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Botafogo 2 x 0 Santos

Data: 16/09/2017, sábado, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 24ª rodada
Local: Estádio Nilton Santos (Engenhão), no Rio de Janeiro, RJ.
Público: 4.669 pagantes
Renda: R$ 159.210,00
Árbitro: Igor Junio Benevenuto (MG)
Auxiliares: Marcio Eustaquio Santiago e Celso Luiz da Silva (ambos de MG).
Cartões amarelos: Leandro Donizete e Luiz Felipe (S); Guilherme e Victor Luís (B).
Gols: Rodrigo Lindoso (41-1) e Guilherme (44-1).

BOTAFOGO
Jefferson, Luis Ricardo, Marcelo, Emerson Silva e Victor Luís; Rodrigo Lindoso, Bruno Silva (Marcos Vinícius), João Paulo e Leonardo Valencia; Guilherme (Gilson) e Roger (Brenner).
Técnico: Jair Ventura

SANTOS
Vanderlei; Daniel Guedes, Luiz Felipe, Noguera e Orinho; Leandro Donizete, Léo Cittadini (Matheus Oliveira) e Jean Mota (Vecchio); Thiago Ribeiro (Serginho), Vladimir Hernández e Kayke.
Técnico: Levir Culpi



Reservas vão mal e Santos perde para o Botafogo no Rio

Os reservas do Santos não colocaram qualquer dúvida na cabeça de Levir Culpi para o jogo de quarta-feira, contra o Barcelona-EQU, pela Libertadores. Em chance de ouro para mostrar serviço, contra um time misto do Botafogo, no Rio, o Peixe foi dominado pelo time da casa e só não perdeu por mais de 2 a 0 devido à boa atuação de Vanderlei. Rodrigo Lindoso e Guilherme foram os artilheiros do embate.

Com o resultado, os cariocas chegaram a 37 pontos e vão dormir na quinta posição. Já os paulistas seguem com 41, em terceiro, e podem ver a diferença para o líder Corinthians aumentar.

O Botafogo foi amplamente superior desde os primeiros minutos e desperdiçou diversas chances antes de marcar. Os cariocas chegaram aos gols nos minutos finais do primeiro tempo, com Rodrigo Lindoso e Guilherme. Na etapa final, os donos da casa mais administraram o resultado e não permitiu que o Santos buscasse o resultado.

O jogo:

O Botafogo começou melhor a partida e criou a primeira chance de gol logo aos cinco minutos. Após falta cobrada na área, Roger finalizou, mas viu a bola ir pela linha de fundo. Os cariocas eram mais organizados em campo e pouco dava espaço para os avanços do Santos.

Os donos da casa chegaram com perigo mais uma vez aos 18 minutos. Leo Valencia cruzou pela direita e Victor Luís apareceu de surpresa para cabecear, mas para fora. O Botafogo criou nova chance quatro minutos depois. Leo Valencia tocou para João Paulo na área e o meia chutou para grande defesa de Vanderlei.

A partir dai, o goleiro santista passou a ser o grande nome da partida. O Botafogo chegou mais duas vezes com perigo, em chutes de Leo Valencia e Bruno Silva. Só que ambas pararam em defesas de Vanderlei.

Os cariocas tiveram sua melhor oportunidade para abrir o placar aos 38 minutos. Em contra-ataque rápido, Leo Valencia cruzou para Rodrigo Lindoso. No entanto, o volante finalizou mal, pela linha de fundo.

De tanto insistir, o Botafogo chegou ao gol aos 41 minutos. Bruno Silva cruzou rasteiro para a área e achou Rodrigo Lindoso livre. Desta vez, o volante acertou chute forte, sem chance para Vanderlei.

O Santos sentiu o revés e viu o Botafogo não diminuir o ritmo nos minutos finais. Tanto que aos 44 minutos, os cariocas chegaram ao segundo gol. Após cruzamento de Luís Ricardo, Guilherme cabeceou sozinho, no canto, para deixar os botafoguenses com boa vantagem no intervalo.

No segundo tempo, o Botafogo voltou com a intenção de administrar o resultado. O Santos não conseguia criar boas jogadas na frente e facilitava a vida dos donos da casa. Os cariocas tiveram algumas chances em contra-ataques, mas pecaram nas finalizações.

O Santos só conseguiu criar sua primeira boa chance na partida aos 18 minutos. Orinho arriscou de fora da área, Emerson Silva desviou de cabeça e quase acertou a própria rede.

Depois de um período sem emoção, o Botafogo voltou a ter chance de marcar aos 34 minutos. Leo Valencia cruzou rasteiro para a área, mas viu Brenner não chegar a tempo e Gilson finalizar pela linha de fundo. Em seguida, Leo Valencia arriscou de longe, a bola desviou na zaga e obrigou Vanderlei a fazer boa defesa.

Nos minutos finais, o Santos esboçou uma pressão após o Botafogo recuar. Os paulistas chegaram a acertar a trave, com Matheus Oliveira, mas no restante do tempo pouco incomodaram a zaga carioca. Assim, os donos da casa esperaram o final para garantir mais três pontos na classificação.


Derrota acaba com série invicta de 17 jogos do Santos de Levir

A derrota do Santos para o Botafogo na noite deste sábado, no Engenhão, no Rio de Janeiro, encerrou uma sequência de 17 partidas sem derrota do time do técnico Levir Culpi. Além de atrapalhar a boa campanha no Brasileiro, o 2 a 0 ainda impediu o time de alcançar os 18 jogos invicto conquistados em 2007, sob o comando do técnico Vanderlei Luxemburgo, a maior deste século.

O último revés do Peixe em 2017 foi para o Flamengo, no dia 28 de junho, também no Rio de Janeiro, pela ida das quartas de final da Copa do Brasil. Desde então, os alvinegros ostentavam a série em 13 jogos do Brasileiro, três da Libertadores e um da Copa do Brasil.

Vale lembrar que, diferentemente da queda diante dos flamenguistas, o Peixe usou uma equipe totalmente reserva neste final de semana, pensando na disputa da Libertadores da América. O confronto de volta contra o Barcelona-EQU está marcado para a próxima quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), na Vila Belmiro.

Por ter empatado por 1 a 1 no jogo de ida, em Guaiaquil, o time da Baixada entra em campo classificado devido ao gol marcado fora. Para reverter o quadro, os equatorianos teriam de vencer ou empatar por dois gols ou mais. Um novo 1 a 1 leva a decisão para os pênaltis.


Santos 1 x 0 Botafogo

Data: 07/06/2017, quarta-feira, 21h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 5ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 14.486 presentes (12.190 pagantes e 2.296 não pagantes)
Renda: R$ 349.190,00
Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA)
Auxiliares: Alessandro A. Rocha de Matos e Elicarlos Franco de Oliveira (ambos da BA).
Cartões amarelos: Lucas Veríssimo, Thiago Maia e Vitor Bueno (S); Arnaldo (B).
Gol: Victor Ferraz (50-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Matheus Ribeiro (Jean Mota); Renato, Thiago Maia e Vecchio (Rodrigão); Vitor Bueno (Vladimir Hernández), Arthur Gomes e Kayke.
Técnico: Elano (interino)

BOTAFOGO
Helton Leite; Arnaldo, Joel Carli, Igor Rabello e Gilson; Rodrigo Lindoso (Dudu Cearense), Fernandes (Montillo), Matheus Fernandes e João Paulo; Rodrigo Pimpão (Pachu) e Roger.
Técnico: Jair Ventura



Sob olhares de Levir, Santos joga mal, mas vence o Fogão no Paca

Após a saída de Dorival Júnior, demitido no último domingo, o Santos agiu rápido e confirmou a contratação de Levir Culpi na última terça. O novo treinador esteve no Pacaembu, nesta quarta-feira, mas não deve ter gostado do que viu no duelo contra o Botafogo, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. Afinal, ele deixou o estádio quando o placar ainda apontava 0 a 0. Desorganizado e errando muitos passes, o Peixe não conseguiu produzir. E quando que o empate parecia certo, Victor Ferraz acertou bela cobrança de falta e contou com falha de Helton Leite para aliviar a tensão no estádio paulistano.

Com a vitória magra, o Peixe espantou a crise, chegou aos 6 pontos e fugiu da zona de rebaixamento. Já o Fogão estacionou nos sete pontos e ficou na oitava colocação.

No próximo domingo, o Alvinegro Praiano será comandado pela última vez pelo interino Elano no duelo contra o Atlético-PR, às 19h (de Brasília), em Curitiba. Depois, Levir Culpi assume o comando da equipe. Também no domingo, mas às 11h, o Fogão recebe o Coritiba no Engenhão.

O jogo

Apesar da saída de Dorival Júnior e de todas as mudanças implantadas pelo interino Elano, o Peixe começou o duelo contra o Botafogo mantendo o estilo de jogo e apostando na posse de bola. E logo aos três minutos, o alvinegro quase abriu o marcador no Pacaembu. Matheus Ribeiro cruzou para a área e Vitor Bueno escorou de cabeça para Thiago Maia. O volante soltou uma bomba da entrada da área, mas o goleiro Helton Leite salvou.

O Santos continuou com mantendo a bola e buscando os espaços para furar o retrancado Botafogo, que apenas apostava nos contra-ataques. E foi exatamente em um deles que o Fogão perdeu uma chance inacreditável. Pimpão roubou a bola de Matheus Ribeiro no círculo central e ficou na frente de Vanderlei. Com o arqueiro fechando bem o ângulo, o atacante tentou tocar para Roger, mas bateu muito mal na bola. Antes que o centroavante pudesse mandar o fundo das redes, Thiago Maia apareceu como um raio para salvar o Peixe no Pacaembu.

Mesmo após assustar os santistas, o Botafogo seguiu aguardando o Alvinegro Praiano em seu campo de defesa. Já o time comandado por Elano, por sua vez, até demonstrava intensidade para tentar reverter a má fase. Porém, a equipe esbarrava nos vários erros de passe e pouco conseguia chegar no gol de Helton Leite. Tanto que a melhor oportunidade no restante do primeiro tempo foi um chute de longa distância de Thiago Maia, que passou perto da trave do arqueiro botafoguense.

Na volta do intervalo, o Botafogo mudou a postura e passou a se lançar mais ao ataque. O Santos, por sua vez, retornou ainda mais desorganizado que no primeiro tempo. Afobada, a equipe comandada por Elano errava muitos passes e não conseguia assustar Helton Leite.

A partida foi tão sofrida que a melhor oportunidade saiu apenas aos 29 minutos da segunda etapa, quando Arthur Gomes tocou para Kayke no lado esquerdo da área e o camisa 11 bateu para fora.

Irritados com a fraca apresentação, os torcedores do Peixe começaram a protestar no Pacaembu. Mesmo sem jogar bem e sofrendo a pressão de todo o estádio, o Santos conseguiu chegar ao gol da vitória. Aos 50 minutos, Victor Ferraz bateu falta com categoria e tirou o zero do placar, garantindo o segundo triunfo santista no Brasileirão.

Bastidores – Santos TV:

Ferraz admite cavar falta contra o Fogão: “Estava difícil de outra maneira”

O Santos não jogava bem, empatava em 0 a 0, e sofria com as vaias da torcida no duelo contra o Botafogo, na noite desta quarta-feira, no Pacaembu, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. Porém, aos 49 minutos do segundo tempo, Victor Ferraz caiu na entrada da área e a arbitragem marcou a falta. O próprio lateral-direito foi para a cobrança e bateu no canto esquerdo para tirar o sufoco do Peixe e garantir a segunda vitória do Peixe na competição.

Na saída do gramado, Ferraz admitiu que ‘cavou’ a infração e reconheceu que o alvinegro não estava tendo uma boa apresentação no Pacaembu.

“Estava difícil entrar de outra maneira, a equipe do Botafogo é muito bem treinada, está confiante, está bem. Prendi a bola para sofrer a fota e dedico a minha esposa e a minha filha, essa semana vou ser pai, então dedico a ela e a Jesus. Eu fico muito perto da bola para bater, em curta distância. Eu ia bater por cima da barreira, mas ela andou muito, não ia passar. Sabia que o Helton não ia ver a bola. Bati no cantinho onde seria indefensável e fui feliz”, comentou o camisa 4.

Levir vai ao Pacaembu, mas ‘perde’ gol do Santos contra o Botafogo

Novo técnico do Santos, Levir Culpi esteve no Pacaembu para assistir ao jogo contra o Botafogo, na noite desta quarta-feira, no Pacaembu. Porém, o comandante deve ter saído desanimado, afinal, e deixou o estádio antes do gol salvador de Victor Ferraz, aos 50 minutos do segundo tempo, que deu a vitória ao Peixe por 1 a 0, no duelo válido pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro.

Mesmo já acertado com o alvinegro desde terça-feira, o novo treinador será anunciado apenas nesta quinta e iniciará os trabalhos na próxima segunda. A estreia do comandante está marcada para o clássico contra o Palmeiras, na quarta que vem, às 21h45 (de Brasília), na Vila Belmiro.

Por conta disso, Elano terá mais um jogo como técnico do Peixe. Inicialmente, o ex-jogador ficaria no comando somente no embate frente o Fogão. Agora, o auxiliar ficará como interino também contra o Atlético-PR, no próximo domingo, em Curitiba. Como possui uma residência na capital do Paraná, Levir provavelmente também assistirá o jogo na Arena da Baixada.

Com 64 anos, o técnico estava desempregado desde novembro de 2016, quando foi demitido do Fluminense. Nos últimos anos, Levir ficou marcado por barrar Fred no time carioca e também por ter um atrito com Ronaldinho Gaúcho no Atlético-MG.

Apesar da extensa carreira, com passagens por diversos clubes do futebol brasileiro, Culpi vai dirigir o Peixe pela primeira vez. Ele seguirá no clube até o final do ano. Seus títulos de maior expressão são os da Copa do Brasil pelo Cruzeiro, em 1996, e pelo Galo, em 2014.

Botafogo 0 x 1 Santos

Data: 14/09/2016, quarta-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 25ª rodada
Local: Arena Botafogo, no Rio de Janeiro, RJ.
Público: 11.422 pagantes
Renda: R$ 185.240,00
Árbitro: Paulo Henrique Schleich Vollkopf (MS).
Auxiliares: Cicero Alessandro de Souza (MG) e Marcos dos Santos Brito (MS).
Cartões amarelos: Bruno Silva e Rodrigo Pimpão (B); Jean Mota (S).
Gol: Zeca (03-1).

BOTAFOGO
Sidão; Emerson (Rodrigo Pimpão), Renan Fonseca e Emerson Silva; Victor Luis, Bruno Silva, Dudu Cearense (Leandrinho), Camilo e Diogo Barbosa; Neilton e Canales (Vinícius Tanque).
Técnico: Jair Ventura

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz (Caju), Gustavo Henrique, David Braz e Zeca; Renato, Thiago Maia, Lucas Lima (Lucas Veríssimo), Vitor Bueno (Yuri) e Jean Mota; Ricardo Oliveira.
Técnico: Dorival Junior



Com gol no início, Santos bate o Botafogo e entra no G4

O Santos entrou no G4 do Campeonato Brasileiro ao vencer por 1 a 0 o Botafogo nesta quarta-feira, no Estádio Luso Brasileiro. Com o resultado, os paulistas chegaram a 42 pontos, à frente do Atlético-MG. Já os cariocas permanecem com 35 e desperdiçaram a chance de encostar na zona de classificação para a Copa Libertadores da América.

O Santos chegou à vitória em sua primeira chance na partida. Zeca roubou a bola de Neilton na intermediária ofensiva e chutou forte, sem chance para Sidão. A partir dai, o Botafogo foi superior e desperdiçou diversas chances de empatar. Os santistas só conseguiram equilibrar as ações no início do segundo tempo, mas se defendeu bem no restante dos 90 minutos para sair de campo com a vitória fora de casa.

O jogo

Empurrado pela torcida, o Botafogo começou a partida tentando pressionar o Santos. No entanto, na primeira oportunidade, os paulistas abriram o placar aos três minutos. Zeca roubou a bola de Neilton já no campo de ataque e acertou chute forte, no canto esquerdo, sem chance para Sidão.

Os donos da casa sentiram o revés e viram o Santos dominar o jogo por um período. No entanto, o Botafogo se restabeleceu e criou boa chance aos 12 minutos. Diogo Barbosa arriscou de fora de área e obrigou Vanderlei a fazer boa defesa. Depois, foi a vez de Bruno Silva tentar de longe e parar em mais uma boa defesa do goleiro santista.

Após os lances, os cariocas aumentaram a pressão e passaram a criar mais chances de empatar a partida. Primeiro, Dudu Cearense aproveitou bola na área, mas finalizou sobre o gol. Depois, Gustavo Henrique tentou cortar um lateral para a área e acertou o travessão. Por último, Canales aproveitou cruzamento pela direita e cabeceou, mas a bola bateu na cabeça de Ricardo Oliveira e foi pela linha de fundo.

Na parte final, o panorama do jogo não mudou. O Botafogo seguiu na pressão em busca do empate, com o Santos apenas se defendendo. Os cariocas tiveram boa chance aos 39 minutos, quando Emerson cruzou rasteiro para Neilton finalizar, mas para fora. Assim, os donos da casa tiveram que se contentar em sair de campo com a desvantagem no placar.

No segundo tempo, o Santos voltou mais organizado e impediu a pressão inicial do Botafogo. Com o confronto equilibrado, as duas equipes tinham dificuldade em criar boa jogadas. Tanto que a primeira boa chance aconteceu somente aos 17 minutos. Em contra-ataque, Lucas Lima lançou Ricardo Oliveira, mas o atacante chutou sobre o travessão. Os cariocas responderam em seguida, em chute de Neilton que passou próximo ao gol santista.

Com o passar do tempo, o Botafogo voltou a dominar o confronto e quase empatou aos 29 minutos. Rodrigo Pimpão cruzou pela direita para o meio da área onde estaca Camilo. O meia chutou de primeira, mas Vanderlei estava atento e fez grande defesa.

Nos minutos finais, os donos da casa foram para cima na última esperança de chegar a igualdade no placar. No entanto, os cariocas sofreram com o nervosismo e pouco produziram. Somente nos acréscimos, o Botafogo teve duas chances, sendo a última em uma bicicleta do goleiro Sidão no último lance do jogo. Assim, o Santos conseguiu segurar o resultado até o fim.

Bastidores – Santos TV:

Após aguentar pressão, Dorival comemora: “Aprendemos a sofrer”

O Santos conquistou três pontos importantes no Campeonato Brasileiro. Na noite desta quarta-feira, o Peixe foi até o estádio Luso-Brasileiro, no Rio de Janeiro, e bateu o Botafogo por 1 a 0, pela 25ª rodada da competição. Quem não acompanhou o duelo pode até pensar que a vitória foi fácil. Porém, para o técnico Dorival Júnior, esse foi o triunfo mais complicado do alvinegro no torneio

“Em momento algum do campeonato a gente sofreu tanto. A equipe só amadurece quando suporta esse tipo de situação. Não foi um jogo técnico, mas nós aprendemos a sofrer”, afirmou o comandante em entrevista coletiva após o jogo desta quarta.

Após abrir o placar logo aos 3 minutos do primeiro tempo, o Santos recuou e foi pressionado pelo Botafogo. Com o fantasma dos gols sofridos nos minutos finais, Dorival optou por segurar o placar mínimo na reta final da partida, colocando o volante Yuri e o zagueiro Lucas Veríssimo nas vagas dos meias Vitor Bueno e Lucas Lima, respectivamente.

Apesar da pressão sofrida pelo Fogão, as mudanças surtiram efeito e o Peixe conseguiu sair com os três pontos. E segundo Dorival, a vitória vale mais que a atuação da equipe. “Foi um resultado importantíssimo para a nossa sequência. Com muita luta e sofrimento. Acredito que reencontramos o caminho. Se a gente manter a postura de hoje, podemos chegar mais perto dos times que estão na frente”, completou.

Paredão, Vanderlei vibra com vitória, mas critica gramado

Se o Santos saiu do Rio de Janeiro com a vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo, na noite desta quarta-feira, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro, muito se deve ao goleiro Vanderlei. Como um paredão, o arqueiro santista fechou a meta e, com várias defesas difíceis, garantiu os três pontos para o Peixe.

Apesar do triunfo, o camisa 1 criticou a situação do campo no Estádio Luso-Brasileiro. “Foi um jogo difícil. Infelizmente, o gramado estava ruim, mas, felizmente, a gente venceu”, afirmou o goleiro.

A vitória do Santos foi construída logo na primeira bola. Aos 3 minutos, Zeca desarmou Neilton já no campo de ataque e acertou chute forte, no canto esquerdo, sem chance para Sidão. Após abrir o placar, o Peixe viu o Botafogo partir pra cima e alçar muitas bolas na área. Porém, a equipe carioca parou na zaga e nas defesas de Vanderlei.

O goleiro acredita que a pressão dos cariocas foi algo normal e vibrou com o triunfo no Rio de Janeiro. “Tem que se fechar bem para não tomar o gol. A gente soube sofrer, sabíamos que tomaríamos muitas bolas na área. Para chegar, tem que vencer fora de casa. A gente fica feliz pelo bom trabalho”, completou.

Mesmo após sufoco, Ricardo Oliveira vê boa apresentação do Santos

“Meio a zero é goleada”. Esse famoso jargão do futebol pode definir o que foi a vitória do Santos sobre o Botafogo, nesta quarta-feira, no estádio Luso-Brasileiro, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro. Após abrir o placar no início da partida em um belo chute de Zeca, o Peixe sofreu com a pressão dos botafoguenses, mas conseguiu sair do Rio de Janeiro com os três pontos.

Apesar das ótimas defesas do goleiro Vanderlei e do sofrimento até o último minuto, quando quase levou um gol de bicicleta do arqueiro Sidão, o centroavante Ricardo Oliveira acredita que o Alvinegro Praiano realizou uma boa partida contra o Fogão.

“Acho que nós fizemos uma boa apresentação. Fomos envolventes. É normal sofrer pressão. Equipes boas chegaram aqui e perderam os jogos. Tivemos a capacidade de sofrer dentro do jogo. Procuramos aproveitar os espaços, temos que valorizar bastante isso”, afirmou o experiente camisa 9 santista na saída do gramado.

Sequência favorável anima Dorival Júnior: “Podemos arrancar”

As três derrotas seguidas para Coritiba, Figueirense e Internacional, fizeram a disputa pelo título ficar distante para o Santos. Porém, como em torneio de pontos corridos tudo muda em pouco tempo, o alvinegro já começa a pensar novamente na liderança do Campeonato Brasileiro. Com a vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo, nesta quarta-feira, no estádio Luso-Brasileiro, o Peixe engatou o segundo triunfo seguido e já voltou ao G4, com 42 pontos.

Além disso, os comandados de Dorival Júnior se apoiam na sequência favorável da tabela para dar uma arrancada de vez na competição. Dos próximos seis jogos, quatro são com mando santista e um é o clássico contra o São Paulo, no Pacaembu, considerada a ‘segunda casa’ do Peixe.

“Voltamos a acreditar que podemos estar dando uma arrancada no campeonato. Continuo achando que o Brasileiro está em aberto. Vai ser um perde e ganha até o final. Acho que reencontramos o caminho”, afirmou o técnico do Santos, em entrevista coletiva após a vitória sobre o Botafogo.

No domingo, às 18h30 (de Brasília), o Peixe pega o Santa Cruz, no Pacaembu. Depois, a equipe visita o Sport, no dia 24, na Ilha do Retiro. Em seguida, os santistas têm duas partidas na Vila Belmiro, diante de Atlético-PR e Fluminense. Logo depois, tem o clássico com o São Paulo, também no Pacaembu, mas com torcida são-paulina. Fechando a sequência, os comandados de Dorival Júnior encaram o Grêmio, dentro de casa.

Para buscar a liderança e o título do Campeonato Brasileiro, o técnico do Santos tira como exemplo a campanha do Flamengo em 2009. Naquele ano, a equipe carioca terminou o primeiro turno apenas na 10ª colocação. Porém, após uma arrancada nas 18 últimas rodadas, nas quais foi derrotado apenas duas vezes, o Rubro-Negro levou o caneco.

“Ainda não tem nada definido. Eu me lembro do Flamengo em 2009, onde eles deram uma arrancada. Acredito que até o oitavo colocado ainda tem chance. Campeonato não está decidido. Se as duas equipes da frente (Palmeiras e Flamengo) não tiverem uma boa sequência, acho que as coisas vão acontecer como no final do primeiro turno”, completou.

Santos 3 x 0 Botafogo

Data: 05/06/2016, domingo, 11h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 6ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 16.530 pagantes (17.033 presentes)
Renda: R$ 419.950,00
Árbitro: Sandro Meira Ricci (SC)
Auxiliares: Fabricio Vilarinho da Silva (GO) e Fabiano da Silva Ramires (ES).
Cartões amarelos: Thiago Maia (S) e Leandrinho (B).
Gols: Vitor Bueno (10-1) e Paulinho (35-1); Bruno Silva (24-2, contra).

SANTOS
Vanderlei, Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique e Zeca; Renato, Thiago Maia, Serginho, Léo Cittadini (Léo Cittadini) e Vitor Bueno (Valencia); Paulinho e Joel (Diogo Vitor).
Técnico: Dorival Junior

BOTAFOGO
Helton Leite, Diego, Emerson Silva, Emerson Santos e Victor Luis; Dudu Cearense, Bruno Silva, Leandrinho e Gegê; Anderson Aquino (Neilton) e Ribamar (Sasá).
Técnico: Ricardo Gomes



Peixe vence no Pacaembu, quebra jejum e joga Botafogo para a lanterna

Depois de três jogos sem vencer, o Santos deu um tempo na crise e fez a festa de sua torcida paulista no estádio do Pacaembu com bater o Botafogo por 3 a 0 em confronto válido pela 6ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os dois primeiros gols do jogo foram marcados ainda no primeiro tempo. Vitor Bueno, depois de um lindo chapéu no goleiro Helton Leite, abriu o placar, enquanto Paulinho contou com a colaboração do camisa 1 botafoguense para ampliar. Na etapa final, Bruno Silva marcou contra depois de cobrança de escanteio.

Essa é apenas a segunda vitória do Peixe no nacional, que agora chega aos 7 pontos e se afasta da zona de rebaixamento, mas serve para dar um pouco de paz a Dorival Júnior, que passou a sofrer muita pressão depois da derrota no contra Corinthians, no meio de semana. Agora, o treinador terá toda a semana livre para justar o time, que só volta a campo no domingo, para encarar o Santa Cruz no estádio do Arruda, às 19 horas.

Por outro lado, o Fogão já mostra que é um forte candidato a voltar à Série B em 2017. O alvinegro carioca estacionou com 4 pontos e é o lanterna do Brasileirão. Muito limitado no setor ofensivo e vulnerável atrás, a equipe de Ricardo Gomes foi preza fácil no duelo matutino deste domingo e ainda desperdiçou um pênalti com Neilton, ex-Santos, quando o placar ainda marcava 2 a 0 para os mandantes. Para tentar buscar uma reação, o Botafogo receberá o Vitória no próximo domingo, de novo às 11 horas, ainda sem local definido.

O jogo

Com o apito do árbitro Sandro Meira Ricci veio também a chuva ao estádio do Pacaembu. Mas, em campo, o Santos começou querendo colocar fogo no jogo. Logo no primeiro minuto, Renato deixou Vitor Bueno de frente para o goleiro Helton Leite. A finalização do meia saiu pela linha de fundo, mas animou os torcedores paulistas nas arquibancadas.

O Botafogo chegava a ser perigoso quando ultrapassava o meio de campo, mas pecava em demasia na saída de bola, com manhã ruim para sua dupla de volantes Dudu Cearense e Bruno Silva.

E em uma das bobeadas do Glorioso no centro do gramado, Thiago Maia usou o lado externo do pé para dar a Vitor Bueno sua segunda chance no jogo. Dessa vez, o jovem meia fez bonito. Chepelou o goleiro botafoguense e abriu o placar com uma verdadeira pintura.

Após isso, porém, o ritmo caiu e o Santos errava seguidamente no ataque, principalmente Joel, que cegou a ouvir alguns protestos disparados das cadeiras cativas do estádio. O castigo por pouco não veio aos 18 minutos. Depois de troca de passes de primeira, Anderson Aquino serviu Ribamar nas costas de Gustavo Henrique, mas Vanderlei saiu bem para salvar o time.

A partida ficou sonolenta, com o Botafogo escancarando suas fragilidades e limitações, enquanto o Peixe parecia satisfeito com a vitória parcial. Só aos 35 minutos o torcedor santista pôde gritar novamente.

Com paciência, o time de Dorival Júnior valorizou a posse de bola, rodou, tocou, se movimentou, até que Zeca tabelou com Joel e soltou para Léo Cittadini, que achou Paulinho na área. O atacante, até então melhor na marcação do que na sua verdadeira função, bateu cruzado. Helton Leite tocou na bola, mas não segurou firme e a bola foi às redes lentamente. 2 a 0 Peixe.

O último lance de perigo antes do intervalo veio aos 40 minutos e serviu para mostrar como a fase botafoguense é brava. Anderson Aquino invadiu a área pela direita e cruzou. A bola ficou limpa para Gegê, que finalizou para empatar, mas viu Ribamar, seu companheiro, tirar a bola da direção do gol.

Já sem chuva e com a torcida animada pela vitória parcial, o Peixe voltou para o segundo tempo com mais ímpeto pelo gol. Em pouco tempo, o Peixe já pressionava os cariocas no campo de defesa a rondava a meta de Helton Leite. Aos 5 minutos, o camisa 1 espalmou para fora a boa cobrança de falta de Vitor Bueno.

Mas, na primeira vez que foi ao ataque, o Botafogo calou o Pacaembu por alguns segundos. Neiton, aquele mesmo revelado pelo alvinegro praiano, foi derrubado por David Braz dentro da área e sofreu pênalti. O jovem atacante pediu para bater e teve a autorização de Ricardo Gomes. Na batida, Neilton deslocou Vanderlei, mas errou o alvo, para delírio dos santistas, que até hoje se sentem traídos pelo jogador do Botafogo.

E a situação do time de General Severiano ficou ainda pior aos 24 minutos. Depois de cobrança de escanteio, Bruno Silva se enrolou dentro da área e marcou contra. 3 a 0 e a torcida santista já ensaiava gritos de “olé” diante de tanta facilidade.

Assim, o time de Dorival Júnior precisou apenas administrar o resultado nos minutos finais. Vanderlei até foi exigido por causa de um relaxamento do time do Santos, mas, nada que mudasse mais o placar. O Peixe venceu no Pacaembu, ganhou um pouco de paz depois de uma semana tensa, e ainda jogou o Botafogo para a lanterna do Brasileirão.

Santos TV – Bastidores:

Jogadores do Peixe admitem alívio com vitória em cima do Botafogo

A vitória por 3 a 0 em cima do Botafogo neste domingo deu mais do que três pontos para o Santos no Campeonato Brasileiro. O time não vencia há três jogo e passou por uma semana de muitos questionamentos depois da derrota para o Corinthians, no clássico de Itaquera. Após a partida no Pacaembu, que contou com gols de Vitor Bueno, Paulinho e Bruno Silva (contra), o Peixe subiu para 7 pontos e se afastou da zona de rebaixamento. Os jogadores do Peixe, ainda no gramado, admitiram as sensações de alívio e de dever cumprido.

“Dá um alívio grande, mas a equipe está de parabéns, pela garra, pelo futebol. Pressionamos, como o Dorival pediu. Daqui para frente é melhorar e, se Deus quiser, brigar lá em cima”, comentou o atacante Paulinho, que teve discurso compartilhado pelo capitão Renato.

“Essa é uma situação incomoda (zona de rebaixamento), pegamos um adversário que não vinha bem, todo mundo correu e estava ciente da situação que a gente se encontrava. E conseguimos dar essa vitória para dar tranquilidade ao time no campeonato. A gente sabe que precisa melhorar. Claro que vitória dá confiança e hoje a gente precisava vencer, independente do placar”, analisou o camisa 8.

Vitor Bueno, muito aplaudido quando sacado por Dorival Júnior para a entrada de Valencia, comemorou ao lado de Thiago Maia, autor da linda assistência para o gol do meia, a vitória do Peixe no Pacaembu.

“É isso que nós queremos. O Santos merece brigar em cima”, comentou Bueno, antes de ser questionado sobre seu belo gol no primeiro tempo. “Saiu naturalmente. A bola foi metida pelo Thiago, fui muito feliz na finalização”, explicou, dando a palavra ao amigo volante. “A gente merecia essa vitória. Agora é pensar no próximo jogo”, concluiu o santista.

Mais que a vitória, Dorival Jr valoriza nova postura: “Isso é o Santos”

O Santos venceu e convenceu na manhã deste domingo. Apesar da fragilidade inegável do Botafogo, agora lanterna do Campeonato Brasileiro, o Peixe não vencia há três rodadas e precisava dos três pontos para se afastar da zona de rebaixamento. Após os 3 a 0 em cima dos cariocas, o técnico Dorival Júnior fez questão de ressaltar seu contentamento com a forma como o time se portou em campo para alcançar o objetivo.

“É a disposição que tivemos em campo. Agressividade no combate, preocupação em criar. Isso é o espírito do Santos. Resultado importante, mas muito mais pela maneira com que a equipe procurou o resultado. Tivemos dificuldades após o pênalti, mas, de uma maneira geral, tivemos uma boa postura. Já deixamos pontos importantes para trás”, analisou o treinador, agora esperançoso em uma reação na competição.

“Acho que a atitude foi diferente. Enfrentamos grandes adversários que foram superiores. Hoje, o Santos veio com outro propósito, com cada um tentando fazer seu melhor e não perdendo espírito de equipe. Espero que tenhamos uma semana boa de preparação para que tenhamos uma equipe melhor postada ainda, já que a exigência é sempre alta”, avisou.

Apesar dos elogios, Dorival Júnior sabe que o Botafogo não é uma equipe que pode dar ao Santos muito parâmetro para o restante da competição. A má fase do Glorioso e os poucos obstáculos encontrados pelo Peixe neste domingo fazem com que treinador ainda contenha a empolgação.

“Nós temos de ter consciência que foi um resultado importante, nada além disso. A equipe não deixou de jogar nas duas partidas passadas por desaprender, e nem recuperou padrão para ter confiança total. Temos de ter calma. Mudamos muito nossa concepção de jogo em função das perdas, e agora temos de nos recompor dessa forma, encontrando novas peças, com a chegada de reforços, para que tenhamos o Santos um pouco mais forte, mais preparado para ser mais competitivo no Brasileiro”, concluiu o comandante alvinegro.

Léo Cittadini ganha elogios de Dorival e assume vaga de Lucas Lima

Depois de buscar alternativas com Rafael Longuine, Ronaldo Mendes e Serginho, Dorival Júnior parece ter encontrado o substituto para suprir a ausência de Lucas Lima. Léo Cittadini recebeu a confiança do técnico santista para começar a partida deste domingo entre os titulares e deu conta do recado. Após a vitória por 3 a 0, no Pacaembu, o jovem meia recebeu elogios raros do comandante alvinegro, que dificilmente fala individualmente do desempenho dos atletas.

“Cittadini já tinha entrado muito bem na partida contra o Corinthians, que foi a primeira dele depois de uma lesão muito séria na semifinal contra o Palmeiras, pelo Paulista (entorse no tornozelo direito). Ainda não está suportando toda a parida, mas teve uma participação muito importante, foi muito bem em todos os aspectos, quer seja trocando passes, se apresentando, sendo uma opção para a saída de bola, chegando a frente, criando oportunidades, participando muito do nosso sistema de marcação. Ele foi fundamental. Espero que ele continue assim”, disse Dorival Júnior, deixando claro que agora vai dar sequência ao garoto.

“Quem vai me dar essa resposta são os jogadores campo. Se a equipe continuar fazendo apresentações como a de hoje, naturalmente eles vão ocupar um espaço que está em aberto. Foi importante”, explicou.

Léo Cittadini tem apenas oito jogos na temporada e fez sua estreia na última quarta, no clássico contra o Corinthians. O jogador de 22 anos, meia de origem, estava sendo preparado para ser um reserva imediato de Thiago Maia. Mas, com a escassez de opções, Dorival resolveu apostar na revelação santista ao lado de Vitor Bueno, mais centralizado, e gostou do que viu.

“Hoje sim nós apresentamos alguma coisa diferente do que vinha acontecendo, principalmente nas duas partidas (anteriores). Hoje voltamos a ter um bom volume de jogo, voltamos a ter criação do meio para o ataque, marcação encaixada, troca de passes…O segundo gol foi isso que aconteceu, tivemos paciência. É isso que nós queremos. É questão de tempo. É muito pouco espaço para treinamentos. Essa semana teremos uma semana inteira. Vamos ver se aceleramos isso”, concluiu Dorival.

O próximo desafio do Peixe no Campeonato Brasileiro será diante do Santa Cruz, domingo, no estádio do Arruda, em Pernambuco, às 19 horas (horário de Brasilia). O clube da Vila Belmiro tem 7 pontos ganhos em seis rodadas até aqui.


Vídeos: (1) Gols e (2) melhores momentos.

Santos 1 x 2 Botafogo

Data: 15/09/2013, domingo, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 21ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 11.301 pagantes
Renda: R$ 178.707,00
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Auxiliares: Cristhian Passos Sorence (GO) e Nadine Schramm Camara Bastos (SC).
Cartões amarelos: Mena, Alison e Cicinho (S); Seedorf, Dória, Hyuri e Gegê (B).
Gols: Elias (39-1); Cícero (21-2) e Elias (11-2).

SANTOS
Aranha; Cicinho, Edu Dracena, Durval e Mena; Alison (Arouca), Leandrinho (Everton Costa), Cícero e Renato Abreu (Neílton); Gabriel e Thiago Ribeiro.
Técnico: Claudinei Oliveira

BOTAFOGO
Jéfferson, Edilson, Dória, Bolívar e Julio César; Marcelo Mattos, Renato, Seedorf (André Bahia) e Hyuri (Octávio); Rafael Marques e Elias (Gegê).
Técnico: Oswaldo de Oliveira



Botafogo põe fim à invencibilidade do Santos na Vila e mantém luta pelo título

Elias anotou os dois gols do time carica, que segue na cola do Cruzeiro na tabela do Campeonato Brasileiro

Com uma vitória por 2 a 1, na noite deste domingo, o Botafogo deu fim a uma marca impressionante do Santos na Vila Belmiro. Isto porque, a última derrota do Peixe em seu estádio havia acontecido no dia 30 de agosto do ano passado, quando o Bahia ganhou por 3 a 1, na última exibição do meia Paulo Henrique Ganso com a camisa praiana.

O triunfo como visitante manteve o time carioca na segunda posição do Campeonato Brasileiro, agora com 42 pontos. Enquanto isso, o Santos caiu para o nono lugar, com 28 pontos ganhos.

O jogo

O primeiro lance de perigo do jogo foi do Botafogo. Aos cinco minutos, Elias arriscou de fora da área, o goleiro Aranha não segurou o chute e acabou cedendo o escanteio para os visitantes. A resposta do Santos veio aos sete, quando Renato Abreu encontrou Leandrinho livre na grande área e o jovem meia tocou de cabeça, exigindo grande defesa de Jéfferson.

No minuto seguinte, o Peixe esteve mais uma vez perto do gol. Após boa trama do ataque santista pela direita, Cicinho chutou cruzado, Thiago Ribeiro se esticou, mas a bola passou sem que o atacante conseguisse completar para o fundo das redes. Melhor em campo, o time praiano assustou novamente, aos 12. Com espaço para avançar ao campo de ataque, o volante Alison resolveu arriscar de longa distância, quase surpreendendo o goleiro da equipe carioca, com a bola passando sobre o gol de Jéfferson.

Porém, a melhor oportunidade de gol dos donos da casa, no começo da partida, surgiu aos 14. Cicinho roubou a bola do atacante botafoguense, Rafael Marques, no campo de defesa do Glorioso, e cruzou para Thiago Ribeiro. Só que o avante do Santos isolou, desperdiçando uma grande chance de gol para o seu time.

Após essa jogada, o confronto continuou bastante disputado, com o Peixe tomando mais a iniciativa de buscar o gol. No entanto, se os donos da casa criaram as oportunidades mais claras de gol, o Botafogo aproveitou melhor as suas chances e abriu o placar, próximo do intervalo. Aos 39, Seedorf tocou para Julio César, que cruzou para Rafael Marques finalizar e exigir grande defesa de Aranha, mas Elias aproveitou o rebote e marcou o gol dos cariocas.

Na volta para o segundo tempo, o panorama do duelo continuou o mesmo, com os santistas buscando o empate. Só que os botafoguenses foram mais eficazes, outra vez, balançando as redes. Aos 11, Hyuri tabelou com Renato e cruzou para Elias tocar de cabeça, firme no canto esquerdo de Aranha, sem chances de defesa para o camisa 1 da equipe praiana: 2 a 0 para o Glorioso.

Com a desvantagem ainda maior no placar, aos 13, o técnico Claudinei Oliveira trocou o experiente meia Renato Abreu, promovendo a entrada do jovem atacante Neílton. A pressão dos donos da casa deu resultado aos 21, quando após bom lance de Cicinho pela direita, rolando a bola para o meio, Cícero acertou uma “bomba” de perna esquerda, superando Jefferson e dando um novo ânimo ao seu time no jogo.

Depois do gol, Claudinei resolveu promover mais duas alterações. A primeira, aos 25, sacando Alison, que estava pendurado com cartão amarelo, para a volta de Arouca. Já a segunda, no minuto seguinte, foi a entrada do atacante Everton Costa no lugar do meia Leandrinho. Na equipe carioca, também aos 26, Oswaldo de Oliveira trocou Hyuri por Octávio.

O Glorioso quase chegou ao terceiro gol, com o lateral-direito Edílson. Aos 29, o ala botafoguense cobrou falta, a bola desviou na barreira e explodiu no travessão de Aranha, antes de ir para fora.

Com a vantagem no marcador, os cariocas fizeram mais uma substituição, com Elias saindo para a entrada de Gegê, aos 37. Aos 45, o meia holandês Seedorf deixou o gramado, com o zagueiro André Bahia reforçando o sistema defensivo para os minutos finais da partida, garantindo mais uma vitória botafoguense na competição.

Claudinei lamenta derrota, mas elogia Santos: “Tivemos mais chances”

Técnico santista disse que o Botafogo foi pragmático, não errou e chegaram à vitória neste domingo, na Vila Belmiro

A derrota para o Botafogo, na noite deste domingo, impôs ao Santos o fim de uma invencibilidade que já durava mais de um ano na Vila Belmiro. Mas, apesar do resultado negativo, o técnico do Peixe, Claudinei Oliveira, elogiou bastante a atuação de sua equipe. Na visão do treinador, os santistas criaram muitas oportunidades de gol e poderiam ter saído com um outro placar deste jogo.

“Quero ver o jogo com mais calma depois, mas creio que tivemos mais chances do que o Botafogo. Eles foram pragmáticos, não erraram e conseguiram vencer. Claro que perder na Vila é complicado, estávamos invictos há mais de um ano. Mas enfrentamos de igual para igual uma das melhores equipes da competição, com jogadores de qualidade e que está brigando pela liderança do Brasileirão”, disse Claudinei.

O comandante ainda foi indagado se o cansaço causado pela “maratona” de quatro partidas (Goiás, Internacional-RS, Flamengo e Bota) em pouco mais de uma semana pode ter contribuído para a derrota diante do Glorioso, dentro de casa.Porém, Claudinei Oliveira evitou atribuir ao desgaste físico a razão pelo revés.

“É difícil dimensionar a influência desta ‘maratona’ na derrota. Fizemos quatro jogo em oito dias, o que é muito, principalmente em um esporte de contato como o futebol. Além disso, temos o tamanho do campo. Enfim, é natural que os atletas acusem o desgaste. Não temos condições de treinar o time também. Mas não adianta falarmos de cansaço, porque o Botafogo foi mais eficiente do que nós. Dentro da estratégia deles, foram mais eficazes e contundentes”, concluiu.

Na próxima rodada, o Santos, que é o nono colocado da Série A, com 28 pontos, visita o Grêmio. A partida acontece quarta-feira, a partir das 19h30 (horário de Brasília), na Arena do Grêmio.

Claudinei projeta volta de Montillo ao Santos e garante respaldo aos jovens

Meia foi liberado pelos médicos e pode começar a partida contra o Grêmio, quarta-feira

Depois de ser vetado pelo departamento médico, o meia Montillo poderá reforçar o Santos na próxima rodada do Brasileirão, diante do Grêmio, quarta-feira, às 19h30 (de Brasília), na Arena Arena Grêmio. O jogador foi liberado pelos médicos e depende apenas do aval do técnico Claudinei Oliveira.

“O Montillo faz a diferença. Com ele em campo, as coisas acontecem mais favoravelmente”, afirmou o treinador santista, destacando que a presença do meia dá uma maior tranquilidade para o restante da equipe, composta por alguns jovens jogadores.

“Nós perdemos três ou quatro atletas mais experientes, dentre eles o Montillo e o Arouca. Como não temos tantos jogadores em termos de experiência, em algumas partidas os garotos são brilhantes e fazem a diferença, mas em outros, não. Na dificuldade, a experiência aparece”, destacou.

Apesar de ter ressaltado a importância da maturidade dos atletas mais velhos do grupo, Claudinei Oliveira garantiu que os alvinegros continuarão apostando nos novos talentos, durante a sequência do Campeonato Brasileiro.

“Não dá para falar que chegamos ao limite, pois os jovens estão em evolução. Isso é normal. Porém, vamos continuar apostando na garotada. Não temos problema nenhum quanto a isso”, concluiu.

Gabriel nega abatimento com críticas e diz que “cobram de quem tem potencial”

Atacante do Santos reconhece atuação abaixo do que poderia ter apresentado na derrota para o Botafogo, na Vila Belmiro

Criticado por parte da torcida que compareceu a Vila Belmiro e assistiu a derrota do Santos para o Botafogo no domingo, o atacante Gabriel garantiu que não irá se abater com as cobranças. Para ele, as críticas fazem parte do processo de amadurecimento de qualquer jogador que sobe para o elenco principal.

“Eles cobram de quem tem potencial, por isso estou tranquilo. Sei que posso dar mais no segundo tempo. Eles fizeram certo em ‘pegar no meu pé’. Eu mesmo quando era torcedor ‘pegava no pé’ de alguns. Tenho que melhorar para, quando começar jogando, fazer um segundo tempo tão bom quanto no primeiro”, disse Gabriel, que foi defendido pelo técnico Claudinei Oliveira.

Indagado sobre o assunto, o atacante reconheceu que poderia ter tido uma melhor apresentação contra o Botafogo. “Acho que fui bem no primeiro tempo e dei uma caída na segunda etapa. Fazia tempo que eu não jogava 90 minutos. Claro que a gente sofre com as críticas, mas confio no meu potencial. A pressão existe em todo lugar e temos que conviver com isso”, comentou.

Apesar das críticas, Gabriel deve ser mantido como titular por Claudinei diante do Grêmio, em jogo marcado para a próxima quarta-feira, a partir das 19h30 (horário de Brasília), na Arena do Grêmio. O confronto é válido pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro.