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Flamengo 1 x 0 Santos

Data: 15/11/2018, quinta-feira, 17h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 34ª rodada
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, RJ.
Público: 46.067
Renda: R$ 1.136.024
Árbitro: Paulo Roberto Alves Junior (PR)
Auxiliares: Luciano Roggenbaun e Luiz H Souza Santos Renesto
Cartões amarelos: Rodinei (F); Yuri, Alison, Gabriel, Jean Mota e Gustavo Henrique (S).
Gol: Henrique Dourado (27-2).

FLAMENGO
César, Rodinei, Réver, Léo Duarte e Pará; Cuellar, Rômulo (Jean Lucas), Diego e Everton Ribeiro; Vitinho (Berrío) e Uribe (Henrique Dourado).
Técnico: Dorival Júnior

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Yuri, Gustavo Henrique e Dodô (Renato); Alison (Eduardo Sasha), Pituca e Arthur Gomes (Jean Mota); Rodrygo, Bruno Henrique e Gabriel.
Técnico: Cuca


Santos 0 x 1 Chapecoense

Data: 12/11/2018, segunda-feira, 20h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 33ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 12.659 pessoas (10.792 pagantes e 1.867 não pagantes)
Renda: R$ 334.014,50
Árbitro: Rafael Traci (PR)
Auxiliares: Ivan Carlos Bohn e Rafael Trombeta (ambos do PR).
Cartões amarelos: Alison e Yuri (S).
Gol: Leandro Pereira (28-1).

SANTOS
Vanderlei; Daniel Guedes (Arthur Gomes), Alison, Gustavo Henrique e Dodô; Yuri, Carlos Sánchez e Bryan Ruiz (Rodrygo); Derlis González, Copete (Bruno Henrique) e Eduardo Sasha.
Técnico: Cuca

CHAPECOENSE
Jandrei; Eduardo, Douglas, Fabrício Bruno e Bruno Pacheco; Amaral, Márcio Araújo, Canteros (Elicarlos) e Doffo (Vinicius); Wellington Paulista (Luiz Otávio) e Leandro Pereira.
Técnico: Claudinei Oliveira



Santos perde para a Chapecoense e desperdiça chance de entrar no G6

O Santos perdeu por 1 a 0 para a Chapecoense na noite desta segunda-feira, no Pacaembu, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o Peixe desperdiçou nova chance de entrar no G6.

A Chape se aproveitou dos seis desfalques do Alvinegro (Luiz Felipe, Lucas Veríssimo, Felippe Cardoso, Victor Ferraz, Diego Souza e Gabigol). Os visitantes foram mais organizados e anularam a equipe de Cuca.

Sem vencer, o Santos caiu para a oitava colocação, com 46 pontos. A Chapecoense ficou mais perto de sair do Z4 e agora é a 17ª, com 37, atrás do Sport por conta de uma vitória a menos.

O jogo

O Santos, oitavo colocado e precisando de vitória simples para entrar no G6 pela primeira vez. A Chapecoense, vice-lanterna, desesperada para ficar pelo menos perto de sair do Z4. Ataque contra defesa? Sim, mas dos visitantes.

O Peixe fez um começo regular, mas foi perdendo campo para a Chape. O desentrosamento foi preponderante e os catarinenses, mais organizados, dominaram a partida até o gol de Leandro Pereira, aos 28 minutos. Canteros cobrou escanteio, Gustavo Henrique tirou mal, Vanderlei não saiu do gol e o centroavante, sozinho, só empurrou.

Aos 41 minutos, a Chapecoense quase ampliou após cruzamento de Wellington Paulista. Daniel Guedes, na linha, afastou. E na sequência, o Santos lembrou como é atacar ao chutar de longe com Derlis González, sem muito perigo.

A defesa com Gustavo Henrique como único zagueiro de origem não funcionou. Alison, improvisado, não rendeu, e Yuri não protegeu e nem ajudou ao ataque. Daniel Guedes não foi o desafogo como costuma ser Victor Ferraz. Bryan Ruiz, Carlos Sánchez, Derlis González, Copete e Eduardo Sasha foram inofensivos.

Cuca foi para o tudo ou nada e mexeu taticamente no Santos. Tirou Daniel Guedes e Bryan Ruiz para as entradas de Arthur Gomes e Rodrygo. Com isso, o time passou a ter um 3-4-3, com Alison, Gustavo Henrique e Dodô na defesa, Derlis e Copete como alas.

No campo, porém, a Chapecoense seguiu segura na defesa, mais organizada e perigosa nos contra-ataques. O Peixe, ansioso, errou muitos passes e passou quase 30 minutos sem uma chance clara de gol sequer. Na primeira, aos 28, Alison cruzou e Rodrygo, no segundo pau, cabeceou por cima. A pressão, porém, parou por aí.

O Santos nada criou nos 15 minutos finais e decepcionou sua torcida. O único “Uh” veio de cruzamento perigoso de Carlos Sánchez nos acréscimos. No fim, vaias para o Peixe em mais uma oportunidade desperdiçada de entrar no G6. A Chapecoense aproveitou e agora está mais perto de sair do Z4.

Cuca diz que treinos foram ruins antes de derrota do Santos

Cuca admitiu que os treinamentos ao longo da semana livre foram ruins antes da derrota do Santos por 1 a 0 para a Chapecoense na noite desta segunda-feira, no Pacaembu, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Em entrevista coletiva, o técnico lamentou a falta de reação do elenco aos seis desfalques – Victor Ferraz, Diego Pituca e Gabigol (suspensos) e Lucas Veríssimo, Luiz Felipe e Felippe Cardoso (lesionados).

“Hoje não tínhamos referência para quebrar marcação com bola longa, não criamos a não ser no 0 a 0 e faltava contundência, velocidade, jogada individual. Estávamos bem marcados pela Chapecoense. No segundo tempo, passamos a jogar num 3-5-2 e subidas de Copete e Derlis no 4-3-3, com quatro no meio-campo e caindo das pontas para o meio. Acurralamos adversário, criamos pela linha de fundo, mas eles foram eficazes. Damos pouquíssimos contragolpes, mas perdendo jogo. Se a bola entra, fator emocional vira outro, cresceríamos… Time ficou nervoso, conivência grande com demora, não adianta dar cinco minutos porque são dois ou três. Isso tudo deixou jogo mais tenso. Bola rolando não dá 50%, mas mérito da Chapecoense. Era cartada decisiva, mereceram dentro do que fizeram. Não pelo desenvolvido, mas pela postura deles. Gol de bola parada e defenderam bem. Não dá para lamentar, quinta tem jogo e temos que nos remontar para fazermos um jogo melhor e por que não vencer?”, disse Cuca.

“Treinos não foram bons, foram mais ou menos como o jogo e nós sentimos isso. Não conseguimos treinar bem, mesmo mexendo. Não encaixou. Não podemos questionar empenho, dia não foi para nós”, completou.

Dodô diz que faltou “conjunto” em derrota do Santos para a Chape

Dodô acredita que o desentrosamento foi preponderante para a derrota do Santos de 1 a 0 para a Chapecoense na noite desta segunda-feira, no Pacaembu, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe não teve seis jogadores – Victor Ferraz, Diego Pituca e Gabigol (suspensos) e Lucas Veríssimo, Luiz Felipe e Felippe Cardoso (lesionados).

“Faltou um pouco de tudo. Tivemos um início bom, mas depois sentimos a falta de entrosamento. Erramos passes. Fazíamos os movimentos no tempo errado. A gente sentiu bastante a falta de conjunto. Tivemos muitas mexidas. Tentamos de tudo”, disse Dodô, ao Premiere.

“Cuca mudou no intervalo. Tentamos suprir a ausência do zagueiro, que hoje não temos no elenco. Temos de erguer a cabeça que ainda temos cinco jogos. Saímos muito chateados. Nossa expectativa era outra. Futebol é assim. Um dia a gente ganha e outro a gente perde”, completou o ala.

Com a derrota, o Santos perdeu a oportunidade de entrar no G6 do Campeonato Brasileiro e agora é o oitavo. O Peixe voltará a campo para enfrentar o Flamengo, quinta-feira, às 17h (de Brasília), no Maracanã, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. Bryan Ruiz, Carlos Sánchez e Derlis González, convocados para a Costa Rica, Uruguai e Paraguai, respectivamente, são desfalques certos.


Palmeiras 3 x 2 Santos

Data: 03/11/2018, sábado, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 32ª rodada
Local: Allianz Parque, em São Paulo, SP.
Público: 38.938 pagantes
Renda: R$ 2.723.126,86
Árbitro: Braulio Machado
Auxiliares: Kleber Lucio Gil e Neuza Ines Back.
Cartões amarelos: Edu Dracena, Dudu Lucas Lima (P); Diego Pituca, Victor Ferraz, Luiz Felipe, Derlis González e Gabriel (S).
Cartão vermelho: Diego Pituca (S).
Gols: Dudu (13-1) e Edu Dracena (39-1); Copete (09-2), Dodô (19-2) e Victor Luis (25-2).

PALMEIRAS
Weverton; Jean (Guerra), Antônio Carlos, Edu Dracena e Victor Luis; Thiago Santos, Bruno Henrique e Lucas Lima (Felipe Melo); Gustavo Scarpa, Dudu e Borja (Deyverson).
Técnico: Luiz Felipe Scolari

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Dodô; Alison (Bryan Ruiz), Diego Pituca e Sánchez; Rodrygo (Copete), Derlis González (Bruno Henrique) e Gabriel.
Técnico: Cuca



Palmeiras passa sufoco, mas vence Santos e abre sete pontos na liderança

O Palmeiras é mais líder do que nunca. Neste sábado, o Verdão passou sufoco, mas venceu o Santos por 3 a 2 em clássico no Allianz Parque, e abriu sete pontos de vantagem sobre o segundo colocado Flamengo (que enfrenta o São Paulo, domingo, no Morumbi). São 17 partidas de invencibilidade da equipe de Luiz Felipe Scolari, que terá mais seis jogos para tentar confirmar o título.

A derrota faz o Santos desperdiçar a oportunidade de aparecer no G-6 do Brasileirão. O Peixe permanece em sétimo, com 46 pontos, mesmo número do Atlético-MG, sexto, derrotado em casa pelo Grêmio nesta rodada.

O jogo

O Palmeiras atropelou o Santos no primeiro tempo. Para quem esperava um Verdão cabisbaixo e desanimado pela eliminação na semifinal da Copa Libertadores, se surpreendeu e presenciou o poder de Luiz Felipe Scolari em transformar a frustração em ânimo.

Comandado por Dudu e com Thiago Santos fazendo uma partida inspirada, os donos da casa dominaram o clássico desde o início. E pelo lado direito, setor formado por duas incógnitas – Gustavo Scarpa, voltando a ser titular, e Jean, retornando após lesão e criticado pela torcida – o Maior Campeão do Brasil abriu o placar.

Aos 13 minutos, Weverton mostrou qualidade na saída de bola e abriu com Jean. O lateral avançou desde o campo de defesa e esperou o momento certo para fazer a enfiada para Borja, quando Gustavo Henrique desmontou a linha santista para sair na marcação. O colombiano girou e chutou forte, Vanderlei espalmou e Dudu empurrou para as redes.

Maior artilheiro do Allianz Parque (26), o Baixola se tornou com o tento sobre o rival o maior goleador do Palmeiras neste século, igualando Vagner Love (54). Para animar ainda mais os palestrinos, todas as vezes que Dudu marcou na casa alviverde, o Verdão nunca perdeu. E a profecia se manteve.

Desorganizado em campo, o Santos teve apenas Derlis González e Gabigol buscando o jogo, mas com ambos apagados em campo. A falta de inspiração alvinegra se refletiu nos números: ao final do primeiro tempo, os visitantes terminaram com 58% de posse de bola, mas apenas uma finalização, já aos 43 minutos, quando já perdiam por 2 a 0.

Quatro minutos antes, com 39 jogados, a bagunça praiana apareceu também no sistema defensivo. Dudu cobrou escanteio para a área e Dodô, de 1,77m, não conseguiu impedir o cabeceio de Edu Dracena, 10cm mais alto que o lateral. Resultado: o camisa 3 mandou para as redes e anotou seu primeiro gol em 107 jogos pelo clube.

O Santos não se encontrava em campo, mas Cuca precisou de apenas 15 minutos para arrumar sua equipe. O treinador voltou do intervalo com Bryan Ruíz e Copete nas vagas de Alison e Rodrygo, o suficiente para voltar a criar. Com apenas dois jogados, o Peixe criou mais do que nos 45 iniciais e quase descontou com Derlis González.

O jogo ficou aberto e o Palmeiras teve oportunidades de matar o clássico com Dudu, que levou azar na conclusão, e Gustavo Scarpa, que quase anotou um golaço no ângulo. Após as chances perdidas, porém, o Palestra foi punido.

Aos nove, Dodô levantou na área e, após desvio, Edu Dracena tentou um chutão, mas espanou. A bola sobrou para Copete, que estava em posição de impedimento, mas o desvio errado do palmeirense anulou a condição irregular do colombiano, que mandou no ângulo de Weverton.

Todo o nervosismo esperado pelos mandantes antes do jogo apareceu com o primeiro gol santista. O Peixe passou a dominar a partida e chegou ao empate aos 19 minutos. Copete cruzou, Edu Dracena foi mal de novo, desta vez em disputa com Derlis González, e a bola sobrou para Dodô, que chutou por baixo de Weverton na saída do goleiro.

O jogo era outro em relação ao primeiro tempo e o nervosismo era palpável nos mais de 38 mil presentes no Allianz Parque, incluindo os 11 vestindo verde no gramado. Sofrendo muito com os avanços de Copete e Dodô, Felipão deslocou Thiago Santos para a lateral direita, abriu Jean pelo mesmo lado do ataque, e sacou Lucas Lima para a entrada de Felipe Melo, deixando Gustavo Scarpa centralizado.

A alteração não foi positiva para o líder do Campeonato Brasileiro, que perdeu o controle do jogo, mas foi então que a sorte sorriu para o Alviverde. Aos 25 minutos, Victor Luis cobrou falta com força, a bola tocou nas costas de Derlis González e foi no canto. Apesar do desvio, Vanderlei chegou bem no chute defensável, mas falhou e permitiu o gol da vitória palmeirense.

Com o Palmeiras de novo na frente, Felipão teve a percepção de fazer uma nova mudança para acertar a equipe e tirou Jean para a entrada de Guerra. No Santos, Cuca também mexeu e colocou Bruno Henrique na vaga de Derlis González.

A situação do time praiano piorou na reta final com a expulsão de Diego Pituca, que levou o segundo cartão amarelo. Mesmo assim, o Peixe se lançou ao ataque para o tudo ou nada e chegou a pressionar pelo novo empate com bolas levantadas na área, mas terminou o clássico derrotado.

Cuca elogia gringos e manda recado aos santistas: “Não podem ficar decepcionados”

Autêntico, como quase sempre costuma ser, Cuca não escondeu seus sentimentos após a derrota do Santos para o Palmeiras no clássico desse sábado, no Allianz Parque. A reação alvinegra depois do rival abrir dois gols de vantagem mexeu com o brio do técnico santista, que mesmo frustrado, fez questão de passar o orgulho que sua equipe lhe deu na etapa final.

“Dominamos o segundo tempo inteiro, posse de bola foi o dobro e tivemos a chance de fazer o 3 a 3, mesmo tomando gol numa infelicidade. A bola desviou em algum jogador o efeito acabou traindo o Vanderlei”, avaliou Cuca, responsável por uma mudança tática do Peixe para os últimos 45 minutos do jogo. .

“Mesmo com 2 o 2, a gente sentiu o Palmeiras fechar o time, pondo marcador, tirando meia, porque o jogo estava para nós, e com o Bruno (Henrique) para entrar. Íamos para ganhar o jogo”, explicou, antes de mandar um recado direcionado aos torcedores.

“Lamentamos a derrota, mas jogamos para ganhar. O torcedor pode ficar triste, mas não decepcionado. Ficamos com um a menos (Pituca expulso), e ficamos com o segundo a menos com a lesão muscular do Luiz Felipe. E, mesmo com nove, o jogo estava perigoso para o Palmeiras até o fim”, disse.

“Não acho que estava um pouco melhor, a gente estava bem melhor. O jogo estava a nossa feição, se desenhando e tínhamos mais uma troca para fazer. O jogo estava para nós. A fatalidade nos tirou os três pontos”, completou.

Cuca também falou sobre as participações de Bryan Ruiz e Copete. O costarriquenho e o colombiano foram, talvez, os grandes responsáveis por uma mudança de postura do Santos no jogo e pela busca do empate em pouco tempo. O primeiro a receber elogios foi Bryan Ruiz.

“Entrou bem no jogo, estava difícil o controle da bola, campo molhando, adiantamos o Sánchez, pusemos o Pituca como primeiro volante, o Palmeiras sentiu isso, tanto que colocou um volante, desafogou um pouco. Ele está melhorando no aspecto físico, daqui a pouco ele tem condição de jogar um jogo inteiro”.

As sequência, Cuca falou sobre Copete.

“Ele está trenando bem, está pedindo para jogar e nós vamos dar um jeito de fazer ele jogar. Chega nessa época aqui, quem está com mais força é quem vai jogar. Entrou bem, em um jogo que precisava de força, de bola aérea. Melhoramos muito, perdeu gol, fez outro, é profissional que treina bem e não reclama de nada”, concluiu o treinador.

Cuca avalia falha de Vanderlei e admite preocupação com desfalques

O prejuízo do Santos no primeiro tempo do clássico contra o Palmeiras durou pouco tempo. Com nova postura e um time modificado, os santistas rapidamente chegaram à igualdade na etapa final. O que ninguém esperava é que uma falha de Vanderlei pudesse garantir a vitória alviverde no Allianz Parque.

A frustração foi inevitável depois do camisa 1 aceitar cobrança de falta de Vitor Luis, mas Cuca fez questão de sair em defesa de seu goleiro na entrevista coletiva concedida logo após o revés nessa 32ª rodada do Campeonato Brasileiro.

“A bola desviou na barreira, campo molhado. O Vanderlei tem muito crédito, nos salvou muitas vezes, como no primeiro tempo. São coisas que ocorrem”, resumiu o técnico do Peixe, preocupado mesmo é com os desfalques para o confronto com a Chapecoense, na próxima rodada.

“Agora, vamos nos mobilizar. Perdemos jogadores suspensos, machucados, mas vamos fazer força para atingir objetivo, que é a vaga na Libertadores”.

Gabriel, Victor Ferraz e Pituca terão de cumprir suspensão. Além do trio, o zagueiro Luiz Felipe sentiu uma lesão muscular no clássico e Lucas Veríssimo ainda não está 100% recuperado.

Evitando pegar pesado com o árbitro Braulio Machado, Cuca não concordou principalmente com o cartão apresentado ao seu camisa 10.

“(Deu cartão) porque ele (Gabriel) jogou a bola, disse o árbitro. Mas ele não jogou a bola. A arbitragem foi boa, mas foi muito rigorosa nos cartões. Os jogadores estão todos pendurados nessa fase, mas é cartão, cartão. Mas, ele não apitou mal, não”.

Foi a primeira vez de Cuca no Allianz Parque desde que largou o comando do clube alviverde, equipe por onde atuou como jogador e também conquistou, como técnico, o título Brasileiro de 2016. Em uma rápida análise do hoje rival, Cuca ainda não enxerga o campeonato encaminhado ao Verdão.

“Para mim, foi prazeroso. Lugar muito bom, tive uma conquista maravilhosa aqui. Foi bom, podia ser melhor, se tivesse um resultado melhor, mas fica um orgulho por ter representado o Santos hoje. Tinha quatro (pontos de diferença para o vice-líder), passou a sete, pode voltar a quatro, mas no futebol tudo pode acontecer. Próximo jogo é lá em Minas, não tem nada definido. Tem muita coisa para rolar”, concluiu.


Santos 3 x 0 Fluminense

Data: 27/10/2018, sábado, 16h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 31ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 8.680 pagantes
Renda: R$ 165.563,50
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Auxiliares: Henrique Neu Ribeiro e Eder Alexandre (ambos de SC).
Cartões amarelos: Robson Bambu e Gabigol (S); Airton, Fernando Neto e Marlon (F).
Gols: Gabriel (38-2, de pênalti), Victor Ferraz (42-2) e Carlos Sánchez (43-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Robson Bambu e Dodô; Alison (Bryan Ruíz), Carlos Sánchez e Diego Pituca; Rodrygo (Copete), Gabriel e Bruno Henrique (Derlis González).
Técnico: Cuca

FLUMINENSE
Rodolfo; Igor Julião, Frazan (Alex), Paulo Ricardo e Marlon; Aírton (Mateus Norton), Dodi, Fernando Neto e Daniel (Cabezas); Marcos Júnior e Júnior Dutra.
Técnico: Marcelo Oliveira



Santos desencanta no fim, derrota o Flu e cola no G6 do Brasileiro

O Santos colou no G6 do Campeonato Brasileiro na tarde deste sábado. Jogando na Vila Belmiro, em duelo direto entre duas equipes que almejam uma vaga na Copa Libertadores, o Peixe não fez um bom primeiro tempo, mas acordou na etapa final e venceu o time alternativo do Fluminense por 3 a 0, com gols de Gabriel, Victor Ferraz e Carlos Sánchez, todos anotados nos últimos minutos da partida.

Com o resultado, a equipe dirigida por Cuca chegou aos 46 pontos, empatando com o sexto colocado Atlético-MG, que está à frente por ter uma vitória a mais – o Galo só entra em campo na segunda-feira, contra o Ceará, na Arena Castelão. O Fluminense, por sua vez, ficou no nono lugar, com 40 pontos, mas pode perder posições até o final do dia.

O jogo

O primeiro tempo foi disputado em ritmo lento, com ambos os times criando poucas chances de gol. O Santos, porém, começou pressionando nos minutos iniciais explorando as jogadas de linha de fundo. A zaga carioca, bem postada, suportou os ataques alvinegros.

Aos oito minutos, o Fluminense assustou. Após cobrança de escanteio, Fernando Neto pegou o rebote e arriscou de fora da área, exigindo grande defesa de Vanderlei. O lance, contudo, já havia sido paralisado por impedimento.

Apesar de ter o domínio da posse de bola, o Santos errava muitos passes e tinha dificuldades de entrar na defesa tricolor. O Fluminense, por sua vez, conseguiu chegar com algum perigo por meio da bola aérea, mas também pouco ameaçou a meta de Vanderlei na primeira parte do jogo.

Para tornar o Peixe mais criativo, Cuca voltou com Derlis González no lugar do apagado Bruno Henrique. Com o paraguaio, o time da casa precisou de pouco tempo para mostrar outra postura. Aos três minutos, Lucas Veríssimo cabeceou no canto, fazendo o goleiro do Fluminense trabalhar.

Pouco depois, Rodrygo subiu livre e testou com força, mas Rodolfo conseguiu espalmar a bola para o travessão. Aos 11 minutos, Gabigol perdeu chance incrível de abrir o placar. Em grande jogada individual pela esquerda, Rodrygo foi até a linha de fundo e cruzou rasteiro. A bola desviou e sobrou limpa para o camisa 10, que isolou por cima.

O Santos teimava em fazer o goleiro do Fluminense trabalhar. Aos 17 minutos, após mais um levantamento na área, Rodrygo bateu de primeira, mas Rodolfo evitou o gol da equipe mandante. Aos 28, Victor Ferraz cruzou na medida para Carlos Sánchez, que testou na direção do gol. Frazan, contudo, salvou quase em cima da linha.

De tanto insistir, o Santos finalmente abriu o placar na Vila Bemiro. Aos 36 minutos, Gabriel foi derrubado por Alex na área. Na cobrança do pênalti, o artilheiro do Brasileirão bateu forte, no alto, desta vez sem chances de defesa para Rodolfo. O gol abriu a defesa carioca, que ainda seria vazada mais duas vezes: primeiro por Victor Ferraz, depois por Carlos Sánchez.

Bastidores – Santos TV:

Gabriel marca o gol de número 12.500 da história do Santos

Gabriel Barbosa escreveu mais um importante capítulo da história do Santos na tarde deste sábado. Ao abrir o placar em cobrança de pênalti na vitória por 3 a 0 sobre o Fluminense, na Vila Belmiro, o atacante anotou o gol de número 12.500 da história do clube paulista.

O Menino da Vila já havia marcado o tento de número 12 mil em fevereiro de 2014, quando tinha apenas 17 anos, em goleada por 5 a 1 sobre o Botafogo-SP, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Paulista. Quatro anos depois, o camisa 10 volta a ser orgulhar de mais uma marca importante em sua carreira.

“Muito contente por mais uma placa. Se eu ganhar, né (risos). Mas estou muito feliz. Fiz o gol 12.000, agora o 12.500. Deus está me abençoando bastante. Glorifico esse momento não só meu, mas também da equipe”, celebrou à TV Globo, na saída de campo.

Apesar do placar elástico, o Santos encontrou dificuldades diante do Fluminense. Tanto que só abriu o marcador aos 38 minutos, com Gabigol, que converteu o pênalti sofrido por ele mesmo. Depois, aos 42 e 43, respectivamente, Victor Ferraz e Carlos Sánchez deram números finais à partida.

“A gente sabia que seria muito complicado. O Fluminense não veio com o time titular, mas tinha muita qualidade. A gente sabia disso. O primeiro tempo foi complicado, mas sabíamos que quando fizéssemos o primeiro gol as coisas poderiam abrir, como abriu”, completou.

Com o resultado, o Santos chegou aos 46 pontos e colou de vez no G6 do Campeonato Brasileiro. O Atlético-MG, que entra em campo somente na segunda-feira, é o sexto colocado, com a mesma pontuação, mas tem uma vitória a mais.

Cuca revela bronca no intervalo e celebra momento do Santos

Após um primeiro tempo sonolento, o Santos acordou na etapa complementar e venceu o Fluminense por 3 a 0 na tarde deste sábado, na Vila Belmiro. Após a partida, o técnico Cuca revelou ter dado uma bronca para mexer com o brio dos jogadores no intervalo.

“Eu gosto desses meninos como filhos. Faço tudo o que posso por eles, mas tem dias que você tem de pegar um pouquinho mais pesado. É bom dar uma chacoalhada de vez em quando. Eles responderam muito bem. No geral, temos feito dois tempos equilibrados”, declarou o treinador.

Depois de um primeiro tempo em que correu riscos na bola aérea do Fluminense, o Santos voltou para a segunda etapa com Derlis González no lugar de Bruno Henrique. Com a entrada do paraguaio, Rodrygo e Gabigol cresceram de produção.

“A gente mexe o lugar do Rodrygo para ter uma condição melhor. Hoje, no segundo tempo, ele achou o espaço dele. Participou do segundo gol, cabeceou uma bola na trave, jobou bem. Depois saiu para a entrada do Copete, que veio para fortalecer o jogo aéreo”, explicou Cuca.

Depois de tanto insistir, o Santos abriu o placar aos 38 minutos com Gabigol, de pênalti, sofrido por ele mesmo. O Fluminense, então, se abriu e acabou levando outros dois, anotados por Victor Ferraz e Carlos Sánchez, aos 42 e 43, respectivamente.

Com a vitória, a quarta em cinco jogos, o Santos chegou aos 46 pontos e colou de vez no G6 do Campeonato Brasileiro. O Atlético-MG, que entra em campo somente na segunda-feira, é o sexto colocado, com a mesma pontuação, mas tem uma vitória a mais.

“A gente vem em uma recuperação muito boa. Estamos jogando um bom futebol. Não é sempre, mas na maioria temos jogado bem. Isso é devido aos treinamentos. Faltando sete jogos, a gente tem uma ambição, que é chegar na Libertadores. Temos de fazer o melhor. Sábado tem o Palmeiras, um jogo duríssimo, temos que nos preparar bem”, concluiu.

Dodô reitera desejo de ficar no Santos, mas foca em classificação

O lateral esquerdo Dodô reiterou o desejo de permanecer no Santos em 2019. O clube, que também tem interesse na sequência da parceria, disputa uma vaga na Copa Libertadores por meio do Campeonato Brasileiro, após o qual a renovação deverá ser sacramentada.

“Eu gostaria de ficar. Já falei disso no começo do ano. Tem que sentar quando acabar o campeonato e ver a melhor maneira para eu conseguir ficar”, disse, à Rádio Globo, após a vitória por 3 a 0 sobre o Fluminense, no último sábado, na Vila Belmiro.

Embora Dodô negue publicamente o início das conversas, o Peixe já abriu as negociações com o estafe do jogador, emprestado pela Sampdoria-ITA até o dia 31 de dezembro deste ano.

A tendência é que a diretoria encabeçada por José Carlos Peres pague a multa no valor de 1,5 milhão de euros (cerca de R$ 6,2 milhões na cotação atual) para ter o atleta em definitivo.

“Mais importante que a renovação é o Santos chegar na Libertadores. É o foco do momento. Quero pensar no grupo, na vaga que ainda é possível. Quando a situação tiver definida, a gente pensa na renovação. Vamos continuar sonhando”, declarou.

A sete rodadas do fim do Brasileirão, o Santos ocupa o sétimo lugar com 46 pontos, ficando atrás do Atlético-MG por ter uma vitória a menos. O quinto e sexto colocados avançam para a pré-Libertadores.

Satisfeito com a atuação do time no triunfo de sábado, Dodô já projetou o clássico contra o Palmeiras, no próximo sábado, no Allianz Parque. “O importante é que a bola entrou no segundo tempo. Concretizamos nosso domínio nos 90 minutos. Merecemos o placar”, avaliou.

“São três pontos na nossa luta. O time está de parabéns. Temos uma semana para descansar e preparar para esse jogo no sábado, contra o Palmeiras. Vamos continuar sonhando com essa vaga”, concluiu.


Internacional 2 x 2 Santos

Data: 22/10/2018, segunda-feira, 20h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 30ª rodada
Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, RS.
Público: 43.159 pagantes
Renda: R$ 1.082.715,00
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG)
Auxiliares: Guilherme Dias Camilo e Sidmar dos Santos Meurer (MG).
Cartões amarelos: Nico López (I); Gustavo Henrique e Bruno Henrique (S).
Gols: Leandro Damião (43-1); Gabriel (05-2), Patrick (25-2) e Fabiano (33-2, contra).

INTERNACIONAL
Marcelo Lomba; Fabiano (Jonatan Álvez), Rodrigo Moledo, Víctor Cuesta e Iago (Wellington Silva); Rodrigo Dourado, Nico López, Edenílson, D’Alessandro e Patrick; Leandro Damião (Rossi).
Técnico: Odair Hellmann

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Dodô; Alison (Bryan Ruiz), Diego Pituca e Carlos Sánchez; Rodrygo (Derlis González), Bruno Henrique (Renato) e Gabriel.
Técnico: Cuca



Damião e Gabigol marcam, e Internacional empata com o Santos

Internacional e Santos empataram em 2 a 2 na noite desta segunda-feira, no Beira-Rio, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols do Colorado foram de Leandro Damião e Patrick. O Peixe marcou com Gabigol e Fabiano (contra).

A partida foi movimentada e teve o Alvinegro buscando o empate duas vezes. Leandro Damião, ex-santista, e Gabriel Barbosa, artilheiro do Campeonato Brasileiro, foram destaques e participaram das principais oportunidades do duelo.

Com o empate, o Internacional cai para a terceira colocação, com 57 pontos, cinco a menos que o líder Palmeiras. O Santos segue na sétima posição, agora três atrás do Atlético-MG, o primeiro na zona de classificação para a Libertadores da América.

O jogo

O Santos não se intimidou com o Beira-Rio lotado e começou melhor o jogo contra o Internacional. Com marcação adiantada, o Peixe freou a pressão dos donos da casa nos primeiros minutos e se armaram à procura do contra-ataque.

A primeira chance – e a melhor dos primeiros 45 minutos -, foi aos 24, quando Carlos Sánchez armou o contra-ataque e inverteu para Gabigol. O artilheiro do Campeonato Brasileiro bateu de fora da área, com categoria, e o goleiro Marcelo Lomba tocou com a ponta do dedo antes da bola parar no travessão.

Depois da pressão santista, o Inter equilibrou a partida e começou a criar chances. A primeira veio com Edenilson, após cruzamento de Cuesta aos 40 minutos. O goleiro Vanderlei salvou. E três minutos depois, saiu o gol. Edenilson, destaque do Colorado, tabelou com Patrick e encobriu o camisa 1. Luiz Felipe salvou e no rebote Leandro Damião, de cabeça, fez valer a Lei do Ex.

E ainda deu tempo para Rodrigo Moledo, na pequena área, furar a tentativa de letra, sem goleiro. O Santos começou bem, mas pôde comemorar a desvantagem de apenas um gol para o intervalo.

O Santos retomou as rédeas da partida para a etapa final e logo conseguiu o empate, em golaço de Gabigol. O camisa 10 acertou um chute improvável, colocado, do bico da área e marcou pela 15ª vez no Campeonato Brasileiro. É o artilheiro.

O Internacional reagiu rápido ao empate sofrido e quase empatou aos 8 minutos, novamente com Leandro Damião. O cabeceio parou em nova boa defesa de Vanderlei. Segundos depois, se iniciou uma polêmica com a arbitragem.

Com cinco minutos de paralisação e resenha com auxiliares, o árbitro assinalou impedimento de Leandro Damião. O centroavante teria feito um lindo gol por cobertura. O juiz entendeu que o toque veio de Cuesta e não de Sánchez em dividida.

O lance polêmico não esfriou o Inter e o gol não demorou a vir. Aos 25 minutos, Carlos Sánchez cobrou escanteio baixo e originou um contra-ataque mortal. De Edenilson, para Nico López e a assistência para o gol de Patrick.

E quando o jogo caminhava para vitória do Internacional, o Santos voltou a reagir. Aos 33 minutos, Bruno Henrique rolou para Gabigol chutar bem com a perna direita. O goleiro Lomba espalmou, Fabiano foi traído pelo efeito no rebote e o camisa 10 aproveitou o bate-rebate. Ele saiu comemorando, mas o gol foi marcado contra do lateral colorado.

Os minutos finais foram de muita movimentação e chance para os dois lados. Na melhor delas, o zagueiro Rodrigo Moledo cabeceou para outra grande defesa de Vanderlei, aos 44 minutos. No fim das contas, empate de bom futebol em Porto Alegre.

Bastidores – Santos TV:

Gabigol valoriza ponto do Santos contra o Inter: “De bom tamanho”

Gabigol valorizou o empate em 2 a 2 do Santos com o Internacional na noite desta segunda-feira, pelo Beira Rio, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O artilheiro do Campeonato Brasileiro destacou a aproximação ao Atlético-MG, sexto e primeiro na zona de classificação para a Libertadores da América em 2019. A diferença agora é de três pontos.

“Ficamos mais perto do Atlético-MG, temos confronto direto ainda. Jogo complicado, empate de bom tamanho, mas poderíamos ter vencido. Foi um grande espetáculo, um grande jogo”, disse Gabriel, ao Premiere.

Cuca cria alternativas no Santos para tentar “desarrumar” adversários

O técnico Cuca tem tentado criar alternativas no Santos para “desarrumar” os adversários. No empate em 2 a 2 com o Internacional nesta segunda-feira, vários jogadores não tiveram posição fixa.

Do meio para frente, Sánchez, Rodrygo, Bruno Henrique e Gabigol se alternaram entre o centro e as pontas. O gol do camisa 10, por exemplo, sai de uma jogada pela direita após roubada de Carlos Sánchez pelo meio.

No segundo tempo, Cuca colocou Bryan Ruiz na vaga de Alison e Derlis González no lugar de Rodrygo. As substituições deram certo e o empate foi alcançado. Por fim, Renato substituiu Bruno Henrique para fechar o meio-campo.

“É legal o trabalho dos treinadores, gosto muito da parte tática, fizemos diversas mudanças, inverti Rodrygo, Bruno Henrique e Sánchez da direita para a meia. Gabigol também. Inter soube nos marcar e aí ganhamos cinco minutos de um pouco de desarrumação do adversário. E aí neutralizam de volta. Colocamos Bryan como armador, velocidade do Derlis e ela apareceu diversas vezes, mas escolhemos jogada errada, poderíamos ter feito o terceiro. Depois fechamos com o Renato. Foi jogo bem trabalhado, bem jogado, gostoso”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

O Santos agora tem nova semana livre para treinamentos – e variações táticas -, antes de enfrentar o Fluminense, sábado, na Vila Belmiro, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro. Luiz Felipe e Gustavo Henrique, suspensos, devem ser substituídos por Lucas Veríssimo e Robson Bambu.