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Kashiwa Reysol 1 x 3 Santos

Data: 14/12/2011, quarta-feira, 08h30 de Brasília.
Competição: Copa do Mundo de Clubes da FIFA
Local: Toyota Stadium, em Toyota, Japão.
Público: 29.173 pagantes
Árbitro: Nicola Rizzoli (ITA)
Auxiliares: Renato Faverani e Andrea Stefani (ambos da ITA)
Cartões amarelos: Leandro Domingues e Kurisawa (KR); Henrique (S).
Gols: Neymar (18-1) e Borges (23-1); Sakai (08-2) e Danilo (17-2).

KASHIWA REYSOL
Sugeno; Kondo, Masushima, Hashimoto (Hyodo) e Sakai; Otani, Leandro Domingues, Jorge Wagner e Kurisawa; Tanaka (Sawa) e Kudo (Kitajima).
Técnico: Nelsinho Baptista

SANTOS
Rafael; Danilo (Bruno Aguiar), Edu Dracena, Bruno Rodrigo e Durval; Henrique, Arouca, Elano (Alan Kardec) e Ganso; Neymar e Borges (Ibson).
Técnico: Muricy Ramalho



Com golaço de Neymar, Santos vence Kashiwa e espera Barcelona

Equipe santista construiu placar no primeiro tempo e derrotou os japoneses por 3 a 1 na estreia no Mundial

O Santos não fez uma grande partida, mas teve uma atuação convincente no primeiro tempo para construir o resultado e vencer o Kashiwa Reysol por 3 a 1 nesta quarta-feira, no estádio de Toyota, pela semifinal do Mundial de Clubes da Fifa, no Japão. O caminho da vitória foi aberto por Neymar, que marcou um golaço após deixar o marcador no chão e finalizar de pé esquerdo no ângulo.

Borges também no primeiro tempo e Danilo em cobrança de falta marcaram os outros gols. O gol da equipe japonesa foi marcado pelo lateral-direito Sakai, jogador que recebeu uma proposta oficial do Santos, mas não foi liberado pela diretoria do Kashiwa.

O Santos não apresentou um bom futebol no segundo tempo e chegou a sofrer pressão dos japoneses. O Kashiwa acertou a trave de Rafael e até perdeu gol sem goleiro.

Horas antes do jogo, os atletas santistas ficaram apavorados com um rápido terremoto de 4,9 graus de magnitude e a 39 km de Nagoya. O tremor durou cerca de um minuto e foi registrado também em Toyota.

Após vencer o duelo contra o Kashiwa Reysol, o Santos espera o vencedor de Barcelona e Al-Sadd, do Qatar, que jogam às 8h30 da manhã desta quinta-feira (horário de Brasília), em Yokohama. A decisão do Mundial de Clubes acontece no próximo domingo também no palco da final da Copa do Mundo de 2002, conquistada pela seleção brasileira.

O jogo

O Santos chegou primeiro ao ataque na partida. Neymar aproveitou uma bobeira da zaga do Kashiwa e finalizou sem marcação na entrada da pequena área, mas a bola bateu na frente e voltou nas mãos do goleiro Sugeno.

Com menos perigo, o Kashiwa respondeu com um chute de fora da área do brasileiro Jorge Wagner, que Rafael defendeu com tranquilidade.

A equipe japonesa tocava bem a bola e marcava forte a linha de atacantes do Santos. Neymar inclusive recebia muitas faltas no início do jogo. No entanto, o astro santista abriu o placar em jogada individual. Após passe de Ganso, o camisa 11 deixou o marcador no chão com um belo drible e finalizou de perna esquerda acertando o ângulo do goleiro japonês.

Os santistas dominaram a partida após o gol. Aos 24 minutos, Borges dominou a bola na entrada da área e chutou forte no ângulo do goleiro para ampliar o marcador.

Após o segundo gol, o Santos diminuiu o ritmo e o Kashiwa tentava assustar em cobranças de faltas e escanteios. Em uma delas, Jorge Wagner cobrou na barreira e Leandro Domingues pegou o rebote emendando de primeira para boa defesa de Rafael.

O Santos voltou para o segundo tempo e desperdiçou duas oportunidades. A primeira com Ganso, que iniciou a jogada e correu até a área para receber livre e finalizar em cima do goleiro. Depois Danilo chutou cruzado na frente do goleiro, que fez uma grande defesa.

Entretanto, o Kashiwa diminuiu o marcador aos nove minutos. Jorge Wagner cobrou escanteio com perfeição na cabeça de Sakai, que finalizou no alto sem chances para Rafael. Mas a alegria dos japoneses durou pouco, já que Danilo cobrou falta por fora da barreira e marcou o terceiro do Santos.

O time de Nelsinho Batista teve outra boa oportunidade para encostar no marcador. Leandro Domingues deixou Kitajima livre dentro da área, mas o japonês finalizou para o alto. O Kashiwa ainda chutou uma bola na trave em um chute cruzado de Sawa.

Se não bastasse, a equipe japonesa perdeu uma chance incrível. Leandro Domingues cruzou rasteiro e Sawa sem goleiro chutou por cima. O Santos respondeu com Ibson, que chutou de fora e acertou a trave. Foi o último lance de perigo da partida, que terminou com a vitória santista por 3 a 1.

Santos 2 x 1 Atlético-MG
Data: 16/07/2011
Competição: Campeonato Brasileiro – 8ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 4.717 pagantes
Renda: R$ 84.700,00
Árbitro: Arílson Bispo da Anunciação (BA).
Auxiliares: Adaílton José de Jesus Silva (BA) e José Oliveira dos Santos (BA).
Cartões amarelos: Danilo, Bruno Rodrigo, Borges (S), Toró, Caio, Rever, Neto Berola (A).
Gols: Danilo (23-1), Jônatas Obina (26-1) e Borges (41-1).

SANTOS
Rafael, Bruno Aguiar, Bruno Rodrigo e Durval; Pará, Arouca, Danilo, Felipe Anderson (Roger Gaúcho) e Wesley Santos (Vinícius Simon); Diogo (Tiago Alves) e Borges.
Técnico: Muricy Ramalho

ATLÉTICO-MG
Giovanni; Patric, Réver, Leonardo Silva e Guilherme Santos (Wesley); Toró, Serginho, Caio (Giovanni Augusto) e Daniel Carvalho (Neto Berola); Magno Alves e Jônatas Obina.
Técnico: Dorival Júnior

Santos 2 x 1 Peñarol

Data: 22/06/2011, quarta-feira, 21h50.
Competição: Copa Libertadores – Final – Jogo de volta
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 40.157 pessoas (37.984 pagantes e 2.173 não pagantes)
Renda: R$ 4.266.670,00
Árbitro: Sergio Pezzotta (ARG).
Auxiliares: Ricardo Casas e Hernán Maidana (ambos da ARG).
Cartões amarelos: Neymar e Zé Eduardo (S); González e Corujo (P).
Gols: Neymar (01-2), Danilo (23-2) e Durval (34-2, contra).

SANTOS
Rafael; Danilo, Edu Dracena, Durval e Léo (Alex Sandro); Adriano, Arouca, Elano e Paulo Henrique Ganso (Pará); Neymar e Zé Eduardo.
Técnico: Muricy Ramalho

PEÑAROL
Sosa; González (Albín), Valdéz, Guillermo Rodríguez e Darío Rodríguez; Corujo, Aguiar, Freitas e Mier (Urretaviscaya); Martinuccio e Olivera.
Técnico: Diego Aguirre



Santos novamente conquista a América: tricampeão

O torcedor santista por muitos anos foi rotulado de “viúva de Pelé” por torcidas rivais. A geração liderada por Neymar e Paulo Henrique Ganso provou mais uma vez nesta quarta-feira contra o Peñarol que a chacota não faz sentido e que o clube a quase uma década vai muito além de Pelé. Voltou a ser vencedor e conquistar muitos títulos. Com o Pacaembu lotado, o time alvinegro venceu por 2 a 1 em jogo dramático e conquistou o tricampeonato da Libertadores.

Logo depois do apito final, os jogadores dos dois times começaram uma pancadaria generalizada dentro de campo. Até mesmo o atacante Neymar entrou no quebra-quebra, recebendo e desferindo golpes contra os atletas do Peñarol.

Os gols aconteceram na segunda etapa. Neymar marcou em uma jogada que contou com lindo passe de letra de Ganso. Danilo completou a festa santista no Pacaembu. Durval, contra, fez o gol do Peñarol.

O feito consagra a atual geração dos Meninos da Vila, que já havia conquistado dois Paulistas e uma Copa do Brasil. O Santos voltou a faturar a Libertadores após 48 anos. As duas outras estrelas sobre o escudo santista foram obtidas na era Pelé. O ex-camisa 10, aliás, conferiu a decisão do camarote do Pacaembu.

O título credenciou o Santos ao Mundial de Clubes, que acontece em dezembro no Japão. O Barcelona, campeão europeu, também assegurou presença na competição.

De volta após mais de um mês ausente em virtude de uma grave lesão muscular, Ganso ditou o ritmo do time no primeiro tempo, mas tinha dificuldade para criar as jogadas.

Quando Ganso encontrava um santista se infiltrando, os uruguaios paravam com falta. E sobraram oportunidades para Elano nas bolas paradas na primeira etapa. Na principal delas, Sosa fez ótima defesa, espalmando para escanteio.

O Peñarol deixou claro sua intenção de jogo: três zagueiros, com marcação individual em Neymar e busca de contragolpes certeiros. Rafael foi pouco incomodado nos 45 min iniciais.

Léo perdeu a melhor chance do primeiro tempo. Dentro da área, o lateral chutou para fora.

O segundo tempo começou como o Santos queria. Logo com 1 min, Ganso encaixou lindo passe de letra para Arouca. O volante viu Neymar se aproximando. O camisa 11 chutou rasteiro, rente a trave. Gol do Santos!

Bem marcado na etapa inicial, Neymar chamou o jogo no segundo tempo. O camisa 11 fez gol, se soltou em campo, arriscando dribles e retornava para roubar a bola dos adversários.

Obrigado a sair depois do gol santista, o Peñarol sentia a falta de criatividade. Adriano colecionou desarmes. Já o Santos passou a investir em contra-ataques. Mas Zé Eduardo insistia em estragar contragolpes alvinegros no segundo tempo.

Em jogada individual, Danilo fez o segundo do Santos. O lateral driblou o marcador, invadiu a área e chutou de esquerda. Do camarote, Pelé e o presidente do clube, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro comemoravam juntos.

O Peñarol descontou aos 34 min. Durval desviou erradamente cruzamento de Estoyanoff e fez contra.

A partida ficou dramática. O Santos recuou. O time uruguaio abusou do chuveirinho. Neymar quase fez o terceiro. Elano fez o possível para segurar o jogo e aguardar o apito do juiz.


Data: 20/4/2011 – às 19h30
Comnpetição: Copa Libertadores – Grupo 5 – 6ª rodada (última)
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 36.091 pagantes
Renda: R$ 1.327.265,00
Árbitro: Nestor Pitana (ARG).
Auxiliares: Gustavo Esquível (ARG) e Diego Bonfa (ARG).
Cartões amarelos: Yequez, Zafra, Fernández, Rouga (DT)
Gols: Neymar (04-1), Jonathan (13-1); Chacón (24-2) e Danilo (27-2).

SANTOS
Rafael, Jonathan, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Danilo, Elano (Adriano) e Paulo Henrique Ganso (Pará); Neymar e Zé Eduardo (Maikon Leite)
Técnico: Muricy Ramalho

DEPORTIVO TÁCHIRA
Sanhouse, Rouga, Zafra, Moreno e Chacón; Yequez, Fernández, Guerrero (Del Valle) e Hernández (Gutiérrez); Herrera e Pérez Greco (Parra)
Técnico: Jorge Luis Pinto



Santos bate Táchira, termina em segundo no grupo 5 e faz torcida já falar no tri

Com uma atuação convincente e no Pacaembu lotado, o Santos fez sua parte ao derrotar nesta quarta-feira o Deportivo Táchira por 3 a 1 e terminar em segundo no grupo 5 da Libertadores. Empolgada, a torcida gritou “vamos ser tri, Santos”, em alusão ao possível tricampeonato que o time da Vila pode conquistar, cenário bem diferente daquele há três rodadas, em que a eliminação estava próxima.

O Santos terminou com 11 pontos na segundo colocação da chave, pois o Cerro Porteño buscou a vitória contra o Colo-Colo na casa do adversário e eliminou os chilenos, que ficaram com 9 pontos. Os paraguaios conquistaram a segunda vaga (com 11, melhores no saldo), enquanto o Táchira finalizou em último com 2.

Os santistas terminaram como melhor segundo colocado e agora irão encarar o América-MEX (pior primeiro lugar) nas oitavas de final. A primeira partida já será realizada na próxima quarta na Vila Belmiro.

O clima foi todo montado para a festa santista. Os torcedores lotaram o Pacaembu (37.701 pessoas) e gritaram desde o anúncio do nome dos jogadores no telão do estádio. O meia Paulo Henrique Ganso, por sinal, foi um dos mais ovacionados, um sinal de que os fãs perdoaram a intenção do jogador de ir embora para a Europa e o flerte recente com o arquirrival Corinthians.

“Não é mole não, o Paulo Henrique é o maestro do Peixão”, gritaram os torcedores que, além de Ganso, exaltaram todos os titulares, mas poucos com o mesmo entusiasmo do que falaram do meia santista.

Talvez inflado pela torcida, o Santos começou em ritmo alucinante a partida. Com minutos minutos, duas chances e um gol. A primeira foi com Danilo, que obrigou o goleiro Sunhouse a defender. Na segunda, Neymar caiu na área e o árbitro mandou o jogo seguir. Na última, o camisa 11 santista abriu o placar com categoria.

Mesmo com o placar favorável, o Santos não tirou o pé e continuou pressionando o Táchira. O time alvinegro perdeu uma boa chance e viu o goleiro Rafael trabalhar bem até o lateral Jonathan receber sozinho, fazer o segundo e ensaiar uma goleada no Pacaembu.

E foi ‘só’ com o 2 a 0 no placar que o Santos passou a cadenciar o jogo e a tocar a bola de lado, mas toda vez que chegava no gol era com muito perigo. O Táchira agradeceu e começou a ter mais posse de bola, apesar de não incomodar.

Na saída para o intervalo, Neymar admitiu que imitou uma máscara na comemoração do gol, em alusão ao episódio que causou sua expulsão contra o Colo-Colo. “Não foi um óculos, foi uma máscara. Já que não pode usar uma de verdade a gente faz com os dedos”.

No segundo tempo o panorama continuou o mesmo: o cadenciado Santos dominando o jogo e fazendo o que quer com o Táchira, como se soubesse a hora certa de marcar o terceiro gol. No início, Jonathan perdeu grande chance e obrigou Sunhouse a trabalhar.

Apesar de não incomodar muito, o Táchira teve em bola parada mais uma bela chance de gol, mas Rafael trabalhou novamente e salvou o Santos. O time da casa cadenciou ainda mais o ritmo e irritou a torcida, que pediu a entrada do atacante Maikon Leite. Logo após, Chacón marcou de falta e deixou tenso o ambiente no Pacaembu.

Foi nessa hora que um dos principais jogadores do Santos resolveu aparecer. Neymar fez bela jogada individual que terminou no gol de Danilo para acalmar os ânimos da torcida. Logo depois, o técnico Muricy Ramalho colocou Maikon Leite na vaga de Zé Eduardo

Muricy ainda trocou o meia Elano pelo volante Adriano e o meia Ganso pelo volante Pará. Mesmo com as três alterações, o Táchira não conseguiu mudar o panorama da partida. Por isso, o jogo acabou mesmo 3 a 1, para a alegria dos torcedores santistas.

Cerro Porteño 1 x 2 Santos

Data: 14/04/2011, quinta-feira, 20h30.
Competição: Copa Libertadores – 5ª rodada
Local: Estádio General Pablo Rojas (La Olla Azulgrana), em Assunção, Paraguai.
Público e renda: Não divulgados
Árbitro: Martín Vázquez (URU)
Auxiliares: Carlos Pastorino e William Casavieja (ambos do URU).
Cartões amarelos: Burgos e Cardozo (CP); Adriano e Arouca (S).
Gols: Danilo (11-1); Maikon Leite (03-2) e Benitez (48-2).

CERRO PORTEÑO
Barreto, Piris, Cardozo, Benítez e Formica (Iturbe); Burgos, Villarreal, Rojas (Nuñez) e Torres (Lucero); Fabbro e Nanni.
Técnico: Leonardo Astrada.

SANTOS
Rafael, Jonathan, Edu Dracena, Durval e Léo; Adriano, Arouca (Pará), Danilo e Paulo Henrique Ganso; Diogo (Maikon Leite) e Keirrison (Alex Sandro).
Técnico: Muricy Ramalho.



Santos domina jogo no Paraguai, vence Cerro por 2 a 1 e muda panorama na Libertadores

O Santos entrou em campo na noite desta quinta-feira, no Paraguai, em situação crítica na Libertadores, e saiu dele bem próximo da vaga às oitavas-de-final. Isso porque a equipe controlou o jogo diante do Cerro Porteño, venceu por 2 a 1, e precisa de um novo triunfo diante do já eliminado Deportivo Táchira –VEN na última rodada do grupo cinco para selar a classificação.

O duelo diante do Táchira ocorre na próxima quarta-feira, no Pacaembu. O Santos também pode se classificar com um empate no jogo, desde que haja um vencedor no confronto entre Colo-Colo e Cerro Porteño, em Santiago, no Chile.

Diante do Cerro, Danilo e Maikon Leite garantiram o triunfo do Santos com um gol em cada tempo. A equipe não demonstrou sentir o peso das ausências de Elano, Neymar e Zé Eduardo, e passeou em campo sob o comando de Paulo Henrique Ganso. Pedro Benitez diminuiu para o Cerro no minuto final.

Essa foi a primeira partida de Muricy Ramalho comandando o Santos na Libertadores. O alvinegro fecha a quinta rodada do grupo na terceira colocação, com oito pontos. O Cerro tem a mesma pontuação, porém, com um saldo de gols maior (4 contra 1). O líder é o Colo-Colo, com nove. O Táchira tem apenas dois.

Muricy optou por levar a campo os três jogadores recém liberados pelo departamento médico. Jonathan, Arouca e Diogo iniciaram o jogo como titulares mesmo sem entrosamento com o restante da equipe.

A falta de treinamentos coletivos sob o comando de Muricy foi compensada com uma aplicação tática incrível. Keirrison auxiliava a marcação seguindo os alas, Arouca era utilizado como meia pela direita quando o time estava com a bola, e Ganso ditava o ritimo com a tradicional calma.

O Santos não teve trabalho no primeiro tempo, criou as melhores chances, e marcou o primeiro gol em uma bela jogada individual de Danilo, aos 11 minutos. O versátil jogador limpou dos adversários e marcou um golaço em chute de longe.

O alvinegro seguiu ditando o ritmo de jogo, e ainda contou com a entrada do velocista Maikon Leite aos 30 minutos do primeiro tempo – Diogo pediu para sair por conta de dores na região lombar -.

O novo atacante desperdiçou uma chance incrível aos 38 minutos ao driblar o goleiro Diego Barreto e finalizar nas pernas do zagueiro Piris. O gol perdido fez o Santos levar o drama de apenas um gol de vantagem para o segundo tempo.

Insatisfeito, o treinador do Cerro Porteño, Leonardo Astrada, realizou duas modificações após o intervalo. No entanto, o Santos não deixou nem testar o efeito das alterações, e aumentou a vantagem logo aos dois minutos com Maikon Leite.

O Santos ganhou uma grande tranquilidade para seguir no comando da partida, e controlou a posse de bola esperando o tempo passar. A equipe foi pouco pressionada pelo adversário, e só sofreu o gol de Pedro Benitez no minuto final do jogo.

No dia 14 de abril, o Santos completou 99 anos de fundação, e deu de presente para o torcedor uma importante vitória no Paraguai. O alvinegro evitou a eliminação, e de quebra se aproximou da próxima fase.