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Botafogo 2 x 1 Santos

Data: 11/03/2001, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Paulista
Local: Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto, SP.
Público: 23.810 pagantes
Renda: não divulgada
Árbitros: Paulo César de Oliveira e Anselmo da Costa
Cartões amarelos: Leandro e Róbson Nese; André Luis, Pereira e Fábio Costa (S).
Cartão vermelho: Caíco (S).
Gols: Deivid (15-1) e Leandro (28-1); Leandro (06-2, de pênalti).

BOTAFOGO-SP
Maurício; Rogério, Beli e Augusto; Gustavo, Douglas, Róbson Nese, Luciano Ratinho (Cris) e Renatinho (Jadílson); Leandro (Birinha) e Robert.
Técnico: Lori Sandri

SANTOS
Fábio Costa; André Luís, Rodrigo Costa e Pereira; Russo, Caio, Marcelo Silva, Robert (Júlio César) e Léo; Deivid (Caíco) e Dodô (Rodrigão).
Técnico: Geninho



Santos perde e permite quebra de tabu

O Santos perdeu neste domingo para o Botafogo por 2 a 1, de virada, no estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto, e caiu para quinto lugar na tabela do Campeonato Paulista, com 14 pontos ganhos. A equipe santista investiu numa fomação ofensiva desde o início, com Caio, Deivid e Dodô partindo para o ataque, mas, mesmo assim, acabou cedendo os três pontos ao time de Ribeirão Preto. O Botafogo não vencia o rival desde 1988 pelo Estadual.

O técnico Geninho deixou o campo reclamando muito da arbitragem, que teria deixado de marcar um pênalti em favor do Santos e encerrado a partida antes dos quatro minutos de acréscimo previstos. Reconheceu, por outro lado, os erros de sua equipe. “O Santos não fez uma boa partida, foi mais coração, no final mas fez jogadas típicas de quem está nervoso em campo”. Por isso, vai trabalhar esta semana para que os jogadores tenham mais tranqüilidade dentro de campo. “Fazendo as coisas de maneira racional já é difícil, imagine se faz com a emoção”.

O goleiro Fábio Costa concordou com Geninho em relação à arbitragem e não escondeu a revolta: “a gente faz um trabalho sério durante toda a semana e vem um desonesto roubar a gente no jogo”.

Ainda aos nove minutos do primeiro tempo, o goleiro Fábio Costa fez pênalti em Robert, do Botafogo. O próprio Robert cobrou, mas o goleiro santista escolheu o canto certo e fez bela defesa, chutando, na seqüência, para a lateral e afastando o perigo.

O primeiro gol da equipe santista saiu aos 15 minutos do primeiro tempo, depois que o goleiro Maurício espalmou o chute rasteiro de Dodô, de fora da área. Deivid, bem colocado, entrou com velocidade e aproveitou o rebote concluindo no canto esquerdo, entre o goleiro caido e a trave do Botafogo

A reação da equipe de Ribeirão Preto veio aos 28 minutos, com o gol de Leandro. O jogador acertou um belo chute da entrada da área, no ângulo direito do goleiro Fábio Costa, sem chances de defesa.

Apesar do jogo recomeçar mais movimentado no segundo tempo, o gol acabou saindo de bola parada. Logo aos seis minutos, a equipe de Ribeirão Preto passou à frente no marcador com mais um gol de Leandro, de pênalti. Quando entrava na área, com a bola dominada, o jogador Luciano Ratinho foi barrado com o braço pelo zagueiro Rodrigo Costa. Desta vez, Leandro cobrou e não perdeu.

O Santos acabou perdendo ainda um pênalti, sofrido pelo jogador Deivid. Dodô cobrou mal, chutando fraco e facilitando a defesa do goleiro Maurício. Esta foi a última participação de Dodô na partida, que foi substituido em seguida, com a entrada de Rodrigão. Com cartão amarelo, o goleiro Fábio Costa desfalca o Santos na partida do próximo domingo, contra o Corinthians.

Fonte: Jornal Folha de SP – http://acervo.folha.com.br/fsp/2001/03/12/20//3940

Santos 1 x 1 São Paulo

Data: 31/01/1998, sábado, 16h00.
Competição: Torneio Rio SP – Grupo B – 3ª rodada
Local: Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto, SP.
Público: 16.886 pagantes
Renda: R$ 169.725,00
Árbitro: Álvaro Quelhas (RJ)
Cartões amarelos: Marcos Bazílio e Narciso (S); Carlos Miguel (SP).
Cartões vermelhos: Argel (S) e Reinaldo (SP)
Gols: Serginho (47-1, pênalti) e Macedo (36-2).

SANTOS
Zetti; Ânderson Lima, Argel, Ronaldão e Dutra; Marcos Bazílio (Élder), Narciso, Caíco (Arinélson) e Jorginho; Müller e Edgar Baez (Macedo).
Técnico: Emerson Leão

SÃO PAULO
Rogério Ceni; Zé Carlos, Edmílson, Márcio Santos e Serginho; Capitão, Gallo, Fabiano (Sidney) e Carlos Miguel; Adriano (Reinaldo) e França (Marco Antônio).
Técnico: Dario Pereyra



Sob 35°C, Santos obtém empate no final

A equipe santista teve dois gols anulados

Depois de um primeiro tempo em que mostrou um jogo ofensivo, mas perdeu chances, o São Paulo sucumbiu à reação do Santos e ao calor de Ribeirão Preto (370 km ao norte de São Paulo) e cedeu o empate em 1 a 1 no final.

A temperatura chegou aos 35ºC na hora da partida. “Com esse calor é impossível manter o ritmo durante toda partida. Os times estão em início de temporada”, afirmou Moraci Sant’Anna, o preparador físico do São Paulo.

Enquanto teve fôlego, o São Paulo dominou o jogo. A equipe perdeu várias chances de abrir o placar logo no início da partida.

Aos 8min, o atacante França deu bom passe para Adriano. Porém o jogador chutou em cima do goleiro Zetti.

Logo depois, aos 11min, Adriano perdeu outra chance. O meia, que está improvisado no ataque, completou um ótimo cruzamento do lateral Zé Carlos para fora.

O Santos teve um gol de Caíco injustamente anulado aos 33min. O zagueiro Edmílson dava condição de jogo ao meia santista.

Depois de duas oportunidades perdidas, Adriano foi o responsável pelo gol do São Paulo. O jogador foi derrubado na área santista por Ronaldão. Serginho bateu o pênalti e abriu o placar: 1 a 0.

O técnico Leão, do Santos, mudou três jogadores no intervalo de jogo para tentar reverter o placar. As alterações deram resultado e a equipe passou a pressionar.

Aos 25min, após passe de Muller, Macedo ficou livre na área do São Paulo, mas chutou nas pernas de Rogério. O ímpeto do Santos durou até os 25min, quando o zagueiro Argel foi expulso.

Aos 28min, a equipe santista teve outro gol anulado. Macedo tocou a mão na bola antes de finalizar. Os santistas alegaram que o toque não foi intencional, condição para caracterizar a falta.

Quando a partida parecia perdida, aos 36min, o atacante Macedo completou, de cabeça, escanteio cobrado por Ânderson: 1 a 1.



Santos busca classificação ( Em 31/01/1998 )

O Santos acredita que a vitória contra o São Paulo hoje garantirá antecipadamente ao time a classificação para a fase semifinal do Rio-São Paulo.

“Esse jogo define a classificação de um dos dois”, afirmou o técnico Emerson Leão. Santos e São Paulo dividem a liderança do Grupo 2, com quatro pontos. Os dois melhores de cada grupo passa à semifinal.

Apesar do bom desempenho na vitória de 2 a 0 sobre o Flamengo, no Maracanã, Leão afirma que o futebol do time ainda está muito longe daquilo que ele pretende. “Ainda não sabemos jogar taticamente. Mas, como o calendário não nos permite, temos de formar a equipe dentro da competição”, afirmou.

Leão vai repetir a mesma formação que bateu o Flamengo -à exceção do volante Marcos Assunção, convocado para a seleção brasileira. O substituto de Assunção será Marcos Basílio, 21. “Mas o posicionamento não muda”, disse Leão.


Botafogo-SP 1 x 2 Santos

Data: 06/06/1996, quinta-feira, 16h00.
Competição: Campeonato Paulista – 2º turno – 15ª rodada (última)
Local: Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto, SP.
Público e renda: N/D
Árbitro: José Almir Teófilo Lima
Cartão vermelho: Batista (S).
Gols: Giovanni (11-2), Lucas (29-2) e Giovanni (34-2).

BOTAFOGO-SP
Ricardo Gomes; Douglas, Fonseca, Marcelo Fernandes e Márcio; César, Silvio Donizete (Gustavo), Ranielli e Daniel (Rodrigo Nozé); Alex Bala e Marco Aurélio (Lucas).
Técnico: Jorge Vieira

SANTOS
Nando; Cláudio, Sandro, Cerezo e Marcos Adriano; Gallo, Baiano (Batista), Jamelli e Robert; Camanducaia (Marcelo Passos) e Giovanni.
Técnico: Orlando Amarelo



Giovanni é o artilheiro do Paulista-96

O meia-atacante Giovanni fez os dois gols da vitória de ontem do Santos sobre o Botafogo, em Ribeirão Preto (319 km a norte de São Paulo), e terminou o Campeonato Paulista como artilheiro da competição com 24 gols.

Com os dois gols marcados ontem, Giovanni superou o atacante Luizão, do Palmeiras, que anotou 22 no campeonato, mas que, suspenso, não joga no próximo domingo contra o XV de Jaú.

“Ser artilheiro não era uma meta, a meta era ser campeão. Mas estou feliz”, disse Giovanni. O campeão antecipado é o Palmeiras.

O primeiro gol de Giovanni na partida de ontem foi o centésimo da carreira do artilheiro.

“É uma marca normal, apesar de ser difícil de alcançar”, disse.

Giovanni afirmou esperar um prêmio da Federação Paulista de Futebol por ter sido o artilheiro da competição. “Ouvi dizer que vão dar R$ 20 mil para o artilheiro. Se isso for verdade, vou dar R$ 10 mil para a caixinha do clube”, disse.

No primeiro tempo, Giovanni cobrou uma falta no trave.

No segundo, teve um gol anulado pelo juiz após uma cobrança de falta que deveria ter sido feita em dois lances.

Mas aos 12min, Robert fez jogada pela esquerda e Giovanni marcou de cabeça.

O segundo gol saiu após uma falha da defesa do Botafogo. Giovanni, livre na área, marcou.



Santos e Botafogo cumprem tabela ( Em 06/06/1996 )

A principal motivação do jogo é a tentativa do meia-atacante santista Giovanni de ser o artilheiro isolado do Campeonato Paulista. Ele tem 22 gols e divide o primeiro lugar com o palmeirense Luizão, que não vai jogar mais.

O Botafogo não terá Paulo César, contundido, e Japinha, suspenso.



Fonte: Estadão
Vídeo: Wesley Miranda

Santos 2 x 2 Corinthians

Data: 25/06/1995, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Paulista – 2ª Fase – Grupo II
Local: Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto, SP.
Público e renda: Não divulgados
Árbitro: Cláudio Cerdeira (RJ).
Cartões amarelos: Ronaldo, Piá e Carlinhos (S); Bernardo e Vítor (C).
Cartões vermelhos: Gallo (S); Silvinho (C).
Gols: Marcelinho Carioca (02-1), Macedo (11-1) e Viola (24-1); Giovanni (06-2).

SANTOS
Edinho; Ronaldo, Maurício Copertino, Cerezo e Piá; Gallo, Carlinhos, Giovanni e Luís Muller (Marcelo Passos); Macedo (Camanducaia) e Jamelli.
Técnico: Joãozinho Rosa

CORINTHIANS
Ronaldo; Vítor, Célio Silva, Pinga e Silvinho; Bernardo, Zé Elias, Marcelinho Carioca e Tupãzinho (Marcelinho Souza); Viola e Marques.
Técnico: Eduardo Amorim



Empate no interior ajuda Portuguesa

Quem mais ganhou com o empate de 2 a 2 ontem no clássico entre Santos e Corinthians, na Ribeirão Preto (e branca) do fim-de-semana, foi a Portuguesa.

O time do Canindé fica com sete pontos no seu grupo, três à frente do Corinthians, que tem obrigação de vencer o confronto direto entre os dois, no próximo sábado.

Com o empate de ontem na chamada Califórnia brasileira, as chances do Santos -que tem um ponto solitário em dois jogos- chegar à final do Campeonato Paulista ficam bastante reduzidas.

(Mas não são impossíveis, pois o time praieiro disputa ainda 12 pontos nas próximas rodadas).

Ficam aprovados os clássicos com gosto de (bom) chope do exílio, parodiando o ex-exilado presidente brasileiro, FHC.

A chegada ao estádio teve organização de Primeiro Mundo. Filas organizadíssimas para a entrada, pasme, dos Gaviões da Fiel e demais torcidas corintianas.

Se Ribeirão é a nossa Califórnia, o estádio Santa Cruz, do time do Botafogo, foi o nosso Rose Bowl, com duas ressalvas: o velho placar e a má iluminação. (Em parte, estes problemas são explicados, segundo a direção do Botafogo, pelos fortes ventos que sopraram pela manhã na cidade. Choveu o dia todo e fez frio).

O jogo foi uma espécie de imagem do mundo contemporâneo: pendeu para a direita. As arrancadas de Marcelinho pelo flanco foram decisivas para o Corinthians.

As cortinas ainda subiam para abrir o espetáculo e Marcelinho sofria um pênalti. Ele mesmo executou e converteu, dando ilusão de uma vitória fácil do Corinthians.

Foi aí que o lado direito do Santos, com Macedo acionado pelo meio-campo, começou a funcionar, ajudado pela má jornada do lateral Silvinho, do Corinthians.

Depois de três jogadas pela direita, o lateral santista Ronaldo fez longo lançamento para Macedo que ganhou de Silvinho e empatou, ao 11min do primeiro tempo.

O jogo, que começou alucinante, reduziu a intensidade.

Aos 24min, Zé Elias lançou Marcelinho. Este virou para Marques, que cruzou. Viola, ontem de chuteiras prateadas, antecipou-se à zaga e fez 2 a 1.

Aos 6min, Macedo cobrou escanteio pela direita e Giovanni empatou o jogo, de cabeça.

O Corinthians teve muitas oportunidades para marcar mais gols (Tupãzinho perdeu duas e Viola uma). Mas ontem era um personagem com olhos de ressaca.

Pinga e Silvinho falhavam na defesa, Tupãzinho, perdido no meio do canavial ribeirão-pretano, não ajudava a criar alternativas para agredir a frágil defesa santista.

Além de Macedo, o Santos tinha a genialidade de Giovanni. Com a sua sequência de dribles, lançamentos e cabeçadas, perturbou e não se deixou marcar.

No final, mais disposto dentro do campo, o Santos tinha mais energias para vencer o jogo na noite que já brilhava no céu.

Santistas apostam em reabilitação na Vila

A recuperação começou ontem e vai se consumar nos próximos jogos, contra União São João e Portuguesa, na Vila Belmiro. Nessa idéia estão depositadas as últimas esperanças do Santos de vencer o seu grupo na segunda fase do Campeonato Paulista e ir para a final.

Após duas das seis rodadas, a Portuguesa lidera a fase com sete pontos. O Santos tem um.

“Nada está perdido. A Portuguesa está na frente, mas já fez dois jogos em casa. Nós só jogamos fora”, afirmou o zagueiro Maurício Copertino após a partida.

Apesar de insatisfeitos com o resultado, que deixa o time seis pontos atrás da Portuguesa (cada equipe ainda tem 12 para disputar), os jogadores disseram que o empate foi justo.

“Poderia ter sido 3 a 3 ou 4 a 3 para qualquer time”, afirmou o meia-atacante Jamelli, que ontem jogou como meia, encarregado de marcar o lateral-direito Vítor, do Corinthians.

Jamelli afirmou que o time teve problemas para deter o ataque corintiano pelo seu lado no primeiro tempo, mas isentou a defesa.

“O Corinthians tem atacantes com habilidade. Mas no segundo tempo, praticamente neutralizamos essa jogada”, acrescentou o técnico Joãozinho. Segundo o treinador, na segunda etapa, o Santos mereceu a vitória no clássico.

O atacante Macedo disse no vestiário que pediu para ser substituído, aos 28min do segundo tempo. “Tá doendo muito aqui, ó”, disse, com expressão de dor, apontando para a virilha.

Macedo foi o principal atacante do Santos no jogo. Foi dele o cruzamento para o segundo gol, marcado por Gallo.

A única bronca do Santos era com a arbitragem. Copertino afirmou que foi agredido pelo goleiro Ronaldo, dentro da área com a bola em jogo. “Ele até me pediu desculpas, depois.”

Edinho evita nova derrota

O goleiro Edinho foi apontado pelos jogadores como um dos responsáveis pela reação do Santos no segundo tempo. Ele sofreu dois gols, um de pênalti, mas evitou pelo menos duas chances claras do adversário.

Disse que, se tivesse tomado um destes gols, o “Santos não teria força para reagir”.

Repórter – O que achou da atuação do Santos?
Edinho – Melhoramos 100% em relação ao último jogo. Fomos muito bem. Não vencemos, mas mostramos o que podemos jogar.

Repórter – Desde uma derrota de 4 a 0 no ano passado, você tem feito sempre grandes partidas contra o Corinthians. É só coincidência ou o adversário motiva mais?
Edinho – Em todos os clássicos, não só contra o Corinthians, eu sinto que cresço. Quando você vê um estádio cheio, é impossível não ter uma motivação extra para jogar.

Repórter – Quais foram suas maiores defesas?
Edinho – No primeiro tempo, defendi com o pé um chute à queima-roupa do Tupã. No segundo, peguei uma cabeçada do Viola.
Nos dois momentos, o Corinthians vencia por 2 a 1. Se tivesse feito o terceiro, não teríamos força para reagir.

Repórter – Qual a defesa mais difícil?
Edinho – Pode ter parecido que foi a segunda, mas, na verdade, foi a primeira. Eu estava no contrapé, mas consegui me virar. Na segunda, eu estava perto da bola.

Repórter – O que você achou do campo?
Edinho – O campo era duro e não totalmente plano, mas é melhor do que o Pacaembu.



Fonte: Estadão – Págs. 1 e 3

Botafogo-SP 0 x 0 Santos

Data: 08/09/1991, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 1º turno – 13ª rodada
Local: Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto, SP.
Público: 6.627 pagantes
Renda: Cr$ 13.417.000,00
Árbitro: Edmundo Lima Filho

BOTAFOGO-SP
Marolla; Leandro Silva, Lucilo, Édson Mariano e Carlos Roberto; Gallo, Caçapa (Marcelo Vita) e Paulinho Andreoli (João Carlos); Bira, Tonello e Claudinho.
Técnico: Geninho

SANTOS
Sérgio; Índio, Pedro Paulo, Luiz Carlos e Flavinho; Axel, Sérgio Santos (Carlinhos) e Sérgio Manoel; Serginho Fraldinha, Zé Renato e Tato.
Técnico: Ramiro Valente



Boa atuação de Sérgio assegura o empate para o Santos em Ribeirão

Santos desfalcado do centroavante Paulinho McLaren, que Se apresentou ao técnico Ernesto Paulo, da seleção brasileira, para amistoso na quarta-feira contra País de Gales.

Fonte: Jornal Folha de SP