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Paraná 0 x 2 Santos

Data: 09/09/2018, domingo, 19h00.
Competição: Campenato Brasileiro – 24ª rodada
Local: Estádio Durival Britto e Silva, a Vila Capanema, em Curitiba, PR.
Público: 5.177 presentes (4.504 pagantes).
Renda: R$ 154.300,00
Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (Fifa-PA)
Auxiliares: Cleriston Clay Barreto Rios (SE) e Heronildo S. Freitas da Silva (PA).
Cartões amarelos: Renê, Alex Santana e Carlos (P); Robson Bambu, Yuri e Gabriel (S).
Expulsão: Claudinei Oliveira (P).
Gols: Gabriel (06-2) e Gabriel (32-2).

PARANÁ
Richard; Junior, Rayan, René Santos e Igor; Jhonny Lucas, Alex Santana, Caio Henrique (Maicosuel) e Nadson (Ortigoza); Carlos (Deivid) e Rafael Grampola.
Técnico: Claudinei Oliveira

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Robson Bambu, Gustavo Henrique e Dodô; Yuri (Renato), Diego Pituca e Bryan Ruiz (Rodrygo); Derlis González, Bruno Henrique e Gabriel (Copete).
Técnico: Cuca



Artilheiro, Gabigol brilha e Santos vence o lanterna Paraná

O Santos venceu o Paraná por 2 a 0 na noite deste domingo, no Estádio Durival de Britto. Os dois gols foram marcados por Gabigol, artilheiro do Campeonato Brasileiro com 12 bolas na rede.

O primeiro tempo foi ruim, mas uma substituição do técnico Cuca no intervalo surtiu efeito. Bryan Ruiz, apagado, saiu para Rodrygo entrar. E a joia participou dos dois gols ao roubar bolas na origem das jogadas.

Com a vitória, o Peixe chegou ao sétimo jogo de invencibilidade, o sexto sem sofrer gols e assumiu a 8ª colocação do Brasileirão. O Paraná se afundou na lanterna, com 16 pontos, seis a menos que o 19ª colocado, a Chapecoense.

O alvinegro ganha a primeira semana livre com Cuca antes do clássico contra o São Paulo, domingo, às 16h, na Vila Belmiro, pela 25ª rodada da competição. O Paraná visitará o Grêmio, sábado, também às 16h.

O jogo

Há pouco para falar do primeiro tempo no Estádio Durival de Britto. O Paraná pouco ficou com a bola, mas criou a única chance, em chute de fora da área de Nadson, aos 23 minutos.

O Santos teve a posse, mas o meio-campo com Yuri, Diego Pituca e Bryan Ruiz não funcionou. O Peixe finalizou apenas uma vez – e sem perigo.

O jogo só esquentou nos minutos finais da etapa inicial, quando Claudinei Oliveira aplaudiu entrada forte de Alex Santana em Bryan Ruiz. Victor Ferraz reclamou, houve uma discussão e o técnico foi expulso. Antes de deixar o campo, avisou que procuraria o lateral “lá fora”.

O Santos melhorou na segunda etapa com Rodrygo como meia na vaga de Bryan Ruiz. E aos seis minutos, o Peixe abriu o placar com o artilheiro do Campeonato Brasileiro.

Rodrygo roubou a bola de Jhonny Lucas, Bruno Henrique acionou Derlis González, o paraguaio viu a ultrapassagem de Victor Ferraz e o cruzamento sobrou no pé de Gabigol. O 11º no Brasileirão. Os paranistas reclamaram (com razão) de falta no início da jogada.

O Paraná adiantou as linhas, se lançou ao ataque, assustou, mas foi o Santos quem criou outra chance clara de gol aos 28 minutos. Em contra-ataque puxado por Gabigol e Rodrygo, Bruno Henrique desviou de letra no segundo pau e a bola bateu na trave.

Quatro minutos depois, o Peixe matou o jogo. Rodrygo roubou mais uma bola e Derlis González fez cruzamento perfeito para Gabigol marcar o segundo dele e o 12º no Brasileirão.

Com a vantagem, o Santos só administrou o resultado diante do entregue Paraná. O Peixe mostra franca evolução com Cuca, enquanto o Tricolor está cada vez mais perto de voltar à Série B.

Bastidores – Santos TV:

Cuca explica time misto e destaca entrada de Rodrygo em vitória do Santos

Cuca explicou a opção de preservar Alison, Rodrygo e Eduardo Sasha na vitória do Santos por 2 a 0 sobre o Paraná neste domingo, no Estádio Durival de Britto, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O técnico afirma não poupa atletas, mas diminui o risco de lesões. A entrada de Rodrygo foi fundamental no segundo tempo, após o 0 a 0 na ida para o intervalo.

“Primeiro tempo tivemos a posse de bola, 70%, mas não fizemos dano ao adversário. Não tivemos chance clara, só uma arrancada do Bruno Henrique com três contra dois. No segundo tempo abrimos mão do meia técnico (Bryan Ruiz) e cadenciado, para um ponta de lança. Rodrygo entrou muito bem, participou dos gols e teve a velocidade para puxar a bola do Bruno Henrique na trave. A entrada dele abriu o leque de opções. Não tivemos a posse do primeiro, mas fomos mais eficazes e merecemos vencer”, disse Cuca

“Eu fecho 37 dias de casa, 12 partidas. Não tem como. Graças a Deus as coisas estão indo bem e sem lesionados. Falam em poupar, mas são 12 jogos em 37 dias. Não é poupar. Palavra não é poupar, é preservar jogador que não está 100%. Rodrygo jogou quinta, saiu com cãibra, dia a menos de descanso, viagem, tudo isso influencia. Se eu ponho desde o começo, talvez não teria ele para ganhar o jogo no segundo tempo. É força de grupo, com quatro ou cinco jogadores renovados e que deram equilíbrio”, completou.

O treinador ainda destacou a invencibilidade do Santos – oito jogos sem perder e sete sem sofrer um gol sequer.

“Eu não joguei clássico. Estamos há oito jogos sem perder, sete sem tomar gols, é construção de uma estrutura desses meninos. Um dia vai cair e começaremos outra. Quanto mais demorar, melhor. Quanto tempo de invencibilidade? Vamos construindo e quem sabe mais um dia assim no domingo. É clássico, difícil, jogo igual. São Paulo tem equipe ajustada, pronta, temos que respeitar”, concluiu.

Gabigol freia empolgação no Santos: “Vamos ter um pouco de calma”

Autor dos dois gols do Santos na vitória contra o Paraná neste domingo, no Estádio Durival de Britto, Gabigol freou a empolgação ao ser questionado sobre a chance de entrar no G-6, zona de classificação para a Libertadores da América em 2019.

“Resultado muito importante. Sabíamos que seria complicado. Vamos ter um pouco de calma, temos semana cheia, jogo a menos. Vamos trabalhar com calma e pensar jogo a jogo”, disse o camisa 10, ao Premiere.

Há oito jogos sem perder e sete sem sofrer gols, o Peixe foi à oitava colocação, com 31 pontos e uma partida a menos – a ser disputada contra o Vasco, no Pacaembu. O Atlético-MG, sexto, tem 38 pontos.


Atlético-PR 2 x 3 Santos

Data: 05/07/2017, quarta-feira, 19h15.
Competição: Copa Libertadores – Oitavas de final – Jogo de ida
Local: Estádio Vila Capanema, em Curitiba, PR.
Público: 13.770 pagantes
Renda: R$ 243.395,00
Árbitro: Roberto Tobar (CHI)
Auxiliares: Marcelo Barraza e Claudio Rios (ambos do CHI)
Cartões amarelos: Otávio, Thiago Heleno (A).
Gols: Nikão (06-1), Kayke (25-1); Bruno Henrique (11-2), Kayke (22-2) e Ederson (26-2).

ATLÉTICO-PR
Weverton; Cascardo, Thiago Heleno, Paulo André e Sidcley; Otávio, Lucho Gonzalez (Pablo), Rosseto (Gefita), Coutinho (Carlos Alberto); Nikão e Ederson.
Técnico: Eduardo Baptista

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Jean Mota; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima (Vecchio); Copete, Bruno Henrique e Kayke (Fabián Noguera).
Técnico: Levir Culpi



De virada, Peixe bate o Furacão e consegue vantagem para volta

Em uma partida repleta de alternativas na Vila Capanema, em Curitiba, o Santos venceu o Atlético Paranaense por 3 a 2, pelo primeiro encontro valendo pelas oitavas de final da Libertadores da América. Com o resultado, a equipe alvinegra vai levar para a casa a vantagem de poder garantir a vaga para a sequência da competição mesmo com um empate.

O Furacão começou embalado e, aos seis minutos, Nikao aproveitou cruzamento para estufar a rede e abrir o placar. O Peixe chegou ao empate aos 25 minutos, com Kayke tocando por cima de Weverton. A virada veio na segunda etapa, com Bruno Henrique, aos 11 minutos, Kayke, com um golaço, aumentou a vantagem e Ederson descontou para o Rubro-Negro.

As equipes se encontram novamente para o jogo de volta no dia 10 de agosto, às 21h45 (de Brasília), na Vila Belmiro, em Santos.

O jogo

O Furacão começou a partida pressionando, sufocando o Peixe. Aos dois minutos, Ederson fez a jogada individual e cruzou, mas ninguém conseguiu alcançar. A pressão deu resultado aos seis minutos, depois que Sidcley chegou pela lateral e cruzou rasteiro para Lucho, que furou, mas contou com a chegada de Nikão, que bateu de primeira e abriu contagem.

O gol animou ainda mais o torcedor, que empurrou o time para chegar perto do segundo, aos oito minutos, com Thiago Heleno subindo para testar por cima da meta de Vanderlei. A marcação rubro-negra estava adiantada, acuando o Santos. Aos 16 minutos, a primeira chegada de perigo da equipe alvinegra, com Kayke cabeceando para o meio da área e Bruno Henrique errando a finalização.

O Peixe equilibrou as ações e, aos 25 minutos, Jean Mota iniciou a jogada, trabalhando com Lucas Lima, que lançou Kayke. O atacante invadiu a área e tocou por cima de Weverton para deixar tudo igual. O jogo mudou depois do empate, ficando mais restrito ao meio-campo. Aos 32 minutos, Lucho recebeu na área foi travado e ficou pedindo pênalti, sem ser atendido. Aos 35 minutos, Vanderlei trabalhou bem ao parar cruzamento errado de Otávio. Furacão no ataque, aos 44 minutos, mas o chute de Lucho parou na trave após desvio de Vanderlei.

Para a segunda etapa, as equipes voltaram sem modificações. Logo no primeiro minuto, Rosseto perdeu a bola para Thiago Maia, que encontrou Kayke que, sozinho, parou na defesa de Weverton. A resposta veio aos cinco minutos, em contra-ataque com Douglas Coutinho, que bateu cruzado, para fora. Porém, aos 11 minutos, Victor Ferraz fez a jogada, Weverton não agarrou o chute e Bruno Henrique, em cima da linha, empurrou para a rede para decretar a virada.

O Atlético voltou a pedir pênalti, aos 19 minutos, depois que Carlos Alberto fez fila e foi tocado por Jean Motta. O jogo seguiu. A partida voltou a ficar pegada e equilibrada. Até que, aos 22 minutos, Kayke recebeu cruzamento rasteiro e de letra apareceu para desviar e marcar um golaço na Vila. A torcida atleticana, mostrando irritação, começou a pedir a queda de Eduardo Baptista.

Porém, era um confronto com muitas alternativas e, aos 26 minutos, Sidcley cruzou, Rosseto escorou e Ederson apareceu para desviar e descontar para o Rubro-Negro. Aos 31 minutos, Lucas Lima cobrou falta, a defesa afastou e, na sobra, Bruno Henrique chutou cruzado em cima da zaga. Aos 38 minutos, Bruno Henrique invadiu a área, fez a fila e chutou pela linha de fundo. O Atlético estava aberto, mas não conseguia forçar, facilitando o trabalho do Peixe, que segurou a vantagem para a volta.

Kayke valoriza jogo ‘sábio’ do Santos e torce por dupla com Oliveira

A ‘decisão’ contra o Atlético-PR começou da pior maneira possível para os santistas. Antes mesmo dos 10 minutos de jogo, o Furacão já vencia por 1 a 0, na Vila Capanema. Porém, mesmo com a desvantagem no placar, o Santos soube manter a tranquilidade e buscou a virada por 3 a 2, nesta quarta-feira, no confronto de ida das oitavas de final da Libertadores.

E o triunfo no Paraná só foi possível graças a Kayke. Oportunista, o atacante marcou duas vezes, sendo que o último foi um golaço de letra. Porém, mesmo após a bela apresentação, o camisa 11 preferiu valorizar a partida inteligente do alvinegro.

“É um recurso (gol de letra). O Bruno Henrique foi feliz no drible. Vimos o gol rapidinho no vestiário após o jogo e fico feliz por ser auxiliado pelo Bruno, Copete, Lucas Lima. Fica mais fácil com eles. Temos que dar valor ao nosso jogo. Jogamos de forma sábia e saímos daqui com o que esperávamos”, explicou Kayke.

Vale lembrar que o camisa 11 só assumiu a titularidade do Peixe após problemas de Ricardo Oliveira. O centroavante sentiu contusão no tornozelo depois do clássico contra o Corinthians, no dia de 3 de junho. Além disso, ele também foi acometido com uma pneumonia.

Porém, o camisa 9 já está recuperado e voltou a treinar no CT Rei Pelé. Aproveitando a boa fase, Kayke não se intimida com o retorno de Oliveira e até projeta uma dupla de ataque com o capitão do santista. “Estou esperando pelo retorno do Ricardo. É um grande jogador e meu amigo. Já já ele voltará e podemos tranquilamente jogar juntos também”, disse.

Com a vitória, o Santos leva uma imensa vantagem para o jogo de volta. Agora, o Peixe pode até ser derrotado por 1 a 0 ou 2 a 1, na Vila Belmiro, no próximo dia 10 de agosto, que consegue a classificação para as quartas de final da Libertadores.

“Temos que esquecer a vantagem. Atlético-PR pode reverter, mas não podemos deixar. Ainda não passamos de fase”, concluiu Kayke.

‘Dono do jogo’, Lucas Lima valoriza dedicação do Santos: “Honramos”

Lucas Lima foi o ‘dono’ da partida entre Santos e Atlético-PR, nesta quarta-feira, na Vila Capanema. Inspirado, o camisa 10 chamou a responsabilidade, colocou a bola no chão e conduziu o Peixe na virada por 3 a 2 sobre o Furacão, no confronto de ida das oitavas de final da Libertadores.

O meia, inclusive, foi eleito o melhor em campo pelos organizadores da competição. Porém, mesmo assim, Lucas Lima acabou sendo substituído por Emiliano Vecchio aos 42 minutos do segundo tempo. Incomodado com a saída, ele chegou a reclamar com a comissão técnica, mas negou qualquer atrito com Levir Culpi e exaltou a raça dos santistas no Paraná.

“Foi mais uma situação que nossa defesa estava pedindo um volante para proteger mais o setor, foi só no calor da partida mesmo. O mais importante foi o empenho e a dedicação da nossa equipe, honramos aí com o apoio da nossa torcida maravilhosa e conseguimos um grande resultado”, disse o meia na saída do gramado.






Vídeos: (1) Gols e (2) melhores momentos.

Atlético-PR 2 x 1 Santos

Data: 04/09/2013, quarta-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 18ª rodada
Local: Estádio Durival de Britto, em Curitiba, PR.
Público: 12.595 pagantes
Renda: R$ 191.170,00
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Auxiliares: Thiago Gomes Brigido (CE) e José Javel Silveira (RS).
Cartões amarelos: Marcelo e Felipe (A)
Gols: Marcelo (05-1) e Marco Antônio (37-1); Emerson (41-2).

ATLÉTICO-PR
Weverton; Léo, Manoel, Luiz Alberto e Willian Rocha (Deivid); João Paulo, Zezinho, Marco Antônio (Felipe) e Paulo Baier; Marcelo (Dellatorre) e Ederson.
Técnico: Vagner Mancini

SANTOS
Aranha; Cicinho, Edu Dracena, Durval e Léo (Emerson); Alison, Alan Santos (Pedro Castro), Cícero e Leandrinho (Giva); Everton Costa e Thiago Ribeiro.
Técnico: Claudinei Oliveira



Com apoio da torcida, Atlético-PR vence o Santos e segue arrancada épica

Equipe paranaense faz 2 a 1 e alcança 11ª partida sem derrotas pelo Campeonato Brasileiro

O Atlético Paranaense segue com sua arrancada épica no Campeonato Brasileiro e chegou à 11ª partida seguida sem derrota na competição ao vencer o Santos, por 2 a 1, na Vila Capanema. Com o resultado, chega aos 33 pontos, segue no G4 e cada vez mais próximo da liderança. Já o time paulista teve sua sequência de três vitórias interrompida e, com 22 pontos, fica fora da lista dos dez primeiros.

O Atlético precisou de cinco minutos para abrir o placar, com Marcelo, que aproveitou contra-ataque para entrar na defesa alvinegra e fuzilar para as redes. Marco Antônio fez o segundo, aos 37 minutos, aproveitando confusão na área. Depois do intervalo, a partida seguiu movimentada e o time paulista descontou aos 41 minutos, com Emerson.

O jogo

O Santos começou a partida mostrando velocidade e, logo aos dois minutos, Éverton Costa recebeu o lançamento, abriu espaço e arriscou o chute, pela linha de fundo. O Atlético respondeu com William Rocha, que mandou um petardo para Durval afastar de cabeça. Mas, aos cinco minutos, a chegada foi fatal. Após contra-ataque, Paulo Baier lançou Marcelo, que deixou a marcação para trás e fuzilou para dentro das redes.

O Atlético conseguiu segurar o ímpeto inicial do Santos e, após o gol, passou a dominar as ações. Aos 12 minutos, Marcelo desviou de cabeça na área e Aranha fez boa defesa. Durval devolveu com 13 minutos, após cruzamento de Leandrinho, mas errou o alvo, mandando para fora. Aos 15 minutos, William Rocha caiu no gramado com dores no joelho e foi substituído por Deivid.

Paulo Baier arriscou de fora da área, aos 20 minutos, após cruzamento de Léo, e a bola passou por cima da meta santista. O jogo era bom na Vila e, aos 27, Cícero mandou uma bomba para defesa de Weverton, que quase se complicou o lance. Um minuto depois, o goleiro atleticano salvou cabeçada de Durval. Mas, aos 37, Marco Antônio aproveitou rebote de Aranha e confusão na área para empurrar para o fundo do gol.

Para a segunda etapa, nenhuma nova alteração nas equipes. Aos três minutos, Manoel tabelou com Marcelo e, na devolução, saiu com bola e tudo. Aos seis minutos, o artilheiro Ederson soltou uma pancada pra defesa de Aranha. Na resposta, aos nove minutos, Thiago Ribeiro encobriu Weverton, porém, exagerou na força. A partida seguia cheia de alternativas, com os times buscando o ataque.

Jogada individual de Thiago Ribeiro, aos 16 minutos, com a bola sobrando para Leandrinho que, dentro da área, cochilou e desperdiçou o ataque. Aos 20 minutos, Durval pegou sobra de bola e bateu forte, em cima de Manoel, que salvou o Atlético. O ritmo do jogo caiu bastante em sua reta final. Aos 27 minutos, Ederson tentou encontrar Paulo Baier, e Alisson apareceu para dominar o lance.

Após as mudanças realizadas pelos dois treinadores, o jogo voltou apegar fogo, com algumas jogadas mais ríspidas. Aos 37 minutos, Paulo Baier cobrou falta tentando surpreender Aranha, que fez grande defesa para ceder escanteio. Aos 40 minutos, Cicinho fez o cruzamento, Thiago Ribeiro cabeceou e a bola explodiu na trave. Mas, no lance seguinte, Emerson fez tabela recebeu na área e chutou cruzado para descontar.Éverton Costa teve a chance de empatar, aos 49 minutos, e Weverton fez grande defesa para garantir os três pontos.

Jogadores do Santos acreditam que não mereciam a derrota diante do Atlético-PR

Revés por 2 a 1 nesta quarta-feira interrompe série invicta do clube da Vila Belmiro que já durava seis rodadas no Brasileiro

Após quatro empates e duas vitórias, o Santos voltou a perder no Campeonato Brasileiro . A série invicta foi interrompida com a derrota diante do Atlético-PR nesta quarta-feira por 2 a 1 . Mas, para os jogadores, a equipe merecia ter saído de campo ao menos com o empate.

“Sofremos gols em erros nossos, depois fica complicado para correr atrás. Fizemos o gol (com o jovem lateral-esquerdo Emerson Palmieri) e poderíamos ter empatado. Criamos muitas chances, sufocamos o Atlético-PR e creio que poderíamos ter conseguido um resultado melhor”, lamentou o atacante Thiago Ribeiro.

O lateral-direito Cicinho fez uma avaliação semelhante. Para ele, o rendimento do Santos no segundo tempo poderia ter sido recompensado. “Nós melhoramos, principalmente no segundo tempo. Conseguimos criar boas oportunidades e perdemos várias chances de gol. Acho que o resultado mais justo seria o empate”, analisou.

Técnico do Santos lamenta derrota em Curitiba: ‘Empate seria mais justo’

Claudinei Oliveira também apontou falhas na defesa de seu time diante do Atlético-PR

A derrota para o Atlético-PR por 2 a 1 , na noite desta quarta-feira, no estádio Durival de Britto, deu fim a série invicta de seis jogos do Santos no Campeonato Brasileiro. O técnico Claudinei Oliveira fez uma avaliação do resultado e lamentou o revés, destacando que a sua equipe poderia ter saído de campo, ao menos, com um empate.

“Em alguns momentos, o Atlético-PR teve mais volume de jogo, em outros o volume foi do Santos. Acho que, no cômputo geral, talvez o empate fosse mais justo. Mas no futebol não tem justiça ou injustiça, pois a bola na rede é o que prevalece. È assim”, disse Claudinei, que apesar de ter visto aspectos positivos na atuação santista, também citou os erros do time praiano.

Para o treinador, os alvinegros falharam nos dois gols da equipe paranaense. “Vou sempre assumir a responsabilidade pelos resultados negativos, não estou aqui para culpar ninguém. Mas a realidade é que tomamos dois gols em falhas nossas. Tínhamos a bola dominada e permitimos que eles fizessem os gols. No segundo gol, por exemplo, sabíamos que eles têm essa jogada forte de ‘bola parada’, pois foi alertado na preleção. Erramos todos”, comentou.

Apesar de ter visto erros do Santos, que custaram um resultado melhor em Curitiba, Claudinei Oliveira reconheceu que o Atlético-PR teve os seus méritos para ganhar o duelo. Com a vitória, o Furacão ocupa a vice-liderança da Série A, com 33 pontos.

“As nossas alterações surtiram efeito no segundo tempo, mas o Atlético-PR é um time bem armado taticamente, que se defende muito bem. Eles marcaram as subidas dos laterais, com todos atrás da linha da bola, o que dificultou para fazermos os gols”, encerrou o comandante.

Claudinei Oliveira volta a criticar calendário: “Parece brincadeira”

Técnico do Santos reclamou da maratona de jogos do time nos próximos dias e disse que o futebol virou negócio

A maratona de jogos a qual o Santos deve ser submetido nos próximos dias tem deixado o técnico Claudinei Oliveira bastante irritado. Tanto que, após a derrota para o Atlético-PR, na noite da última quarta-feira, no Estádio Durival de Britto, o treinador da equipe praiana voltou a criticar o remanejamento feito pela Confederação Brasileira de Futebol, na tabela do Campeonato Brasileiro.

“Isso parece brincadeira. O futebol virou negócio, todo mundo ganha com isso, mas os atletas sofrem. Depois, dizem que os jogadores ganham bem para fazer o trabalho deles, porém, temos que lembrar que todos são cobrados por um bom futebol. Vai sofrer uma derrota pesada para ver como as coisas ficam? Todos somos cobrados por isso, então, não dá para entrar em campo ‘arrebentado’”, disse Claudinei.

Até o final da semana que vem, o Peixe irá disputar quatro partidas. Primeiro, os santistas recebem o Goiás, sábado, na Vila Belmiro. Depois, os alvinegros encaram Internacional-RS, na próxima terça, em Novo Hamburgo (RS) – confronto atrasado da 10ª rodada do Brasileirão -, e Flamengo, dois dias mais tarde, no Maracanã. Por último, o Santos volta a atuar na Vila, diante do Botafogo, no dia 15.

“Agora, nós temos que fazer o dever de casa, porque depois temos mais dois jogos fora, Inter e Flamengo, em três dias. É um absurdo. Quem jogou bola sabe que o cansaço não é maior no dia seguinte a uma partida, mas dois dias depois de uma atividade física desse porte. Ou seja, vamos entrar para jogar cansados. Vamos ver o que dá para fazer de melhor. Queremos ganhar do Goiás, usar a força máxima contra o Internacional-RS, para vermos o que vamos fazer contra o Flamengo”, encerrou o comandante.

Vale lembrar que, com dois jogos a menos em relação à maior parte dos seus concorrentes, o Peixe atualmente ocupa a 11ª posição na Série A, com 22 pontos ganhos.

Paraná 2 x 3 Santos

Data: 25/11/2007, domingo, 18h10.
Competição: Campeonato Brasileiro – 37ª rodada (penúltima)
Local: Estádio Durival Britto e Silva, Vila Capanema, em Curitiba, PR.
Público: 15.406 pessoas
Renda: R$ 106.265,00
Árbitro: Alicio Pena Junior (MG/Fifa)
Auxiliares: Marco Antônio Gomes e Márcio Eustáquio S. Santiago (ambos de MG).
Cartões amarelos: Jumar, Léo Matos, Daniel Marque e Vandinho (P); Marcelo (S).
Gols: Jumar (30-1); Paulo Rodrigues (25-2), Kléber Pereira (28-2), Kléber Pereira (36-2) e Kléber Pereira (38-2).

PARANÁ
Gabriel; Léo Matos, Daniel Marques, Neguette e Paulo Rodrigues; Goiano, Jumar (Jumar), Giuliano e Vandinho (Jefferson); Josiel e Lima (Adriano).
Técnico: Saulo de Freitas

SANTOS
Fábio Costa; Alessandro, Adaílton, Marcelo (Carlinhos) e Kléber; Maldonado, Rodrigo Souto, Vítor Júnior (Renatinho) e Rodrigo Tabata; Marcos Aurélio (Petkovic) e Kléber Pereira.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo



Kléber Pereira faz 3, Santos vira e assegura vaga na Libertadores 2008

Depois de desperdiçar duas oportunidades de garantir a classificação à Copa Libertadores da América 2008, o Santos enfim conseguiu o seu objetivo ao vencer, no sufoco, o Paraná por 3 a 2, na noite deste domingo, no estádio Vila Capanema. A equipe de Vanderlei Luxemburgo chegou a ficar dois gols atrás no placar no confronto em Curitiba, mas foi salva pelo atacante Kléber Pereira, que fez três gols num intervalo de 10 minutos.

O Santos alcançou os 62 pontos e segue na segunda colocação da tabela. Como falta apenas uma rodada para o término do Nacional, o time da Baixada Santista não pode mais ser ultrapassado por Palmeiras (58), Grêmio (57) e Cruzeiro (57), que também lutam por uma das vagas na competição continental – o Flamengo também conseguiu o feito ao bater o Atlético-PR por 2 a 0, no Maracanã.

Já o Paraná praticamente caiu para a Série B. O time curitibano ocupa a 18ª colocação com 41 pontos e precisa torcer por tropeços do Corinthians e Goiás, que enfrentam na quarta-feira o Vasco e o Atlético-MG, respectivamente. Somado a isso, a equipe dirigida por Saulo de Freitas ainda terá que ganhar dos vascaínos no próximo domingo e voltar a secar os adversários diretos.

Precisando vencer para seguir na elite do futebol brasileiro na próxima temporada, o Paraná contou com o apoio de quase 16 mil torcedores e tratou de pressionar o Santos desde o apito inicial. Com mais ritmo de jogo, o time paranaense saiu na frente aos 30 minutos do primeiro tempo.

Numa cobrança de falta despretensiosa na lateral esquerda, o volante Jumar surpreendeu ao chutar direto em vez de alçar na área. Apesar de a bola ter saído sem muita velocidade e ter sido levemente desviada, o goleiro Fábio Costa falhou ao não conseguir fazer a defesa. Nos momentos iniciais do duelo, o camisa 1 santista quase havia entregue o ouro ao sair errado da pequena área, mas Giuliano desperdiçou o favor ao cabecear para fora.

Depois de começar a partida com uma formação mais recuada – Maldonado, Vítor Júnior e Rodrigo Souto tentaram formar uma barreira no meio-campo -, o treinador Vanderlei Luxemburgo decidiu partir para cima ao mandar a campo um terceiro atacante, colocando Renatinho na vaga de Vítor Júnior aos 36min. E logo em seguida o Santos quase empatou, mas Kléber Pereira concluiu errado, de cabeça, um cruzamento de Kléber.

Sem criatividade e apoio nas jogadas pela lateral, Luxemburgo colocou no começo da etapa complementar o sérvio Petkovic e Carlinhos para dar mais mobilidade ao time. Mas o Paraná, que chegou a sofrer pressão, voltou a marcar em nova cobrança de falta. Aos 25 min, Paulo Rodrigues bateu fechado e encobriu o goleiro Fábio Costa para fazer 2 a 0.

Três minutos depois começou a reação do Santos, com três gols de Kléber Pereira num intervalo de 10 minutos. O primeiro foi de cabeça após cruzamento de Petkovic. O atacante empatou em seguida ao receber um longo cruzamento e dar um toque de cabeça para tirar o goleiro Gabriel da jogada. O centroavante só teve o trabalho de empurrar para o gol vazio. A virada saiu depois de um cruzamento de Renatinho, que Kléber Pereira completou – ele é o artilheiro da equipe no Brasileirão com 16 gols.


Paraná 1 x 0 Santos

Data: 29/09/2001, sábado, 15h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 1ª fase – 15ª rodada
Local: Estádio Durival de Britto, em Curitiba, PR.
Público: 6.498
Renda: R$ 78.448,00
Árbitro: Vágner Tardelli Azevedo (RJ).
Cartões amarelos: Ageu, Lúcio Flávio, Maurílio e Márcio (P); Galván, Cléber, Paulo Almeida, Robert e Marcelinho Carioca (S).
Gol: Maurílio (32-2).

PARANÁ
Marcos; Flávio Santos, André, Ageu e Cris; Hélcio, Fernando, Zada (Aílton) e Lúcio Flávio (Fredson); Maurílio (Rinaldo) e Márcio.
Técnico: Paulo Bonamigo

SANTOS
Fábio Costa; Preto, Galván (Elano) e Cléber; Russo, Paulo Almeida, Marcelo Silva, Robert e Léo; Marcelinho Carioca e Viola.
Técnico: Cabralzinho



Cabralzinho perde seu 1º jogo, e Santos cai para 10º

Em casa, Paraná vence o time da Vila Belmiro por 1 a 0 e fica entre os 8

O Paraná acabou ontem com o aproveitamento de 100% do técnico Cabralzinho no Brasileiro-2001. Após três vitórias consecutivas, o Santos perdeu por 1 a 0 para o time paranaense, no estádio Durival de Brito, em Curitiba. Com o resultado, a equipe da Vila Belmiro permaneceu com 22 pontos na tabela e deixou a zona de classificação do Nacional, caindo do sétimo para o décimo posto.

Para piorar, o Santos é a equipe que mais jogou até agora no campeonato: 15 vezes. Já o Paraná, único que ainda não empatou no torneio, obteve ontem sua oitava vitória, chegou aos 24 pontos e se manteve entre os oito que irão à próxima fase.

Na partida de ontem, marcada pelos erros de passes e pelas tentativas de chutes a gol de longa distância, o ataque santista não conseguiu superar a defesa armada pelo técnico Paulo Bonamigo. Marcelinho, Viola e Robert chegaram poucas vezes com perigo ao gol do time paranaense. O volante Élcio, do Paraná, fez marcação individual no meia Robert, responsável, ao lado de Marcelinho, pela armação das jogadas.

O primeiro lance de perigo da partida ocorreu aos 23min. Após cruzamento de Maurílio, Cris cabeceou no canto direito de Fábio Costa, que, ao fazer a defesa, se chocou com a trave e precisou ser atendido pelos médicos do clube.

Aos 27min, o Santos respondeu. Em tabela rápida com Marcelinho, Robert chutou forte, de fora da área, à direita do gol do time paranaense.

Porém a melhor jogada santista na primeira etapa aconteceu aos 37min. Marcelinho cruzou para Viola, que cabeceou forte e obrigou o goleiro Marcos a fazer uma difícil defesa.

Marcelinho, irritado com a forte marcação que vinha recebendo, agrediu com um empurrão o lateral-direito Flávio Santos, aos 40min, e recebeu cartão amarelo.

Na segunda etapa, o Santos permaneceu acuado no seu campo de defesa, aceitando a pressão do Paraná. O ataque santista não concluiu nenhuma jogada que levasse perigo ao gol de Marcos.

A pressão do Paraná surtiu efeito aos 32min, quando ruiu o principal trunfo do técnico Cabralzinho para o jogo de ontem. A defesa do time (a menos vazada do campeonato, com 13 gols sofridos) não conseguiu interceptar a bola num escanteio cobrado por Maurílio pelo setor esquerdo. A bola chegou à área, passou pelos atletas santistas e entrou no gol de Fábio Costa. Os jogadores ainda reclamaram de uma falta do atacante Márcio no goleiro. “O juiz viu que fui empurrado, mas preferiu confirmar o gol olímpico do Maurílio”, declarou o goleiro Fábio Costa após o jogo.

Os jogadores santistas creditaram o mau futebol às péssimas condições do gramado do estádio paranaense. “É impraticável. Tem muita lama”, disse Marcelinho.

Já para Cabralzinho, o time não soube organizar as jogadas no meio-campo. “Foram muitos erros de passe. O time não soube valorizar a posse de bola. Do banco de reservas, percebi que os jogadores foram precipitados em muitas oportunidades”, afirmou.

O zagueiro Galván, que ontem recebeu seu terceiro cartão amarelo, desfalcará o Santos na partida diante do São Paulo, quarta-feira, na Vila Belmiro.



Fonte: Jornal Folha de SP – http://acervo.folha.com.br/fsp/2001/09/29/20//121204