Navegando Posts marcados como Diego Ribas

Atlético-MG 3 x 3 Santos

Data: 30/05/2004, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 1º turno – 8ª rodada
Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte, MG.
Público: 11.170
Renda: R$ 105.079,00
Árbitro: Wagner Tardelli Azevedo (FIFA-RJ).
Auxiliares: Aristeu Leonardo Tavares (FIFA-RJ) e Hilton Moutinho Rodriguez (FIFA-RJ).
Cartões amarelos: Renato e Juninho (A). Elano e Ricardinho (S).
Gols: Diego (18-1), Alessandro (27-1) e Alex Mineiro (37-1); Elano (16-2), Deivid (23-2) e Dejair (28-2).

ATLÉTICO-MG
Eduardo; Alessandro, Gaúcho, André Luiz e Rubens Cardoso; Marcio Araújo, Zé Luis, Renato (Juninho) e Tucho (Dejair); Alex Mineiro e Rafael Lopes (Wágner).
Técnico: Bonamigo

SANTOS
Mauro; Elano (Claiton), André Luís, Narciso (Domingos) e Léo; Paulo Almeida (Paulo César), Renato, Diego e Ricardinho; Deivid e Robinho.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo



Empate coloca o Santos mais perto da zona de rebaixamento

Além da eliminação da equipe na semifinal da Taça Libertadores, o Santos ampliou sua crise nesta temporada ao empatar com o Atlético-MG por 3 a 3, neste domingo, no Mineirão, e se aproximar da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.

Os santistas caíram do 19º para o 20º lugar na tabela, com sete pontos. Além disso, as vitórias de Vasco e Guarani sobre o Botafogo (4 a 0) e Paraná (1 a 0) prejudicaram o time da Baixada Santista na classificação.

A equipe de Vanderlei Luxemburgo só não ficou na zona de rebaixamento porque tem uma vitória a mais que o Coritiba, que também tem sete pontos.

O resultado da partida poderia ter sido diferente se o atacante Robinho não tivesse desperdiçado um pênalti no final do primeiro tempo. Além disso, na etapa final, o volante atleticano Zé Luís e o santista Paulo César tiveram gols anulados sob a alegação de impedimento. E Ricardinho, que estreou no Santos, cabeceou uma bola na trave nos minutos finais.

Foi o sexto jogo seguido sem vitória do Santos fora de casa neste primeiro semestre. A última vitória da equipe santista como visitante foi no dia 25 de março, quando bateu o paraguaio Guarani (2 a 1), em Assunção, pelo torneio sul-americano.

Desde então, o time só acumulou tropeços jogando fora da Vila Belmiro. Perdeu na seqüência para o Paraná, Figueirense, LDU, Atlético-PR, e, mais recentemente, foi vítima do colombiano Once Caldas, pelas quartas-de-final da Libertadores.

Durante a semana, Luxemburgo declarou que a eliminação da Libertadores não iria atrapalhar o desempenho do time. No entanto, o treinador surpreendeu ao sacar o goleiro Júlio Sérgio (que levou o gol de falta que tirou o Santos do torneio sul-americano) para a entrada de Mauro.

Além disso, fez mais alterações. O meia Elano jogou improvisado como lateral-direito no lugar de Paulo César e Ricardinho estreou no meio-campo. Outra novidade foi a entrada de Narciso no lugar de Pereira, expulso na derrota por 4 a 0 para o Palmeiras, na última rodada.

As mudanças não surtiram efeito, e o Atlético-MG terminou o primeiro tempo na frente do placar: 2 a 1. O Santos saiu na frente, aos 18min, com Diego, que tocou no canto esquerdo do goleiro Eduardo, que jogou amparado por efeito suspensivo da pena de 120 dias imposta pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva por ter brigado na final do Mineiro.

O empate mineiro aconteceu, aos 27min, com o lateral-direito Alessandro. Aos 37min foi a vez de Alex Mineiro virar o jogo. Robinho ainda perdeu um pênalti, aos 40min, cometido pelo zagueiro André Luiz em Léo. O goleiro defendeu seu chute no canto direito. A bola tocou na trave e no rebote Robinho chutou por cima do gol.

No segundo tempo Luxemburgo promoveu as entradas do zagueiro Domingos e do lateral-direito Paulo César, respectivamente nos lugares de Narciso e Paulo Almeida. Com isso, Elano que estava na lateral foi para o meio-campo.

As alterações deram resultado. Aos 16min, Elano marcou de cabeça o gol de empate, depois do cruzamento de Léo, pela esquerda. Aos 23min, Deivid, colocou o Santos na frente, depois de passar pelos zagueiros. Mas aos 28min, Dejair empatou novamente para o Atlético-MG.

Santos 2 x 0 LDU – 5 x 3 nos pênaltis

Data: 11/05/2004
Competição: Copa Libertadores – Oitavas de final – Jogo de volta
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 18.221 pagantes
Renda: R$ 232.033,00
Árbitro: Carlos Amarilla (PAR)
Cartões amarelos: Paulo César e Elano (S); Reasco e Aguinaga (L).
Gols: Diego (02-1) e Diego (05-2).

SANTOS
Júlio Sérgio; Paulo César, Pereira, André Luis e Léo; Paulo Almeida, Renato, Elano (Preto Casagrande) e Diego (Basílio); Robinho e Deivid (Leandro).
Técnico: V. Luxemburgo

LDU
J. Espinoza; Jácome, Espínola, G. Espinoza e Reasco; Urrutía, Obregón, Aguinaga e Ambrossi; Salas e Villagra (Gómez).
Técnico: D. Carreño



Nos pênaltis, Santos avança às quartas-de-final da Libertadores

Na estréia oficial do técnico Vanderlei Luxemburgo, o Santos venceu nesta terça-feira a LDU (Liga Deportiva Universitaria) por 2 a 0 no tempo normal e por 5 a 3 nos pênaltis e conquistou a classificação para as quartas-de-final da Taça Libertadores da América. Na primeira partida do confronto, a última de Leão no comando da equipe, no Equador, o time paulista havia sido derrotado por 4 a 2.

Para conseguir a vitória, Luxemburgo, que já havia comandado a equipe das tribunas no último sábado, recorreu ao meio-campo que foi consagrado com o antigo treinador no Brasileiro-2002, alçando Paulo Almeida de volta à equipe titular e formando o ‘quadrado’ no setor com Renato, Elano e Diego.

Diego foi o grande responsável por levar o time aos pênaltis, com dois gols –um aos 2min do primeiro tempo e outro aos 5min do segundo.

Nas penalidades, os santistas converteram as cinco cobranças, com Robinho, Leandro Machado, Preto Casagrande, Paulo César e Léo. Obregón errou o segundo pênalti do time equatoriano, que marcou com Aguinaga, Salas e Reasco (Urrutia não precisou bater).

Na próxima fase da competição, a equipe do litoral paulista enfrentará o vencedor do confronto entre Barcelona, do Equador, e Once Caldas, da Colômbia. Na primeira partida, os times empataram por 0 a 0.

A vitória confirmou o ótimo retrospecto santista na Vila Belmiro. Desde que voltou à competição continental, em 2003, a equipe paulista atuou dez vezes em seu estádio pela Libertadores –venceu sete e empatou três.

Após um começo ruim no Campeonato Brasileiro e a derrota frente aos equatorianos no confronto de ida, o Santos ganhou novo alento com a chegada do novo treinador.

Antes do novo técnico, a equipe havia vencido apenas um jogo nos últimos cinco confrontos que tinha disputado, tanto pela Libertadores, quanto pelo Campeonato Brasileiro.

Com a necessidade de uma vitória por três gols de diferença, o Santos começou a partida da melhor maneira possível. Logo aos 2min, Diego aproveitou falha da defesa equatoriana matou a bola no peito e chutou rasteiro, com força, para marcar o primeiro gol da equipe da Baixada.

Aos 15min, um fato curioso. O meia Elano atingiu, de maneira involuntária, o auxiliar Benito Lugo, do Paraguai, que deixou a partida contundido. Apesar das reclamações do treinador Daniel Carreño, da LDU, o brasileiro Walter José dos Reis substituiu o paraguaio.

Mesmo após a paralisação, que durou cerca de quatro minutos, a equipe de Vanderlei Luxemburgo continuou em ritmo forte. Aos 20min, Robinho foi lançado por Deivid, em velocidade, e acertou a trave esquerda do goleiro Alberto Espinoza.

No segundo tempo o Santos voltou da mesma maneira. A equipe lançou-se ao ataque e não demorou para atingir o resultado que levava o confronto para decisão nos pênaltis.

Aos 5min, Robinho ajeitou no peito e entregou a bola para Diego, que dominou e concluiu de pé direito para marcar o segundo gol de sua equipe na partida.

Precisando de mais um gol para obter a classificação, Luxemburgo trocou Diego e Deivid por Basílio e Leandro Machado, mas a equipe equatoriana, que perdeu seu técnico, expulso, soube cadenciar o jogo e levar a decisão para as penalidades.

Santos 1 x 3 Cruzeiro

Data: 02/05/2004
Competição: Campeonato Brasileiro – 1º turno – 4ª Rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 10.783
Renda: R$ 136.104,00
Árbitro: Leonardo
Gols: Cris (20-1), Dudu (12-2), Diego (17-2) e Dudu (47-2).

SANTOS
Júlio Sérgio, Marco Aurélio (Lopes), André Luís, Alex (Pereira) e Léo; Paulo Almeida, Renato, Daniel (Preto Casagrande), Diego; Robinho e Elano.
Técnico: Émerson Leão

CRUZEIRO
Gomes, Maicon, Edu Dracena, Cris e Leandro; Maldonado, Wendel (Martinez), Augusto Recife (Maurinho), Alex; Dudu e Jussiê (Marcinho).
Técnico: PC Gusmão



Santos perde para o Cruzeiro e sofre a terceira derrota no Brasileiro

O Santos segue com campanha pífia no Campeonato Brasileiro-2004. Neste domingo, jogando na Vila Belmiro, a equipe da Baixada perdeu para o Cruzeiro por 3 a 1 e sofreu o terceiro revés na competição.

Em quatro partidas no Nacional, o time de Emerson Leão, que começou o campeonato como um dos favoritos ao título, ganhou apenas um (Botafogo) e perdeu as outras três (Paraná, Figueirense e Cruzeiro).

A derrota aumentou ainda mais a crise do time do técnico Leão iniciada com o afastamento do goleiro Doni e do atacante Róbson, no mês passado. Ao final do jogo, muitos torcedores pediam a saída de Leão.

Para o capitão Renato, “a torcida tem o direito de protestar”. “Nós temos que pedir paciência e trabalhar. Quando o resultado não vem, a torcida cobra”, disse o meia santista.

Atual campeão brasileiro, o time mineiro abriu o placar com o zagueiro Cris, aos 20min do primeiro tempo. Na etapa final, os visitantes ampliaram o placar com o atacante Dudu, aos 12min.

O Santos esboçou uma reação cinco minutos depois com o meia Diego, que fez seu terceiro gol no Brasileiro. No entanto, aos 47min, Dudu marcou o terceiro do Cruzeiro e definiu o placar na Vila Belmiro.

Santos 2 x 0 Botafogo

Data: 25/04/2004
Competição: Campeonato Brasileiro – 1º turno – 2ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Árbitro: Wilson de Souza Mendonça (FIFA PE)
Auxiliares: Jossemar José Diniz Moutinho (PE) e Alcides Augusto de Lira Jr. (PE)
Cartões amarelos: Jorginho Paulista, Têti e Fernando (B); Paulo César e Preto Casagrande (S)
Cartão vermelho: Túlio (B)
Gols: Diego (10-2) e Diego (27-2).

SANTOS
Júlio Sérgio; Paulo César (Preto Casagrande), Alex, Alcides (Pereira) e Léo; Claiton, Renato, Elano e Diego; Robinho e Leandro Machado (Lopes)
Técnico: Emerson Leão

BOTAFOGO
Jefferson; Rodrigo Fernandes (Daniel), Sandro, Gustavo e Jorginho Paulista; Túlio, Fernando, Carlos Alberto e Têti (Valdo); Almir e Luizão (Márcio Gomes)
Técnico: Levir Culpi



O jogo:

Sob pressão após a derrota na estréia no Campeonato Brasileiro e a polêmica recente gerada entre o técnico Emerson Leão e a diretoria, o Santos venceu o Botafogo por 2 a 0, neste domingo, na Vila Belmiro.

Após a eliminação nas semifinais do Campeonato Paulista, o Santos iniciou sua campanha no Nacional com uma derrota para o Paraná, que quase foi rebaixado no Campeonato Paranaense, por 3 a 2, em Curitiba.

Em seu pior momento na Vila Belmiro, desde que assumiu a equipe, em 2002, o técnico Leão colocou alguns atletas sob pressão, princpalmente aqueles que teriam acertado transferência para o exterior após a Libertadores.

O próprio treinador também experimentou a obrigação de obter um bom resultado para amenizar a crise com a diretoria, criada após o episódio que envolveu o afastamento do goleiro Doni e o atacante Robson, ambos retirados do grupo a contragosto do treinador.

Com dois gols, o destaque da partida foi o meia Diego, que também está na polêmica com Leão. O meia chegou a discutir com o técnico após ser substituído na semifinal do Paulista contra o São Caetano –a insistência em substituir o jogador também irrita dirigentes do clube.

Pelo lado do Botafogo, a derrota gerou a demissão do técnico Levir Culpi, que pediu desligamento do clube e foi atendido pelo presidente Bebeto de Freitas.

Na partida deste domingo, o Santos só apresentou um bom futebol no segundo tempo, quando teve um jogador a mais em campo (Túlio foi expulso após entrada em Diego).

A equipe da Baixada abriu o placar aos 10min. Em jogada de Robinho, que chutou forte, o goleiro Jéferson rebateu nos pés de Diego que abriu o placar para o Santos.

O time de Leão definiu a vitória aos 28min do segundo tempo, quando, em jogada individual, Diego bateu cruzado, dentro da grande área, e não deu chances ao goleiro.

Data: 14/04/2004
Competição: Copa Libertadores
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 12.319 pagantes
Renda: R$ 51.413,00
Árbitro: Jorge Larrionda (URU)
Cartões amarelos: Léo, Paulo Almeida (S) e Thiago (JW)
Cartão vermelho: Morejón (JW)
Gols: Diego (20-1), Elano (41-1); Preto (10-2), Diego (28-2) e Robinho (43-2).

SANTOS
Júlio Sérgio;
Paulo César, André Luis, Alcides e Léo; Claiton (Paulo Almeida), Renato, Preto Casagrande (Lopes) e Diego; Robinho e Elano (Luis Augusto).
Técnico: Émerson Leão

JORGE WILSTERMANN
Galarza; Mendez, Tierradentro, Zenteno e Morejón; Arrévalo, Olivares, Marín e Tihago (Castilho); Nuñez (Vargas) e Cardenás (Suarez).
Técnico: J.C. Blanco



Goleada coloca o Santos como melhor time da Libertadores

Em jogo para cumprir tabela, o Santos goleou o Jorge Wilstermann (Bolívia) por 5 a 0, na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro, em sua última partida na primeira fase da taça Libertadores.

A equipe brasileira, que entrou em campo já com o primeiro lugar do Grupo 7 garantido, acabou com 16 pontos, melhor desempenho entre todos os times da competição até o momento.

Na segunda fase, o time da Baixada Santista vai enfrentar a LDU (Equador), melhor segundo colocado entre todas as chaves (terminou atrás do São Paulo no Grupo 4).

Existia a possibilidade de o adversário ser o Cruzeiro, mas o time mineiro venceu o Caracas nesta quarta e contou com um empate do Santos Laguna-MEX com o Universidad Concepción-CHI para ficar com a primeira colocação do Grupo 3.

O jogo desta quarta serviu também para o meia santista Diego “desencantar” e marcar seus primeiros gols no ano. Ele fez dois (um de pênalti). Elano, Preto Casagrande e Robinho completaram a goleada.

Leão balança

Leão perde prestígio e a aura de intocável na Vila Belmiro após a vexatória eliminação no Paulista. O presidente Marcelo Teixeira já cogita a troca de treinador e o culpa pela queda de rendimento na segunda partida das semifinais contra o São Caetano. A diretoria havia feito a avaliação de que só o Palmeiras poderia tirar o título dantista e acabou surpresa com a derrota para o time do ABC por 4 a 0.

O presidente do Santos também criticou Leão pela contratação de Doni. Na primeira fase do Estadual e início da Libertadores, o cartola sugeriu em vão, por meio de assessores, que o técnico desse a camisa 1 a Júlio Sérgio.

Anteontem o dirigente apenas informou o técnico que o goleiro estava fora dos planos, “atropelando” Leão. O técnico apostava no ex-corintiano como goleiro da seleção na Copa de 2006.