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Fluminense 2 x 2 Santos

Data: 01/02/2001, quinta-feira, 20h30.
Competição: Torneio Rio SP
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, RJ.
Público: 23.584 pagantes
Renda: R$ 145.297,50
Árbitro: Alfredo Santos Loebeling (SP).
Cartões amarelos: César e Luís Fernando (F); Galván, André Luís e Fábio Costa (S).
Cartões vermelhos: Pereira (S) e Luís Fernando (F).
Gols: Asprilla (22-1); Dodô (08-2, de pênalti), Agnaldo (34-2) e Claudiomiro (43-2).

FLUMINENSE
Murilo; César, Régis e Luís Fernando; Flávio, Marcão, Fabinho (Yan) e Jorginho; Asprilla, Roni (Alessandro) e Agnaldo.
Técnico: Valdir Espinosa

SANTOS
Fábio Costa; André Luís (Marcelo Silva), Galván e Pereira; Russo, Renato (Elano), Claudiomiro, Robert e Léo; Deivid e Dodô.
Técnico: Geninho



Santos e Flu empatam no Rio e deixam de ser 100%

Com o resultado, equipes seguem na liderança de seus grupos no Rio-SP

No confronto entre os dois melhores grandes do ano, o empate em 2 a 2 deu fim à sequência de vitórias de Fluminense e Santos ontem, pelo Torneio Rio-São Paulo. O empate marcou a falta de espaço no meio-campo, que impediu que Santos ou Fluminense mantivesse 100% de aproveitamento nesta temporada. Os esquemas táticos montados por Valdyr Espinosa e Geninho foram os principais responsáveis pela falta de oportunidades de gol.

Sem muito espaço e com respeito em demasia ao adversário, o primeiro tempo não teve muita emoção. Na única oportunidade que teve, aos 13min, Asprilla fez boa jogada e cruzou para Agnaldo que, livre, errou o gol. A partir daí, o Fluminense perdeu um pouco a timidez e passou a arriscar mais. O suficiente para, aos 22min, Asprilla aproveitar uma bola rebatida pela zaga, matar no peito, invadir a área e, tocar de esquerda para marcar.

O gol acordou o Santos, que partiu mais para o ataque. Aos 26 e aos 29min, Dodô arriscou dois chutes ao gol de Murilo.

No segundo tempo, o Santos mudou de uniforme e personalidade em campo. Com a camisa inteira branca, o time partiu para o ataque. Em um minuto, já havia concluído quatro vezes ao gol. Na quinta chance, Dodô, de cabeça, completou passe de Robert. A bola passou por Murilo e, pouco depois de ultrapassar a linha do gol, o zagueiro Régis afastou para escanteio. O bandeira não viu que a bola havia ultrapassado a linha e marcou o escanteio, confirmado pelo árbitro.

Os paulistas continuaram pressionando até que, aos 10min, em pênalti de Luís Fernando sobre Deivid, Dodô cobrou e empatou.

Aos 34min, Agnaldo, de cabeça, fez o segundo gol do Fluminense.

Sem mais nada a fazer, o Santos partiu para o ataque. Com a pressão, aos 43min, também de cabeça, Claudiomiro empatou em falta cobrada por Robert.

Apesar do empate, os dois times lideram seus grupos no torneio, ambos com sete pontos.

No Santos, a boa notícia foi a renovação do contrato de Rodrigão, ainda no final da noite de anteontem, e a possível volta de Rincón, que negocia com a diretoria.


Santos 1 x 0 Guarani

Data: 21/01/2001, domingo.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público e renda: não divulgados.
Árbitros: João Luís dos Santos e Romildo Corrêa
cartões amarelos: Michel, Renato, Pereira e Robert (S); Fumagalli, Luís Fernando e Rafael (G).
Gol: Claudiomiro (43-2).

SANTOS
Fábio Costa; Pereira, Galván e André Luís; Michel (Caíco), Claudiomiro, Renato e Léo; Robert (Paulo Almeida), Deivid (Elano) e Rodrigão.
Técnico: Geninho

GUARANI
Edervan; Rafael, Ernani, Marcelo Souza e Jorge Luiz; Fausto, Martinez, Luís Fernando e Renato (Lindomar); Fumagalli e Marcinho (Éderson).
Técnico: Carlos Alberto Silva



Santos supera Guarani com gol no final

De nova camisa, inspirada na era Pelé, time vence com senador Suplicy em campanha presidencial na tribuna

Na estréia do novo uniforme, todo branco, lembrando a época de Pelé e Coutinho, o Santos venceu o Guarani por 1 a 0 ontem à tarde na Vila Belmiro. O gol foi marcado por Claudiomiro, aos 43min do segundo tempo.

A torcida no estádio aplaudiu o time que obteve a segunda vitória sob o comando o técnico Geninho -a primeira terminou em 3 a 0 diante do Flamengo no Torneio Rio-São Paulo.

Entre os torcedores que vibraram com a partida estava o senador Eduardo Suplicy, acompanhado do ex-volante Clodoaldo. Suplicy, em campanha para presidente, está participando de vários eventos (na sexta, por exemplo, esteve no Rock in Rio).

No primeiro tempo, o senador viu o Santos ficar devendo em criatividade no meio-campo. Isso irritou a torcida que pediu velocidade na saída de bola.

O Guarani, com Martinez, Fausto e Luís Fernando protegendo a entrada da área, não deu espaço para a tabela entre os atacantes Rodrigão e Deivid.

O Santos passou a buscar jogadas pelos cantos com os laterais Michel e Leo, mas a defesa campineira mostrou-se muito bem posicionada.

A primeira chance de gol da equipe santista foi aos 14min. Renato arriscou o chute de fora da área, e o goleiro Edervan não segurou, mas o zagueiro Marcelo Souza afastou o perigo.

O Guarani ameaçou apenas aos 24min, com Fumagalli.

Por seu lado, o Santos criou mais duas jogadas de gol.A primeira com Rodrigão, que driblou Marcelo Souza e chutou de pé esquerdo, obrigando Edervan a jogar para escanteio. A outra foi com o zagueiro Galván, que recebeu livre na área, mas acabou dando um bico na bola.

Ao término do primeiro tempo, o técnico Geninho reclamou da morosidade da equipe. “Em um jogo de poucas oportunidades, estamos demorando muito no toque de bola”, disse o treinador.

No segundo tempo, o Santos voltou mais bem postado em campo e criou várias oportunidades de gol, mas esbarrou nas defesas do goleiro Edervan. Fazendo um esquema 3-5-2, o Santos criou as melhores chances com o chamado elemento surpresa, principalmente com Claudiomiro, que foi o melhor em campo.

A entrada de Caíco, no lugar de Michel, também deu maior movimentação no meio-campo. Aos 36min, Robert cobrou falta pela direita e Claudiomiro desviou na pequena área. Ederson fez uma grande defesa.

Aos 43min, Leo sofreu falta de Rafael. Robert cobrou, pela esquerda, e Claudiomiro subiu livre de marcação, cabeceando no canto esquerdo do gol de Ederson, sem chances de defesa.

O Guarani foi ao ataque tentando o empate, mas Fábio Costa mostrou serviço com duas importantes defesas que garantiram a vitória santista.

Técnico quer solução rápida para negociáveis

O técnico Geninho espera que a diretoria do Santos decida o mais rápido possível a situação dos atacantes Caio e Dodô. Ambos pediram para não jogar no Paulista porque esperam ser negociados.

Caio tem proposta do Rio Branco, de Americana, e de uma grande equipe da capital (pode ser o São Paulo). Dodô sonha com uma transferência para a Europa.

“São dois jogadores de qualidade que não estão sendo aproveitados. Poderiam estar ajudando o grupo”, afirmou Geninho. “Se eles saírem, há a necessidade de reposição. Eu só tenho o Elano no banco de reservas”, disse o técnico.

A diretoria também espera definir nesta semana a situação do goleiro Carlos Germano e do lateral Russo. Germano interessa à Lusa. Se o negócio for fechado, o Santos quer trazer o meia Marquinhos que, inclusive, já acertou o salário. A situação de Russo depende de um acordo com o Vitória (BA), dono do passe, e do grupo argentino Excel.

A diretoria não descarta a opção de trazer o atacante Viola, do Vasco. Com salário milionário, a aquisição foge da atual política financeira do clube. Mas seria uma compensação por Edmundo, que estava emprestado ao Santos até junho.

Fonte: http://acervo.folha.com.br/fsp/2001/01/22/20//10151

Santos 4 x 1 Botafogo

Data: 19/11/2000, domingo.
Competição: Copa João Havelange (Campeonato Brasileiro) – Módulo Azul – 1ª Fase – 24ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 1.221 pagantes
Renda: R$ 9.860,00
Árbitro: Oscar Roberto Godói (SP)
Cartões amarelos: Rincón e Léo (S); Rodrigo e Reidner (B).
Cartão vermelho: Sandro (B, 29-2).
Gols: Dodô (16-1), Donizete (37-1) e Claudiomiro (44-1); Ânderson Luis (29-2) e Edmundo (43-2).

SANTOS
Fábio Costa; Michel, André Luís, Claudiomiro e Léo; Ânderson Luís, Rincón, Valdo (Renato) e Robert (Canindé); Dodô (Deivid) e Edmundo.
Técnico: Carlos Alberto Parreira

BOTAFOGO
Vágner; Vítor (Tinga), Sandro, Dênis e Misso; Marcelinho Paulista, Reidner, Alexandre Gaúcho (Daniel) e Rodrigo; Donizete e Túlio (Dimba).
Técnico: Antônio Clemente


Santos 2 x 0 Portuguesa

Data: 08/11/2000, quarta-feira, 21h40.
Competição: Copa João Havelange (Campeonato Brasileiro) – Módulo Azul – 1ª Fase – 21ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 3.793 pagantes
Renda: R$ 31.130,00
Árbitro: Alfredo Loebeling
Gols: Claudiomiro (03-1) e Dodô (21-2).

SANTOS
Carlos Germano; Michel, Preto, Claudiomiro e Leo; Anderson Luiz, Rincón, Valdo (Renato) e Robert; Edmundo e Dodô (Júlio Cesar).
Técnico: Carlos Alberto Parreira

PORTUGUESA
Roger; Julio Cesar, Vinicius, Tinho e Edilson (Evandro); Simão, Elson, Marquinhos e Irênio (Sandro); Lucio e Edson (Ricardo Oliveira). Técnico: Lula Pereira



Santos vence a Lusa e se mantém na disputa por vaga na 2ª fase

Com uma vitória de 2 a 0 sobre a Lusa na Vila Belmiro, o Santos conseguiu manter a esperança de conquistar uma das 12 vagas para a fase seguinte da Copa João Havelange.

Agora, a equipe necessita ganhar os próximos três jogos que tem a disputar -Sport e Botafogo, na Vila, e Guarani, em Campinas.

Com o resultado, o time interrompeu um jejum de sete partidas sem vitória. A última havia ocorrido em 20 de setembro (2 a 1 sobre o Atlético-PR em casa).

Pelas contas do técnico Lula Pereira, a Lusa ainda mantém chances de classificação. Antes da partida, o treinador previa que seu time necessitaria ganhar seis dos nove pontos que tinha a disputar. De acordo com esse raciocínio, terá, necessariamente, de vencer Coritiba, no Paraná, e Atlético-PR, em São Paulo.

O Santos abriu o placar logo no primeiro lance de ataque do jogo. Em cobrança de falta da esquerda, aos 3min, Robert levantou na área. A bola sobrou para Edmundo, que cruzou na direção de Claudiomiro. Junto à trave direita, o zagueiro concluiu de cabeça.

Depois do gol, o jogo esteve restrito, durante a maior parte da primeira etapa, ao espaço entre as intermediárias, apesar do predomínio do Santos, que mantinha a posse de bola por mais tempo.

Como as duas defesas levavam vantagem sobre os ataques, as equipes ficavam limitadas aos arremates de longa distância. Nas poucas tentativas de penetração da Lusa, os meias erravam os passes que poderiam colocar os companheiros de ataque em situação favorável para marcar.

Posicionados diante da zaga, os volantes santistas Anderson e Rincón destruíam a maioria das articulações ofensivas da Lusa.

O ataque santista, por sua vez, era prejudicado pela retenção excessiva de bola de Edmundo e pela marcação exercida sobre Dodô, que só conseguia aparecer na partida quando voltava para buscar jogo no meio do campo.

A Lusa voltou do intervalo tentando pressionar o adversário no campo de defesa. A primeira jogada de perigo, porém, foi do Santos.

Aos 9min, após cobrança de escanteio, a bola chegou à cabeça de Edmundo, que concluiu para fora, perto da trave esquerda.

Após esse lance, o Santos voltou a equilibrar as ações, embora a Lusa quase tenha empatado aos 12min, quando o zagueiro Tinho chegou atrasado para concluir um cruzamento.

O segundo gol santista nasceu aos 21min, em jogada individual do meia Robert, que três minutos antes já havia criado outra oportunidade, ao chutar em cima do goleiro Roger.

Antes do gol, o meia santista aplicou um chapéu em um zagueiro da Lusa e finalizou no travessão. Na sequência, a bola sobrou para Rincón. O volante colocou na área, e Dodô marcou após falha da zaga.

Aos 38min, quando deixou o campo ao ser substituído por Júlio César, Dodô voltou a ouvir aplausos da torcida, depois de uma longa temporada de vaias em jogos na Vila.


Atlético-MG 1 x 0 Santos

Data: 19/08/2000, sábado, 15h45.
Competição: Copa João Havelange (Campeonato Brasileiro) – Módulo Azul – 1ª fase – 6ª rodada
Local: Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, MG.
Público: 7.173 pagantes
Renda: R$ 60.013,00
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (RS)
Cartões amarelos: Cleison e Cláudio Caçapa (A).
Gol: Caíco (06-2).

ATLÉTICO-MG
Kléber; Mancini, Célio Silva, Cláudio Caçapa e Ronildo (Negueti); Cleison, Gallo, Caíco e André Silva (Valdir Benedito); Valdir (André) e Marques.
Técnico: Carlos Alberto Parreira

SANTOS
Pitarelli; Michel (Júlio Cesar), Preto, Claudiomiro e Rubens Cardoso (Ailton); Anderson Luis (Caio), Rincón, Renato e Robert; Edmundo e Dodô.
Técnico: Giba



Boa fase do Santos termina no Mineirão

Com um gol contra de Claudiomiro, time perde para o Atlético por 1 a 0 e chance de ficar no 2º lugar da Copa JH

Depois de duas vitórias seguidas na competição, o Santos voltou a conhecer ontem uma derrota na Copa João Havelange. Mesmo terminando a partida com cinco atacantes, o time foi derrotado pelo Atlético-MG por 1 a 0, em Belo Horizonte. Com o resultado, o time paulista perdeu a oportunidade de alcançar a vice-liderança do torneio.

Desde que Edmundo estreou no Santos, em um empate contra o São Paulo, foi a primeira vez que a equipe perdeu.

Ontem, o jogo começou em alta velocidade. Com menos de 20 segundos, Dodô, artilheiro do Santos na Copa JH, conseguiu a primeira finalização da partida.

Com boa movimentação de Valdir, dispensado pelo Santos depois do Paulista, o Atlético-MG logo tomou conta do jogo.

Aos 7min, em uma jogada individual de Caíco, o time mineiro quase abriu o placar -o goleiro Pitarelli defendeu.

Com Edmundo bem marcado, o Santos era pressionado pelo Atlético-MG, que nas quatro partidas iniciais da competição não havia vencido nenhuma vez.

Na segunda metade do primeiro tempo, o panorama da partida mudou. Sem a mesma velocidade do início, o jogo ficou concentrado no meio-campo e era parado com faltas em vários momentos.

Nesse ritmo, quem se saiu melhor foi o Santos, que ainda era prejudicado pelo bandeirinha, que marcou pelo menos três impedimentos em que os atacantes do time paulista tinham condição de jogo.

O segundo tempo teve um início parecido com o do primeiro. Com menos de 30 segundos, Valdir, na pequena área, não aproveitou um cruzamento da direita, na primeira oportunidade da etapa.

Pressionando, o Atlético-MG abriu o placar com um gol contra, aos 6min, em um lance grotesco do zagueiro santista Claudiomiro, que cortou um cruzamento da direita e colocou a bola no ângulo do goleiro Pitarelli.

Perdendo, o Santos deixou o jogo defensivo e passou a atuar mais adiantado. Em quatro minutos, o goleiro Kléber, do Atlético-MG, fez três grandes defesas e impediu o empate.

Com a entrada do atacante Caio no lugar do volante Anderson, o time do litoral paulista aumentou ainda mais a pressão, mas esbarrou até o final da partida nas defesas do goleiro rival.

No final, o técnico Giba ainda tirou os dois laterais e colocou os atacantes Júlio César e Aílton, mas o time mineiro conseguiu segurar o resultado.

Contusões tiram convocados

Santos e Atlético-MG têm o mesmo número de convocados pelo técnico da seleção, Vanderlei Luxemburgo, para os próximos compromissos: dois.

Dos quatro jogadores, porém, apenas Marques jogou ontem. Os outros três convocados estão se recuperando de contusões.

André Luís e o goleiro Fábio Costa, do Santos, vão participar das Olimpíadas, enquanto Marques e Velloso, do Atlético-MG, foram chamados para o jogo da seleção principal com a Bolívia.

Marques disse ontem que ficou feliz por não ter sido incluído no grupo de oito atletas que jogaram na derrota para o Chile e foram barrados por Luxemburgo.

“Contra o Chile, não tive sorte. Perder gols faz parte do futebol, infelizmente”, disse.

A surpresa no jogo de ontem foi a escalação do atacante Valdir, que retornou aos campos exatamente contra o Santos, que o dispensou há um mês. A decisão de colocar o jogador foi anunciada pelo técnico Carlos Alberto Parreira no vestiário do Mineirão, momentos antes da partida.

Visivelmente acima do peso, Valdir acabou sendo substituído aos 25min do segundo tempo.