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Vídeos: (1) Gols e (2) melhores momentos.

Santos 3 x 0 São Paulo

Data: 02/10/2013, quarta-feira, 21h50.
Competição: Campeonato Brasileiro – 25ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 7.788 pagantes
Renda: R$ 210.816,00
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG)
Auxiliares: Marcio Eustáquio (MG) e Marcelo Van Gasse (SP),
Cartões amarelos: Cícero, Thiago Ribeiro e Aranha (S); Luis Fabiano (SP).
Cartão vermelho: Alison (S)
Gols: Edu Dracena (22-1); Thiago Ribeiro (12-2) e Léo (44-2).

SANTOS
Aranha; Cicinho, Edu Dracena, Gustavo Henrique e Mena; Alison, Arouca, Leandrinho (Everton Costa) e Cícero; Thiago Ribeiro (Léo) e Willian José (Renê Júnior).
Técnico: Claudinei Oliveira

SÃO PAULO
Rogério Ceni; Douglas, Paulo Miranda, Edson Silva (Aloísio) e Reinaldo; Wellington, Rodrigo Caio, Jadson (Maicon) e Paulo Henrique Ganso; Osvaldo (Lucas Evangelista) e Luis Fabiano.
Técnico: Muricy Ramalho



Com um a menos, Santos vence clássico por 3 a 0 e devolve São Paulo à crise

Alison foi expulso no primeiro tempo, mas equipe santista soube aproveitar as chances para deixar o rival em situação ainda mais delicada no Brasileirão

Mesmo jogando boa parte do clássico com um a menos em campo – o volante Alison foi expulso no fim do primeiro tempo -, o Santos conquistou uma importante vitória diante do São Paulo, por 3 a 0, na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro. Edu Dracena, Thiago Ribeiro e Léo marcaram os gols no reencontro com o técnico Muricy Ramalho, demitido no fim de maio do clube praiano.

Os santistas pularam para o sexto lugar do Campeonato Brasileiro, com 36 pontos. Já o São Paulo segue na 16ª posição da Série A, com 27 pontos.

O jogo

A primeira boa jogada da partida foi do Santos. Aos três minutos, o meia Cícero se livrou da marcação e arriscou de longa distancia, mas a bola saiu ao lado do gol de Rogério Ceni, sem oferecer maior perigo ao camisa 1 do São Paulo.

A resposta dos visitantes veio aos oito, quando o lateral-direito Douglas cruzou para a área, buscando Luis Fabiano. O centroavante bateu de primeira, exigindo grande defesa do goleiro Aranha.

Depois de uma sequência de três escanteios consecutivos a seu favor, a equipe praiana abriu o placar. Aos 22, o meia Leandrinho cobrou o tiro de canto com precisão, para a cabeçada firme do zagueiro Edu Dracena: 1 a 0 para os santistas.

No minuto seguinte, os alvinegros quase marcaram o segundo gol, mas Rogério Ceni defendeu um forte arremate do atacante Thiago Ribeiro, salvando os são-paulinos.

O São Paulo tentou responder aos 27, mas o volante Wellington bateu à direita do gol de Aranha, após receber a bola do meia Jadson.

O Santos também esteve perto do segundo gol quando, aos 34, Thiago Ribeiro driblou a marcação e chutou rasteiro, de fora da área. Sem precisão, a bola saiu à direita da meta de Ceni.

No fim do primeiro tempo, o Santos ficou com um jogador a menos em campo. O volante Alison fez falta dura em Douglas, recebendo o cartão vermelho, aos 42.

Antes do intervalo, o São Paulo quase empatou. Aos 47, o volante Rodrigo Caio exigiu boa defesa de Aranha e Douglas não aproveitou o rebote, chutando por cima do gol santista.

Na volta para a etapa complementar, os visitantes tentaram exercer uma pressão, mas o time praiano soube aproveitar os contra-ataques e chegou ao seu segundo gol. Aos 14, Thiago Ribeiro bateu no canto esquerdo de Rogério Ceni, após receber bom passe de Cicinho, estufando as redes são-paulinas.

Em desvantagem, o técnico Muricy Ramalho colocou os tricolores no ataque. O zagueiro Edson Silva saiu para a entrada de Aloísio, aos 16. O atacante Osvaldo também deixou o gramado, com Lucas Evangelista sendo o seu substituto.

Com as mudanças no São Paulo, o treinador santista, Claudinei Oliveira, também resolveu mexer na sua equipe. O atacante Everton Costa entrou no lugar de Leandrinho, aos 22. Três minutos mais tarde, Thiago Ribeiro saiu para a entrada do veterano Léo, fortalecendo o setor de meio-campo. Pouco depois, do lado visitante, Maicon substituiu Jadson.

Nos últimos minutos, os alvinegros ainda alcançaram o terceiro gol. Aos 44, Léo aproveitou cruzamento preciso de Cicinho, escorando a bola para o fundo das redes e decretando o placar final do clássico: 3 a 0 para o Santos.

Bastidores – Santos TV:

Edu Dracena enfatiza “resposta” após tropeços, e Thiago Ribeiro sonha com G4

Para o zagueiro, autor de um dos gols, a vitória no clássico também foi importante para dar um suporte a mais ao trabalho do técnico Claudinei Oliveira

Após empatar com o Náutico e ser derrotado pelo Atlético-MG, o Santos voltou a vencer no clássico diante do São Paulo, nesta quarta-feira, na Vila Belmiro. Satisfeito com o resultado, o zagueiro Edu Dracena, que abriu o caminho para o triunfo de sua equipe por 3 a 0 diante do time tricolor, valorizou a resposta dada pelos jogadores dentro de campo, contra um dos maiores rivais do Peixe.

“Não vínhamos de bons resultados e uma vitória contra o São Paulo dá moral. Além de jogarmos bem, foi uma vitória convincente. Todo mundo está de parabéns, pela dedicação integral. Todos marcaram e procuraram se ajudar em campo. Mesmo com um a menos (o volante Alison foi expulso no final do primeiro tempo), nós não demos espaço para o São Paulo”, afirmou o capitão santista.

Para Dracena, a vitória no clássico também foi importante para dar um suporte a mais ao trabalho do técnico Claudinei Oliveira, questionado por alguns torcedores após os recentes tropeços e, também, alvo de críticas do promotor de justiça Francisco Cembranelli, membro do Comitê de Gestão do clube.

“Algumas vezes, a gente escuta coisas que acaba nos chateando. Mas no futebol, isso é natural. A gente respeita as opiniões e procuramos lutar dentro de campo, fazer o nosso melhor. O importante é que vencemos um jogo importante e ele tem o apoio de todos nós, atletas, e da diretoria também”, concluiu.

Thiago Ribeiro sonha com o G4

Autor do segundo gol da vitória do Santos sobre o São Paulo, na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro, o atacante Thiago Ribeiro comemorou o fato de ter balançado as redes no clássico. O tento anotado pelo avante deixou o time mais calmo para administrar a vantagem com um jogador a menos e, ainda por cima, marcar mais um gol no fim da partida, sacramentando o resultado positivo diante do Tricolor Paulista.

“Fui feliz no chute. Quando vi a bola passando por todo mundo e o Rogério (Ceni) caminhando para o centro, bati no contrapé dele. Gosto desse tipo de bola, tirando do goleiro. Fui feliz no lance e fico feliz por ter feito o gol, pois deu tranqulidade ao time, já que estávamos com um a menos”, disse Thiago Ribeiro.

Com a vitória sobre os são-paulinos, os santistas pularam para a sexta posição no Campeonato Brasileiro, com 36 pontos, apenas cinco atrás do Atlético-PR, último integrante do G4. No entanto, os alvinegros ainda precisam aguardar o complemento da rodada para saberem a exata colocação da equipe praiana – Atlético-MG e Internacional-RS jogam nesta quinta e, caso vençam seus respectivos compromissos, podem ultrapassar o Santos na tabela.

O atacante destacou a necessidade de o Peixe acumular uma série de vitórias dentro do Brasileirão. “Na nossa cabeça, a meta é chegar ao G4. Só que para alcançarmos esse objetivo, é preciso ter regularidade. Vencemos hoje (quarta), foi legal, mas temos que procurar ganhar da Portuguesa (domingo, no Canindé), para chegarmos lá em cima”, concluiu.

Claudinei não alimenta polêmica com dirigente do Santos e enaltece atletas

“O que falei para o doutor Francisco Cembranelli não foi irônico. Eu o vejo como um grande profissional, um promotor sério”, disse o treinador

Criticado pelo promotor de justiça Francisco Cembranelli, membro do Comitê de Gestão do Santos, após a derrota para o Atlético-MG, o técnico Claudinei Oliveira optou por não alimentar a polêmica com o dirigente, depois da vitória da equipe praiana sobre o São Paulo , na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro.

Cembranelli chegou a declarar, em uma rede social, que o Peixe necessitava de um técnico com “t” maiúsculo. Claudinei, que já havia classificado o membro do Comitê Gestor como um promotor com “p” maiúsculo, um dia antes, minimizou o episódio e negou ter sido irônico em sua resposta.

“Não tenho nada para responder mais. O que falei para o doutor Francisco Cembranelli não foi irônico. Eu o vejo como um grande profissional, um promotor sério. Estou falando de coração, não tenho nada pessoal contra ele. Respeito a sua opinião. Eu, também, por vezes penso muitas coisas que não posso falar. Na minha função, eu tenho que ter discernimento, saber o que eu posso ou não dizer. Continuo sendo o mesmo cara, na derrota ou na vitória. A minha conduta não muda”, afirmou o treinador.

O comandante alvinegro ainda agradeceu ao empenho dos jogadores na vitória sobre o rival paulista e enalteceu o futebol apresentado, mesmo com o time atuando durante o fim do primeiro tempo e toda a segunda etapa com um atleta a menos – o volante Alison foi expulso, por falta dura no lateral-direito Douglas.

“A participação maior foi deles. Eles se doaram ao máximo, inclusive se dedicaram a mais pelo Alison, que sempre se dedicou bastante pela equipe e hoje (quarta) foi expulso. Foi uma partida digna de todos os elogios”, ponderou Claudinei, satisfeito com o resultado: “Foi uma vitória maiúscula”, completou.

Feliz na Vila Belmiro, Muricy se confunde e quase usa banco do Santos

Hoje no comando do São Paulo, técnico retorna ao estádio quatro meses após ter sido demitido do clube

Quatro meses depois de ter deixado a Vila Belmiro, Muricy Ramalho voltou ao estádio nesta quarta-feira sentindo-se como se ainda trabalhasse no Santos . Antes do início do clássico, o agora treinador do São Paulo dirigiu-se ao banco de reservas mandante e só se deu conta do engano quando já ia se sentando.

“Confundi mesmo, não é piada. Estava acostumado, fui sozinho. Foi muito estranho”, disse, negando espontaneamente que a atitude fosse um jogo de cena para reiterar sua identificação com o clube no qual trabalhou entre abril de 2011 ao fim de maio deste ano.

“Não faço tipo. Foi muito estranho o que fiz ali. É que fui muito feliz aqui. Muito feliz mesmo. Sou muito grato ao Santos e à torcida do Santos. Foi um dos melhores lugares em que trabalhei. Por isso fui sentar no banco ali”, explicou, já devidamente acomodado no local correto.

Pelo Santos, Muricy foi campeão paulista e da Libertadores, além de tê-lo levado ao vice-mundial e ao título da Recopa Sul-Americana. Foram 150 jogos ao todo no comando da equipe, com 72 vitórias, 42 empates e 36 derrotas.

Demitido do clube logo após a transferência de Neymar para o Barcelona, ele passou mais de três meses sem emprego até ser convidado para substituir Paulo Autuori no São Paulo (onde se sagrou tricampeão brasileiro) e tentar salvar o time do rebaixamento.

O resultado da partida desta quarta-feira, no entanto, não foi bom para o treinador. Mesmo com um jogador a mais desde o fim do primeiro tempo, o São Paulo foi derrotado por 3 a 0 (com dois gols na etapa final) e corre o risco de terminar a rodada entre os quatro últimos colocados.


Vídeos: (1) Gols e (2) melhores momentos.

Santos 1 x 1 Vasco

Data: 14/08/2013, quarta-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 14ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 3.892 pagantes
Renda: R$ 110.061,00
Árbitro: Edivaldo Elias da Silva (PR)
Auxiliares: Cleriston Clay Barreto Rios (SE) e Nadine Schramm Câmara Bastos (SC).
Gols: Edu Dracena (31-2) e Rafael Vaz (46-2).

SANTOS
Aranha; Cicinho, Edu Dracena, Durval e Léo; Alison (Renê Júnior), Alan Santos (Leandrinho), Cícero e Montillo; Neílton (Thiago Ribeiro) e Willian José.
Técnico: Claudinei Oliveira

VASCO
Diogo Silva. Fagner, Jomar, Rafael Vaz e Henrique; Abuda, Fillipe Souto (Wilie), Wendel e Santiago Montoya (Marlone); Eder Luis e André (Tenório).
Técnico: Dorival Júnior



Santos sai na frente, mas cede empate ao Vasco nos minutos finais

Zagueiros definiram o placar na Vila Belmiro, com Edu Dracena e Rafael Vaz marcando os gols da partida

Com um gol do capitão Edu Dracena, o Santos esteve prestes a voltar a vencer no Campeonato Brasileiro. No entanto, o Vasco chegou ao empate nos minutos finais, com um gol do zagueiro Rafael Vaz, que decretou o 1 a 1 no placar, na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro, em confronto válido pela 14ª rodada do Brasileirão.

O resultado fez a equipe paulista cair para a 16ª posição, agora com 15 pontos. Já os cariocas subiram para o nono lugar, com 19 pontos ganhos na tabela de classificação da Série A.

O jogo

O Santos começou a partida pressionando e, logo no primeiro minuto, quase abriu o placar. O meia Montillo cruzou pela direita para dentro da grande área, mas o centroavante Willian José furou o chute e desperdiçou uma boa chance, com a bola sobrando para o goleiro Diogo Silva.

Pouco depois, aos três, o Santos chegou com perigo novamente. O volante Alan Santos cruzou de perna esquerdo para a grande área, buscando o meia Cícero, que tocou de cabeça, assustando o arqueiro vascaíno.

Aos sete, Montillo arrancou com velocidade pelo lado esquerdo, cruzando para Willian José cabecear para o gol, mas a bola não ganhou força e Diogo Silva fez a defesa, sem dificuldades.

Os cariocas assustaram pela primeira vez, aos 15, quando Abuda arriscou de perna esquerda, da entrada da área, exigindo uma boa defesa de Aranha, que espalmou a bola para escanteio.

O Vasco quase abriu o placar aos 24, quando Fillipe Souto fez o levantamento para a área, a bola não foi desviada por nenhum dos seus companheiros de time, mas Arnha estava tanto para evitar o gol dos visitantes.

O Vasco também levou perigo ao gol santista aos 30, quando o estreante Montoya recebeu dentro da área, com liberdade, tocou na saída de Aranha e a bola passou muito perto da trave.

A equipe carioca ainda criou a última boa oportunidade de gol do primeiro tempo. Aos 41, Henrique fez o cruzamento da esquerda, para Fagner emendar a finalização de primeira, para boa defesa parcial de Aranha. No rebote, André não conseguiu completar para o fundo das redes.

Na volta para a etapa complementar, o técnico do Santos, Claudinei Oliveira, sacou o volante Alan Santos para a entrada do meia Leandrinho.

Aos seis, Cícero passou por elevação para Neílton dentro da área, Diogo Silva saiu mal do gol e a bola sobrou para Léo. O experiente lateral teve a chance de empurrar para a rede, mas o zagueiro Jomar conseguiu salvar os vascaínos.

Em uma noite pouco inspirada, o jovem Neílton foi substituído por Thiago Ribeiro, aos 14. Três minutos mais tarde, Dorival Júnior fez a primeira alteração no Vasco. Montoya saiu para a entrada de Marlone.

O Vasco esteve perto do gol quando o zagueiro Rafael Vaz, aos 22, soltou uma bomba em cobrança de falta, para a defesa de Aranha. O goleiro santista deu rebote, porém, o lance foi anulado pela arbitragem, por impedimento.

O time praiano respondeu aos 28, também em cobrança da falta. Cícero bateu por cima da barreira, mas Diogo Silva estava na jogada e espalmou a bola para escanteio.

No entanto, o Santos chegaria ao gol. Com 31, o zagueiro Edu Dracena aproveitou o cruzamento de Montillo, que fez um levantamento preciso após rebote de um escanteio, para cabecear sem chances de defesa para o arqueiro cruzmaltino: 1 a 0 para o Peixe.

Os donos da casa poderiam ter ampliado a vantagem com Cícero, aos 37, mas o meia pegou mal na bola e isolou passe dado por Montillo, dentro da área. Aos 43, Léo desperdiçou lance parecido, outra vez com passe do meio-campista argentino.

As chances perdidas nos últimos minutos fizeram falta ao Santos, que sofreu o empate com um gol do zagueiro Rafael Vaz, aos 46, garantindo um ponto para os visitantes.

Com o resultado, o Santos caiu para a 16ª posição, agora com 15 pontos ganhos, mas com dois jogos a menos em relação a maior parte dos seus concorrentes.

Bastidores – Santos TV:

Edu Dracena se irrita com empate do Vasco e cita Muricy: “A bola pune”

Resultado de 1 a 1 dentro de casa deixa o Santos com 15 pontos, muito próximo à zona de rebaixamento. Mas a equipe tem duas partidas a menos

Autor do gol do Santos contra o Vasco, o zagueiro Edu Dracena se irritou com o empate de sua equipe, na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro. Nervoso com o novo tropeço, o capitão santista acredita que o time poderia ter segurado a vitória, sem sofrer o gol nos acréscimos.

“Está 1 a 0, no fim do jogo, você tem que cadenciar o jogo. Não pode sofrer um gol assim. Contra o Coritiba (2 a 2) tinha sido a mesma coisa, não pode. Tem de cadenciar o jogo, ter mais experiência, administrar o resultado”, destacou Dracena, na saída do gramado da Vila.

A irritação do defensor foi tão grande que Edu Dracena lembrou até mesmo um jargão utilizado pelo ex-técnico santista, Muricy Ramalho. O treinador costumava dizer que “a bola punia”, em determinadas ocasiões.

“Nós tivemos muitas chances e o futebol não te permite desperdiçá-las. Como dizia o Muricy, a bola pune. No Brasileirão, você não pode bobear”, concluiu o zagueiro.

Depois da partida, por meio de seu Facebook, o capitão santista explicou sua comemoração, que gerou algumas críticas nas redes sociais. Após marcar o gol, ele fez um gesto pedindo silêncio, mas negou que tenha se dirigido aos torcedores.

Confira a mensagem:

“Pessoal, acho que fui mal interpretado hoje. O gesto que fiz após o gol foi um recado pro meu amigo Cebola, lá de Dracena. Conversamos algumas vezes nos últimos dias e ele ficou me cobrando para voltar a fazer gol. No fim da comemoração, lembrei disso e fiz os gestos em direção ao camarote onde estava meu irmão, na Vila.

Vi que muitos torcedores entenderam como se eu tivesse direcionado um desabafo contra a torcida. Muito pelo contrário! Tenho convicção de que estamos devendo muito para o torcedor, principalmente depois de mais um resultado ruim em casa.

Peço desculpas se algum torcedor se sentiu atingido e espero ter desfeito qualquer mal entendido.”

Claudinei vê empate justo do Santos, critica calendário e não aponta culpados

Time caminhava para conquistar uma vitória sobre o Vasco na Vila Belmiro, mas acabou sofrendo gol de empate no último minuto

O técnico interino do Santos , Claudinei Oliveira, não gostou da atuação de sua equipe no empate com o Vasco, por 1 a 1, na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro. O treinador acredita que o time esteve abaixo do esperado e que, por esta razão, o resultado não pode ser considerado injusto.

“Acho que produzimos abaixo. Fomos bem nos primeiros 20, 25 minutos. Mas, hoje (quarta), nós não conseguimos manter a intensidade de outras partidas. O Vasco terminou a primeira etapa melhor do que a gente. No segundo tempo, o quadro não se reverteu. Não vínhamos bem até o gol. Depois, nós tivemos chances nos contra-ataques e não matamos. Tivemos oportunidades para definir (a vitória), só que não fizemos. É duro. Mas, pelo que foi o jogo, não adianta lamentarmos. O Vasco não merecia perder”, analisou Claudinei.

O comandante santista ainda aproveitou para evitar apontar culpados pelo tropeço em casa. Claudinei Oliveira crê que os santistas agora precisam focar ainda mais no trabalho, para que a equipe volte a ganhar no Campeonato Brasileiro.

O interino, porém, lamentou a falta de tempo para treinar os atletas com mais tranquilidade. “É complicado você recuperar os jogadores, atuando quarta e domingo. Temos pouco tempo e, por causa disso, não tem como você colocar os atletas treinando finalização, por exemplo. Além disso, as bolas que vieram não foram totalmente ‘limpas’. Acontece, mas não é questão de punir ninguém. Enfim, não temos que achar culpados. O que nos cabe é trabalhar para reverter esses insucessos”, concluiu.


Vídeos: Reportagem e (2) íntegra da disputa de pênaltis.

Mogi Mirim 1 x 1 Santos – 4 x 5 nos pênaltis

Data: 04/05/2013, sábado, 18h30.
Competição: Campeonato Paulista – Semifinal – Jogo único
Local: Estádio Romildão, em Mogi Mirim, SP.
Público: 16.645 pagantes
Renda: R$ 376.425,00
Árbitro: Flávio Rodrigues Guerra
Auxiliares: Hermam Brumel Vani e Danilo Ricardo Simon Manis
Cartões amarelos: Val, Tiago Alves e Roger Gaúcho (MM); Montillo e Renê Júnior (S).
Gols: Roni (44-1); Edu Dracena (31-2).
Pênaltis: Mogi Mirim: Tiago Alves, Roger Gaúcho, Wagninho e Val; Carlos Alberto, Juninho e Roni desperdiçaram. Santos: Cícero, André, Neymar, Léo e Edu Dracena; Miralles e Renê Júnior desperdiçaram.

MOGI MIRIM
Daniel; Caramelo, Tiago Alves, Lucas Fonseca e João Paulo (Juninho); Magal, Val, Roger Gaúcho e Wagner (Carlos Alberto); Roni e Henrique (Wagninho).
Técnico: Dado Cavalcanti

SANTOS
Rafael; Felipe Anderson, Edu Dracena, Durval e Léo; Renê Júnior, Arouca, Cícero e Montillo (André); Miralles e Neymar.
Técnico: Muricy Ramalho



No sufoco, Santos bate Mogi nos pênaltis e terá clássico na decisão

Agora, os santistas aguardam o vencedor da outra semifinal. São Paulo e Corinthians se enfrentam neste domingo, no Morumbi

No sufoco, o Santos precisou mais uma vez das cobranças de pênaltis para chegar à final do Campeonato Paulista. Após o empate com o Mogi Mirim, em 1 a 1, neste sábado, no Estádio Romildão, o Santos levou a melhor nas penalidades, ganhando por 5 a 4. Agora, os santistas aguardam o vencedor da outra semifinal. São Paulo e Corinthians se enfrentam neste domingo, às 16 horas (horário de Brasília), no Morumbi.

O jogo

O Santos começou a partida dando a impressão de que sufocaria o adversário. Tanto que, aos três minutos, o zagueiro Edu Dracena teve uma boa chance para marcar. Porém, o goleiro Daniel fez grande defesa, evitando o gol do time praiano.

Com o Santos pressionando nos primeiros minutos, o Mogi Mirim ainda viu o lateral-esquerdo João Paulo deixar o jogo, lesionado. Aos seis, Juninho entrou em seu lugar na equipe.Mas, após perder um de seus principais jogadores, o Sapão melhorou em campo. O Mogi passou a atacar mais, principalmente com o lateral Caramelo, pelo lado direito.

No entanto, os santistas continuavam perigosos e, aos 37, quase chegou ao seu primeiro gol. Neymar recebeu dentro da área e, de perna esquerda, tocou a bola para Miralles. O argentino tentou alcançar a bola com um ‘carrinho’, mas chegou atrasado na jogada e perdeu uma boa oportunidade para a equipe alvinegra.

O Santos voltou a levar perigo ao gol adversário, em cobrança de falta com o atacante Neymar. Aos 41, a Joia quase surpreendeu Daniel, batendo direto para a meta e exigindo mais uma boa intervenção do arqueiro do Mogi Mirim.

Só que este lance de Neymar, não foi o último antes do intervalo. Isto porque, o Sapão abriu o placar, pouco antes do intervalo. Aos 44, após boa jogada de Caramelo, Val cruzou na área, Roni se desvencilhou da marcação de Felipe Anderson e tocou de cabeça para o gol, sem chances para Rafael: 1 a 0 para o Mogi.

Na volta para a etapa complementar, o Peixe passou a tentar se impor perante o adversário. Aos nove, o técnico Muricy Ramalho perdeu o meia Montillo, que sentiu dores musculares na coxa esquerda, e colocou o centroavante André na sua vaga.

Mas os donos da casa continuavam perigosos e, aos 14, o Mogi Mirim quase ampliou a sua vantagem. Henrique recebeu dentro da área, fez o giro e chutou forte, para boa defesa de Rafael, que evitou o segundo gol do Mogi Mirim no duelo. Dois minutos após perder a chance de mais um gol, Henrique foi substituído por Wagninho, numa tentativa do técnico Dado Cavalcanti de ganhar mais velocidade para o contra-ataque.

Entretanto, na base da pressão, os santistas chegaram ao empate. Aos 31, Neymar cobrou falta na área, para cabeçada de Cícero, defendida por Daniel. Miralles aproveitou o rebote e cruzou para Edu Dracena cabecear e deixar tudo igual no placar: 1 a 1.

Após o gol de empate alvinegro, o treinador do Mogi mudou pela última vez. Aos 34, Wagner saiu para a entrada de Carlos Alberto. Nos minutos finais, Mogi e Santos pouco criaram. Com isso, a definição do primeiro finalista do Paulistão foi para as cobranças de pênaltis.

No primeiro chute, o argentino Miralles isolou. O zagueiro Tiago Alves converteu o pênalti a favor do Mogim Mirim. Na sequência, Cícero fez o gol e Rafael defendeu a cobrança de Carlos Alberto. Na terceira cobrança santista, Renê teve a sua penalidade defendida por Daniel, enquanto Roger Gaúcho converteu, recolocando os donos da casa na frente. No entanto, André fez o seu, com Juninho desperdiçando. Nas últimas cobranças da série, Neymar converteu e Wagninho também.

Léo e Edu Dracena, para o time praiano, marcaram nas batidas alternadas. Val marcou, mas Roni perdeu a sua cobrança, defendida por Rafael, que classificou o Peixe para a decisão do Estadual.

Herói mais uma vez, Rafael atribui rendimento nos pênaltis aos treinos

O camisa 1 do Santos pegou duas cobranças, das três desperdiçadas pelo Mogi Mirim e foi um dos responsáveis por levar o time à decisão do Paulistão 2013

O goleiro Rafael está se acostumando à rotina de herói do Santos. Nas quartas de final contra o Palmeiras, na semana passada, ele já havia defendido duas penalidades. Neste sábado, o camisa 1 pegou duas cobranças, das três desperdiçadas pelo Mogi Mirim e foi um dos responsáveis por levar o Santos à decisão do Paulistão 2013 . O jogador atribuiu o bom desempenho nos pênaltis aos treinos, no CT Rei Pelé.

“A gente treina bastante. Toda sexta-feira, eu treino pênaltis. A gente sempre treina com um dos melhores do Brasil e do mundo que é o Neymar, o André também bate bem. Nós treinamos muito, pois sabíamos da possibilidade para essas duas partidas (quartas e semifinal)”, contou Rafael.

O goleiro alvinegro ainda falou sobre a tática utilizada contra Roni, último cobrador do Sapão, na disputa de pênaltis. Rafael apontou para um canto e pulou para o outro, defendendo a penalidade e classificando o Santos para a decisão do Estadual.

“A gente tenta fazer alguma coisa diferente. O Roni bateu no último jogo naquele canto. Eu fiz isso para ele ver que eu tinha visto. Foi Deus quem me guiou para o lado certo”, disse o arqueiro, que não poupou elogios ao futebol apresentado pelo Mogi Mirim neste confronto.

“Eles estão de parabéns pela campanha. A gente passou por um time muito forte, por detalhes. É uma classificação muito importante. Agora, vamos para a final, que também será dificílima”, concluiu.

Neymar se emociona com quinta final seguida no Campeonato Paulista

Com a vitória nos pênaltis contra o Mogi Mirim, o Santos, mais uma vez, vai disputar a decisão do Campeonato Paulista

O atacante Neymar era um dos jogadores mais emocionados com a classificação do Santos para a final do Campeonato Paulista . Após a equipe praiana bater o Mogi Mirim, nas cobranças de pênaltis, o craque fez uma oração, ajoelhado no gramado, e depois falou sobre a sua felicidade por chegar a quinta decisão seguida estadual.

“Não é ritual, sou um cara cristão. Estava agradecendo a tudo que ele fez na minha vida. Ele (Deus) fez valer a sua vontade, com o Santos chegando a mais uma final”, disse Neymar, que cobrou o último pênalti da série inicial de cinco cobranças para cada lado.

“Esse caminho do meio-campo até a marca do pênalti, não é fácil. Dá uma ansiedade na barriga. Pedi a Deus que eu tivesse precisão e calma, para converter a penalidade contra o Mogim Mirim”, comentou o astro santista.

Sobre a vaga em mais uma final do Paulistão, Neymar comemorou bastante o objetivo alcançado pelo seu time, que busca o tetracampeonato. “É uma felicidade grande, um dia de muita alegria. Pela quinta vez na final do Paulistão. Graças a Deus não sei o que é ficar fora de uma final do Paulista”, desabafou.

O Santos espera o vencedor do clássico entre São Paulo e Corinthians, que será realizado neste domingo, às 16 horas (horário de Brasília), no Morumbi, para saber quem será o seu rival na disputa pelo título da competição.

Santos 4 x 2 Grêmio

Data: 08/07/2012, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 8ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 9.402 pagantes
Renda: R$ 224.775,00
Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE)
Auxiliares: José Wanderlei da Silva e Clóvis Amaral da Silva (ambos de PE).
Cartões amarelos: Tony, Souza, Kléber (G).
Gols: Edu Dracena, (26-1) e Felipe Anderson (38-1); Neymar (17-2), Felipe Anderson (24-2), Vilson (32-2) e Marquinhos (47-2).

SANTOS
Rafael; Bruno Peres, Edu Dracena (Bruno Rodrigo), Durval e Juan; Adriano, Arouca, Henrique e Felipe Anderson (Éwerthon Páscoa); Victor Andrade (Geuvânio) e Neymar.
Técnico: Muricy Ramalho

GRÊMIO
Marcelo Grohe; Vilson, Werley e Gilberto Silva; Tony (Gabriel), Fernando, Souza (Marquinhos), Marco Antônio (Marcelo Moreno) e Zé Roberto; Kleber.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo



Santos faz 4 a 2 no Grêmio e consegue a primeira vitória no Brasileirão

Time de Muricy Ramalho chegou a abrir quatro gols de vantagem e deixou a zona de rebaixamento

Se ainda não havia vencido no Brasileirão, o Santos quebrou a escrita com muitos gols. Neste domingo, na Vila Belmiro, fez 4 a 2 no Grêmio. Edu Dracena abriu o placar aos 27 minutos de jogo. Felipe Anderson ampliou aos 38. Neymar marcou o 3º aos 16 do segundo tempo e Felipe Anderson, aos 24, completou o placar. Vilson e Marquinhos ainda descontaram para os gaúchos, aos 32 e aos 47 minutos da etapa final

O primeiro tempo não foi de empolgar muito. Até os 20 minutos, nada aconteceu. Foi quando Neymar teve um gol corretamente anulado. O Santos acabou mostrando uma eficiência incrível. Dois chutes e dois gols. O Grêmio foi para o intervalo com uma produção quase nula. O goleiro Rafael só sujou as luvas para espantar uma bola levantada por Fernando para a área.

O Santos foi mais contundente na segunda etapa. Pressionou e construiu a goleada. Abriu 4 a 0 com facilidade. Ao Grêmio só restou fazer um gol de honra com Vilson. Marquinhos, já nos acréscimos, ainda marcou o segundo.

Os paulistas chegam a 9 pontos e deixam a zona de rebaixamento. O Grêmio fica com 12, fora do G4. Os dois times voltam a campo no domingo, 16h. O Santos visitará o Inter. O Grêmio, também fora de casa, enfrentará o Cruzeiro.

O jogo

O primeiro bom lance de ataque foi um gol – anulado. Aos 20 minutos, Neymar recebeu cruzamento e completou para o gol. Porém, estava impedido. Aos 23, a arbitragem poderia ter marcado um pênalti para o Santos quando Gilberto Silva empurrou o zagueiro Edu Dracena.

O gol do Santos veio aos 27. Cobrança de escanteio, Neymar dividiu com a zaga e a bola sobrou para Edu Dracena, que conseguiu empurrar para o gol. 1 a 0. O Grêmio reclamou de falta do atacante na origem do lance. Poderia ter sido marcada uma ‘carga’ de Neymar.

Os gaúchos só foram assustar aos 34 minutos. Fernando cobrou falta, a bola passou por todo mundo, e Rafael soqueou para afastar o perigo. Quatro minutos depois veio o segundo gol do Santos: Felipe Anderson acertou belo giro da entrada da área. Bola no ângulo do goleiro Marcelo. 2 a 0.

Mais um lance polêmico no primeiro minuto do segundo tempo.Após a cobrança de escanteio a bola ia entrando no gol do Santos quando Felipe Anderson salvou. Mesmo na repetição do lance ficou difícil definir se a bola entrou. Aos 16, o Santos não teve dúvida: a cobrança de escanteio achou a cabeça de Neymar: 3 a 0.

O Santos caracterizou a goleada aos 24 minutos. Felipe Anderson cobrou falta sem ângulo, a bola desviou em Marcelo Moreno e traiu o goleiro Marcelo Grohe. 4 a 0. O Grêmio conseguiu diminuir a vantagem aos 32. Após cobrança de falta, a bola sobrou livre para o zagueiro Vilson fazer o gol de honra. Aos 42, Kleber deu um toque no ângulo, Rafael deu um tapinha e a bola ainda tocou na trave. Marquinhos ainda fez o 2º gol do grêmio aos 47 minutos.

Após críticas, Muricy elogia Felipe Anderson e pede regularidade

Técnico do Santos diz que jovem repetiu atuações de jogos com a seleção brasileira, mas usa craque como comparação e avisa: “Neymar é Neymar porque joga sempre bem”

O técnico Muricy Ramalho teve dois motivos para comemorar após o jogo deste domingo na Vila Belmiro: a vitória (4 a 2 no Grêmio), a primeira do Santos no Campeonato Brasileiro, e a boa atuação do meia Felipe Anderson, mas que foi bastante criticado em outras partidas. O jovem é um dos candidatos a substituir Ganso, isso caso o camisa 10 não cumpra o contrato e saia do time alvinegro.

Depois ter se sagrado campeão de um torneio quadrangular com a seleção brasileira Sub-20 na Argentina, Felipe Anderson finalmente jogou como Muricy pedia que ele fizesse no Santos. Marcou dois gols e cobrou os escanteios dos outros dois, feitos por Edu Dracena e Neymar.

“Todo mundo fala que ele (Muricy) me cobra muito e acho que hoje (domingo), graças a Deus, eu consegui jogar como o professor quer”, disse Felipe Anderson, que tem apenas 19 anos e veio da base santista. “Agora vou continuar trabalhando para aproveitar as oportunidades.”

Confira ainda: Santos faz 4 a 2 no Grêmio e consegue a primeira vitória no Brasileirão

Muricy disse que só cobra muito de Felipe Anderson porque vê nele potencial para ser um grande jogador. “Já na seleção brasileira no torneio da Argentina, ele tinha jogado bem. Felipe tem de jogar sempre como jogou hoje (domingo). Só de vez em quando não adianta. Neymar é Neymar porque joga sempre bem”, disse o treinador.

Apesar de ter elogiado o comportamento do time na vitória por 4 a 2, Muricy disse que vai pedir reforços de ponta para a diretoria, porque o cenário atual não é o ideal. “Perdemos vários jogadores e fui obrigado a lançar os meninos. Eles ainda não estão prontos e o Campeonato Brasileiro é muito pesado”, afirmou.

O treinador também confirmou que decidiu antecipar a renovação de contrato com o Santos. “Estou contente aqui e não sou de jogar a toalha”, afirmou Muricy, referindo-se a eliminação santista diante do Corinthians nas semifinais da Libertadores.

Muricy não interfere na situação de Ganso, mas espera que siga no Santos

Apesar da primeira vitória, treinador não vê o time em condições de brigar pelo título do Brasileirão

Sem acordo para a renovação de contrato, o meia Paulo Henrique Ganso pode deixar o Santos. O técnico Muricy Ramalho disse que não vai interferir nessa situação, mas espera seguir contando com o jogador.

“Não me meto nas coisas das pessoas sou técnico do time, treino os jogadores. Ganso foi um caso que nós fizemos ele trabalhar, estamos cuidando pra seleção. Problema dele é ele vir e falar. Tomara que ele vá pra Olimpíada e volte jogador do Santos”, disse.

O treinador também não se empolgou muito coma primeira vitória no Brasileirão. O Santos derrotou o Grêmio por 4 a 2, na Vila Belmiro.

“Com esse cenário, não. Tem que mudar o cenário. Vamos perder nossos principais jogadores. Faltam muitos jogadores. Estamos lançando jogadores em momentos que não deveríamos. Eles não estão prontos ainda. A diretoria sabe disso”, respondeu sobre a s chances de brigar pelo título.

Com 8 pontos, o Santos deixou a zona de rebaixamento. Porém, está 10 pontos atrás do líder Fluminense. No próximo domingo será a vez de visitar o Internacional, em Porto Alegre.

Santos 2 x 2 Coritiba

Data: 24/06/2012, domingo, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 6ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 5.120 pagantes
Renda: R$ 106.013,00
Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez (Fifa-RJ)
Auxiliares: Ediney Guerreiro Mascarenhas e Marco Santos Pessanha (Ambos do RJ)
Cartões amarelos: Léo e Edu Dracena (S); Sérgio Manoel, Everton Ribeiro, Emerson, Everton Costa e Chico (C).
Gols: Edu Dracena (31-1); Rafinha (03-2), Neymar (25-2) e Lincoln (29-2).

SANTOS
Rafael; Henrique, Edu Dracena, Durval e Léo; Adriano (Maranhão), Arouca e Elano; Alan Kardec, Borges (Felipe Anderson) e Neymar
Técnico: Muricy Ramalho

CORITIBA
Vanderlei; Jonas, Pereira, Emerson e Chico; William, Sergio Manoel (Junior Urso), Rafinha e Everton Ribeiro (Lincoln); Roberto (Robinho) e Everton Costa
Técnico: Marcelo Oliveira



Após eliminação na Libertadores, Santos só empata com o Coritiba

Com o resultado, o time da Vila Belmiro segue na zona de rebaixamento do Brasileiro

O Santos se mostrou ainda abatido pela eliminação na Libertadores da América e, em uma apresentação burocrática, não passou de um empate em 2 a 2, na Vila Belmiro, diante do Coritiba, pelo Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o Santos segue na zona de rebaixamento, com quatro pontos ganhos. O Coritiba, com sete pontos, ocupa a 11ª colocação.

O Santos abriu o placar aos 31 minutos, com Edu Dracena aproveitando cruzamento perfeito de Elano para subir no segundo pau e desviar para o fundo das redes. Depois do intervalo, o Coxa rapidamente empatou, aos três minutos, com Rafinha, que recebeu de Éverton Ribeiro e tocou na saída do goleiro para marcar. Neymar, aos 25 minutos, aproveitando cobrança de falta de Elano, empurrou para o gol. De pênalti, Lincoln, aos 29 minutos, fechou a contagem.

Na próxima rodada, o Santos enfrenta a Portuguesa, no domingo, no Estádio do Canindé, em São Paulo. Já o Coritiba terá pela frente, no mesmo dia, o Sport Recife, no Estádio Couto Pereira, em Curitiba.

O jogo

Eliminado na Libertadores, o Santos entrou com a equipe titular, focada agora na única competição que restou no ano. O Coxa, por sua vez, embalado pela final da Copa do Brasil, decidiu entrar com boa parte dos titulares e a improvisação de Chico na lateral. Com a bola rolando, bastante equilíbrio nos primeiros movimentos, com o jogo franco.

A primeira grande oportunidade surgiu aos três minutos para o time alviverde, com Everton Costa, que desviou na área e viu a bola relar o travessão antes de sair. Na resposta, bom lançamento para Elano, que arrematou em cima do goleiro. Aos 10 minutos, Elano cobrou falta colocada e a bola passou próxima do ângulo, mas para fora.

Depois da correria inicial, o ritmo caiu na Vila. Aos 16 minutos, Everton Costa partiu para a jogada individual, chegou ao fundo do campo e cruzou errado, sem força. O Peixe tentava chegar na base dos lançamentos em profundidade. Aos 20 minutos, Borges recebeu de Neymar na área e praticamente recuou para Vanderlei.

O Coxa marcava bem, mas tocava demais a bola, sem forçar o ataque. Aos trancos e barrancos, Neymar partiu com a bola, aos 25 minutos, e perdeu a para a defesa. Até que, aos 31 minutos, Elano levantou na medida para Edu Dracena cabecear para o fundo das redes. O Alviverde não se abateu com o gol tomado, mas continuava pouco efetivo no ataque. Everton Costa recebeu dois passes açucarados, aos 39 aos 42 minutos e, em ambas as oportunidades, chutou torto.

Na segunda etapa, o Santos voltou com Maranhão no lugar de Adriano. Mas, quem mostrou estar ligado foi o meia Rafinha, que aos três minutos recebeu cruzamento de Everton Ribeiro e encheu o pé para balançar as redes e deixar tudo igual no placar. Aos 13 minutos, bom levantamento na área paulista e Rafael deixou a meta para interceptar.

O Santos voltou a levar perigo aos 14 minutos, após cruzamento de Elano e desvio de Alan Kardec para grande defesa de Vanderlei, que espalmou para escanteio. O jogo era movimentado e equilibrado, com boa parte das ações no meio campo. Everton Costa encontrou Jonas entrando por de trás da defesa, aos 22 minutos, e o árbitro marcou o impedimento.

Apagado, Neymar apareceu na hora de definir. Aos 25 minutos, Elano cobrou falta e o atacante apareceu com oportunismo para desviar para as redes e marcar. A comemoração durou pouco. Rafinha foi derrubado na área, aos 28 minutos, e o árbitro anotou o pênalti. Na cobrança, Lincoln não desperdiçou. A principal jogada do Peixe era a bola parada de Elano. Aos 40 minutos, o meia levantou e Neymar tocou para defesa de Vanderlei. Em lance polêmico, Pereira balançou as redes, aos 43 minutos, e o árbitro viu impedimento.