pelos pés de Betão.

O zagueiro dominou a bola na entrada da área, chutou de perna esquerda e a viu desviar em um rival para enganar o goleiro Fabiano.

Com a estréia de Sebastian no ataque, o Santos apresentou uma formação com dois centroavantes nesta noite.

E, em princípio, acertou. Aos 20min foi a vez de Kléber Pereira ampliar para 2 a 0 em lance em que demonstrou categoria.

A equipe da casa cedeu ainda na primeira etapa. Aos 34min, Edno recebeu cruzamento e escorou a bola de cabeça para diminuir.

No segundo tempo, Leandrinho esqueceu que o Noroeste não contava com o artilheiro Otacílio Neto e aproveitou escanteio aos 9min para marcar de cabeça em vacilo da marcação santista.

Aos 15min, Domingos dividiu bola cruzada na área e um defensor rival afastou-a com a mão.

Após polêmica, o árbitro consultou um de seus auxiliares e marcou o pênalti, batido e convertido por Kléber Pereira para definir a vitória santista.

Santos 4 x 1 Ituano

Data: 24/02/2008, domingo, 18h10.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 11ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 3.293 pagantes
Renda: R$ 43.570,00
Árbitro: José Henrique de Carvalho (SP)
Auxiliares: Marco Antônio Gonzaga da Silva e Carlos Alberto Funari (ambos de SP)
Cartões amarelos: Marcinho Guerreiro e Wesley (S); Moacir e Círio (I).
Cartão vermelho: Evaldo (S)
Gols: Molina (08-1) e Alex Afonso (18-1); Kléber Pereira (08-2), Betão (21-2) e Kléber Pereira (42-2).

SANTOS
Fábio Costa; Denis (Anderson Sales), Evaldo, Betão e Carleto; Marcinho Guerreiro (Adriano), Rodrigo Souto e Molina; Wesley, Kléber Pereira e Trípodi (Domingos).
Técnico: Emerson Leão

ITUANO
Marcelo; Anderson Lima (Éder), Círio e Lino; Edu Bayer, Almir, Moacir (Vinícius), Ângelo (Felipe) e Ramon; Alex Afonso e Edmilson.
Técnico: Pintado



Molina brilha, e Santos, com um a menos, vence a segunda seguida

Contratado sob a desconfiança do técnico Emerson Leão, Molina foi o principal responsável pela vitória do Santos por 4 a 1 sobre o Ituano, neste domingo, na Vila Belmiro. O camisa 10 abriu o placar e deu o passe para outros dois gols do time alvinegro, marcados por Kléber Pereira e Betão. O centroavante ainda fechou a goleada a sete minutos do apito final do juiz.

Assim, o colombiano de 27 anos salvou a equipe, que no primeiro tempo foi prejudicada por dois erros do zagueiro Evaldo, contratação solicitada pelo comandante santista no início da temporada. Um vacilo do beque na saída de bola permitiu que o Ituano empatasse o jogo aos 17min da etapa inicial e, três minutos depois, ele foi expulso.

Porém, mesmo com um a mais em campo, o time do interior sucumbiu na etapa final diante de uma boa apresentação dos donos da casa.

Com a vitória, a equipe da Baixada foi a 14 pontos e pulou da 16ª para a 11ª colocação na tabela. Essa foi a primeira vez no ano que os comandados de Leão obtiveram duas vitórias seguidas. Já o Ituano segue com 13 pontos e caiu para 14º.

Entretanto, a reação santista no Estadual não convenceu parte da torcida, que protestou antes da partida e pediu a saída de Leão nos minutos finais. Como resposta, outra parte dos torcedores gritou o nome do treinador.

O time da casa começou bem a partida e abriu o placar logo aos 8min. Thiago Carleto avançou pela esquerda e cruzou no segundo pau. O argentino Tripodi se antecipou ao zagueiro com um carrinho e tocou para Molina, que mandou para as redes de carrinho antes do goleiro Marcelo chegar à jogada.

Porém, Evaldo começou sua jornada desastrosa ao tentar sair jogando na defesa e perder a bola para Edmílson. O atacante da equipe de Itu rolou pra trás, Alex Afonso dominou, deixou Betão no chão e bateu colocado, no canto esquerdo de Fábio Costa. Um belo gol.

Irritado com os erros de Evaldo, o comandante santista foi obrigado a sacar o argentino Tripodi para recompor a zaga com Domingos, após a expulsão do substituto de Adaílton.

Mesmo com um a mais, o Ituano não conseguiu se impor em campo e só chegou com perigo em um chute de fora da área de Lúcio. O Santos assustou duas vezes com Kléber Pereira.

Na etapa final, Molina começou a brilhar, e a impressão era que o Santos estava em superioridade numérica, e não o Ituano. Logo, aos 2min, o colombiano quase fez seu segundo gol após cruzamento de Carleto, mas chutou por cima.

Seis minutos depois, driblou o marcador pelo lado direito e cruzou no segundo pau. O artilheiro Kléber Pereira subiu mais do que a zaga e marcou seu quinto gol no Estadual.

O conjunto do técnico Pintado sentiu o gol e partiu desesperado para o ataque. O Santos aproveitou os contra-ataques e a tarde inspirada de seu meia armadar para ampliar.

Aos 20min, o camisa 10 quase marcou um golaço por cobertura. A bola bateu na trave, nas costas do arqueiro do Ituano e saiu pela linha de fundo. Na seqüência do ataque, Molina cruzou, a bola pingou na área e Marcelo não conseguiu segurar. Betão só tocou para as redes e fez seu primeiro gol com a camisa alvinegra.

Para fechar o placar e transformá-lo em goleada, Adriano recebeu sozinho no ataque, invadiu a área e driblou o goleiro. Entretanto, o volante não conseguiu finalizar, e a bola sobrou para Kléber Pereira, que só tocou para as redes e entrou definitivamente na briga pela artilharia do Estadual, com seis gols.

Torcedor comum vaia protesto de organizada

A torcida, aliás, foi protagonista de uma cena inusitada no final do jogo. Enquanto membros da “Torcida Jovem” vaiavam Leão, o restante do estádio – o público pagante foi de 3.293 – aplaudia e gritava o nome do treinador. “O torcedor tem todo o direito de vaiar quando o resultado é negativo. Mas quando o time goleia, deixa claro que existe uma má vontade de boa parte do torcedor”, disse Leão, que fez questão de desdenhar os gritos de alguns torcedores na porta do vestiário. “Só estou ‘vendo’ o pessoal fazer barulho. Quando o time ganha por 4 a 1, tem de fazer barulho mesmo.”

Torcida admite ajuda de Luxa, mas nega complô para tirar Leão

Emerson Leão classificou como “turma do Carnaval” o grupo de torcedores do Santos contrário à sua permanência, sugerindo estar sendo perseguido a mando de terceiros. Embora não tenha citado o nome do desafeto Vanderlei Luxemburgo, o treinador insinuou que o ex-comandante santista poderia estar por trás da perseguição.

De acordo com um dos líderes da Torcida Jovem, Alexandre Corbo, o técnico do Palmeiras ajudou financeiramente na organização de festas carnavalescas da torcida, mas rechaçou qualquer manobra de Luxemburgo no intuito de “patrocinar” a tentativa de queda de Leão.

Conforme anunciou a Torcida Jovem, Luxemburgo colaborou na compra de material para apresentação no Carnaval deste ano.

“O Luxemburgo já nos ajudou, mas isso é outra situação que não tem nada a ver com o Emerson Leão”, destacou Alexandre à rádio Atlântica.

A campanha para derrubar Leão só vai terminar quando ele, de fato, deixar o comando, frisa Alexandre Corbo, independente dos resultados que o Santos obtiver daqui em diante.

“A nossa posição é única e não vamos voltar atrás: ele não serve pro Santos. Disse que o Filé roubou os aparelhos, depois falou que o Santos era um pasto. Denegriu a imagem do clube. Quis trocar o Kléber por meia dúzia de refugos do São Paulo. Esse Leão é um vagabundo. E se o Santos ganhar será ‘Santos campeão, apesar do Leão”, completou o torcedor.

A assessoria de imprensa de Vanderlei Luxemburgo informou que o treinador é profundo admirador de samba e por isso ajudou financeiramente não somente a Torcida Jovem, mas inúmeros grupos carnavalescos, entre os quais a Gaviões da Fiel, Camisa Verde e Branco, e o sambista Zinho.

A assessoria de Luxemburgo nega qualquer relação com a tentativa da organizada em derrubar Leão.

Faixas e vaias

Na goleada do Santos sobre o Ituano, por 4 a 1, membros da Torcida Jovem voltaram a manifestar seu repúdio ao treinador, distribuindo panfletos antes da partida e colocando faixas em protesto à permanência de Leão no comando. Durante coletiva na sala de imprensa, torcedores tentaram invadir a sala.

Como resposta às críticas, o treinador abusou de frases irônicas, anunciando que sabe quando a cobrança vem “do coração ou do bolso”, que “o circo não tem mais graça” e que a movimentação destes torcedores na porta da sala de imprensa seria movida pela agitação provocada pela goleada.

Marcelo Teixeira pede união e abafa atrito entre Leão e torcida

Os constantes ataques verbais entre o técnico Emerson Leão a Torcida Jovem não foram repreendidos pelo presidente do Santos, Marcelo Teixeira, que preferiu não tomar partido no entrevero.

O mandatário alvinegro não acredita que as vaias direcionadas ao treinador sejam executadas a mando de terceiros, que estariam “patrocinando” os manifestantes para a queda de Leão, como insinuou o próprio técnico.

Marcelo Teixeira evocou, nesta segunda-feira, a necessidade de união entre público e elenco para recolocar o Santos entre os primeiros do Paulistão e considerou pertinente qualquer insatisfação do torcedor.

“Acho que são manifestações válidas e normais. Caberá a nós demonstrar a competência de nosso trabalho e trazer a confiança do torcedor mais uma vez para essa equipe”, disse Marcelo Teixeira, durante apresentação do novo patrocínio para a equipe feminina do clube, na Vila Belmiro.

Com a segunda vitória obtida seguidamente, o time da Baixada deixou a zona de risco e está na 11ª colocação, seis pontos atrás do Corinthians, último integrante do G-4.

Na goleada do Santos sobre o Ituano, por 4 a 1, membros da Torcida Jovem voltaram a manifestar seu repúdio ao treinador, distribuindo panfletos antes da partida e colocando faixas em protesto à permanência de Leão no comando técnico.

Durante coletiva na sala de imprensa, torcedores tentaram invadir a sala. Dezenas de torcedores ficaram esperando a saída do técnico para protestar.

Como resposta à cobrança da organizada, o treinador abusou de frases irônicas, anunciando que “o circo não tem mais graça” e que a movimentação destes torcedores na porta da sala de imprensa seria movida pela agitação provocada pela goleada.

Atlético Junior 0 x 3 Santos

Data: 03/04/1984, terça-feira, 22h00.
Competição: Copa Libertadores – 1ª fase – Grupo 3 – 2ª rodada
Local: Estádio Romello Martinez, em Barranquilla, Colômbia.
Público: 15.000
Renda: N/D
Árbitro: Arturo Iturtale (ARG)
Cartões vermelhos: Barrios (J) e Betão (S) aos 32-2.
Gols: Toninho Carlos (06-1), Lino (de pênalti) e Camargo (35-2).

ATLÉTICO JÚNIOR
Pogany; Bolano (Grau), Bauza, Miranda e Blancos; Ischia, Galván e Pérez; Barrios, Valderrama e Bolívar (Knigth).
Técnico: José Varacka

SANTOS
Rodolfo Rodríguez; Betão, Márcio Rossini, Toninho Carlos e Paulo Róbson; Lino, Paulo Isidoro e Luís Gustavo; Gersinho, Gérson (Camargo) e Márcio Fernandes (Toninho Oliveira).
Técnico: Chico Formiga



Fonte: Jornal Folha de SP

Santos 3 x 1 América-SP

Data: 18/10/1983, terça-feira, 21h15.
Competição: Campeonato Paulista – 2º turno (jogo adiado)
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 6.622 pagantes
Renda: Cr$ 4.739.300,00
Árbitro: Luís Carlos Antunes
Cartões amarelos: Davi (S); Orlando Fumaça, Tita e Roberto Biônico (A).
Gols: Betão (27-1), Tita (32-1); Claudinho (12-2) e Paulo Isidoro (41-2).

SANTOS
Marolla; Betão, Davi, Fernando e Toninho Oliveira; Paulo Róbson, Paulo Isidoro e Pita; Paulo Borges, Claudinho (Serginho Dourado) e João Paulo.
Técnico: Chico Formiga

AMÉRICA-SP
Paulo César; Brasinha, Orlando Fumaça, Jorge Lima e Daniel; Ademílson (Catanoce), Paulinho (Nélio) e Mazola; Tita, Roberto Biônico e Baroninho.
Técnico: João Avelino


O técnico da seleção brasileira Carlos Alberto Parreira anunciou a convocação para uma série de quatro amistosos na Europa. O Brasil enfrentaria Portugal, País de Gales, Suíça e Suécia. Não foram convocados jogadores do Grêmio devido a disputa da Libertadores.

Novidade na lista, o lateral direito Betão, do Sport de Recife, servia a seleção de novos e ganhou uma oportunidade na principal. O Santos acabou contratando-o em 01/06, em uma negociação onde cedeu os passes de Camargo, Toninho Paraná e Joãozinho (este último por empréstimo) além da quantia de Cr$ 35 milhões.

Do Santos foram chamados cinco jogadores: Márcio Rossini, Toninho Carlos, Paulo Isidoro, Pita e João Paulo. Após a decepção na Copa do Mundo de 1982, Serginho Chulapa declarou que não serviria mais a seleção brasileira e foi criticado pelo técnico Parreira.

O Santos ficou sem estes seis jogadores durante as seis primeiras partidas do Campeonato Paulista de 1983 e teve um péssimo aproveitamento com dois empates, três derrotas e apenas uma vitória.

Lista inicial de convocados:

– Goleiro: Leão (Corinthians) e João Marcos (Palmeiras);
– Lateral direito: Leandro (Flamengo), Betão (Sport) e Édson Boaro (Ponte Preta);
– Lateral esquerdo: Júnior (Flamengo) e Pedrinho (Vasco);
– Zagueiro-central: Márcio Rossini (Santos);
– Quarto-zagueiro: Marinho (Flamengo), Luizinho (Atlético-MG) e Toninho Carlos (Santos);
– Volante: Alemão (Botafogo) e Batista (Palmeiras);
– Ponta-de-lança: Sócrates (Corinthians) e Paulo Isidoro (Santos);
– Meia armador: Carlos Alberto Borges (Palmeiras) e Pita (Santos);
– Ponta direita: Jorginho Putinatti (Palmeiras);
– Ponta esquerda: Éder (Atlético-MG) e João Paulo (Santos);
– Centroavante: Careca (São Paulo) e Roberto Dinamite (Vasco).



Foram duas vitórias e dois empates. Seguem abaixo os quatro jogos da mini excursão europeia:

Jogo 1:

Portugal 0 x 4 Brasil

Data: 08/06/1983
Competição: Amistoso internacional
Local: Estádio Municipal, em Coimbra, Portugal.
Público: 17.000
Árbitro: Mário Luís (Portugal)
Gols: Careca (39-1) e Sócrates (41-1); Careca (09-2) e Pedrinho (21-2).

PORTUGAL
Silvino; Coelho (Gregório Freixo), Oliveira, Dito e Mário Jorge; Ademar, Festas (Laureta), Vítor Santos e Palhares (Nunes); Reinaldo e Lito.
Técnico: Otto Glória

BRASIL
Leão; Betão (Edson Boaro), Márcio Rossini, Luizinho e Pedrinho; Batista, Sócrates e Pita (Jorginho); Carlos Alberto Borges, Careca e Éder.
Técnico: Carlos Alberto Parreira



Jogo 2:

País de Gales 1 x 1 Brasil

Data: 12/06/1983
Competição: Amistoso oficial
Local: Ninian Park Stadium, em Cardiff, País de Gales.
Público: 25.000
Árbitro: Juan Redelfs (Alemanha Ocidental)
Gols: Giles (04-1) e Paulo Isidoro (17-2).

PAÍS DE GALES
Southall; Hopkins, Charles (Jones), Ratcliff e Jones; Flym, Giles e Thomas; alan, Gordon e Lewis (Vaughan).
Técnico: Mike England

BRASIL
Leão; Betão, Márcio Rossini, Luizinho e Pedrinho; Batista e Sócrates; Pita (Paulo Isidoro), Careca, Carlos Alberto Borges (Jorginho) e Éder.
Técnico: Carlos Alberto Parreira



Jogo 3:

Suíça 1 x 2 Brasil

Data: 17/06/1983
Tipo: Amistoso oficial
Local: Stade Saint-Jakob, na Basiléia, Suíça.
Público: 61.000
Árbitro: A. W. Grey (Inglaterra)
Gols: Egli (33-1, de pênalti), Sócrates (33-2, de pênalti) e Careca (41-2).

SUÍÇA
Burgener (Berbger); Wehrli (Elsener), Geiger, Egli e In-Albon; Hermann, Koller e Decastel; Sulser, Honte e Braschler.
Técnico: Paul Wolfisberg

BRASIL
Leão; Édson Boaro, Márcio Rossini, Toninho Carlos e Pedrinho; Alemão (Batista), Sócrates e Carlos Alberto Borges (Éder); Paulo Isidoro, Careca e João Paulo.
Técnico: Carlos Alberto Parreira



Jogo 4:

Suécia 3 x 3 Brasil

Data: 22/06/1983
Competição: Amistoso oficial
Local: Estádio Nya Ullevi, em Gotemburgo, Suécia.
Público: 43.172
Árbitro: Henning Lund-Sorenssen (Dinamarca).
Cartão amarelo: Paulo Isidoro (B).
Cartão vermelho; Éder (B, 44-2).
Gols: Márcio Rossini (07-1), Corneliusson (14-1), Hysen (18-1), Careca (22-1) e Corneliusson (33-1); Jorginho (31-2).

SUÉCIA
Ravelli; Erlandsson, Hysen, Dahlkvist, Fredriksson; Ramberg (Andreas Ravelli), Nilsson (tord Holmgren) e Sunessan; Eriksson, Corneliusson e Holmegren.
Técnico: Lars Arnesson

BRASIL
Leão; Édson Boaro, Márcio Rossini (Luizinho), Toninho Carlos e Pedrinho; Batista, Sócrates e Éder; Paulo Isidoro, Careca e João Paulo (Jorginho).
Técnico: Carlos Alberto Parreira


Fonte: Revista Placar