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Santos 1 x 0 Corinthians

Data: 12/06/2019, quarta-feira, 21h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 9ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 11.831 pagantes
Renda: R$ 438.955,00
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Assistentes: Alessandro Alvaro Rocha de Matos (BA) e Carlos Berkenbrock (SC).
VAR: Bruno Arleu de Araujo (RJ)
Cartões amarelos: Felipe Aguilar, Eduardo Sasha, Gustavo Henrique e Victor Ferraz (S); Danilo Avelar, Bruno Méndez, Clayson e Fabio Carille (C).
Gol: Eduardo Sasha (13-2).

SANTOS
Everson; Victor Ferraz, Felipe Aguilar, Gustavo Henrique e Jorge; Alison (Carlos Sánchez), Diego Pituca e Jean Lucas (Felipe Jonatan); Marinho (Luiz Felipe), Soteldo e Eduardo Sasha.
Técnico: Jorge Sampaoli

CORINTHIANS
Walter; Bruno Méndez, Manoel, Henrique e Danilo Avelar; Ralf e Júnior Urso (Sornoza); Ramiro (Gustagol), Jadson (Everaldo) e Clayson; Vagner Love.
Técnico: Fábio Carille


Santos 3 x 1 Atlético-MG

Data: 09/06/2019, domingo, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 8ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 5.794 pagantes
Renda: R$ 199.730,00
Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (PA).
Assistentes: Eduardo Goncalves da Cruz (MS) e (PA).
VAR: Rafael Traci (SC)
Cartões amarelos: Jorge Sampaoli e Lucas Veríssimo (S); Fábio Santos e José Welison (A).
Gols: Eduardo Sasha (38-1), Jean Mota (49-1, de pênalti); Alerrandro (25-2) e Carlos Sánchez (36-2).

SANTOS
Everson; Victor Ferraz, Aguilar, Lucas Veríssimo e Jorge; Diego Pituca, Jean Lucas e Jean Mota (Felipe Jonatan); Marinho (Carlos Sánchez), Soteldo e Eduardo Sasha (Uribe).
Técnico: Jorge Sampaoli

ATLÉTICO-MG
Victor; Patric, Réver, Igor Rabello e Fábio Santos; José Welison (Nathan), Elias, Cazares e Luan; Chará (Geuvânio) e Ricardo Oliveira (Alerrandro).
Técnico: Rodrigo Santana



Após protesto, Santos bate Atlético e assume vice-liderança do Brasileiro

A torcida cobrou, e o time atendeu. Após protesto na Vila Belmiro e a exigência pelo título do Campeonato Brasileiro, o Santos tratou de dominar e vencer o Atlético-MG por 3 a 1, na noite deste domingo, em duelo válido pela oitava rodada da competição nacional. Eduardo Sasha, Jean Mota e Carlos Sánchez marcaram para o Peixe, enquanto Alerrandro descontou para o Galo.

Com a vitória, além de dar o troco ao Atlético pela eliminação na Copa do Brasil, o Santos assume a vice-liderança do Brasileirão, com 17 pontos, dois a menos que o Palmeiras – que ainda tem o triunfo sobre o Botafogo em julgamento. O clube mineiro, por sua vez, cai para o terceiro lugar, com 15 pontos.

O jogo

O primeiro tempo foi de um time só. Empurrado e cobrado por sua torcida, o Santos começou ligado desde o primeiro minuto, quando Jorge cruzou na área para Jean Lucas bater forte e exigir boa defesa de Victor. No rebote, Soteldo mandou para fora.

O time de Sampaoli não deixava o rival jogar. Após boa triangulação entre Marinho, Sasha e Victor Ferraz, o mais novo reforço soltou a bomba de longe e acertou o poste de Victor. Aos 17, Jean Mota bateu falta e quase encobriu o goleiro atleticano, que se recuperou a tempo de mandar para escanteio.

Justamente quando havia diminuído seu ritmo, o Peixe abriu o placar. Aos 38, Jean Mota cobrou falta na área do Galo, e Sasha, de costas para o gol, desviou de cabeça. A bola foi no canto direito de Victor, que não alcançou. Havia tempo para mais um antes do intervalo. Aos 49, Jean Mota converteu pênalti flagrado pelo VAR, após Fábio Santos tocar a bola com o braço dentro da área.

Após não finalizar nem uma vez sequer no gol de Everson na primeira etapa, o Atlético enfim levou perigo o Peixe. Aos cinco minutos do segundo tempo, Luan avançou pela esquerda e cruzou rasteiro para Patric, que viu Soteldo fazer o corte. O Santos respondeu de imediato: Sasha recebeu do venezuelano e ficou frente a frente com Victor, mas mandou para fora.

Aos 13, Éverton operou um milagre para evitar a lei do ex: após cruzamento da esquerda, Ricardo Oliveira subiu livre na área do Santos e testou firme para ótima defesa do arqueiro. O Santos quase ampliou aos 24 minutos, quando Jean Lucas tocou de cavadinha para Jean Mota invadir a área, tirar de Victor e chutar na trave.

Como quem não faz toma, o Atlético tratou de diminuir o seu prejuízo. No lance seguinte ao gol perdido por Jean Mota, Alerrandro entrou nas costas de Lucas Veríssimo e bateu cruzado, sem chances para Everson. Mas, quando o Galo mais pressionava em busca do empate, Carlos Sánchez marcou um golaço em cobrança de falta frontal, dando números finais à partida e amenizando a bronca da torcida.

Ferraz celebra vitória após eliminação e avisa: “A casa do Santos é a Vila”

O Santos conseguiu uma breve recuperação da eliminação da Copa do Brasil na noite deste domingo, pelo Campeonato Brasileiro, na Vila Belmiro. Diante do mesmo Atlético-MG, que três dias antes ganhara a partida no Pacaembu, o Peixe, do lateral direito Victor Ferraz, conseguiu uma vitória por 3 a 1. O triunfo foi motivo de celebração e exaltação do local do jogo, uma das mudanças com relação ao meio da semana.

“Acho que somos os vice-líderes momentâneos, temos mais uma partida em casa para seguir. Muitas das vezes as coisas que eu falo viram um “mimimi” muito grande. Essa é uma opinião minha. Mas eu adoro jogar na Vila, a casa do Santos é a Vila Belmiro”, comentou o defensor.

O tema rendeu certa polêmica após mais uma eliminação do Peixe jogando na capital paulista, dessa vez no mata-mata nacional. Antes de sucumbir diante do Galo, o Santos já havia sido eliminado pelo River-URU, na primeira fase da Copa Sul-Americana, e pelo rival Corinthians, na semifinal do Campeonato Paulista.

O técnico Jorge Sampaoli foi um defensor de jogar mais em Santos, enquanto o presidente José Carlos Peres defendeu a medida de mais jogos no Pacaembu. “A gente conseguiu recuperar rápido, nós somos profissionais e nós temos que nos acostumar tanto com críticas quanto com elogio. Merecemos as críticas porque fomos eliminados mais uma vez não dentro da nossa casa, mas dentro do nosso domínio”, observou Ferraz, antes de sentenciar.

“Gosto de jogar no Pacaembu, a nossa torcida vai em massa lá. Mas a casa do Santos é a Vila”, concluiu o atleta, um dos grandes líderes do elenco santista.

Com a vitória, além de dar o troco ao Atlético pela eliminação na Copa do Brasil, o Santos assume a vice-liderança do Brasileirão, com 17 pontos, dois a menos que o Palmeiras – que ainda tem o triunfo sobre o Botafogo em julgamento.

“Vai ser difícil de alcançar o Palmeiras”, diz Sampaoli, do Santos

Mesmo com a boa vitória por 3 a 1 sobre o Atlético-MG, o técnico Jorge Sampaoli admitiu que será muito difícil para o Santos alcançar o Palmeiras na liderança do Campeonato Brasileiro.

Com o resultado da noite deste domingo, conquistado na Vila Belmiro, o Santos assumiu o segundo lugar do Brasileirão, com 17 pontos, dois a menos que o rival alviverde – que ainda tem os três pontos da vitória sobre o Botafogo em julgamento.

“Muito difícil. Não é impossível porque há ainda muito tempo. Cruzeiro e Grêmio não estão em bom momento, mas vão se recuperar. Palmeiras vem em um bom ritmo e vai ser muito difícil de alcançar”, avaliou o argentino, em entrevista coletiva.

“Estamos muito atrás. Lamento dizer que não vejo facilidade. Aguentar um torneio tão longo e exigente tem que ter um plantel convencido da ideia”, concluiu.

Sampaoli critica protesto da torcida do Santos: “Parece injusto”

Apesar da vitória por 3 a 1 sobre o Atlético-MG, o técnico do Santos, Jorge Sampaoli, foi de semblante fechado para a entrevista coletiva após o duelo deste domingo, na Vila Belmiro. O que fez o treinador sair do sério foi comentar os protestos realizados pela torcida do Peixe antes, durante e após o confronto válido pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro.

“Eu vim aqui ao futebol brasileiro para tentar mostrar minha forma de jogar. Não se pode jogar com pressão ou trocar a realidade estabelecida. Temos uma equipe extremamente jovem. Se as pessoas não têm paciência, que se termine”, esbravejou o argentino.

Após o apito final, a Torcida Jovem exigiu a vitória no clássico contra o Corinthians: “Se quarta-feira não ganhar, olê olê olá, o pau vai quebrar”. O tom da cobrança não agradou Sampaoli, ciente das críticas que a equipe sofreu após a eliminação para o Galo na Copa do Brasil.

“Não sei como ganhar de qualquer jeito. Só sei ganhar jogando, como foi hoje. No Pacaembu, nós quisemos passar de qualquer jeito. Lamentavelmente a necessidade e a ansiedade atentam contra o jogo. Simples”, disse.

“Se vamos tentar ganhar de qualquer jeito, viremos com revólveres e mataremos os rivais. Santos vai jogar com a mesma dignidade que jogou no Pacaembu, hoje. Tentando jogar com a bola, sem pressão, e com esse caminho vamos. Se a proposta se instala dessa forma (de pressão), não tem sentido eu estar aqui”, acrescentou.

Além de jogar pressão sobre os jogadores, a torcida também fez cobranças à diretoria, especialmente ao presidente José Carlos Peres. Na entrevista, Sampaoli disse não concordar com os protestos, que exigiram a conquista do Brasileirão, e citou a influência política por trás deles.

“O protesto pela falta de empenho dos jogadores me parece injusto. Totalmente. Eles jogam o que podem. O que mais gera entusiasmo nas pessoas é a polêmica. E por esse caminho vamos. Há muita mescla da política no futebol através de grupos políticos dentro de cada clube. Assim fica difícil instalar uma ideia”, lamentou.

Ferraz entende protestos no Santos e aposta em pausa por evolução

Um dos líderes do elenco do Santos, Victor Ferraz disse entender os protestos realizados pela torcida antes, durante e após a vitória por 3 a 1 sobre o Atlético-MG, no último domingo, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro.

A torcida, além de criticar a gestão do presidente José Carlos Peres, tratou o título brasileiro como obrigação para o time que foi eliminado das outras competições na temporada – Copa Sul-Americana, Campeonato Paulista e Copa do Brasil.

“Jogamos numa equipe gigante, e quando somos eliminados temos que ser criticados mesmo. Quem não quiser isso, tem que procurar outro clube. Fico muito feliz de jogar com essa camisa, voltar a vencer e ser vice-líder”, afirmou o lateral direito, na saída de campo.

Como disse Ferraz, o Santos assumiu a segunda colocação do Brasileiro após o triunfo sobre o Galo. Agora, o time de Jorge Sampaoli soma 17 pontos, dois a menos que o Palmeiras – que ainda tem a vitória sobre o Botafogo em julgamento.

“Sobre buscar o Palmeiras, temos que fazer nossa parte. Estamos fazendo um grande campeonato. Eles que estão num nível anormal”, explicou o jogador, que vê a pausa para a Copa América como oportunidade de o time se entrosar mais.

“O Santos tem que chegar nas finais de todas as competições, mas temos uma nova filosofia, novos jogadores. No último jogo [derrota para o Atlético na Copa do Brasil], jogamos com Marinho e Uribe, que são caras que mal conheço”, disse.

“Não sei se o Uribe gosta de uma bola em profundidade, se o Marinho bate de perna direita… E jogamos uma decisão dessa forma. Vamos ter a parada da Copa América para conhecer os novos jogadores, para eles conhecerem o estilo do Sampaoli e brigarmos pelo título do Brasileiro”, concluiu.


Ceará 0 x 1 Santos

Data: 02/06/2019, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 7ª rodada
Local: Arena Castelão, em Fortaleza, CE.
Público: 50.809 presentes
Renda: R$ 769.376,00
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG).
Assistentes: Felipe Alan Costa de Oliveira e Ricardo Junio de Souza (ambos de MG).
VAR: Emerson de Almeida Ferreira (MG)
Cartões amarelos: Luiz Otávio e Fernando Sobral (C); Carlos Sánchez (S).
Gol: Eduardo Sasha (06-2).

CEARÁ
Diogo Silva; Samuel Xavier, Valdo, Luiz Otávio e Jean Lucas; Fabinho, Pedro Ken (Felipe Baixola), Fernando Sobral e Thiago Galhardo; Leandro Carvalho (Mateus Gonçalves) e Bergson (Ricardo Bueno).
Técnico: Enderson Moreira

SANTOS
Everson; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Felipe Aguilar e Jorge; Carlos Sánchez, Jean Lucas, Jean Mota e Copete (Felipe Jonatan); Eduardo Sasha (Marinho) e Uribe (Alison).
Técnico: Jorge Sampaoli



Sasha ofusca Uribe e faz gol da vitória do Santos contra o Ceará

O Santos venceu o Ceará por 1 a 0 neste domingo, no Estádio Castelão, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro, e assumiu a liderança provisória.

Na estreia de Fernando Uribe, o tão sonhado centroavante por Jorge Sampaoli, foi Eduardo Sasha o destaque. O camisa 27 fez o gol da vitória, de cabeça, como um autêntico 9, aos seis minutos do segundo tempo. A alteração no intervalo, de Felipe Jonatan por Copete, foi decisiva para o resultado.

O Peixe foi a 14 pontos e aguarda pelo fechamento da rodada. Palmeiras enfrenta a Chapecoense e Internacional recebe o Avaí. Ambos podem ultrapassar o Alvinegro. O Ceará caiu para 11º, com nove pontos.

O Santos voltará a campo para enfrentar o Atlético-MG, quinta-feira, no Pacaembu, pelo jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil. Na ida, as equipes empataram por 0 a 0.

O jogo

O primeiro tempo teve 66% de posse de bola para o Santos, mas o Ceará muito mais perigoso, dando trabalho em pelo menos três ocasiões para o goleiro Everson.

O Peixe teve a bola, mas a maioria dos toques foram de lado, sem profundidade. Uribe quase não foi acionado em seu primeiro tempo pelo Alvinegro.

A única chance real santista foi de Sánchez, aos 44. Jean Mota encontrou o uruguaio livre na área, mas, de costas, ele não conseguiu girar e foi interceptado pelo goleiro Diogo.

A etapa final teve um Santos mais incisivo, transformando a posse de bola em perigo ao gol de Diogo. A primeira chance, porém, foi do Ceará. Aos três, Thiago Carvalho cruzou e a bola sobrou para Bergson, com Everson caído. O atacante, porém, chutou torto.

E quando o placar marcava seis minutos jogados, saiu o primeiro gol. E um lindo gol. Jean Mota lançou Felipe Jonatan, o lateral-esquerdo tocou para trás, Sánchez cruzou bem e Eduardo Sasha fez de cabeça.

Aos 11, quase veio o segundo de Sasha. Sánchez lançou Felipe Jonatan, que tocou para trás. Depois do bate-rebate, Sasha bateu cruzado, rente à trave. A arbitragem assinalava falta de Uribe.

No minuto 16, a resposta do Ceará. Victor Ferraz não interceptou lançamento, Everson saiu de cabeça e a bola sobrou para Thiago Galhardo. O meia-atacante bateu bonito, de cobertura, e a bola bateu no travessão.

Aos 28, Sobral cruzou e a bola bateu entre o peito e o ombro de Aguilar. A arbitragem não marcou pênalti, mas acionou o VAR e deixou o jogo seguir.

O Ceará se lançou ao ataque nos minutos finais e deu mais espaço ao Santos. Aos 37, quase que o estreante Marinho marcou logo após entrar na vaga de Sasha. Depois do rebote, o atacante bateu forte, alto, para Diogo Silva espalmar.

Nos últimos instantes, o Santos se resguardou e só deixou Marinho à frente. O ferrolho funcionou e garantiu os três pontos em Fortaleza.

Bastidores – Santos TV:

Sampaoli analisa partida do Santos e esclarece rusga com rival

Em um dia de pouca inspiração, o Santos ficou no empate sem gols contra o Internacional na tarde deste domingo, na Vila Belmiro. Ao analisar a partida, o técnico Jorge Sampaoli citou o empenho de seus atletas e esclareceu a rusga com Odair Hellmann.

“Nos primeiros 30 minutos, estávamos dominando bastante, mas sem gerar boas chances. Um rival muito duro, um dos principais da Copa Libertadores. Então, foi difícil entrar. Depois, fizemos variações no segundo tempo. Lamentavelmente, buscamos e não conseguimos. Mas valorizo sempre a busca do grupo”, disse Sampaoli.

No primeiro tempo, o Internacional chegou a marcar com Guilherme Parede, mas o árbitro Rodolpho Toski Marques anulou por impedimento. Na etapa complementar, ele marcou pênalti de Cuesta sobre Rodrygo e voltou atrás. Nos dois casos, contou com ajuda do VAR.

“Jogamos contra um rival que faz muito bem a transição. Então, muitas vezes, estávamos expostos. Como não tivemos muita eficácia na área adversária, convivemos com contra-ataques de uma equipe muito preparada para isso. O time teve as mesmas intenções, mas não a mesma precisão que em outros dias”, disse Sampaoli.

No primeiro tempo da partida disputada na Vila Belmiro, o treinador argentino se desentendeu com Odair Hellmann na beira do gramado e ambos receberam cartão amarelo. Ao falar sobre o tema, Sampaoli assegurou a rusga com o adversário foi rapidamente solucionada.

“Ele pensou que eu estava reclamando dele. Depois, expliquei que estava reclamando do quarto árbitro. Ficou tudo esclarecido. Vivemos o jogo com a intensidade que se jogou. Ele interpretou que eu tinha dito algo dele e eu esclareci”, afirmou o comandante santista.

Santos perde três atletas por suspensão para jogo contra o Ceará

O técnico Jorge Sampaoli já tem, pelo menos, três desfalques para o próximo compromisso do Santos no Campeonato Brasileiro. Suspensos, o zagueiro Gustavo Henrique, o meio-campista Diego Pituca e o atacante Soteldo não poderão enfrentar o Ceará.

Os três atletas eram os únicos pendurados do Santos antes do confronto com o Internacional, disputado neste domingo. Coincidentemente, todos foram advertidos com o cartão amarelo pelo árbitro Rodolpho Toski Marques na Vila Belmiro e precisarão respeitar a suspensão automática.

Por outro lado, o volante Alison, que cumpriu gancho contra o Inter, poderá ser utilizado normalmente. Na vaga de Gustavo Henrique, Sampaoli tem a alternativa de usar Felipe Aguilar, preservado neste domingo. Para o ataque, Rodrygo, liberado pela CBF, segue no Santos e Marinho pode fazer sua estreia.

O confronto entre Santos e Ceará, válido pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro, está marcado para as 16 horas (de Brasília) do próximo domingo, no Estádio Castelão. Com 11 pontos ganhos, o time treinado por Jorge Sampaoli ocupa o quinto lugar do torneio.

Na tarde deste domingo, o Santos ficou no empate sem gols contra o Internacional, na Vila Belmiro. Com ajuda do VAR, o árbitro Rodolpho Toski Marques anulou um gol do time gaúcho no primeiro tempo e um pênalti a favor da equipe alvinegra na etapa complementar.

Liberado pela CBF, Rodrygo fica no Santos até clássico com Corinthians

O jogo contra o Internacional, disputado na tarde deste domingo, não foi o último do atacante Rodrygo com a camisa do Santos. O clube chegou a um acordo com a CBF para manter o jovem atacante, que se despede apenas no clássico contra o Corinthians.

Rodrygo, já negociado com o Real Madrid, foi convocado para defender a Seleção olímpica no Torneio de Toulon e, caso não fosse liberado pela CBF, teria se despedido contra o Inter. Na saída do gramado da Vila Belmiro, ele mesmo informou sobre sua permanência.

“O acordo saiu hoje (domingo) pela manhã. Até passei mal à noite. Estava vomitando, com muita inflamação na garganta. Acho que era a ansiedade para saber se continuaria aqui ou não, mas, graças a Deus, deu tudo certo”, disse Rodrygo em entrevista ao Premiere.


Palmeiras 4 x 0 Santos

Data: 18/05/2019, sábado, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 5ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 32.501 pessoas (30.058 pagantes e 2.443 não pagantes)
Renda: R$ 987.830,00
Árbitro: Rafael Traci (SC)
Assistentes: Kleber Lucio Gil e Helton Nunes (ambos de SC).
VAR: Braulio da Silva Machado (SC)
Cartões amarelos: Dudu e Felipe Melo (P); Gustavo Henrique, Victor Ferraz, Alison e Derlis González (S).
Gols: Gustavo Gómez (05-1), Deyverson (18-1); Raphael Veiga (06-2) e Hyoran (42-2).

PALMEIRAS
Weverton; Marcos Rocha, Luan, Gustavo Gómez e Diogo Barbosa; Felipe Melo, Bruno Henrique (Thiago Santos) e Raphael Veiga (Moisés); Zé Rafael (Hyoran), Dudu e Deyverson.
Técnico: Luiz Felipe Scolari

SANTOS
Vanderlei; Lucas Veríssimo, Felipe Aguilar (Victor Ferraz), Gustavo Henrique e Felipe Jonatan (Cueva); Alison, Jean Lucas (Jean Mota), Diego Pituca e Carlos Sánchez; Soteldo e Derlis González.
Técnico: Jorge Sampaoli



Palmeiras atropela o Santos no Pacaembu e goleia por 4 a 0

O Palmeiras segue como o melhor time do país. Neste sábado, o Verdão, líder do Campeonato Brasileiro, atropelou o então segundo colocado Santos no Pacaembu e goleou por 4 a 0. Gustavo Gómez, Deyverson, Raphael Veiga e Hyoran marcaram os gols palestrinos.

Agora, o Alviverde aguarda o jogo do rival São Paulo contra o Bahia, neste domingo, para saber se seguirá como líder isolado do Brasileirão – depende de o Tricolor não vencer. A próxima partida do Palestra será nesta quarta-feira, contra o Sampaio Corrêa, fora de casa, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. O Peixe encara o Inter, domingo, na Vila Belmiro, pelo torneio de pontos corridos.

O jogo

Duas estratégias diferentes entraram em campo neste sábado para opor os melhores times do país na atualidade – ao menos considerando a tabela do Campeonato Brasileiro. O Santos apostava na estratégia de jogo ofensivo de Sampaoli, enquanto Felipão manteve o Palmeiras seguro defensivamente, mas com um diferencial: a blitz no setor ofensivo.

A estratégia alviverde funcionou rápido. Quando Dudu errou cruzamento aos seis minutos, Zé Rafael pressionou, roubou a bola e sofreu falta na lateral. Na cobrança, o Baixola levantou na área e Gustavo Gómez cabeceou para as redes, anotando seu terceiro gol na temporada.

Atrás no marcador, o Santos não mudou seu estilo de jogo. No papel, eram três zagueiros, com Carlos Sánchez fazendo a ala direita. Na prática, porém, Lucas Veríssimo foi improvisado na lateral e o uruguaio reforçou o setor. Não funcionou. Com Derlis isolado e Pituca apagado, Soteldo foi o único alvinegro que buscou o jogo para o Peixe, limitado à bolas paradas para levar perigo.

Já o time do treinador mais vencedor da história do futebol brasileiro, seguiu sua pressão no campo ofensivo, recompensada logo aos 19 minutos. Zé Rafael roubou no meio-campo, esperou a marcação tentar o bote e abriu com Dudu na direita. O camisa 7 cruzou rasteiro e Deyverson desviou de carrinho para o gol.

Superioridade incontestável do Verdão no primeiro tempo e uma das melhores etapas iniciais da equipe de Felipão na temporada. Sem destaques negativos, o Palestra teve Dudu comandando o nível de atuação e peças irregulares como Deyverson, Zé Rafael e Raphael Veiga também se destacando. A torcida aplaudiu de pé ao final do primeiro tempo.

Para os últimos 45 minutos, Jean Mota entrou na vaga de Jean Lucas. Os visitantes melhoraram no Pacaembu e conseguiram levar perigo no início do segundo tempo, pelas laterais de campo e com bolas rasteiras na área.

O Santos era melhor, mas até a sorte estava vestindo verde no Pacaembu lotado. Com apenas sete minutos, Raphael Veiga recebeu com liberdade pelo meio, avançou e arriscou de fora da área. Mesmo sem pegar tão bem, a bola desviou no caminho e matou Vanderlei: 3 a 0 Palmeiras.

Imediatamente, Sampaoli abriu sua equipe: Cueva entrou na vaga de Felipe Jonathan. Já era tarde e a única oportunidade real do Peixe veio aos 26 minutos. Derlis conduziu pela direita e cruzou rasteiro na área, por trás da zaga. A bola chegou em Soteldo, que finalizou de primeira, mas Weverton fez um milagre e impediu o desconto alvinegro. Pouco depois, Carlos Sánchez carimbou a trave em cobrança de falta. Não era o dia do Peixe.

Já na reta final de partida, o Palmeiras transformou o espetáculo em goleada. Em contra-ataque de uma cobrança de escanteio adversária, Dudu puxou o Verdão pela direita, limpou a marcação e tocou para Hyoran bater firme para as redes.

Sampaoli admite “fracasso” em estratégia do Santos na goleada para o Palmeiras

O técnico Jorge Sampaoli admitiu o fracasso na estratégia escolhida para o Santos na goleada por 4 a 0 sobre o Palmeiras neste sábado, no Pacaembu, pela 5ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O treinador optou por um 3-1-4-2, com Lucas Veríssimo, Felipe Aguilar e Gustavo Henrique; Alison; Sánchez, Jean Lucas, Pituca e Felipe Jonatan; Soteldo e Derlis González. Não deu nada certo.

“Pensamos que no 3-1-4-2 poderíamos ter pressão contra o rival. Plano do jogo não ocorreu. Foi um fracasso. Os primeiros minutos foram do Palmeiras. Não conseguimos controlar. Evidentemente há uma leitura prévia que não resultou. Tivemos que resolver situações, vínhamos de três jogos em uma semana, com viagens e realmente custou bastante escolher as melhores opções para mim. Responsabilidade é totalmente minha, tenho que assumir. Na leitura do jogo, pensamos em como poderíamos ganhar, mas não conseguimos”, disse Sampaoli, em entrevista coletiva.

O treinador explicou a ausência de Jorge, Eduardo Sasha e Rodrygo – Victor Ferraz Jean Mota também ficaram no banco de reservas -, e elogiou o Palmeiras.

“Jogamos três jogos na semana. Rodrygo e Sasha terminaram o jogo com dores musculares no adutor contra o Atlético-MG. Sasha não pôde estar, Rodrygo avisou no aquecimento que não poderia jogar. Jorge vinha de dois jogos seguidos, com ritmo intenso. Preferimos Felipe Jonatan”, explicou.

“Não pudemos gerar o jogo com saída de três gerando superioridade no início. Depois do segundo gol, equipe se soltou um pouco. Jogávamos bem no campo rival no segundo tempo, mas levamos terceiro gol em contra-ataque. Palmeiras é muito preciso nos contra-ataques. E tudo se destruiu. Se tivéssemos uma semana, teríamos escalado outro time, mas foi o que eu escolhi”, concluiu.

Sampaoli reclama de cultura no Brasil: “Difícil que alguém possa ser aceito sem êxito”

Jorge Sampaoli reclamou da cultura do Brasil de culpar o técnico a cada derrota. O desabafo foi feito após a derrota do Santos por 4 a 0 para o Palmeiras neste sábado, no Pacaembu.

O treinador argentino foi perguntado sobre um caso do compatriota Marcelo Bielsa. Ele não conseguiu subir o Leeds United para a primeira divisão da Inglaterra, mas recebeu uma carta de agradecimento de torcedores.

“Não sei (se isso pode ocorrer no Brasil) Do Bielsa é especial. Tem que ver com aspecto social, região… Aqui, depois de cada jogo se sabe o culpado. Treinador de um banco ou de outro. Me tocou a mim hoje, outro jogo ao outro. Responsável é sempre o técnico. Difícil que alguém possa ser aceito sem êxito”, disse Sampaoli.

O técnico santista também comentou sobre o histórico de goleadas. O Peixe perdeu de 5 para o Ituano e de 4 para Botafogo-SP e Palmeiras.

“Pode ter a ver com a obrigação de protagonizar. Tomamos dois gols, responsabilidade aumentou e, ao invés de controlar o jogo, fomos muito decididos a atacar com mais gente que o normal. Temos que corrigir o sistema. Deixamos espaços atrás e essas situações (goleadas) podem ocorrer. Dominamos todos os jogos do Brasileirão até aqui. Hoje, não”, concluiu.

Jean Mota explica confusão com Melo e admite jogo ruim do Santos

Já perto da reta final do segundo tempo, na goleada do Palmeiras para cima do Santos, o volante Felipe Melo e o meia Jean Mota se envolveram em um princípio de confusão, que resultou em um cartão amarelo distribuído ao atleta do Verdão.

De acordo com Melo, o jogador do Santos pisou em sua mão em uma reposição de bola. Após o experiente volante esbravejar contra a arbitragem, Jean Mota se defendeu e deu sua versão do lance.

“Não quero falar. Fui pisar na bola, ele estava com a mão na bola, não sei se pegou ou não. Só pisei na bola e saí jogando, até o juiz viu e não falou nada. Se ele falou que eu machuquei ele, não foi minha intenção”, afirmou a TNT.

O meia também admitiu que os comandados de Jorge Sampaoli não tiveram uma boa atuação na partida e que, por conta do placar adverso no início do confronto, o Santos precisou adotar uma postura mais ofensiva do que o costume.

“Não fizemos um bom jogo, ele saíram na frente. Sabíamos que a bola parada deles era forte. O segundo tempo foi o tudo ou nada, tivemos que ir pra frente e consequentemente tem os contra-ataques e eles acabaram matando”, completou, antes de, por fim, tentar justificar as opções de Sampaoli para o clássico.

“Opção dele. Ele é o treinador. Ele sempre tem falado que quer o time 100% e ele pensou que esse era o time 100%. O Ferraz vinha de uma sequência e o Jorge de uma lesão, não sei quem estava 100%”, finalizou.

Além de um 9: Peres fala em reunião com Sampaoli por outros reforços no Santos

A grande prioridade do Santos no mercado é contratar um centroavante para finalmente substituir Gabigol, hoje no Flamengo, após cinco meses e satisfazer Jorge Sampaoli.

O Peixe, porém, pensa em outras posições. O Alvinegro quer pelo menos um lateral-direito e um ponta para substituir Rodrygo, negociado com o Real Madrid-ESP. O presidente José Carlos Peres conversará com o técnico sobre as necessidades do elenco.

“É um planejamento do técnico. Vamos nos reunir e ver posições necessárias. Vamos nos reforçar, não temos grande orçamento e receitas, mas faremos sacrifício. Nossa grande receita é vender jogador. Venda do Rodrygo foi uma fábula, passou de R$ 200 milhões. Temos de vender, mas não pode ser só isso. Peço para o torcedor lotar Pacaembu e Vila para não vendermos ninguém e termos equipe forte por muitos anos. Sem apoio deles, teremos de vender”, disse Peres, no último domingo.

O Santos tem negociações em andamento por Uribe, do Flamengo, e Marinho, do Grêmio. O Peixe aproveitará a pausa da Copa América para buscar novos reforços.

O Alvinegro contratou oito reforços em 2019: Everson, Felipe Aguilar, Jorge, Felipe Jonatan, Jobson, Jean Lucas, Cueva e Soteldo.