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Peñarol 0 x 0 Santos

Data: 15/06/2011, quarta-feira, 21h50.
Competição: Copa Libertadores – Final – Jogo de ida
Local: Estádio Centenário, em Montevidéu, Uruguai.
Público: 65.000 pessoas
Árbitro: Carlos Amarilla (PAR).
Auxiliares: Nicolas Yegros e Rodney Aquino (ambos do PAR).
Cartões amarelos: Martinuccio, Corujo (P); Neymar, Arouca (S).

PEÑAROL
Sosa, González, Valdéz, Guillermo Rodríguez e Darío Rodríguez; Corujo (Pacheco), Aguiar, Freitas e Mier (Estoyanoff); Martinuccio e Olivera (Alonso).
Técnico: Diego Aguirre.

SANTOS
Rafael, Pará, Bruno Rodrigo, Durval e Alex Sandro; Adriano, Arouca, Danilo e Elano (Alan Patrick); Neymar e Zé Eduardo (Bruno Aguiar).
Técnico: Muricy Ramalho.



Santos supera pressão da torcida, empata com Peñarol e fica perto do tri

O eco de mais de 55 mil vozes e nem mesmo a história do estádio Centenário e do Peñarol – cinco vezes campeão da Libertadores, abalaram o time do Santos. A equipe de Muricy Ramalho superou a pressão externa e segurou o time uruguaio nesta quarta, em Montevidéu. Um 0 a 0 com figuras de destaque apagadas, mas boas chances de gol.

O time uruguaio só não saiu com a vitória porque teve um gol anulado aos 41 minutos do segundo tempo, quando Alonso completou cruzamento na segunda trave em posição irregular. O resultado deixou o alvinegro a uma simples vitória do terceiro título da América.

Na próxima quarta, no estádio do Pacaembu, o Santos só precisa manter seu retrospecto em casa para levantar a Libertadores mais uma vez, depois dos títulos de 1962 e 1963, ainda com Pelé na equipe.

O clima da quarta por toda Montevidéu não deixava outra ideia senão a de uma verdadeira blitz do Peñarol em campo. Algo que só iria se finalizar com um gol, que poderia dar vantagem para o jogo da volta, no Brasil.

A pressão esmagadora que o ambiente do estádio Centenário indicava não ocorreu. O Peñarol se manteve igual ao dos outros jogos eliminatórios da Libertadores. Já o Santos, deu sinais de nervosismo. Custou a encaixar seu meio-campo. Mesmo assim, chutou mais cedo.

Muricy Ramalho deixou Adriano mais perto de Martinuccio – esperança da torcida uruguaia, e o Peñarol sentiu. Mesmo que a proposta dos donos da casa tenha como premissa esperar os espaços do adversário. E isso, o Santos não dava em Montevidéu.

Mesmo Neymar tentando puxar o Santos para frente, o ato não ocorria. Zé Eduardo, duas vezes, e Bruno Rodrigo acumularam as chances de gol na primeira etapa. E nenhuma foi clara, latente.

Com um futebol travado, ainda houve tempo para que um lance polêmico surgisse. Aos 22 minutos, Corujo adianta a bola e divide com um zagueiro santista. A massa amarela e preta pede pênalti, mas o árbitro manda seguir.

Do outro lado, a troca de passes que busca um canto para jogar. A falta de pressa que já tinha sido notada contra o Internacional, no Beira-Rio, e o Veléz Sarsfield. Assim, O Peñarol teve Darío Rodríguez em condições de marcar por duas vezes seguidas. Quase no final do primeiro. A primeira de cabeça. A segunda com o pé, tentando encobrir Rafael.

No segundo tempo, o Santos começou mais em cima. Zé Eduardo teve uma boa chance de marcar. Alex Sandro vencia o marcador com mais facilidade. E Diego Aguirre não ficou parado. Sacou Mier e colocou Estoyanoff. A troca deixou o meio-campo em linha, reduziu falhas. Mas não estancou as descidas pela esquerda.

Com 26 minutos, uma rara oportunidade. De novo pela esquerda, o Santos chegou e cruzou para área. Zé Eduardo saltou, mandou a bola para baixo, mas ela passou ao lado da trave direita de Sosa. Imediatamente a resposta: em escanteio fechado, um desvio só parou nas mãos de Rafael, no centro do gol.

Havia vontade redobrada, com o passar do tempo, nos comandados de Diego Aguirre. Também pela ansiedade da torcida. E com 28 minutos um lance bizarro. Após driblar um marcador, Olivera se chocou com um companheiro e o chute não saiu perfeito.

Depois disso, mais uma ou outra escapada de parte a parte. Erro de passes aqui e até que o Centenário explodiu. Alonso apareceu no meio da pequena área para desviar para o gol. Euforia que durou poucos minutos para os uruguaios. O jogador estava em posição avançada e a finalização foi anulada.

Bastidores – Santos TV:

Defensor Sporting 0 x 2 Santos

Data: 05/04/2007, quinta-feira, 19h00.
Competição: Copa Libertadores – Grupo 8 – 5ª rodada (penúltima)
Local: Estádio Centenário, em Montevidéu, Uruguai.
Público e renda: N/D
Árbitro: Antonio Arias (PAR)
Auxiliares: Emigdio Ruiz e Nicolás Yegros (ambos do PAR).
Cartões amarelos: Pedro e Rodrigo Souto (S).
Gols: Marcos Aurélio (23-2) e Rodrigo Tabata (38-2).

DEFENSOR SPORTING
Martín Silva; Ignacio Ithurralde, Williams Martínez, Martín Cáceres e Alvaro González; Fernando Fadeuille (Vindez), Carlos Díaz, Sebastián Ariosa (Maximiliano Pereira) e Diego de Souza; Carlos María Morales (Danilo Peinado) e Mauro Villa
Técnico: Jorge da Silva

SANTOS
Fábio Costa; Denis (Pedro), Adaílton, Marcelo e Kléber; Maldonado, Rodrigo Souto, Cléber Santana (Pedrinho) e Zé Roberto; Marcos Aurélio e Jonas (Rodrigo Tabata)
Técnico: Wanderley Luxemburgo



Santos vence Defensor e assegura 1º lugar em seu grupo na Libertadores

O Santos foi até o Uruguai e venceu o Defensor por 2 a 0, nesta quinta-feira, em Montevidéu, e assegurou a primeira colocação do Grupo 8 da Taça Libertadores da América.

Com a vitória, o time da Baixada chegou a 15 pontos e não pode ser ultrapassado pelo rival de hoje, que tem apenas nove –os dois times têm apenas mais um jogo a realizar.

O triunfo também manteve o time da Vila Belmiro como a única equipe brasileira com 100% de aproveitamento na competição sul-americana. Na fase de grupos são cinco vitórias em cinco jogos –mas o time já havia vencido duas partidas na fase preliminar.

O técnico Vanderlei Luxemburgo teve problemas para escalar a equipe nesta quinta-feira. O atacante Rodrigo Tiuí, com um edema na coxa esquerda, e o zagueiro Antônio Carlos, que se recupera de lesão muscular, nem sequer viajaram.

Assim, o treinador armou a zaga com Adaílton e o jovem Marcelo, surpresa, enquanto o ataque teve Jonas e Marcos Aurélio.

O jogo

O Santos começou o jogo acuado e dava muitos espaços ao time uruguaio, que deu um sufoco no início da partida. Mas apesar de ter a posse da bola, o Defensor não chegava a criar chances concretas.

Descontente com a postura de sua equipe, o técnico Vanderlei Luxemburgo passou a pedir que os santistas saíssem mais para o jogo.

Mais solto com o passar do tempo, o time brasileiro chegou pela primeira vez aos 20min, quando Kléber recebeu bom passe na esquerda, avançou na área e cruzou com perigo, mas a bola foi cortada pelo zagueiro. Um minuto depois, Zé Roberto arriscou de fora e assustou o goleiro Martín Silva.

Melhor postado em campo na segunda etapa, o Santos conseguiu seu primeiro gol. Aos 23min, Marcos Aurélio chutou de esquerda, colocado, de fora da área, no canto do goleiro Silva.

Mais tranqüilo para impor a sua qualidade técnica, o time brasileiro conseguiu definir a partida aos 39min. O meia Rodrigo Tabata, que havia entrado na segunda etapa, acertou belo chute de fora da área e decretou mais uma vitória santista.


Nacional 4 x 4 Santos

Data: 23/04/2003, quarta-feira, 21h40.
Competição: Copa Libertadores – Oitavas de final – Jogo de ida
Local: Estádio Centenário, em Montevidéu, Uruguai.
Público e renda: N/D
Árbitro: Horácio Elizondo (ARG)
Cartões amarelos: Benoit, Dadomo, Eguren e Juarez (N); André Luis (S).
Gols: Alex (05-1) e Ricardo Oliveira (44-1); Guerrero (12-2), Robinho (20-2), Peralta (26-2), Scotti (36-2), Ricardo Oliveira (39-2, de pênalti) e Benoit (50-2).

NACIONAL
Munúa; Benoit, Lembo, Leites e Dadomo (Peralta); Vanzini, Eguren (Scotti), Morales e O’Neill; Guerrero (Juarez) e Alvez
Técnico: Daniel Carreño

SANTOS
Fábio Costa; Reginaldo Araújo, Alex, André Luís e Léo (Rubens Cardoso); Paulo Almeida, Renato (Alexandre), Elano e Diego; Robinho e Ricardo Oliveira
Técnico: Leão



Gol aos 50min do segundo tempo evita vitória do Santos no Uruguai

Numa partida cheia de gols, o Santos empatou com o Nacional (Uruguai) por 4 a 4 pelas oitavas-de-final da Taça Libertadores. Mesmo jogando no estádio Centenário, em Montevidéu (Uruguai), o atual campeão brasileiro dominou o confronto, mas sucumbiu no final e sofreu um gol aos 50min do segundo tempo.

A partida de volta ocorre no dia 7, na Vila Belmiro,e o Santos se classifica para as quartas-de-final com uma vitória. Novo empate leva a decisão da vaga vai para os pênaltis.

O time brasileiro não precisou de muitos minutos para mostrar que era superior ao adversário: logo aos 5min, numa cobrança de falta, a bola bateu no travessão e no solo duas vezes antes de o zagueiro Alex escorar para abrir o placar.

Fraco tecnicamente, o Nacional não tinha nenhum jogada em seu repertório além das bolas alçadas para a área que a defesa santista conseguiu, invariavelmente, afastar.

Com a vantagem no placar, os espaços foram surgindo e o Santos, nos contragolpes, perdendo chances. Até que, aos 44min, Ricardo Oliveira recebeu na área e bateu no ângulo do goleiro Munúa, ampliando o marcador.

Foi o sétimo gol de Ricardo Oliveira, que, além de assumir a artilharia isolada da competição continental, igualou-se a Pelé em gols marcados em uma única Libertadores.

No segundo tempo, nada mudou. Tranquilo, o Santos levou um gol aos 12min após falha da defesa _a bola sobrou para o desengonçado atacante Alvez, que empurrou para o gol ao mesmo tempo em que Guerrero. O árbitro deu o gol para Guerrero.

Muito pouco para animar o Nacional que, oito minutos depois, manteve sua defesa toda no chão e permitiu a Robinho marcar um dos poucos gols de cabeça em sua carreira.

Com domínio territorial absoluto, o Santos se descuidou na defesa e permitiu que os uruguaios diminuíssem mais uma vez aos 26min, quando Alvez desviou de cabeça para Peralta marcar um belo gol. Depois disso, o Nacional se entusiasmou e conseguiu buscar o empate num chute de Scotti, aos 36min.

Mas o placar era injusto. Dois minutos depois, Diego foi derrubado na área e Ricardo Oliveira cobrou com categoria. A equipe uruguaia partiu toda para o ataque e Fábio Costa fez uma defesa milagrosa nos minutos finais.

A camisa do Nacional, tricampeão da Libertadores, acabou falando mais alto aos 50min (o árbitro deu cinco minutos de acréscimo), quando o camaronês Benoît conseguiu empatar de cabeça. Nem seus torcedores mais fanáticos acreditaram.

Em jogo de oito gols, Santos cede empate

Após 38 anos, santistas voltam ao mata-mata da Libertadores com a vocação ofensiva que fez fama nos anos 60

A volta do Santos ao mata-mata da Libertadores foi eletrizante.

Desde 31 de março de 1965 o time da Vila Belmiro não atuava em uma fase decisiva do principal interclubes do continente. Ontem, diante do Nacional do Uruguai, em Montevidéu, um placar dos tempos de Pelé: 4 a 4.

Com o resultado, o atual campeão brasileiro precisa vencer o campeão uruguaio no jogo de volta para avançar às quartas-de-final -um novo empate levará a decisão para os pênaltis.

O melhor ataque da primeira fase da Libertadores abriu o placar no estádio Centenário logo aos 6min com um gol de um defensor. O zagueiro Alex empurrou de cabeça a bola para o gol após um chute de Ricardo Oliveira que explodiu no travessão -a bola havia quicado em cima da linha.

O Nacional era empurrado por uma torcida fanática, mas insistiu quase todo o jogo em bolas alçadas à área de qualquer lugar do campo. As “torres gêmeas” santistas, André Luís e Alex, tratavam de escorar esses cruzamentos.

Trocando passes com facilidade, o time do técnico Leão criou seguidas oportunidades para ampliar na primeira etapa. O segundo gol, porém, só veio aos 44min. Diego serviu bem Ricardo Oliveira na área. O atacante virou e colocou a bola com estilo no ângulo direito do gol de Munua.

O lateral-esquerdo Léo, um dos santistas caçados em campo, teve que dar lugar a Rubens Cardoso. Robinho, outro jogador que recebeu atenção especial dos uruguaios, até deu alguns de seus dribles famosos, mas não encontrou a liberdade que teve em Cali, contra o América, na fase inicial.
O jogo parecia tranquilo para o Santos, mas o Nacional, na base da vontade, marca maior dos uruguaios, pôs a equipe brasileira em dificuldades na segunda etapa.

O clube de Montevidéu descontou aos 12min em um lance confuso. Alvez trombou com Fábio Costa e, mesmo de costas para o gol, conseguiu puxar a bola. Foi apenas um dos lances esquisitos na área santista -o goleiro Fábio Costa foi mal em várias jogadas, mas também fez seus milagres.

Robinho, coisa rara em sua ainda breve carreira, marcou o terceiro gol santista de cabeça. A vitória mais uma vez parecia estar assegurada, mas Peralta e Scott concluíram com perfeição boas tramas ofensivas e empataram a partida. Mas tinha mais emoção.

Sem mostrar abatimento, os novos Meninos da Vila partiram para o ataque e conseguiram um pênalti. Diego foi derrubado escandalosamente na área. Ricardo Oliveira bateu bem a penalidade e colocou de novo o Santos em vantagem -com oito gols, alcançou Pelé e é agora o maior artilheiro santista em uma Libertadores.

O juiz argentino Horacio Elizondo, porém, queria mais jogo. E muito mais jogo. Ele resolveu dar cinco minutos de acréscimo. E o camaronês Benoit, com a raça uruguaia, marcou de cabeça aos 51min. O estádio Centenário quase veio abaixo, porém o sufoco continuaria mais alguns minutos.

O Nacional teve tempo de atacar de novo, mas, após estar perdendo por dois gols de diferença e reconhecer a superioridade técnica do Santos, comemorou o heróico empate. Na Libertadores, gol em casa e gol fora têm mesmo peso.

Santos diz que foi até mordido no Uruguai

Jogadores do Santos atribuíram à violência do Nacional o empate em 4 a 4 na noite de anteontem, em Montevidéu (Uruguai), pelas oitavas-de-final da Taça Libertadores, e prometeram dar o troco “na bola” na partida de volta.

“Eles dão muita porrada e são desleais. Mas, para garantir aqui nossa classificação, vamos só jogar futebol”, disse o atacante Ricardo Oliveira após a chegada da delegação, na manhã de ontem.

O meia Diego chegou a ter seu dedo mordido. “O zagueiro deles estava me xingando, dizendo que eu tinha tentado cavar um pênalti. Apontei para ele e para o juiz, ele veio até mim, mordeu meu dedo e não queria soltar mais”, disse.

Por duas vezes, o Santos teve vantagem de dois gols no placar (2 a 0 e 3 a 1), mas permitiu a reação do Nacional, que fez o quarto aos 50min do segundo tempo. No dia 7, na Vila Belmiro, os santistas necessitam de uma vitória simples para passar à próxima fase.

“Tecnicamente, eles não têm como enfrentar a gente. Por isso, partiram para a violência. Só que na volta vão encontrar um Santos muito mais aguerrido”, disse Léo, dúvida para o jogo de domingo, com o Fortaleza, pelo Brasileiro, por causa de uma pancada.


Penãrol 3 x 2 Santos

Data: 16/10/1991, quarta-feira, 19h00.
Competição: Supercopa da Libertadores – Quartas-de-final – Jogo de ida
Local: Estádio Centenário, em Montevidéu, Uruguai.
Árbitro: Juan Luis Bava (ARG).
Gols: Cedres (15-1) e Pedro Paulo (35-1); Montero (16-2), Serginho Fraldinha (33-2) e Sérgio Martínez (34-2, de pênalti).

PEÑAROL
Fernando Alvez; Rosa, Sergio Panzardo, Paolo Montero e Alfonso Dominguez; Diego Dorta, Carlos Sánchez e Andrés Martínez; Sérgio Martínez, Néstor Cedrés e William Castro (Dely Valdez).
Técnico: Ricardo Ortiz

SANTOS
Nílton; Índio, Pedro Paulo, Camilo e Flavinho; Carlinhos, Sérgio Manoel e Zé Renato (Axel); Almir (Serginho Fraldinha), Paulinho McLaren e Tato.
Técnico: Ramiro Valente



Penãrol bate Santos e depende do empate

Fontes:
Jornal Folha de SP
Estadão

Peñarol 0 x 0 Santos

Data: 18/10/1990, quinta-feira, 21h30.
Competição: Supercopa dos Campeões da Libertadores – 1ª fase – Jogo de ida
Local: Estádio Centenário, em Montevidéu, Uruguai.
Público: 20.000
Árbitro: Juan Carlos Loustau (ARG).
Cartão amarelo: Pedro Paulo (S).

PEÑAROL-URU
Fernando Alvez; Alfonso Dominguez, Trasante, Paolo Montero e Mendez; Sanchez, César Silvera (Eduardo da Silva) e Fernando Silvera; Adrian Paz, Cabrera (Baran) e Lopez.
Técnico: César Luiz Menotti

SANTOS
Sérgio; Índio, Pedro Paulo, Luiz Carlos e Flavinho; César Sampaio, Axel e Edu Marangon; Almir (Mendonça), Paulinho McLaren (Derval) e Sérgio Manoel.
Técnico: Pepe



Fonte: Jornal Folha de SP