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Matonense 4 x 5 Santos

Data: 07/04/2001, sábado, 16h00.
Competição: Campeonato Paulista
Local: Estádio Hudson Buck Ferreira, em Matão, SP.
Público e renda: Não divulgados
Cartões amarelos: Careca, Aílton e Guará (M); André Luís, Russo, Pereira e Paulo Almeida (S).
Gols: Deivid (20-1), Deivid (36-1), Robert (46-1); Caio (03-2), Paloma aos (11-2), Marcelinho (13-2); Careca (17-2), Careca (20-2) e Renato (38-2).

MATONENSE
Washington; Wilson Goiano (Cafu), Lê, Jairo e Piá Carioca; Marcelinho, Guará, Lima (Aílton) e Silvinho; Careca e Paloma.
Técnico: Fito Neves

SANTOS
Fábio Costa; Russo, André Luis, Pereira e Léo; Paulo Almeida, Rincón, Renato e Robert (Dodô); Deivid e Caio (Marcelo Silva).
Técnico: Geninho



Santos faz 4 a 0, cede empate, mas ganha no fim

O Santos foi a Matão na tarde deste sábado e, em partida emocionante, derrotou a equipe da casa por 5 a 4. O Peixe chegou a abrir 4 a 0, mas a Matonense reagiu e, até os minutos finais, as equipe empatavam em quatro gols. Só aos 38 minutos que Renato marcou o gol decisivo. Apesar de ter uma partida a mais que a maioria dos adversários, o time da Vila Belmiro figura entre os quatro primeiros na tabela de classificação.

O primeiro tempo foi amplamente dominado pelo Peixe, que quase marcou com Robert, em cobrança de escanteio, com Léo, em chute de fora da área, e com Caio, que após receber lançamento de Deivid chutou por cima do gol Washington.

O primeiro gol da partida aconteceu aos 20 minutos. Deivid cobrou pênalti e, após a defesa do goleiro Washington, o próprio Deivid pegou o rebote e driblou o goleiro antes de marcar.

O segundo gol do Peixe também foi de Deivid. Aos 36 minutos, o atacante acertou um belo chute da entrada da área e fez 2 a 0. Com dois gols de vantagem, o time da baixada dominava o jogo completamente. O terceiro gol santista aconteceu ainda no primeiro tempo, nos acréscimos. Após chute de Deivid e defesa de Washington, Robert pegou o rebote e fez.

No início do segundo tempo o Santos chegou ao quarto gol com Caio. O atacante invadiu a área e ainda driblou o goleiro Washington antes de tocar para as redes. Aos 11 minutos começou a reação da Matonense. Após um chute da esquerda de Careca, a bola desviou em Paloma e bateu nas duas traves antes de entrar.

Dois minutos depois, Marcelinho acertou um belo chute de fora da área e fez o segundo da Matonense. Aos 17 minutos, o jovem Careca ficou com a sobra de um chute de longa distância e bateu forte, no alto, para marcar. Mais três minutos e o inesperado. O mesmo Careca aproveita-se de falha da zaga do Santos e apenas completa um cruzamento da direita fazendo seu segundo e o quarto da Matonense.

O empate em 4 a 4 acordou o Santos que chegou a vitória aos 38 minutos. Após chute de Dodô e defesa de Washington, Renato apenas tocou para marcar o quinto e salvar o Peixe de um vexame.



Fontes:
– Terra Esportes
– Jornal Folha de SP – http://acervo.folha.com.br/fsp/2001/04/08/20//49588

Santos 3 x 1 Palmeiras

Data: 01/04/2001, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Paulista
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 11.897 pagantes
Renda: N/D
Árbitros: Paulo César de Oliveira e Romildo Correa
Cartões amarelos: Caio e Galván (S); Paulo Turra (P).
Cartão vermelho: Taddei (P)
Gols: Caio (08-1) e Deivid (31-1, de pênalti); Tuta (16-2) e Rodrigão (30-2)

SANTOS
Fábio Costa; Russo, André Luís, Galván (Pereira) e Léo; Paulo Almeida, Rincón, Renato e Robert (Marcelo Silva); Deivid (Rodrigão) e Caio.
Técnico: Geninho

PALMEIRAS
Marcos; Paulo Turra, Leonardo e Thiago Matias (Flávio); Taddei, Claudecir, Galeano, Lopes (Tuta) Alex e Felipe; Fábio Júnior (Basílio).
Técnico: Celso Roth



Santos vence Palmeiras na Vila

Para o alviverde, o resultado foi desastroso. O time permanece com 12 pontos e está virtualmente eliminado. A partir de agora terá de lutar contra o rebaixamento.

O Santos recuperou-se no Campeonato Paulista ao superar o Palmeiras por 3 a 1, neste domingo à tarde, na Vila Belmiro, e conseguiu sua primeira vitória na competição após cinco partidas. A ineficácia do esquema 3-5-2 e os erros do técnico Celso Roth contriburam para a derrota palmeirense, que voltou a estar ameaçado de rebaixamento.

A equipe ocupa a antepenúltima colocação, com 12 pontos e enfrenta na próxima semana o Guarani, em Campinas. Antes, porém, o Palmeiras joga no meio da semana contra o Cerro Porteño, pela Libertadores, no Paraguai.

O técnico Geninho, do Santos, manteve-se no cargo armando uma equipe combativa, que abusou das jogadas violentas para se impor na partida. O resultado deixou o Santos na oitava colocação, com 17 pontos. A próxima partida da equipe na competição será contra a Matonense.

O domínio santista prevaleceu desde o primeiro tempo. A tática de Geninho foi não dar espaços para Lopes armar as jogadas. O jogador era parado com faltas desleais de Rincón, Paulo Almeida e Galván e teve de deixar o campo contundido, aos 36 minutos.

No Palmeiras, por sua vez, o esquema 3-5-2 do técnico Celso Roth, não deu resultados. O técnico também se equivocou ao escalar Fábio Júnior no ataque, deixando no início Tuta no banco. Os zagueiros palmeirenses ficaram praticamente sem função com a movimentação adversária e também não evitaram as jogadas violentas. Logo aos 7 minutos, Deivid chutou da entrada da área e, após rebote de Marcos, Caio fez 1 a 0.

As melhores jogadas santistas foram sempre pelo setor esquerdo. Improvisado na lateral direita, Taddei não continha as avançadas de Léo e foi expulso aos 23 minutos. Pelo setor, Claudecir também não fazia a cobertura necessária. Sem alternativas, o Palmeiras teve de partir para o ataque em busca de sua sobrevivência na competição.

Somente após a entrada de Tuta, a equipe levou perigo ao adversário. Mas o alviverde estava exposto aos contra-ataques e, aos 29, Léo foi derrubado por Thiago Matias. Na cobrança do pênalti, Deivid fez o segundo.

Nos últimos minutos, as falhas da marcação palmeirense aumentavam. E aos 45, Flávio segurou Léo, fazendo outro pênalti. Deivid cobrou novamente mas desta vez Marcos defendeu.

Roth não soube corrigir os erros para o segundo tempo. O Santos foi perdendo uma chance atrás da outra. Ao Palmeiras, sobraram as jogadas de bola parada. Alex cobrou escanteio aos 15 minutos e Tuta se antecipou à zaga, marcando de cabeça: 2 a 1.

O jogo, então, ficou emocionante. Galeano quase empatou de cabeça aos 27 minutos, após confusão na área. Com um jogador a menos, no entanto, o Palmeiras sentiu o desgaste físico e foi a nocaute. Após aproveitar cruzamento de Renato, aos 30 minutos, Rodrigão fez o terceiro. A fatura estava liquidada. O Santos tocou a bola, tentando provocar mais uma expulsão dos palmeirenses, que terminaram a partida muito irritados.



Fonte: Jornal Folha de SP – http://acervo.folha.com.br/fsp/2001/04/02/20//23468

Flamengo 0 x 4 Santos

Data: 21/06/2000, quarta-feira, 20h30.
Competição: Copa do Brasil – Quartas de final – Jogo de ida
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, RJ.
Público e renda: N/D
Árbitro: Oscar Roberto Godói
Cartões amarelos: Reinaldo e Juan (F); Claudiomiro (S).
Gols: Dodô (28-1), Dodô (31-1); Caio (09-2) e Caio (22-2).

FLAMENGO
Clêmer; Maurinho, Juan e Fabão; Mozart, Leandro Ávila, Rocha e Beto; Petkovic (Lúcio), Reinaldo e Tuta (Rodrigo Mendes).
Técnico: Carlinhos

SANTOS
Carlos Germano; Baiano, André Luis, Claudiomiro (Márcio Santos) e Rubens Cardoso: Anderson, Rincón, Valdo e Robert (Piá); Caio e Dodô.
Técnico: Giba



Goleada deixa Santos perto de semifinal

O Santos goleou o Flamengo por 4 a 0, ontem à noite, no Maracanã, e poderá perder por até três gols de diferença para passar às semifinais da Copa do Brasil no jogo de volta, no próximo sábado, na Vila Belmiro.

Apesar do bicampeonato obtido pelo Flamengo no último final de semana, o frio espantou a torcida do clube carioca. Já os torcedores do Santos ficaram presos no trânsito e chegaram apenas no segundo tempo ao estádio.

Aos 28min do primeiro tempo, o Santos, vice-campeão paulista, abriu o placar com uma bela jogada da dupla Caio e Dodô. Após cruzamento de Caio, Dodô, sem deixar a bola tocar o chão, emendou direto com o pé direito.

Logo depois, aos 31min, Caio, ex-jogador do Flamengo, saiu em velocidade em contra-ataque, driblou dois adversários e cruzou para Dodô, livre, escorar a bola e fazer o segundo gol do Santos.

O início do segundo tempo parecia uma reprise do primeiro. O Flamengo começou atacando, mas errava as finalizações. Aos 9min, Robert cruzou pela esquerda para Caio, que, de voleio, fez o terceiro gol santista.

Após um drible de Dodô em plena pequena área, pouco depois, a defesa do Flamengo se desesperou, cometendo um pênalti aos 18min. A bola ia chegando às mãos do goleiro Clêmer quando o zagueiro Juan derrubou Claudiomiro na área. Na cobrança, Rincón desperdiçou.

Aos 22min, após cobrança de escanteio, Caio confirmou a goleada cabeceando no canto esquerdo do goleiro Clêmer.

“Foi uma grande atuação de todo o time do Santos. Tenho muito carinho pelo Flamengo e por sua torcida, mas, dentro de campo, o profissionalismo está acima de tudo”, disse Caio, após o jogo.


Santos 3 x 0 Portuguesa

Data: 20/05/2000, sábado, 16h00.
Competição: Campeonato Paulista
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 6.894 pagantes
Renda: R$ 47.735,00
Árbitros: Paulo César de Oliveira e Edilson Pereira de Carvalho.
Cartões amarelos: Valdir, Eduardo Marques, Caio e Robert (S); Denílson, Fabrício e Emerson (P).
Gols: Caio (10-1), Baiano (11-2) e Valdir (13-2).

SANTOS
Carlos Germano; Baiano, Galván, André Luis e Dutra (Robert); Claudiomiro, Rincón, Anderson Luiz e Eduardo Marques (Valdo); Caio e Valdir (Dodô).
Técnico: Giba

PORTUGUESA
Fabiano; Denílson (Cafu), Emerson, Fabrício e Wagner; Simão, Elson, Marquinhos e Evandro (Alexandre); Bendinho (Da Silva) e Jean.
Técnico: Nelsinho Baptista



“Novo” Santos vence e confirma ascensão

Superando a Lusa, time do litoral faz 13 pontos e se classifica para as semifinais na frente do rival São Paulo

O Santos confirmou a sua ascensão e venceu a Lusa por 3 a 0, na Vila Belmiro, se classificando para as semifinais do Campeonato Paulista em primeiro lugar no Grupo 7, com 13 pontos. A Lusa, que não obtém um título desde 1973, mais uma vez perdeu num momento decisivo.

A equipe do litoral teve que superar também a péssima arbitragem de Edílson Pereira dos Santos, que errou claramente contra o Santos em dois lances no primeiro tempo, quando o jogo estava apenas 1 a 0.

O Santos começou melhor e chegou ao ataque com mais frequência do que o rival. Aos 6min, o lateral Baiano, do Santos, chutou forte de fora da área e o goleiro Fabiano fez boa defesa.

Aos 10min, Caio passou por três zagueiros adversários e chutou de fora da área. Num lance de sorte, a bola quicou num montinho e enganou Fabiano, que já caía para a defesa, encobrindo-o.

Por alguns instantes, a Lusa se desarticulou. Três minutos depois do gol, Caio lançou Valdir que, sozinho diante de Fabiano, perdeu a chance.

A Lusa tinha dificuldades em chegar ao ataque, porque o Santos estava bem armado na defesa.

A partir dos 30min, a equipe do Canindé assumiu o controle do jogo e teve maior posse de bola, embora não ameaçasse o adversário, por sentir a falta de um “”matador”. Bentinho esteve sonolento no primeiro tempo e Jean não se encontrou em campo.

No fim do primeiro tempo, a Lusa quase marcou em jogadas de bola parada. Carlos Germano evitou o empate.

Aos 41min, Valdir recebeu livre pela direita e foi derrubado por Fabiano fora da área. Além de não marcar a infração, o juiz deu cartão amarelo a Valdir, a quem acusou de simular a falta.

Um minuto depois, Elson cometeu pênalti claro sobre Valdir, e Edílson Pereira dos Santos mais uma vez não marcou. Por terem reclamado, Eduardo Marques e Caio receberam cartão amarelo.

Para o começo do segundo tempo, o técnico Nelsinho, da Lusa, pôs Cafu no lugar de Denílson.

A Lusa começou bem, mas, aos 11min, Baiano aproveitou um rebote e a má colocação de Fabiano, adiantado, para encobrir o goleiro e fazer o segundo do Santos.

Dois minutos depois, Fabiano falhou novamente. Após cruzamento de Robert pela esquerda, Valdir se antecipou a ele e tocou para o gol.

Da Silva e Alexandre entraram nos lugares de Bentinho e Evandro. A Lusa melhorou, criando mais oportunidades. Marquinhos cabeceou uma bola na trave, e Da Silva obrigou Germano a fazer duas boas defesas.

O Santos, em contra-ataques, ameaçava. No fim do jogo, com a vitória praticamente assegurada, a torcida santista gritou “olé” enquanto os jogadores do time da casa trocavam passes.

Valdir marca e põe fim a jejum de 13 jogos sem gols

O atacante Valdir acabou ontem com um jejum de 13 jogos sem marcar. A ausência dos gols incomodava Valdir, apesar dos elogios do treinador e dos torcedores. O jogador deixou o campo aplaudido pela torcida.

“Jogava bem e cumpria o que o Giba (técnico) pedia, mas faltava o gol. Estava me sentindo abafado e tirei um peso das costas”, disse.

Outro jogador que deixou o campo ovacionado foi o goleiro Carlos Germano. “É muito importante a primeira colocação no grupo. Dá moral para a próxima fase”, afirmou.

Convocado para os amistosos da seleção brasileira na Europa, Germano será substituído por Fábio Costa quarta-feira, no jogo contra o Juventude, em Caxias do Sul, pela Copa do Brasil.

O técnico Giba elogiou a seriedade do time e cumprimentou o atacante Dodô, que substituiu Valdir. “Dodô sabe que tem lugar no time”, disse Giba.

O atacante manteve a frieza. “Não preciso provar nada. Estou na reserva por opção do treinador. Quando ele achar que tenho condições de ser titular, estarei pronto.”, afirmou.


Santos 3 x 1 Mogi Mirim

Data: 13/04/2000, quinta-feira, 20h30.
Competição: Campeonato Paulista – 2ª fase
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público e renda: N/D
Árbitros: Luciano Quilichini e Wilson Seneme.
Gols: Caio (13-1), Dodô (39-1), Dodô (13-2) e Sandro Gaúcho (31-2).

SANTOS
Carlos Germano; Michel, André Luis, Claudiomiro e Dutra; Baiano (Anderson Luiz), Rincón e Valdo (Robert); Caio (Eduardo Marques), Valdir e Dodô.
Técnico: Carlos Alberto Silva

MOGI MIRIM
Mauro; Picón, Fábio Paulista e Marcelo Batatais; Márcio, Zé Luiz, Tião (Guto), Rogerinho (Jô) e ALexandre Salles; Régis (Ênio) e Sandro Gaúcho.
Técnico: Pedro Rocha



Dodô faz dois gols, se reconcilia com a torcida, e Santos vence

Sem necessitar de muito esforço, o Santos venceu o Mogi Mirim por 3 a 1 ontem à noite, na Vila Belmiro, e se reabilitou da derrota por 1 a 0 para o mesmo adversário no último domingo.

O jogo também serviu para reconciliar o atacante Dodô e a torcida do Santos. Vaiado nos últimos jogos na Vila Belmiro, Dodô fez dois gols e deixou o gramado aplaudido pelos torcedores.

“Dei carrinho, corri, fiz tudo que faço sempre. Só que, nos jogos anteriores, não fiz gols e hoje marquei dois. Aí, a gente aparece mais”, declarou o atacante.

Para o meia-atacante Caio, o resultado provou que o time reagiu positivamente à cobrança do presidente Marcelo Teixeira. Durante a semana, o dirigente convocou os principais atletas do clube para uma reunião e exigiu “garra”.

Apesar do entusiasmo dos jogadores ao final da partida, a primeira etapa foi monótona.

Embora mantivesse a posse da bola na maior parte do tempo, o Santos esbarrava no esquema defensivo do Mogi, que não deixava espaços para as articulações ofensivas do adversário.

Além disso, o time santista demonstrava lentidão. Faltava velocidade nas trocas de bola, e, sem deslocamentos dos homens de frente, não havia opções de jogadas para os meio-campistas.

Os gols nasceram em dois dos raros lances construídos com rapidez. No primeiro, aos 22min, Valdir recebeu na entrada da área e tocou de primeira para Caio. O meia-atacante invadiu a área em diagonal, ameaçou chutar, driblou o goleiro e acabou completando para o gol vazio.

Aos 39min, o Santos ampliou após arrancada do volante Baiano. Ele partiu com a bola dominada do meio-campo e lançou Dodô. De fora da área, o atacante observou o goleiro Mauro adiantado e tocou por cima, no ângulo.

Preocupado em se defender, o Mogi se manteve distante do gol de Carlos Germano, mesmo inferiorizado no placar. Durante todo o primeiro tempo, deu um único chute a gol, para fora.

Na etapa final, a equipe do interior tentou ensaiar uma reação nos minutos iniciais, mas, sem criatividade, levou o terceiro gol. Lançado na direita, aos 13min, o volante Baiano cruzou na área. Dodô dividiu com o zagueiro Picón de cabeça e marcou.

Depois do gol, o Santos passou a administrar o resultado, mas aos 30min o Mogi acabou descontando. Em jogada pelo lado esquerdo, Guto cruzou rasteiro e Sandro completou de primeira para o gol.

Santos libera Caíco e traz dois reforços

O Santos emprestou ontem o passe do meia Caíco para o Atlético-MG e acertou a contratação do atacante Júlio César e a volta do meia Piá, ambos da Matonense.

Caíco não vinha sendo aproveitado pelo técnico Carlos Alberto Silva nem mesmo no banco de reservas. Ele ficará no Atlético-MG pelo menos até 31 de dezembro. Júlio César e Piá defenderão o Santos após o encerramento da participação da Matonense no Campeonato Paulista.

A diretoria santista comprou metade do passe de Júlio César, 22. O proprietário da outra metade é o próprio presidente da Matonense, Antonio Galli. Os valores da negociação entre os clubes não foram revelados.

O passe de Piá, 26, pertence ao Santos. Ele deixou o clube em 1996, e, desde então, vem sendo seguidamente emprestado para equipes do interior paulista. Agora, os dirigentes pretendem reintegrá-lo ao grupo.

Se a Matonense não chegar às finais do Campeonato Paulista, o Santos terá a opção de utilizar os dois jogadores durante a Copa do Brasil. Do contrário, eles só serão aproveitados no Campeonato Brasileiro.