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Santos Futebol Clube x Deportivo Táchira Fútbol Club

Santos FC x Deportivo Táchira FC



Retrospecto:

02 jogos
01 vitória
01 empate
00 derrota
03 gols pró
01 gol contra
02 saldo

Resultados:

15/02/2011 – Santos 0 x 0 Deportivo Táchira – Libertadores – Pueblo Nuevo, San Cristóbal
20/04/2011 – Santos 3 x 1 Deportivo Táchira – Libertadores – Pacaembu, São Paulo

Data: 20/4/2011 – às 19h30
Comnpetição: Copa Libertadores – Grupo 5 – 6ª rodada (última)
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 36.091 pagantes
Renda: R$ 1.327.265,00
Árbitro: Nestor Pitana (ARG).
Auxiliares: Gustavo Esquível (ARG) e Diego Bonfa (ARG).
Cartões amarelos: Yequez, Zafra, Fernández, Rouga (DT)
Gols: Neymar (04-1), Jonathan (13-1); Chacón (24-2) e Danilo (27-2).

SANTOS
Rafael, Jonathan, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Danilo, Elano (Adriano) e Paulo Henrique Ganso (Pará); Neymar e Zé Eduardo (Maikon Leite)
Técnico: Muricy Ramalho

DEPORTIVO TÁCHIRA
Sanhouse, Rouga, Zafra, Moreno e Chacón; Yequez, Fernández, Guerrero (Del Valle) e Hernández (Gutiérrez); Herrera e Pérez Greco (Parra)
Técnico: Jorge Luis Pinto



Santos bate Táchira, termina em segundo no grupo 5 e faz torcida já falar no tri

Com uma atuação convincente e no Pacaembu lotado, o Santos fez sua parte ao derrotar nesta quarta-feira o Deportivo Táchira por 3 a 1 e terminar em segundo no grupo 5 da Libertadores. Empolgada, a torcida gritou “vamos ser tri, Santos”, em alusão ao possível tricampeonato que o time da Vila pode conquistar, cenário bem diferente daquele há três rodadas, em que a eliminação estava próxima.

O Santos terminou com 11 pontos na segundo colocação da chave, pois o Cerro Porteño buscou a vitória contra o Colo-Colo na casa do adversário e eliminou os chilenos, que ficaram com 9 pontos. Os paraguaios conquistaram a segunda vaga (com 11, melhores no saldo), enquanto o Táchira finalizou em último com 2.

Os santistas terminaram como melhor segundo colocado e agora irão encarar o América-MEX (pior primeiro lugar) nas oitavas de final. A primeira partida já será realizada na próxima quarta na Vila Belmiro.

O clima foi todo montado para a festa santista. Os torcedores lotaram o Pacaembu (37.701 pessoas) e gritaram desde o anúncio do nome dos jogadores no telão do estádio. O meia Paulo Henrique Ganso, por sinal, foi um dos mais ovacionados, um sinal de que os fãs perdoaram a intenção do jogador de ir embora para a Europa e o flerte recente com o arquirrival Corinthians.

“Não é mole não, o Paulo Henrique é o maestro do Peixão”, gritaram os torcedores que, além de Ganso, exaltaram todos os titulares, mas poucos com o mesmo entusiasmo do que falaram do meia santista.

Talvez inflado pela torcida, o Santos começou em ritmo alucinante a partida. Com minutos minutos, duas chances e um gol. A primeira foi com Danilo, que obrigou o goleiro Sunhouse a defender. Na segunda, Neymar caiu na área e o árbitro mandou o jogo seguir. Na última, o camisa 11 santista abriu o placar com categoria.

Mesmo com o placar favorável, o Santos não tirou o pé e continuou pressionando o Táchira. O time alvinegro perdeu uma boa chance e viu o goleiro Rafael trabalhar bem até o lateral Jonathan receber sozinho, fazer o segundo e ensaiar uma goleada no Pacaembu.

E foi ‘só’ com o 2 a 0 no placar que o Santos passou a cadenciar o jogo e a tocar a bola de lado, mas toda vez que chegava no gol era com muito perigo. O Táchira agradeceu e começou a ter mais posse de bola, apesar de não incomodar.

Na saída para o intervalo, Neymar admitiu que imitou uma máscara na comemoração do gol, em alusão ao episódio que causou sua expulsão contra o Colo-Colo. “Não foi um óculos, foi uma máscara. Já que não pode usar uma de verdade a gente faz com os dedos”.

No segundo tempo o panorama continuou o mesmo: o cadenciado Santos dominando o jogo e fazendo o que quer com o Táchira, como se soubesse a hora certa de marcar o terceiro gol. No início, Jonathan perdeu grande chance e obrigou Sunhouse a trabalhar.

Apesar de não incomodar muito, o Táchira teve em bola parada mais uma bela chance de gol, mas Rafael trabalhou novamente e salvou o Santos. O time da casa cadenciou ainda mais o ritmo e irritou a torcida, que pediu a entrada do atacante Maikon Leite. Logo após, Chacón marcou de falta e deixou tenso o ambiente no Pacaembu.

Foi nessa hora que um dos principais jogadores do Santos resolveu aparecer. Neymar fez bela jogada individual que terminou no gol de Danilo para acalmar os ânimos da torcida. Logo depois, o técnico Muricy Ramalho colocou Maikon Leite na vaga de Zé Eduardo

Muricy ainda trocou o meia Elano pelo volante Adriano e o meia Ganso pelo volante Pará. Mesmo com as três alterações, o Táchira não conseguiu mudar o panorama da partida. Por isso, o jogo acabou mesmo 3 a 1, para a alegria dos torcedores santistas.

Data: 15/02/2011 – às 22h45
Competição: Copa Libertadores – Grupo 5 – 1ª rodada
Local: Estádio Pueblo Nuevo, em San Cristóbal, Venezuela.
Árbitro: Carlos Vera, auxiliado por: Juan Cedeño e Byron Romero (trio do EQU)
Cartões amarelos: Fernández (DT); Danilo e Rodrigo Possebon (S).

DEPORTIVO TÁCHIRA
Sanhouse; Chacón, Moreno, Ronga e Yegüez; Guerrero, Fernández, Casanova (Parra) e Hernández (Del Valle); Pérez e Herrera.
Técnico: Jorge Luis Pinto

SANTOS
Rafael; Pará (Adriano), Edu Dracena, Durval e Léo (Alex Sandro); Arouca, Danilo, Rodrigo Possebon e Elano; Neymar e Diogo (Zé Eduardo).
Técnico: Adilson Batista



Santos joga mal e empata sem gols em estréia na Libertadores

O Santos encontrou severas dificuldades, finalizou pouco, e Neymar não decidiu. Com isso, a equipe empatou sem gols contra o Deportivo Táchira, na noite desta terça-feira, em San Cristobal, na Venezuela, na partida de estreia da Libertadores.

Neymar, sob o status de melhor jogador na conquista do Sul-Americano sub-20 pela seleção brasileira, fez a primeira partida pelo Santos na temporada, demonstrou cansaço, e grande dificuldade para superar a marcação do rival. O atacante pouco driblou, errou passes fáceis, e finalizou apenas uma vez.

Apesar das dificuldades encontradas, o Santos ainda esteve mais perto do gol do que o adversário. No primeiro tempo, Danilo acertou a trave esquerda do goleiro Sanhouse em uma finalização feita na pequena área.

A ansiedade santista em atuar na Libertadores prejudico o time, visivelmente afobado. A ânsia dos torcedores agora tende a aumentar. Isso porque, o Santos só volta a jogar na competição no dia 2 de março, em duelo contra o Cerro Porteño, na Vila Belmiro. No domingo, o desafio é o clássico contra o Corinthians, às 16h, no Pacaembu, pela nona rodada do Campeonato Paulista.

Contando com mais opções para escalar o time, Adilson Batista surpreendeu na escalação ao optar com um esquema com três volantes, e promover a estreia na temporada de Danilo, outro jovem que estava servindo à seleção sub-20.

Para iniciar o jogo, o escolhido para fazer parceria com Neymar também foi surpreendente. Diogo foi utilizado e com isso, Maikon Leite, artilheiro santista no ano, com seis gols, e Zé Eduardo, com quatro gols na temporada, começaram o jogo no banco de reservas. Assim como Keirrison.

O começo do jogo foi de muito estudo para as duas equipes, e poucas ameaças. Táchira e Santos se respeitavam, e avançavam com poucos jogadores ao ataque.

Com o passar do tempo, o alvinegro foi tomando conta da partida, e os volantes passaram a comparecer mais ao ataque. Pará e Danilo se revezavam entre a lateral-direita e meio-campo, enquanto Arouca parecia atuar como meia em determinadas ocasiões. Já Possebon, discreto, pouco ultrapassou a linha divisória do meio-campo.

O Santos foi mais ameaçador, e só não saiu com a vantagem no primeiro tempo, pois o chute de Danilo na pequena área, aos 31 minutos, foi na trave esquerda de Sanhouse.

O duelo foi para o intervalo sem gols, e nenhum dos treinadores optou por realizar modificações para iniciar a etapa. A primeira substituição foi feita pelo Deportivo Táchira aos dez minutos. A equipe venezuelana conseguiu equilibrar o jogo no início do segundo tempo.

Adilson Batista só optou por realizar a primeira mudança aos 20 minutos. Diogo, apagado no segundo tempo, deixou o campo para a entrada de Zé Eduardo.

Empolgado, os torcedores venezuelanos gritavam “olé” a cada troca de passes do Táchira. O resultado de empate era visivelmente satisfatório para a equipe mandante.

O Deportivo Táchira foi se animando, esboçou uma pressão nos minutos finais, mas sofreu com o mesmo problema do Santos, a falta de finalização. Com isso, o resultado do jogo não poderia ser outro: 0 a 0.