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Santos 4 x 1 Botafogo

Data: 03/11/2019, domingo, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 30ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 7.524 pagantes
Renda: R$ 295.827,00
Árbitro: Rodrigo Dalonso Ferreira (SC)
Auxiliares: Alex dos Santos e Éder Alexandre (ambos de SC).
Árbitro de vídeo: Andre Luiz de Freitas Castro (GO)
Cartões amarelos: Marinho (S).
Gols: Eduardo Sasha (02-1), Marinho (12-1) e Igor Cássio (33-1); Soteldo (22-2) e Soteldo (23-2).

SANTOS
Everson; Pará, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Jorge; Diego Pituca, Evandro (Jobson) e Carlos Sánchez; Marinho (Venuto), Soteldo e Eduardo Sasha (Tailson).
Técnico: Jorge Sampaoli

BOTAFOGO
Gatito Fernández; Fernando, Joel Carli, Gabriel e Yuri; Wenderson, João Paulo e Gustavo Bochecha (Alex Santana); Marcinho (Leonardo Valencia), Igor Cássio e Victor Rangel (Vinicius Tanque).
Técnico: Alberto Valentim



Santos goleia o Botafogo na Vila Belmiro com show de Marinho e Soteldo

O Santos venceu o Botafogo por 4 a 1 na noite deste domingo, na Vila Belmiro, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols foram marcados por Soteldo (2), Eduardo Sasha e Marinho. Os cariocas fizeram o de honra com Igor Cássio.

O Peixe contou com alto nível de Soteldo e Marinho para construir a goleada. O camisa 10 fez dois gols, enquanto o dono do “mini míssil” anotou um e deu uma assistência.

Com a vitória, o Alvinegro da Vila segue na terceira colocação do Brasileirão, agora com 58 pontos, a cinco do Palmeiras e a 13 de distância para o líder Flamengo. Ameaçado pelo rebaixamento, o Fogão é o 14º, com 33.

O jogo

O Santos começou a partida on fire. O Botafogo foi acuado logo nas primeiras ações do Peixe e o gol não demorou a sair. Carlos Sánchez cobrou escanteio, Lucas Veríssimo escorou e Eduardo Sasha apareceu no segundo pau para abrir o placar no segundo minuto de jogo.

O Alvinegro seguiu em cima do Botafogo e Marinho marcou o segundo, em mais um gol de fora da área. O atacante fez seu primeiro diante dos cariocas, no primeiro turno, também da intermediária ofensiva.

O Santos diminuiu o ritmo após ampliar e o Fogão, aos poucos, equilibrou. As melhores jogadas foram criadas pelo alto. E foi assim que Igor Cássio marcou aos 33, depois de saída ruim de Everson em escanteio.

O Peixe “acordou” e criou chances com Evandro e Eduardo Sasha, mas parou em Gatito. 2 a 1 no intervalo.

O Santos voltou para a etapa final como começou a inicial. Aos 5, Soteldo cruzou e Marinho quase fez. No minuto 8, Marinho fez fila e chutou forte. Gatito defendeu essa finalização e também o rebote de Soteldo.

O Botafogo voltou a assustar quando o placar marcava 21. Jobson errou, João Paulo roubou e chutou para Everson espalmar. Jorge fez corte providencial no rebote. E aí brilhou a estrela de Soteldo.

O camisa 10 aproveitou passe de Marinho no contra-ataque e fez o terceiro. Um minuto depois, recebeu pela esquerda, driblou e fez um golaço no ângulo de Gatito. 4 a 1. O venezuelano ainda acertou a trave aos 27.

Os dois gols em dois minutos acabaram com qualquer chance do Botafogo. O Santos seguiu em cima e poderia ter feito ainda mais. Vitória merecida dos donos da casa.

Bastidores – Santos TV:

Sampaoli se emociona com goleada e revela “dívida” com o Santos

O técnico Jorge Sampaoli ficou emocionado com a goleada do Santos por 4 a 1 sobre o Botafogo neste domingo, na Vila Belmiro, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O argentino destacou a superioridade do Peixe em relação ao Fogão e a busca incessante por mais gols.

“Não conhecia o torneio, tratei de aprender. Estou muito feliz pelo que a equipe fez em 11 meses. Não só pelos pontos, mas pela campanha com jogadores novos, jovens. Fomos primeiro, segundo ou terceiro ano. Por partidas como a de hoje, que emocionam. Equipe poderia ter feito cinco ou seis. Foi muito superior ao rival, não renuncia ao ataque por nada. Tomara que isso fique marcado com o tempo. Equipe que representa bem o Santos e a eles mesmos em campo e também a cidade. Esse tipo de jogo é o que nos entusiasma. Não negociar a forma. É o mais importante e que nos levou a esse lugar”, disse Sampaoli, em entrevista coletiva.

Sampaoli fez elogios, mas também alertou a equipe sobre a queda do ritmo. O Santos fez 2 a 0, sofreu o primeiro e quase se complicou na Vila.

“Tem que ser mais intenso, jogar rápido, passar mais rápido a bola. Demoramos no centro de campo para encontrar o passe seguinte. Isso torna a equipe um pouco lenta. Temos que encontrar quem está bem posicionado para fazer dano. Primeiros 20 minutos foram incríveis, depois 10 minutos que não nos encontramos com o gol sofrido e nos encontramos. É a evolução coletiva, individualmente não acho que faremos diferente do resto. Coletivamente, podemos fazer o que o povo santista quer”, afirmou.

“Volto a sentir que tentamos evoluir nosso estado de ânimo. Nos gerou o gol de bola parada, voltou a nos afetar. Foram 15 minutos quase cegos sem encontrar linha de passe, gerir o jogo. Depois no segundo tempo tivemos clareza conceitual com argumentos que nos permitiram ganhar com diferença”, emendou.

Por fim, Jorge Sampaoli falou sobre a autocobrança para ver o Santos igual na Vila Belmiro ou em qualquer outro lugar. O Peixe enfrentará Avaí e Goiás fora na sequência do Brasileirão. O Alvinegro é o terceiro colocado, com 58 pontos, a cinco do Palmeiras e a 13 do líder Flamengo.

“É uma dúvida pendente comigo, de não desfrutar o ataque em outros lugares como na Vila. Todas minhas equipes jogaram igual em todos os campos. Para nós custa um pouco desenvolver fora. Mandos são fortes no Brasil, se sente um pouco. Muita paixão pela casa e ambientes difíceis. Seguiremos trabalhando. Esses seis pontos são muito importantes. Equipes estão ganhando e nos obrigam a ganhar para irmos para a Libertadores. Então temos que ganhar”, concluiu.

“Fantásticos”: Sampaoli explica opção por Evandro e Sánchez “sócios” no Santos

O técnico do Santos, Jorge Sampaoli, está satisfeito com a presença de Evandro e Sánchez juntos no meio-campo do Santos. Eles atuaram na armação nas vitórias sobre Bahia e Botafogo.

O treinador admite a dificuldade defensiva de escalar a dupla, mas valoriza a construção ofensiva dos experientes jogadores. Evandro tem 33 anos. Sánchez, 34.

“Jogar com Sánchez e Evandro é tratar de jogar com quem gera muito em todo o ano. Sánchez na direita e Evandro na esquerda, a bola chega, não voltam para buscar. Dois jogadores com clareza para o ataque. Sánchez fez grande jogo, faltou o gol, mas gerou muito desconforto a João Pedro, volante central do Botafogo. Evandro teve complicação, não fez o que esperávamos, mas nos dá a clareza que necessitamos. Custa um pouco a marcação no defensivo, podemos sofrer, mas controlamos o jogo, nos dão muito ataque e compromisso com a equipe. São fantásticos e importante que estejam juntos e se complementem, que sejam sócios do ataque do Santos”, disse Sampaoli, em entrevista coletiva.

A complicação citada por Sampaoli foi um corte na nádega de Evandro. Nas redes sociais, vários torcedores alertaram sobre a possibilidade de ser uma hemorroida, inclusive o youtuber botafoguense Felipe Neto – fato negado pela assessoria de imprensa do Peixe.

Marinho desabafa e conta com apoio de Sampaoli no Santos: “Parte da evolução”

Marinho foi um dos destaques em campo e fora dele durante a vitória do Santos por 4 a 1 sobre o Botafogo neste domingo, na Vila Belmiro, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O atacante fez um golaço contra o Fogão, no primeiro turno, e classificou o chute como “mini míssil aleatório”. Ao marcar novamente diante dos cariocas, a reportagem do Premiere pediu para ele dar o nome ao gol no intervalo. E a resposta foi surpreendente.

“Hoje não vou dar nome para esse gol, não. Gol é gol. É o trabalho que venho fazendo. Muita gente me conhece só por meme. Então, vocês têm de começar a olhar um pouquinho pra mim também como jogador de futebol, porque sou bom pra c…, entendeu?”, disse Marinho, irritado.

No apito final, Marinho mudou o tom e pediu desculpa ao jornalista. O carismático atleta explicou o desabafo.

“Resultado do trabalho. Peço desculpa, fui um pouco grosso (com o repórter). Nome do gol é trabalho. Me conhecem por ser brincalhão, tudo vira meme. Foi um desabafo. Aqui tem um cara que joga para caramba, se dedica”, afirmou.

Em entrevista coletiva, Jorge Sampaoli concordou com o Marinho e encheu seu jogador de elogios.

“Parte da evolução. Tudo com Marinho é risonho, mas ele é um grande jogador. Aprende a buscar companheiro, habilitar, soma assistências e gols. É importante que se valorize não só por extrovertido, mas pelo potencial como atacante. Espero que esteja assim na próxima partida para ajudar o Santos na classificação para a Libertadores. Aprende a não ser individual e jogar para os companheiros. Ser reconhecido como jogador e não só pelas piadas é um bom passo”, avaliou.

Marinho foi contratado neste ano e tem quatro gols e três assistências pelo Santos. O contrato vai até 2022.


Santos 2 x 1 Ceará

Data: 17/10/2019, quinta-feira, 19h15.
Competição: Campeonato Brasileiro – 26ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 7.804 pagantes
Renda: R$ 305.445,00
Árbitro: Rafael Traci (SC)
Auxiliares: Guilherme Dias Camilo (MG) e Johnny Barros de Oliveira (SC).
Cartões amarelos: Carlos Sánchez, Jobson e Gustavo Henrique (S); William Oliveira, Thiago Galhardo, Samuel Xavier e Fabinho (C).
Gols: Lima (17-1); Eduardo Sasha (10-2) e Gustavo Henrique (38-2).

SANTOS
Everson; Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Luan Peres (Jorge); Carlos Sánchez, Jobson (Pará), Evandro (Jean Mota) e Diego Pituca; Tailson, Soteldo e Eduardo Sasha.
Técnico: Jorge Sampaoli

CEARÁ
Diogo Silva; Samuel Xavier, Luiz Otávio, Tiago Alves e João Lucas; Fabinho (Valdo), Pedro Ken, William Oliveira e Felipe Baixola; Thiago Galhardo (Juninho Quixadá) e Lima (Bergson).
Técnico: Adilson Batista



Sampaoli corrige escalação, e Santos vence o Ceará de virada na Vila

O Santos venceu o Ceará por 2 a 1 na noite desta quinta-feira, na Vila Belmiro, pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro. O gol do Vozão foi marcado por Lima. Eduardo Sasha e Gustavo Henrique viraram para o Peixe.

O Alvinegro entrou em campo sem laterais e a formação não funcionou. Jorge Sampaoli colocou Pará e Jorge nos lugares de Jobson e Luan Peres na etapa final e a equipe melhorou.

Com a vitória, o Santos segue na terceira colocação, com 51 pontos, a dois do Palmeiras e a 10 do Flamengo. Os rivais também venceram na rodada. Ceará é o 16º, com 26.

O jogo

O Santos começou bem, com todos os jogadores no campo de ataque como de costume, mas aos poucos o Ceará equilibrou a partida, cedeu poucos espaços e o Peixe só assustou em finalizações de longe de Tailson, Sánchez e Luan Peres.

No minuto 17, na primeira boa chegada do Ceará, Lima fez um golaço de fora da área. Diego Pituca errou na origem do lance, Jobson deu bote errado e Lucas Veríssimo, sozinho contra dois, não conseguiu interceptar.

O Ceará cresceu após abrir o placar e terminou a primeira etapa muito melhor. Aos 24, Samuel Xavier bateu mascado e quase encobriu Everson. O Peixe saiu para o intervalo vaiado.

O Ceará voltou para a etapa final como na inicial: marcando bem e perigoso nos contra-ataques. Aos 4, Felipe Baxola arriscou de fora da área e Everson fez grande defesa.

O técnico Jorge Sampaoli corrigiu a escalação, colocou Pará e Jorge em campo e o Santos melhorou. No minuto 10, Sánchez cruzou na cabeça de Sasha. O atacante deixou Diogo parado para empatar.

O jogo passou a ficar favorável aos donos da casa e Tailson, aos 14, quase virou. A bola sobrou na entrada da área e o atacante bateu raspando a trave. No minuto 33, Soteldo cruzou e Gustavo Henrique cabeceou perto.

Aos 38 minutos, a pressão funcionou. Sánchez deu outra assistência para Gustavo Henrique virar, de cabeça. O Santos não fez um jogo brilhante, mas o suficiente para vencer. O reconhecimento do erro de Jorge Sampaoli na escalação surtiu efeito.

Bastidores – Santos TV:

Sampaoli explica 3-2-5 do Santos com Jobson e prevê disputa entre Tailson e Marinho

O técnico Jorge Sampaoli explicou a decisão equivocada de escalar o Santos com três zagueiros e sem laterais, num esquema 3-2-5 na vitória do Santos por 2 a 1 sobre o Ceará nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O treinador colocou Pará e Jorge no início do segundo tempo, o Peixe melhorou e virou o placar. O estreante Jobson foi sacado no intervalo.

“O plano era jogar num 3-2-5, estabelecer três centrais para parar transições que sofremos contra equipes que jogam muito atrás. Pituca de lateral para volante e ter cinco jogadores à frente da bola. Não incomodamos muito o rival, depois mudamos o plano para gerar mais profundidade pelas bandas. Esperávamos controlar dessa forma, mas tomamos gol em jogada esporádica e tínhamos que mudar para transformar o resultado”, disse Sampaoli, antes de comentar sobre Jobson.

“Jobson era uma ideia da partida que era o homem livre no esquema 3-2-5. Necessitávamos do passe dele. Na preparação para entrar na equipe era a partida adequada. Mas com as linhas fechadas a bola não chegou bem em Evandro e Sánchez e resolvemos colocar um lateral, com Pituca de 5 para gerar uma equipe ainda mais ofensiva nas relações coletivas. Creio que o passo do Jobson na equipe será não só agora, mas tem condição de se adequar num torneio que não conhece tanto e será importante quando se acomodar”, afirmou.

Por fim, Sampaoli previu disputa entre Tailson e Marinho no ataque do Santos. Marinho esteve suspenso diante do Ceará e retorna contra o Atlético-MG, domingo, em Belo Horizonte.

“São dois extremos que jogam abertos, normalmente não se juntam. Tailson e Soteldo. Extremos de um contra um, tentamos que eles tivessem isso. Tailson virou um jogador a mais nessas quatro partidas, que tem potencial. Marinho volta e não sei. Com essa sequência tratamos de mudar um pouco, há jogadores desgastados. Vamos ver como se recupera Soteldo, Tailson mesmo, que não fez pré-temporada… Vamos ver o que se decide. São jogadores que determinaram muito”, concluiu.

O Santos segue na terceira colocação do Brasileirão, com 51 pontos, a dois do Palmeiras e a 10 do líder Flamengo.

Sampaoli reclama de “desrespeito” a Everson e lamenta situação de Gustavo Henrique no Santos

O técnico Jorge Sampaoli criticou o “desrespeito” de parte da torcida do Santos com Everson durante a vitória por 2 a 1 sobre o Ceará nesta quinta-feira, na Vila Belmiro.

Após o primeiro gol do Vozão, alguns santistas pediram por Vanderlei, reserva do Peixe sob o comando de Sampaoli.

“Uma falta de respeito. Nos momentos de crise sempre aparecem essa situação. Ao invés de apoiar equipe para virar, criticam alguém. Everson é chave dessa campanha. Isso é responsável. Não respeitam meu trabalho e Everson ao fazer isso. É um ano incrível no Santos. É vergonhoso. Podem pedir outro técnico amanhã, se aproveitam de momento de dor para pedir outro depois de tudo que fez Everson para que essa campanha seja possível. Vanderlei foi muito reconhecido aqui, mas Everson mostrou o motivo de defender o Santos. História é de grande reconhecimento, mas não desmerece o que esse goleiro fez neste ano”, disse Sampaoli, em entrevista coletiva.

O treinador também comentou sobre a “novela” Gustavo Henrique. O zagueiro tem contrato até o fim de janeiro e ainda não renovou.

“Gustavo Henrique demonstra crescimento enorme e clube não tomou decisões a tempo. Clube permitiu que um jogador que cresceu muito possa ser livre. É lamentável perder um patrimônio. Eu cuido do esportivo, ele é nosso e vamos aproveitar até onde esteja. Que disputem com outros clubes a possibilidade dele ficar”, afirmou.

Sampaoli defende Soteldo após crítica de Gustavo Henrique contra “firula” no Santos

O técnico Jorge Sampaoli e o capitão Gustavo Henrique discordaram sobre os dribles de Soteldo nos minutos finais da vitória do Santos por 2 a 1 sobre o Ceará nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Soteldo driblou no fim e acabou intimidado por Samuel Xavier, que recebeu cartão amarelo e gerou uma pequena confusão no gramado.

“Eles enrolaram o jogo inteiro. Tomei cartão por cobrar isso, mas não aceito e não concordo com firula. Tem que ser drible para frente, tem que respeitar adversário que estava perdendo e numa situação difícil. Achei desrespeito e falei que ele poderia ter soltado a bola antes para não gerar essa confusão”, disse Gustavo, ao Esporte Interativo.

“Sobre Soteldo, ele dribla sempre. Perdendo, empatando, no final… Nós nunca fazemos tempo. É um mérito, jogador não cai, a gente joga bola. Soteldo dribla sempre. Ele não faz isso para demorar. A raiva é estranha para quem se irrita, não para Soteldo”, avaliou Sampaoli.

Santos supera campanha de 2018 com 12 rodadas de antecedência

O Santos superou campanha da última edição do Campeonato Brasileiro com 12 rodadas de antecedência após vencer o Ceará nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, pela 26ª rodada da competição.

“Entramos na história porque somamos um monte de pontos. Superamos por um ponto a temporada interior. Esse elenco fez em pouco tempo a gente pensar que o projeto momentaneamente funcionou”, disse Jorge Sampaoli.

O Peixe fez 50 pontos em 2018 e terminou na 10ª colocação, classificado para a Sul-Americana. Agora, o Alvinegro é o terceiro colocado, com 51 pontos e ainda sonha com o título.

O aproveitamento do Santos de Sampaoli no Nacional é de 65,4%. Em 2018, primeiro com Jair Ventura e depois com Cuca, o Peixe terminou com 43,8% dos pontos.

O Alvinegro está a 10 pontos de distância do líder Flamengo. As equipes se enfrentarão no jogo final do campeonato, na Vila Belmiro.

Galhardo relata ato racista de torcedor do Santos na vitória sobre o Ceará

Thiago Galhardo relatou suposto ato de racismo e xenofobia de um torcedor do Santos na vitória por 2 a 1 sobre o Ceará nesta quinta-feira, na Vila Belmiro.

A reportagem do Esporte Interativo relatou na transmissão os gritos contra Fabinho e Galhardo após a virada do Peixe. Galhardo comentou e ironizou a falta de entendimento de geografia.

“Acho que eles vem ver o espetáculo, que foi bonito, parabéns pela vitória do Santos. Mas querem menosprezar o Fabinho, a mim, fazer auto racismo chamando de negão, vagabundo… Futebol perde sua essência. Brasileiro tem que se controlar mais. Não pode ter isso, o cara ficar, ao meu ver, embriagado, xingar a gente… Tinha que estudar um pouco mais, conhecer a geografia no Brasil, falar que o Ceará joga no Norte, ou eu que não entendo muito, estudei de sacanagem… Parabéns ao Santos pela virada. Nosso time fez um bom jogo, infelizmente tomamos um gol dentro da pequena área com três zagueiros em campo, realmente um lance muito rápido. É lamentar. Infelizmente tomei o terceiro amarelo, vou descansar e me recuperar o mais rápido possível para que sábado que vem possa estar em campo e ajudar meu time”, disse Galhardo.

Em entrevista coletiva, o técnico Jorge Sampaoli foi questionado sobre o racismo no futebol levantado em declaração de Roger Machado, comandante do Bahia.

“Isso me surpreende. Se você me diz, creio que não seja um tema de racismo, mas de decisões momentâneas, casuais. Somos todos iguais, não é a cor. Se formos pela cor, os mais talentosos da história são negros. Talento vem desse lugar. Tenho um grande respeito e o que você me diz que mude e que todos tenham a mesma oportunidade. É um país livre e igualitário. Seria horrível que existisse racismo”, afirmou o argentino.

Peres entra em contato com o Ceará para repudiar suposta injúria racial

O Santos conseguiu um resultado importante ao derrotar o Ceará, nesta quarta-feira, mas um episódio polêmico fora de campo foi muito debatido após o apito final. O meio-campista Thiago Galhardo afirmou que seu companheiro de equipe Fabinho foi alvo de insultos racistas por parte da torcida do Peixe. Nesta sexta-feira, o Alvinegro Praiano garantiu que tomará providências em relação às supostas injúrias raciais.

O perfil do Santos publicou nas redes sociais que “entrou em contato com o volante Fabinho e o presidente do Ceará, Robinson de Castro, para reforçar o repúdio do clube e da torcida sobre o lamentável episódio da última quinta. Uma sindicância interna já foi aberta para apuração total dos fatos”.

O acontecimento envolvendo a torcida do Santos só foi tornado público em entrevista de Thiago Galhardo após a partida. Além de relatar as ofensas raciais, o meio-campista ainda revelou que os jogadores do Vozão foram alvo de preconceito regional.

Luan Peres agradece confiança de Sampaoli e comemora estreia na Vila

O técnico Jorge Sampaoli é conhecido por modificar algumas peças no Santos e tornar os jogadores versáteis. Contratado como zagueiro, Luan Peres vem atuando como lateral-esquerdo, como aconteceu na última quinta-feira, na vitória diante do Ceará, a primeira dele como titular dentro da Vila Belmiro.

“Estou feliz por começar a ganhar o meu espaço dentro do qualificado elenco do Santos. Contente também pela confiança do Jorge Sampaoli em mim. Ele vinha contando comigo em partidas fora de casa, tive a oportunidade de ir bem contra gigantes como Flamengo, Vasco e Internacional. Agora, tive a chance de estrear em casa e fomos abençoados com uma bela vitória. Espero continuar sendo útil ao time”, disse o jogador.

Ainda não se sabe se ele estará em campo no próximo duelo do alvinegro praiano, neste domingo, às 16h (de Brasília), diante do Atlético-MG, no Estádio Independência, mas uma coisa é certa: enquanto esteve em campo, o Santos sofreu apenas dois gols.

“É sempre bom para um defensor saber que o time sofre poucos gols com ele em campo, mas o Sampaoli é um treinador que cobra mais detalhes nossos como, por exemplo, a saída de bola qualificada e quando atuo como lateral também procuro ser eficiente ofensivamente”, iniciou.

“Diante do Ceará tive uma chance de gol. Essa versatilidade tem me ajudado a crescer de produção e vou procurar manter essa evolução para ter um equilíbrio ofensivo e defensivo”, completou. Ele já havia atuado como lateral em outros clubes anteriormente.

Para esse jogo, a provável escalação do Santos deve ter: Everson; Victor Ferraz (Pará), Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Jorge (Luan Peres); Diego Pituca, Carlos Sánchez e Evandro (Jean Mota); Tailson (Marinho ou Derlis González), Eduardo Sasha e Soteldo.

Como Corinthians e São Paulo não venceram seus últimos compromissos, o Peixe abriu sete e oito pontos de vantagem para os clubes, respectivamente. Para Luan Peres, chegar aos 51 pontos e abrir essa diferença sobre os rivais foi muito importante.

“Ultrapassamos os 50 pontos e abrimos vantagem dos nossos rivais diretos faltando poucas rodadas para o término da competição. Não podemos comemorar ainda a vaga para Libertadores, mas demos um passo importante e nos mantém confiantes para crescermos de produção”, finalizou.


Santos 2 x 0 CSA

Data: 29/09/2019, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 22ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 6.615 pagantes
Renda: R$ 263.000,80
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Auxiliares: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa e Carlos Henrique Alves de Lima Filho (ambos do RJ).
VAR: Pathrice Wallace Corrêa Maia (RJ)
Cartões amarelos: Lucas Veríssimo (S) e Naldo (CSA).
Cartão vermelho: Lucas Veríssimo (S, 32-2).
Gols: Carlos Sánchez (34-1, de pênalti) e Eduardo Sasha (11-2).

SANTOS
Everson; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Jorge; Diego Pituca, Evandro (Felipe Jonatan), Carlos Sánchez, Jean Mota (Derlis González); Soteldo e Eduardo Sasha (Luiz Felipe).
Técnico: Jorge Sampaoli

CSA
Jordi; Dawhan, Alan Costa (Ronaldo Alves), Luciano Castán e Carlinhos (Rafinha); Naldo, João Vitor e Jonatan Gomez (Euller); Apodi, Bustamante e Ricardo Bueno.
Técnico: Argel Fucks



Santos derrota CSA na Vila e volta a vencer após quatro jogos no Brasileirão

Neste domingo, o Santos derrotou o CSA por 2 a 0, na Vila Belmiro, e voltou a vencer após quatro jogos sem triunfos no Campeonato Brasileiro. Mesmo sem ter uma atuação brilhante, o time comandado por Jorge Sampaoli dominou a frágil equipe alagoana e garantiu os três pontos com gols de Carlos Sánchez, de pênalti, e Eduardo Sasha.

O primeiro tempo teve ritmo lento na Vila, com o Peixe tendo dificuldade para criar. Dominando a posse de bola, os mandantes abriram o placar em cobrança de pênalti de Sánchez. Na segunda etapa, o Santos voltou a campo com mais intensidade, pressionando o adversário e logo marcou o segundo com Sasha.

Com a vitória, o Santos permaneceu na terceira posição do Brasileirão, com 41 pontos somados.

O jogo:

Com os dez jogadores de linha no campo de ataque, o Santos dominou de maneira expressiva a posse de bola na primeira etapa, tendo um meio-campo bastante povoado. No entanto, a equipe encontrou dificuldades para ser vertical e criar lances de perigo. A primeira chance só surgiu aos 28 minutos, em finalização de Jean Mota de fora da área, que foi defendida pelo goleiro Jordi.

Aos 34 minutos, o Peixe abriu o placar. Soteldo fez boa jogada pela esquerda e Jean Mota cruzou na área, encontrando Eduardo Sasha. O atacante finalizou no ar, a bola bateu no braço aberto de Naldo e o árbitro assinalou pênalti. Na cobrança, Sánchez bateu no canto direito e deslocou o goleiro. Jordi ainda impediu que o uruguaio fizesse um belo gol no fim do primeiro tempo, após lançamento de Soteldo e finalização de primeira de Sánchez.

Logo no início da segunda etapa, o Santos levou perigo com Jorge. O lateral-esquerdo conduziu a bola por dentro, passou pela marcação e arriscou de direita da entrada da área, parando em boa defesa de Jordi. No lance seguinte, o Peixe marcou o segundo: após escanteio batido pela esquerda, Lucas Veríssimo tocou de cabeça e Evandro ajeitou para Sasha, que só teve o trabalho de empurrar para o gol.

Quando o jogo já estava tranquilo e controlado, Lucas Veríssimo subiu para disputar uma bola pelo alto com o braço aberto, acertando o rosto do jogador do CSA. O zagueiro recebeu o segundo cartão e foi expulso. Dessa forma, o defensor está suspenso para enfrentar o Vasco. Mesmo com um a menos, o time alagoano não assustou a defesa do Peixe e o placar foi mantido até o final.

Bastidores – Santos TV:

Sampaoli destaca confiança trazida por vitória e cita pressão “ridícula” por resultados

Neste domingo, o Santos derrotou o CSA por 2 a 0 e voltou a vencer no Campeonato Brasileiro após quatro partidas sem triunfos na competição. Mesmo sem uma atuação brilhante, Jorge Sampaoli celebrou a confiança que a vitória traz à equipe e lamentou a pressão excessiva por resultados em cima dos clubes do Brasil.

“Ganhar e ter confiança são coisas que vêm da vitória. Mas quando perdemos é o contrário. Vitória gera satisfação para nós. A pressão que se gera em uma derrota chega a ser ridícula. São críticas que chegam ao ponto de se invadir um CT. É assim que funciona e o que temos que viver nesta profissão. Mas o grupo está tranquilo e é isso que temos que implementar por aqui. Temos que estar preparados”, analisou o treinador.

Antes de vencer o CSA, o Santos vinha de empates contra Athletico Paranaense e Fluminense e derrotas para Flamengo e Grêmio. Com a sequência negativa, o Peixe se afastou dos primeiros colocados do Brasileirão.

Além de comentar sobre a pressão sofrida pelo Santos por conta dos resultados adversos, Sampaoli citou o exemplo do Fluminense como um episódio que não deve acontecer. A torcida da equipe carioca invadiu o CT do Tricolor das Laranjeiras e cobrou o elenco por vitórias e melhor desempenho.

“Não falo só do Santos, falo de outros lugares, como no Fluminense. Aqui no Santos não reclamo porque aqui não recebi nenhum protesto nem incômodo. Mas pode acontecer. As coisas saem de controle. Isso acontece em todos os lugares. As pessoas que invadiram o prédio do Fluminense estão soltas. Invadiram local privado e estão soltas. Nada acontece”, completou o técnico.

Sasha celebra Santos mais regular e foca em vitória contra o Vasco

O Santos derrotou o CSA, neste domingo, e voltou a vencer no Campeonato Brasileiro após quatro jogos sem triunfos na competição. Autor do segundo gol da equipe no jogo, Eduardo Sasha citou o desempenho distinto entre os dois tempos das últimas partidas como empecilho para melhores resultados.

“É importante estar vencendo, ainda mais em casa. Vínhamos fazendo bons jogos nos primeiros tempos, mas acabava caindo nos segundos e acabamos saindo com resultados que não queríamos. O time está de parabéns, voltamos a vencer a agora temos a semana inteira para trabalhar e conseguir os três pontos fora de casa”, afirmou o atacante ao Premier.

O gol de Sasha saiu aos 11 minutos do segundo tempo, após escanteio batido pela esquerda. Lucas Veríssimo escorou de cabeça e Evandro ajeitou para o atacante, que apenas teve o trabalho de empurrar para as redes. Foi o nono gol do camisa 37 no Brasileirão.

Lucas Veríssimo é expulso e não poderá enfrentar o Vasco

Neste domingo, o Santos derrotou o CSA na Vila Belmiro e voltou a vencer após quatro partidas. O ponto negativo ficou por conta de Lucas Veríssimo, que recebeu um cartão amarelo no primeiro tempo do jogo contra a equipe alagoana e, na segunda etapa, foi novamente advertido, sendo expulso. Dessa forma, o zagueiro não poderá atuar contra o Vasco, na 23ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Veríssimo é um dos jogadores mais importantes para a equipe comandada por Jorge Sampaoli. O defensor pode atuar como zagueiro central ou posicionar-se como um lateral-direito, trazendo flexibilidade tática para o Peixe.

Com a suspensão de Veríssimo, Felipe Aguilar, Luiz Felipe e Luan Peres disputarão a vaga como titular para atuar ao lado de Gustavo Henrique. Contra o CSA, Sampaoli optou pela entrada de Luiz Felipe no lugar de Sasha para recompor a linha de defesa.

De qualquer maneira, a tendência é que Sampaoli não utilize o esquema com três zagueiros para enfrentar o Vasco, já que Veríssimo é o único que pode transformar-se em lateral durante a partida.


Santos 3 x 3 Fortaleza

Data: 25/08/2019, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 16ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, Santos, SP.
Público: 12.515 pagantes
Renda: R$ 434.275,00
Árbitro: Rodrigo D’alonso Ferreira (SC)
Auxiliares: Helton Nunes e Alex dos Santos (ambos de SC).
VAR: Rafael Traci (SC)
Cartões amarelos: Carlos Sánchez, Marinho e Jorge (S); Juninho, Carlinhos e Felipe (F).
Gols: Marinho (01-1), Jorge (09-1) e Eduardo Sasha (31-1); Wellington Paulista (14-2), Wellington Paulista (22-2) e Tinga (49-2).

SANTOS
Everson; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Felipe Aguilar e Jorge; Alison, Diego Pituca e Evandro (Carlos Sánchez); Marinho, Soteldo (Derlis González) e Eduardo Sasha (Jean Mota).
Técnico: Jorge Sampaoli

FORTALEZA
Felipe Alves; Tinga, Quintero, Jackson e Carlinhos; Felipe, Gabriel Dias (André Luis) e Juninho; Edinho (Osvaldo), Romarinho (Felipe Pires) e Wellington Paulista.
Técnico: Zé Ricardo



Santos abre 3 a 0, mas sofre empate do Fortaleza e perde a liderança

O Santos abriu 3 a 0, mas permitiu o empate do Fortaleza na tarde deste domingo, na Vila Belmiro, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols do Peixe, ainda no primeiro tempo, foram marcados por Marinho, Jorge e Eduardo Sasha. O Tricolor reagiu com dois de Wellington Paulista e outro de Tinga.

O Alvinegro dominou os primeiros 45 minutos por completo, porém, caiu de rendimento na segunda metade. O Fortaleza se aproveitou, procurou o empate até o fim e foi coroado aos 49.

Com o resultado, o Santos caiu para a vice-liderança do Brasileirão, agora com 33 pontos, levando desvantagem em relação ao Flamengo nos critérios de desempate.

O jogo

O Santos dominou o primeiro tempo por completo. Sem Carlos Sánchez e com Alison na cabeça de área, o técnico Jorge Sampaoli liberou Victor Ferraz e Jorge no ataque e acuou o Fortaleza.

O primeiro gol veio logo no minuto 1, quando Jorge lançou Evandro, o meia ajeitou e Sasha viu Marinho sozinho para deslocar o goleiro Felipe Alves.

O Peixe seguiu em cima e ampliou aos 9, quando Felipe socou a bola em escanteio e Jorge fez um golaço, de primeira, de fora da área. A vitória estava encaminhada antes do placar chegar aos 10 minutos.

O Alvinegro diminuiu o ritmo, mas nunca perdeu o controle do jogo e pouco sofreu na defesa. O terceiro veio naturalmente, aos 31. Jorge (de novo ele) lançou e deixou Sasha sozinho. O atacante encobriu Felipe Alves e viu o auxiliar levantar o bandeira. A arbitragem, porém, validou o gol com o auxílio do VAR.

Insaciável, o Santos faria o quarto gol logo aos cinco minutos, com Soteldo, mas a arbitragem anulou o lance por impedimento após o cruzamento de Evandro.

Aos 14 minutos, o VAR foi acionado novamente. Aguilar derrubou Edinho na área e o juiz marcou pênalti depois de conferir pelo vídeo. Wellington Paulista converteu.

O Fortaleza se animou com o gol e diminuiu aos 22. Carlinhos cruzou, Aguilar não marcou, Everson saiu mal do gol e Wellington Paulista, de novo, fez o segundo.

O Santos sentiu a reação dos visitantes e parou de criar. O Peixe só melhorou quando Jean Mota e Sánchez entraram, entre os minutos 25 e 30. Aos 34, Jean recebeu sozinho de Pituca e perdeu chance claríssima.

O Fortaleza não desistiu e chegou ao empate aos 49 minutos do segundo tempo, em nova falha de Felipe Aguilar. O zagueiro não cortou cruzamento e Tinga deslocou Everson.

Bastidores – Santos TV:

Sampaoli vê empate injusto do Santos: “Resultado angustiante pelo domínio”

O técnico Jorge Sampaoli vê como “injusto” o empate do Santos em 3 a 3 com o Fortaleza neste domingo, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro, na Vila Belmiro.

O Peixe abriu 3 a 0 no primeiro tempo, mas caiu de rendimento e viu o empate do Tricolor aos 49 minutos do segundo tempo.

“Estamos avaliando isso. Essa vulnerabilidade precisa ser corrigida. No primeiro tempo tivemos muita intensidade e pressão, rival mal chutou, e no segundo foi pouco. São erros pontuais e temos que analisar bem. Fico com o primeiro tempo e os 15 do segundo tempo. Equipe arrojada, que atacou bem um time que estava na defesa. Resultado é angustiante pelo domínio e superioridade. Empatar não passava na minha cabeça. Vi tanta superioridade que imaginei um resultado melhor para nós, por isso não corrigi (não fez substituições durante a reação”, disse Sampaoli, em entrevista coletiva.

“Tudo tem a ver com o estilo. Quando pressionamos, fizemos os gols, criamos, depois diminuímos a pressão inicial. Fortaleza fez gol em jogada estranha de pênalti, antes fizemos um gol válido para mim. Seguimos buscando, pênalti diminuiu nosso ritmo. Eles converteram um contra-ataque e levaram empate no fim. Foi injusto, tivemos uma grande superioridade”, completou.

Com o resultado, o Santos segue na liderança do Brasileirão, agora com 33 pontos, mas pode ser ultrapassado por Flamengo e Palmeiras.

Sampaoli explica Sánchez no banco e defende Aguilar após empate do Santos

O técnico do Santos, Jorge Sampaoli, explicou a opção por Carlos Sánchez no banco de reservas no empate em 3 a 3 com o Fortaleza neste domingo, na Vila Belmiro, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Sampaoli armou o Peixe com Alison, Diego Pituca e Evandro no meio-campo. Após pedidos do torcedor, o uruguaio entrou no segundo tempo e não evitou a reação do Tricolor.

“Evandro tem treinado muito bem, escolhemos um pelo outro (Evandro na função de Sánchez). Alison foi mais pelo equilíbrio no meio-campo. Não vi segundo tempo irregular. Os que entraram não modificaram muito a equipe. São momentos e o rival aproveitou. O segundo gol nos golpeou. Nos colocou no terreno de imprecisão. E quando não jogamos, mostramos certa vulnerabilidade”, disse Sampaoli.

O treinador argentino também defendeu Felipe Aguilar. O zagueiro falhou nos três gols do Fortaleza – cometeu um pênalti, não acompanhou Wellington Paulista e deu “assistência” para Tinga.

“São momentos. Aguilar fez um jogo muito bom, mas teve erros pontuais que interferiram no resultado. Isso desfigura um pouco a atuação. Confio muito nele, é nobre, que deixa tudo e se entrega totalmente. Ele está no último terço e erros aparecem mais. Ainda mais quando se convertem em gols. Temos que levantar quem não vive o melhor momento”, completou Sampaoli.

Marinho se irrita com empate do Santos: “Conseguiram devido ao sono do time”

Marinho teve a chance de ser titular, fez um dos gols do Santos e tinha tudo para terminar o domingo feliz. No fim das contas, porém, o Peixe permitiu o empate do Fortaleza em 3 a 3 na Vila Belmiro e, para piorar, o atacante recebeu o terceiro cartão amarelo e não enfrentará a Chapecoense no sábado, na Arena Condá, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O camisa 11 se irritou demais com o tropeço. No terceiro gol dos visitantes, chegou a se socar de raiva. Em entrevista ao Esporte Interativo, desabafou.

“No segundo tempo não entramos em campo. Fortaleza conseguiu o pênalti, falamos ‘vamos acordar’, ‘vamos acordar’, e deixar para acordar no fim do jogo não dá. Conseguiram fazer gol devido ao sono do time. Quem briga pela liderança não pode fazer isso. Temos que conversar, rever, não podemos dar essa brecha. Com todo respeito, eles vão brigar na parte de baixo. Nós temos que brigar por título e temos que fazer três, quatro. Matar o jogo! Poderíamos ter feito mais e não jogamos. Demoramos muito para acordar”, disse Marinho.

Sem vencer há três jogos, o Santos perdeu a liderança do Brasileirão para o Flamengo nos critérios de desempate.

Victor Ferraz diz que Santos “pagou pela ofensividade” em empate na Vila

Victor Ferraz acha que o Santos “pagou pela ofensividade” no empate em 3 a 3 com o Fortaleza neste sábado, na Vila Belmiro, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe fez 3 a 0 no primeiro tempo e permitiu o empate na etapa final. O último gol saiu aos 49 minutos do segundo tempo.

“Tivemos chances e não fizemos, poderíamos ampliar. A gente paga pelo estilo de jogo ofensivo. Inexplicável. A gente quer fazer mais e mais. O importante é não deixar cair, ainda somos líderes do campeonato”, disse Victor Ferraz, à Globo.

“Não vou dizer que faltou atenção, todo mundo se cobra, futebol às vezes acontece isso. A gente quer atacar o tempo inteiro, o treinador que fala, a gente poderia ter posicionado um pouco mais, não ter dado certas brechas, mas isso é coisa para falar depois”, completou.

Sampaoli se preocupa com Aguilar e pode blindar zagueiro no Santos

O técnico Jorge Sampaoli está preocupado com Felipe Aguilar. O zagueiro do Santos perdeu a confiança após sucessão de erros no Campeonato Brasileiro.

O colombiano fez um pênalti e escorregou em gol de Alexandre Pato no clássico contra o São Paulo. Suspenso, não enfrentou o Cruzeiro e retornou diante do Fortaleza no último domingo, quando comprometeu novamente – mais uma penalidade e erros de marcação nos outros dois gols.

Aguilar estava abatido no vestiário e recebeu o apoio dos companheiros. Sampaoli costuma optar pela sequência de jogos para reabilitar um atleta, mas no caso do defensor o caminho pode ser não atuar diante da Chapecoense no sábado, na Arena Condá, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro. A decisão será tomada após o treinador analisar a reação do jogador durante a semana no CT Rei Pelé.

“São momentos. Aguilar fez um jogo muito bom, mas teve erros pontuais que interferiram no resultado. Isso desfigura um pouco a atuação. Confio muito nele, é nobre, que deixa tudo e se entrega totalmente. Ele está no último terço e erros aparecem mais. Ainda mais quando se convertem em gols. Temos que levantar quem não vive o melhor momento”, disse Sampaoli, em entrevista coletiva.


São Paulo 3 x 2 Santos

Data: 10/08/2019, sábado, 17h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 14ª rodada
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo, SP.
Público: 47.277 torcedores
Renda: R$ 3.103.842,00
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Auxiliares: Neuza Ines Back e Daniel Luis Marques (SP).
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)
Cartões amarelos: Raniel, Everton, Bruno Alves, Tchê Tchê, Raniel (SP); Felipe Aguilar (S).
Gols: Sasha (43-1); Alexandre Pato (03-2), Alexandre Pato (25-2) e Reinaldo (11-2) e Raniel (40-2, contra).

SÃO PAULO
Tiago Volpi; Igor Vinícius, Bruno Alves, Arboleda e Reinaldo; Luan (Hernanes) (Hudson), Tchê Tchê e Everton; Toró, Raniel e Pato (Vitor Bueno).
Técnico: Cuca

SANTOS
Éverson; Lucas Veríssimo, Aguilar, Gustavo Henrique e Jorge; Diego Pituca, Carlos Sánchez (Evandro) e Felipe Jonatan (Jean Mota); Derlis González (Marinho), Eduardo Sasha e Soteldo.
Técnico: Jorge Sampaoli



Com 2 gols de Pato, São Paulo vira sobre o Santos e vence 1º clássico no ano

Missão cumprida. O São recebeu o Santos na tarde deste sábado, no estádio do Morumbi, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, e não decepcionou os mais de 40 mil torcedores que lotaram as arquibancadas. Tendo pela frente o líder da competição, o Tricolor não se intimidou e venceu o seu primeiro clássico no ano de virada, por 3 a 2, graças aos dois gols de Alexandre Pato e outro de Reinaldo, de pênalti. Sasha e Raniel, contra, balançaram as redes para o Peixe.

O triunfo tricolor foi um presente e tanto não só à torcida, que fez uma bonita festa no Morumbi, mas também a Daniel Alves e Juanfran, que acompanharam o jogo ao lado do presidente Leco. Com o resultado, o São Paulo retomou a quinta colocação, que antes pertencia ao Corinthians, e segue na cola de Flamengo e Atlético-MG.

O Santos, por sua vez, perdeu a oportunidade de assegurar os quatro pontos de vantagem para o vice-líder Palmeiras. O Verdão entra em campo amanhã, contra o Bahia, no Allianz Parque, e pode diminuir a distância para o Peixe para apenas um ponto em caso de vitória.

O jogo

O Santos foi quem chegou pela primeira vez com perigo na partida. Logo aos sete minutos, em contra-ataque, Sasha abriu para Derlis González na direita, que bateu cruzado, mas viu Arboleda aparecer no meio do caminho para interceptar a bola que sobraria livre para Carlos Sánchez no segundo pau. O São Paulo, por sua vez, respondeu aos 12 minutos com Raniel, que se antecipou para completar a cobrança de escanteio de Reinaldo, tirando tinta da trave de Éverson.

A partida era bastante disputada, com ambas equipes propondo o jogo e tentando o gol a todo momento. Aos 19, Felipe Jonatan recebeu sem marcação, de frente para o gol, e arriscou de fora da área, batendo cruzado e assustando o goleiro Tiago Volpi. O Tricolor só voltou a incomodar aos 31 minutos, quando Reinaldo bateu falta na entrada da área e mandou à direita da meta defendida por Éverson.

Na reta final do primeiro tempo, quando o São Paulo subiu de produção e aproveitou a queda de desempenho do Santos para tentar abrir o placar, veio a desilusão dos torcedores que lotaram o Morumbi. Depois de Tiago Volpi salvar a equipe aos 37 minutos fazendo uma defesa à queima-roupa em cruzamento de Sánchez, e Toró desperdiçar uma grande oportunidade em jogada ensaiada aos 40, quando recebeu livre dentro da área, mas mandou por cima do gol, aos 43 não teve jeito. Diego Pituca carimbou a trave com um belo chute de média distância e, no rebote, Sasha apareceu apenas para completar para o fundo do gol e garantir a vantagem ao Peixe antes de as equipes irem para o intervalo.

O São Paulo voltou a campo para a etapa complementar com Hernanes na vaga de Luan e logo no início a pressão dos donos da casa deu certo. Após Éverson defender a cobrança de falta do Profeta e mandar para escanteio, Alexandre Pato aproveitou o cruzamento na área para, depois de um desvio, ficar com a sobra, dominar e bater forte, deixando tudo igual no Morumbi.

Mas a blitz são-paulina não parou por aí. Um pouco depois do empate, aos nove minutos, Hernanes cobrou escanteio pela esquerda, Everton cabeceou, e a bola tocou no braço de Felipe Aguilar dentro da área. Raphael Claus, por sua vez, não titubeou e marcou o pênalti. Reinaldo, que começou a partida como capitão, foi para a cobrança e não desperdiçou, virando o jogo para o Tricolor.

A euforia da torcida deu lugar à tensão aos 15 minutos, quando Hernanes foi ao chão e teve de ser substituído por Hudson. Quatro minutos depois, contudo, os mais de 40 mil são-paulinos que estiveram presentes no Morumbi voltaram a fazer barulho graças a Raniel, que soltou uma bomba de fora da área e viu Éverson voar para fazer grande defesa.

Aos poucos, o Tricolor foi mostrando que a ausência de Hernanes não abalou o time. Aos 25 minutos, Reinaldo fez o desarme pela esquerda e tocou rasteiro para Alexandre Pato, que dominou e bateu forte, mas Éverson novamente salvou o Santos. Entretanto, no minuto seguinte, não deu para o goleiro do Peixe. Pato aproveitou o vacilo do meio-campo adversário, saiu em velocidade, contou com um tombo de Felipe Aguilar no meio do caminho e saiu frente a frente com o arqueiro rival, precisando apenas tocar no alto para fazer o terceiro e praticamente matar a partida no Morumbi.

Só que o jogo, até então tranquilo para os são-paulinos, voltou a ficar dramático com o gol contra de Raniel aos 40 minutos do segundo tempo após o cruzamento de Evandro. Novamente com apenas um gol de vantagem no placar, o Tricolor teve de segurar o ímpeto da equipe comandada por Sampaoli nos instantes finais para somar mais três importantíssimos pontos na tabela.

Sampaoli explica ‘3-2-5’ e lamenta “desconforto” em derrota no San-São

O técnico do Santos, Jorge Sampaoli, lamentou o “desconforto” da equipe na derrota por 3 a 2 para o São Paulo neste domingo, no Morumbi, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O treinador explicou a opção por Lucas Veríssimo pela direita, com Victor Ferraz no banco, e disse que o time não atuou como está acostumado no clássico.

“Jogamos um jogo de muitas idas e voltas. Treinamos dessa forma, não é a que habitualmente jogamos. Tivemos chances claras, fomos para o intervalo vencendo e depois não encontramos linha de passe e jogo coletivo. Deixamos o jogo cômodo para o São Paulo. Mais do que as intenções, jogo não foi como de costume. Pensamos em transições rápidas, por isso pensamos em três centrais. Ideia era controlar a saída com três centrais e jogar num 3-2-5. Jogo nos levou a que ele (Veríssimo) fosse lateral. Não foi determinante, é coincidência (outras derrotas com três zagueiros). É fácil coincidir pontualmente porque não ganhamos. Não foi por isso, não tocamos muito, não encontramos os livres na pressão, superar o tempo que São Paulo não nos deu para sair com limpeza”, disse Sampaoli, em entrevista coletiva.

“Foram dois gols de bola parada e um erro não forçado. São Paulo não criou tanto além da pressão individual. Tivemos chances no primeiro tempo, Volpi defendeu o cabeceio e tivemos aproximações antes do 3-2. Partida não nos deixa muitas coisas porque não jogamos como estamos acostumados”, completou.

Sampaoli espera que o Santos dê a volta por cima no Brasileirão e saiba pontuar mesmo em jornadas ruins.

“Espero que entendamos nossa maneira de jogar e nossos limites. Seguir trabalhando para fortalecer. Não jogaremos bem sempre e temos que seguir adiante. Não jogaremos sempre bem. Hoje não jogamos. Temos que estar cômodos com o jogo, com a bola, não correndo por 90 minutos”, afirmou.

“Temos que trabalhar muito mais para reverter jogos ruins. Temos que resolver jogando, mais além da pressão do rival. Treinamos sempre o jogo. Hoje tivemos uma queda. Ganhamos os sete e não fomos tão bons. Jogamos melhor que o rival e aproveitamos chances. Das sete chances claras do primeiro tempo, poderíamos ter mudado a história do jogo. Esse é o futebol”, concluiu.

O Santos, ainda líder, voltará a campo para enfrentar o Cruzeiro no domingo (18), no Mineirão, pela 15ª rodada do Nacional.

Felipe Aguilar compromete no San-São, recebe 3º cartão e não enfrenta o Cruzeiro

Felipe Aguilar recebeu o terceiro cartão amarelo durante a derrota do Santos por 3 a 2 para o São Paulo neste sábado, no Morumbi, e desfalcará o Peixe contra o Cruzeiro no dia 18, no Mineirão, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O colombiano foi um dos piores do Alvinegro. Ele comete o pênalti ao colocar a mão na bola antes de Reinaldo virar o jogo e tropeça no lance do terceiro gol, de Pato.

“Começamos bem, tomamos dois gols e caímos um pouco. Só levantamos depois do terceiro gol. Não fizemos o que trabalhamos”, disse Aguilar, após o apito final.

Sasha lamenta ‘apagão’ do Santos, mas diz: “Essa derrota não tira o que temos feito”

Eduardo Sasha lamentou o “apagão” do Santos na derrota por 3 a 2 para o São Paulo neste sábado, no Morumbi, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Após gol de Sasha e boa etapa inicial, o Peixe sucumbiu à pressão do rival no segundo tempo e perdeu depois de sete vitórias consecutivas.

“Fiquei feliz pelo gol, mas não jogamos bem no segundo tempo. Essa derrota não vai tirar o que temos feito no campeonato. Temos que trabalhar da mesma forma”, disse Sasha.

“Entramos no segundo tempo não tão ligados como no primeiro. Eles cresceram, em dois lances infelizes… É o futebol, mas estamos no caminho certo. Ninguém pode falar que nosso trabalho não é bem feito”, completou.

Jean Mota desabafa após virar reserva do Santos: “Afeta a confiança”

Jean Mota desabafou no início da noite deste sábado, após a derrota do Santos por 3 a 2 para o São Paulo, no Morumbi, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O meia disse não entender o motivo de ter virado reserva e criticou a falta de comunicação com a diretoria. O Peixe recusou uma proposta de empréstimo do Al Ahli, dos Emirados Árabes, recentemente.

“Fiz um gol e uma assistência contra o Atlético-MG, depois nem entrei. Eu queria uma resposta. Saem matérias e eu nunca sei de nada. Não sei se a diretoria ou o treinador contam mais comigo, mas afeta a confiança”, disse Jean, na zona mista.

“Presidente manda, mas a gente tem que ter essa conversa. Ele precisa falar o que acontece. Se ele decidiu não me emprestar, não chegou até mim para saber minha intenção. Eu quero estar aqui, tenho contrato”, completou.

Depois de Jean Mota falar, o presidente José Carlos Peres também conversou com os jornalistas e negou qualquer influência da diretoria na decisão de Jorge Sampaoli: “Se chegar proposta, vamos conversar com carinho”.

Melhor jogador do Campeonato Paulista, Jean é atualmente um dos reservas de Sampaoli. O meia tem 25 anos e contrato até 30 de junho de 2022. O Santos detém 80% dos direitos econômicos.

Sampaoli responde a Jean Mota após derrota do Santos: “Colocarei quem está melhor”

O técnico do Santos, Jorge Sampaoli, respondeu ao desabafo de Jean Mota após a derrota por 3 a 2 para o São Paulo neste domingo, no Morumbi, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Jean, atualmente reserva, disse não entender o motivo para ter saído da equipe titular depois de ser o melhor do Paulistão. Sampaoli, de forma sucinta, explicou.

“Porque há quem está melhor. Ganhamos sem ele, assim como ganhamos com ele. Colocarei sempre quem creio que está melhor”, disse o treinador.