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Náutico 1 x 5 Santos

Data: 19/10/2013, sábado, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 30ª rodada
Local: Arena Pernambuco, em Recife, PE.
Público: 5.452 presentes (4.494 pagantes e 958 não pagantes)
Renda: R$ 116.980,00
Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Auxiliares: Enoque Costa Pacheco (AP) e Francisco Rudson Rocha Aquino (CE).
Cartões amarelos: Martinez, Elicarlos e Tiago Real (N); Cicinho, Edu Dracena e Everton Costa (S).
Gols: Thiago Ribeiro (01-1), Cícero (21-1), Everton Costa (24-1) e Cicinho (26-1); Maikon Leite (05-2) e Cícero (44-2).

NÁUTICO
Ricardo Berna; João Filipe, Alison (Maranhão), William Alves e Bruno Collaço; Elicarlos, Martinez, Peña (Marcos Vinícius) e Tiago Real; Rogério (Hugo) e Maikon Leite.
Técnico: Marcelo Martelotte

SANTOS
Aranha; Cicinho (Bruno Peres), Edu Dracena, Gustavo Henrique e Mena; Alison, Arouca (Alan Santos), Cícero e Montillo (Renato Abreu); Thiago Ribeiro e Everton Costa.
Técnico: Claudinei Oliveira



Com primeiro tempo avassalador, Santos goleia e afunda Náutico

Após abrir o placar com menos de um minuto de jogo, Santos deslanchou e não tomou conhecimento do Náutico, na Arena Pernambuco

Sem grandes dificuldades, o Santos derrotou o Náutico por 5 a 1 na noite deste sábado, na Arena Pernambuco. O time paulista construiu boa parte da goleada no primeiro tempo, com os gols de Thiago Ribeiro, Cícero, Everton Costa e Cicinho. Maikon Leite descontou para os donos da casa, na segunda etapa, que ainda sofreram mais um gol de Cícero, no final do confronto.

Com o triunfo, os santistas subiram provisoriamente para a sexta posição, com 43 pontos. Enquanto isso, os pernambucanos seguem na lanterna, com apenas 17 pontos ganhos, e cada vez mais próximos do rebaixamento para a Série B do Brasileirão.

O jogo:

O Santos começou a partida dando mostras da sua superioridade técnica. Com menos de um minuto de jogo, o zagueiro Alison errou a saída de bola, que parou nos pés de Thiago Ribeiro. Com tranquilidade, o atacante bateu no canto direito do goleiro Ricardo Berna, que nem se mexeu: 1 a 0 para a equipe praiana.

O Peixe quase ampliou a sua vantagem, aos oito, quando Thiago Ribeiro recebeu na ponta esquerda, driblou o marcador, deixando Cícero na cara do gol. O meia chutou forte, exigindo grande defesa de Ricardo Berna.

O Náutico assustou aos 17, em jogada individual do atacante Rogério, que passou por Cicinho, batendo cruzado, para uma boa defesa de Aranha.

Melhor em campo, o time santista chegou ao segundo gol, com Cícero. Aos 21, o meio-campista puxou contra-ataque e, sem receber combate dos defensores do Timbu, soltou a bomba de fora da área, sem chance de defesa para Berna, marcando o segundo tento alvinegro no confronto.

Em ritmo forte, o Santos chegou ao terceiro gol, rapidamente. Aos 24, a zaga do Náutico afastou mal um cruzamento para a área, o goleiro não saiu bem do gol, perdendo a disputa de bola aérea com o atacante Everton Costa, que balançou as redes pernambucanas.

Dois minutos mais tarde, o Peixe anotou o seu quarto tento no duelo. O lateral-direito Cicinho fez bom lance individual, cortando para o meio e finalizando de perna esquerda, vencendo Ricardo Berna: 4 a 0 para os santistas.

Com a grande vantagem no marcador, a equipe praiana passou a administrar o placar, até o intervalo do jogo.

Os pernambucanos, que voltaram com Marcos Vinícius no lugar de Peña e Maranhão na vaga de Alison, descontaram com Maikon Leite, no início do segundo tempo. Aos cinco, o atacante recebeu pela direita e soltou a bomba, sem chances de defesa para Aranha, descontando para os donos da casa.

Após o susto do gol do Náutico, o time da Vila Belmiro voltou a levar perigo ao gol de Ricardo Berna. Em duas oportunidades, os alvinegros quase ampliaram. A primeira, aos 11, com Cícero arrematando para fora, frente a frente com o arqueiro do Timbu. Um minuto depois, Montillo puxou rápido contra-ataque e acionou Cicinho, que fintou a marcação e quase anotou mais um para o Santos, de perna esquerda. A zaga do Timbu salvou, tocando para escanteio.

O Náutico voltou a dar trabalho para Aranha, aos 19, em cobrança de falta do volante Martinez. O experiente meio-campista bateu forte para o gol, exigindo uma grande defesa do camisa 1 do Peixe.

A vantagem santista fez com que o técnico Claudinei Oliveira retirasse Montillo, para a entrada de Renato Abreu. Cicinho também saiu para que Bruno Peres entrasse no jogo. No Timbu, Rogério deixou o gramado para a entrada de Hugo, no ataque.

Os alvinegros estiveram próximos do quinto gol, mais uma vez, com Thiago Ribeiro chutando na trave, uma bola tocada de cabeça por Cícero, aos 25.

Por último, aos 30, Claudinei retirou o volante Arouca da partida, colocando Alan Santos em seu lugar, para os minutos finais do confronto.

O Santos voltou a assustar Ricardo Berna, aos 36, quando Cícero invadiu a área da equipe pernambucana e soltou a bomba. Atento, o goleiro do Náutico evitou mais um gol dos paulistas.

O meia santista estava determinado a voltar a balançar as redes e conseguiu, aos 44. Cícero arriscou de fora da área, superando Berna e decretando os números finais da partida: 5 a 1 para o Peixe.

Bastidores – Santos TV:

Cícero elogia postura em goleada e vê melhora no Santos

Autor de dois gols na goleada do Santos sobre o Náutico, por 5 a 1 , na noite deste sábado, na Arena Pernambuco, o meia Cícero elogiou a postura do time praiano, neste jogo. Segundo o meio-campista, o Peixe entrou concentrado em não dar chances para uma surpresa, diante do lanterna do Campeonato Brasileiro.

“A gente sabe da situação do Náutico, mas era um jogo em que se você entra devagar, pode complicar. Felizmente, a equipe manteve o foco para ‘matar’ a partida e conseguiu um bom resultado”, disse Cícero, antes de destacar o desempenho dos santistas no Brasileirão.

Leia mais: Com 1º tempo avassalador, Santos goleia e afunda Náutico

Com o triunfo sobre o Timbu, a equipe alvinegra alcançou os 43 pontos e, provisoriamente – já que ainda haverá o complemento da rodada -, subiu para o sexto lugar na tabela do Brasileirão.

O meia reconheceu que o Santos sofreu com altos e baixos durante a competição, mas acredita que o time subiu de produção, nas últimas rodadas. “A gente está tentando achar esse equilíbrio no campeonato. Não só a gente, mas a maioria das equipes. Nos últimos três jogos, somamos sete pontos (vitórias sobre Ponte Preta e Náutico, além de um empate com o Internacional-RS), e o negócio é sempre somar”, concluiu.



Santos 2 x 1 Ponte Preta

Data: 12/10/2013, sábado, 21h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 28ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 8.607 presentes (7.230 pagantes e 1.377 não pagantes)
Renda: R$ 241.720,00
Árbitro: Marcelo Aparecido R. de Souza (SP)
Auxiliares: Gustavo Rodrigues de Oliveira e Fabricio Porfirio de Moura (ambos de SP).
Cartões amarelos: Edu Dracena, Alison, Cicinho e Leandrinho (S); Elias, Ferron e Edson Bastos (PP).
Cartão vermelho: Cicinho (S).
Gols: Everton Costa (44-1), Montillo (23-2) e Rafael Ratão (44-2).

SANTOS
Aranha; Cicinho, Edu Dracena, Gustavo Henrique, Emerson, Alison (Alan Santos), Arouca, Cícero, Montillo (Leandrinho), Thiago Ribeiro e Everton Costa (Victor Andrade).
Técnico: Claudinei Oliveira.

PONTE PRETA
Roberto; Régis, Ferron, Diego Sacoman, Uendel, Baraka, Alef (Leonardo), Fellipe Bastos, Elias (Adrianinho), Rildo (Rafael Ratão) e Willian.
Técnico: Jorginho.



Com golaço de Montillo, Santos vence Ponte Preta no Pacaembu

Com gols de Everton Costa e Montillo, time santista bate campineiros por 2 a 1 e chega ao sexto lugar na classificação. Já a Ponte Preta permanece na zona de rebaixamento

Na primeira partida que mandou fora da Vila Belmiro neste Campeonato Brasileiro , o Santos derrotou a Ponte Preta , vice-lanterna da competição, no Pacaembu, por 2 a 1, e terminou este sábado na sexta colocação do Campeonato Brasileiro, com 39 pontos conquistados. O time campineiro estacionou nos 26 pontos e pode ver a distância para a saída da zona de rebaixamento aumentar até o fim da 28ª rodada.

Everton Costa, aos 45 minutos do primeiro tempo, abriu o caminho para a vitória santista, em seu primeiro gol com a camisa do time alvinegro. Montillo, aos 24 da segunda etapa, marcou o segundo. Rafael Ratão, aos 44 do segundo tempo, diminuiu para a Ponte.

Esta foi a primeira vitória do Peixe sobre a Ponte Preta em 2013. Até então, haviam sido duas derrotas: uma na fase de classificação do Campeonato Paulista, por 3 a 1, e outra no primeiro turno do Brasileirão, por 1 a 0.

O Santos volta a campo na próxima quarta-feira, quando recebe o Internacional na Vila Belmiro, sem o lateral direito Cicinho, que foi expulso neste sábado após retardar cobrança de lateral e receber o segundo cartão amarelo. No mesmo dia, a Macaca enfrenta o Coritiba no Moisés Lucarelli, desfalcada do meia Elias, que recebeu o terceiro cartão amarelo diante do Peixe.

O jogo

A Ponte começou a partida tentando surpreender o Santos. Logo na saída de bola, Rildo recebeu na esquerda, avançou contra a marcação de Cicinho e sofreu falta. Além da cobrança da bola parada, a Macaca teve uma sequência de dois escanteios, em que levou perigo ao gol de Aranha.

A primeira chance clara de gol foi criada pelo time de Campinas, aos 26 minutos. Após cruzamento de escanteio, Ferron subiu e cabeceou a bola com força no meio do gol. Aranha teve de se esticar para mandar a bola por cima do travessão e salvar o Santos.

Também pelo alto o Santos quase abriu o placar. Livre de marcação, Gustavo Henrique aproveitou cruzamento de Montillo e cabeceou forte. Bola passou por cima do gol, triscando o travessão.

Aos 45 minutos, no último lance de ataque do primeiro tempo, o placar foi aberto. Montillo cobrou falta da intermediária na cabeça de Everton Costa, que, com um sutil desvio de cabeça, tirou o goleiro Roberto da jogada e marcou para o Santos. Foi o primeiro gol do atacante pelo Alvinegro Praiano.

Aproveitando-se da vantagem no marcador, o Santos voltou para a segunda etapa com uma postura diferente, e passou a defender com todos os jogadores posicionados no campo de defesa, esperando o melhor momento para contra-atacar.

A primeira boa chegada da equipe santista na segunda etapa foi somente aos 21 minutos. Em rápida jogada, Cicinho recebeu de Montillo e finalizou de primeira. Roberto, bem colocado, agarrou a bola sem dificuldades.

O esperado contra-ataque para o Santos surgiu aos 24 minutos, e foi mortal. Cícero dominou a bola atrás do meio de campo, deu um chapéu em Ferron, ganhou de Diego Sacoman na velocidade e rolou para Montillo, que, com categoria, completou para o gol.

Algumas das melhores oportunidades da Macaca no segundo tempo surgiram dos pés de Fellipe Bastos. Três chutes de falta e um remate de fora da área assustaram o goleiro Aranha. Aos 32 minutos, William perdeu a chance mais clara. O vice-artilheiro do Campeonato Brasileiro recebeu livre na pequena área, dominou tirando de Aranha, mas viu Cicinho evitar o gol com um carrinho providencial.

Aos 44 minutos, a Ponte conseguiu diminuir o prejuízo. Rafael Ratão se aproveitou de falha geral da defesa santista, saiu cara a cara com Aranha e só teve o trabalho de tocar para o fundo das redes.

A Ponte ainda quase chegou ao gol de empate. Aranha salvou o Santos em lance frente a frente com William. Pouco depois, o time de Campinas teve nova chance em bola aérea.

Bastidores – Santos TV:

Montillo rejeita rótulo de ‘salvador’ no Santos e Aranha comemora boa fase

Meia argentino voltou de contusão e teve papel decisivo na vitória sobre a Ponte Preta, assim como o goleiro, que salvou a equipe de levar o empate no final

De volta à equipe do Santos neste sábado, após se recuperar de lesão na panturrilha direita, o argentino Montillo deu assistência para Everton Costa abrir o placar e marcou o segundo gol santista contra a Ponte Preta, na vitória por 2 a 1 . Apesar da boa atuação, o meia disse não acreditar que seja o principal jogador do time.

“Tento fazer o melhor dentro de campo. Hoje (sábado) conseguiu uma assistência e um gol, mas parabenizo todo o time, porque sem eles seria difícil. Me acho uma peça importante, mas não me acho o salvador”, declarou Montillo.

Outro destaque do Santos na partida foi o goleiro Aranha. Além das boas defesas ao longo da partida, o arqueiro salvou a equipe santista no final do jogo, quando viu William sair livre na sua frente e, com grande defesa, evitou o empate da Ponte Preta.

“Vou fazer meu trabalho e, se for do agrado de todo mundo, vou continuar até quando for necessário. Mesmo antes de ser titular, já tinha entrado em umas 30 partidas pelo Santos. E nunca fui criticado, sempre tive a confiança da diretoria”, disse o experiente goleiro, de 32 anos.