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Santo André 0 x 1 Santos

Data: 25/03/2017, sábado, 15h00.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 11ª rodada (penúltima)
Local: Estádio Bruno José Daniel, em Santo André, SP.
Público: 9.286 total
Renda: R$ 273.780,00
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araujo
Auxiliares: Mauro André de Freitas e Alberto Poletto Masseira
Cartões amarelos: Tiago Ulisses (SA, 2).
Cartão vermelho: Tiago Ulisses (SA).
Gol: Copete (29-2).

SANTO ANDRÉ
Zé Carlos; Cicinho Vieira, Leonardo, Reniê (Diogo Borges) e Aelson (Paulinho); Renato, Tiago Ulisses, Garré e Serginho (Deivid); Henan e Claudinho.
Técnico: Sérgio Soares

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz (Cléber) e Jean Mota; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima; Bruno Henrique (Copete), Vitor Bueno (Hernández) e Ricardo Oliveira.
Técnico: Dorival Junior



Copete entra, marca e garante o Santos na próxima fase do Paulistão

Depois de temer ficar de fora das quartas de final do Campeonato Paulista, o Santos conseguiu mudar esse cenário nas últimas rodadas e agora vive uma situação tranquila. Na tarde deste sábado, o Peixe mais uma vez jogou para o gasto, mas fez o suficiente para derrotar o Santo André no estádio Bruno José Daniel, na região do ABC Paulista, pela 11ª e penúltima rodada do Estadual. O nome do jogo foi Jonathan Copete, que entrou no segundo tempo a pedido dos torcedores e marcou o único gol do confronto.

Agora, com 19 pontos, o Santos já está classificado, graças aos seus concorrentes. O Mirassol, que iniciou a rodada com com 14 pontos, apenas empatou com o Novo Horizontino fora de casa. Com isso, o Peixe não pode mais ser superado pela equipe que iniciou a competição com a grande sensação do Estadual. A briga agora é entre Mirassol e Ponte Preta. A Macaca, com 16 pontos, visitará o São Bento também às 18h30, mas nesse domingo. Por outro lado, o Santo André estacionou nos 11 pontos deu adeus ao sonho de jogar as quartas de final.

o jogo

Com Jean Mota na vaga de Zeca, poupado por precaução, mas com os retornos de Vanderlei e Ricardo Oliveira, o Santos entrou em campo com o objetivo de fazer sua parte para garantir a classificação às quartas de final ainda nesse fim de semana. Apesar disso, os comandados de Dorival Júnior não conseguiram mostrar em campo a gana pelos três pontos que o torcedor esperava no ABC Paulista.

A primeira etapa foi marcada por muito perde e ganha na região central do gramado, os erros de passes foram muitos das duas equipes e a lentidão do Peixe chegou a irritar os torcedores em alguns momentos.

Mesmo assim, o Alvinegro Praiano teve duas chances claras de balançar as redes. Primeiro com Vitor Bueno, já aos 39 minutos, mas o meia acabou carimbando o goleiro Zé Carlos. Na última jogada antes do intervalo, foi a vez de Ricardo Oliveira falhar de frente para a meta do Ramalhão. Desequilibrado, o camisa 9 isolou de dentro da pequena área.

Na segunda etapa, tanto Sergio Soares quando Dorival Júnior buscaram dar mais velocidades aos seus times. Deivid entrou na vaga de Serginho pelo Santo André e Vladimir Hernández substituiu Vitor Bueno no Santos.

A partida seguiu muito equilibrada, correndo até com um certo marasmo e cada vez mais foi ficando marcada por uma tarde ruim de Ricardo Oliveira. O centroavante santista teve três oportunidades de estufar as redes no segundo tempo, aos 14, aos 20 e aos 27, de cabeça, no miolo da área e pela direita, mas em todas acabou errando o alvo, para desespero dos visitantes.

Quem apareceu, então, para decidir o jogo foi Jonathan Copete. A torcida pediu sua entrada e Dorival atendeu. Dez minutos depois, aos 29, o colombiano apareceu livre pela esquerda, em contra-ataque do Peixe, e não falhou após cruzamento milimétrico de Lucas Lima.

O Santos esteve longe do futebol arte que tanto venera, mas fez o suficiente para derrotar o Ramalhão no Bruno José Daniel.

Bastidores – Santos TV:

Dorival valoriza superação física do Santos para vencer mais uma

O Santos não fez uma grande partida nesse sábado. Apenas o suficiente para vencer o Santo André por 1 a 0. De qualquer forma, foi a segunda vitória seguida da equipe no Campeonato Paulista e, depois de passar por apuros, agora vê a classificação às quartas de final muito perto, com o time na liderança do Grupo D. E após o confronto no Bruno José Daniel, Dorival Júnior fez questão de valorizar muito o resultado por causa de um fator em especial: sua equipe teve menos tempo de recuperação que seus últimos três adversários.

“Acho que nós temos que ficar satisfeitos, porque nessas últimas três rodadas, desde o jogo contra o Palmeiras, jogamos sempre com a defasagem de um dia (de descanso em relação aos adversários). E agora, sábado, 15 horas, num sol que… Isso ai acaba tirando um pouco da velocidade do espetáculo, tanto de um lado quanto de outro. Sentimos mais pela falta de recuperação”, ressaltou o treinador santista logo em sua primeira resposta na entrevista coletiva concedida no vestiário.

E Dorival tem razão sobre sua reclamação. Antes de fazer o clássico com o Palmeiras no domingo passado, o Peixe atuou pela Libertadores na quinta, enquanto o rival alviverde jogou no dia anterior. Na rodada seguinte, o desafio foi contra o São Bento na quarta, mas a equipe de Sorocaba teve um dia a mais de recuperação por ter jogado no sábado. E diante do Santo André, os comandados de Dorival encararam um rival que entrou em campo pela última vez na terça-feira passada.

“Mesmo com a derrota para o Palmeiras, vejo o time crescendo de produção, amadurecendo, e espero um bom final de competição”, ponderou o técnico do Peixe, valorizando a superação de seus atletas. Nem mesmo as diversas oportunidades de gol desperdiçadas frente ao Ramalhão, que por pouco não complicaram o objetivo da equipe, foram motivo para uma crítica mais acentuada de Dorival Júnior.

“Um fato natural, vai acontecer e daqui a pouco vamos voltar a fazer gols dentro da normalidade que a equipe sempre fez. Talvez me preocupasse mais se a equipe não estivesse conseguindo criar, isso, sim, traria uma preocupação maior. São jogadores que sabem fazer gols e que têm a nossa confiança”, disse, se referindo principalmente a Ricardo Oliveira, que nesse sábado perdeu pelo menos quatro chances claras.

Reservas entram bem e disputa por posição empolga Dorival Júnior

Em uma tarde em que Vitor Bueno e Bruno Henrique não conseguiram fazer em campo o que o técnico Dorival Júnior esperava de ambos, Vladimir Hernández e Jonathan Copete saíram do banco de reservas para dar mais velocidade e eficiência ao time do Santos. Após as duas substituições, o Peixe conseguiu criar oportunidades ofensivas e chegou ao gol da vitória sobre o Santo André no estádio Bruno José Daniel. E essa demonstração de força do elenco, para o técnico santista, foi mais relevante do que as decepções com seus titulares nesse sábado.

“O que nós queremos é isso, todo mundo preparado dentro da necessidade, entrando e dando uma reposta. Isso é elenco. Todo mundo focado e se respeitando, as coisas acontecem. Eu falei para ele (Copete) ‘você vai entrar e ser decisivo’. E graças a Deus deu certo”, comentou Dorival depois do jogo que encaminhou a classificação do Santos para as quartas de final do Campeonato Paulista.

Jonathan Copete, aliás, perdeu a vaga de titular para Bruno Henrique e agora corre atrás para retomar seu espaço. Nesse sábado, diante do empate sem gols, o colombiano viu a torcida pedir sua entrada em coro. O atacante, então, entrou aos 19 minutos do segundo tempo. Dez minutos depois, marcou o gol da vitória do Santos.

“Fico muito agradecido com meus companheiros e pelos torcedores, que me ajudaram hoje. A equipe do Santo André joga muito bem, com jogadores muito rápidos, mas nós marcamos o gol e conseguimos a vitória”, disse o jogador.

“Aparecendo uma condição, eles estão entrando. O Copete vinha como titular, o Bruno apareceu em numa crescente, não posso tirar isso do jogador. De repetente, o Bruno cansou (nesse sábado), sai e entra o Copete. Essa é uma resposta muito boa e tem feito com que a nossa equipe cresça. Esse foi o maior ganho para o Santos esse ano”, comemorou Dorival Júnior.

Copete prega compromisso do Peixe em ir às quartas em primeiro lugar

Autor do gol da vitória santista sobre o Santo André no último sábado, fora de casa, Jonathan Copete começou essa nova semana em alta. Entrando na vaga de Bruno Henrique, o colombiano aproveitou a oportunidade para assegurar mais três pontos à sua equipe, que vai para a última rodada, contra o Novorizontino, na Vila Belmiro, confiante em encerrar a primeira fase na primeira colocação do Grupo D.

Empatado com a Ponte Preta com 19 pontos, o Peixe quer confirmar seu favoritismo diante do próximo rival para ir às quartas de final no topo da tabela e ter o direito de decidir o jogo das quartas na Vila Belmiro. E será justamente a Ponte a adversária do Santos na próxima fase do Paulistão.

“Sabemos que ficar em primeiro lugar dá um pouco de tranquilidade. Nos dá a possibilidade de jogarmos com a nossa torcida e isso é melhor para nós. O primeiro lugar é o nosso objetivo”, disse Copete, sinalizando que o Santos deve entrar com o time titular nesta quarta-feira.

Disputando diretamente contra o adversário que terá nas quartas de final a primeira colocação do Grupo D, o Peixe ligou o alerta para não acabar vacilando na última rodada e ceder o mando de campo do jogo de volta à Ponte Preta, time que, segundo Copete, merece cuidados.

“A Ponte Preta tem um bom time, rápido, de qualidade, então temos que ter muita paciência para igualar as jogadas e lutar dentro de campo para cumprir o objetivo”, comentou o atacante.

Se antes o Santos foi alvo de duras críticas da torcida, que chegou a pichar os muros da Vila Belmiro após a derrota no clássico contra o Palmeiras, agora o time do técnico Dorival Jr parece, enfim, ter encontrado seu equilíbrio em campo. Vindo de duas vitórias consecutivas no Paulistão, o clube planeja contar com a força da torcida na próxima fase do campeonato, mas sabe que para isso precisa demonstrar um bom futebol.

“No futebol a gente vive de resultados. Às vezes, quando tudo não vai bem, acontecem muitas coisas. Mas sabemos do nosso trabalho, da entrega. Isso dá sentido para tudo o que fazemos. As pessoas pensam o que quiser, mas nós trabalhamos”, finalizou Copete.

Copete não desanima com reserva no Santos e vê ‘competição saudável’

Assim que foi contratado, em julho de 2016, Jonathan Copete assumiu a titularidade do Santos e se tornou um dos principais destaques da equipe comandada por Dorival Júnior. Porém, o colombiano acabou perdendo espaço para Bruno Henrique nos últimos anos. Mesmo assim, o camisa 36 não mostrou chateação e diz até que já esperava a mudança.

“Não surpreendeu. Respeitamos o professor e trabalhamos para seguir ajudando. Não fiquei mal quando saí. Uns jogam, outros descansam, é uma das coisas que acontecem. O que sempre joga vai poder fazer as coisas da melhor forma, mas é uma competição saudável, que todos precisamos e certamente vai ser assim até o final do ano”, disse Copete, em entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira, no CT Rei Pelé.

O colombiano perdeu a vaga para Bruno Henrique no duelo diante do The Strongest, pela Libertadores. Desde então, Copete tem entrado apenas no decorrer das partidas. E foi justamente assim que ele anotou o gol da vitória sobre o Santo André, no último sábado, no ABC.

“Não sou artilheiro, entrego mais em campo do que faço gols. É bom fazer gols e dar assistências, mas é preciso ter tranquilidade para trabalhar, dar tudo nos treinos para acontecer as coisas no jogo. Fiquei tranquilo porque dou meu máximo”, concluiu.

Apesar do tento decisivo, Copete sabe que dificilmente voltará para o time principal. Isso porque o técnico Dorival Júnior acredita que Bruno Henrique vive uma fase melhor. O comandante, inclusive, não pretende poupar os titulares diante do Novorizontino, nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), na Vila Belmiro, pela última rodada da fase de grupos da Libertadores.



Vídeos: (1) Melhores momentos e (2) Reportagem do Globo Esporte.

Santo André 1 x 2 Santos

Data: 04/02/2010, quinta-feira, 21h00.
Competição: Campeonato Paulista – Primeira Fase – 6ª rodada
Local: Estádio Bruno José Daniel, em Santo André
Árbitro: Salvio Spinola Fagundes Filho
Auxiliares: Luiz Alexandre Nilsen e Daniel Paulo Ziolli (SP)
Cartões amarelos: Ricardo Conceição, Toninho e Ramazotti (SA); Arouca e Ganso (S).
Gols: Neymar (25-1) e Rodriguinho (39-1); Ganso (19-2).

SANTO ANDRÉ
Júlio César; Rômulo, Halisson, Toninho e Carlinhos; Ricardo Conceição (Ramazotti), Pio, Gil e Bruno César; Rodriguinho e Rafael Silva (Bruno Moraes).
Técnico: Sérgio Soares

SANTOS
Felipe; Pará, Edu Dracena, Durval e Léo (Bruno Aguiar); Rodrigo Mancha, Arouca, Wesley e Paulo Henrique (Germano); Neymar e André (Zé Eduardo).
Técnico: Dorival Júnior



Neymar dá show, Santos vence Santo André e assume a liderança

Neymar e Paulo Henrique armaram um belo cenário para a estreia de Robinho. Os dois garantiram a vitória do Santos contra o Santo André, na noite desta quinta-feira, no Bruno José Daniel, por 2 a 1. Desta forma, o Rei das pedaladas, que deve encarar o São Paulo, no próximo domingo, encontra o time da Vila na primeira colocação do Paulistão.

A condição de líder foi conquistada, após seis rodadas, devido ao saldo de gols (11), já que o Botafogo-SP tem a mesma pontuação, 13, porém saldo de sete gols pró. O Santo André caiu para a oitava colocação, com nove pontos.

O triunfo santista se deve principalmente a uma bela atuação de Neymar. O fã de Robinho abusou das jogadas individuais e além de marcar o primeiro, participou da jogada que resultou no gol da vitória, marcado por Ganso.

O time do ABC entrou em campo impondo pressão. Tanto que logo no primeiro lance, Gil quase abriu o placar. Porém, aos poucos, Neymar foi tomando conta do jogo. O atacante começou a levar perigo em jogadas individuais, e numa delas marcou um golaço, aos 25 minutos.

“Na verdade só conclui um contra-ataque rápido que começou lá no nosso campo de defesa. Divido os méritos com toda a equipe” demonstrou imensa humildade, o atacante que completa 18 anos nesta sexta-feira.

O time visitante, que contava com a maioria da torcida presente no estádio, não conseguiu aproveitar o bom momento para ampliar o marcador, e ainda no primeiro tempo, aos 39 minutos, sofreu o empate, após gol de cabeça de Rodriguinho.

Sem alterações as equipes voltaram para o segundo tempo. O que também não mudou foi a performance de Neymar. O jovem seguiu abusando dos dribles, e auxiliando na marcação. O bom rendimento só caiu nos minutos finais da partida.

Os demais jogadores do Santos não estavam em uma noite tão feliz. Sendo assim, a primeira alteração de Dorival Júnior aconteceu logo aos 10 minutos, com a saída de André para a entrada de Zé Eduardo. A mudança deu maior ímpeto ofensivo ao visitante, e aos 25 minutos, Ganso recolocou o Santos na frente concluindo outro rápido contra-ataque.

No trecho final do jogo, o Santos suportou a pressão da equipe mandante, que chegou a acertar a trave de Felipe em chute forte, de fora da área, do meia Bruno. Dorival utilizou as duas últimas alterações para reforçar a defesa, e com isso, o time da Vila garantiu a vitória e a condição de líder.

Na próxima rodada, a sétima, o Santo André encara o Rio Branco, em Santa Bárbara do Oeste, às 19h30min. Já o clássico entre Santos e São Paulo ocorre no mesmo dia, às 17h, na Arena Barueri.

Santo André 3 x 3 Santos

Data: 04/06/2009, quinta-feira
Competição: Campeonato Brasileiro – 5ª rodada
Local: Estádio Bruno José Daniel, em Santo André, SP.
Público:
Renda:
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Auxiliares: João Bourgalber Nobre Chaves e Marcelo Carvalho Van Gasse (SP).
Cartões amarelos: Elvis, Ricardo Conceição (SA), Léo, Luizinho, Rodrigo Souto, Roberto Brum, Madson (S)
Cartões vermelhos: Nunes (SA)
Gols: Kléber Pereira (07-1), Nunes (14-1), Madson (24-1) e Nunes (45-1); Fabão (20-2) e Elvis (27-2).

SANTO ANDRÉ
Neneca, Cicinho, Cesinha, Marcel e Gustavo Nery (Arthur); Fernando, Ricardo Conceição, Junior Dutra (Ricardo Goulart) e Élvis (Dionísio); Nunes e Antonio Flávio
Técnico: Sérgio Guedes

SANTOS
Fábio Costa; Luizinho (Pará), Fabão, Fabiano Eller e Léo; Rodrigo Souto, Roberto Brum, Molina (Neymar) e Paulo Henrique Ganso (Roni) e Madson; Kléber Pereira
Técnico: Vagner Mancini



Santos cede empate por 3 vezes e sai de Santo André com 1 ponto

Vagner Mancini havia pedido para o Santos tentar disparar em meio a preocupação de concorrentes com outras competições. O time da Vila bem que buscou a vitória, nesta quinta-feira, para encostar no topo do Brasileirão. No entanto, o Santo André demonstrou alto poder de reação no ABC, conseguiu igualar o marcador por três vezes, empatando o jogo por 3 a 3.

“O Santos não está acostumado a sofrer tantos gols em um jogo. Não fomos bem pelo alto. O resultado não foi bom. Mas vamos tentar corrigir isso nos treinos para que não ocorra novamente”, lamentou Fabão à rádio Globo

Com este resultado, o Santos segue invicto no Nacional, soma 9 pontos, e diminui a distância para o líder Internacional, que tem 12 pontos. Já o Santo André conquistou seu sexto ponto.

Apesar da noite fria no ABC, Santo André e Santos fizeram um jogo quente, com inúmeras oportunidades de gol para as duas equipes. No final do primeiro tempo, o placar já sinalizava 2 a 2.

Artilheiro do Santos no ano, Kléber Pereira concluiu com êxito sua primeira chance na partida, quando recebeu passe em profundidade de Rodrigo Souto, aos 7 min da etapa inicial.

A reação do Santo André foi rápida. Referência ofensiva do Santo André, sobretudo diante das ausências de Marcelinho Carioca e Pablo Escobar, o centroavante Nunes começou a incomodar a zaga santista. Ele igualou o marcador, aos 14 min.

Jogo de pouca falta no 1º tempo, as duas equipes apostaram em estratégias ofensivas. O Santos voltou ter vantagem no jogo aos 30 min. Madson aproveitou bola mal tirada pela zaga e marcou seu terceiro gol no Brasileirão.

Após o gol de Madson, o Santos reduziu volume no ataque, administrando a partida. Em desvantagem, o time da casa insistiu ofensivamente, misturando muita vontade, mas com pouca inspiração.

O recuo santista atraiu o Santo André, que novamente empatou pelo alto com Nunes. O jogador, aliás, foi oferecido pelo Bragantino (dono do “passe”) no início do ano ao Santos e Corinthians, mas foi rejeitado devido ao alto valor solicitado.

Apagados, Paulo Henrique Ganso e Molina não davam criatividade ao meio campo. A apatia foi percebida pela torcida do Santos, que pediu a entrada do atacante Neymar nos primeiros minutos do 2º tempo.

Mancini atendeu o público e colocou Neymar em campo durante a etapa complementar. De falta, Fabão colocou o Santos de novo à frente no placar.

Autor de dois gols, Nunes pediu pênalti que teria sido cometido pelo zagueiro Fabiano Eller. O árbitro Luiz Flávio de Oliveira mandou seguir a jogada. Minutos depois, o atacante novamente reclamou de uma suposta infração cometida pelo Santos. O juiz não tolerou e expulsou Nunes por reclamação.

Mesmo com um a menos, o Santo André foi buscar o empate pela terceira vez, desta vez com o meia Élvis, em cobrança de penalidade.

Já nos acréscimos, o Santos quase fez o quarto gol, mas a cabeceada de Pereira acertou a trave.

São Caetano 0 x 1 Santos

Data: 16/03/2008, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 15ª rodada
Local: Estádio Bruno José Daniel, em Santo André, SP.
Público: 4.589 torcedores
Renda: R$ 89.325,00
Árbitro: Marco Antonio de Oliveira Sá
Auxiliares: Vicente Romano Neto e Matheus Camolesi
Cartões amarelos: Júlio César (SC); Domingos, Vítor Júnior e Kléber
Pereira (S).
Gol: Kléber Pereira (29-1).

SÃO CAETANO
Júlio César; Neto, Aderaldo, Tobi e Rogério (Athos); Galiardo, Hernani, Douglas e Andrezinho (Galvão); Rafinha (Canindé) e Tico.
Técnico: Pintado

SANTOS
Fábio Costa; Adoniran, Domingos, Betão e Kléber; Marcinho Guerreiro, Rodrigo Souto, Molina (Marcelo) e Wesley (Vítor Júnior); Sebastián (Renatinho) e Kléber Pereira.
Técnico: Emerson Leão



Kléber Pereira mantém esperança santista de ir às finais do Paulista

Com um gol de coxa de Kléber Pereira, o Santos venceu o São Caetano por 1 a 0 neste domingo (16), foi aos 23 pontos e manteve as esperanças de chegar à semifinal do Campeonato Paulista.

O centroavante chegou ao seu décimo gol no Estadual e segue firme na luta pela artilharia, título que disputa atualmente com Otacílio Neto (10), do Noroeste, e Pedrão (11), do Barueri. De quebra, o camisa 9 colocou o Peixe nesta 15ª rodada em uma rota de três vitórias seguidas.

O próximo adversário santista é o líder Guaratinguetá, fora de casa, no dia 22. O Azulão, que permaneceu com 19 pontos, visita o Ituano no mesmo dia.

A partida desta tarde foi realizada no estádio Bruno José Daniel, em Santo André, região do ABC paulista, e começou com 20 minutos de atraso em função da ausência de uma ambulância no local.

Em um primeiro tempo bem movimentado e com chances para os dois lados, foi o Santos quem se deu melhor.

Kléber Pereira aproveitou vacilo da zaga do Azulão, que desviou errado uma batida de escanteio de Molina, e escorou a bola de coxa, aos 29min, para abrir o placar.

O Peixe teve chances para ampliar a vantagem ainda antes do intervalo. Molina, por exemplo, mandou a bola na trave de Júlio César em arremate de perna direita. Mas foi o goleiro Fábio Costa quem protagonizou o lance mais bonito, ao espalmar à queima-roupa bola chutada por Galiardo da marca do pênalti.

Os donos da casa voltaram melhor na etapa complementar, pressionando o Santos e levando perigo à área de Fábio Costa. Mas o Peixe conseguiu segurar a vitória que lhe mantém vivo na luta pela semifinal.

Juventus 3 x 1 Santos

Data: 24/01/2008, quinta-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 3ª rodada
Local: Estádio Bruno José Daniel, em Santo André, SP.
Público: 4.582 pagantes
Renda: R$ 93.940,00
Árbitro: Flávio Rodrigues Guerra
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho e Maurício Machado Ferronato
Cartões amarelos: Marcus Vinícius, Dedimar, Marcelo, Cadu e Lima (J); Marcinho Guerreiro (S).
Cartão vermelho: Dedimar (J)
Gols: João Paulo (05-1); João Paulo (03-2), Lima (07-2) e Marcinho Guerreiro (47-2).

JUVENTUS
Marcelo; Valdir, Dedimar, Alemão (Vágner) e João Paulo; Vampeta, Fernando Miguel (Sena), Naves e Cadu; Marcus Vinícius (Levi) e Lima.
Técnico: Sérgio Soares

SANTOS
Fábio Costa; Adaílton, Domingos e Betão (Adriano); Filipi (Vítor Júnior), Marcinho Guerreiro, Rodrigo Souto, Rodrigo Tabata e Carlinhos; Renatinho e Kléber Pereira.
Técnico: Emerson Leão



Santos dá vexame no ABC e amarga zona da degola

No dia em que pretendia dar início a uma recuperação no Campeonato Paulista, o Santos deixou o estádio Bruno José Daniel, em Santo André, nesta quinta-feira, vaiado após uma derrota por 3 a 1 para o Juventus, pela terceira rodada da competição.

O clube da Vila Belmiro é o único considerado “grande” que ainda não conseguiu vencer. Pior. Entre os quatro maiores times do Estado, é o que coleciona os piores resultados.

Com o revés, o Alvinegro permanece com apenas um ponto, e agora amarga duas derrotas e um empate em um torneio em que deve ver os seus maiores rivais de baixo para cima na tabela de classificação. Já o clube da Mooca foi a quatro pontos após a sua primeira vitória.

Sem os “craques” exibidos por Palmeiras, São Paulo e Corinthians na renovação dos elencos para a temporada 2008, o clube do litoral demonstrou falhas de marcação, criação e conclusão, apesar de exercer pressão sobre o rival, em uma noite em que voltou a sentir a ira de sua torcida.

Betão, que chegou para reforçar o setor defensivo, foi novamente criticado. E do outro lado do gramado, Vampeta, vetado por Emerson Leão durante o período em que o técnico comandou o Timão, estreou com a camisa do Moleque Travesso foi à forra.

Foi do veterano volante, pelo menos, uma jogada em que dois marcadores santistas ficaram para trás no primeiro tempo. Um lance abreviado por passe longo e forte para o ataque do clube da capital.

Depois de levar um susto logo no começo do primeiro tempo, com um gol de João Paulo aos 5min, o Santos resolveu pressionar e “entrar” em campo. Mas, apesar de encurralar o adversário em seu campo de defesa, se cansou de errar passes e arremates.

E foi assim até o intervalo, com a torcida já perdendo a paciência. No reinício do jogo, João Paulo novamente surpreendeu e ampliou a vantagem dos mandantes lono no início ao aproveitar assistência e, de quebra, o vacilo da marcação alvinegra.

Lima, na sequência, aumentou a agonia santista ao arrematar lance de fora da área e ver a bola entrar no canto de Fábio Costa. A partir daí o Peixe voltou a pressionar, e por alguns minutos ganhou novamente o apoio de seu torcedor.

O time de Emerson Leão dominou as ações do jogo, e conseguiu diminuir apenas aos 47min, quando Marcinho Guerreiro se deu bem e emendou um lance confuso. Este foi o primeiro gol do Peixe no Paulista.