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Santos 1 x 0 Corinthians

Data: 13/10/2018, sábado, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro (Copa do Brasil) – 29ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 26.428 pessoas (24.123 pagantes e 2.305 não pagantes).
Renda: R$ 778.974,50
Árbitro: Pericles Bassols Pegado Cortez (PE)
Auxiliares: Clovis Amaral da Silva e Cleberson do Nascimento Leite (ambos de PE).
Cartões amarelos: Gabriel, Gustavo Henrique, Derlis González (S); Emerson Sheik e Gabriel (C).
Gols: Gabriel (21-1).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Dodô; Yuri (Renato); Arthur Gomes (Derlis González), Carlos Sánchez (Eduardo Sasha), Diego Pituca e Bruno Henrique; Gabriel.
Técnico: Cuca

CORINTHIANS
Walter; Léo Santos (Thiaguinho), Pedro Henrique, Marllon e Carlos Augusto; Gabriel e Douglas; Pedrinho, Mateus Vital (Clayson) e Emerson Sheik (Danilo); Jonathas.
Técnico: Jair Ventura



Gabigol marca e Santos vence o Corinthians no clássico do Pacaembu

O Santos contou com uma grande jogada individual de Arthur Gomes e o faro de gol de Gabriel, artilheiro do Campeonato Brasileiro, para vencer o clássico contra o Corinthians, na noite deste sábado, no estádio do Pacaembu. Mesmo diante de um valente time misto do rival, o time da Baixada comemorou como se fosse um título após o apito final do árbitro Péricles Bassols, com jogadores invadindo o campo.

O resultado leva a equipe aos 42 pontos na tabela da competição nacional, sete a mais do que o clube do Parque São Jorge, dono de atuação digna apesar do revés. Cada vez mais com o sinal de alerta contra o rebaixamento ligado, o Timão estagnou nos 35 pontos e pode fechar a rodada apenas dois pontos acima da zona de rebaixamento.

O jogo

O jogo começou com o Corinthians apostando na rapidez de Pedrinho e Mateus Vital para surpreender a marcação do adversário. Bastante organizado para um time com tantas mudanças, o Alvinegro teve uma chance clara de abrir o placar ainda aos quatro minutos. Léo Santos saiu jogando com um drible no meio das pernas de Bruno Henrique, foi ao ataque e recebeu bola na medida de Pedrinho. O zagueiro, improvisado na lateral, cruzou, Jonathas furou e a bola ficou com Vital, que cortou Ferraz e chutou para fora.

O lance, que chegou a silenciar por alguns momentos o estádio do Pacaembu, deu confiança aos corintianos, que não recuaram nem aceitaram a pressão adversária. À medida em que o tempo foi passando e Carlos Sánchez, com muita calma, tomou conta do meio-campo, porém, o Peixe conseguiu reter mais a posse de bola. Foi a senha para que os donos da casa conseguissem abrir o placar.

Depois de lance polêmico na saída de bola, com Vital reclamando de falta de Gustavo Henrique após perder a bola, o Peixe inverteu o jogo e conseguiu lateral. Na cobrança, Arthur Gomes mostrou qualidade para girar sobre a primeira marcação de Douglas, fintou Carlos e chutou para o meio da área. Walter desviou, mas a bola ficou nos pés de Gabriel, que soltou a bom com o pé esquerdo para estufar a rede.

Mesmo com a torcida incentivando e a chuva caindo forte para animar a galera nas arquibancadas, o Peixe preferiu recuar ao seu campo de defesa e apostar no contra-ataque com a rapidez dos seus pontas. Com a posse de bola, mas sem profundidade já que Jonathas sofria até para dominar a bola, o Corinthians não conseguiu ameaçar o gol de Vanderlei até o intervalo, mantendo o placar em 1 a 0.

Apesar de ter levado perigo com a dupla Pedrinho e Léo Santos no primeiro tempo, o técnico Jair Ventura optou por dar descanso ao seu zagueiro titular no intervalo. Thiaguinho voltou para a etapa final como lateral, numa clara demonstração de preferência do comandante pelo jogo da quarta-feira do que pelo clássico. O Peixe, em vantagem, voltou com a mesma formação e ideia de jogo, esperando o rival na defesa.

Jonathas, ainda que com muita dificuldade com a bola nos pés, passou a disputar bem pelo alto e deu profundidade ao time do Corinthians. No melhor lance criado, mesmo com um passe mais forte do que o necessário, deixou Mateus Vital em boa condição dentro da área. O meia, porém, demorou a tomar a decisão, tentou levar para o pé direito e acabou desarmado em cima da hora por Luiz Felipe.

Cuca sentiu que seu time precisava de mais poder ofensivo e mandou a campo o paraguaio Derlis Gonzáles na vaga de Arthur Gomes, visivelmente cansado. Logo em seu primeiro lance, Derlis recebeu passe sem querer de Dodô, que errou um chute para o gol, e ficou em boa condição na área. O atacante ajeitou e soltou um chute forte com o pé direito, a bola bateu em Pedro Henrique e saiu pela linha de fundo.

Os minutos finais foram de muita intensidade, com direito a sete minutos de acréscimo adicionados pelo árbitro. O Corinthians quase empatou em cruzamento de Carlos que Gabriel cabeceou ao lado do gol de Vanderlei. Na resposta, Derlis chutou forte, Walter espalmou e Bruno Henrique, no rebote, carimbou o goleiro mais uma vez. No último lance, Clayson bateu falta na área, a defesa fez linha de impedimento péssima e Marllon cabeceou para fora.

Bastidores – Santos TV:

Cuca celebra atuação do Santos em vitória no clássico: “Só elogios”

Cuca deixou o Estádio do Pacaembu satisfeito com o que viu na vitória do Santos por 1 a 0 sobre o Corinthians, na noite deste sábado, em clássico válido pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em entrevista coletiva, o treinador se mostrou cada vez mais contente com o trabalho feito na Vila Belmiro.

“É a 14ª partida que eu faço. Só tenho elogios. Tivemos dois ou três tropeços no começo, mas agora a equipe está muito firme, com variação de jogadas. O mérito é de todos esses meninos, que tem jogado com afinco. Estão envolvidos com as situações do clube. É gratificante quando o trabalho flui assim”, celebrou.

Sobre a partida, Cuca admitiu que o Santos encontrou dificuldades diante de um Corinthians praticamente todo reserva. Mas exaltou a leitura da equipe, que abriu o placar aos 20 minutos do primeiro tempo com Gabriel e depois soube administrar o resultado.

“A gente sabia que era um jogo duro. Apesar de não ser o mesmo, o Corinthians tem jogadores do mesmo nível, que às vezes são titulares. Demoramos um pouco para entender o Corinthians. Eles tiveram possibilidades em contra-ataques. Depois tomamos conta do jogo em posse de bola”, avaliou, antes de prosseguir.

“Fizemos o gol, viemos para o intervalo com o 1 a 0 e, no segundo tempo, fomos melhores, mais encorpados, dando poucas possibilidades ao Corinthians e vencemos, que era o que mais importava”, acrescentou.

Por fim, Cuca explicou a opção de ter começado com Arthur Gomes em detrimento do paraguaio Derlis González. O jovem atacante foi decisivo ao fazer jogada individual na linha de fundo e cruzar para Gabriel anotar o único gol do clássico.

“Tenho treinado o Arthur no meio. Ele fez a ponta, trocou com o (Carlos) Sánchez, mas a jogada foi bonita, individual, e resultou no gol. Como o Derlis tinha ido para a seleção paraguaia, treinamos com o Arthur e sentimos confiança nele”, concluiu.

Com a vitória, o Santos segue firma na briga por uma vaga na Copa Libertadores de 2019. O time chegou aos 42 pontos, somente três a menos que o Atlético-MG, primeiro clube dentro do G6. O Galo joga neste domingo, contra o América-MG, na Arena Independência.

Elogiada por Cuca, defesa do Santos é a menos vazada do returno

A solidez defensiva tem sido a marca do Santos de Cuca. Com a vitória por 1 a 0 sobre o Corinthians, no último sábado, no Pacaembu, o Peixe chegou ao seu terceiro jogo consecutivo sem sofrer gols – antes havia vencido Atlético-PR e Vitória pela contagem mínima.

Com três tentos em dez jogos, é também a equipe que menos vezes foi vazada no segundo turno do Campeonato Brasileiro, empatada com o Palmeiras, que lidera a competição. Feito que arranca elogios do treinador.

“É uma equipe segura, uma das melhores defesas do segundo turno. É o coletivo. É a solidificação que tem, a diminuição de espaço. Eles saem para o jogo com qualidade também. Dá a expectativa de acabar bem o jogo”, explicou Cuca, que ainda vê margem para o time evoluir.

“Tem coisas a melhorar: a junção do meio ao ataque, a finalização de média distância quase inexiste. Com as vitórias, é mais fácil corrigir. O que tenho gostado é o comprometimento dos jogadores. Eles sentem o campeonato. O trabalho fica mais fácil, eles interagem bem”, declarou.

Capitão do Santos, o lateral direito Victor Ferraz destacou a organização da equipe alvinegra e a dificuldade que ela impõe aos adversários. “Somos um time que realmente joga junto. A gente ataca e defende juntos. Somos um time extremamente compactado”, avaliou.

“As outras equipes têm poucas chances de gol contra a gente. Isso é fruto de muito trabalho e dedicação nos treinamentos. A gente fica muito feliz, principalmente eu como defensor, de ficar mais um jogo sem tomar gol”, celebrou.

Titular contra o Corinthians, o zagueiro Luiz Felipe corroborou a análise do companheiro de defesa e também fez questão de dividir os méritos com todos.

“A gente tem um monte de zagueiro de qualidade, já estamos há um bom tempo mantendo uma regularidade, sem tomar gols – ficamos dez jogos invictos, oito sem tomar gol. Isso é fruto de muito trabalho. Não só da zaga, o time todo corre, o time todo marca”, ressaltou.

Em dez jogos, Santos iguala no returno a pontuação do primeiro turno

A reação do Santos no Campeonato Brasileiro sob o comando do técnico Cuca é incontestável. Com 42 pontos na tabela, o Peixe já sonha, inclusive, em brigar por uma vaga na Copa Libertadores da América do ano que vem. Depois da vitória de sábado no clássico contra o Corinthians, os números do Peixe trouxeram uma curiosidade.

Nos dez jogos do segundo turno do Brasileiro, o Santos já somou a pontuação conquistada em todo o primeiro turno. Foram 21 pontos na metade inicial da competição, com cinco vitórias, seis empates e oito derrotas, um saldo de gols negativo – foram 21 marcados e 23 sofridos. O time chegou, inclusive, a temer pela zona de rebaixamento.

No segundo turno, a equipe de Cuca ganhou os mesmos 21 pontos, mas com seis vitórias, três empates e somente uma derrota – para o Cruzeiro no Mineirão. O ataque não está entre os mais poderosos, foram 12 gols marcados, mas a defesa é o grande destaque do time – apenas três sofridos.

No returno, a campanha do Santos é a segunda melhor do Campeonato Brasileiro. Perde apenas para o Palmeiras, que soma 23 pontos em dez jogos e, devido a essa grande arrancada, caminha como o principal favorito ao título do torneio nacional.

Gabigol homenageia Robinho e despista sobre futuro no Santos

Autor do gol da vitória do Santos por 1 a 0 sobre o Corinthians, o atacante Gabriel Barbosa homenageou Robinho em sua comemoração no Estádio do Pacaembu. Após balançar as redes do goleiro Walter, o camisa 10 correu em direção às arquibancadas amarelas, pedalou e caiu no chão simulando uma falta.

A encenação foi uma alusão ao lance em que Robinho deu oito pedaladas para cima do ex-volante Rogério e sofreu pênalti, convertido por ele mesmo na vitória por 3 a 2 sobre o Corinthians, pela final do Campeonato Brasileiro de 2002. Robinho atualmente joga no Sivasspor, da Turquia.

O gol de Gabriel saiu aos 20 minutos do primeiro tempo, após grande jogada individual de Arthur Gomes, que foi até a linha de fundo e cruzou. A bola desviou antes de parar nos pés de Gabigol, que empurrou para as redes.

“Foi um gol bonito, no coletivo. Não foi só eu nem o Arthur, foi o time todo. Foi em homenagem ao parceiro Robinho. A gente se fala bastante, saudade dele”, afirmou ao Premiere, no intervalo do jogo.

Após a partida, Gabriel desconversou ao ser questionado sobre o seu futuro. Artilheiro do Campeonato Brasileiro com 14 gols, ele está emprestado pela Inter de Milão até o final do Brasileirão de 2018.

“Faltam nove jogos, tem muita coisa para acontecer ainda. É muito complicado. Todos sabem da força que fiz para voltar, mas não depende só de mim. Tenho contrato com um clube lá de fora ainda. Tem que ter calma, depois a gente resolve isso”, declarou.

Com a vitória, o Santos segue firme na briga por uma vaga na Copa Libertadores de 2019. Agora, o time soma 42 pontos, três a menos que o Atlético-MG, primeiro time dentro do G6.

Uma classificação à próxima edição do torneio continental, contudo, pode facilitar na permanência de Gabriel. “Confesso que isso (artilharia) não é algo que tire meu sono. Quero deixar o Santos na Libertadores se eu sair. E se eu ficar, jogar ela”, concluiu.

Renato vibra com vitória em último clássico contra o Corinthians

O volante Renato disputou na noite deste sábado, no Estádio do Pacaembu, o seu último clássico contra o Corinthians na carreira. Aos 39 anos, ele irá se aposentar ao término da temporada. O Santos venceu por 1 a 0, com gol de Gabriel Barbosa.

Após a partida, o jogador e diretor-executivo de futebol do Peixe usou as redes sociais para agradecer ao clube, aos jogadores e à torcida. Renato começou a partida entre os reservas e só entrou em campo aos 29 minutos do segundo tempo, no lugar de Yuri.

“Obrigado, Santos! Foi meu último clássico contra o maior rival. Não saiu o gol, mas foi com vitória! Parabéns equipe e torcedores”, escreveu Renato, no Twitter.

Com o resultado, o Santos segue no sétimo lugar, agora com 42 pontos, três a menos que o Atlético-MG, primeiro clube dentro do G6. Os comandados de Cuca voltam a campo no próximo dia 22, uma segunda-feira, às 20 horas (de Brasília), para enfrentar o Internacional, no Beira-Rio, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro.


Cruzeiro 2 x 1 Santos

Data: 23/09/2018, domingo, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 26ª rodada
Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte, MG.
Público: 9.029 presentes (5.583 pagantes e 3.446 não pagantes)
Renda: R$ 78.179,50
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Auxiliar: Helton Nunes e Neuza Ines Back (ambos de SC).
Cartões amarelos: Murilo (C); Victor Ferraz e Dodô (S).
Gols: Gabriel (15-1); Sassá, (01-2) e Raniel (37-2).

CRUZEIRO: Fábio; Edilson, Manoel, Murilo (Léo) e Egídio; Ederson (Robinho), Ariel Cabral, Bruno Silva, Rafael Sóbis (Sassá) e David; Raniel.
Técnico: Mano Menezes

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Robson Bambu e Dodô; Alison (Yuri), Diego Pituca e Carlos Sánchez (Bryan Ruíz); Rodrygo, Bruno Henrique e Gabriel.
Técnico: Cuca



Cruzeiro supera problemas e bate o Santos de virada no Mineirão

Era um jogo cheio de adversidades para o Cruzeiro: o adversário, o Santos, chegou ao Mineirão, na noite deste domingo, com um histórico de nove jogos sem perder e oito duelos sem sofrer um gol. Além disso, diante dos próximos importantes compromissos, o técnico Mano Menezes mandou a campo seu time alternativo, com várias alterações. Mas a vontade de vencer falou mais alto e a Raposa bateu o Peixe, por 2 a 1, de virada.

O Santos foi melhor no primeiro tempo e deixou o gramado com o placar favorável. Além disso, com grandes chances. Na etapa final, Sassá e Raniel comandaram o time celeste nos gols para a vitória de virada no Gigante da Pampulha. Apesar do resultado, o Peixe perdeu grandes chances e poderia ter feito mais gols.

Com o resultado, o Cruzeiro chegou a 37 pontos, na sétima colocação. À distância para o G6 ainda é grande, o Atlético-MG, sexto, tem 42 tentos. O Santos tem 32 pontos, na 10ª posição.

O jogo

O técnico Mano Menezes achou por bem mandar ao campo uma escalação alternativa. Sua equipe tem uma importante decisão no duelo contra o Palmeiras, na quarta-feira, pela Copa do Brasil, e, diante disso, os jogadores reservas são melhores opções para não correr riscos desnecessários.

A opção reserva do Cruzeiro se mostrou bastante útil. A Raposa adiantava a marcação e dava trabalho para a defesa do Santos conseguir jogar. Com isso, o Peixe se defendia mais, observava a Raposa em seus ataques. O time celeste jogava bastante pela esquerda nos primeiros minutos.

E quanto o Cruzeiro era melhor em campo o Santos chegou ao seu gol. Em cruzamento na área, aos 15 minutos de jogo, Gabriel Barbosa, Gabigol, de cabeça, mandou para o fundo das redes.

No jogo passado, o zagueiro Murilo teve uma grande oportunidade e não conseguiu fazer. O técnico Mano Menezes tratou o assunto como “a falta de sorte” que o defensor vive. Ela voltou no duelo contra o Santos, neste domingo. Isso porque a Raposa passou a pressionar em busca do empate. Aos 23, em cruzamento na área, Murilo subiu mais que todo mundo e desviou de cabeça. A bola pegou no pé da trave e voltou no goleiro.

O Cruzeiro mostrou uma deficiência na sua busca pelo empate. O excesso de passes errados. Isso acontece pela falta de entrosamento do time reserva celeste que não tem costume de jogar junto. O Santos percebeu a situação e passou a pressionar a saída de bola do Cruzeiro.

Outra situação que se mostrou ruim na primeira etapa foi a parceria entre Raniel e David. Rafael Sóbis também não mostrava mais a qualidade que teve em outros tempos – atualmente mais lento e pesado, pouco soma para o grupo.

Com os erros do Cruzeiro e o Peixe pressionando no ataque, a equipe de Cuca passou a ser mais frequente no ataque e levava mais perigo. Aos 41, com Gabigol, o Santos quase levou problemas para o goleiro Fábio. Em bola dominada na área, ele chutou e o arqueiro celeste conseguiu defender.

Na volta do intervalo, o técnico Mano Menezes fez duas alterações. Colocou Robinho em campo, isso deixaria o time mais organizado para buscar o ataque. Além disso, o treinador azul mandou para o duelo o atacante Sassá, no lugar de Rafael Sóbis, dando mais velocidade e força.

No primeiro lance Sassá empatou. Em jogada pelo lado, Edilson cruzou e o atacante testou a bola para colocar no fundo das redes.

Mesmo após o gol, o Santos seguiu melhor na partida. O time de Cuca conseguia se defender bem e buscava o jogo com qualidade. O comando de ataque tinha Gabigol.

Aos 13 minutos, Gabigol teve grande chance. Em contra-ataque do Peixe, a bola chegou nele. O jovem avançou dentro da área e chutou. O goleiro Fábio defendeu e no rebote o atacante novamente manda no arqueiro celeste.

Aos 33 o Santos perdeu um gol incrível. Em ótima jogada na área, Gabigol deixou o zagueiro Manoel na saudade e chutou. No rebote de Fábio, Bruno Henrique errou um gol impressionante.

Quem não faz…

Aos 38 o Cruzeiro virou. Em ótima jogada pela esquerda, Raniel colocou a cabeça na bola e no cantinho. O tento mostrou dedo do técnico Mano Menezes, que colocou Sassá e Robinho no jogo e os atletas foram fundamentais durante a etapa complementar para a virada.

Cuca vê derrota injusta e exalta atuação de Fábio: “Pegou bolas incríveis”

O técnico Cuca não escondeu o abatimento após a derrota para o Cruzeiro neste domingo, no Mineirão, por 2 a 1. Após a partida, o treinador santista concedeu entrevista coletiva e garantiu que sua equipe merecia ter vencido o jogo. Apesar de ter criado uma série de oportunidades para balançar as redes, o Peixe acabou parando no goleiro Fábio, que, para o comandante alvinegro, foi o melhor homem em campo.

“Hoje foi um dia em que as coisas em termos de finalização não deram certo, porque esse foi o jogo em que mais criamos em termos de chances claras. Geralmente, se faz pelo menos um gol, mas não fizemos nenhum. Méritos para o Fábio, que pegou bolas incríveis, defendendo chutes do Gabriel. Então, são jogos assim em que você vai ganhando e perdendo gols, que fica o receio de você tomar o gol, já que não fez. Foram duas jogadas aéreas que nós não conseguimos neutralizar, e o Cruzeiro fez os gols. Mas, no geral, acho que fomos melhores e merecíamos a vitória”, afirmou Cuca.

Apesar de ter enxergado uma superioridade notável do Santos mesmo jogando no Mineirão, Cuca não deixou de dar os méritos da vitória cruzeirense ao goleiro Fábio, que vive ótimo momento na temporada, sendo extremamente decisivo para o time celeste, que, além de brigar por uma vaga no G6 do Brasileirão, também luta para chegar à final da Copa do Brasil e à semifinal da Libertadores.

“Hoje, pela importância das defesas que ele fez, foi o melhor em campo, porque pegou quatro, cinco bolas à queima roupa. Se entra uma dessas, a gente ganha o jogo. O Cruzeiro foi ganhar o jogo perto dos 40 minutos. Paramos para fazer as trocas, o Cruzeiro bateu rápido a falta e acabou fazendo o gol”, prosseguiu Cuca.

“Lamento muito pela partida que nós fizemos. Se você vem aqui e perde, caso o Cruzeiro tenha sido melhor que você, natural. Teve uma bola que saí comemorando, não vi ninguém comemorando, por que? Porque ela não entrou. Temos que trabalhar agora para que essa bola volte a entrar. O torcedor fica triste, lógico, também ficaria”, concluiu o treinador santista, surpreso com a falta de sorte do seu time neste domingo.

Santos reclama de suposto pênalti não marcado em Gabigol

O Santos saiu de campo incrédulo com a quantidade de chances desperdiçadas neste domingo, contra o Cruzeiro, no Mineirão. Passada a vitória celeste por 2 a 1, o técnico Cuca reconheceu a grande atuação do goleiro Fábio, que salvou diversas vezes sua equipe, mas não esqueceu de um suposto pênalti não marcado em cima de Gabigol.

Logo no início do segundo tempo, Rodygo ganhou disputa de bola com Murilo na linha de fundo e fez o cruzamento rasteiro para Gabigol, que chegou livre para finalizar. Ao dominar a bola, porém, o camisa 10 a deixou escapar um pouco, enquanto Bruno Silva vinha com tudo por trás dele. O volante cruzeirense tropeçou e acabou tocando no tornozelo do atacante santista, dentro da área, o que fez com que ele prontamente fosse ao chão.

“Também tivemos um pênalti não marcado. Não é choro, mas, se o juiz marca, poderíamos ter saído com a vitória. Outro dia jogamos aqui, não jogamos muito bem, e saímos com a vitória. Eles têm um elenco bom, mas hoje merecíamos vencer. Infelizmente, perdemos”, disse o técnico Cuca.

Após o lance, o zagueiro Murilo teve de ser substituído por Léo. Na disputa com Rodrygo, o defensor cruzeirense acabou caindo no chão e deslocando o ombro. Após receber atendimento médico, ficou definido que seria melhor ele não permanecer na partida, evitando um agravamento do problema.

Dodô lamenta derrota decidida no fim: “Perdemos para nós mesmos”

Dodô foi bastante crítico após a derrota do Santos para o Cruzeiro no Mineirão, por 2 a 1. Na saída de campo, o lateral-esquerdo preferiu deixar os méritos do rival de lado e garantiu que o Peixe, que não perdia no Brasileiro havia sete rodadas, voltará para casa com o resultado negativo graças à falta de atenção do time nos minutos finais.

“O sentimento é que perdemos para nós mesmos. Tivemos inúmeras chances de matar o jogo, fazer 2 a 0, 2 a 1. É complicado, porque fizemos um jogo bom, acabamos pagando por uma desatenção. Temos que refletir, treinar bastante finalização para não voltarmos a cometer os mesmos erros do início do Brasileiro, em que jogávamos melhor, mas não vencíamos”, disse Dodô ao Premiere.

O jogador santista também comentou sobre a falta de eficiência da equipe no segundo tempo, quando teve diversas oportunidades para assegurar o resultado positivo, mas não converteu. Em uma dessas chances, inclusive, Bruno Henrique acabou cabeceando para fora após ótima defesa do goleiro Fabio em jogada individual de Gabigol.

“A gente espera que não prejudique, sabemos que os nossos atacantes têm que ter confiança na cara do gol. Tivemos inúmeras chances, não aproveitamos, mas agora é erguer a cabeça, descansar e na quinta-feira, lá no Pacaembu, aproveitar as chances e sair com os três pontos para dar um ânimo maior pra buscarmos o nosso principal objetivo, que é a Libertadores”, completou Dodô.

Ausência de Gustavo Henrique expõe problemas na defesa do Santos

O Santos mostrou ter sentido bastante a falta de Gustavo Henrique no último domingo, na derrota para o Cruzeiro por 2 a 1, no Mineirão, pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro. Nem mesmo o técnico Cuca escondeu a importância do zagueiro santista, que não pôde atuar em Belo Horizonte por ter de cumprir suspensão automática após levar o terceiro cartão amarelo no empate sem gols com o São Paulo.

“Eu não ia falar nada sobre esquema, porque não foi perguntado, mas ele é importantíssimo, principalmente no jogo aéreo. Acho que faz falta, é um jogador com quem estamos acostumados a jogar”, afirmou Cuca, que acabou colocando Robsom Bambu para jogar ao lado de Luiz Felipe.

No último domingo, os dois gols cruzeirenses foram consequência de jogadas aéreas. No primeiro, Sassá apareceu nas costas da zaga para cabecear no cantinho, vencendo Vanderlei. Já no segundo, a defesa do Peixe vacilou ainda mais, deixando um enorme espaço na área para Raniel receber passe de cabeça de David e também de cabeça estufar as redes.

Com o resultado, o Santos viu ir embora uma sequência de nove jogos sem derrota – desconsiderando o revés simbólico para o Independiente na Libertadores, que, na prática, terminou em 0 a 0. Além disso, havia oito jogos que o Peixe não sofria um gol.

“Dói mais, porque a gente merecia ganhar o jogo. Se o futebol tivesse mérito, mas não tem. Você tem que começar a construir uma invencibilidade novamente, perdemos uma invencibilidade de novo jogos, oito sem tomar gol. Vamos trabalhar para fazer um bom jogo contra o Vasco, já pedindo a força do torcedor. Merecemos as críticas, mas não podemos criticar os meninos porque eles perderam gols, ninguém perde por querer. Se estivéssemos em uma noite feliz, teríamos ganhado o jogo”, completou Cuca.


Paraná 0 x 2 Santos

Data: 09/09/2018, domingo, 19h00.
Competição: Campenato Brasileiro – 24ª rodada
Local: Estádio Durival Britto e Silva, a Vila Capanema, em Curitiba, PR.
Público: 5.177 presentes (4.504 pagantes).
Renda: R$ 154.300,00
Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (Fifa-PA)
Auxiliares: Cleriston Clay Barreto Rios (SE) e Heronildo S. Freitas da Silva (PA).
Cartões amarelos: Renê, Alex Santana e Carlos (P); Robson Bambu, Yuri e Gabriel (S).
Expulsão: Claudinei Oliveira (P).
Gols: Gabriel (06-2) e Gabriel (32-2).

PARANÁ
Richard; Junior, Rayan, René Santos e Igor; Jhonny Lucas, Alex Santana, Caio Henrique (Maicosuel) e Nadson (Ortigoza); Carlos (Deivid) e Rafael Grampola.
Técnico: Claudinei Oliveira

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Robson Bambu, Gustavo Henrique e Dodô; Yuri (Renato), Diego Pituca e Bryan Ruiz (Rodrygo); Derlis González, Bruno Henrique e Gabriel (Copete).
Técnico: Cuca



Artilheiro, Gabigol brilha e Santos vence o lanterna Paraná

O Santos venceu o Paraná por 2 a 0 na noite deste domingo, no Estádio Durival de Britto. Os dois gols foram marcados por Gabigol, artilheiro do Campeonato Brasileiro com 12 bolas na rede.

O primeiro tempo foi ruim, mas uma substituição do técnico Cuca no intervalo surtiu efeito. Bryan Ruiz, apagado, saiu para Rodrygo entrar. E a joia participou dos dois gols ao roubar bolas na origem das jogadas.

Com a vitória, o Peixe chegou ao sétimo jogo de invencibilidade, o sexto sem sofrer gols e assumiu a 8ª colocação do Brasileirão. O Paraná se afundou na lanterna, com 16 pontos, seis a menos que o 19ª colocado, a Chapecoense.

O alvinegro ganha a primeira semana livre com Cuca antes do clássico contra o São Paulo, domingo, às 16h, na Vila Belmiro, pela 25ª rodada da competição. O Paraná visitará o Grêmio, sábado, também às 16h.

O jogo

Há pouco para falar do primeiro tempo no Estádio Durival de Britto. O Paraná pouco ficou com a bola, mas criou a única chance, em chute de fora da área de Nadson, aos 23 minutos.

O Santos teve a posse, mas o meio-campo com Yuri, Diego Pituca e Bryan Ruiz não funcionou. O Peixe finalizou apenas uma vez – e sem perigo.

O jogo só esquentou nos minutos finais da etapa inicial, quando Claudinei Oliveira aplaudiu entrada forte de Alex Santana em Bryan Ruiz. Victor Ferraz reclamou, houve uma discussão e o técnico foi expulso. Antes de deixar o campo, avisou que procuraria o lateral “lá fora”.

O Santos melhorou na segunda etapa com Rodrygo como meia na vaga de Bryan Ruiz. E aos seis minutos, o Peixe abriu o placar com o artilheiro do Campeonato Brasileiro.

Rodrygo roubou a bola de Jhonny Lucas, Bruno Henrique acionou Derlis González, o paraguaio viu a ultrapassagem de Victor Ferraz e o cruzamento sobrou no pé de Gabigol. O 11º no Brasileirão. Os paranistas reclamaram (com razão) de falta no início da jogada.

O Paraná adiantou as linhas, se lançou ao ataque, assustou, mas foi o Santos quem criou outra chance clara de gol aos 28 minutos. Em contra-ataque puxado por Gabigol e Rodrygo, Bruno Henrique desviou de letra no segundo pau e a bola bateu na trave.

Quatro minutos depois, o Peixe matou o jogo. Rodrygo roubou mais uma bola e Derlis González fez cruzamento perfeito para Gabigol marcar o segundo dele e o 12º no Brasileirão.

Com a vantagem, o Santos só administrou o resultado diante do entregue Paraná. O Peixe mostra franca evolução com Cuca, enquanto o Tricolor está cada vez mais perto de voltar à Série B.

Bastidores – Santos TV:

Cuca explica time misto e destaca entrada de Rodrygo em vitória do Santos

Cuca explicou a opção de preservar Alison, Rodrygo e Eduardo Sasha na vitória do Santos por 2 a 0 sobre o Paraná neste domingo, no Estádio Durival de Britto, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O técnico afirma não poupa atletas, mas diminui o risco de lesões. A entrada de Rodrygo foi fundamental no segundo tempo, após o 0 a 0 na ida para o intervalo.

“Primeiro tempo tivemos a posse de bola, 70%, mas não fizemos dano ao adversário. Não tivemos chance clara, só uma arrancada do Bruno Henrique com três contra dois. No segundo tempo abrimos mão do meia técnico (Bryan Ruiz) e cadenciado, para um ponta de lança. Rodrygo entrou muito bem, participou dos gols e teve a velocidade para puxar a bola do Bruno Henrique na trave. A entrada dele abriu o leque de opções. Não tivemos a posse do primeiro, mas fomos mais eficazes e merecemos vencer”, disse Cuca

“Eu fecho 37 dias de casa, 12 partidas. Não tem como. Graças a Deus as coisas estão indo bem e sem lesionados. Falam em poupar, mas são 12 jogos em 37 dias. Não é poupar. Palavra não é poupar, é preservar jogador que não está 100%. Rodrygo jogou quinta, saiu com cãibra, dia a menos de descanso, viagem, tudo isso influencia. Se eu ponho desde o começo, talvez não teria ele para ganhar o jogo no segundo tempo. É força de grupo, com quatro ou cinco jogadores renovados e que deram equilíbrio”, completou.

O treinador ainda destacou a invencibilidade do Santos – oito jogos sem perder e sete sem sofrer um gol sequer.

“Eu não joguei clássico. Estamos há oito jogos sem perder, sete sem tomar gols, é construção de uma estrutura desses meninos. Um dia vai cair e começaremos outra. Quanto mais demorar, melhor. Quanto tempo de invencibilidade? Vamos construindo e quem sabe mais um dia assim no domingo. É clássico, difícil, jogo igual. São Paulo tem equipe ajustada, pronta, temos que respeitar”, concluiu.

Gabigol freia empolgação no Santos: “Vamos ter um pouco de calma”

Autor dos dois gols do Santos na vitória contra o Paraná neste domingo, no Estádio Durival de Britto, Gabigol freou a empolgação ao ser questionado sobre a chance de entrar no G-6, zona de classificação para a Libertadores da América em 2019.

“Resultado muito importante. Sabíamos que seria complicado. Vamos ter um pouco de calma, temos semana cheia, jogo a menos. Vamos trabalhar com calma e pensar jogo a jogo”, disse o camisa 10, ao Premiere.

Há oito jogos sem perder e sete sem sofrer gols, o Peixe foi à oitava colocação, com 31 pontos e uma partida a menos – a ser disputada contra o Vasco, no Pacaembu. O Atlético-MG, sexto, tem 38 pontos.


Vasco 0 x 3 Santos

Data: 01/09/2018, sábado, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 22ª rodada
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, RJ.
Público: 33.646 presentes
Renda: R$ 871.670,00
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Auxiliares: Kléber Lúcio Gil e Henrique Neu Ribeiro (ambos de SC).
Cartões amarelos: Maxi Lopez (V) e Dodô (S).
Gols: Gabriel (04-1); Gabriel (21-2) e Gabriel (36-2).

VASCO
Martín Silva; Lenon, Luiz Gustavo, Bruno Silva e Henrique; Andrey (Andrés Rios), Yago Pikachu, Raul e Wágner; Kelvin (Thiago Galhardo) e Maxi López.
Técnico: Alberto Valentim

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Robson Bambu, Gustavo Henrique e Dodô; Alison, Diego Pituca e Carlos Sánchez (Jean Mota); Eduardo Sasha (Derlis González), Rodrygo (Copete) e Gabriel.
Técnico: Cuca



Com três de Gabriel, Santos bate Vasco e foge do grupo da degola

Com Gabriel inspirado, o Santos alcançou sua terceira vitória consecutiva no Campeonato Brasileiro na noite deste sábado. No Estádio do Maracanã, o time comandado pelo técnico Cuca contou com gols do atacante para ganhar do Vasco por 3 a 0 e se distanciar da zona de rebaixamento.

Com 27 pontos ganhos, o Santos dorme na nona colocação do torneio nacional. Já o Vasco fica com os mesmos 24 pontos, no 16º posto. A Chapecoense, primeiro integrante da zona de rebaixamento, tem 21 pontos e ainda recebe o Palmeiras neste domingo.

O jogo

O Santos saiu na frente logo aos 4 minutos do primeiro tempo. Em uma boa trama pelo lado esquerdo do campo de ataque, Dodô recebeu de Rodrygo e cruzou rasteiro. Da entrada da área, sem ser incomodado pela marcação, Gabriel completou para o gol com precisão.

Após sofrer o logo no início, o Vasco conseguiu equilibrar as ações e chegou a ditar o ritmo da partida durante algum tempo, mas não conseguiu criar chances de gol. Na tentativa de confundir a marcação santista, o técnico Alberto Valentim trocou Pikachu e Kelvin de lado, sem sucesso.

Após um primeiro tempo de poucas emoções e raras chances de gol no Estádio do Maracanã, sem muito trabalho para o goleiro Vanderlei, a torcida local vaiou o Vasco. Nos instantes finais da etapa inicial, Gabriel e Bruno Silva se estranharam no gramado.

O Santos voltou aceso para o segundo tempo e quase ampliou logo aos 5 minutos da etapa complementar. Em um contra-ataque, Sanchez tocou para Gabriel e recebeu de volta. O uruguaio cabeceou e viu a bola caprichosamente tocar do lado de dentro da trave de Martin Silva.

O time visitante aumentou sua vantagem no marcador aos 21 minutos do primeiro tempo, desta vez em uma descida pelo lado direito. Sanchez recebeu de Victor Ferraz na linha de fundo e cruzou na medida para Gabriel, novamente sozinho, completar com categoria.

Aos 36 minutos, o paraguaio Derlis Gonzalez desceu pela direita e cruzou rasteiro para Gabriel igualar Pedro, do Fluminense, como artilheiro do Brasileiro com 10 gols . No recomeço do jogo, o atacante aproveitou uma falha de Luiz Gustavo e quase aumentou. Com mais de 33 mil torcedores no Maracanã, o Vasco acabou novamente vaiado.

Bastidores – Santos TV:

Cuca vê “grande partida” do Santos e já visualiza Libertadores

A vitória sobre o Vasco, alcançada na noite deste sábado, deixou o técnico Cuca satisfeito no Estádio do Maracanã. Com o terceiro triunfo consecutivo pelo Campeonato Brasileiro, o comandante santista começa a vislumbrar a possibilidade de brigar por uma vaga na Copa Libertadores.

“O time está de parabéns pelo jogo e pela maneira que venceu, sem correr muitos riscos e aproveitando as oportunidades”, afirmou. “Foi uma grande partida. Especialmente no segundo tempo, um jogo perfeito. Fomos precisos, a dupla de zaga fez um trabalho precioso”, acrescentou.

Com 27 pontos ganhos em 21 partidas, o Santos dorme na nona colocação do Campeonato Brasileiro. Atualmente, com 35 pontos, o Atlético-MG figura no sexto lugar, o último entre os classificados para a seletiva da próxima edição da Copa Libertadores.

“Hoje, você já consegue visualizar a Libertadores. Estamos a três pontos de Cruzeiro e Corinthians. Com um jogo a menos, podemos alcançar. Vamos evoluir ainda, mas temos que estar atentos também à zona de rebaixamento, porque, se você relaxar, daqui a pouco estão querendo pegar seu calcanhar”, ponderou Cuca.

Pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro, às 19 horas (de Brasília) desta quinta-feira, o Santos volta a campo para enfrentar o Grêmio, no Estádio do Pacaembu. Diante do adversário gaúcho, um dos envolvidos na briga pelo G4, o time dirigido por Cuca buscará a quarta vitória seguida no torneio nacional.

“A equipe está encorpando, melhorando jogo a jogo. Pegando mais confiança e padrão. As coisas tendem a melhorar até o final do ano. Tomara que a gente consiga nosso objetivo, que é uma vaga na Libertadores para, no ano que, vem fazer um torneio melhor do que nesse ano”, reiterou o treinador.

Após 10 jogos em um mês, Cuca valoriza tempo para trabalhar

O primeiro mês do técnico Cuca no comando do Santos foi intenso. Após uma sequência de 10 partidas em apenas 30 dias, o treinador lamenta as quedas na Copa do Brasil e na Copa Libertadores, mas valoriza a possibilidade de enfim ganhar tempo para trabalhar sua equipe.

“Fecho meu primeiro mês no comando do Santos com 10 jogos. É muita coisa. Ainda não trabalhei. Meu trabalho vai começar depois do jogo contra o Paraná. Terei uma semana para começar a trabalhar melhor a parte tática, as jogadas, a defesa, a criação ofensiva. Sinto que temos coisas a evoluir”, enumerou.

Sob o comando de Cuca, o time antes treinado por Jair Ventura melhorou significativamente, apesar das duas eliminações. Com três vitórias consecutivas no Campeonato Brasileiro, o Santos se distanciou da zona de rebaixamento e passou a sonhar com a Copa Libertadores.

“Nos últimos seis jogos, tomamos um gol e não perdemos. Então, as coisas vêm encaixando bem e estamos pegando corpo. Lamentamos estar fora da Copa do Brasil e da Libertadores, porque, quando você pega corpo, acaba virando candidato ao título”, ponderou Cuca.

“Agora, temos 17 partidas do Brasileiro para trabalhar bem e evoluir. O jogador vai estar mais descansado, não temos um elenco grande. Então, se Deus quiser, poderemos terminar o Brasileiro de uma forma honrosa, de acordo com o que o Santos merece”, projetou.

Artilheiro, Gabriel guarda bola e celebra primeiros gols no Maracanã

Embalado por três gols de Gabriel, o Santos bateu o Vasco na tarde deste sábado e ganhou fôlego na luta para se distanciar da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Com a bola do jogo nas mãos, o atacante celebrou seus primeiros tentos no Maracanã.

Logo no começo da partida, Dodô recebeu na esquerda e cruzou para Gabriel finalizar da entrada da área. No segundo tempo, após receber passe de Sanchez da direita, ele aumentou. O terceiro veio com uma assistência de Derlis Gonzalez, em mais uma jogada pela direita.

“Com certeza, é uma noite especial. Na quinta-feira, fiz 22 anos e confesso que meu pedido era a vitória com gols, porque nunca tinha marcado no Maracanã”, contou Gabriel ao Sportv, segurando a bola do jogo. “Com três gols, levo sempre para a casa”, sorriu.

Após balançar as redes do mítico estádio de forma inédita, Gabriel chegou aos 10 gols e igualou Pedro, do Fluminense, na artilharia do Campeonato Brasileiro. Com a atuação de gala, o atacante honrou a tatuagem do Maracanã que traz na perna, em alusão aos Jogos do Rio de Janeiro 2016.

“Já tinha sido campeão olímpico aqui e o Maracanã é algo especial para mim. Tenho tatuado na minha perna. Então, conseguir essa vitória com três gols é muito importante. Só tenho que agradecer a Deus, aos meus companheiros e minha família”, celebrou.

Santos evolui com Cuca e já soma cinco partidas sem sofrer gols

Contratado para suceder Jair Ventura, Cuca tem apenas um mês de trabalho no comando do Santos, mas já conseguiu melhorar o time de maneira significativa. Uma das marcas da equipe atual, que não sofre gols há cinco partidas consecutivas, é a solidez defensiva.

Pelas quartas de final da Copa do Brasil, na vitória do Santos por 2 a 1, o cruzeirense Thiago Neves foi o último a vazar o goleiro Vanderlei. Desde então, o time dirigido por Cuca passou com a zaga intacta por Sport (3 x 0), Independiente (0 x 0), Bahia (2 x 0), Independiente (0 x 0) e Vasco (3 x 0).

Diante do Vasco, protegido por Robson Bambu e Gustavo Henrique, o goleiro Vanderlei praticamente não foi exigido no Estádio do Maracanã. O jovem de apenas 20 anos de idade, inclusive, ganhou elogios do técnico Cuca por sua atuação diante do rival cruzmaltino.

Embalado por uma série de três vitórias consecutivas no Campeonato Brasileiro, o Santos chegou aos 27 pontos ganhos em 21 partidas e assumiu a 10º colocação. Com um jogo a mais, o Atlético-MG tem 35 pontos e fecha o grupo de classificados à seletiva da Copa Libertadores.

Antes de pegar o São Paulo pela 25ª rodada do torneio nacional, Cuca enfim terá uma semana cheia para trabalhar sua equipe. O experiente treinador sabe como aproveitar os dias livres e projeta uma evolução ainda maior, a ponto de participar da briga por uma vaga na Libertadores.

Confira a série de jogos do Santos sem sofrer gols:

Vasco 0 x 3 Santos (Campeonato Brasileiro) – Maracanã
Santos 0 x 0 Independiente Copa Libertadores) – Pacaembu
Santos 2 x 0 Bahia (Campeonato Brasileiro) – Vila Belmiro
Independiente 0 x 0 Santos (Campeonato Brasileiro)* – Libertadores de América
Santos 3 x 0 Sport (Campeonato Brasileiro) – Vila Belmiro

Punido pela Conmebol, o Santos oficialmente perdeu o jogo por 3 a 0.


Santos 2 x 0 Bahia

Data: 25/08/2018, sábado, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 21ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 11.564 pagantes
Renda: R$ 201.458,00
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Auxiliares: Henrique Neu Ribeiro e Eder Alexandre (SC).
Cartões amarelos: Bruno Henrique (S); Elton e Douglas Grolli (B).
Gols: Derlis González (11-2) e Gabriel (28-2).

SANTOS
Vanderlei, Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique (Robson Bambu) e Dodô; Diego Pituca, Carlos Sánchez e Rodrygo; Derlis González, Bruno Henrique (Bryan Ruiz) e Gabriel (Eduardo Sasha).
Técnico: Cuca

BAHIA
Anderson; Nino Paraíba, Tiago (Everson), Douglas Grolli (Paulinho) e Léo; Gregore e Elton; Vinícius (Regis), Zé Rafael e Elber; Edgar Junio.
Técnico: Enderson Moreira



Derlis brilha, Gabigol marca e Santos vence o Bahia na Vila Belmiro

O Santos confirmou a reação no Campeonato Brasileiro e voltou a vencer na Vila Belmiro, desta vez por 2 a 0 contra o Bahia, neste sábado, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe contou com um show de Derlis González para construir o placar. Novidade na escalação, o paraguaio fez um golaço e ainda deu a assistência para Gabigol ampliar no segundo tempo.

Uma alteração de Cuca foi crucial no intervalo. Depois da opção por quatro atacantes não funcionar na primeira etapa, o técnico tirou Bruno Henrique, o pior em campo, para a entrada de Bryan Ruiz. A substituição equilibrou o meio-campo e fez os donos da casa melhorarem.

O Santos voltará a campo para enfrentar o Independiente-ARG na próxima terça-feira, no Pacaembu, pela volta das oitavas de final da Libertadores da América. O Peixe aguarda pelo julgamento da Conmebol, na segunda-feira, para saber se o empate por 0 a 0 em Avellaneda será mantido ou se a derrota por 3 a 0 pela escalação irregular de Carlos Sánchez será declarada.

O jogo

O primeiro tempo foi morno do início ao fim. O Santos tentou controlar o jogo e dominar as ações ofensivas, mas esbarrou em um meio-campo pouco produtivo e atuações discretas de Rodrygo, Bruno Henrique e Gabigol. Derlis González foi o destaque.

Enquanto isso, o Bahia se defendeu bem e criou a melhor chance dos primeiros 45 minutos. Zé Rafael foi à linha de fundo e cruzou fechado, o goleiro Vanderlei passou batido, Daniel Guedes vacilou e Edgar Junio, sozinho na pequena área, pegou de raspão e chutou para fora.

Aos 17 minutos, depois de choque de cabeça com Gregore, Gustavo Henrique teve que sair. O zagueiro tentou voltar com uma touca por conta do sangramento, mas não aguentou. Robson Bambu, que não atuava desde o dia 11 de março, entrou “na fogueira”.

Substituição e show do paraguaio
Cuca fez uma substituição decisiva no intervalo. Bruno Henrique, o pior em campo, saiu para a entrada de Bryan Ruiz. O costarriquenho não foi brilhante, mas equilibrou o meio-campo depois da formação com quatro atacantes não funcionar.

O Santos passou a sofrer menos e se mostrar mais presente no ataque. E aos 11 minutos, veio o primeiro gol. Após falta cobrada na área por Dodô, a bola sobrou para Derlis González na ponta direita. O paraguaio, não se sabe se intencionalmente, acertou lindo chute cruzado, no ângulo do goleiro Anderson.

Atrás no placar, o Bahia se expôs e o Peixe aproveitou. Em contra-ataque de manual, a vitória foi sacramentada. Carlos Sánchez começou a jogada, Derlis deu ótimo passe para Gabigol. Depois da inteligência para se manter em posição legal, o camisa 10 avançou e deslocou o goleiro com categoria.

O Tricolor se lançou ao ataque nos minutos finais, mas não teve forças para reagir. Cada vez mais longe da zona do rebaixamento, o Santos foi para a 11ª colocação, com 11 pontos. Ultrapassado, Bahia caiu para 12º, com 22.

Bastidores – Santos TV:

Cuca analisa vitória sobre o Bahia e diz que o Santos tem que “subir escada”

Cuca analisou a vitória do Santos por 2 a 0 sobre o Bahia neste sábado, na Vila Belmiro. O técnico admitiu o primeiro tempo ruim e a necessidade de mexer na formação para a segunda etapa: com Bryan Ruiz na vaga de Bruno Henrique, o time melhorou.

“Jogo super complicado porque o Bahia tem quarteto de atacantes muito rápido e que não guarda posição. Elber, Zé, Vinicius e Junio. Se movimentam muito e confundem, ocupam um quadrado de 10 a 15 metros todos eles. E não dá para fazer isso com nosso time, então tem numericamente a posse de bola maior no setor ofensivo e toques rápidos que alertamos. Tiveram chance clara no primeiro tempo e não tivemos muitas, mesmo com posse maior. Tem dias que o jogo casa com o que planeja, tem que não casa. Dois atacantes na linha de quatro não deu certo, perdemos meio-campo e ficamos sem criatividade nenhuma. No segundo tempo, pela característica do jogo, melhorou com o Bryan Ruiz, um meia que deu uma equilibrada maior no setor. Pudemos fazer dois gols e vencer, que era o maior importante. Demos uma respirada boa no campeonato”, analisou o técnico.

“Precisávamos de um meia para criar. Bryan vai evoluir, não está rendendo o que pode, é natural. Precisávamos, colocamos e o time se acertou melhor. Fizemos o primeiro gol do Derlis, o segundo em arrancada bonita do Gabriel. É um ótimo momento com a gente. Vamos para o quinto jogo, quatro sem derrota e três sem tomar gol. Esses números fortalecem o time”, completou.

O objetivo agora é subir na tabela. Com a vitória, o Santos foi à 11ª colocação, com 24 pontos. O primeiro no G-6, o Atlético-MG, tem 34 pontos.

“Distância para o grupo de cima da Libertadores é mais ou menos a mesma do grupo de baixo. Um ponto muda. Tem que tentar subir escada e pegar calcanhar do pessoal. É o que vamos tentar. Pessoal de baixo quer pegar o nosso”, concluiu.

O Santos voltará a campo para enfrentar o Independiente nesta terça-feira, às 19h30 (de Brasília), pela volta das oitavas de final da Libertadores da América. O Peixe aguarda pelo julgamento da Conmebol na próxima segunda-feira para saber se o 0 a 0 da ida foi mantido ou se o alvinegro será derrotado por 3 a 0 por conta da suposta escalação irregular de Carlos Sánchez.

Cuca elogia momento de Gabigol e analisa Derlis: “Força e explosão”

Cuca ficou animado com as atuações de Gabigol e Derlis González na vitória do Santos por 2 a 0 sobre o Bahia neste sábado, na Vila Belmiro, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O técnico vê melhora no desempenho de Gabriel Barbosa desde sua chegada e se surpreende com a rápida adaptação do paraguaio.

“Quando cheguei, falei que era fácil tirar o Gabriel do time, mas trabalho não é esse, é recuperação. Passa por atitudes, atitude diferenciada em espaço de campo menor, com desgaste menor. Ele às vezes sai demais e faz falta no meio. Ele está respaldado, é um líder, foi nosso capitão merecidamente. Está com alto astral, momento bom, e que fique assim pelo menos até o fim do ano, melhorando ainda mais. Às vezes temos impressão pelo topete, brinco, roupa, sou assim. Mas tete a tete, sinto pessoa fácil, humilde, carente de companhia dos companheiros e da gente. Todos gostam. É um prazer trabalhar com ele. Fiz o que eu deveria fazer, cobrei, expliquei que ele tinha que se posicionar melhor, falei da real posição. Disse que queria ser centroavante e trabalhamos para isso, só não dava para ficar de costas. Respondeu bem, ficou no banco, deu para ter ideia da melhora sem ele ou se não fazia falta. Sai o peso dele. A gente não faz por querer, mas coisas se mostram. Voltou titular, rendeu bem e hoje foi nosso capitão. Sempre reivindicando as coisas para os companheiros”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

“Derlis se adaptou rápido, força, explosão, joga com muita disposição e hoje foi premiado com gol e passe para Gabriel. Gabriel flutuou na linha, tipo pegando onda, esperou momento certo e foi muito feliz na decisão”, completou.

Com o bom rendimento recente, Derlis é cotado para uma vaga como titular diante do Independiente-ARG na terça-feira, às 19h30 (de Brasília), no Pacaembu. Bruno Henrique está em má fase. O Santos aguarda pelo julgamento da Conmebol na próxima segunda-feira para saber se o 0 a 0 da ida das oitavas de final será mantido ou se o alvinegro será derrotado por 3 a 0 por conta da suposta escalação irregular de Carlos Sánchez.

Cuca pede paciência com Bruno Henrique no Santos: “Temos que criar alternativas”

Bruno Henrique teve mais uma atuação ruim e foi substituído no intervalo na vitória do Santos por 2 a 0 sobre o Bahia neste sábado, na Vila Belmiro.

Em entrevista coletiva, o técnico Cuca pediu ao torcedor paciência com o atacante. Destaque em 2017, o camisa 11 não conseguiu reeditar o bom desempenho depois de grave lesão na retina do olho direito no primeiro semestre.

“Tem jogadores que temos que ter paciência, nem todos ficam na mesma fase. Tem que entender o porquê. Por que não rende bem? Às vezes falta trabalho meu, triangulação maior, do outro lado tem mais. Pode ficar órfão de jogada trabalhada. Está pegando mano a mano? Temos que criar alternativas para ele”, disse Cuca.

Gustavo Henrique sofre corte profundo e preocupa o Santos para a Libertadores

Gustavo Henrique preocupa o Santos para a decisão contra o Independiente na terça-feira, às 19h30 (de Brasíla), no Pacaembu, pela volta das oitavas de final da Libertadores da América.

O zagueiro sofreu um corte profundo no supercílio no primeiro tempo da vitória por 2 a 0 sobre o Bahia neste sábado, na Vila Belmiro, e foi substituído por Robson Bambu.

“15 pontos na testa, preocupante. Até terça tem pouco tempo. Bambu entrou bem, muito tempo sem jogar, mas ficamos sem opções pela necessidade de não tê-lo. São situações que ocorrem e temos que lidar com isso”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

Se Gustavo não puder atuar, Robson Bambu atuará ao lado de Lucas Veríssimo. Luiz Felipe se recupera de lesão muscular na coxa esquerda e não há outro zagueiro inscrito na Libertadores. O volante Alison é um dos atletas que pode ser improvisado.