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Paraná 0 x 1 Santos

Data: 14/05/1998, quinta-feira, 21h35.
Competição: Copa do Brasil – Quartas-de-final – Jogo de volta
Local: Estádio Durival de Britto, em Curitiba, PR.
Público: 8.883 pagantes
Renda: R$ 53.215,00
Árbitro: Francisco Dacildo Mourão (CE).
Cartão vermelho: Ânderson Lima (S).
Gol: Argel (11-2).

PARANÁ
Marcos; Wilson, Eleomar, Fabiano e Ednélson; Reginaldo Vital, Bira (Pachequinho), Sídnei e Lúcio Flavio; Paulinho (Renato) e Tico (Rafael).
Técnico: Paquito (interino)

SANTOS
Zetti; Ânderson Lima, Argel, Sandro e Dutra; Élder, Narciso, Jorginho (Marcos Bazílio) e Caíco; Müller (Baiano) e Viola.
Técnico: Emerson Leão



Com Müller, Santos pode empatar no PR

Atacante diz que está recuperado de contusão e retorna no confronto contra o Paraná, pela Copa do Brasil

Müller treinou ontem, marcou um gol na vitória de 3 a 1 dos titulares sobre os reservas e está confirmado ao lado de Viola no ataque do Santos, que enfrenta hoje à noite o Paraná, em Curitiba (PR).

Se empatar, o Santos garante a vaga para enfrentar o Palmeiras, pela fase semifinal da Copa do Brasil. Uma derrota por diferença de um gol também dá a classificação, desde não seja por 1 a 0.

Se o resultado for a derrota por 1 a 0, a decisão vai para a disputa nos pênaltis.

Recuperação

Müller disse não sentir mais a contusão em ligamento do joelho esquerdo. A lesão deixou o atacante afastado por 20 dias dos treinamentos com bola.

Ele afirmou que, apesar do período de inatividade, tem condições físicas para suportar os 90 minutos de jogo. “Vou sentir um pouco porque fiquei parado, mas em uma situação como essa a vontade prevalece”, declarou.

Se marcar um gol, o Santos obrigará o Paraná a fazer três. Conforme o regulamento da Copa do Brasil, o time que fizer mais gols no campo adversário leva vantagem em caso de empate em número de pontos e saldo de gols.

No jogo de ida, na Vila Belmiro, o Santos venceu por 1 a 0. “Foi melhor para nós ganhar em casa por 1 a 0 do que por 2 a 1, por exemplo. Neste caso, bastaria ao Paraná uma vitória por 1 a 0”, afirmou o zagueiro Argel.

O técnico Emerson Leão declarou que o objetivo do Santos é a vitória, mas a equipe adotará cuidados defensivos.

“Se pudermos sair na frente no placar, será maravilhoso. Mas não podemos, para isso, correr riscos desnecessários. Precisamos ter confiança na vitória, mas não podemos ter pressa.”

O meia Caíco prevê um jogo “de estudos” entre os dois times e acredita que se o Santos conseguir evitar as falhas defensivas não será surpreendido.

“Eles vão querer jogar no nosso erro. Nós não poderemos proporcionar os erros a eles, para não levarmos o contra-ataque.”

Embora a intenção seja garantir a classificação nos 90 minutos, os jogadores exercitaram cobranças de pênaltis “por desencargo de consciência”, segundo Argel.

Adversário passa por período de transição

O Paraná que enfrenta o Santos, hoje, é um time em transição. O técnico Cláudio Duarte deixou a equipe nesta semana, depois de uma sequência de nove jogos sem vitória, pelo Paranaense e pela própria Copa do Brasil.

No jogo de hoje, o Paraná será treinado, interinamente, pelo auxiliar-técnico Paquito.

Otacílio Gonçalves, que será o novo treinador e chegou ontem a Curitiba para conhecer os jogadores, acompanha a partida de hoje e pode assumir o Paraná já no jogo contra o Iraty, domingo, pelo quadrangular decisivo do Paranaense.

Para o jogo contra o Santos, o zagueiro Ageu, com entorse, continua fora do time. O lateral-direito Gil Baiano, contundido, também não deve voltar contra o Santos. O Paraná precisa vencer por dois gols de diferença para se classificar.



Fonte: Estadão

Paraná 2 x 0 Santos

Data: 12/07/1997, sábado, 21h20.
Competição: Campeonato Brasileiro – 1ª fase – 2ª rodada
Local: Estádio Durival de Britto e Silva, em Curitiba, PR.
Público: 6.933 pagantes
Renda: R$ 68.500,00
Árbitro: Sidrack Marinho (SE)
Cartões amarelos: Sidnei (P); Marcos Basílio (S)
Gols: Bira (12-2) e Bira (21-2).

PARANÁ
Régis; Denilson, Lamonica (Ageu), Edinho Baiano e Ednelson; Sidnei, Reginaldo, Bira (André Luis) e Osmar (Sandro); Mazinho Loyola e Caio Júnior.
Técnico: Sebastião Lazaroni

SANTOS
Marcelo; Ronaldão, Ronaldo Marconato (Cássio) e Narciso; Élder, Marcos Basílio (Michel), Baiano, Caíco e Alexandre (Arinélson); Muller e Macedo.
Técnico: Wanderley Luxemburgo



O jogo

No primeiro gol, Bira chutou de fora da área e o goleiro Marcelo furou feio. No segundo, Michel furou no corte de um cruzamento e Bira, livre, marcou. O Paraná se manteve líder com três vitórias consecutivas

Paraná 0 x 0 Santos

Data: 12/11/1995, domingo, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 2º turno – 7ª rodada
Local: Estádio Durival de Britto, em Curitiba, PR.
Público: 8.494
Renda: R$ 30.882,00
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (RS)
Cartões amarelos: Ageu e Marcão (P); Robert e Whelliton (S).

PARANÁ
Régis; Denílson, Ageu, Marcão e Guilherme; Hélcio, Paulo Miranda, Claudinho e Maurílio; Pichetti (Silvio) e Saulo.
Técnico: Paquito

SANTOS
Edinho; Marcelo Silva, Narciso, Ronaldo Marconato e Marcos Adriano; Gallo, Carlinhos, Giovanni e Robert; Whelliton e Camanducaia (Marcelo Passos).
Técnico: Cabralzinho



Santos só empata com o Paraná e perde chance de liderar Grupo B

O Santos perdeu a chance de assumir a liderança do Grupo B ao não passar de um empate em 0 a 0 com o Paraná, ontem à noite, no estádio Durival de Brito, em Curitiba. O Santos chegou a 12 pontos, um a menos do que o líder Goiás.

O Paraná começou o jogo mais perigoso, jogando no contra-ataque. O Santos dominava o meio-campo, mas só Giovanni criava jogadas e ele foi logo marcado pelo volante Hélcio.

Nos dez primeiros minutos, o Paraná teve três chances de marcar, mas errou todas as finalizações.

A partir dos 20min, o Santos acuou o adversário, matou o contra-ataque do Paraná, mas não mostrou criatividade. O goleiro Régis só enfrentou perigo nos erros de seus zagueiros.

A maior chance do primeiro tempo foi desperdiçada por Claudinho, do Paraná. Aos 32min, ele recebeu passe de Maurílio livre na área, mas chutou torto.

No segundo tempo, o Santos fez duas alterações táticas. O meia Giovanni foi deslocado para a direita e o volante Gallo apertou a marcação sobre Pichetti.

O Paraná ficou sem opção de contra-ataque e o Santos passou a dominar o campo todo.

O deslocamento de Giovanni falhou porque o volante Hélcio continuou em cima dele. Com seu principal jogador anulado, o Santos não levava perigo.

Aos 22min, Giovanni conseguiu dominar a bola. Driblou dois e chutou rasteiro. Régis fez a primeira defesa no segundo tempo.