Navegando Posts marcados como Dodô

Mogi Mirim 1 x 5 Santos

Data: 28/04/2001, sábado.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 15ª rodada (última)
Local: Estádio Wilson de Barros, em Mogi Mirim, SP.
Público e renda: Não divulgados
Árbitros: Luiz Edmar Remondine e Wilson Luiz Seneme.
Cartões amarelos: Everaldo, Jean e Fábio Paulista (MM).
Gols: Jó (08-1) e Elano (16-1); Dodô (12-2), Dodô (23-2), Marcelo Silva (33-2) e Dodô (41-2).

MOGI MIRIM
Mauro; Fábio Paulista, Marcelo Batatais e Zé Luiz; Alcir (Almir), Márcio, Marcelo Lopes (Ênio), Richardson e Everaldo; Jó e Sandro Gaucho (Dênis).
Técnico: Henrique Stort

SANTOS
Fábio Costa; Russo, Gálvan, Claudiomiro (André Luiz) e Michel; Rincón, Paulo Almeida, Renato e Elano (Marcelo Silva); Dodô e Deivid.
Técnico: Geninho



Santos goleia e pode ter vantagem na semifinal

Pela última rodada do Campeonato Paulista, o Santos goleou o Mogi Mirim por 5 a 1 e garantiu pelo menos o terceiro lugar na classificação geral do Campeonato Paulista. O resultado rebaixou o Mogi Mirim para a segunda divisão do Paulistão. Dodô foi o destaque da partida, marcando três gols. Elano e Marcelo Silva completaram a goleada santista. Jó fez o único gol do time do interior.

A outra semifinal será disputada entre Ponte Preta e Botafogo de Ribeirão Preto. A Ponte venceu o Rio Branco por 2 a 1 em Americana, enquanto o Botafogo fez 1 a 0 na Portuguesa em pleno Canindé.

A última rodada da primeira fase do Campeonato Paulista reservava muitas emoções para o torcedor. No jogo em Mogi Mirim, o Santos buscava uma melhor colocação e vantagens para as semifinais. Já a equipe da casa precisava vencer para fugir do rebaixamento. O jogo começou muito agitado, como era de se esperar.

Logo aos 8 minutos, o Mogi Mirim abriu o marcador. Jó foi lançado, invadiu a área e chutou na saída de Fábio Costa. Com 1 a 0 no placar, o time do interior teve chances para ampliar. Richardson cobrou falta na entrada da área e carimbou a trve do goleiro santista.

Apesar da pressão do Mogi, o Peixe conseguiu empatar a partida. Aos 16 minutos, Deivid cruzou da direita, Elano dominou na área, livrou-se da zaga e chutou forte, de pé esquerdo. Depois do empate do Peixe, o jogo tornou-se muito equilibrado.

A cada minuto, o empate deixava o Mogi mais nervoso. Aos poucos, o Santos aproveitava-se da maior responsabilidade do time da casa, dominado o jogo. No intervalo, o técnico interino do Mogi fez duas alterações na equipe e melhorou o time. O time do interior começou empolgado o segundo tempo. Aos 8 minutos, Jó invadiu a área e tocou para trás, Ênio, sozinho, chutou para fora. Como aconteceu no primeiro tempo, o Santos marcou quando o Mogi Mirim estava melhor. Aos 12 minutos, Russo chutou, o goleiro Mauro defendeu e soltou na pequena área. No rebote, Dodô completou para o gol.

Após marcar o segundo gol, o Peixe praticamente garantiu a vitória. O time de Mogi Mirim perdeu-se em campo e não trouxe mais problemas para o time de Geninho. Aos 23 minutos, Dodô foi lançado na área e ficou cara a cara com o goleiro do Mogi. O atacante tocou por cobertura e fez um golaço, marcando o terceiro gol santista.

Aos 33 minutos, o Peixe começou a goleada. Depois de um escanteio esquerda, Marcelo Silva subiu de cabeça e tocou para as redes do Mogi, sem chances para Mauro. A ratificação da vitória aconteceu aos 41 minutos, em outro gol de Dodô. O atacante cobrou um pênalti com muita categoria, colocando no canto direito de Mauro e comemorando o quinto gol. Pior para o Mogi Mirim, rebaixado para a segunda divisão do Paulistão.

Geninho elogia jovem Elano

Tudo bem que o adversário era o fraco Mogi Mirim, penúltimo colocado da primeira fase e rebaixado para a Série A-2, mas nem por isso o meia Elano deixou de ser elogiado pelo técnico Geninho. Na opinião do treinador santista, o titular Robert tem um reserva à altura no elenco. “Ele mostrou personalidade em um momento muito difícil da partida. Aliás, já esperava isso dele. Eu confiava no seu futebol”.

Elano, de 19 anos, afirmou na véspera do jogo que seu pai, santista roxo, não iria ao estádio porque “fica sempre muito nervoso”. Mas responsabilidade maior do que defender o time do coração do pai, era substituir o “selecionável” Robert, que foi poupado por sentir dores nas costelas. “Poder entrar no lugar de um jogador de Seleção é um fardo grande. Mas eu trabalho justamente para isso. Acho que cumpri meu papel”, disse o moleque. Pelo menos uma sombra o craque Robert já tem.

Geninho vai ‘prender’ jogadores fora de Santos

Com a definição do Corinthians como adversário da semifinal, o técnico do Santos, Geninho, já avisou a diretoria do Santos que vai levar os jogadores para o interior paulista.

A idéia do treinador é manter o time concentrado durante toda a semana fora do agito e pressão da cidade de Santos. Poços de Caldas, em Minas, é uma das opções. A definição vai sair até segunda-feira.

Geninho comentou ainda que só aceitará enfrentar o Corinthians no Pacaembu com uma condição. “Se tivermos a outra partida na Vila Belmiro, porque todos sabem que o Pacaembu é campo deles”, afirmou. “O mais certo é fazer as duas partidas no Morumbi”, completou.

Anapolina 1 x 2 Santos

Data: 14/03/2001, quarta-feira, 20h30.
Competição: Copa do Brasil – 1ª Fase – Jogo de ida
Local: Estádio Jonas Duarte, em Anápolis, GO.
Árbitro: Jamir Carlos Garcez
Cartões amarelos: Claudiomiro, Dodô e Léo (S).
Gols: Baiano (28-1); Dodô (16-2) e Renato (35-2)

ANAPOLINA-GO
Ernandes; Leonardo de Oliveira, Tropeço, Babau e Baiano; Julio César Imperador (De Paula), César, Anderson e Rogerinho; Leonardo Goiano e Moisés (Alessandro).
Técnico: Sidney Nascimento

SANTOS
Pitarelli; Pereira (Renato), Galván e Claudiomiro; Russo, Paulo Almeida, Robert (Júlio César) e Léo; Deivid, Dodô (Caio) e André Dias.
Técnico: Geninho



Santos vence, porém não evita o jogo de volta

O Santos venceu o Anapolina, por 2 a 1, ontem à noite, em Anápolis (GO), em sua estréia na Copa do Brasil. A vitória, entretanto, não foi suficiente para evitar a partida de volta.

Na Copa do Brasil, se o time visitante vencer o primeiro jogo por ao menos dois gols de diferença, ele obtém a vaga e elimina a necessidade da segunda partida.

Com o resultado de ontem, Santos e Anapolina voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira, na Vila Belmiro. Um empate ou até uma derrota por 1 a 0 garantem o Santos na próxima fase.

A equipe do treinador Geninho entrou em campo com o goleiro Pitarelli no lugar do titular Fábio Costa. Pitarelli não jogava havia quatro meses e sua volta foi motivada pelo clássico de domingo, contra o Corinthians, pelo Campeonato Paulista, quando o titular cumprirá suspensão.

Ontem foi só o segundo jogo entre Santos e Anapolina. Na primeira vez em que se enfrentaram, pelo Brasileiro de 1978, empataram em 1 a 1.

Nos primeiros minutos, o Santos foi irregular e teve poucas chances de gol.

Quando a equipe paulista melhorou e estava controlando o jogo, o Anapolina abriu o placar. Aos 28min, Pitarelli não conseguiu segurar um chute de fora da área e soltou a bola nos pés do lateral-direito Baiano, que fez 1 a 0.

A partir daí até o final do primeiro tempo, o Anapolina esteve mais perto de ampliar do que o Santos de empatar.

No começo da segunda etapa, o panorama da partida não se alterou. Contudo, aos 16min, mesmo jogando pior do que o adversário, o Santos acabou empatando.

O lateral-esquerdo Leo se livrou de dois adversários e tocou para o atacante Dodô, que driblou o goleiro Ernandes antes de marcar.

O empate impulsionou o Santos, que passou a perder chances de virar o placar. Aos 35min, porém, o meia Renatinho arriscou um chute de fora da área, e Ernandes falhou e deixou a bola entrar.

Aos 38min, Dodô foi substituído e saiu gesticulando com Geninho. O Santos manteve a pressão, mas não ampliou o marcador.

Fonte: Jornal Folha de SP – http://acervo.folha.com.br/fsp/2001/03/15/20//4295

Rio Branco 3 x 2 Santos

Data: 03/03/2001, sábado, 16h00.
Competição: Campeonato Paulista
Local: Estádio Decio Vitta, em Americana, SP.
Público e renda: não divulgados.
Árbitros: Alfredo Santos Loebeling e Tadeu Cruz.
Cartões amarelos: Tiago, Alexandre Chagas, Jeferson e G. Lima (RB); Fábio Costa, Caíco e Dutra (S).
Cartões vermelhos: Galván e Claudiomiro (S); Djair (RB).
Gols: Rafael (02-1, de pênalti), Rafael (31-1, de pênalti) e Marcus Vinícius (33-1); André Luís (04-2) e Dodô (25-2, de pênalti).

RIO BRANCO
Gustavo; Alexandre Chagas (Djair), Gilmar Lima, Maxsandro e Marcinho; Tiago, Rafael, Wilton e Anaílson; Jeferson (Sérgio Lobo) e Marcus Vinícius.
Técnico: Zé Teodoro

SANTOS
Fábio Costa; Russo (Deivid), Galván, André Luís e Dutra; Claudiomiro, Marcelo Silva (Caio), Ranato e Caíco (Paulo Almeida); Dodô e Rodrigão.
Técnico: Geninho



Rio Branco vence Santos e lidera

Num jogo cheio de gols e faltas – foram oito cartões amarelos e três vermelhos – o Rio Branco venceu o Santos por 3 a 2, neste sábado à tarde, e assumiu a liderança isolada do Campeonato Paulista. O time de Americana tem agora 15 pontos, um mais que o Santos, líder até esta rodada.

Sem dar tempo para o Santos respirar, o time de Zé Teodoro começou a pressionar logo na saída de bola. A um minuto, antes que o adversário conseguisse ultrapassar a linha intermediária de seu campo defensivo, o juiz Alfredo Santos Loebelin marcou pênalti, após arrancada pelo lado esquerdo de Marcus Vinícius, que acabou derrubado pelo goleiro Fábio Costa. Rafael cobrou e abriu o placar.

Apático em campo, o Santos não conseguia ameaçar. Enquanto isso, os donos-da-casa mantinham o ritmo forte. Aos 20, Marcinho teve um gol anulado, mas 10 minutos depois, Rafael ampliou em outra cobrança de pênalti. Perdidos em campo, os jogadores santistas não tiveram tempo para se recuperar e, aos 33, Marcus Vinícius fez o terceiro, desviando a bola que veio da esquerda após chute cruzado de Anaílson.

No segundo tempo, o técnico Geninho colocou em campo os atacantes Caio e Deivid, no lugar de Marcelo Silva e Russo, respectivamente. Com isso, o Santos passou a jogar com quatro atacantes. Logo aos 4 minutos, depois de um arremate de Deivid defendido por Gustavo, André Luis marcou. Aos 24, Dodô fez o segundo cobrando pênalti cometido em Caio. Mas as expulsões de Galván e Claudiomiro comprometeram a estratégia santista.

Fonte: Jornal Folha de SP – http://acervo.folha.com.br/fsp/2001/03/04/20//2423

União São João 1 x 1 Santos

Data: 24/02/2001, sábado, 16h00.
Competição: Campeonato Paulista
Local: Estádio Hermínio Ometto, em Araras, SP.
Público e renda: Não divulgados
Árbitros: Antônio Cláudio Perin e Eduardo César Talarico.
Cartões amarelos: Flávio, Bernardi e Júnior Amorim (U); Léo, Robert e Pereira (S).
Gols: Bernardi (29-2) e Dodô (36-2).

UNIÃO SÃO JOÃO
Pedro Paulo; Flávio, Bernardi, Andrei e Domires Júnior; Robertinho, Fabrício Souza, Fábio Lima (João Santos) e Máuro César; Edu Salles (Aílton Santos) e Júnior Amorim.
Técnico: Cláudio Garcia

SANTOS
Fábio Costa; Galván, André Luís e Pereira (Júlio César); Russo, Claudiomiro (Marcelo Silva), Renato, Robert e Léo Rodrigão (Deivid) e Dodô.
Técnico: Geninho



Santos ganha nos pênaltis e é líder

Equipe da Baixada empatou no tempo regulamentar com o União São João, mas venceu na disputa do ponto extra e lidera o Paulistão

O Santos derrotou o União São João nos pênaltis por 2 a 1 – depois de empate em 1 a 1 no tempo regulamentar – na tarde deste sábado, em Araras. Com esse resultado, chegou aos 14 pontos ganhos e se manteve na liderança do Campeonato Paulista da Série A-1. A equipe, que vinha traumatizada pela eliminação nas semifinais do Torneio Rio-SP, não jogou bem, mas fez o suficiente para segurar o adversário e depois decidir a sorte na cobrança de penalidades. Dodô e Deivid marcaram para o Santos, enquanto Robert errou sua cobrança. O zagueiro Andrei fez o seu para o União, mas Mauro César e Junior Amorim desperdiçaram.

O União São João fez um primeiro tempo melhor. O técnico do União, Cláudio Garcia, montou sua equipe de maneira que conseguiu anular os pontos mais fortes da equipe santista. Primeiro, colocou um homem para fazer uma marcação especial em cima do meia Robert. Como consequência dessa medida, os atacantes do Santos – Dodô e Rodrigão – ficaram isolados à frente. Além de segurar Robert, Cláudio Garcia ainda conseguiu obstruir as descidas dos laterais do Santos, especialmente o habilidoso Léo, pela esquerda.

Os primeiros 25 minutos foram de um jogo morno, com raras oportunidades de gol. Até então, os momentos de maior expectativa haviam sido duas cobranças de falta do zagueiro-artilheiro Andrei. Em ambas, Andrei, que já havia marcado sete vezes no campeonato, acertou a barreira. Na medida em que a partida foi avançando, no entanto, o União foi criando coragem e passou a atacar o Santos. Explorava com muita eficiência o lado esquerdo da defesa adversária, com Edu Salles e Fabio Lima. E foi assim que surgiram as principais oportunidades para marcar.

A mais clara delas surgiu aos 34 minutos, quando Edu Salles invadiu a área e tocou por cobertura na saída de Fábio Costa. O zagueiro Pereira tirou em cima da linha. Quatro minutos depois, Fábio Costa faz ótima defesa após um chute de fora da área. A pressão do União permaneceu até o final, mas o Santos soube se defender e garantiu o empate até o final do primeiro
tempo.

O início da segunda etapa repetiu o ocorrido no primeiro tempo. Os times jogavam de maneira lenta e pouco produziam. Mas a situação começou a mudar a partir dos 15 minutos, quando o técnico Geninho decidiu mudar o Santos. Tirou Rodrigão e colocou Deivid em campo. O Santos melhorou e criou duas ótimas oportunidades, aos 17 e aos 20 minutos, com Léo e Renato, respectivamente.

Aos 22, o União respondeu e por pouco não marcou com João Santos – que havia entrado no lugar de Fabio Lima. No minuto seguinte, Junior Amorim obrigou Fábio Costa uma ótima defesa. Mas aos 28 não teve jeito. Após uma cobrança de escanteio pela direita de ataque, o zagueiro Bernardi subiu mais que a defesa do Santos e fez 1 a 0 para o União.

O Santos não se abateu e conseguiu o empate aos 35 minutos. Robert se aproveita de um erro na saída de bola da defesa do União e lançou Dodô. O artilheiro deu um corte no zagueiro e chutou de perna esquerda para fazer 1 a 1. A partida, então, foi decidida nos pênaltis e o Santos se mostrou mais eficiência. Após quatro cobranças de cada time, o Santos venceu por 2 a 1.

Fonte: http://acervo.folha.com.br/fsp/2001/02/25/69//1555

Santos 4 x 0 Portuguesa

Data: 17/02/2001, sábado, 16h00.
Competição: Campeonato Paulista
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Renda e público: não divulgados
Árbitros: Edilson Pereira Carvalho e Luciano Calabietto Quilichini.
Cartões amarelos: Marcio Goiano e Vinícius (P).
Gols: Dodô (06-1) e Deivid (43-1); Dodô (21-2) e Galván (33-2).

SANTOS
Fábio Costa; Pereira, Galván e André Luís; Russo, Claudiomiro, Ranato (Caíco e depois Marcelo Silva) e Léo; Robert, Dodô e Deivid (Julio César).
Técnico: Geninho

PORTUGUESA
Fabiano; Márcio Goiano, Tinho, Vinícius e Paulo Fabrício; Sousa, Ricardo Lopes (Alex Afonso), Marquinhos e Irênio (Claudinho); Hernâni e Zé Roberto (Jefferson).
Técnico: Renê Simões



Santos goleia Portuguesa e lidera

O 4 a 0, com dois gols do atacante Dodô, deixou o time da Vila Belmiro com 12 pontos, um mais que o até então líder Rio Branco.

O Santos goleou a Portuguesa por 4 a 0, neste sábado à tarde, na Vila Belmiro, e assumiu a liderança isolada do Campeonato Paulista.

O time santista tem agora 12 pontos, passando o Rio Branco, que foi derrotado nos pênaltis para o Palmeiras e ficou com um ponto a menos. A Portuguesa é a terceira, com nove pontos.

Desde o começo o time de Vila Belmiro tomou a iniciativa da partida. E, no primeiro chute, de fora da área, Dodô abriu o placar. O goleiro Fabiano falhou. A Portuguesa jogou sem seis titulares, Lúcio, Edson Araújo, Cléber, Mancini, ɉlson e Sandro Fonseca. Os substitutos não conseguiram mostrar o mesmo nível e levaram pouco perigo ao adversário.

Antes do intervalo, o Santos marcou mais um. Dodô cobrou bem falta e Fabiano fez grande defesa, mas não conseguiu segurar a bola. No rebote, Deivid chutou forte para o gol. Renê Simões percebeu que seu time não criava nada e fez uma substituição. Tirou Ricardo Lopes e pôs o jovem Alex Afonso, de 18 anos. No início da segunda etapa, a Portuguesa quase fez um gol numa boa cobrança de falta de Irênio, mas a bola bateu no travessão.

Depois, só o Santos jogou. O terceiro gol era uma questão de tempo e acabou saindo aos 20 minutos. Deivid fez boa jogada pela direita e cruzou para Robert. O meia, que mais uma vez teve grande atuação, deixou a bola passar para Dodô, que não desperdiçou a oportunidade. Mesmo com a boa vantagem, o Santos não parou de atacar. Aos 32, conseguiu ampliar, com o zagueiro Galván aproveitando rebote da defesa de Fabiano a um chute de Deivid.

Fontes:
– Jornal Estado de SP
– Folha de SP: http://acervo.folha.com.br/fsp/2001/02/18/20//422