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Bahia 1 x 1 Santos

Data: 30/10/2002, quarta-feira, 21h40.
Competição: Campeonato Brasileiro – 1ª fase – 22ª rodada
Local: Estádio da Fonte Nova, em Salvador, BA.
Público: 41.063
Renda: R$ 215.035,00
Árbitro: Wagner Tardeli Azevedo (RJ)
Cartões amarelos: Alberto, Preto, Júlio Sérgio e André Luís (S).
Gols: Robson (11-2) e Léo (46-2).

BAHIA
Emerson; Daniel, Marcelo Souza, Valdomiro e Calisto; Ramalho, Jair, Bebeto Campos (Carlinhos) e Geraldo; Robson (Nilson) e Nonato (Gil Baiano).
Técnico: Candinho.

SANTOS
Júlio Sérgio; Maurinho, Preto, André Luís e Léo; Paulo Almeida, Renato, Elano (Robert) e Diego; Robinho e Alberto (Douglas).
Técnico: Emerson Leão.


Santos consegue empate com o Bahia no final

Com um gol do lateral-esquerdo Leo nos acréscimos do jogo, o Santos alcançou o objetivo traçado por seu treinador para o confronto de ontem, em Salvador, contra o Bahia.

Numa partida em que seu ataque não repetiu a produção de outras rodadas, mesmo diante de uma equipe que pouco precisou apelar às faltas, o time de Emerson Leão empatou em 1 a 1.

Na véspera do jogo, o comandante santista disse que já se contentaria com o empate, que colocou seu time na quinta colocação do Brasileiro-02.

Agora, para ir à segunda fase, o time do litoral de São Paulo, segundo os cálculos de sua própria comissão técnica, precisa ganhar cinco pontos nos três confrontos que ainda vai realizar.

Ontem, principalmente no primeiro tempo, o Santos não foi o mesmo time do resto do Brasileiro. Segundo o Datafolha, o time só finalizou cinco vezes nos 45 minutos iniciais. Na média, o time consegue concluir dez vezes em cada tempo no certame.

Isso mesmo sem enfrentar uma marcação dura. Em todo o jogo, o Bahia cometeu apenas 13 faltas, praticamente metade da média geral da competição.

Na primeira etapa, os dois times priorizaram as laterais. Pelo Bahia, o meia-atacante Geraldo e o lateral Calisto, pela esquerda, envolviam frequentemente a marcação santista, enfraquecida com a contusão de Elano _uma torção no tornozelo_ logo aos 3min.

O meia ainda tentou permanecer em campo, mas acabou substituído no meio do primeiro tempo por Robert.

Foi justamente em uma jogada pelo setor esquerdo, aos 13min, que o time da casa criou sua melhor chance, em uma cabeçada de Nonato defendida pelo goleiro Júlio Sérgio. Para o Santos, a única grande chance da etapa aconteceu depois de jogada individual pela direita de Diego, que cruzou para Renato cabecear para fora.

O time paulista voltou para o segundo tempo novamente recuado. Dessa vez, entretanto, o castigo não demorou. Aos 10min, o atacante Robson foi derrubado por Júlio Sérgio. O juiz marcou o pênalti, convertido um minuto depois pelo próprio Robson.

Descontente com o desempenho de sua equipe, Leão tirou Diego para dar lugar a William. Anteontem, o treinador já havia ameaçado barrar o jovem astro de seu time, que não repete mais a boa fase de antes e comete seguidos atos de indisciplina.

A mudança melhorou o time santista. Com Robinho se movimentando mais, o Bahia passou a ter sua meta ameaçada.

Mas foi só aos 47min que os paulistas conseguiram o empate. Depois de driblar um adversário, Robinho tocou para Leo, que invadiu a área e tentou um cruzamento. A bola bateu no zagueiro Valdomiro e entrou.

Com o resultado, o Bahia continua ameaçado de rebaixamento. O time, com 25 pontos, é o 17º colocado do Brasileiro agora.



Fontes: Folha de São Paulo e Revista Lance.

Bahia 2 x 0 Santos

Data: 11/04/2001, quarta-feira, 21h40.
Competição: Copa do Brasil – 2ª fase – Jogo de ida
Local: Estádio da Fonte Nova, em Salvador, BA.
Público e renda: N/D
Árbitro: Antonio Pereira da Silva (GO)
Cartões amarelos: Galván e Rincón (S).
Gols: Nonato (24-1) e Róbson (14-2, de pênalti).

BAHIA
Émerson; Jefferson, Carlinhos Paulista, Jean Elias e Japinha; Preto Casagrande, Bebeto Campos, Capixaba (Claiton) e Alex Oliveira; Róbson e Nonato.
Técnico: Evaristo de Macedo

SANTOS
Fábio Costa; Russo, Pereira, Galván e Léo; Paulo Almeida, Rincón, Renato (Elano) e Robert; Dodô (Rodrigão) e Deivid.
Técnico: Geninho



Santos perde para o Bahia e reduz chances

O time do Santos complicou a sua situação na Copa do Brasil ao ser derrotado pelo Bahia por 2 a 0, ontem, em Salvador. Agora a equipe do técnico Geninho precisa vencer a segunda partida por três gols de diferença para ir às oitavas-de-final do torneio, sem depender de uma disputa pênaltis.

O Bahia, que conquistou a sua nona vitória consecutiva, classifica-se até com uma derrota por um gol de diferença.

Com um esquema tático ofensivo armado pelo técnico Evaristo de Macedo, a equipe da casa começou pressionando o Santos. Logo aos 3min, o meia Alex Oliveira desperdiçou uma boa oportunidade de abrir o placar, quando tinha apenas o goleiro Fábio Costa pela frente.

Aos 24min, porém, Nonato desviou de cabeça um cruzamento da direita e fez 1 a 0 para o Bahia.

No segundo tempo, o time baiano continuou melhor e marcou seu segundo gol aos 14min. Em pênalti sofrido pelo meia Luis Carlos Capixaba, o centroavante Róbson, que não marcava havia seis jogos, cobrou e ampliou.

A partir daí, o Bahia recuou para garantir a vitória, mas, mesmo assim, conseguiu mais chances que o Santos para marcar.

Antes da próxima partida contra o Bahia, o time de Geninho volta a jogar no domingo contra Inter de Limeira, pelo Paulista, precisando da vitória.

O time, que tem 20 pontos e divide a quarta posição com Corinthians, Portuguesa Santista e Botafogo, não poderá perder se quiser manter as chances de classificação no torneio.

Fonte: Jornal Folha de SP – http://acervo.folha.com.br/fsp/2001/04/12/20//50288

Bahia 3 x 3 Santos

Data: 24/03/1998, terça-feira.
Competição: Copa do Brasil – Oitavas-de-final – Jogo de ida
Local: Estádio da Fonte Nova, em Salvador, BA.
Gols: Marcos Assunção (13-1), Marcos Assunção (36-1); Branco (12-2), Róbson Luis (14-2), Marcos Assunção (30-2) e Marquinhos (40-2).

BAHIA
Jean; Mantena (Edmundo), Nenê, Fabão e Branco; Clébson, Marquinhos (Junior), Souza (Zinho), Róbson Luis; Everton Luiz e Uéslei.
Técnico: Evaristo de Macedo

SANTOS
Zetti; Baiano, Ronaldão, Argel e Dutra (Ronaldo Marconato); Narciso, Marcos Assunção, Caíco, Jorginho (Élder); Muller e Caio.
Técnico: Émerson Leão

Bahia 1 x 1 Santos

Data: 05/10/1996, domingo, 17h00.
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio da Fonte Nova, em Salvador, BA.
Público: 9.373 pagantes
Renda: R$ 81.410,00
Árbitro: Carlos Elias Pimentel (RJ).
Cartões amarelos: Mantena, Messias, Edmundo e Hermes (B); Narciso, Marcos Adriano, Jamelli, Carlinhos, Sandro e Daniel (S).
Cartão vermelho: Leandro Silva (B, 44-2).
Gols: Vladimir (44-1); Vágner (10-2).

BAHIA
Alexandre; Leandro Silva; Parreira, Vladimir e Daniel (Hermes); Mantena, Eduardo, Messias e Juninho; Róbson e Edmundo (Naldinho).
Técnico: Fito Neves

SANTOS
Sérgio; Ânderson Lima, Sandro, Narciso (Daniel) e Marcos Adriano (Juari); Carlinhos, Marcos Assunção, Vágner e Jamelli; Alessandro e Andradina (Camanducaia).
Técnico: José Teixeira



Santos consegue o empate na Bahia

O Santos completou ontem três jogos consecutivos sem vencer no Campeonato Brasileiro. Na Fonte Nova, em Salvador (BA), a equipe paulista, após estar perdendo, empatou com o Bahia em 1 a 1, resultado ruim para as duas equipes.

Com o empate, o Santos ficou ainda mais distante dos líderes. O time paulista tem agora 15 pontos e ocupa a 17ª posição. A situação do Bahia é ainda pior -apenas 11 pontos, na 21ª colocação.

O Bahia começou melhor e teve sua primeira oportunidade para marcar aos 8min. O zagueiro Narciso falhou, e o atacante Edmundo não aproveitou a chance. Com sucessivas falhas no miolo de zaga, o Santos proporcionava ao Bahia muitas chances de gol.

Aos 16min, Edmundo recebeu livre dentro da área, mas concluiu mal quando tinha apenas o goleiro Sérgio pela frente.

A resposta do Santos foi imediata. Aos 18min, Anderson cruzou e Andradina errou na conclusão.

Seis minutos depois, o goleiro Alexandre fez uma grande defesa, ao mandar para escanteio um chute forte de Andradina. A partir dos 30min, o Santos pressionou muito o adversário.

Aos 41min, os jogadores baianos pediram impedimento, não marcado pelo juiz. O atacante Alessandro entrou livre e chutou na trave.

Quando o domínio do Santos era total, o Bahia marcou o primeiro gol do jogo, aos 44min.

Leandro Silva cobrou falta, os dois zagueiros do Santos (Sandro e Narciso) falharam, e Vladimir tocou de primeira, sem chances de defesa para Sérgio.

No segundo tempo, o Santos voltou melhor e criou duas oportunidades para empatar nos primeiros cinco minutos.

Aos 10min, surgiu o gol de empate. O meia Wagner dominou na entrada da área e chutou forte. A bola ainda bateu em uma saliência do gramado antes de entrar.

No final, a torcida do Bahia pediu a saída do treinador Fito Neves.



Santos teme desespero do Bahia, hoje, em Salvador

O Santos enfrenta hoje o Bahia, às 17h, em Salvador, temendo o desespero do adversário. Após duas derrotas seguidas, “em casa”, o time santista precisa da reabilitação, mas vai enfrentar um adversário em pior situação.

O Santos ocupa a 17ª posição, com 14 pontos. O Bahia tem quatro a menos e está na 21ª posição.

“Eles virão para cima”, disse o técnico José Teixeira, que preparou o time para atuar nos contra-ataques, explorando a rapidez de Alessandro e Camanducaia.

“É um jogo-chave”, afirmou o lateral-direito Anderson. “A vitória é fundamental”, disse o lateral-esquerdo Marcos Adriano.

Ameaçado de demissão, o técnico Fito Neves promove quatro alterações no Bahia para o jogo. Ele barrou a dupla de volantes Lima e Valmir, por deficiência técnica. O goleiro Jean e o meia Geraldo, suspensos, também ficam fora.

Durante a semana, o Bahia treinou em São Gonçalo dos Campos (a 107 km de Salvador). Foi uma estratégia para fugir da pressão dos conselheiros e torcedores.

Técnico mantém dúvida no gol

O técnico do Santos, José Teixeira, decidiu manter o suspense sobre quem será o goleiro titular do Santos na partida de hoje. Edinho, que falhou nos últimos dois jogos, pode perder a posição para Sérgio.

No treino coletivo de sexta-feira, cada um deles atuou metade do tempo.

Edinho quer uma definição sobre quem é, de fato, o titular. Para ele, o revezamento de goleiros gera intranquilidade.

“Acabou sendo negativo para mim”, disse Edinho, vaiado pela torcida nas últimas partidas.

Sérgio, que atuou nas duas partidas do Santos na Supercopa, se diz pronto para entrar na equipe. “Estou à disposição. Até agora, o professor não conversou comigo. Disse que vai decidir o time somente na Bahia.”

O desfalque do Santos será o meia Robert, suspenso pelo terceiro cartão amarelo.

A diretoria diz que ainda procura um jogador bom e barato para suprir a carência de um finalizador no ataque. Em 11 jogos no Brasileiro, o time fez apenas 13 gols, média de 1,18 gol por partida. Após a derrota para o Inter, no sábado passado, o clube tentou contratar esse atacante. Em vão.

O Universidad do Chile pediu US$ 1,8 milhão pelo passe do meia-atacante argentino Léo Rodriguez, 30.

O presidente do Mogi Mirim, Wilson de Barros, não aceitou emprestar o centroavante Cléber, 23, por US$ 150 mil até o final do ano, conforme a proposta santista. Barros quer US$ 2 milhões pelo passe do jogador.

O argentino Caniggia, que está deixando o Boca Juniors, teria sido oferecido por um empresário, mas o obstáculo à negociação seria a mulher do atacante, que mora em Roma e não quer deixar a Europa.

As atenções se voltaram então para o atacante Edgar “Chito” Baez, do Guarani de Assunção e da seleção paraguaia. O Santos propôs o empréstimo, mas o clube paraguaio só aceita vender o atleta.


Bahia 3 x 2 Santos

Data: 26/10/1994
Competição: Campeonato Brasileiro – 2ª fase – Grupo F – 6ª rodada
Local: Estádio da Fonte Nova, em Salvador, BA.
Público: 13.587 pagantes
Renda: R$ 67.822,00
Árbitro: Francisco Dacildo Mourão de Albuquerque (CE)
Cartões amarelos: Nilmar e Israel (B); Narciso, Macedo e Marcelo Fernandes (S).
Gols: Guga (10-1), Uéslei (15-1), Uéslei (38-1) e Paulinho Kobayashi (42-1); Uéslei (20s-2).

BAHIA
Jean; Odemílson, Ronald, Missinho e Nilmar (Samuel); Israel (Marcelo Ramos), Lima, Uéslei e Zé Roberto; Paulo Emílio e Raudinei.
Técnico: Joel Santana

SANTOS
Edinho; Índio, Marcelo Fernandes, Narciso e Silva; Dinho, Gallo (Demétrios), Paulinho Kobayashi e Giovanni; Macedo e Guga.
Técnico: Serginho Chulapa