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Santos 2 x 0 Juan Aurich

Data: 22/03/2012, quinta-feira, 22h00.
Competição: Copa Libertadores – Grupo 1 – 4ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 24.436 pagantes, 26.829 total.
Renda: R$ 926.000,00
Árbitro: Patrício Loustau (ARG)
Auxiliares: Diego Bonfa e Javier Uziga (ambos da ARG)
Cartões amarelos: Arouca (S); Zúñiga, Rojas e Ugaz (JA).
Gols: Edu Dracena (15-1); Neymar (13-2).

SANTOS
Rafael; Fucile, Edu Dracena, Durval e Juan; Henrique, Arouca, Ibson (Elano) e Paulo Henrique Ganso; Neymar e Borges.
Técnico: Muricy Ramalho

JUAN AURICH-PER
Penny; Minaya, Fleitas e Contreras; Ugaz (Molina), Rojas, Ortiz (Valencia), Cueto, Kahn e Quina; Zúñiga (Tejada).
Técnico: Diego Edisón Umaña



Temporal e apagão atrapalham, mas Santos vence e assume liderança

Com gols de Edu Dracena e Neymar, o time brasileiro derrotou o Juan Aurich por 2 a 0, nesta quinta-feira, no Pacaembu

A forte chuva que caiu em São Paulo atrapalhou o espetáculo. Mesmo assim, o Santos não teve dificuldades para vencer o Juan Aurich por 2 a 0, nesta quinta-feira, no Pacaembu. Durante o intervalo da partida, dois refletores do estádio apagaram e o segundo tempo do jogo, que começou às 22h, foi iniciado apenas às 23h34.

Por conta do problema, muitos torcedores santistas que precisavam utilizar o transporte público foram embora antes da etapa final começar e não viram o gol marcado pelo atacante Neymar – o zagueiro Edu Dracena abriu o placar no primeiro tempo.

Com o resultado, o Santos assumiu a liderança do Grupo 1 da Copa Libertadores, com nove pontos ganhos em quatro partidas. Agora, no próximo dia 4 de abril, a equipe da Vila Belmiro encara o vice-líder Internacional, em Porto Alegre.

O jogo

Apesar de ter torcido o tornozelo em treinamento na última quarta-feira, o atacante Neymar começou a partida infernizando a marcação do time peruano e mostrou estar 100% mesmo após levar duas entradas violentas.

Debaixo de muita chuva, o time do litoral buscou o ataque desde o primeiro minuto e não demorou muito para abrir o placar. Aos 15 minutos, Ibson cobrou escanteio, Neymar cabeceou rente à primeira trave, o goleiro Penny rebateu, Edu Dracena empurrou para dentro e fez a festa da torcida que esteve em bom número no Pacaembu.

Depois do gol, a equipe do técnico Muricy Ramalho diminuiu o ritmo. Mesmo assim, o Juan Aurich não conseguiu ameaçar a meta defendida por Rafael e ficou preocupado apenas em marcar os jogadores brasileiros e seguiu abusando das jogadas violentas.

“Foi um primeiro tempo de muita pancadaria. Se a gente não ficar esperto, vamos ter um jogador machucado”, alertou Neymar, na saída para o intervalo.

Quando os jogadores do Santos retornavam para o segundo tempo, duas torres de iluminação situadas acima das tribunas do Pacaembu se apagaram. Por recomendação do quarteto de arbitragem, ambos os times retornam aos vestiários.

Como a etapa final começou apenas às 23h34, muitos torcedores do Santos que precisavam utilizar o transporte público foram embora durante o prolongado intervalo.

Com o gramado encharcado, o time brasileiro encontrou dificuldades para pressionar o adversário. Por isso, aos cinco minutos, Neymar arriscou a bomba de longa distância. Na sequência, foi a vez de Henrique chutar de muito longe e assustar o goleiro Penny.

Aos 12, Paulo Henrique repetiu a estratégia. O camisa 10 bateu de longe no ângulo e exigiu boa defesa do arqueiro peruano. Um minuto depois, Borges invadiu a área e rolou para Neymar bater de primeira no canto e ampliar a vantagem santista: 2 a 0.

Apesar do segundo gol, o time de Muricy Ramalho não abdicou do ataque e criou outras oportunidades para marcar. Na melhor delas, aos 31, Neymar fez boa jogada e acertou um cruzamento perfeito para Borges, completamente, perder o gol feito.

Bastidores – Santos TV:

Neymar reclama das faltas sofridas e diz que poderia estar no hospital

Mesmo sendo caçado em campo, o atacante do Santos brilhou e marcou o segundo gol da vitória contra o Juan Aurich

Um dia após torcer o tornozelo e deixar o treinamento chorando, o atacante santista Neymar sofreu várias faltas violentas durante a vitória de 2 a 0 contra o Juan Aurich, nesta quinta-feira, no Estádio do Pacaembu.

“Eu estou saindo de campo pior do que ontem. Se não tivesse pulado umas cinco vezes, estaria agora no hospital”, reclamou o craque.

No intervalo da partida, inclusive, o camisa 11 do Santos já tinha reclamado da postura violenta do time peruano.

“Foi um primeiro tempo de muita pancadaria. Se a gente não ficar esperto, vamos ter um jogador machucado”, alertou.

Apesar do susto no último treino, Neymar começou a partida infernizando a marcação adversária e mostrou estar 100% após levar duas entradas violentas antes do time da Vila Belmiro abrir o placar, aos 15 minutos do primeiro tempo.

Mesmo abusando das faltas violentas para evitar as jogadas de ataque do time brasileiro, o Juan Aurich terminou a partida com 11 jogadores. O árbitro argentino Patrício Loustau mostrou o cartão amarelo apenas para três jogadores da equipe peruana.

Santistas lamentam campo molhado, mas exaltam vitória e liderança

O meio-campista Ibson e o zagueiro Edu Dracena elogiam a atuação equipe do Santos, mesmo com o temporal que caiu no Pacaembu

O temporal que caiu na cidade de São Paulo na noite desta quinta-feira atrapalhou bastante a vitória do Santos sobre o Juan Aurich por 2 a 0, no Pacaembu. Além de contar com o apação dos refletores do estádio, os santistas admitiram, após a partida, que o campo pesado, cheio de poças, foi um fator que dificultou a atuação da equipe de Muricy Ramalho.

“Com a chuva e o campo molhado tudo ficou mais difícil, mas a gente soube tocar bem a bola e conseguimos fazer os gols. O Santos vem em uma crescente boa, a gente vem adquirindo força física e ritmo de jogo”, disse o meia Ibson, exaltando a atuação da equipe santista.

Já o zagueiro Edu Dracena, autor do primeiro gol do Santos na partida, comentou acerca dos fatores que atrapalharam o jogo e ressaltou a importância da bola parada na vitória desta quinta-feira

“Tive a felicidade de ajudar a equipe. A bola parada resolveu. O campo molhado e a proposta de jogo do time peruano atrapalharam o espetáculo, mas o importante foi vencer e assumir a liderança”, afirmou o capitão da equipe do Santos.

Com a vitória sobre o Juan Aurich, o Santos chegou aos nove pontos e assumiu a ponta do grupo 1 da Libertadores. O próximo compromisso da equipe de Muricy Ramalho acontece no dia 4 de abril e é uma pedreira. A equipe da baixada santista vai a Porto Alegre para enfrentar o Internacional.

Santos 2 x 3 São Paulo

Data: 18/03/2012, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 14ª rodada
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo, SP.
Público: 31.085 pagantes
Renda: R$ 1.115.902,00
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (SP)
Auxiliares: Alberto Poletto Masseira (SP) e Alex Alexandrino (SP)
Cartões amarelos: Cícero (SP); Adriano, Ibson, Durval, Rafael, Paulo Henrique e Felipe Anderson (S).
Cartão vermelho: Rodrigo Caio (SP).
Gols: Casemiro (08-1); Edu Dracena (05-2), Luis Fabiano (19-2, de pênalti), Neymar (31-2), e Lucas (41-2).

SÃO PAULO
Denis; Rodrigo Caio, Paulo Miranda, Rhodolfo e Cortez; Denílson, Casemiro, Cícero e Jadson (Piris) ; Lucas e Luis Fabiano (Edson Silva).
Técnico: Emerson Leão.

SANTOS
Rafael; Fucile, Edu Dracena, Durval e Paulo Henrique (Alan Kardec); Adriano (Felipe Anderson), Arouca, Ibson (Elano, intervalo) e Ganso; Neymar e Borges.
Técnico: Muricy Ramalho.



Em clássico emocionante, São Paulo vence Santos no Morumbi

Com um jogador a menos, equipe conseguiu marcar no final e vencer a partida por 3 a 2

Emoção, falhas e muitos gols marcaram a vitória são-paulina no clássico deste domingo contra o Santos. O gol da vitória de 3 a 2, no Morumbi, foi marcado aos 41 minutos do segundo tempo por Lucas. Com o resultado, o time assume a vice-liderança do Campeonato Paulista, atrás do Palmeiras e empatado em número de pontos com o Corinthians.

Melhor desde o início do jogo, o São Paulo conseguiu anular Neymar pelo menos no primeiro tempo. Na segundo etapa, o santista conseguiu marcar o segundo gol do empate santista e viu seu marcador, o zagueiro Rodrigo Caio, ser expulso após fazer falta no astro.

Mesmo com um jogador a menos, o São Paulo dominou a partida na maioria do tempo. Casemiro, Luis Fabiano e Lucas fizeram os gols da vitória.

O clube do Morumbi volta a jogar pelo Campeonato Paulista no próximo domingo contra o Mirassol. Já o Santos enfrenta o Bragantino no mesmo dia.

O jogo

O São Paulo começou o clássico melhor que o rival. Com forte marcação no meio-campo, conseguiu anular o Santos. A bola não chegava em Neymar, que pouco conseguia fazer.

Com velocidade e bom toque de bola, o time do Morumbi criava jogadas e ameaçava os santistas. Aos 9 minutos, conseguiu abrir o placar com Casemiro. O volante chutou de fora da área. A bola bateu em Edu Dracena e enganou o goleiro Rafael.

Com a vantagem o São Paulo seguiu atacando. O time do técnico Emerson Leão conseguiu brecar os avanços santistas já no meio de campo. A bola quase não chegava a Neymar, que precisava recuar para participar da partida.

Foi assim aos 26 minutos, quando o atacante santista dominou a bola e sofreu falta de Rodrigo Caio. O zagueiro são-paulino levou cartão amarelo por ter puxado a camisa de Neymar.

Logo depois houve a primeira chance de gol do Santos na partida. Aos 30 minutos, após cobrança de falta de Ganso, Borges chutou de primeira. A bola foi no canto esquerdo de Denis, que conseguiu fazer a defesa. Foi o melhor que conseguiu o Santos no primeiro tempo.

Na segunda etapa, o time da Vila Belmiro começou melhor a partida. Após ver o São Paulo dominar o primeiro tempo, com pelo menos 10 chances de gol criadas, os santistas conseguiram atacar e ter mais posse de bola.

Aos 6 minutos, o Santos chegou ao empate, após cobrança de escanteio. Elano tocou na área e Denis falhou. A bola sobrou para Edu Dracena marcar o gol.

Dois minutos depois, os santistas tiveram outra boa notícia. Rodrigo Caio que conseguia, até então, anular Neymar foi expulso. O zagueiro levou o segundo cartão amarelo justamente após fazer uma falta no astro santista.

Mesmo com um jogador a menos em campo, o São Paulo conseguia ameaçar os santistas. Em uma jogada de contra-ataque, Luis Fabiano entrou na área em velocidade e foi derrubado por Denis. O juiz marcou pênalti, que foi convertido pelo atacante são-paulino.

Perdendo, mas com um jogador a mais, o Santos conseguiu reagir, com gol de Neymar. Após passe de Alan Kardec, o atacante driblou o goleiro e tocou para o gol.

O São Paulo não se acomodou com o empate e continuou buscando o gol. Faltando quatro minutos para o termino do tempo regulamentar, Lucas invadiu a área, tocou para Cortez. O lateral chutou cruzado e a bola bateu no travessão. No rebote, Lucas marcou e acabou com o jogo.

Santos 6 x 1 Ponte Preta

Data: 25/02/2012, sábado, 18h30.
Competição: Campeonato Paulista
Local: Arena Barueri, em Barueri, SP.
Público: 10.252 pagantes
Renda: R$ 221.556,00
Árbitro: Marcelo Rogério
Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo
Adicionais: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza e Vinicius Furlan
Cartões amarelos: Durval e Neymar (S); Xaves, Guilherme e Cicinho (PP).
Cartões vermelhos: Cicinho, Guilherme e Renato Cajá (PP)
Gols: Neymar (27-1), Ganso (34-1); Uendel (06-2), Ferron (11-2, contra), Edu Dracena (13-2), Edu Dracena (23-2) e Neymar (32-2).

SANTOS
Rafael; Fucile (Crystian), Edu Dracena, Durval e Juan; Henrique (Alan Kardec), Arouca, Ibson (Elano) e Paulo Henrique Ganso; Neymar e Borges
Técnico: Muricy Ramalho

PONTE PRETA
Lauro; Guilherme, Ferron, Gian e Uendel; Xaves (Willian Magrão), João Paulo, Cicinho e Renato Cajá; Rodrigo Pimpão (Enrico) e Leandrão (Gerson)
Técnico: Gilson Kleina



Santos dá show e goleia a Ponte Preta por 6 a 1 na Arena Barueri

Inspirado, Neymar comanda vitória do time santista, que sobe para a terceira posição do Campeonato Paulista

O Santos confirmou a boa fase e mostrou que está retomando o mais alto nível de suas atuações. A prova disso foi a vitória goleada aplicada sobre a Ponte Preta, neste sábado, na Arena Barueri, por 6 a 1.

Com a vitória, o Santos sobe provisoriamente para a terceira colocação, com 21 pontos, aguardando o complemento da atual rodada do Campeonato Paulista. A Ponte Preta fecha o grupo dos oito primeiros da competição, com 15 pontos ganhos.

Na próxima rodada, o Santos visita o Guarani, na quarta-feira, às 19h30 (horário de Brasília), no Brinco de Ouro da Princesa. O time não poderá contar com Neymar (suspenso), Ganso e Rafael, convocados para a seleção brasileira para o amistoso com a Bósnia-Herzegovina, na próxima terça, na Suíça, e Fucile, que irá defender o Uruguai contra a Romênia. A Ponte visita o Botafogo-SP, na próxima quinta, em Ribeirão Preto.

O jogo

Embalado pela sequência de quatro vitórias consecutivas, o Santos começou a partida criando boas chances de gol. A primeira da equipe aconteceu aos 11 minutos, quando Neymar fez grande lance individual e serviu Ibson. Mas o volante não conseguiu deslocar o goleiro Lauro, que fez a defesa e evitou que o placar fosse aberto.

No minuto seguinte, a Ponte Preta assustou com Cicinho cruzando para Leandrão, livre dentro da grande área, após se antecipar a zaga santista, desperdiçar a oportunidade mandando a bola por cima do gol de Rafael.

Depois dessas duas chances, o ritmo dos dois times diminuiu e o confronto ficou um pouco mais lento. Isto até a estrela de Neymar brilhar. Aos 27, o atacante recebeu a bola na intermediária e soltou a bomba, que fez uma curva antes de entrar no ângulo direito de Lauro e abrir o marcador para o Santos.

Mais leve após o gol, o ataque do Santos passou a incomodar com mais intensidade a defesa adversária. Só que aos 34, a Ponte não conseguiu evitar o segundo gol santista. Neymar iniciou o lance, com um “chute no ar”, antes de tocar para Borges. O centroavante batalhou pela bola dentro da área e foi travado na hora do arremate. Porém, a bola sobrou limpa para o meia Paulo Henrique Ganso apenas completar para o fundo das redes, ampliando a vantagem de sua equipe.

Inspirado, Neymar quase possibilitou a Borges deixar a sua marca, na sequência. Aos 36, ele fez grande jogada e, enganando a marcação adversária, rolou para o camisa 9 chutar para fora a chance do terceiro gol do time da Vila Belmiro, antes do intervalo.

Na volta para o segundo tempo, o técnico da Ponte Preta, Gilson Kleina, promoveu uma alteração no seu time. O volante Xaves, pendurado com um cartão amarelo, foi substituído por Willian Magrão. Com mais disposição ofensiva, a Ponte diminuiu aos seis minutos, quando Renato Cajá encontrou o lateral Uendel, cara a cara com Rafael, para anotar o primeiro gol de sua equipe.

Só que o Santos voltou a carga e ampliou aos 11. Neymar cobrou escanteio, Borges subiu de cabeça e Lauro defendeu parcialmente. Mas no rebote, a zaga campineira se complicou e Guilherme chutou a bola, que tocou em Ferron e foi para o fundo das redes da Ponte Preta.

Dois minutos depois, Neymar outra vez na bola parada caprichou na cobrança de falta, encontrando a cabeça de Edu Dracena, que balançou as redes anotando o quarto tento do Santos na partida.

Com a desvantagem, a Ponte Preta ficou nervosa em campo e viu Cicinho ser expulso aos 16, após falta dura em Neymar. O jogador já tinha cartão amarelo e recebeu o segundo, originando o cartão vermelho.

Sem encontrar mais resistência no seu oponente, o Santos passou a tentar aumentar a goleada. Neymar, aos 19, quase marcou o seu segundo no jogo, concluindo de bicicleta um bom cruzamento de Juan para a área.

No entanto, o quinto gol santista não demorou para acontecer. Aos 22, Neymar bateu escanteio na medida para Dracena, mais uma vez, deixar a sua marca na Arena Barueri: 5 a 1.

Descontrolados, os campineiros perderam Guilherme, aos 24, expulso após agressão sobre Neymar, na lateral do campo.

Com facilidade, o Santos ampliou aos 32. Após uma bela assistência de Ganso para Neymar, o camisa 11 tocou por cima de Lauro e fez o sexto, para a alegria de sua torcida, que compareceu em bom número a Arena Barueri.

Antes do apito final, o meia Renato Cajá perdeu a cabeça e, depois de uma falta dura no meio-campo, aos 36 minutos, também recebeu o cartão vermelho da arbitragem.

Mirassol 1 x 3 Santos

Data: 18/02/2012, sábado, 18h30.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 8ª rodada
Local: Estádio José Maria de Campos Maia, em Mirassol, SP.
Público: 8.140 pagantes
Renda: R$ 342.150,00
Árbitro: Philippe Lombard
Auxiliares: Giulliano Neri Colisse e William Rogério dos Santos Turola
Adicionais: Guilherme Ceretta de Lima e Thiago Luis Scarascati
Cartões amarelos: Sérgio Manoel, Márcio Careca, Acleisson, Xuxa, Gilsinho e Eric (M); Paulo Henrique Ganso, Neymar e Aranha (S).
Cartão vermelho: Esley (M).
Gols: Juan (12-1); Borges (02-2, de pênalti), Preto (07-2) e Edu Dracena (19-2).

MIRASSOL
Fernando Leal; Eric, Matheus Ferraz, Dezinho e Márcio Careca (Samuel); Sérgio Manoel (Acleisson), Alex Silva, Gilsinho (Esley) e Xuxa; Malaquias e Borebi.
Técnico: Ivan Baitello

SANTOS
Aranha; Fucile, Edu Dracena, Durval e Juan; Henrique, Arouca, Ibson (Elano) e Paulo Henrique Ganso (Felipe Anderson); Neymar e Borges (Dimba).
Técnico: Muricy Ramalho



Santos vence o Mirassol por 3 a 1 com grande atuação de Juan e Ganso

Lateral estreou bem e abriu o placar para o time da Vila. Borges desencantou e marcou o primeiro em 2012

Sem dificuldades, e apresentando um bom futebol, o Santos foi a Mirassol e derrotou o time da casa por 3 a 1 neste sábado. Superior do início ao fim, o clube da baixada teve um gol marcado pelo estreante Juan, que foi um dos melhores em campo graças às investidas corajosas ao campo de ataque e às tabelas com o igualmente inspirado Paulo Henrique Ganso.

O próprio lateral esquerdo abriu o placar, aos 12 minutos do primeiro tempo, no momento em que o Santos criava jogadas uma atrás da outra. Logo no início da segunda etapa, Borges aumentou a vantagem de pênalti e anotou seu primeiro gol na temporada. O Mirassol reagiu cinco minutos depois, com Preto, se aproveitando do erro de marcação de Ibson. O terceiro gol do time da Vila foi marcado após cobrança de falta de Elano e cabeceio do capitão Edu Dracena.

Com a vitória no estádio José Maria Maia, o Santos chegou aos 15 pontos e se firmou na quinta posição do Estadual. Já o Mirassol teve sua sequência de três jogos sem derrota interrompida e continuou com 9 pontos, caindo para a 13ª colocação no Campeonato Paulista.

O jogo

Além da força ofensiva pelo lado esquerdo, com o inspirado estreante Juan avançando com eficiência, outro ponto positivo do Santos no primeiro tempo do duelo foi a consistência da defesa, marcando forte na saída de bola do Mirassol e sabendo fazer o desarme. Nesse sentido, Arouca foi um dos principais personagens do Peixe nos primeiros minutos de bola rolando.

O embate começou morno no interior paulista, talvez pelo sol forte, pelo termômetro na casa dos 40º e pelo Hino Nacional executado ao som de viola caipira antes do apito inicial. Nenhum dos times tentava avançar e os atacantes adversários eram presas fáceis para as duas defesas.

Perigo de gol ocorreu mesmo em lances idênticos, um para cada lado. Ganso fez ótima enfiada de bola para o estreante Juan, que desceu com liberdade e cruzou em cima de Eric, aos dois minutos. O escanteio do Santos não deu em nada e o Mirassol foi ao ataque com Xuxa, que lançou para Márcio Careca, mas viu Durval fazer o corte preciso.

Três minutos depois, Neymar puxou o time do Santos para o campo de ataque, fintou um defensor e tocou para Ganso. O camisa 10 serviu Arouca, que esperou a passagem e lançou Juan em velocidade. Outra vez a jogada não deu em nada, mas o lateral esquerdo já exibia sua marca registrada, que são as excelentes investidas ao campo de ataque.

A coragem de Juan para avançar daria resultado aos 12 minutos do primeiro tempo, quando Ganso tinha a bola dominada no meio-campo e pensou bastante no que fazer até servir Juan. O camisa 3 fintou Eric, avançou e bateu forte, no ângulo de Fernando Leal. O lateral esquerdo era um dos mais ativos do Santos no ataque e já marcou gol na estreia.

O gol naturalmente diminuiu o ritmo do Santos, que executava uma marcação forte e sabia o momento de pressionar. O jogo acabou voltando ao marasmo dos minutos iniciais e o Mirassol tentava sair, sem sucesso e sem espaços.

Aos 29, o primeiro cartão amarelo ocasionado por falta em Neymar: Fucile recebeu a bola do lado direito do ataque do Santos e serviu o camisa 11, que tinha marcação dupla e, ousado, resolveu passar no meio dos dois. Não conseguiu, pois Sérgio Manoel paralisou a jogada com falta e tomou cartão. Logo em seguida, o volante foi substituído pelo experiente Acleisson, que melhorou a marcação do Mirassol e deu mais liberdade para Xuxa, que completava 105 partidas pelo time do interior, avançar. Minutos mais tarde, como última alternativa, Márcio Careca deu entrada dura em Neymar e também foi para o vestiário pendurado.

O segundo tempo foi disputado em alto nível na cidade de Mirassol, pois os times resolveram se lançar à frente sem medo. Logo aos dois minutos, Ganso recebeu o lançamento de Juan para chapelar Acleisson, que simplesmente deu um tapa na bola para evitar o avanço do maestro do Peixe. Pênalti marcado e cobrança executada com perfeição por Borges, no canto direito de Fernando Leal, para marcar seu primeiro gol na temporada.

Um erro defensivo bisonho do Santos, apenas cinco minutos depois, acabaria resultado em gol do Mirassol. Borebi recebeu a bola no contra-golpe armado pela equipe e viu Ibson cair no chão após a tentativa de drible. Henrique também vacilou e a bola acabou sobrando para Preto, que diminuiu o placar para o Mirassol e prometeu colocar fogo no jogo.

Quem o fez, no entanto, foi Elano, que entrou no time com a intenção de recuperar a vaga de titular e serviu uma bola para Neymar logo no primeiro toque. O camisa 11 foi derrubado por Gilsinho e a falta foi marcada na lateral da grande área. Elano cobrou a falta sofrida por Neymar com perfeição e viu Edu Dracena encostando na primeira trave. Entre dois adversários, o capitão do Peixe cabeceou para o fundo das redes de Fernando Leal, aumentando a conta.

América-MG 1 x 2 Santos

Data: 21/09/2011, quarta-feira, 20h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 25ª rodada
Local: Estádio Parque do Sabiá, em Uberlândia, MG.
Árbitro: Jean Pierre Gonçalves Lima (RS)
Assistentes: Júlio César Rodrigues Santos (RS) e Marcelo Bertanha Barison (RS).
Cartões amarelos: Marcos Rocha e Anderson (A); Adriano e Neymar (S).
Gols: Borges (16-2), Kempes (21-2) e Edu Dracena (33-2).

AMÉRICA-MG
Neneca; Micão, Anderson (Rodriguinho) e Preto; Leandro Ferreira, Marcos Rocha, Glauber, Irênio (Luciano) e Gilson; Kempes e André Dias (Fábio Júnior)
Técnico: Givanildo Oliveira

SANTOS
Rafael; Danilo, Edu Dracena, Durval e Léo; Adriano, Arouca e Ibson (Pará); Alan Kardec (Felipe Anderson), Borges (Bruno Aguiar) e Neymar
Técnico: Muricy Ramalho



Santos não brilha, mas bate lanterna América-MG e mantém embalo

Borges e Edu Dracena fizeram gols de cabeça e mantiveram a boa fase do time paulista, mesmo fora de casa

O Santos ampliou a sua série invicta no Campeonato Brasileiro para oito partidas. Sem apresentar um futebol brilhante, o time da Vila Belmiro fez o necessário para bater o América-MG, por 2 a 1, na noite desta quarta-feira, no Parque do Sabiá. O artilheiro Borges e o capitão Edu Dracena marcaram para os santistas. Kempes descontou.

O triunfo, o seu quarto consecutivo no Campeonato Brasileiro, levou o time da Vila Belmiro a nona colocação – antes do complemento da rodada -, com 35 pontos. Já os mineiros seguem na lanterna, com apenas 19 pontos ganhos.

Na próxima rodada, o time praiano recebe o Figueirense, sábado, ás 18 horas (horário de Brasília), na Vila Belmiro. No mesmo dia e horário, o América-MG visita o Flamengo, no Engenhão.

O jogo

O Santos começou o jogo dando sinais de que pretendia sair na frente no placar logo no início. Com um minuto de bola rolando, o lateral Danilo arrancou pela direita e cruzou para a cabeçada de Neymar, defendida pelo goleiro do América-MG, Neneca.

Melhor em campo no começo da partida, o Santos teve mais uma boa oportunidade de gol aos nove. Neymar cobrou falta e, quando Durval se preparava para cabecear para o fundo das redes, Neneca desviou a bola e evitou o primeiro gol santista.

Depois de pressionar nos primeiros minutos do confronto, o time praiano viu o seu adversário crescer na partida. Tanto que o América-MG esteve próximo de abrir o placar aos 21, quando Gilson soltou uma bomba de fora da área, que acertou a trave esquerda de Rafael.

Com o Santos errando muitos passes e apresentando dificuldades para armar suas jogadas ofensivas, o América-MG ainda teve mais duas chances de marcar o seu primeiro gol.

A primeira, aos 36, em contra-ataque, terminou com um chute de Leandro Ferreira defendido pelo camisa 1 do Peixe. Já aos 45, Gilson levantou a bola para a área, Kempes desviou de cabeça e Irênio, frente a frente com Rafael, finalizou em cima do goleiro santista, desperdiçando a melhor oportunidade de gols do Coelho na etapa inicial.

Na volta para o segundo tempo, os alvinegros voltaram um pouco melhor e chegaram ao gol. Aos 16, Neymar cobrou escanteio perfeito na cabeça de Borges, que completou para o fundo das redes, abrindo o placar e anotando o seu 18° gol no Brasileirão, garantindo por mais uma rodada a artilharia isolada do campeonato.

Só que a alegria do Santos durou pouco tempo e o América-MG logo chegou ao empate. Com 21, Luciano, que havia entrado no lugar de Irênio, cruzou para André Dias chutar e exigir uma defesa parcial de Rafael. No rebote do arqueiro, Kempes teve apenas o trabalho de completar o lance, deixando tudo igual em Uberlândia.

Irritado com a atuação do Ibson, o técnico do Santos, Muricy Ramalho, sacou o volante para a entrada do lateral Pará, aos 25. Com isso, Danilo passou a jogar mais adiantado, praticamente exercendo a função de meia de ligação da equipe.

Mais ofensivo, o time santista chegou ao seu segundo gol. Aos 33, em nova cobrança de escanteio de Neymar, Alan Kardec – que após esse lance deu lugar ao meia Felipe Anderson – desviou a bola de cabeça e o zagueiro Edu Dracena, com calma e categoria, deslocou o goleiro Neneca para recolocar os alvinegros em vantagem no marcador: 2 a 1 para o Santos.

Nos minutos finais, o goleiro Rafael ainda realizou importantes defesas, ajudando o Santos a segurar a pressão do adversário, saindo do Parque do Sabiá com mais três pontos na tabela de classificação do Brasileiro.