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Portuguesa 3 x 0 Santos

Data: 06/10/2013, domingo, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 26ª rodada
Local: Estádio do Canindé, em São Paulo, SP.
Público: 7.979 pagantes
Renda: R$ 211.730,00
Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez (RJ)
Auxiliares: Bruno Boschilia e Moisés Aparecido de Souza (ambos do PR).
Cartões amarelos: Rogério e Bergson (P); Vladimir e Mena (S).
Gols: Luis Ricardo (15-1); Gilberto (14-2) e Gilberto (21-2, de pênalti).

PORTUGUESA
Lauro; Luis Ricardo, Moisés Moura, Valdomiro e Rogério; Ferdinando, Bruno Henrique, Moisés e Souza (Corrêa); Bergson (Wanderson) e Gilberto (Henrique).
Técnico: Guto Ferreira

SANTOS
Vladimir; Cicinho, Edu Dracena, Gustavo Henrique e Mena; Renê Júnior (Everton Costa), Arouca, Leandrinho (Léo) e Cícero; Thiago Ribeiro e Willian José (Giva).
Técnico: Claudinei Oliveira


Portuguesa atropela o Santos no Canindé e deixa o rival mais longe do G4

Com o resultado, os santistas caíram para a oitava posição, permanecendo nos 36 pontos. A Lusa, por sua vez, pula para o 10º lugar no Brasileirão, agora com 34 pontos ganhos

Depois de vencer o São Paulo, o Santos desperdiçou a chance de embalar no Campeonato Brasileiro . O time praiano foi derrotado pela Portuguesa por 3 a 0, na noite deste domingo, no Canindé. Luis Ricardo e Gilberto, com dois gols, marcaram os tentos do triunfo rubro-verde.

Com o resultado, os santistas caíram para a oitava posição, permanecendo nos 36 pontos. A Lusa, por sua vez, pula para o 10º lugar no Brasileirão, agora com 34 pontos ganhos.

O jogo

A primeira chance de gol da partida foi criada pelo Santos. Aos quatro minutos, o atacante Thiago Ribeiro tocou para Cícero. Dentro da grande área, o meia levou a melhor sobre a marcação e bateu cruzado, com a bola passando pelo goleiro Lauro e próxima à trave esquerda dos donos da casa.

A Portuguesa respondeu aos 11, com o atacante Gilberto chutando de fora da área, para boa defesa do goleiro Vladimir, em dois tempos. Com o jogo movimentado, a Lusa foi mais eficiente e abriu o placar, aos 15. O lateral-direito Luis Ricardo fez bom lance individual, antes de finalizar para o gol. Vladimir ainda tocou na bola, mas não conseguiu evitar o tento rubro-verde: 1 a 0.

Além do gol, a Portuguesa se manteve melhor em campo, durante a maior parte do primeiro tempo. Porém, os donos da casa não conseguiram ampliar a vantagem no marcador. Já o Peixe encontrava dificuldades para criar perigo ao gol de Lauro. Aos 36, a equipe praiana ainda perdeu o volante Renê Júnior, com dores musculares. O atacante Everton Costa entrou em seu lugar.

No minuto seguinte, os santistas quase empataram quando, aos 37, Cícero tocou de cabeça, mas a bola saiu ao lado direito da meta defendida pelo arqueiro da Lusa. Antes do intervalo, aos 43, o meia Leandrinho chegou a anotar o empate, mas a arbitragem anulou a jogada, marcando impedimento.

Na volta para a etapa complementar, os alvinegros tentaram impor uma pressão ao adversário. Aos três minutos, o centroavante Willian José arriscou da entrada da área, exigindo boa defesa de Lauro. Apesar do ímpeto do Santos, a Portuguesa voltou a balançar as redes. Aos 14, o meia Bruno Henrique tocou por cima da defesa do Peixe e a bola foi para Gilberto. O atacante girou na frente de Vladimir, que trombou com o lateral-direito Cicinho e deixou o gol livre, para o segundo gol rubro-verde.

Os santistas quase descontaram no minuto seguinte, com o atacante Thiago Ribeiro acertando a trave. No rebote, Everton Costa desperdiçou a chance de diminuir a vantagem da Lusa. Sem o gol alvinegro, a Portuguesa aproveitou para consolidar a sua vitória, com mais um gol. Após pênalti cometido por Vladimir, Gilberto converteu e marcou o terceiro dos donos da casa, aos 21.

O Santos esteve perto do gol, aos 34, quando Léo, que entrou na vaga de Leandrinho, tabelou com Thiago Ribeiro, se projetando na área e pegando a sobra de primeira, mandando à direita de Lauro.
A Lusa quase alcançou o quarto gol, aos 38, quando Luis Ricardo partiu em direção à área, rolando a bola para trás, mas ninguém conclui o lance. A bola ainda volta para o lateral rubro-verde, que chutou para fora.

Santistas admitem que busca pelo G4 ficou difícil após derrota no Canindé

O revés para a Lusa deixou o time alvonegro na oitava posição, com 36 pontos, sete a menos do que o Botafogo, quarto colocado da Série A

A derrota de 3 a 0 para a Portuguesa , na noite deste domingo, no Canindé, fez com que os jogadores do Santos reconhecessem a dificuldade para a equipe alcançar o G4 do Campeonato Brasileiro. O revés para a Lusa deixou o time alvonegro na oitava posição, com 36 pontos, sete a menos do que o Botafogo, quarto colocado da Série A.

“Lógico que fica mais difícil. Se tivéssemos vencido hoje (domingo), teríamos encostado ainda mais no G4. Mas a gente tem que ter os pés no chão. Vamos vivenciar jogo após jogo, porém, com a derrota aqui fica muito difícil”, analisou o zagueiro e capitão santista, Edu Dracena.

O meio campista Léo também comentou o impacto da derrota para os rubro-verdes. Na opinião do experiente jogador, de 38 anos, os alvinegros cometeram muitos erros durante os 90 minutos, que custaram a conquista de um melhor resultado ao time praiano.

“Falta muita coisa ainda para a gente chegar ao G-4, mas erramos demais. Isso não pode acontecer. Não tivemos posse de bola e isso, também, atrapalhou bastante”, comentou Léo.

Claudinei admite má exibição contra Portuguesa e sai em defesa de Vladimir

Técnico disse que não iria culpar nenhum jogador pelo tropeço do domingo no Brasileirão

O técnico Claudinei Oliveira reconheceu que o Santos esteve em uma noite pouco inspirada na derrota para a Portuguesa , neste domingo, no Canindé. Para o treinador, a equipe praiana esteve abaixo do esperado e, por conta disso, o placar da partida (3 a 0) acabou sendo tão elástico a favor da Lusa.

“Realmente, nós não fizemos um bom jogo. Conversamos com os atletas após a partida e todos reconheceram que não estivemos bem. Sofremos o primeiro gol, mais tarde perdemos o (volante) Renê Júnior e tentamos colocar mais um atacante, que foi o Everton Costa, mas não deu certo. Ainda optamos pelo Léo e pelo Giva, mas não tivemos posse de bola. Existe também o mérito da Portuguesa. Agora, temos que trabalhar para recuperar esses pontos”, disse Claudinei, que aproveitou para sair em defesa do goleiro Vladimir.

O jovem arqueiro substituiu Aranha, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, e teve a sua atuação questionada depois do confronto. O comandante alvinegro evitou críticas a Vladimir, descartando que o resultado tenha sido construído por conta de uma atuação ruim do goleiro.

“De maneira nenhuma vamos responsabilizar qualquer jogador pelos resultados. O futebol é feito de erros e acertos. A responsabilidade é sempre minha, eu escalo o time. O Aranha vinha de uma sequência boa e o Vladimir poderia sentir a falta de ritmo. Na minha opinião, isso não aconteceu. Ele até fez boas defesas no primeiro tempo. Ao meu ver, o Vladimir não teve participação direta no resultado”, concluiu.

O técnico também negou que tenha deixado o atacante Neílton no banco por um impasse contratual. O jogador tem vínculo até maio do ano que vem e, em novembro, já poderá assinar um pré-contrato com outro clube. Ele foi reserva e Claudinei escalou Everton Costa e Giva diante da Portuguesa.

“Primeiro, nós optamos pelo Everton, porque ele é forte fisicamente e pode recompor o meio-campo, acompanhando a subida do lateral e atacando pelo ‘corredor’ (lados do gramado). Depois optamos pelo Giva, que vem entrando bem e sendo mais utilizado do que o Neílton. Coloquei esses dois atletas porque, na minha opinião, o momento deles é melhor do que o vivido pelo Neílton”, comentou.

Claudinei aproveitou para destacar que, caso veja necessidade, irá colocar o jovem atacante em campo. “Por enquanto, não recebemos nenhuma determinação dos dirigentes e, enquanto for assim, o Neílton estará sempre à disposição. Assim que precisar e eu achar que devo, vamos colocá-lo para atuar. Quando precisar, ele vai ser utilizado, normalmente”, encerrou.

Portuguesa 0 x 0 Santos

Data: 01/07/2012, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 7ª rodada
Local: Estádio do Canindé, em São Paulo, SP.
Público: 7.942 pagantes
Renda: R$ 302.885,00
Árbitro: Raphael Claus (SP).
Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa-SP) e Daniel Paulo Ziolli (SP).
Cartões amarelos: Rogério, Diego Viana, Gustavo e Boquita (P); Adriano, Neymar e Durval (S).

PORTUGUESA
Dida; Rogério, Lima e Gustavo; Boquita, Léo Silva, Guilherme, Moisés e Ivan; Ananias (Rodriguinho) e Diego Viana (Henrique).
Técnico: Geninho

SANTOS
Rafael; Douglas (Elano), Edu Dracena, Durval e Léo (Juan); Adriano, Henrique, Arouca e Paulo Henrique Ganso (Gérson Magrão); Neymar e Borges.
Técnico: Muricy Ramalho



Santos não sai do 0 a 0 com a Portuguesa e continua sem vencer no Brasileiro

No Canindé, Dida fez grande jogo e Borges perdeu no final o gol que daria vitória ao Santos

O Santos visitou a Portuguesa, neste domingo, no Canindé, em busca de sua primeira vitória no Campeonato Brasileiro, mas não foi capaz de furar a defesa comandada pelo goleiro Dida. Assim, as duas equipes não saíram do 0 a 0. Os santistas completaram sete rodadas sem vencer somando cinco empates na competição. A Lusa tem agora oito pontos e ainda não viu o seu novo camisa 1 ser vazado em duas partidas.

Apesar do 0 a 0, as duas equipes tiveram boas chances de sair com a vitória do Canindé. Porém, tanto Dida como Rafael tiveram tarde inspirada. A decepção santista pode ser considerada maior já que nos acréscimos do segundo tempo, depois de jogada de Neymar, Borges ficou na cara de Dida e chutou a bola para fora do estádio da Portuguesa.

O Santos volta a campo pela Série A diante do Grêmio, no próximo domingo, às 16 horas, na Vila Belmiro. Já a Portuguesa visita o Atlético-MG, também no domingo, só que a partir das 18h30, no Estádio Independência.

O jogo

Precisando conquistar a sua primeira vitória no Brasileirão, o Santos começou a partida tomando a iniciativa. Tanto que, a primeira chance de gol do jogo, foi dos visitantes. Aos sete minutos, Paulo Henrique Ganso cobrou falta perigosa, que exigiu uma defesa em dois tempos do veterano goleiro Dida.

Apesar de o Santos começar um pouco melhor o confronto, aos poucos a Portuguesa passou a se arriscar mais no ataque. Com 11, a Lusa poderia ter aberto o placar, só que Guilherme chutou a bola no travessão, após de um passe preciso de Ananias.

Pouco depois, aos 19, a equipe rubro-verde voltou a assustar os santistas, outra vez com Guilherme. O volante da Portuguesa limpou a marcação alvinegra e teve liberdade para arriscar de fora da área, exigindo uma grande defesa de Rafael, que espalmou a bola para escanteio e evitou que os donos da casa inaugurassem o marcador.

Melhor em campo, a Lusa teve mais uma boa oportunidade para fazer o seu primeiro gol, aos 24. O meia-atacante Ananias recebeu bom passe dentro da área e, quando se preparava para arrematar, foi travado por Adriano, que desviou a bola para escanteio.

Com amplo domínio das ações, os rubro-verdes tiveram mais duas chances em sequência para balançar as redes do Santos. Aos 30, Guilherme emendou um belo arremate, após receber a bola na entrada da área. Rafael espalmou e evitou o gol. Dois minutos depois, o zagueiro Rogério esteve perto de abrir o placar a favor da Portuguesa, mas desperdiçou a oportunidade, em cabeçada dentro da pequena área.

Após um primeiro tempo com o adversário melhor no jogo, o Santos voltou com duas alterações. O técnico Muricy Ramalho trocou o jovem lateral direito Douglas pelo meia Elano. O experiente ala esquerdo Léo, que sentiu dores na costela na etapa inicial, foi substituído por Juan.

Os santistas voltaram com um futebol melhor no segundo tempo, mas seguiam encontrando dificuldades para furar o bloqueio defensivo rubro-verde. A Lusa, por sua vez, continuava assustando. Aos 13, Léo Silva soltou uma bomba de longa distância e quase surpreendeu Rafael.

Com falta de ritmo de jogo e ainda sem apresentar suas melhores condições físicas, Ganso deixou o duelo aos 15. O polivalente Gérson Magrão, que atua como lateral e volante, entrou no seu lugar no meio-campo alvinegro.

O Santos teve, talvez a sua melhor chance até então, aos 25. Elano cobrou falta para a grande área, a bola foi escorada para Durval, que acertou uma forte cabeçada, bem defendida por Dida.

Após esse perigoso lance, foi a vez do treinador Geninho mexer no time da casa. Cansado, Ananias, que voltava de lesão, deu lugar a Rodriguinho nos minutos finais da partida.

Perto do apito final do árbitro, aos 40, Moisés cobrou uma falta com força, exigindo mais uma boa intervenção de Rafael, que espalmou a bola para escanteio. Três minutos depois, foi a vez de Rodriguinho exigir mais uma boa defesa do goleiro santista.

Na melhor oportunidade de gol do encontro, aos 46, Neymar fez grande lance individual e encontrou Borges livre. Sozinho com Dida, o centroavante isolou a bola e desperdiçou a chance de levar o seu time ao primeiro triunfo no Brasileiro.

Borges assume responsabilidade por gol perdido no Canindé. Neymar o defende.

Atacante teve a chance de fazer o gol da vitória, mas desperdiçou de forma incrível

O atacante Borges teve a chance de dar a vitória ao Santos sobre a Portuguesa, na tarde deste domingo, no Canindé. Na melhor oportunidade do jogo, o centroavante solou uma bola recebida dos pés de Neymar, aos 46 minutos do segundo tempo. Chateado com o erro, Borges assumiu a responsabilidade pelo gol perdido e, consequentemente, pelo empate em 0 a 0 com a Lusa, em confronto válido pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro.

“Infelizmente eu tentei tirar a bola do Dida e perdi o gol. Assumo a responsabilidade. Perdi uma chance que não costumo perder”, afirmou o camisa 9 santista, na saída do gramado do Canindé.

Borges prometeu que irá treinar forte para recuperar a sua melhor forma nas próximas partidas da equipe. “Perdi esse gol e, infelizmente, a gente não conseguiu a vitória. Vou tentar trabalhar para dar a volta por cima”, comentou.

Já o atacante Neymar, principal estrela alvinegra, evitou culpabilizar Borges pelo empate fora de casa. Para a Joia, o centroavante procurou fazer o seu melhor, mas o erro é algo que faz parte do futebol.

“Não concordo (que Borges tenha sido responsável pelo empate). Foi um lance incrível mesmo. Só que não é porque ele perdeu aquele gol que a culpa é dele. Somos um grupo e a responsabilidade é de todos. A culpa é de todos nós”, destacou Neymar.

Muricy elogia segundo tempo santista e vê Neymar recuperado

Apesar de empate contra a Portuguesa, técnico do Santos disse que o time merecia vencer

Mesmo com a sua equipe sem vencer no Campeonato Brasileiro, o técnico Muricy Ramalho enxergou pontos positivos na atuação do Santos no empate com a Portuguesa, neste domingo, no Canindé. Para o treinador, seu time teve uma atuação melhor do que o adversário na etapa complementar e poderia ter saído com um resultado melhor do que o 0 a 0 registrado ao final do confronto.

“O nosso segundo tempo foi melhor do que o primeiro. Nossas chances foram claras, e achei que merecíamos ganhar pelo que fizemos no segundo tempo”, disse Muricy, ignorando a má fase do Santos, 18° colocado da Série A, com somente cinco pontos conquistados – o time não vence há oito jogos, sendo cinco empates e três derrotas, numa conta que inclui além do Nacional, compromissos pelas semifinais da Copa Libertadores da América.

O treinador defendeu a sua equipe de críticas, mas prometeu empenho para que o Santos, enfim, consiga vencer no Brasileirão. “Não estamos abaixo dos outros, as nossas partidas têm sido parelhas. O que acontece é que temos muita dificuldade para mudar o time. Porém, neste momento, nós temos que ‘arregaçar as mangas’ e continuar trabalhando”, ponderou.

Já sobre o rendimento do atacante Neymar, Muricy Ramalho acredita que o atacante se recuperou do desgaste físico, apontado pela própria comissão técnica do Santos, e tem realizado boas apresentações.”Ele mostrou que está bem. O Neymar voltou a jogar. Uma pena que vamos perdê-lo (em sete rodadas do Brasileiro) durante as Olimpíadas (de Londres)”, concluiu.

Portuguesa 0 x 2 Santos

Data: 01/04/2012, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 17ª rodada
Local: Estádio do Canindé, em São Paulo, SP.
Público: 3.811
Renda: R$ 126.370,00
Árbitro: Raphael Claus
Auxiliares: Luis Alexandre Nilsen e Vitor Carmona Metestaine.
Assistentes adicionais: Vinicius Furlan e Sérgio da Rocha Gomes.
Cartões amarelos: Boquita (P); Alan Kardec (S).
Gols: Rafael Caldeira (04-2) e Dimba (14-2).

PORTUGUESA
Rodrigo Calaça; Luis Ricardo, Renato, Gustavo e Ivan; Boquita (Diego Souza), Léo Silva, Guilherme e Henrique (Maylson); Ananias e Ricardo Jesus (Danilo).
Técnico: Jorginho.

SANTOS
Aranha; Bruno Rodrigo, Vinícius Simon e Rafael Caldeira; Maranhão, Adriano (Anderson Carvalho), Elano, Felipe Anderson (Breitner) e Paulo Henrique; Dimba (Rentería) e Alan Kardec.
Técnico: Muricy Ramalho.



Com reservas, Santos vence e complica a Portuguesa

Com a triunfo, equipe alvinegra sobe para o 3º lugar. Já a Lusa está em 15º na tabela

O time reserva do Santos cumpriu sua parte na tarde deste domingo, com uma vitória por 2 a 0 sobre a Portuguesa, no estádio do Canindé. Enquanto os titulares descansam para a Libertadores, o técnico Muricy Ramalho dirigiu os suplentes em novo triunfo no Campeonato Paulista.

Apesar de ter jogado muito mal no primeiro tempo, o Peixe se recuperou na etapa final e subiu para o terceiro lugar do Estadual, com 36 pontos, ultrapassando o Palmeiras. Já a Lusa se complicou, pois fica no 15º lugar, com 17 pontos, apenas quatro a mais que a zona de rebaixamento.

Os gols do Santos foram marcados no início da etapa final. Rafael Caldeira abriu o placar de cabeça, e Dimba definiu a contagem. Na defesa, Aranha fez sua parte com duas boas defesas para assegurar os três pontos.

Pelo Paulistão, a Portuguesa volta a campo na noite de sábado, novamente no Canindé, contra o Linense. Já o Santos atua no domingo, diante do São Caetano, no Anacleto Campanella.

Antes, o técnico Muricy Ramalho recoloca seus titulares em campo, na noite de quarta-feira, diante do Internacional, no Beira-Rio, pela Copa Libertadores da América. No mesmo dia, a Portuguesa vai a Caxias do Sul para encarar o Juventude, pela Copa do Brasil.

O jogo

A necessidade de se distanciar da parte de baixo da tabela fez a Lusa partir para o ataque no início da partida. Assim, logo no primeiro lance, Luis Ricardo cruzou da direita e Ricardo Jesus disputou pelo alto com Rafael Caldeira, mas Aranha fez a defesa.

Pouco depois, Henrique arriscou de fora da área e errou o alvo, dando uma amostra do que o torcedor assistiria durante todo o primeiro tempo no Canindé. O desentrosamento atrapalhou os reservas do Peixe, e a falta de qualidade era o problema da Rubro-verde. O resultado foi um festival de erros.

A primeira chance dos visitantes saiu em cobrança de escanteio, mas Elano mandou direto para a lateral. Do outro lado, Guilherme tentou surpreender em chute de fora da área, carimbando a defesa.

Felipe Anderson chegou a se arriscar em jogada individual pela esquerda, mas a zaga tirou antes de Alan Kardec alcançar. Aos 30 minutos, Guilherme avançou pela intermediária e chutou rasteiro, exigindo boa defesa de Aranha, na melhor oportunidade da etapa.

Antes do intervalo, a Portuguesa ainda teve dois escanteios e os desperdiçou. No primeiro, Aranha segurou sem problemas. No outro, o zagueiro Gustavo cabeceou por cima.

As duas equipes voltaram sem alterações para o segundo tempo, mas a postura do Santos foi diferente. Assim, aos quatro minutos, o Peixe inaugurou a contagem. Enquanto era xingado por torcedores da Portuguesa, Elano cobrou escanteio e viu Rafael Caldeira cabecear para as redes.

Logo depois do gol, parte da torcida rubro-verde começou a entoar o grito de “vergonha” e protestar contra a diretoria. Em campo, Jorginho tentou dar um novo ritmo ao seu time, tirando o volante Boquita para a entrada do meia Diego Souza.

Porém, aos 14, Felipe Anderson fez jogada individual pela esquerda, chegou à linha de fundo e cruzou rasteiro para Dimba completar para as redes. Em seguida, Jorginho fez mais uma alteração, com Danilo na vaga de Ricardo Jesus.

A Portuguesa se lançou no desespero ao ataque e quase descontou. Henrique recebeu livre na linha da pequena área e arrematou, mas Aranha fez grande defesa. Depois do lance, o técnico da equipe da casa tirou o meia e colocou Maylson.

A Lusa, inclusive, teve mais uma chance, desta vez em bola parada. Ivan cobrou falta e viu Aranha se esticar para defender. O ímpeto dos donos da casa diminuiu, e o Peixe segurou o placar positivo.

Santos 1 x 1 Portuguesa

Data: 07/03/2010, domingo, 17h00.
Competição: Campeonato Paulista
Local: Estádio Canindé, em São Paulo, SP.
Árbitro: Rodrigo Braghetto
Auxiliares: Rafael Ferreira da Silva e Leonardo Ferreira Alves
Cartões amarelos: Fábio e Athirson (P); Durval e Pará (S).
Gols: Héverton (14-1) e Zé Eduardo (43-2).

PORTUGUESA
Fábio; Domingos, Thiago Gomes e Preto Costa; Paulo Sérgio, Glauber, Marco Antônio (Henrique), Fabrício (Rafael Silva), Héverton (Jean Natal) e Athirson; Luís Ricardo
Técnico: Vagner Benazzi

SANTOS
Felipe; Roberto Brum (Marquinhos), Edu Dracena, Durval e Pará (Madson); Arouca, Wesley e Paulo Henrique; Neymar, André (Zé Love) e Robinho
Técnico: Dorival Junior



Na base da determinação, Santos empata com Portuguesa

Gol do empate, marcado por Zé Eduardo, que saiu do banco de reservas, veio só aos 44 minutos do segundo tempo

Bem postada em campo, a Portuguesa saiu à frente no placar e se segurou o quanto pôde, mas levou o gol no final e cedeu o empate por 1 a 1 com o Santos, na tarde deste domingo, no Canindé. Os três zagueiros rubro-verdes cederam à determinação santista nos minutos finais do segundo tempo.

Com o empate, o Santos tem quebrada a série de nove vitórias consecutivas no Campeonato Paulista, mas segue na ponta com 32 pontos conquistados em 13 rodadas. Já a Portuguesa mantém-se invicta em clássicos neste ano, chega a 19 pontos e perde a chance de colar nas primeiras posições do Estadual.

O jogo

As duas equipes voltam a campo no fim de semana. O time da capital joga no sábado, novamente no Canindé, diante do São Caetano. Já o Santos retorna à Vila Belmiro no domingo para enfrentar o Palmeiras, em seu terceiro clássico em 15 dias – o primeiro foi na vitória sobre o Corinthians, em 28 de fevereiro.

Antes de a bola rolar no Canindé, a principal dúvida do clássico era a formação titular do Santos, que voltaria a ter Robinho. Momentos antes de o jogo começar, Dorival Junior confirmou a saída de Marquinhos, com Roberto Brum e Wesley revezando de função na lateral direita e Pará na esquerda.

Do outro lado, Vagner Benazzi, que tinha os principais jogadores à disposição, anunciou um esquema cauteloso para encarar o poder ofensivo santista: a Portuguesa começou a partida com três zagueiros (Domingos, Thiago Gomes e Preto Costa) e apenas um homem de frente, o jovem atacante Luís Ricardo.

Quando o jogo começou, a Portuguesa mostrou uma marcação bem feita, que dava liberdade para os jogadores de ataque, comandados principalmente pelo meio-campista Héverton. Com apenas três minutos do primeiro tempo, Luís Ricardo chegou com perigo na frente e chutou em cima do goleiro Felipe.

Mostrando firmeza na marcação, Domingos, Thiago Gomes e Preto Costa viram a equipe abrir a contagem aos 14 minutos. Marco Antônio recebeu de costas e, de primeira, enfiou bola para Héverton, na altura do bico esquerdo da pequena área. O meia chutou cruzado e inaugurou o marcador do Canindé.

Apesar da vantagem no placar, o time da casa não passou a jogar somente na defesa. Pelo contrário: a Portuguesa manteve-se firme atrás, mas continuou insistindo no ataque, especialmente pelo lado esquerdo, o mais frágil da marcação santista, que contava ora com Wesley, ora com Roberto Brum.

Já o Santos teve um único lance de perigo na primeira etapa, três minutos depois do gol, quando Robinho aproveitou espaço pela esquerda, invadiu a área e chutou em Fábio. Dorival então pôs Marquinhos no lugar de Brum e fixou Wesley na lateral. Nada que resolvesse até a descida para o intervalo.

A mudança surtiu efeito no segundo tempo, quando o Santos ganhou o campo, enquanto a Portuguesa precisou apostar mais nos contragolpes. Com uma forte pressão já nos minutos iniciais, os visitantes testaram Fábio diversas vezes, mas o goleiro da Portuguesa trabalhava bem e salvava a meta lusitana.

O lance santista mais perigoso ocorreu aos 11 minutos da etapa final. Livre de marcação na intermediária, Neymar pôs a bola na frente e chutou firme em direção ao gol. Fábio se esticou e, com uma linda ponte, impediu que ela entrasse em seu ângulo esquerdo, espalmando a bola para a linha de fundo.

O Santos seguiu em cima do adversário, sem muita criatividade, mas na base da determinação. Aos 43 minutos do segundo tempo, Fábio defendeu chute de Ganso, mas a bola sobrou nos pés de Zé Love, que só teve o trabalho de empurrar para o fundo da rede, empatar e fechar o placar no Canindé.

Portuguesa 0 x 0 Santos

Data: 28/06/2008, sábado, 18h20.
Competição: Campeonato Brasileiro – 8ª rodada
Público: 5.000 pagantes
Renda: R$ 107.000,00
Local: Estádio do Canindé, em São Paulo, SP.
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa-RS)
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (Fifa-SP) e Marcio Luiz Augusto (SP)
Cartões amarelos: Dias, Diogo e Edno (P); Domingos, Marcelo e Rodrigo Souto (S).

PORTUGUESA
André Luís; Patrício, Bruno Rodrigo, Hallison e Bruno Recife; Dias, Gavillan, Preto (Carlos Alberto) e Edno (Sidnei); Diogo e Washington (Vaguinho).
Técnico: Vagner Benazzi

SANTOS
Fábio Costa; Domingos, Fabão e Marcelo; Apodi (Molina), Rodrigo Souto, Adriano, Wesley (Quiñonez) e Kleber; Lima (Thiago Luís) e Kléber Pereira
Técnico: Cuca



Sem atingir objetivos, Portuguesa e Santos ficam no empate

Ao entrarem em campo neste sábado, Portuguesa e Santos buscavam, respectivamente, alcançar o G4 e sair da zona do rebaixamento. Porém, com um empate por 0 a 0, no Canindé, os dois times viram suas ambições iniciais ruírem e, se a equipe do litoral chegou à sexta partida sem vencer, a Lusa viu sua seqüência de três vitórias no Brasileiro ser interrompida nesta 8ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Fora das quatro linhas, o duelo pessoal foi entre Cuca e Vagner Benazzi. Os dois são desafetos declarados desde que o técnico da Portuguesa acusou o então comandante do Botafogo de ter afirmado que o Canindé tinha cheiro de urina.

O Santos começou o jogo com cinco pontos, na penúltima colocação. Com o empate chegou aos seis e conseguiu ultrapassar Ipatinga e Goiás, mas ainda permanece na zona do rebaixamento. Já a Portuguesa chegou aos 12 pontos e segue na oitava colocação.

Sem contar com o atacante Christian, que negocia uma transferência com um time do México, o técnico Vagner Benazzi apostou em um ataque formado pelo jovem Diogo e por Washington.

Já o técnico Cuca barrou Marcinho Guerreiro, Rodrigo Tabata e Molina, que foram titulares contra o Goiás. Enquanto o último ficou no banco de reservas e entrou no segundo tempo, os dois primeiros não devem mais jogar pelo Santos.

Outra mudança em relação ao jogo contra o Goiás aconteceu com o número das camisas. Depois de ser goleado por 4 a 0, o time do litoral voltou a usar a sua numeração tradicional, com os laterais direito e esquerdo vestindo, respectivamente, a quatro e a três.

Com a camisa “nova”, o estreante Apodi foi o primeiro a levar perigo em chute da direita. Porém, a Portuguesa respondeu logo aos 7 min, quando o Santos errou na saída de bola, Diogo dominou pela direita e cruzou Sozinho, Edno chutou da esquerda para grande defesa de Fábio Costa.

Todas as mudanças promovidas por Cuca, no entanto, não provocaram o efeito desejado pelo treinador. Mal no meio-de-campo, o time do litoral não conseguia fazer a bola chegar aos seus atacantes. Em contrapartida, a Portuguesa continuava levando perigo em jogadas rápidas.

Quando o jogo estava morno, a Portuguesa quase abriu o placar. Bruno Rodrigo tocou de cabeça e deixou Washington sozinho, na frente de Fábio Costa. O atacante da Lusa chutou forte, no canto superior direito do goleiro, e marcou o gol. O árbitro Carlos Eugênio Simon, no entanto, anulou o lance acusando impedimento.

Na jogada seguinte, o árbitro voltou ao centro das atenções. Em uma jogada pela lateral esquerda, Diogo passa por Apodi e cai. Adriano, sem bola, chutou o atacante da Portuguesa no chão. Simon, no entanto, nem advertiu o camisa 11 santista.

“O Simon podia ter expulsado o Adriano depois de ele chutar um companheiro nosso no chão. Mas infelizmente é assim, sempre a favor dos times grandes e sempre dúvida para nós”, lamentou o lateral Patrício, no fim do primeiro tempo.

Com Thiago Luís no lugar de Lima, o Santos voltou melhor na segunda etapa. Nos primeiros 10 minutos, o goleiro André Luiz, que até então não tinha feito nenhuma defesa, evitou duas chances claras de gol dos santistas.

Depois de a torcida pedir a entrada de Molina, Cuca apostou no colombiano, que passou a incomodar a zaga da Portuguesa pelo seu lado esquerdo. A Lusa, porém, voltou a equilibrar a partida e jogar nos contra-ataques.

Com disposição, o Santos tinha mais iniciativa para o jogo e continuava assustando. Aos 40 min, Quiñonez entrou no lugar de Wesley e teve uma ótima chance. O jogador chutou da esquerda e o goleiro André Luiz fez a defesa. No último minuto, Diogo apareceu livre e, de frente para Fábio Costa, chutou rasteiro e o camisa 1 santista salvou a sua equipe.