Gabriel - Acervo Santista

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Cruzeiro 1 x 2 Santos – 3 x 0 pênaltis

Data: 15/08/2018, quarta-feira, 19h30.
Competição: Copa do Brasil – Quartas de final – Jogo de volta
Local: Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, MG.
Público: 49.513 presentes (43.464 pagantes e 6.049 não pagantes).
Renda: R$ 1.432.225,00
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR)
Auxiliares: Bruno Boschilia (PR) e Alessandro Alvaro Rocha de Matos (BA).
Cartões amarelos: Gustavo Henrique, Gabriel e Vladimir (S); Edilson (C).
Cartão vermelho: Vladimir (S).
Gols: Thiago Neves (09-1), Gabriel (41-1) e Bruno Henrique (38-2).
Pênaltis: Lucas Silva (gol), Bruno Henrique (defesa), Raniel (gol), Rodrygo (defesa), David (gol) e Jean Mota (defesa). Fábio fez 3 defesas.

CRUZEIRO
Fábio; Edilson, Dedé, Léo e Egídio; Henrique, Lucas Silva, Robinho (Rafinha), Thiago Neves e De Arrascaeta (David); Hernán Barcos (Raniel).
Técnico: Mano Menezes

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Luiz Felipe (Gustavo Henrique) e Dodô; Renato (Daniel Guedes), Diego Pituca e Artur Gomes (Jean Mota); Rodrygo, Bruno Henrique e Gabriel.
Técnico: Cuca



Cruzeiro vence o Santos nos pênaltis e avança na Copa do Brasil

O Santos foi guerreiro. Ao iniciar o jogo, no Mineirão, na noite desta quarta-feira, em confronto válido pelas quartas de final da Copa do Brasil, o Peixe entrou em campo com o placar contrário. Na partida de ida, a Raposa venceu por 1 a 0. Na volta, o clube da Vila Belmiro resolveu complicar: no tempo normal conseguiu vencer por 2 a 1, de virada. Nos pênaltis, no entanto, o goleiro Fábio brilhou, defendeu todas as cobranças e o Cruzeiro classificou-se com 3 a 0.

O Cruzeiro foi superior na maior parte do jogo. Nos dois tempos, a Raposa conseguiu criar mais e ter chances para fazer gols. O Santos, porém, em alguns momentos chegava, mas ainda foi um Peixe travado, com pouca criatividade.

Precisando do resultado, o Santos entrou em campo com uma postura ofensiva. O técnico Cuca colocou sua equipe com quatro homens de frente, em busca de um gol logo no início da partida para dar tranquilidade do empate no placar agregado.

Nos primeiros minutos o técnico Cuca precisou fazer uma substituição em sua equipe. O zagueiro Luiz Felipe sentiu a coxa esquerda e precisou deixar o gramado. Gustavo Henrique foi chamado.

O Cruzeiro marcava a saída de bola do Santos. Os primeiros minutos começaram intensos e para a Raposa o resultado apareceu. Aos 12 minutos, Thiago Neves recebeu na direita, cortou para o meio e chutou rasteiro para abrir o placar.

Aos 14, o Santos teve uma grande chance. Em cruzamento na área, após falta em Rodrigo, Gustavo desviou de cabeça e levou muito perigo ao time do Cruzeiro.

O tento deixou o jogo mais lento. O Cruzeiro passou a estudar mais as jogadas e deixava o confronto amarrado. O Santos não conseguia infiltrar na defesa azul. Vale ressaltar que o time de Mano Menezes não estava fechado. A principal aposta de Cuca era Rodrygo, mas o setor ofensivo do Peixe não vivia bom momento.

Quando o primeiro tempo caminhava para o final, aos 41 minutos, o Santos conseguiu o empate na partida. Em ótimo chute de Gabriel, de fora da área, a bola pegou na bochecha da meta de Fábio.

O gol colocou o Santos novamente na partida. No placar agregado, neste momento, a partida estava em 2 a 1.

Na volta para a etapa complementar, o Cruzeiro assustou o Santos logo aos 9 minutos. Em cobrança de escanteio, a bola chegou até o zagueiro Dedé. Ele desviou de cabeça e a redonda parou na trave do goleiro Vanderlei. No rebote, a defesa conseguiu proteger a redonda e o arqueiro segurou firme.

Na medida que o tempo ia passando, o Cruzeiro mostrava quem mandava no jogo. No lance seguinte, o Cruzeiro fez uma bela jogada, uma troca de passes envolvente entre seus homens de meio campo, Robinho, Arrascaeta e Thiago Neves, finalizando com o lateral Edilson, na cara do gol, mas a zaga tirou em cima da linha.

O Santos seguia com grande dificuldade para criar seus lances no meio campo. Com isso, a bola chegava com mais dificuldade na frente. Rodrygo que não estava acostumado a jogar centralizado, praticamente como um armador, tinha dificuldades para cumprir a função.

Após os 30 minutos, o Santos passou a ficar com a bola nos pés. O Cruzeiro se fechou. O Peixe trocava passes, tentava de todos os lados. Em cruzamento da direita, a bola chegou em Bruno Henrique que mandou para o fundo das redes.

O Cruzeiro se mandou para o ataque. Aos 42, a Raposa quase conseguiu o empate. Rafinha aproveitou o rebote dentro da área e chutou e Vanderlei fez uma defesa milagrosa.

Lance polêmico ao final da partida:

Árbitro acaba a partida antes de terminar os acréscimos, quando o Santos saia em contra-ataque perigoso com atacante Gabriel do saindo sozinho na cara do goleiro Fábio do Cruzeiro. Jogadores do Santos cercam o árbitro para reclamar e o goleiro reserva Vladimir é expulso. Veja o vídeo abaixo.

Cuca destaca ‘jogo precioso’ dos ‘guerreirinhos’ do Santos em eliminação

Cuca ficou orgulhoso da vitória do Santos por 2 a 1 sobre o Cruzeiro nesta quarta-feira, no Mineirão, com eliminação na sequência por meio das penalidades máximas nas quartas de final da Copa do Brasil.

O técnico destacou a entrega do time e lamentou a decisão da arbitragem nos acréscimos. O apito final ocorreu quatro segundos antes dos 50 minutos previstos, durante contra-ataque com passe de Victor Ferraz para Gabigol sair sozinho contra o goleiro Fabio. Nos pênaltis, Bruno Henrique, Rodrygo e Jean Mota perderam e a Raposa venceu por 3 a 0.

“Acho que foi um grande jogo, digno de duas equipes grandes, com muita tradição, camisa, acostumadas a ganhar competições assim. Temos que enaltecer o espírito, a postura, estratégia. É difícil jogar aqui, campo cheio, sairmos atrás, ter equilíbrio para tocar e desenhar jogadas. Buscamos empate, com paciência de definir e virar o jogo, viramos. Não quero culpar a arbitragem, acho que Rodolpho fez grande arbitragem, mas deu 49, um minuto a mais na falta para o Cruzeiro e não fechou o 50. FIFA pede tanto para deixar jogo aberto, colocar o VAR para sair mais gols e jogo acabar assim? Não foi prejuízo só do lance, mas emocional. Eu sabia que ia perder. Cruzeiro foi se preparar e meu time inteiro em cima da arbitragem, entrei para tirá-los e não estávamos com cabeça boa. Perdi assim no Maracanã, Flamengo e Botafogo com Dodô expulso e derrota nos pênaltis. Desestabilizou. Cuca não está culpando, um se preparou e outro foi reclamar. Normal”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

“Estou muito orgulhoso dos meninos pelo que fizeram. Temos elenco reduzido, queria muito passar, mas podemos cuidar das outras duas frentes. Viemos aqui e vencemos, são os meninos deles que precisam da ajuda no sábado contra o Sport descansado. Precisamos de apoio e compreensão”, completou.

Perguntado sobre o interesse em Vagner Love e Marcelo Moreno, antecipado pela Gazeta Esportiva, o técnico Cuca confirmou, mas preferiu enaltecer os atuais atletas.

“Estamos em busca desse nomes que você falou (Vagner Love e Marcelo Moreno), provavelmente podemos fechar um e temos outras opções. Mas quero enaltecer meu grupo, esses guerreirinhos que deram o máximo, venceram. Falar em outros jogadores seriam um crime”, concluiu.

Luiz Felipe sente músculo “abrir” e passará por exame no Santos

Com dores na coxa esquerda, Luiz Felipe foi substituído aos seis minutos da vitória do Santos por 2 a 1 sobre o Cruzeiro na noite desta quarta-feira, no Mineirão, com a eliminação nos pênaltis nas quartas de final da Copa do Brasil.

O zagueiro sentiu o músculo posterior “abrir” e está preocupado. Ele será tratado e reavaliado pelo departamento médico nesta quinta-feira, de acordo com a assessoria de imprensa do clube.

Se não reunir condições, Luiz Felipe será substituído por Gustavo Henrique contra o Sport, sábado, na Vila Belmiro, pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro.



Abaixo a análise do ex-árbitro Sálvio Spínola, comentarista da ESPN, sobre o lance polêmico ao final da partida.




Atlético-MG 3 x 1 Santos

Data: 12/08/2018, domingo, 11h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 18ª rodada
Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte, MG.
Público: 22.062 pagantes
Renda: R$ 369.140,00
Árbitro: Rodrigo D’alonso Ferreira (SC).
Auxiliares: Helton Nunes e Thiaggo Americano Labes.
Cartões amarelos: Maidana, Elias (A).
Gols: Elias (09-1), Gabriel (25-1); Ricardo Oliveira (25-2) e Ricardo Oliveira (48-2).

ATLÉTICO-MG
Victor; Emerson, Léo Silva, Iago Maidana e Hulk; José Welison, Elias (Matheus Galdezani) e Nathan (Luan); Yimmi Chará, Tomás Andrade (Cazares) e Ricardo Oliveira
Técnico: Thiago Larghi

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Lucas Veríssimo e Dodô; Alison (Yuri Alberto), Jean Mota (Diego Pituca) e Léo Cittadini; Rodrygo, Bruno Henrique (Copete) e Gabriel.
Técnico: Cuca



Com lei do ex, Atlético-MG bate o Santos e volta a pontuar no Brasileirão

A “lei do ex” não tem falhado no futebol brasileiro. E assim foi na vitória do Atlético sobre o Santos, por 3 a 1, na manhã deste domingo, no Independência. O duelo pelo Campeonato Brasileiro teve sofrimento e bastante raça para o clube alvinegro conseguir o resultado que deixa a equipe na quarta colocação com 30 pontos anotados, já o Peixe segue colocado na zona de rebaixamento, com 18 tentos, na 16ª posição.

O jogo que marcou o reencontro do Atlético com o técnico Cuca – treinador que negociou com o clube mineiro em algum momento da temporada – foi bastante complicado para os dois lados. Além do forte calor, as duas equipes entraram em campo pressionadas. O Atlético foi mais eficiente, e conseguiu fazer o resultado. Já os santistas não curtiram o reencontro com o Ricardo Oliveira: ele marcou dois gols no triunfo e garantiu os três pontos para o Galo.

o jogo

O Atlético entrou em campo com alterações na equipe titular. O técnico Thiago Larghi fez testes durante a semana e a formação o agradou. O treinador atleticano tirou o volante Matheus Galdezani e escalou Nathan no lugar. Já Luan perdeu a vaga para Tomás Andrade.

A partida começou equilibrada. As disputas de meio campo eram intensas. Prova disso é que logo aos 2 minutos, dois jogadores já ficaram caídos no gramado.

Aos 9, o Galo chegou ao gol. No primeiro chute contra a meta de Vanderlei, Tomás Andrade recebeu na esquerda e tocou para Elias. O volante chutou forte, no cantinho e o goleiro santista não conseguiu alcançar.

O Galo, no entanto, recuou após o gol. O Santos aproveitava a situação para utilizar a velocidade e técnica de Rodrygo para buscar o ataque.

Aos 26, o Santos chegou ao empate. Com boa jogada de Rodrygo, na direita, a bola sobrou para Bruno Henrique, já dentro da área. Ele cruzou para Gabriel que mandou para o fundo das redes.

Mesmo com o gol santista, o Atlético não cresceu de rendimento. O Galo ficou travado no meio campo. Seu melhor jogador na etapa inicial, Tomás Andrade, não conseguia ter mais espaços e a armação de jogadas do Galo era inútil. Lá na frente, Ricardo Oliveira ficava ilhado.

Na volta para a etapa complementar, o técnico Thiago Larghi mandou Cazares na vaga de Tomás Andrade. A expectativa era ter um time com uma melhor armação de jogadas.

Não funcionou nos primeiros minutos. O jogo ficava bastante travado no meio campo, sem chances claras para os dois lados. O Atlético até conseguia segurar a bola, mas não fazia disso chances. O Santos também apostava na velocidade de Bruno Henrique, mas Emerson marcava bem o adversário.

Após os 20 minutos, com o calor que fazia em Belo Horizonte, os espaços começaram a aparecer. O Atlético soube aproveitar melhor essa situação.

Chará cresceu de rendimento e Elias aparecia bem no ataque. Com isso, o Atlético conseguiu criar mais chances. Primeiro com uma boa chegada de Chará, que chutou forte após tabela com Ricardo Oliveira.

Lances depois, aos 25, Cazares cruzou na medida para Ricardo Oliveira. O atacante desviou de cabeça e a bateu Vanderlei marcou o segundo gol atleticano.

No finalzinho, Ricardo Oliveira recebeu a bola na frente, em contra-ataque rápido, e fechou a contagem: 3 a 1 para o Galo.

Cuca reclama de pênalti, vê evolução e assume culpa por derrota do Santos

Cuca analisou a derrota do Santos por 3 a 1 para o Atlético-MG neste domingo, no Estádio Independência, em cima de três fatores: um pênalti não marcado, a evolução do time e a autocrítica após o resultado negativo.

O técnico viu penalidade máxima não assinalada em Gabigol no segundo tempo, depois de ser atingido por Leonardo Silva, gostou de alguns pontos da equipe e explicou as substituições: com as entradas de Léo Cittadini e Copete, o Peixe piorou.

“Vi a mesma coisa que você. Primeiro tempo muito bom, saímos atrás e desenhamos jogada, empatamos, tive posse de bola. Tivemos controle na maior parte, mesmo com um ou duas chances do Atlético. No segundo tempo, foi diferente. Atlético tomou iniciativa e veio pelo lado esquerdo da nossa defesa triangulando, sentimos isso e corrigimos isso com Copete e depois um meia no lugar do Jean Mota para criarmos mais. Tivemos chance do 2 a 1 com Rodrygo e Dodô, e um pênalti que tive cuidado de analisar. Conversei com Gabriel, um pênalti claro e que geralmente dão. Seria um lance que nos daria a vitória ou encaminharia como o segundo gol encaminhou para eles. Sentimos o jogo na segunda parte do segundo tempo, viagem… Terceiro gol pode pôr na minha conta para tirar um volante e tentar empatar. Culpa é do treinador que pôs o time, tenho que tirar o peso e cobrar internamente. Escorregamos no lance do terceiro gol, foi fatalidade, enfim. Vi coisas boas, principalmente no segundo tempo. Temos que trabalhar em cima disso para tentarmos vencer o Sport”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

O alvinegro voltará a campo para enfrentar o Cruzeiro nesta quarta-feira, no Mineirão, pelo jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil. Depois de perder por 1 a 0 na Vila Belmiro, o Santos precisa vencer para avançar.

“Futebol é oportunidade diária para ser reversível. Temos que acreditar nisso. Quarta é outro jogo, competição diferente, e podemos muito bem ganhar. São duas equipes grandes em campo”, concluiu.

Técnico do Santos vê carências, mas não expõe: “Sem mandar recado pela imprensa”

Cuca analisou o elenco do Santos após a derrota por 3 a 1 sobre o Atlético-MG neste domingo, no Estádio Independência. O técnico vê carências no grupo, mas prefere não expor, e lamenta a chegada de três estrangeiros em meio ao segundo semestre: Carlos Sánchez, Bryan Ruiz e Derlis González.

“Estamos no meio de agosto e temos jogador praticamente por estrear, que jogou 15 minutos. Jogador sem entrosamento, conhecimento do futebol brasileiro. Ocorreram não sei se com aval do treinador ou não, mas mexem muito. Culpa é do treinador que pôs o time, tenho que tirar o peso e cobrar internamente. Sem mandar recado pela imprensa, cobrar lá dentro e fazer o melhor. Sabemos o que precisamos, já está falado para o Ricardo Gomes, sabe o que precisamos para sair da situação, mas não é na marra, tem que trabalhar e evoluir. Vi evolução hoje. Se tivermos esse nível e mais descansado, teremos chance maior de vencer”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

A principal deficiência do atual elenco é um centroavante. O Santos negocia com Junior Brandão, do Atlético-GO, e corre contra o tempo para viabilizar a transação e poder inscrevê-lo até o prazo máximo, no dia 15.

O Peixe gostaria de ter mais um volante e um meia, porém, tem pouco tempo para conseguir. Diante desse cenário, Cuca deve buscar soluções caseira na base ou elenco sub-23, além de oferecer chances a jogadores pouco utilizados na temporada, como Guilherme Nunes e Gabriel Calabres.

Dodô vê Santos cansado e exalta Ricardo Oliveira após derrota

O lateral-esquerdo Dodô viu dois fatores fundamentais para a derrota do Santos por 3 a 1 para o Atlético-MG na manhã deste domingo, no Estádio Independência, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro: o cansaço e Ricardo Oliveira, autor de dois gols.

“Mais um dia infeliz. Tivemos primeiro tempo melhor que eles, buscamos empate e sentimos um pouco o calor. Ficou evidente que time sentiu fisicamente e acabou tomando o gol. Temos que estar mais atentos. Nos três gols a bola estava no nosso domínio. Eles têm o Ricardo Oliveira, conhecemos bem e é cirúrgico. Mostrou que com quase 40 ainda faz diferença”, disse o ala.

Com mais uma derrota, o Peixe cai para a 16ª colocação, com 18 pontos, e pode voltar para a zona do rebaixamento ao término da rodada. O alvinegro voltará a campo para enfrentar o Cruzeiro, quarta-feira, no Mineirão, pelo jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil. Na ida, a Raposa venceu por 1 a 0 e obteve a vantagem do empate.


Santos 1 x 1 Flamengo

Data: 25/07/2018, quarta-feira, 21h45.
Competiçao: Campeonato Brasileiro – 15ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 11.843 pagantes
Renda: R$ 292.847,00
Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA).
Auxiliares: Elicarlos Franco de Oliveira e Jucimar dos Santos Dias (ambos da BA).
Cartões amarelos: Luiz Felipe (S) e Diego (F).
Gols: Éverton Ribeiro (02-1) e Rodrygo (33-1).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo (Luiz Felipe), Gustavo Henrique e Dodô; Alison, Diego Pituca (Léo Cittadini) e Eduardo Sasha (Renato); Rodrygo, Bruno Henrique e Gabriel.
Técnico: Serginho Chulapa (interino)

FLAMENGO
Diego Alves; Rodinei, Léo Duarte, Réver e Renê; Cuéllar, Lucas Paquetá, Éverton Ribeiro, Diego (Henrique Dourado) e Matheus Sávio (Geuvânio); Guerrero (Uribe).
Técnico: Maurício Barbieri



Santos reage com show de Rodrygo e empata com o Flamengo na Vila

O Santos mostrou poder de reação e um melhor futebol do que com o técnico Jair Ventura para empatar em 1 a 1 com o Flamengo na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o ponto conquistado, o Peixe subiu para a 13ª colocação e pode ajudar o São Paulo. O Rubro-Negro se manteve líder, mas pode ser ultrapassado pelo Tricolor, que enfrentará o Grêmio, em Porto Alegre, nesta quinta-feira.

O Flamengo abriu o placar aos 2 minutos, em erro de Bruno Henrique num escanteio e gol de Éverton Ribeiro no segundo pau. O time dirigido por Serginho Chulapa não sentiu o susto e propôs o jogo, com certa desorganização, mas muita raça e pressão na saída de bola carioca, algo que não vinha ocorrendo.

Depois de martelar os visitantes, Rodrygo mostrou que o Real Madrid-ESP acertou e deu um show na Vila. Ele passou por três marcadores e tocou para Gabigol empatar. A jogada foi tão bonita que os companheiros comemoraram com o raio, enquanto Gabriel, ao desencantar, correu para o outro lado.

No segundo tempo, o Santos criou menos e o Flamengo acertou a marcação. O Peixe deu esperança ao torcedor, enquanto o Rubro-Negro terminou mais uma rodada sem perder.

O jogo:

O Santos, com o técnico interino Serginho Chulapa e na 15ª colocação, sofreu um gol do líder Flamengo aos 2 minutos, em casa. Motivos de sobra para desespero, mas o Peixe mostrou força e conseguiu reagir.

O Rubro-Negro abriu o placar com Éverton Ribeiro, após Bruno Henrique perder o tempo da bola e desviar para trás. Na origem do lance, Alison, em uma tentativa de demonstração de raça, deu um bico na bola para a linha de fundo.

O alvinegro demorou poucos minutos para responder ao gol sofrido e passou a tentar, de certa forma desorganizado e muito dependente do lado direito com Victor Ferraz e Rodrygo, empatar. E deu certo. Depois de assustar, o raio decidiu. Recebeu pela direita em um lance que parecia morto, passou por três e cruzou para Gabigol desencantar.

O Santos ainda teve chances para virar e reclamou de um pênalti após toque no braço de Léo Duarte em finalização de Bruno Henrique. O camisa 11, o pior em campo, ainda desperdiçou chance de cabeça depois de cruzamento de Dodô.

O Santos, confiante depois do empate, foi para cima do Flamengo, adiantou as linhas e buscou a virada. O Flamengo, com postura um pouco mais conservadora, adotou a cautela nos primeiros minutos da segunda etapa.

O Peixe não criou chances claras e depois sentiu o cansaço. O Rubro-Negro, então, passou a ter a posse de bola. O goleiro Vanderlei não foi exigido e o contra-ataque alvinegro não encaixou.

Nos minutos finais, a única chance criada foi do Flamengo, em chute do ex-santista Geuvânio para o goleiro Vanderlei espalmar. Empate merecido na Vila Belmiro.

Bastidores – Santos TV:

Chulapa elogia o Santos, cobra Gabigol e Bruno Henrique e diz: “Sede de cerveja”

O auxiliar e interino Serginho Chulapa gostou da atuação do Santos no empate em 1 a 1 com o Flamengo nesta quarta-feira, na Vila Belmiro, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. O ponto não altera muito a posição do Peixe, 13º, mas demonstra força diante do líder da competição.

“Disputamos um jogo contra o primeiro colocado. Time muda um e o nível é o mesmo. Time mostrou determinação, foi um jogo igual. Primeiro tempo muito bom, Vanderlei só fez uma defesa no segundo tempo, no chute do Geuvânio, e tivemos mais oportunidades. Sai satisfeito porque não empatamos com qualquer time, foi com o líder. Tivemos uma evolução boa”, disse Chulapa.

“Passei confiança desde segunda, quando me avisaram… Não tenho vaidade, qualquer hora eu embarco. Acho que passei confiança. Importante porque o time vinha de resultados ruins com o Jair, lamentei muito a saída dele, e estavam querendo buscar um resultado positivo aqui. Empate foi dos males o menor. E motivação. Cobrar, que é o mais importante. Conversei com um por um e depois em conjunto na preleção. Acho que o time fez um bom jogo”, completou o auxiliar.

Chulapa admitiu a má atuação de Bruno Henrique e prometeu cobrar Gabigol, autor do gol de empate do Santos contra o Flamengo.

“Ele (Bruno Henrique) sabe que é o jogador que esperamos muito. Hoje não esteve bem, mas com essa sequência vai ser o Bruno Henrique de antes. Marcou, lutou. Se não joga bem, tem que correr. Esperamos muito dele. Não é o jogador de hoje, a gente conhece, mas teve entrega”, explicou.

“Procuro passar para ele que não é um centroavante, é um meia. Com Ricardo Oliveira, caia pelas laterais e fazia gol que dói. Tem hora que quer enfeitar muito e dei uma dura, mas fez gol, se entregou. Entrega do time foi muito legal. Ele devagarzinho vou pôr na linha. Fez o gol muito importante e dá muita moral”, concluiu.

E para terminar, Serginho Chulapa agradeceu à imprensa e arrancou gargalhadas dos jornalistas: “Estou com uma sede de cerveja que vocês nem imaginam”.

Capitão, Ferraz diz que Santos não pode comemorar empate: “Ganhar todas”

Sem David Braz (suspenso) e Renato (no banco de reservas), Victor Ferraz foi capitão do Santos pela primeira vez na temporada. E o lateral-direito não gostou do empate em 1 a 1 com o Flamengo na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O lateral-direito diz que o elenco não tem o direito de comemorar o ponto conquistado, nem que tenha sido contra o líder do Campeonato Brasileiro.

“Santos não pode comemorar empate na Vila. Se comemorar, está tudo errado. Temos que ganhar todas e essa vai ser a cobrança no vestiário. Enfrentamos uma grande equipe, mas queríamos ganhar. Temos que fazer os três pontos para pensar na decisão pela Copa do Brasil”, disse o camisa 4.

Mauricio Barbieri acusa Chulapa, que adota bom-humor: “Passado me condena”

O técnico interino do Santos, Serginho Chulapa, e o treinador do Flamengo, Mauricio Barbieri, se estranharam no empate em 1 a 1 na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Barbieri diz que Chulapa o xingou, enquanto o veterano, com bom-humor, afirma que o flamenguista “fugiu” dele e lamenta o histórico negativo enquanto atleta polêmico.

“Ele disse que eu estava falando muito. No intervalo foi falar comigo com palavras de baixo calão, me xingou e eu falei pro bandeira que ele tinha visto. Deveria ter tomado uma atitude. Depois disso aconteceu de novo. Ele foi um grande jogador. Isso é ruim para ele e para a instituição que ele representa. Uma pena que um bom jogo fique manchado por isso”, disse Barbieri. “Acho que o Serginho está equivocado. Ele sabe bem o que aconteceu, não foi isso. Acho que ele foi um atleta fantástico, mas isso não dá a ele o direito de agir como ele agiu. Não sei o que passou pela cabeça dele”. Esse tipo de comportamento (do Chulapa) depõe contra a instituição. As imagens é o árbitro quem tem de tomar providência”, completou.

“Quando acabou o jogo, estou indo para o vestiário e o treinador deles estava saindo. Quando me viu, saiu correndo, não sei o motivo. Não sou o louco de antes. Foi correndo e reclamou que eu queria bater nele. Fui falar com o juiz e ele me expulsou. Passado me condena, é uma desgraça. Independentemente disso, não ligo para isso, o mais importante é que os jogadores se empenharam ao máximo. Resultado não sei se é igual, mas 13 chutes cada time no gol. Tivemos três chances no primeiro tempo”, relatou Chulapa.

“Juiz me expulsou. Juro por Deus. Primeira vez que eu não sei o porquê. Depois me abraçou, tudo de bom, me expulsa e tudo de bom? Tem que vir outro. Para mim, sinceramente, não dá não. É sofrimento. Fazia tempo que eu não assumia. Mas acho que temos outras pessoas que podemos ficar e ajudar, ficar no banco. Vamos procurar fazer o melhor mesmo não estando no banco”, concluiu.

A CBF divulgou a súmula no início desta quinta-feira e referendou o discurso de Barbieri: “Serginho Chulapa adentrou o campo e se dirigiu até o técnico Mauricio Barbieri, pronunciando as seguintes palavras: “Seu f…, você quis apitar o jogo. sendo em seguida contido pelos atletas e membros da comissão técnica do Santos.

Serginho Chulapa não poderá comandar o Santos do gramado contra o América-MG, domingo, mais uma vez na Vila Belmiro. O Peixe espera ter um novo técnico até lá.


Santos 1 x 2 Internacional

Data, 10/06/2018, domingo, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 11ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 8.124 pessoas
Renda: R$ 179.645,00
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (Fifa-RJ).
Auxiliares: Luiz Claudio Regazone e Carlos Henrique Alves de Lima Filho (ambos do RJ).
Cartões amarelos: Jean Mota e Diego Pituca (S); Edenílson, Rossi e Rodrigo Dourado (I).
Cartão vermelho: Lucas Veríssimo (S).
Gols: Leandro Damião (33-1, de pênalti); Gabriel (06-2, de pênalti) e Victor Cuesta (08-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Diego Pituca, Renato e Jean Mota (Bruno Henrique); Gabriel (Gustavo Henrique), Rodrygo e Eduardo Sasha (Léo Cittadini).
Técnico: Jair Ventura

INTERNACIONAL
Danilo Fernandes (Daniel); Fabiano, Rodrigo Moledo, Cuesta e Iago; Rodrigo Dourado, Edenílson e Patrick; Lucca (Nico López), William Pottker e Leandro Damião (Rossi).
Técnico: Odair Hellmann



Santos vacila, perde para o Inter na Vila e segue próximo do Z4

Em jogo bem disputado, apesar da arbitragem ruim de Wagner do Nascimento Magalhães, o Internacional conseguiu uma grande vitória sobre o Santos na noite deste domingo, em plena Vila Belmiro. Leandro Damião, em pênalti mal marcado pelo juiz, e Victor Cuesta fizeram os gols colorados. Gabigol, em outro pênalti inexistente, balançou a única rede dos santistas.

Com uma reação atrapalhada pelo zagueiro Lucas Veríssimo, expulso de campo logo após o segundo gol dos gaúchos, o Peixe estaciona nos dez pontos conquistados, apenas um acima da zona de rebaixamento à Série B, mas com um jogo a menos do que os seus adversários. Já o Inter, com 19, é o quinto colocado da competição.

O jogo

O duelo entre Santos e Internacional foi bastante movimentado desde os primeiros minutos, com o time gaúcho apostando nos contra-ataques e o Peixe tentando rodar a bola na frente da área adversária para aproveitar o trio Rodrygo-Gabigol-Sasha. Nessa proposta, porém, destacou-se um erro do juiz Wagner do Nascimento Magalhães.

Aos 30 minutos, quando ambos os times haviam ameaçado apenas em chutes de fora da área, ele viu um contato faltoso de Renato quando o volante se enroscou com Iago, dentro da área. Pênalti marcado e muito reclamado pelos santistas, que não aceitaram as justificativas do árbitro. Sem problemas com isso, Leandro Damião deslocou Vanderlei e abriu o placar.

O gol pareceu desconcertar um pouco a equipe do Peixe, que fazia partida tranquila até aquele momento. Jean Mota e Diego Pituca levaram cartões amarelos por entradas com força desmedida. Passaram-se quase dez minutos até que a bola voltasse a ser trabalhada com calma pelos donos da casa.

Quando isso aconteceu, Gabriel caiu pelo lado direito e achou lindo passe entre as pernas de Iago para Sasha. O atacante santista invadiu a pequena área pela direita e chutou forte, cruzado, mas carimbou o pé da trave de Danilo Fernandes.

O Santos voltou para o segundo tempo com Bruno Henrique na vaga de Jean Mota e não demorou a ganhar um presente do juiz como compensação pelo pênalti. Após lançamento de Diego Pituca, Gabigol simplesmente caiu ao passar ao lado de Rodrigo Moledo e o juiz não titubeou para marcar o pênalti. Na cobrança, o camisa mostrou qualidade e só deslocou Daniel, que substituíra o machucado Danilo Fernandes no intervalo.

O que parecia ser a senha para o Peixe se reerguer, no entanto, acabou pouco depois. Após dois minutos, em falta cobrada na área santista, Victor Cuesta subiu mais alto que Veríssimo e testou para o gol, sem chances para Vanderlei. Além de perder a disputa, porém, o defensor, que foi observado por um olheiro do Lyon na Vila, perdeu também a cabeça, xingou o auxiliar Luiz Claudio Regazone e acabou expulso de campo.

O buraco na defesa fez com que Jair tirasse de campo Gabriel que fazia boa apresentação, e promovesse a entrada de Gustavo Henrique. Apesar de recomposto no setor defensivo, o Peixe perdeu poder de criação e só voltou a criar perigo quando Léo Cittadini substituiu o lesionado Eduardo Sasha.

Mais consistente na armação, o time da casa conseguiu pressionar nos 20 minutos finais, chegando bem em chute de fora da área de Bruno Henrique, que passou rente à trave de Daniel.

Jair lamenta nova derrota e distanciamento da torcida

O técnico Jair Ventura não conseguiu esconder sua decepção com a derrota do Santos por 2 a 1 para o Internacional, na noite deste domingo, na Vila Belmiro, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. Depois de golear o Vitória e jogar bem no empate contra o Corinthians, em Itaquera, o Peixe não conseguiu fechar a série dentro dos seus domínios.

“Do jeito que estávamos jogando, propondo o jogo e sofrendo só com transição, poderíamos ter saído com outro resultado. Uma situação que a gente fica chateado em dobro, torcida estava chateada, história do jogo acabou sendo ruim. Eles vão ficando distantes. Quando vencemos, eles nos aproximam. Com mais vitórias do que derrotas, conseguimos trazer a torcida para gente”, avaliou Jair.

De acordo com o comandante, a expulsão de Lucas Veríssimo, ainda no começo do segundo tempo, “foi determinante” para o triunfo dos colorados. Com apenas dez pontos conquistados, o Alvinegro pode ir para a parada da Copa do Mundo na zona de rebaixamento caso não vença o Fluminense na quarta-feira, no Maracanã.

“Queria os 16 pontos, mas trabalho jogo a jogo. Não faço metas a longo prazo. Não temos o direito de nos abalar. Foi um jogo atípico pela situação de ter um a menos. Jogamos muito bem contra o Corinthians, último jogo fora, tivemos posse e chances claras. Agora, vamos buscar ter outra grande performance e aliar isso com o resultado positivo”, avaliou.

Jair ainda mostrou bastante confiança em seu trabalho ao dizer que não conseguia se lembrar de jogos em que o Peixe tenha feito apresentações ruins recentemente. Para ele, o Peixe conseguiria o triunfo se não tivesse Veríssimo expulso.

“Difícil lembrar todos os jogos. Não consigo buscar outras derrotas. Faltou hoje ter ficado com os 11 jogadores. Fizemos grande jogos contra Vitória e Corinthians. Hoje ficar com um a menos nos prejudicou”, concluiu.

Braz lamenta expulsão, mas avisa: “Temos que assumir nossos erros”

O zagueiro David Braz deixou o campo da Vila Belmiro incomodado com os erros do árbitro Wagner do Nascimento Magalhães, mas não quis encobrir a atuação inconstante do Santos na derrota por 2 a 1 para o Internacional, na noite deste domingo, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro.

“Não culpo totalmente a arbitragem, temos que assumir os nossos erros, mas se não tivesse o pênalti o jogo seria mais equilibrado”, comentou o defensor, lembrando do lance em que o juiz anotou penalidade de Renato sobre Iago, ainda no primeiro tempo. Na ocasião, os dois se chocaram claramente sem contato faltoso do santista.

“Ele também acabou expulsando o Lucas Veríssimo e facilitou para o Inter. Já estava difícil com 11 contra 11. A gente lutou, espero que o torcedor entenda isso”, relembrou Braz, que viu o companheiro ser expulso após o 2 a 1 do Inter, depois de muita reclamação com o auxiliar.

“Teve um pênalti duvidoso para o Internacional no primeiro tempo, o árbitro mesmo falou que estava em dúvida e decidiu marcar porque teve o choque. Depois acho que ele acabou compensando no lance do Gabriel, não achei que houve falta ali”, reconheceu o jogador, citando a queda de Gabigol no começo do segundo tempo, prontamente recompensada pelo juiz com a penalidade do empate alvinegro.

“Ali na bola parada o Cuesta estava na frente. Enfim… ficamos com um a menos, corremos atrás e criamos oportunidades, infelizmente não conseguimos concluir. Tem que levantar a cabeça, tem muita coisa pela frente, o resultado não foi bom, mas temos que reagir”, concluiu.

Sasha sofre lesão no tornozelo e pode ceder vaga a Bruno Henrique

O atacante Eduardo Sasha sofreu uma lesão no tornozelo direito durante a derrota por 2 a 1 do Santos para o Internacional, na noite do último domingo, na Vila Belmiro. O atleta será reavaliado nesta segunda e, a princípio, pode até dar lugar a Bruno Henrique na partida contra o Fluminense, nesta quarta, no Maracanã.

O problema com avante se deu já na metade final do segundo tempo, quando ele acabou pisando em falso no pé do lateral esquerdo Iago, em lance na ponta direita. O jogador caiu no chão e reclamou de muitas dores, forçando o técnico Jair Ventura a utilizar a sua última substituição disponível.

“Se eu soubesse que o Sasha estava machucado, teria tirado ele antes. Escolhi um dos atacantes. Tive que fazer a última por conta de lesão. Pela lesão do Sasha, não pude fazer nada diferente”, comentou o treinador, que optou por Léo Cittadini no embate com os gaúchos, mas tinha um jogador a menos e precisava equilibrar seu meio-campo.

“O Inter sofre poucos gols, se defendem bem. Tivemos que envolver eles, criar oportunidades. Não conseguimos criar chances com um jogador a menos. Uma pena”, continuou o comandante, que reluta em confirmar a utilização de Bruno no Maracanã por uma questão física.

Depois de sofrer uma lesão no olho logo no primeiro jogo da temporada, o atleta voltou há dois meses e sofreu uma lesão muscular. De volta aos poucos, ele teve sua maior minutagem em campo justamente no final de semana, quando atuou por 45 minutos. Além dele, Jair tem algumas outras opções para substituir Sasha: Copete e Arthur Gomes.

Santos aceita proposta do Lyon e aguarda por divisão dos direitos de Veríssimo

A divisão de 20% dos direitos econômicos de Lucas Veríssimo é o que separa a venda do Santos ao Lyon-FRA. O zagueiro precisa costurar um acerto com dois de seus empresários, Marcos Ribeiro e Aparecido Inácio, o Cidão.

O Lyon oferece 9 milhões de euros (R$ 39 milhões) limpos ao Peixe por 80% dos direitos e 1 milhão de euros (R$ 4,3 milhões) pelo restante. O jogador tem 10 e os outros 10 estão divididos entre as empresas MGS Sports e AIRC Sports.

Todas as partes veem o negócio encaminhado. O alvinegro já aceitou o valor e aguarda pela composição. Para satisfazer os agentes, Veríssimo não descarta abrir mão de sua parte. Ele vê com bons olhos a ida ao futebol europeu neste momento. Há uma reunião marcada para a próxima quinta-feira.

O Lyon enviou Florian Maurice, chefe de recrutamento de atletas do clube, para a Vila Belmiro neste domingo, na derrota por 2 a 1 para o Internacional. O olheiro oficial viu o defensor ser expulso no segundo tempo após reclamar acintosamente com um dos auxiliares. O fato não muda o desejo do clube francês.

O Lyon teve a concorrência do também francês Olympique de Marselha. O rival ofereceu 8 milhões de euros (R$ 35 milhões) e, como não se classificou para a Liga dos Campeões, está atrás na disputa. Os marselheses vão para a Liga Europa.

O Torino-ITA ofereceu 7,5 milhões de euros e também ficou para trás no páreo. Em fevereiro, o Peixe quase vendeu Lucas Veríssimo para o Spartak Moscou-RUS. A oferta foi dos mesmos 7,5 milhões de euros (R$ 32 milhões, à época), mas um desacerto entre os empresários inviabilizou o acordo e o zagueiro permaneceu.

Veríssimo tem contrato até 30 de junho de 2022 e vê a transferência para a Europa com bons olhos. Em 2017, o zagueiro esteve na mira do Stuttgart-ALE, Saint-Éttiene-FRA e ainda foi observado in loco por funcionários da Juventus-ITA. Sua saída é vista como uma das soluções para aliviar as contas e não prejudicar tanto a equipe titular do Santos, já que há David Braz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Robson Bambu à disposição.

Com entorse no tornozelo, Sasha só volta ao Santos depois da Copa

Com uma entorse de grau 1 no tornozelo direito, Eduardo Sasha vai desfalcar o Santos contra o Fluminense nesta quarta-feira, no Maracanã, e só voltará a jogar depois da Copa do Mundo na Rússia. O elenco terá 10 dias de recesso depois da partida no Rio de Janeiro. Bruno Henrique, ainda sem plenas condições de jogo, é a provável opção do técnico Jair Ventura.

O atacante torceu o tornozelo no segundo tempo da derrota por 2 a 1 para o Internacional, neste domingo, na Vila Belmiro. O jogador sentiu muitas dores e foi substituído por Léo Cittadini.

Sasha operou o tornozelo direito em quatro oportunidades, mas não haverá necessidade de nova intervenção dessa vez. A previsão é que ele volte a treinar com bola em até duas semanas.

Contratado nesta temporada, o atacante caiu de rendimento e não marca um gol há quase três meses, desde o dia 15 de março. No total, são seis em 30 partidas. Depois de empréstimo, o Santos comprou Sasha junto ao Internacional em troca por Zeca. O contrato vai até 2022.

Após três jogos, Santos volta a ter lucro na Vila Belmiro

O Santos voltou a lucrar com a bilheteria em uma partida na Vila Belmiro neste domingo, em duelo contra o Internacional, pelo Campeonato Brasileiro. O Peixe arrecadou R$ 44.248,09 com os 8.124 presentes e a renda total de R$ 179.645,00.

O Peixe vinha de três prejuízos consecutivos – R$ 40 mil diante do Vitória, R$ 28 mil contra o Luverdense e mais R$ 384 ante o Paraná.

Presidente do Santos não garante Jair em caso de derrota para o Fluminense

Pela primeira vez, o presidente do Santos, José Carlos Peres, não garantiu a permanência do técnico Jair Ventura. A explicação foi dada após a reunião do Comitê de Gestão na noite desta segunda-feira, na Vila Belmiro.

Peres falou em um balanço geral depois da partida contra o Fluminense, quarta-feira, no Maracaná, a última antes do recesso para a Copa do Mundo na Rússia. Em caso de nova derrota, Jair pode ser demitido.

“Temos um jogo contra o Fluminense, não vamos esquecer da classificação na Libertadores e Copa do Brasil, mas não está bem no Brasileiro. Depois desse jogo, vamos nos reunir e fazer um balanço, uma conversa franca para entender. Estar a um ponto da zona de rebaixamento não é confortável. Eu também não estou garantido, temos que ver o que ele precisa. O conjunto que vai decidir o que vai acontecer daqui para frente”.

O Santos ocupa a 16ª colocação no Campeonato Brasileiro, com 10 pontos. No total, Jair Ventura tem 13 vitórias, sete empates e 14 derrotas na temporada. O contrato do treinador vai até o fim do ano.


Santos 5 x 2 Vitória

Data: 03/06/2018, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 9ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 3.887 pagantes
Renda: R$ 82.830,00
Árbitro: Sávio Pereira Sampaio (DF)
Auxiliares: Daniel Henrique da Silva Andrade (DF) e Ciro Chaban Junqueira (DF).
Cartões amarelos: Rodrigo Andrade, Wallyson, Lucas Marques e Kanu (V).
Gols: Rodrygo (22-1), Rodrygo (25-1), Rodrygo (30-1) e Renato (44-1); Neilton (17-2), Gabriel (28-2) e Ramon (38-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo (Gustavo Henrique), David Braz e Dodô; Diego Pituca, Renato e Jean Mota; Gabriel, Rodrygo (Copete) e Eduardo Sasha (Léo Cittadini).
Técnico: Jair Ventura

VITÓRIA
Elias; Lucas, Kanu, Aderllan e Pedro Botelho; Rodrigo Andrade (Ramon), Uillian Correia (Lucas Marques) e Neilton; Lucas Fernandes (André Lima), Rhayner e Wallyson.
Técnico: Vagner Mancini



O técnico agradece! Com show de Rodrygo, Santos goleia o Vitória

Pressionado, o técnico Jair Ventura precisava dos três pontos para permanecer no Santos. E a sobrevida veio em grande estilo: 5 a 2 sobre o Vitória neste domingo, na Vila Belmiro, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe construiu a goleada já no primeiro tempo, com o hat-trick do inspirado Rodrygo e o cabeceio certeiro do experiente Renato. Os donos da casa amassaram o Leão e poderiam até ter feito mais gols. Foram, certamente, os melhores 45 minutos na temporada.

Na segunda etapa, o alvinegro veio para administrar o resultado, o Vitória fez o primeiro, quase o segundo, mas Gabigol marcou o quinto e garantiu os três pontos para Jair agradecer. Ainda deu tempo para Ramon marcar o segundo da equipe baiana.

O jogo

O Santos não pareceu o time que não vencia há cinco jogos, com protestos da torcida durante a semana e o técnico Jair Ventura pressionado. O Peixe amassou o Vitória no primeiro tempo.

A equipe esteve bem organizada, linhas adiantadas, triangulações e objetividade no ataque. O 4 a 0 nos primeiros 45 minutos foi pouco diante do volume de jogo.

Depois de martelar, colocar bola na trave e ter gol anulado, Rodrygo começou o seu show. Fez o primeiro, o segundo e o terceiro aos 22, 25 e 30. Renato ainda teve tempo de fazer o quarto, de cabeça, antes da ida ao intervalo.

Além do destaque óbvio para Rodrygo, o Santos teve defesa segura, Diego Pituca e Jean Mota bem no meio-campo e Eduardo Sasha e Gabigol voluntariosos no ataque. O goleiro Vanderlei não trabalhou. E o Vitória só torceu pelo apito antes da ida ao intervalo.

O Santos voltou para o segundo tempo disposto a administrar o resultado, com outra intensidade. O problema é que o Vitória não tinha desistido da partida na Vila.

O Leão assustou e marcou o primeiro com Neilton, em falha de David Braz, aos 17 minutos. E aos 28, os visitantes poderiam ter diminuído mais, mas Vanderlei fez linda defesa e puxou o contra-ataque. Rodrygo deu assistência para Gabigol, o maior alvo em protestos das torcidas organizadas, marcar e confirmar a vitória.

Nos minutos finais, o Vitória ainda marcou o segundo gol, com Ramon, aos 38 minutos. E a reação parou por aí. O Santos ainda se deu ao luxo de preservar Rodrygo, Eduardo Sasha e Lucas Veríssimo, substituídos. No apito final, as vaias viraram aplausos. E o seguinte grito foi entoado: “Não é mole não, jogando com vontade ninguém ganha do Peixão”.

Bastidores – Santos TV:

Após goleada, Jair minimiza pressão no Santos: “Me preparei para isso”

Jair Ventura precisava vencer o Vitória para se manter como técnico do Santos. E a goleada por 5 a 2 neste domingo, na Vila Belmiro, o credencia a permanecer. O treinador, porém, minimiza a pressão sofrida pela torcida e por parte da diretoria.

Jair explica como se preparou para ser treinador e diz que, pela primeira vez, se viu em risco à frente de um clube de futebol. No Botafogo, as boas campanhas renderam quase que uma lua de mel com a torcida.

“Eu me preparei 11 anos para ser treinador. Em 2005 fiz meu primeiro curso. Trabalhei nove anos como assessor, três na base da seleção, interino em 2010, 2015 e efetivado em 2016. Quando me preparei e fui efetivado, encontrei o Botafogo na 17ª colocação faltando 19 jogos. Terminamos em quinto. E a realidade do treinador é ser pressionado a todo tempo. 99 jogos e alcançamos boas coisas. Sem título, mas campanha maravilhosa na Libertadores, semifinal na Copa do Brasil… Vida do treinador não é de bons momentos a todo tempo, mas vivia dois anos sem pressão. E chegou agora. Eu me preparei para isso. Não me preparei não só para as coisas boas. Vejo com naturalidade. Não me tornei treinador do dia para a noite. Minha carreira está apenas começando. Viverei as coisas boas e as ruins”, disse Jair, em entrevista coletiva.

“No futebol, são diversos fatores extracampo. E nós profissionais procuramos fazer o melhor pela camisa que vestimos. E temos que nos preocupar com campo e bola. Voltamos a vencer depois de cinco jogos quando vínhamos criando. E parecia desculpinha. Não fizemos gol nos últimos quatro e fizemos cinco hoje. Poderíamos ter dividido para estarmos em um melhor lugar na tabela… Agora é descansar porque saímos muito desgastados nesse jogo para fazer um grande clássico. Esperamos voltar aos trilhos e continuar nessa série de vitórias que é importante para todos nós”, completou.

Rodrygo comenta hat-trick e pede para Santos não “desligar” mais

Rodrygo perdeu as contas das vezes em que fez três gols em um único jogo nas categorias de base, mas, como profissional, conseguiu o primeiro hat-trick neste domingo, na goleada do Santos por 5 a 2 sobre o Vitória, na Vila Belmiro.

Em entrevista à Santos TV, o raio comentou sobre os gols marcados e pediu para o Peixe manter a concentração. Depois de abrir 4 a 0 no primeiro tempo, o alvinegro caiu de rendimento, fez um e sofreu dois gols na segunda etapa.

“O jogo começou meio truncado, meio difícil. Tínhamos espaço, mas não concluímos em gol até que sobrou a bola na cabeçada do Dodô, depois fiz o segundo numa jogada individual e acho que ali abriu a porteira. No final desligamos um pouquinho, é uma coisa normal, mas não pode acontecer. O que importa é a vitória”, disse Rodrygo.

“Estou muito feliz e espero que venha muito mais. Esse ano ainda! Na base, perdi as contas. No profissional é o primeiro e mais especial”, completou.

Gabigol vê sorte determinante em goleada do Santos: “Esteve do nosso lado”

Pressionado, o Santos voltou a vencer e a jogar bem em goleada por 5 a 2 sobre o Vitória na tarde deste domingo, na Vila Belmiro, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. Para Gabigol, a sorte foi determinante.

O camisa 10 entende que o time vinha bem antes deste domingo, mas as oportunidades aproveitadas fizeram a diferença. O atacante ainda elogiou o técnico Jair Ventura e Rodrygo, autor de três gols.

“Foi um jogo muito bom coletivamente. Hoje a sorte esteve do nosso lado e os gols saíram. O Jair é um cara excepcional. E o Rodrygo, um cara muito trabalhador”, disse Gabigol.

Além dos gols: estatísticas provam melhora do Santos em goleada

A maior prova da melhora do Santos diante do Vitória é o placar de 5 a 2 na Vila Belmiro, mas as estatísticas ajudam a entender o bom desempenho do Peixe depois de quatro partidas sem vencer.

O Peixe era quem menos acertava finalizações no Campeonato Brasileiro, com média de três na direção do gol. Contra o Vitória, foram 11 certas em um total de 20. Os números são do Footstats.

O alvinegro ainda bateu um recorde: foi quem mais teve finalizações certas em um tempo na competição: nove, com direito a três gols de Rodrygo. Nos sete jogos anteriores, o melhor desempenho foi de seis chutes corretos. Seis em 90 minutos.

Outro dado interessante é o de cruzamentos. Com maior volume de jogo, o Santos levantou a bola 25 vezes na área do Vitória, com nove acertos. No empate em 0 a 0 com o Real Garcilaso, por exemplo, foram 50 cruzamentos e o mesmo número de tentativas certeiras.

As estatísticas comprovam a mudança de postura do Santos. Pressionado, o time pressionou desde os primeiros minutos e mostrou linhas adiantadas, compactação, triangulações pelas pontas e objetividade no ataque. Os três pontos fizeram o técnico Jair Ventura ser mantido no cargo.

Santos ganha novos desfalques e sofre para completar banco

O Santos tem sofrido não apenas com a escalação, mas também na composição do banco de reservas. Com a possibilidade de 12 suplentes, o Peixe teve apenas nove contra o Vitória e oito diante do Atlético-PR.

À frente de um elenco com 29 jogadores, o técnico Jair Ventura tem sofrido com desfalques. No último domingo, na goleada por 5 a 2 sobre o Vitória, na Vila Belmiro, o alvinegro não contou com Bruno Henrique (trauma no quadril), Daniel Guedes (conjuntivite) e Yuri Alberto (luxação no ombro direito).

No departamento médico, além do trio, estão Alison (lesão no joelho direito), Vitor Bueno e Arthur Gomes (entorse no tornozelo esquerdo) e Vecchio (dores no joelho direito). Caju, negociado com o Apoel-CHI, só treina no CT Rei Pelé para manter o condicionamento físico.

O único atleta que deve retornar na próxima rodada é Bruno Henrique. A tendência é que o atacante fique no banco de reservas no clássico contra o Corinthians, quarta-feira, às 21h (de Brasília), na arena do rival, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. O camisa 11 ainda sente dores após se chocar na trave na derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro, no Pacaembu.

Jair pode repetir a escalação das partidas contra Atlético-PR e Vitória na quarta: Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Diego Pituca, Renato e Jean Mota; Eduardo Sasha, Rodrygo e Gabigol.

O Peixe é o 15º colocado do Campeonato Brasileiro, com nove pontos e uma rodada a menos. O alvinegro enfrentará o Vasco em jogo adiado da rodada 3. A partida será em julho, depois da Copa do Mundo na Rússia, no Pacaembu.

Em alta, Pituca tem contrato longo e um dos menores salários do Santos

Quando Alison sofreu lesão no joelho direito, imaginava-se que Yuri e Guilherme Nunes brigariam pela vaga em aberto no meio-campo do Santos. Mas foi Diego Pituca quem se firmou e tem sido destaque no time de Jair Ventura.

Armador de origem e com preferência em ser segundo volante, Pituca tem feito bem a “cabeça de área”, como dizem os mais velhos. O jogador de 25 anos marca bem, ajuda na saída de bola e chega bem no ataque, como no último domingo, quando deu duas assistências nos 5 a 2 sobre o Vitória, na Vila Belmiro.

“Foi mais um grande jogo do Pituca. Jogador que eu pincei (do time B) e hoje ele é importantíssimo na ausência do Alison. Vem ajudando demais o time. Muitos treinadores me ligaram para perguntar dele e nós seguramos”, disse o técnico Jair Ventura, em coletiva de imprensa.

Destaque no Botafogo-SP, Diego Pituca chegou ao Santos B em maio de 2017 e foi promovido por Jair na pré-temporada deste ano. No sub-23, assinou um bom contrato para os moldes da categoria, de quatro temporadas e salário de 32 mil. Hoje, é um dos menores vencimentos entre os profissionais.

Herdeiro do apelido do pai e nascido em Mogi Guaçu-SP, Pituca começou a carreira no Mineiros-GO e passou por Brasilis, Guaçuano, Matonense e Botafogo, todos de São Paulo, antes de chegar ao Santos. Polivalente, o atleta já atuou como lateral-esquerdo, volante, meia e ponta.