Navegando Posts marcados como Fluminense

Fluminense 1 x 1 Santos

Data: 26/09/2019, terça-feira, 20h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 21ª rodada
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, RJ.
Público: 11.032 pagantes
Renda: R$ 141.015,00
Árbitro: Wilton Pereira Sampaoli (GO)
Auxiliares: Fabricio Vilarinho da Silva (GO) e Guilherme Dias Camilo (MG).
VAR: Andre Luiz de Ferreira Castro (GO)
Cartões amarelos: Yuri Lima e Allan (F); Alison, Diego Pituca e Marinho (S).
Cartão vermelho: Digão (F, 26-2), Frazan (F, 47-2) e Marinho (S, 53-2).
Gols: Soteldo (39-1) e Lucas Veríssimo (47-1, contra).

FLUMINENSE
Muriel; Gilberto, Nino, Digão e Caio Henrique; Yuri Lima, Allan, Ganso (Daniel) e Nenê (Frazan); Yony (Wellington Nem) e João Pedro.
Técnico: Oswaldo de Oliveira

SANTOS
Everson; Lucas Veríssimo, Felipe Aguilar (Victor Ferraz) e Gustavo Henrique; Derlis González (Carlos Sánchez), Alison, Diego Pituca e Felipe Jonatan; Eduardo Sasha, Soteldo e Uribe (Marinho).
Técnico: Jorge Sampaoli



Santos fica com dois a mais no fim, mas só empata com o Fluminense em noite de briga de Oswaldo com Ganso

Fluminense e Santos empataram em 1 a 1 na noite desta quinta-feira, no Maracanã, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols foram marcados por Soteldo e Lucas Veríssimo (contra).

O Peixe teve um a mais na segunda metade da etapa final, após a expulsão de Digão, mas não conseguiu desempatar. A noite também contou com discussão áspera entre Oswaldo de Oliveira e Paulo Henrique Ganso. Substituído, o meia chamou o técnico de burro. A resposta foi “vagabundo”. A torcida ficou com o jogador e pediu a saída do treinador.

Com o empate em casa, o Fluminense sai da zona de rebaixamento e é o 16ª, com 19 pontos. O Santos segue em terceiro, com 38, a sete do Palmeiras e a 10 do Flamengo, cada vez mais longe da briga pelo título.

O jogo:

O Santos foi melhor durante a maior parte do primeiro tempo. O Peixe ficou perto de abrir o placar aos 10 minutos, quando Derlis González recebeu de Eduardo Sasha, não viu Uribe sozinho e finalizou em cima de Muriel. Aos 13, Felipe Jonatan invadiu a área, ganhou de Digão e também parou no goleiro do Fluminense.

Após a pressão inicial do Alvinegro, o Tricolor equilibrou as ações e assustou quando o placar marcava 25: Ganso viu Gilberto sozinho e o lateral-direito chutou torto.

E quando tudo parecia caminhar para o empate sem gols no intervalo, Soteldo apareceu. O camisa 10 recebeu pela esquerda, passou por Nino e Gilberto e deslocou Muriel. Um golaço no Maracanã.

O Fluminense sentiu o gol, a torcida passou a protestar e, mesmo assim, os donos da casa empataram. E num acaso. Derlis foi fominha no ataque, puxou o contra-ataque do rival e Nenê cruzou. Lucas Veríssimo cabeceou para trás e balançou as redes de Everson.

A etapa final começou morna e só teve emoção aos 17 minutos – e fora de campo. Ganso foi substituído para a entrada de Daniel e discutiu feio com Oswaldo de Oliveira. O meia chamou o técnico de “burro”. A resposta veio com “vagabundo”.

Aos 19, a primeira chance do Fluminense. Allan arriscou de longe e Everson espalmou para escanteio. E no minuto 26, uma boa notícia para o Santos: Digão deu um chute em Marinho e foi expulso após checagem no VAR.

O Peixe se lançou ao ataque e quase desempatou aos 33: Felipe Jonatan dribla Frazan e para novamente em Muriel, dessa vez com cavadinha na pequena área.

Aos 43, em escapada de Allan, o Tricolor quase virou. No minuto seguinte, Sasha recebeu passe de Sánchez e, livre, bateu por cima. Ainda deu tempo de Veríssimo cabecear para fora aos 46 e Frazan ser expulso aos 47. Marinho recebeu o segundo amarelo no último lance. No fim das contas, porém, o empate no Maracanã persistiu.

Auxiliar de Sampaoli vê ‘posição boa’ do Santos: “Felizes por entregar tudo”

O auxiliar Jorge Desio, responsável por dirigir o Santos contra o Fluminense por causa da suspensão de Jorge Sampaoli, minimizou o empate no Maracanã na noite desta quinta-feira, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe venceu uma vez nos últimos oito compromissos, é terceiro colocado e está a 10 pontos do Flamengo. O argentino, porém, nega abatimento do elenco.

“Quando íamos primeiro não pensávamos no título, também não pensamos agora. É dia a dia e pensar no próximo rival. Estamos em terceiro, posição relativamente boa, mas temos que melhorar. E fizemos coisas boas que temos que voltar a fazer”, disse Jorge Desio.

“Não há crise. Quando termina o jogo sempre estamos felizes por entregar tudo na parte anímica, física. E depois temos sempre o que corrigir, até na vitória. Equipe está em posição boa, há coisa a melhorar e isso já ocorria quando éramos os primeiros”, completou o auxiliar.

Desio vê a necessidade de equilibrar a ânsia pelo resultado sem perder a organização tática. O auxiliar, porém, vê lado positivo nesse “amor próprio”.

“O resumo é esse. Santos começa bem e depois se desorganiza um pouco. Santos não ganha há alguns jogos, com ansiedade e um pouco de vontade em buscar o resultado, e acabamos um pouco desorganizados. Desorganização é fruto da busca pelo resultado positivo. Função é equilibrar isso. Temos ansiedade e amor próprio para buscar o resultado”, concluiu.

Gustavo Henrique vê falta de frieza e diz que má fase do Santos é “inexplicável”

Capitão do Santos, Gustavo Henrique não encontrou explicações para o empate do Santos em 1 a 1 com o Fluminense, no Maracanã, e a manutenção da má fase do Peixe no Campeonato Brasileiro: uma vitória nos últimos oito jogos.

O Alvinegro segue na terceira colocação, mas agora está a 10 pontos do Flamengo e cada vez mais distante da briga pelo título.

“É inexplicável. Não é o que queremos. Nos cobramos muito para voltar a ser o time das sete vitórias seguidas. Vamos continuar lutando. Explicação no futebol é complicado. Vamos até o final com a filosofia do nosso treinador”, disse Gustavo, ao Premiere.

“Difícil falar porque não entramos em campo para perder ou empatar. Desde a chegada do Sampaoli implantamos a filosofia dele. Tentamos fazer o máximo. Hoje faltou mais frieza para fazer o gol e trabalhar a bola. Soteldo estava bem e direto livre no um contra um, mas forçamos muito”, completou.


Santos 2 x 1 Fluminense

Data: 02/05/2019, quinta-feira, 19h15.
Competição: Campeonato Brasileiro – 2ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 10.564 pagantes
Renda: R$ 294.075,00
Arbitragem: Wilton Pereira Sampaio (GO)
Auxiliares: Bruno Raphael Pires e Leone Carvalho Rocha (ambos de GO).
VAR: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Cartões amarelos: Soteldo, Rodrygo e Diego Pituca (S); Airton e Allan (F).
Gols: Eduardo Sasha (19-2) e Carlos Sánchez (27-2) e Pedro (42-2).

SANTOS
Vanderlei; Lucas Veríssimo, Felipe Aguilar (Victor Ferraz) e Gustavo Henrique; Carlos Sánchez (Cueva), Diego Pituca e Jorge; Rodrygo, Jean Mota (Jean Lucas), Eduardo Sasha e Soteldo.
Técnico: Jorge Sampaoli

FLUMINENSE
Rodolfo; Gilberto, Matheus Ferraz, Nino e Caio Henrique; Airton (Pedro), Bruno Silva e Allan (Pablo Dyego); Everaldo, Luciano e Yony (Léo Artur).
Técnico: Fernando Diniz



Santos leva susto, mas vence o Fluminense na Vila e segue 100% no Brasileirão

O Santos venceu o Fluminense por 2 a 1 na noite desta quinta-feira, na Vila Belmiro, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. O gols foram marcados por Eduardo Sasha e Carlos Sánchez, na etapa final. Pedro descontou no fim.

Com 100% de aproveitamento após dois jogos, o Peixe ocupa a terceira colocação, atrás de São Paulo e Atlético-MG por causa dos critérios de desempate. O Tricolor das Laranjeiras é o penúltimo, depois de duas derrotas.

O jogo

No duelo de duas equipes na busca por um futebol bem jogado e com a posse de bola, faltou o gol no primeiro tempo.

O Santos foi melhor, mas desperdiçou chances e sofreu nos contra-ataques. Tanto o Peixe quanto o Fluminense erraram nas tomadas de decisão e desperdiçaram os espaços encontrados.

Sánchez e Eduardo Sasha tiveram as melhores chances do Alvinegro. Aos 7, o uruguaio recebeu lançamento de Gustavo Henrique e cabeceou torto. No minuto 45, o atacante perdeu tempo de bola após cruzamento de Sánchez.

A melhor oportunidade do Flu veio com Luciano. Gilberto chutou cruzado, mas o atacante chegou atrasado no segundo pau.

O segundo tempo começou morno, mais truncado, com cara de zero a zero. Mas Rodrygo, o melhor do Santos, seguia tentando tirar o zero do placar. E conseguiu, aos 19 minutos.

Depois de boa jogada do camisa 11 pelo lado direito, a bola sobrou para Eduardo Sasha bater de primeira, no ângulo, para fazer o primeiro no jogo e o segundo no Campeonato Brasileiro.

O Peixe não parou de atacar. Aos 26, Jean Lucas acertou a trave de fora da área. No minuto 27, Pituca também acertou a trave, mas Sánchez aproveitou o rebote e fez o segundo.

Insaciável, o Alvinegro quase fez o terceiro com Jorge, em chute colocado para boa defesa de Rodolfo, aos 32, e novamente com Rodrygo, no minuto 37, em outra grande intervenção do goleiro tricolor.

E quando o cenário parecia de uma goleada, Pedro apareceu. O centroavante do Flu voltou a marcar depois de grave lesão no joelho, e colocou fogo no jogo aos 39. Everaldo cruzou, Gustavo Henrique vacilou e o centroavante guardou.

Nos minutos finais, a partida ficou aberta. Aos 43, Jean Lucas chutou para nova defesa de Rodolfo. Na sequência, o Santos administrou o resultado e voltou a conseguir três pontos.

Sampaoli explica rodízio no Santos e elogia Jorge, Rodrygo e Sasha

O técnico Jorge Sampaoli é adepto do rodízio no Santos. A ideia é mudar os jogadores a cada partida para não perder a intensidade.

Na vitória por 2 a 1 sobre o Fluminense, nesta quinta-feira, o argentino deixou Victor Ferraz, Alison e Jean Lucas. no banco de reservas.

“Estamos em formação. Não planejamos nada. Campeonato é exigente, temos viagem de cinco, seis horas. Temos que ver quem estão melhores. Quem estão 100%. Quem não estiver 100% não pode jogar. Verão modificações porque vejo a intensidade”, disse Sampaoli, em entrevista coletiva.

O treinador aproveitou para elogiar três dos titulares: Jorge, Rodrygo e Eduardo Sasha.

Jorge

“Jorge é de seleção, pela carreira, qualidade. Precisamos do seu compromisso, que nos ofereça o que ofereceu hoje. Ir e voltar, pensar no corredor rival e não só no próprio. Jogador que pode nos dar muita coisa nesse talento normal de um lateral do futebol brasileiro”.

Rodrygo

“Rodrygo nos dá muito, mesmo jovem. Teremos que encontrar um substituto, que nos dê essa refrescância no um contra um. Encontrar dentro ou fora um extremo assim”.

Eduardo Sasha

“Sasha teve dois grandes jogos. Vinha treinando bem, custou um pouco no começo a forma de treinar e entender o jogo de posse, mas hoje nos dá muita satisfação. Mais do que o gol, nos coloca de frente, é generoso, pressiona. Nos ajuda muito”.

Sampaoli cita Pelé e Neymar para agradecer apoio dos santistas

A torcida do Santos ovacionou Jorge Sampaoli na noite desta quinta-feira, na Vila Belmiro, durante a vitória por 2 a 1 sobre o Fluminense.

Antes e depois do jogo, os santistas gritaram o nome do treinador. Ele agradeceu em coletiva de imprensa.

“É uma alegria, gosto muito dessa cidade, me sinto muito bem. Torcida do Santos gritar meu nome é ótimo. Gritam Pelé, Neymar e agora gritam a mim. É uma alegria muito grande”, disse Sampaoli.

Sampaoli também falou sobre a vocação ofensiva do time. O Peixe abriu 2 a 0, mas seguiu atacando e acabou levando um susto com o gol do Pedro no fim.

“Futebol tem que ser maneira de viver. Coincidir com que o torcedor quer. Mais do que ganhar ou perder, que saibamos quem somos. Sem modificar essa forma. Com 2 a 0, seguimos atacando, tivemos oito chances e Pedro converteu. E poderia ter sido 2 a 2. Mas é isso o que somos. Nos reconhecemos assim. Não podemos renunciar o que somos”, completou o comandante.

Victor Ferraz fala sobre assumir uma responsabilidade de Renato no Santos: “Termômetro”

Victor Ferraz assumiu uma responsabilidade de Renato, ex-capitão e hoje executivo de futebol afastado no Santos.

O lateral-direito diz que precisa saber quando acalmar o time em campo, assim como ocorreu na vitória por 2 a 1 sobre o Fluminense, nesta quinta-feira, na Vila Belmiro. Ele entrou no intervalo e fez a equipe melhorar.

“Eu, além de jogar, tenho responsabilidade de fazer o que Renatinho fez por muito tempo. Ser um termômetro também. Não precisamos atacar sempre. Procurei fazer isso, rodar a bola. Participei no primeiro gol, acho que foi bom. Sampaoli tem adotado esse rodízio, eu não ficava fora há muito tempo. Acho que 10. Descansei um pouco e entrei na minha melhor forma”, disse Victor Ferraz.

Jorge Sampaoli explicou o rodízio como forma de manter a intensidade no elenco.

“Estamos em formação. Não planejamos nada. Campeonato é exigente, temos viagem de cinco, seis horas (para Maceió, contra o CSA). Temos que ver quem estão melhores. Quem estão 100%. Quem não estiver 100% não pode jogar. Verão modificações porque vejo a intensidade”, explicou Sampaoli.

Pituca revela apoio de Sampaoli para acabar com novela e renovar com o Santos

Diego Pituca, enfim, acertou sua renovação de contrato com o Santos. O polivalente jogador recebeu um reajuste salarial e estendeu seu vínculo até 2023 com o Alvinegro Praiano. As negociações, porém, se arrastaram por cerca de nove meses.

“Fico feliz de poder estar renovando. Eu falei que não me via com outra camisa a não ser do Santos. Tira um peso das costas, jogar mais leve. É continuar nesta pegada e que possamos conquistar coisas boas”, disse, em entrevista coletiva na tarde dessa sexta-feira.

É inegável a influência de Jorge Samapoli para o fim da novela. Titular seja no meio ou na lateral, Pituca recebeu o apoio de seu técnico nos bastidores para convencer o presidente José Carlos Peres.

“Quando ele chegou, a gente teve uma conversa sobre a renovação. Ele falou que ia me apoiar, ia me ajudar. Acho que ele ajudou um pouco, fico feliz por isso”, contou, antes de dar mais detalhes.

“Foi no começo, ele sabia que tinha essa novela. Ele chegou para mim e disse que tentaria me ajudar, que viu meus vídeos e todos estavam comentando sobre isso. Ele disse que me ajudaria o mais rápido possível. Demorou um pouco, mas ainda bem que já acabou isso”, concluiu o jogador, ainda tímido diante das câmeras.


Santos 3 x 0 Fluminense

Data: 27/10/2018, sábado, 16h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 31ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 8.680 pagantes
Renda: R$ 165.563,50
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Auxiliares: Henrique Neu Ribeiro e Eder Alexandre (ambos de SC).
Cartões amarelos: Robson Bambu e Gabigol (S); Airton, Fernando Neto e Marlon (F).
Gols: Gabriel (38-2, de pênalti), Victor Ferraz (42-2) e Carlos Sánchez (43-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Robson Bambu e Dodô; Alison (Bryan Ruíz), Carlos Sánchez e Diego Pituca; Rodrygo (Copete), Gabriel e Bruno Henrique (Derlis González).
Técnico: Cuca

FLUMINENSE
Rodolfo; Igor Julião, Frazan (Alex), Paulo Ricardo e Marlon; Aírton (Mateus Norton), Dodi, Fernando Neto e Daniel (Cabezas); Marcos Júnior e Júnior Dutra.
Técnico: Marcelo Oliveira



Santos desencanta no fim, derrota o Flu e cola no G6 do Brasileiro

O Santos colou no G6 do Campeonato Brasileiro na tarde deste sábado. Jogando na Vila Belmiro, em duelo direto entre duas equipes que almejam uma vaga na Copa Libertadores, o Peixe não fez um bom primeiro tempo, mas acordou na etapa final e venceu o time alternativo do Fluminense por 3 a 0, com gols de Gabriel, Victor Ferraz e Carlos Sánchez, todos anotados nos últimos minutos da partida.

Com o resultado, a equipe dirigida por Cuca chegou aos 46 pontos, empatando com o sexto colocado Atlético-MG, que está à frente por ter uma vitória a mais – o Galo só entra em campo na segunda-feira, contra o Ceará, na Arena Castelão. O Fluminense, por sua vez, ficou no nono lugar, com 40 pontos, mas pode perder posições até o final do dia.

O jogo

O primeiro tempo foi disputado em ritmo lento, com ambos os times criando poucas chances de gol. O Santos, porém, começou pressionando nos minutos iniciais explorando as jogadas de linha de fundo. A zaga carioca, bem postada, suportou os ataques alvinegros.

Aos oito minutos, o Fluminense assustou. Após cobrança de escanteio, Fernando Neto pegou o rebote e arriscou de fora da área, exigindo grande defesa de Vanderlei. O lance, contudo, já havia sido paralisado por impedimento.

Apesar de ter o domínio da posse de bola, o Santos errava muitos passes e tinha dificuldades de entrar na defesa tricolor. O Fluminense, por sua vez, conseguiu chegar com algum perigo por meio da bola aérea, mas também pouco ameaçou a meta de Vanderlei na primeira parte do jogo.

Para tornar o Peixe mais criativo, Cuca voltou com Derlis González no lugar do apagado Bruno Henrique. Com o paraguaio, o time da casa precisou de pouco tempo para mostrar outra postura. Aos três minutos, Lucas Veríssimo cabeceou no canto, fazendo o goleiro do Fluminense trabalhar.

Pouco depois, Rodrygo subiu livre e testou com força, mas Rodolfo conseguiu espalmar a bola para o travessão. Aos 11 minutos, Gabigol perdeu chance incrível de abrir o placar. Em grande jogada individual pela esquerda, Rodrygo foi até a linha de fundo e cruzou rasteiro. A bola desviou e sobrou limpa para o camisa 10, que isolou por cima.

O Santos teimava em fazer o goleiro do Fluminense trabalhar. Aos 17 minutos, após mais um levantamento na área, Rodrygo bateu de primeira, mas Rodolfo evitou o gol da equipe mandante. Aos 28, Victor Ferraz cruzou na medida para Carlos Sánchez, que testou na direção do gol. Frazan, contudo, salvou quase em cima da linha.

De tanto insistir, o Santos finalmente abriu o placar na Vila Bemiro. Aos 36 minutos, Gabriel foi derrubado por Alex na área. Na cobrança do pênalti, o artilheiro do Brasileirão bateu forte, no alto, desta vez sem chances de defesa para Rodolfo. O gol abriu a defesa carioca, que ainda seria vazada mais duas vezes: primeiro por Victor Ferraz, depois por Carlos Sánchez.

Bastidores – Santos TV:

Gabriel marca o gol de número 12.500 da história do Santos

Gabriel Barbosa escreveu mais um importante capítulo da história do Santos na tarde deste sábado. Ao abrir o placar em cobrança de pênalti na vitória por 3 a 0 sobre o Fluminense, na Vila Belmiro, o atacante anotou o gol de número 12.500 da história do clube paulista.

O Menino da Vila já havia marcado o tento de número 12 mil em fevereiro de 2014, quando tinha apenas 17 anos, em goleada por 5 a 1 sobre o Botafogo-SP, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Paulista. Quatro anos depois, o camisa 10 volta a ser orgulhar de mais uma marca importante em sua carreira.

“Muito contente por mais uma placa. Se eu ganhar, né (risos). Mas estou muito feliz. Fiz o gol 12.000, agora o 12.500. Deus está me abençoando bastante. Glorifico esse momento não só meu, mas também da equipe”, celebrou à TV Globo, na saída de campo.

Apesar do placar elástico, o Santos encontrou dificuldades diante do Fluminense. Tanto que só abriu o marcador aos 38 minutos, com Gabigol, que converteu o pênalti sofrido por ele mesmo. Depois, aos 42 e 43, respectivamente, Victor Ferraz e Carlos Sánchez deram números finais à partida.

“A gente sabia que seria muito complicado. O Fluminense não veio com o time titular, mas tinha muita qualidade. A gente sabia disso. O primeiro tempo foi complicado, mas sabíamos que quando fizéssemos o primeiro gol as coisas poderiam abrir, como abriu”, completou.

Com o resultado, o Santos chegou aos 46 pontos e colou de vez no G6 do Campeonato Brasileiro. O Atlético-MG, que entra em campo somente na segunda-feira, é o sexto colocado, com a mesma pontuação, mas tem uma vitória a mais.

Cuca revela bronca no intervalo e celebra momento do Santos

Após um primeiro tempo sonolento, o Santos acordou na etapa complementar e venceu o Fluminense por 3 a 0 na tarde deste sábado, na Vila Belmiro. Após a partida, o técnico Cuca revelou ter dado uma bronca para mexer com o brio dos jogadores no intervalo.

“Eu gosto desses meninos como filhos. Faço tudo o que posso por eles, mas tem dias que você tem de pegar um pouquinho mais pesado. É bom dar uma chacoalhada de vez em quando. Eles responderam muito bem. No geral, temos feito dois tempos equilibrados”, declarou o treinador.

Depois de um primeiro tempo em que correu riscos na bola aérea do Fluminense, o Santos voltou para a segunda etapa com Derlis González no lugar de Bruno Henrique. Com a entrada do paraguaio, Rodrygo e Gabigol cresceram de produção.

“A gente mexe o lugar do Rodrygo para ter uma condição melhor. Hoje, no segundo tempo, ele achou o espaço dele. Participou do segundo gol, cabeceou uma bola na trave, jobou bem. Depois saiu para a entrada do Copete, que veio para fortalecer o jogo aéreo”, explicou Cuca.

Depois de tanto insistir, o Santos abriu o placar aos 38 minutos com Gabigol, de pênalti, sofrido por ele mesmo. O Fluminense, então, se abriu e acabou levando outros dois, anotados por Victor Ferraz e Carlos Sánchez, aos 42 e 43, respectivamente.

Com a vitória, a quarta em cinco jogos, o Santos chegou aos 46 pontos e colou de vez no G6 do Campeonato Brasileiro. O Atlético-MG, que entra em campo somente na segunda-feira, é o sexto colocado, com a mesma pontuação, mas tem uma vitória a mais.

“A gente vem em uma recuperação muito boa. Estamos jogando um bom futebol. Não é sempre, mas na maioria temos jogado bem. Isso é devido aos treinamentos. Faltando sete jogos, a gente tem uma ambição, que é chegar na Libertadores. Temos de fazer o melhor. Sábado tem o Palmeiras, um jogo duríssimo, temos que nos preparar bem”, concluiu.

Dodô reitera desejo de ficar no Santos, mas foca em classificação

O lateral esquerdo Dodô reiterou o desejo de permanecer no Santos em 2019. O clube, que também tem interesse na sequência da parceria, disputa uma vaga na Copa Libertadores por meio do Campeonato Brasileiro, após o qual a renovação deverá ser sacramentada.

“Eu gostaria de ficar. Já falei disso no começo do ano. Tem que sentar quando acabar o campeonato e ver a melhor maneira para eu conseguir ficar”, disse, à Rádio Globo, após a vitória por 3 a 0 sobre o Fluminense, no último sábado, na Vila Belmiro.

Embora Dodô negue publicamente o início das conversas, o Peixe já abriu as negociações com o estafe do jogador, emprestado pela Sampdoria-ITA até o dia 31 de dezembro deste ano.

A tendência é que a diretoria encabeçada por José Carlos Peres pague a multa no valor de 1,5 milhão de euros (cerca de R$ 6,2 milhões na cotação atual) para ter o atleta em definitivo.

“Mais importante que a renovação é o Santos chegar na Libertadores. É o foco do momento. Quero pensar no grupo, na vaga que ainda é possível. Quando a situação tiver definida, a gente pensa na renovação. Vamos continuar sonhando”, declarou.

A sete rodadas do fim do Brasileirão, o Santos ocupa o sétimo lugar com 46 pontos, ficando atrás do Atlético-MG por ter uma vitória a menos. O quinto e sexto colocados avançam para a pré-Libertadores.

Satisfeito com a atuação do time no triunfo de sábado, Dodô já projetou o clássico contra o Palmeiras, no próximo sábado, no Allianz Parque. “O importante é que a bola entrou no segundo tempo. Concretizamos nosso domínio nos 90 minutos. Merecemos o placar”, avaliou.

“São três pontos na nossa luta. O time está de parabéns. Temos uma semana para descansar e preparar para esse jogo no sábado, contra o Palmeiras. Vamos continuar sonhando com essa vaga”, concluiu.


Fluminense 0 x 1 Santos

Data: 13/06/2018, domingo, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 12ª rodada
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, RJ.
Público: 7.438 presentes (6.745 pagantes)
Renda: R$ 173.580,00
Árbitro: Rafael Traci (PR)
Auxiliares: Ivan Carlos Bohn e Rafael Trombeta (PR)
Cartões amarelos: Matheus Norton e Douglas (F); Alison, Diego Pituca, Renato (S).
Gol: Bruno Henrique (40-2).

FLUMINENSE
Julio Cesar; Ibañez (Sornoza), Nathan e Luan Peres; Matheus Norton, Gilberto, Richard, Jadson (Dodi), Marlon e Douglas; Pablo Dyego (Dudu) e Pedro
Técnico: Abel Braga

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, David Braz e Dodô; Diego Pituca, Alison (Copete), Léo Cittadini e Jean Mota (Renato); Bruno Henrique e Gabigol (Vitor Bueno)
Técnico: Jair Ventura



Sem Rodrygo, B. Henrique salva o Santos em retorno ao time titular

Enquanto dirigentes se reuniam para tratar sobre a venda de Rodrygo, o Santos tentava, em campo, vencer o Fluminense no Maracanã para ao menos amenizar a crise instaurada no clube. O problema é que sem a jovem promessa, o que já estava difícil ficou ainda mais complicado. O pragmatismo e a falta de criatividade voltaram a assolar o Santos no último compromisso antes da pausa para a Copa do Mundo.

Mas se por um lado o Peixe está prestes a perder umas de suas promessas e o desempenho do time está longe de honrar seu dito DNA, a partida dessa quarta-feira serviu para resgatar uma das grandes apostas do elenco santista: Bruno Henrique. Enfim, o atacante voltou a iniciar um jogo como titular depois de sofrer com duas lesões sérias, e foi justamente dele o gol da vitória por 1 a 0, marcado já aos 40 minutos do segundo tempo. Jair Ventura, que nem assim deixa de correr risco de demissão, extravasou à beira do campo, Bruno Henrique chorou, e a noite, que parecia desastrosa, terminou com sentimento de alívio.

A situação ficou feia mesmo foi para Abel Braga, outro que está na berlinda e teve de ouvir vaias e xingamentos após o apito final. Apesar do tricolor não ter podido contar com uma Gilberto, Ayrton Lucas, Léo, Gum, Renato Chaves, Marcos Junior e Matheus Alessandro, a tolerância com a má fase parece ter se esgotado diante da quarta derrota seguida, o quinto jogo consecutivo sem sair de campo com uma vitória.

A situação na tabela do Campeonato Brasileiro ainda é um pouco pior para os paulistas depois de 12 rodadas – o Santos tem um jogo a menos, a fazer com o Vasco –. O resultado levou o Santos aos 13 pontos, na provisória 15ª colocação, e ao menos livrou o clube do risco de passar todo o período de Copa do Mundo na zona de rebaixamento. Em 11º, também enquanto a rodada não termina, com 14 pontos, o Flu não vive situação mais cômoda, na prática.

No dia 19 de julho, os dois times voltam a campo para retomar a competição por pontos corridos. O Peixe, logo de cara, terá o clássico com o Palmeiras, no Pacaembu. Em São Januário, o Fluminense também fará clássico regional com o Vasco.

Bastidores – Santos TV:

Jair exalta Bruno Henrique, diz viver “loucura” e comemora pausa

A vitória do Santos em cima do Fluminense nessa quarta-feira esteve longe de mostrar uma nova cara do Peixe, ou de agradar com um desempenho vistoso. Mesmo assim, os três pontos, quer queira quer não, aliviam um pouco da pressão em cima da equipe e, principalmente sobre o técnico Jair Ventura, que no Maracanã voltou a falar sobre a situação de pressão que tem vivido no comando do Alvinegro Praiano.

“É a situação de todos os treinadores do Brasil. Eu me preparei bastante para isso. Tento fazer o mesmo e ser a mesma pessoa sempre. A minha permanência não depende de mim. Não vou pedir demissão. Sigo fazendo o meu melhor. Quando a bola entra, as coisas aliviam um pouco para a vida do treinador”, comentou o carioca, dono do retrospecto de 14 vitórias, 14 derrotas e sete empates.

“Um marco nosso foi a goleada contra o Vitória (goleada por 5 a 2). Fizemos um grande jogo, mas não conseguimos vencer o Corinthians. Aí perdemos em casa e hoje a gente retoma. Torcedor é paixão. Quando não vence, querem te matar, mas quando vence e joga bem, vem para o seu lado. Vida de treinador é essa loucura, sempre pressionado”, completou.

Nessa quarta, o herói do jogo para os santistas foi Bruno Henrique, atacante que não iniciava uma partida como titular ou ficava em campo por 90 minutos desde dezembro do ano passado por causa de duas lesões, uma no olho e outra na coxa esquerda.

“Um jogo bem equilibrado. Acho que o Santos teve as melhores chances. Aquela cabeçada do Bruno… Depois de tudo o que passamos contra o Corinthians, de jogar melhor e criar as melhores chances na casa do adversário, e a bola não entra, volta aquele filme. Falei para ele que a gente não poderia se abater. E acabou fazendo um lindo gol. É o primeiro jogo do ano dele (como titular). É um cara que eu falo desde que cheguei aqui, de quanto o Santos cresceria com ele. Ainda não está na melhor forma, mas foi importantíssimo”, comemorou.

Os elogios se estenderam ao grupo, já que mesmo sem tempo para treinar, Jair Ventura posicionou seu time em um novo sistema tático, no 4-2-2, diferente do que seus jogadores estão acostumados, muito em função dos desfalques de Rodrygo, Yuri Alberto, Sasha e Arthur gomes.

“Foi (mudança) tática. Perdemos quatro atacantes para esse jogo. Tive de fazer uma mudança tática. Tivemos de mudar por ordem de tudo que aconteceu. Mostra a força do grupo. Mesmo com tantas perdas, tivemos as melhores chances. Importante conseguir jogar no campo do adversário. Vitória estava batendo na trave algumas vezes e agora primeira vitória jogando fora”.

Agora, o Santos terá toda a intertemporada pela frente. Com a realização da Copa do Mundo, o elenco alvinegro ganhará dez dias de folga antes de voltar aos trabalhos, de olho no segundo semestre, que começará, na prática, dia 19 de julho, contra o Palmeiras, no Pacaembu, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. Para Jair, a pausa vem em boa hora.

“Positivo (parada), porque tivemos 12 jogos sem pausa. Praticamente não treina. Fiz mudança hoje sem treinar, essa é a verdade… Nossos melhores resultados foram com a semana cheia. Mas sabemos que não é só o Santos. Só vejo como benéfico (o tempo sem jogos). Muitos desfalques por conta dessa loucura do calendário e pela intensidade que se tornaram os jogos. A importância dessa paralisação é voltar com mais energia. Agora, vem os grandes jogos, os grandes momentos… Eliminatórias da Libertadores, e esperamos conseguir os objetivos”, concluiu.

Bruno Henrique se emociona com gol e comenta drama pessoal

Assim que soou o apito final no Maracanã, Bruno Henrique se entregou à emoção. E não é para menos. O herói do Santos nessa quarta-feira viveu uma noite especial na partida contra o Fluminense, a última antes da pausa para a Copa do Mundo, e ficou até meio perdido, sem saber ao certo o que fazer no gramado carioca com uma clara alegria que transbordava do seu interior.

“Todos sabem o que aconteceu, minha lesão, que me deixou afastado bastante tempo. Sempre fiquei falando: ‘Será que vou conseguir jogar?’ E os médicos que me trataram me incentivaram muito”, comentou, ao Sportv, para em seguida citar o momento de irritação pessoal pelo gol perdido minutos antes de balançar as redes.

“Hoje fui glorificado. O Gabriel falou ‘vai aparecer mais’ depois que perdi o gol. Na outra, tive calma e consegui mandar entre as pernas do goleiro. Dedico o gol à minha mulher, Gisele, e ao meu filho que vai nascer, Lorenzo”, concluiu.

Desde sua estreia na temporada, dia 17 de janeiro, Bruno Henrique não iniciava um jogo como titular do Peixe. Naquele fatídico dia, em Lins, com apenas oito minutos de bola rolando, o atleta de 27 anos sofreu cinco lesões na retina de seu olho esquerdo por causa de uma bolada.

Cirurgia, tratamento no exterior, receio de ser obrigado a deixar o futebol e, enfim, pouco mais de três meses depois, Bruno Henrique voltou a vestir a camisa alvinegra. Entrou no segundo tempo contra o Bahia, na Fonte Nova. Substituiu Rodrygo, ficou cerca de 20 minutos em campo e acabou sofrendo uma lesão no músculo posterior da coxa esquerda.

Lá se foram mais 36 dias afastado, no departamento médico. Aos poucos, Jair Ventura foi colocando Bruno Henrique no ritmo de seus companheiros. Até que nessa quarta, o treinador não só bancou a titularidade do camisa 27, como o deixou na partida até o fim, o que não acontecia desde 3 de dezembro do ano passado, pela última rodada do Campeonato Brasileiro.

A recompensa de Jair, a alegria de Bruno Henrique e o alívio para os torcedores santistas foram concretizados com o gol salvador marcado aos 40 minutos da etapa final. O tento livra o Peixe do risco de passar o período de Copa do Mundo da zona de rebaixamento e enche de esperança um dos principais jogadores do elenco alvinegro para o restante da temporada.

Diego Pituca e Alison vão desfalcar o Santos contra o Palmeiras

O Santos terá 35 dias para se preparar para a sequência da temporada por causa da pausa para a disputa da Copa do Mundo da Rússia. Mas, é bom o time ficar esperto, pois o primeiro desafio na retomada do Campeonato Brasileiro será logo contra o Palmeiras, no Pacaembu, dia 19 de julho.

Jair Ventura, se estiver no cargo até lá, já sabe que terá problemas para escalar sua equipe, pois nessa quarta-feira, durante a vitória em cima do Fluminense, Diego Pituca e Alison receberam cartões amarelos. Como estavam pendurados, ambos são desfalques certos no clássico.

Ex-jogador do Botafogo-SP, Pituca foi integrado ao time principal do Peixe depois de chamar atenção no Santos B. Desde a goleada em cima do Vitória, o volante vinha sendo titular absoluto.

Já Alison voltou ao time nessa quarta-feira ao se recuperar de um entorse no joelho direito, sofrido no clássico com o São Paulo, dia 20 de maio. Dessa forma, a dupla só fica à disposição para o confronto com a Chapecoense, fora de casa, dia 22 de julho.



Santos 0 x 0 Fluminense

Data: 14/08/2017, segunda-feira, 20h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 20ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 22.018 presentes (19.457 pagantes e 2.561 não pagantes)
Renda: R$ 686.240,00
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Auxiliares: Bruno Raphael Pires e Leone Carvalho Rocha (ambos de GO).
Cartões amarelos: Alison (S); Henrique Dourado e Marlon Freitas (F).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Zeca; Alison, Léo Cittadini e Lucas Lima; Vladimir Hernández (Jean Mota), Thiago Ribeiro (Lucas Crispim) e Ricardo Oliveira (Kayke).
Técnico: Levir Culpi

FLUMINENSE
Júlio César; Lucas, Henrique, Renato Chaves e Léo; Marlon Freitas, Orejuela, Wendel e Gustavo Scarpa (Robert); Wellington Silva (Marcos Júnior) e Henrique Dourado (Pedro).
Técnico: Abel Braga



Santos e Fluminense perdem chances e não saem do zero no Pacaembu

Quem apenas ver o placar de 0 a 0 pode imaginar que o duelo entre Santos e Fluminense, válido pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro, tenha sido monótono no Pacaembu. Porém, as duas equipes fizeram um confronto movimentado na noite desta segunda-feira, com direito a boas chances perdidas para os dois lados e até bola na trave. Mesmo assim, Peixe e Tricolor não conseguiram balançar as redes e saíram de campo com um placar que não foi bom para ninguém.

Com o resultado, o alvinegro segue no G3, mas parou nos 36 pontos e não encostou nos líderes Grêmio e Corinthians. Já o time carioca continua com 27 pontos e caiu para a 10ª posição na tabela.

O jogo:

Jogando em sua ‘segunda casa’, o Santos começou tomando a iniciativa contra o Flu. Apostando no toque de bola rápido, os santistas chegaram bem aos 12 minutos, após Alison avançar pela direita e cruzar para Thiago Ribeiro dentro da área. O atacante, porém, dividiu com a zaga carioca e mandou por cima do gol.

Na jogada seguinte, foi a vez de Victor Ferraz arriscar de longe, assustando o goleiro Júlio César. Já aos 19 minutos, Lucas Lima passou com facilidade pelo seu xará do Fluminense e chutou cruzado de dentro da área. A bola passou com muito perigo por cima do travessão.

A superioridade santista continuou no Pacaembu. Aos 30 minutos, Léo Cittadini recebeu na entrada da área e bateu colocado. Júlio César se esticou todo e salvou o Fluminense.

O time carioca, por sua vez, só chegou com perigo real aos 37 minutos, quando Lucas recebeu cruzamento e tentou ajeitar para o meio da área, mas a redonda desviou em Zeca e saiu.

E os 43, o Peixe desperdiçou a melhor oportunidade da primeira etapa. Após erro na saída de bola do Flu, Lucas Lima acha Ricardo Oliveira completamente livre dentro da área. O camisa 9 resolveu tocar para Hernández. O colombiano, porém, abdicou do chute e errou o passe ao tentar devolver a bola para o centroavante.

O segundo tempo começou elétrico no Pacaembu. Logo aos cinco minutos, Henrique Dourado aproveitou rápido contra-ataque do Flu e deixou Wendel na cara do gol. O volante driblou Vanderlei, mas mandou na trave.

Diferentemente do que aconteceu na primeira etapa, o Tricolor das Laranjeiras voltou do intervalo se arriscando mais no ataque. Aos 12, Vanderlei afastou mal, mas Henrique Dourado teve problemas para dominar e desperdiçou boa chance.

O Santos ‘acordou’ somente aos 20 minutos, quando Lucas Crispim, que entrou na vaga de Thiago Ribeiro, tentou bater na entrada da área e a bola acabou sobrando para Vladimir Hernández. O colombiano bateu colocado, mas não acertou o gol de Júlio César.

Ao 30, Lucas Lima cobrou falta dentro da área, Gustavo Henrique desviou de cabeça, mas Júlio César salvou o Flu.

Com o passar do tempo, as duas equipes foram em busca da vitória e o confronto ficou aberto no Pacaembu. Porém, nenhuma das equipes conseguiu balançar as redes e a partida acabou mesmo no 0 a 0 no Pacaembu.

Bastidores – Santos TV:

Levir vê empate justo entre Santos e Flu: “Jogo não merecia um vencedor”

Apesar de boas chances desperdiçadas, Santos e Fluminense não saíram do 0 a 0 na noite desta segunda-feira, no Pacaembu, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na primeira etapa, o Peixe foi amplamente superior. Já na volta do intervalo, o Tricolor das Laranjeiras cresceu no confronto e chegou até a colocar bola na trave, com Wendel.

Para o técnico Levir Culpi, o empate entre as duas equipes foi justo, mas merecia pelo menos alguns gols. “É um clássico. O Fluminense tem jogadores de ótimo nível. Criamos boas oportunidades no primeiro tempo e poderíamos ter criado um outro caminho. O jogo não merecia um 0 a 0, mas acho que também não merecia um vencedor”, explicou o comandante em entrevista coletiva.

E antes do duelo acontecer, Levir Culpi surpreendeu os santistas ao poupar David Braz, Copete e Bruno Henrique da partida. Na visão do treinador, os três atletas, principalmente os atacantes, estavam sofrendo com o desgaste físico e poderiam se lesionar se entrassem em campo.

“Bruno e Copete estavam visivelmente desgastados. O Braz não estava tão ruim assim, mas o Gustavo Henrique, que é considerado um dos titulares, também precisava voltar a jogar, pra pegar ritmo. A responsabilidade pelo segundo tempo de hoje foi minha, porque além das mudanças iniciais, eu ainda troquei três atletas depois do intervalo. Eu mesmo levei um certo desequilíbrio ao time. Um ponto vale muito, acho que foi o que a partida mereceu”, concluiu Levir.

Oliveira valoriza chances criadas, mas lamenta queda do Santos no 2º tempo

O Santos não saiu do 0 a 0 com o Fluminense, nesta segunda-feira, no Pacaembu, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. Apesar do placa zerado, as duas equipes desperdiçaram algumas oportunidades o confronto.

Enquanto o Flu parou na trave em sua melhor chance, com Wendel, o Peixe viu Ricardo Oliveira e Vladimir Hernández se enrolarem na cara do gol, aos 43 minutos do primeiro tempo. Para o centroavante, a equipe comandada por Levir Culpi não sentiu a falta de entrosamento, mas caiu de produção após o intervalo.

“Não dá pra falar que faltou entrosamento, nós criamos oportunidades, mas não fomos eficientes e perdemos. No segundo tempo realmente nós não criamos muito e acabamos sem a vitória. Dava para ter matado o jogo no primeiro tempo e não conseguimos”, lamentou o camisa 9, citando as entradas de Vladimir Hernández, Thiago Ribeiro, Gustavo Henrique e Léo Cittadini no time titular.

Com a igualdade, o alvinegro segue no G3, mas parou nos 36 pontos e não encostou nos líderes Grêmio e Corinthians.

Jogadores do Flu lamentam chances criadas, mas valorizam empate

O Fluminense ficou no empate sem gols com o Santos, nesta segunda-feira, no Pacaembu. Com o resultado, os tricolores terminaram a rodada na décima posição do Campeonato Brasileiro. O zagueiro Henrique lamentou as chances criadas, principalmente no segundo tempo, mas ressaltou que os cariocas saem de campo satisfeitos com o ponto conquistado em São Paulo.

“A gente sabe da qualidade da equipe do Santos. Mesmo criando algumas boas chances de marcar, não podemos deixar de sair satisfeitos com o empate. Saímos com o sentimento de dever cumprido, de trabalho feito”, disse.

O meia Gustavo Scarpa foi outro a lamentar os erros na parte ofensiva na etapa final. O jogador elogiou o fato das equipes estarem voltadas para o ataque durante os 90 minutos e o gramado do Pacaembu.

“Poderíamos ter saído de campo com a vitória. Conseguimos criar boas chances de gol. Tivemos uma boa partida. Foi uma partida muito boa, com um gramado muito bom, algo que é difícil de ser ver no Brasileiro”, declarou.