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Santos 4 x 1 Sertãozinho

Data: 22/01/2007, segunda-feira, 20h30.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 3ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 8.157 pagantes
Renda: R$ 79.722,00
Árbitro: Christian Lopes de Oliveira
Auxiliares: Mário Nogueira da Cruz e David Botelho Barbosa
Cartões amarelos: Rondinelli (SE), Adaílton (SA),
Gols: Jonas (20-1), Paulo Santos (23-1) e Fabiano (45-1); Cléber Santana (12-2) e Cléber Santana (23-2).

SANTOS
Fábio Costa; Pedro, Adaílton (Antônio Carlos), Ávalos, e Kléber; Rodrigo Souto, Maldonado, Cléber Santana e Zé Roberto (Rodrigo Tabata); Jonas e Fabiano (Júnior).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

SERTÃOZINHO
André Luís; Ricardo Lopes, Erivelton, Paulo Turra e Rondinelli, Leandro Moreno, Ceará, Paulo Santos (Fabiano Souza) e Alexandre (Messias); Cris (Isaías) e Márcio Mixirica.
Técnico: Nenê Belarmino



Santos goleia e mantém 100% de aproveitamento no Paulista-2007

Dois dias depois de vencer o São Caetano, o Santos goleou o Sertãozinho por 4 a 1, nesta segunda-feira, na Vila Belmiro, em jogo antecipado da 5ª rodada do Campeonato Paulista-07.

Com o resultado, a equipe de Vanderlei Luxemburgo, atual campeã estadual, manteve o aproveitamento de 100% na competição –venceu Barueri e São Caetano nas duas primeiras rodadas– e está na liderança do torneio.

Após o jogo de hoje, remarcado em razão de compromisso na Taça Libertadores, o Santos pega o Bragantino, na quinta, e o Guarantiguetá, domingo, antes de iniciar o duelo contra o Blooming (Bolívia) pela fase preliminar do torneio interclubes, no dia 31.

Apesar da maratona de jogos, Luxemburgo preferiu manter a base da equipe –deixou apenas o zagueiro Antônio Carlos e o meio-campista Rodrigo Tabata, normalmente titulares, no banco de reservas.

Nos primeiros minutos de jogo, o Santos encontrou dificuldades para entrar na defesa adversária. A primeira boa chance aconteceu aos 10min, numa cobrança de falta de Kléber que assustou o goleiro André Luís.

Aos 20min, o Santos chegou ao primeiro gol. Após cobrança de escanteio e de um desvio, Jonas cabeceou forte e marcou.

No entanto, três minutos depois, Paulo Santos apareceu livre na área santista e chutou forte para empatar.

O Santos continuou pressionando, em chutes de Pedro, Cléber Santana e Zé Roberto que não acertaram o alvo. Aos 30min, o Sertãozinho teve ótima chance para marcar: após cruzamento da esquerda, Cris apareceu livre e cabeceou forte, exigindo ótima defesa de Fábio Costa.

Aos 42min, o Santos chegou com perigo. Após cruzamento, Jonas apareceu livre dentro da área, mas cabeceou para fora.

Já nos acréscimos, aos 46min, a equipe da casa chegou ao segundo gol quando Cléber Santana, dentro da área, bateu cruzado e Fabiano se esticou para empurrar para o gol.

Para a etapa final, o Santos voltou com Júnior no lugar de Fabiano. E demorou apenas doze minutos para ampliar o resultado quando o lateral Pedro invadiu a área e foi derrubado.

Cléber Santana ficou com a obrigação de cobrar. Na primeira chance, o goleiro André Luís defendeu, mas o árbitro Christian Lopes de Oliveira, atendendo um aviso do assistente, mandou repetir a cobrança. Cléber Santana foi para a bola novamente e não deu chance ao goleiro adversário, 3 a 1.

Aos 25min, o Santos chegou ao quarto gol. Cléber Santana dominou a bola fora da área e chutou com violência, no ângulo, e o goleiro André Luís só olhou.

Santos 3 x 0 São Caetano

Data: 20/01/2007, sábado, 18h10.
Competição: Campeonato Brasileiro – 1ª fase – 2ª Rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 10.037 pagantes
Renda: R$ 120.713,00
Árbitro: Wilson Luiz Seneme
Auxiliares: Marinaldo Silvério e Claudson Lincoln Beggiato
Cartões amarelos: Maldonado (S), Somália (SC), Márcio Richards (SC),
Gols: Pedro (18-1) e Fabiano (22-1); Cléber Santana (18-2).

SANTOS
Fábio Costa; Pedro (Neto), Adaílton, Antônio Carlos e Kleber; Maldonado, Cléber Santana, Zé Roberto e Rodrigo Tabata (Rodrigo Souto); Jonas e Fabiano (Renatinho).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

SÃO CAETANO
Luiz; Paulo Sérgio, Thiago, Maurício e Triguinho; Glaydson, Jonas, Galiardo (Márcio Richards) e Canindé (Luiz Henrique); Marcelinho (Dejair) e Somália.
Técnico: Dorival Júnior



Santos vence o São Caetano na abertura de “maratona” de jogos

Na primeira das quatro partidas que irá disputar em nove dias, o Santos conquistou neste sábado sua segunda vitória em duas rodadas do Campeonato Paulista-07 ao derrotar o São Caetano por 3 a 0, na Vila Belmiro.

Devido à participação na fase preliminar da Taça Libertadores da América, o time do técnico Vanderlei Luxemburgo teve a tabela no Estadual alterada e, por isso, volta a campo já na segunda-feira, quando recebe o Sertãozinho.

Diante dessa maratona de jogos, o comandante santista deve realizar constantes alterações em sua equipe titular. Hoje, por exemplo, o zagueiro Ávalos –titular na estréia do Paulista– deu lugar ao atacante Jonas.

Com a mudança de esquema tático (o 3-6-1 utilizado contra o Grêmio Barueri deu lugar ao 4-4-2), o Santos envolveu o São Caetano e não teve dificuldade para manter sua invencibilidade de mais de três anos na Vila Belmiro em Estaduais –perdeu pela última vez no Paulista de 2003.

Em busca do bicampeonato, o clube de Luxemburgo irá encerrar a segunda rodada como um dos líderes do torneio, com seis pontos ganhos. O São Caetano, que havia derrotado o Guaratinguetá na estréia, permanece com três.

O jogo

O primeiro grande momento da partida aconteceu aos 7min da etapa inicial, quando Zé Roberto deu belo passe em profundidade para Rodrigo Tabata, que finalizou nas mãos do goleiro Luiz.

Aos 19min, o lateral-direito Pedro, uma das contratações santistas para a temporada, arriscou chute cruzado de longa distância. A bola quicou na frente do arqueiro do São Caetano, que se confundiu, falhou e permitiu o gol.

Três minutos depois, o ataque santista tabelou na entrada da área rival até Jonas rolar para Fabiano bater em diagonal e vencer o goleiro Luiz, ampliando a vantagem.

Com muito toque de bola e movimentação, o setor ofensivo do Santos continuou encontrando facilidade para passar pela defesa do São Caetano e criar oportunidades de marcar. Pedro, duas vezes, chutou de fora da área e obrigou o arqueiro adversário a realizar boas defesas.

O domínio santista era tão grande que o goleiro Fábio Costa só foi trabalhar efetivamente aos 4min do segundo tempo, em falta perigosa cobrada por Márcio Richards.

Satisfeito com o resultado e claramente se poupando para a seqüência da maratona no Paulista, o Santos diminuiu o seu ritmo de jogo. Mesmo assim, chegou ao terceiro gol aos 18min, quando Kléber cruzou da intermediária e Cléber Santana, livre, desviou de cabeça.

São Paulo 0 x 4 Santos

Data: 30/07/2006, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 14ª rodada
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo, SP.
Público: 10.885 pagantes
Renda: R$ 102.858,00
Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva (Fifa-RS)
Auxiliares: Altemir Hausmann (Fifa-RS) e José Otávio Dias Bittencourt (RS)
Cartões amarelos: Richarlyson (SP); Kléber (S).
Cartão vermelho: Alex (SP)
Gols: Fabiano (41-1) e Fabiano (43-1); Denis (09-2) e Rodrigo Tiuí (27-2).

SÃO PAULO
Rogério Ceni; Alex Silva, Alex e Edcarlos; Ilsinho, Ramalho, Richarlyson, Lenilson e Lúcio; Alex Dias e Thiago (Lima).
Técnico: Muricy Ramalho

SANTOS
Fábio Costa; Manzur, Ronaldo Guiaro e Luiz Alberto; Denis, Maldonado, Wendel, Rodrigo Tabata (Rodrigo Tiuí) e Kléber (Heleno); Fabiano (André) e Reinaldo.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo



Interessado, Santos impõe primeiro revés ao São Paulo em casa

São Paulo e Santos mostraram perspectivas absolutamente contrárias para o clássico deste domingo, no Morumbi. Enquanto o time tricolor, preocupado com a partida decisiva das semifinais da Copa Libertadores (contra o Chivas, na próxima quarta-feira), resolveu poupar seus titulares, a equipe do litoral procurou usar o confronto com o atual líder para tentar impulsionar sua campanha no Campeonato Brasileiro. Em campo, prevaleceu o interesse do clube visitante, que goleou por 4 a 0 e derrubou três séries invictas do rival.

Apesar de terem enfrentado uma equipe composta apenas por suplentes (da escalação deste domingo, apenas Rogério Ceni e Edcarlos devem ser titulares diante do Chivas, na quarta-feira), os jogadores do Santos fizeram o máximo possível para valorizar a vitória. “Não enfrentamos atletas, mas o atual líder do Campeonato Brasileiro. Na rodada passada, quando eles venceram a Ponte [por 3 a 1, em Campinas], ninguém questionou a qualidade dos reservas”, lembrou o goleiro alvinegro Fábio Costa.

O triunfo sobre um rival regional e atual líder do Campeonato Brasileiro, para o Santos, ainda teve um significado maior. Isso porque a equipe alvinegra alcançou seu segundo êxito consecutivo na temporada (havia superado o Juventude por 3 a 2 na rodada passada) e se aproximou dos líderes da competição nacional. Agora com 24 pontos, o clube da Vila Belmiro subiu para o quinto lugar da tabela e diminuiu para cinco a desvantagem em relação ao líder São Paulo.

De quebra, o Santos conseguiu seu segundo triunfo como visitante no Campeonato Brasileiro. Antes deste domingo, a equipe dirigida por Vanderlei Luxemburgo havia vencido fora de casa apenas na outra partida que fez em São Paulo, contra o Palmeiras, no dia 30 de abril (atuando no Parque Antarctica, o time alvinegro fez 2 a 1).

Se o Santos tem muitas razões para comemorar, o São Paulo vive situação inversa. A derrota elástica que a equipe tricolor sofreu na partida que precede o confronto com o Chivas serviu para derrubar três séries do time do Morumbi. A primeira é o atual momento, já que os comandados de Muricy Ramalho não sofriam um revés sequer desde o dia 14 de maio, quando sofreram 3 a 1 do Internacional-RS em Porto Alegre (desde então, foram oito vitórias e dois empates em dez partidas).

Outro dado negativo é que o São Paulo ainda não havia sido derrotado no Morumbi em partidas válidas pelo Campeonato Brasileiro. A equipe tricolor angariou sete triunfos nos sete primeiros jogos que fez em casa e viu seu aproveitamento ruir neste domingo.

Para completar, o São Paulo perdeu neste domingo o primeiro clássico da temporada. Até este domingo, nos sete confrontos contra seus adversários mais tradicionais, a equipe tricolor havia acumulado seis vitórias e um empate. “Infelizmente, as coisas não funcionaram do jeito que nós esperávamos hoje [domingo]. O Santos fez uma grande apresentação e nós perdemos em falhas individuais”, ponderou o goleiro Rogério Ceni, capitão da equipe tricolor.

As duas equipes voltarão a jogar no Campeonato Brasileiro no domingo, dia 6 de agosto, ambas às 16h. O São Paulo visitará o Botafogo no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, e o Santos receberá o Internacional-RS na Vila Belmiro. Antes disso, porém, o time tricolor vai encarar o Chivas nesta quarta-feira, às 21h45, no Morumbi, tentando alcançar a decisão da Copa Libertadores pelo segundo ano consecutivo. Como venceu o primeiro duelo por 1 a 0, fora de casa, a equipe brasileira precisa apenas de uma igualdade para se classificar.

O jogo

“Só porque o São Paulo vai jogar com seu time reserva, todo mundo passou a semana dizendo que nós somos favoritos. Mas futebol não é assim e eles têm um grupo de muita qualidade. Tenho certeza que vai ser um clássico complicado”, previu o técnico Vanderlei Luxemburgo, do Santos, antes do início da partida deste domingo. E de acordo com a idéia do comandante alvinegro, a despeito de atuar com sua formação suplente, a equipe da capital começou com mais posse de bola e domínio das ações no setor ofensivo.

Prova disso é que o São Paulo criou a primeira grande oportunidade para abrir o placar no clássico deste domingo. Aos 9min da etapa inicial, o meia Lenílson arrancou liberdade pela meia esquerda e chutou de fora da área, no ângulo direito de Fábio Costa, mas a bola bateu na trave e saiu pela linha de fundo.

Apesar da postura agressiva e superior no início do confronto, o São Paulo não conseguiu manter o ritmo. Ainda com mais posse de bola, a equipe tricolor sentiu falta de criatividade em seu meio-campo e de participação dos laterais. “Nós começamos muito atrás e só olhamos o time deles jogar. Mas aos poucos, acertamos a marcação e equilibramos a partida”, analisou o lateral-esquerdo Kléber, do Santos.

Parte da evolução santista, aliás, foi justificada por uma mudança de posicionamento de Kléber. Para tentar melhorar a qualidade técnica de seu meio-campo, o técnico Vanderlei Luxemburgo passou o camisa 3 para a armação e deslocou Wendel para a ala. A alteração deu mais qualidade aos visitantes, que construíram vantagem nos minutos finais do primeiro tempo, em duas falhas individuais da defesa do São Paulo.

O primeiro erro gritante da zaga tricolor aconteceu aos 41min, quando Denis escapou pela direita e cruzou rasteiro. Alex não conseguiu cortar e deixou a bola chegar a Fabiano. Dentro da pequena área, o camisa 7 tocou de pé direito, no canto esquerdo baixo de Rogério Ceni, para inaugurar o placar.

Dois minutos depois do gol, o São Paulo errou novamente. Manzur fez um corte do campo de defesa e rechaçou a bola para o lado esquerdo. Alex Silva furou ao tentar tirar e a sobra ficou com Kléber, que invadiu a área, driblou Alex para o meio (deixando o zagueiro caído) e tocou rasteiro para Fabiano concluir de primeira. “Nós não estávamos mal em campo, mas duas falhas individuais complicaram as coisas. O Santos tem jogadores que podem desequilibrar uma partida e nós não podemos permitir que isso aconteça”, reclamou o atacante Thiago, figura apagada na etapa inicial.

Apesar das cobranças de Thiago, porém, o São Paulo não voltou com postura diferente no segundo tempo. Assim como havia feito nos minutos que precederam o intervalo, o Santos teve domínio da partida. A diferença é que a equipe do litoral mudou seu comportamento e passou a marcar mais atrás, esperando a saída do time tricolor e saindo nos contra-golpes.

No início do segundo tempo, o Santos ainda perdeu o atacante Fabiano, autor de seus dois gols, que se machucou e precisou ser retirado carregado de campo. Só que a ausência não chegou a surtir efeito para o São Paulo. Aos 9min, dois minutos depois da saída do camisa 7 dos visitantes, Rodrigo Tabata cruzou da esquerda para o segundo pau e encontrou o lateral-direito Denis, que aproveitou um vacilo da defesa do time da casa, entrou em diagonal e completou de carrinho para as redes.

O gol não só deixou a vantagem do Santos mais confortável, como também desarrumou totalmente o São Paulo e evidenciou a falta de entrosamento dos reservas da equipe tricolor. Perdido em campo, o time da casa tentou tocar a bola lateralmente, mas só conseguiu levar perigo ao gol de Fábio Costa em dois escanteios seguidos que Lúcio bateu da esquerda (no primeiro, Lenílson tocou de cabeça no primeiro pau e Maldonado salvou; depois, o mesmo Maldonado cortou em cima da linha e evitou o gol olímpico).

A resposta do Santos às duas oportunidades criadas pelo São Paulo foi dada com eficiência. Reinaldo puxou contra-golpe pela direita aos 27min e cruzou rasteiro para Rodrigo Tiuí. O centroavante errou a primeira conclusão, mas tocou de pé direito depois, dentro da pequena área, e definiu a vitória dos visitantes.

A vantagem confortável do Santos ainda foi potencializada pela expulsão do zagueiro são-paulino Alex, que colocou a mão na bola aos 38min, deixou os donos da casa com um homem a menos e acabou com qualquer chance de reação.

Santos 3 x 2 Juventude

Data: 23/07/2006
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio Vila Belmiro, em Santos, SP.
Árbitro: Heber Roberto Lopes (PR)
Auxiliares: Aparecido Donizetti Santana (PR) e Gilson Bento Coutinho (PR)
Cartões amarelos: Rafael e Éder Ceccon(J); Maldonado, Dênis e Marco Antônio(S).
Gols: Fabiano (06-2) Éder Ceccon (16-2), Reinaldo (22-2, de pênalti), Éder Ceccon (24-2) e Reinaldo (27-2).

SANTOS
Fábio Costa; Dênis, Manzur, Luiz Alberto e Kléber; Ávalos, Maldonado, Wendel, Rodrigo Tabata (André); Fabiano (Rodrigo Tiuí) e Reinaldo (Wellington Paulista).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

JUVENTUDE
André; Rafael, Fabrício e Antônio Carlos; Raulen (Wellington), Renan, Walker, Marcel, Alexandre (Éder Ceccon) e Zé Rodolpho; Christian.
Técnico: Ivo Wortmann



Santos derrota o Juventude e quebra série de quatro jogos sem vencer

Com dois gols do atacante Reinaldo, o Santos venceu o Juventude por 3 a 2, neste domingo, na Vila Belmiro, em jogo da 13ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Santos entrou em campo buscando encerrar uma série de quatro partidas sem vencer –derrotas para Grêmio, Figueirense e São Caetano, além de empate com o Botafogo.

Com o resultado, o time do técnico Vanderlei Luxemburgo chegou a 21 pontos na tabela de classificação –o São Paulo lidera com 29. o Juventude tem 17.

No primeiro tempo, em um jogo de forte marcação, as duas equipes tiveram dificuldades para criar chances de perigo. O Santos chegou duas vezes em chutes de fora da área do atacante Fabiano –um para fora e o outro defendido pelo goleiro André.

Já o Juventude tentava incomodar em cruzamentos buscando o atacante Christian, além das jogadas individuais de Marcel.

Aos 35min, o time gaúcho reclamou de uma entrada do goleiro Fábio Costa, dentro da área, no atacante Christian, que foi atingido e caiu após o choque. No entanto, o árbitro Heber Roberto Lopes deixou o lance seguir.

“Tivemos mais oportunidades do que eles, mas precisamos acertar nas finalizações. Temos que ter atitude para marcar os gols”, desabafou o volante santista Wendel, na saída para o intervalo.

Aos 7min da etapa final, o Santos abriu o placar. O meia Rodrigo Tabata recebeu lançamento e tocou com o peito para Fabiano, que bateu forte e marcou.

Após o gol, o time de Caxias do Sul apertou. Primeiro, aos 14min, Christian chutou forte e Fábio Costa defendeu. No minuto seguinte, Christian cabeceou e Fábio Costa evitou o gol numa grande defesa.

De tanto insistir, o Juventude empatou aos 16min. Christian cabeceou na trave e, no rebote, Éder Ceccon conseguiu empurrar para o gol, também de cabeça.

O Santos, no entanto, chegou ao segundo gol aos 23min, de pênalti sofrido por Wendel em uma disputa de bola com Antônio Carlos. Reinaldo bateu forte e marcou.

No entanto, o Santos teve pouco tempo para comemorar. No minuto seguinte, após cruzamento da esquerda, Éder Ceccon marcou de cabeça, 2 a 2.

Aos 27min, o Santos assegurou a vitória num lindo chute de fora da área de Reinaldo, sem chance de defesa para André.

Coritiba 2 x 3 Santos

Data: 01/05/2005
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio Couto Pereira, Curitiba, PR.
Público e renda: N/D
Árbitro: Luiz Antônio Silva Santos (RJ)
Auxiliares: João Ribeiro Magalhães e José Cláudio Paranhos (ambos do RJ)
Cartões amarelos: Nunes, Miranda, Márcio Egídio, Reginaldo Nascimento e Alexandre (C); Leonardo, Deivid, Fabiano, Henao e Zé Elias (S).
Cartões vermelhos: Bóvio (S); Miranda e Ricardinho (C).
Gols: Márcio Egídio (26-1), Fabiano (42-1), Fabiano (43-1) e Robinho (47-1); Reginaldo Nascimento (15-2).

CORITIBA
Fernando; Rafinha, Miranda, Reginaldo Nascimento e Ricardinho; Márcio Egídio (Flávio), Reginaldo Vital, Souza (Alexandre) e Jackson; Nunes (Tiago) e Marciano
Técnico: Antônio Lopes

SANTOS
Henao, Paulo César, Leonardo, Ávalos e Léo; Fabinho, Bóvio, Ricardinho e Luciano Henrique (Fabiano); Deivid (Basílio) e Robinho (Zé Elias)
Técnico: Gallo



Santos vira sobre o Coritiba e lidera

O Santos é o único time paulista com 100% de aproveitamento no Campeonato Brasileiro. Neste domingo, em uma virada espetacular, o Alvinegro derrotou o Coritiba por 3 a 2, no estádio Couto Pereira, e já acumula duas vitórias na competição.

Com o resultado, o time dirigido pelo técnico Gallo chegou aos seis pontos e lidera o Brasileirão ao lado de Botafogo e Fluminense, que venceram Corinthians e Paysandu, respectivamente, no final de semana.

Já o Coritiba segue com três e acumula seu primeiro resultado negativo atuando em casa. A partida diante dos paulistas, aliás, marcou a reabertura do estádio Couto Pereira, fechado há quatro meses por causa de reformas.

O que tinha tudo para ser uma festa acabou em pesadelo para a torcida coxa-branca. Com um a mais pela expulsão do volante Bóvio, o time vencia a partida até os 42min do primeiro, porém, não contava com a atuação do estreante atacante Fabiano, que marcou dois gols e virou a partida. Robinho ampliou ainda na etapa inicial e Reginaldo Nascimento descontou na complementar.

Esta também foi a primeira vez que Santos e Coritiba foram a campo neste Brasileirão com a torcedores presentes nas arquibancadas. Na rodada inaugural, os paranaenses bateram o Fortaleza por 1 a 0, no Ceará, com portões fechados. Da mesma forma, o Peixe goleou o Paysandu por 4 a 1, no Anacleto Campanella, estádio que pertence ao São Caetano.

O último tropeço aconteceu no dia 23 de março, quando o clube do Litoral foi derrotado pelo Santo André por 3 a 2, no ABC, pelo Campeonato Paulista. Na ocasião, o time foi dirigido pelo auxiliar técnico Serginho Chulapa.

O Santos volta a campo no próximo sábado para enfrentar o Atlético-PR, às 18h10, na Vila Belmiro. Quatro dias depois, 11 de maio, o time alvinegro recebe o Bolívar, pela Copa Libertadores. O Coritiba encara o Palmeiras, domingo, às 16h, novamente no Couto Pereira.

O jogo

Empurrado pela torcida, o Coritiba começou a partida pressionando e encurralando o Santos sem eu campo defensivo. Logo aos 2min, Nunes aproveitou cruzamento de Souza para a área e desviou por cima do gol, assustando o goleiro Hanao.

Apesar da pressão inicial, o time alviverde não conseguiu manter o ritmo. Melhor para os paulistas que, mesmo com Robinho apagado e bem marcado, foram tocando a bola e se arriscando no ataque.

A primeira boa jogada veio apenas aos 19min. Robinho recebeu no ataque, passou pela marcação e bateu pela linha de fundo. O Coxa respondeu quatro minutos depois. Rafinha cruzou para a área, Nunes subiu de cabeça e mandou para fora.

O lance acordou o time da casa. Aos 25min, Reginaldo Vital cobrou falta com veneno e Henao espalmou pela linha de fundo. No lance seguinte, depois de levantamento, a zaga não cortou e bola explodiu na trave.

O primeiro gol do Coritiba veio aos 26min. Ricardinho cobrou escanteio no primeiro pau, o volante Márcio Egídio escorou de cabeça e abriu o placar. Logo em seguida, o Peixe perdeu Bóvio, expulso por cometer falta por trás em Ricardinho.

Mesmo com um a menos, o Santos chegou ao campo ofensivo. Aos 33min, Luciano Henrique, que fazia sua estréia, tentou encobrir o goleiro Fernando, porém, o chute saiu por cima da meta. Depois disso, ele deixou o gramado para a entrada de Fabiano, outro ex-jogador do Atlético Sorocaba.

E foi dele o gol de empate, aos 42min. Paulo César cruzou da direita, Fabiano ganhou de Reginaldo Nascimento e cabeceou no canto esquerdo, sem chances de defesa para Fernando.

No minuto seguinte, a virada do Santos, e novamente com Fabiano. Em jogada parecida, Paulo César fez o levantamento e o atacante mergulhou entre a defesa para colocar os paulistas em vantagem no placar.

Os donos da casa sentiram a reação adversária e abriram espaço para o Peixe atacar. Aos 47min, foi a vez de Robinho marcar. Ricardinho alçou a bola, o atacante veio de trás e cabeceou para ampliar.

Na volta do intervalo, o técnico Antônio Lopes mando a campo Alexandre e Tiago nas vagas de Souza e Nunes, respectivamente. As mudanças, contudo, não fizeram o rendimento da equipe melhorar

A reação paranaense veio em falha do colombiano Henao. Aos 15min, Ricardinho cobrou escanteio, o goleiro saiu mal da meta e Reginaldo Nascimento desviou de cabeça para diminuir. O goleiro ficou reclamando de uma possível falta nele, não marcada pela arbitragem.

Sentindo a reação adversária, o técnico Gallo sacou o atacante Robinho e colocou o volante Zé Elias. Com isso, o Coritiba passou a pressionar e por muito pouco não empatou aos 21. Alexandre aproveitou cruzamento e, de cabeça, acertou a trave.

Pouco depois, o Coxa perdeu o zagueiro Miranda, que já tinha cartão amarelo. Ele cometeu falta violenta sobre Fabiano e acabou expulso pelo árbitro Luiz Antônio Silva Santos. Dessa forma, ambos os times ficaram com dez jogadores.

Depois da falha no segundo gol do Coritiba, Henao se redimiu aos 27min. Tiago cabeceou bola cruzada por Ricardinho e obrigou o goleiro a defender em cima da linha. No rebote, o atacante chutou e o colombiano, mesmo caído, evitou o tento de empate.