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Derrota por 2 a 1 para o Sport foi a última partida do treinador à frente do Peixe, que termina o Brasileirão na décima colocação, com 50 pontos; confira a coletiva de Cuca

Cuca se despediu do comando do Santos com uma derrota para o Sport por 2 a 1, na Ilha do Retiro, pela última rodada do Campeonato Brasileiro de 2018. Após a partida, o treinador se demonstrou aliviado com a campanha do Peixe, avaliou sua passagem como ‘positiva’ e desejou sorte ao futuro comandante do clube.

– Chegar na última rodada como hoje, é positivo. Se tivéssemos hoje como Fluminense, Chapecoense e Sport, é difícil. Dois anos, um para lutar e outro para voltar em uma partida. Em geral, foi trabalho bom e desejo toda sorte a quem vier no meu lugar – disse o treinador.

Em Recife, o Santos teve mais um desempenho ruim nesta reta final de Brasileirão e viu uma clara superioridade dos anfitriões durante os 90 minutos. Para Cuca, o resultado mais justo teria sido um empate.

– Controlamos bem o jogo, com posse de bola e seis conclusões a um no primeiro tempo. Perdemos a chance do gol, e o jogo é assim, uma bola, torcida pressionando, e aconteceu aos 40 pela nossa lateral, quando demoramos para fazer a cobertura e um belo gol do Rogério. Gol que decretou o início da vitória. De repente, o empate era mais justo – relatou Cuca, acrescentando:

– Não foi o resultado esperado, mas agora é para o Santos se preparar e fazer um 2019 melhor. Para o Sport, fica o desejo de boa sorte e que volte ainda mais fortalecido em 2020.

Cuca assumiu o Peixe no fim de julho, com o clube beirando a zona de rebaixamento. Desde então, sua equipe engatou uma ótima sequência na competição e brigou por uma vaga na Libertadores até as últimas rodadas, momento em que o Santos caiu de rendimento e acabou terminando o Brasileirão na décima colocação, com 50 pontos. Ao todo, foram 27 jogos, com dez vitórias, nove empates e oito derrotas.

Diretoria surpreende e acerta contratação de Cuca, que estava sem clube desde que deixou o Palmeiras, em outubro do ano passado

Cuca é o novo técnico do Santos. O anúncio foi feito pela diretoria nesta segunda-feira, exatamente uma semana após a demissão de Jair Ventura. Cuca estava sem clube desde outubro do ano passado, quando foi demitido do Palmeiras. Será a segunda passagem de Cuca pelo Santos como treinador. Ele jogou no clube em 1993 (era meio-campista).

– Feliz com o acerto com o Santos após um ano sem trabalhar para poder resolver questões pessoais. Estou renovado e motivado por assumir este grande desafio. Muito feliz e muito confiante. Amanhã estarei aí – disse Cuca, por mensagem.

Coube ao executivo de futebol, Ricardo Gomes, fazer o anúncio da contratação de Cuca. O contrato vai até o fim do ano que vem.

– Estamos aqui (para anunciar) um acordo com o Cuca. Isso foi uma boa escolha para o clube, para o Cuca. A expectativa é tê-lo já no treino de amanhã (terça) e no jogo da quarta-feira (contra o Cruzeiro). O contrato é válido até dezembro de 2019 – disse Ricardo Gomes, em entrevista coletiva.

– Começamos a negociação hoje pela manhã. Depois de duas ou três horas de negociação, chegamos a um consenso (…) É um treinador competente, com experiência, com títulos. É ofensivo. Reúne todas essas qualidades para o nosso trabalho – completou o dirigente.

O anúncio da contratação de Cuca foi feito pelo Santos no Twitter às 14h02, 21 minutos após o GloboEsporte.com publicar esta matéria bancando o acerto. No post, o Peixe reproduz uma frase dita por Cuca, que usou a camisa 10 do time em sua passagem como jogador:

– Quando você entrava no vestiário da Vila Belmiro, tinha um armário lacrado, do Pelé. Vestir a camisa 10 é um baque. Toda sua infância passa dentro de você. Eu falo que muitas coisas têm seu preço e algumas o seu valor. Essa tem um valor inestimável.

O time está num momento decisivo da temporada: pega o Cruzeiro pelas quartas de final da Copa do Brasil na quarta-feira, luta para se afastar da zona do rebaixamento no Campeonato Brasileiro e tem, em agosto, os dois duelos contra o Independiente, da Argentina, pelas oitavas de final da Libertadores.

A contratação de Cuca surpreendeu a todos. Desde a semana passada, o executivo de futebol tinha um acordo verbal com Zé Ricardo, mas a pressão interna contra o ex-técnico de Flamengo e Vasco pesou contra sua contratação. O vice Orlando Rollo e o presidente do Conselho Deliberativo, Marcelo Teixeira, preferiam Vanderlei Luxemburgo. Dorival Júnior era outro bem cotado. O colombiano Juan Carlos Osorio foi cogitado, mas descartado por ser muito caro e por estar estudando outras propostas no mercado internacional.

Passagem ruim pelo Santos em 2008

Ex-jogador do Santos no início dos anos 90, Cuca treinou o time em 2008, em substituição a Emerson Leão. E não foi bem. Depois de ganhar destaque como comandante do Botafogo, ele só treinou o Peixe em 14 partidas, com três vitórias, quatro empates e sete derrotas. Com Cuca, o time esteve o tempo todo na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro – acabou se safando da degola na penúltima rodada.

A despedida do treinador ocorreu após derrota de 3 a 2 para o Atlético-MG na Vila Belmiro. Logo depois do jogo, Cuca fez um pronunciamento e anunciou seu desligamento:

– Conversei com a diretoria e entendemos que é o momento de sair do Santos. Não é da maneira como a gente queria. Queria tocar o campeonato até o final, começar a trabalhar um grupo zerado, como gostamos de fazer. Infelizmente não foi possível. Falta pouco mais de um turno, tempo hábil para se fazer uma remodelagem. Deixo as portas abertas para um outro profissional pode tocar esse trabalho.

Cuca foi substituído por Márcio Fernandes, que conseguiu evitar o rebaixamento – o Santos terminou aquele campeonato em 15º.



Ricardo Gomes explica contratação de Cuca no Santos: “Competente, com experiência e títulos”

O Santos surpreendeu ao anunciar a contratação de Cuca como novo técnico nesta segunda-feira. Em entrevista no CT Rei Pelé, o executivo de futebol do Peixe, Ricardo Gomes, comentou a escolha pelo comandante de 55 anos. O vínculo do treinador será válido até dezembro de 2019.

– É um treinador competente, com experiência, com títulos. Tem o anseio da torcida do Santos, de ser ofensivo. Ele reúne todas essas qualidades para nosso trabalho. (…) Ele teve vários convites e não aceitou – disse Ricardo Gomes.

A contratação de Cuca surpreendeu a todos. Desde a semana passada, o executivo de futebol tinha um acordo verbal com Zé Ricardo, mas a pressão interna contra o ex-técnico de Flamengo e Vasco pesou contra sua contratação. O vice Orlando Rollo e o presidente do Conselho Deliberativo, Marcelo Teixeira, preferiam Vanderlei Luxemburgo. Dorival Júnior era outro bem cotado. O colombiano Juan Carlos Osorio foi cogitado, mas descartado por ser muito caro e por estar estudando outras propostas no mercado internacional.

Ricardo Gomes explicou a demora do Santos para acertar a chegada de Cuca e admitiu que o clube tinha outros dois nomes.

– O nome chegou há poucos dias. Saí daqui, na segunda, e falei que tinha dois nomes. Trabalhei nesses dois nomes. Depois, apareceu essa terceira possibilidade. Começamos a trabalhar. Não foi difícil. Hoje pela manhã, começamos a negociar. Em duas ou três horas de negociação, chegamos a um consenso. – comentou Ricardo Gomes.

O executivo do Santos afirmou confiar na capacidade de Cuca dar respostas rápidas nas competições.

– A busca por resultados é imediata. Essa parte da tabela não é o nosso lugar. Estamos longe da realidade. Não é a primeira vez que o Cuca passa por isso. Ele já provou competência. Conhece bem a situação, o time. Isso é importante. Vamos sair dessa.

O dirigente afirmou que vê em Cuca um estilo que casa com o elenco do Santos.

– O Cuca tem uma maneira de trabalhar que vai ajudar bastante. Acho que combina bastante com o modelo do Cuca de trabalhar: jogadores rápidos, o meio vai ficar ainda melhor para ele desenvolver o que pensa. Todo mundo vai sair mais forte.

Ricardo Gomes disse também que conta com o cumprimento de todo o período de contrato com Cuca – ou seja, até o final do ano que vem.

– Vou fazer de tudo para que o Cuca cumpra o contrato. Isso vai ser bom para mim, para o Santos e para o Cuca. Todos ganham nessa situação. Seria melhor (ele ter começado antes). Teria mais jogos e mais tempo para trabalhar. Temos uma pressa de resultados, de entrosamento, dos conceitos que ele vai implantar. Quero conversar com vocês em dezembro com tudo certo.


Treinador não resiste à pressão após outro resultado negativo e deixa o comando santista após 14 jogos

Após a derrota por 3 a 2 na Vila Belmiro na noite desta quarta-feira para o Atlético-MG, o técnico Cuca não resistiu à pressão e resolveu pedir demissão do comando do Santos.

Em entrevista coletiva concedida após a partida, ele anunciou sua decisão.

“Conversando com a diretoria entendemos que é o momento de sair do Santos, infelizmente não da maneira que a gente queria. Não vai ser possível continuar, mas não faltou vontade. Sigo o meu caminho desejando sorte ao Santos do fundo do coração e agradecendo a todos. Tive aqui um curto convívio, mas sempre profissional”, declarou.

De acordo com o ex-técnico santista, o time da Vila poderia ter até conseguido uma vitória fácil nesta quarta, mas desperdiçou novamente muitas chances de gol. “O campeonato tem outro turno, deixo o Santos em um momento em que ainda há tempo hábil para reação”, assinalou.

O treinador sequer chegou a conceder uma entrevista coletiva e apenas fez um pronunciamento para se despedir do clube.

Campanha

Em sua curta passagem na equipe paulista, Cuca teve um desempenho muito ruim. Em 14 confrontos, foram apenas 3 vitórias, 4 empates e 7 derrotas.

No dia 16 de julho, após perder para o Figueirense por 3 a 0 em Santa Catarina, na 12ª rodada do Brasileirão, o treinador já havia pedido demissão, mas na ocasião foi convencido pela diretoria a continuar.

Por enquanto, assume o Santos de forma interina o técnico Márcio Fernandes. Neste Campeonato Brasileiro, ele já comandou a equipe na quarta rodada, logo após a saída de Emerson Leão, no empate por 0 a 0 contra o São Paulo na Vila Belmiro.



Márcio Fernandes assume comando. Outros técnicos não foram tentados

Ex-técnico do time de juniores, Márcio será o treinador do Peixe contra o Náutico. Dirigente nega sondagem a Gallo e Chulapa

O diretor de futebol do Santos, Luiz Antônio Ruas Capella, afirma que Márcio Fernandes, que era comandante do time de juniores no início do ano e vinha atuando como auxiliar técnico de Cuca, assumirá o comando do time a partir desta quinta-feira e deverá dirigir a equipe contra o Náutico, domingo, em Recife. O dirigente só não soube dizer se Fernandes será efetivado ou não na vaga de Cuca, que pediu demissão após a derrota por 3 a 2, de virada, para o Atlético-MG (veja no vídeo), nesta quarta-feira, na Vila Belmiro.

– O Márcio é um técnico da nossa confiança e manterá a programação. Não posso dizer se é interinamente ou não, pois não estávamos esperando esse resultado e a demissão do Cuca – afirma Capella.

O diretor santista nega que o clube já tenha entrado em contato com Alexandre Gallo, que treinou o Santos em 2005 e foi demitido recentemente do Atlético-MG, e com Serginho Chulapa, ex-jogador e técnico santista. Surgiu a informação que os jogadores santistas teriam pedido a contratação de Chulapa aos dirigentes.

– Não houve esse pedido dos jogadores. E a contratação do técnico é uma decisão da diretoria e não de jogadores – afirma o dirigente.

Após a saída de Emerson Leão, Fernandes assumiu o comando da equipe no clássico contra o São Paulo, na Vila Belmiro. O jogo terminou 0 a 0.


Figueirense 3 x 0 Santos

Data: 16/07/2008, quarta-feira.
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, SP.
Árbitro: Jaílson Freitas (BA)
Auxiliares: Adailton José de Jesus e Alessandro Rocha de Matos (BA).
Cartões amarelos: Michael, Molina, Domingos, Adriano, Wesley, Souto (S); Diogo, Cleiton Xavier (F).
Cartão vermelho: Magal (F).
Gols: Edu Salles (27-1), Edu Salles (44-1) e Tadeu (12-2).

FIGUEIRENSE
Wilson, Ânderson Luís, Bruno Perone, Asprilla e William Mateus (Leandro Carvalho); Diogo, Magal, Marquinho e Cleiton Xavier (Rodrigo Fabri); Edu Salles (Ricardinho) e Tadeu
Técnico: PC Gusmão

SANTOS
Felipe, Apodi (Lima), Domingos, Fabiano Eller e Kleber; Adriano, Rodrigo Souto, Molina (Wesley) e Michael (Tiago Luís); Maikon e Kléber Pereira.
Técnico: Cuca



Santos leva 3 a 0 do Figueira, e se afunda; Cuca se demite

A promessa feita por Cuca de que o Santos engataria reação no Brasileiro foi adiada. Sem qualquer organização tática, sobretudo no 2º tempo, o time da Vila foi facilmente superado pelo Figueirense, 3 a 0, em Florianópolis, e só não ficou na lanterna do torneio porque o Ipatinga também perdeu na rodada.

Com esse resultado, o Santos completa dez jogos sem vitória e está perto de alcançar sua pior marca negativa em Brasileiros, quando ficou 11 partidas sem vencer no ano de 1996.

Ainda sem vencer em oito jogos à frente do Santos, Cuca não resistiu após mais um revés e pediu demissão -foram quatro derrotas e quatro empates. O presidente Marcelo Teixeira, porém, bancou a permanência do treinador pelo menos até o retorno à Baixada. O clube já contactou os técnicos Geninho e Zetti.

Com oito pontos ganhos, o Santos continua na penúltima colocação. Já o Figueirense segue em franca ascensão no Brasileiro, somando 19 pontos, ampliando invencibilidade de cinco partidas.

“Não adianta baixar cabeça, botar culpa em jogador. Só nos resta vencer. Não adiana pensar em outro resultado a não ser vencer o Sport”, declarou o zagueiro santista Fabiano Eller à rádio CBN.

Figueirense e Santos abusaram das faltas, truncando o jogo nos 45 min iniciais. Pressionado na zona de rebaixamento, o time da Vila Belmiro repetiu os mesmos erros de jogos anteriores. Mesmo com maior tempo com a posse da bola, a equipe pecou na finalização por ansiedade.

O Figueira adotou postura oposta. Com menor domínio de bola, o clube catarinense foi mais decisivo, levando perigo à meta santista em contra-ataques e em faltas. E em duas jogadas iniciadas após falhas santistas, Edu Salles marcou aos 27 e aos 44 min da etapa inicial.

Na segunda etapa, o desenho tático foi o mesmo. Organizado taticamente, a equipe da casa ampliou, com Tadeu. Após o terceiro gol do time catarinense, o Santos deixou de lado qualquer esquema. Kleber virou praticamente um atleta de ataque. O avante Tiago Luís passou a atuar pelo lado esquerdo.

Desesperado, Cuca tirou os dois laterais, colocando os atacantes Lima e Tiago Luís. Em seguida, outro avante entrou: Wesley. Mesmo congestionado no ataque, o Santos não conseguiu minimizar os estragos deixados pelo Figueira.

Em situação crítica no Brasileiro, o Santos tenta encerrar jejum diante do Sport, domingo, na Vila Belmiro. Já o Figueirense encara o Fluminense, sábado, no Rio.

Diretoria sonda outros técnicos, mas, à noite, contrata o ex-botafoguense

Ao negar que elenco é frágil, treinador diz que time é normal, “um pouco abaixo” de Inter, Cruzeiro, São Paulo, Fluminense e Flamengo

Após uma longa novela durante o dia, o Santos chegou a um acordo com o técnico Cuca, 44, que será o substituto de Emerson Leão. Houve uma demora no acordo por conta da indefinição da diretoria santistas, que sondou e cogitou outros nomes para o cargo.

O treinador já irá se apresentar ao clube na quinta-feira. E dirigirá a equipe diante do Vitória, no próximo domingo.

Seu contrato será até o final de 2009 e seu salário vai girar em torno de R$ 180 mil. O acordo foi fechado por telefone, ontem, com dirigentes santistas que estavam reunidos.

Ao falar sobre o elenco santista, o técnico mostrou ter opinião diferente do antecessor Emerson Leão, que saiu dizendo que, sem reforços, o time ficaria limitado. Mas também não acha que o grupo está entre os mais fortes do Brasil.

“Acho um time normal. Igual a outros do Brasileiro. Há alguns elencos mais fortes, como os de Inter, Cruzeiro, São Paulo, Flamengo e Fluminense. O Santos está um pouco abaixo, pouco. O futebol brasileiro está muito nivelado”, disse.

Cuca disse que só pode analisar qual a melhor estratégia de trabalho para o time quando conhecer o elenco. Do time, citou jogadores com quem trabalhou, como Fabão e Tabata. O primeiro foi levado pelo técnico ao São Paulo. Tabata foi dirigido por Cuca no Goiás.

Antes de acertar com o Santos, Cuca passou por momentos de ansiedade. À tarde, já dava a negociação como quase fechada -faltava somente definir o tempo de contrato.

Só que a diretoria santista ainda cogitava outros nomes. Paulo Autuori foi descartado porque, no final de semana, o Al Rayyan, do Qatar, não o liberou da sua renovação de contrato por dois anos -ele já tinha recebido antecipado.

O presidente Marcelo Teixeira tinha o sonho de contar com Muricy Ramalho, do São Paulo. Mas este não mostrou vontade de deixar o time rival. “O presidente já deixou claro sua intenção de manter o técnico, que nunca disse que gostaria de sair”, disse o vice de futebol do São Paulo, Carlos Augusto de Barros Filho. A multa rescisória de Muricy é um salário -cerca de R$ 250 mil.

Por isso, a diretoria santista não ligou para Cuca durante o dia. O técnico até deu entrevista desanimado sobre o Santos para uma rádio no final da noite. Mas, naquele momento, recebeu telefonema de Santos. Duas horas depois, já tinha fechado acordo com o time da Vila Belmiro. O que faltava acertar era o tempo de contrato. “Será um ano e meio, como eu gosto”, ressaltou Cuca.

O técnico ficou por dois anos no Botafogo, com uma interrupção de três jogos. Saiu após a eliminação da Copa do Brasil, quando caiu nos pênaltis diante do Corinthians. Foi mais um jogo decisivo perdido pelo time, que, entretanto, apresentou bom futebol. Antes, já dirigira o São Paulo, o Flamengo e o Goiás, entre outros times.

Após a saída do Botafogo, a diretoria do Santos vinha conversando com Cuca, inclusive sobre o elenco. E tentará reforços, apesar da falta de dinheiro.