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Santos 1 x 2 Internacional

Data, 10/06/2018, domingo, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 11ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 8.124 pessoas
Renda: R$ 179.645,00
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (Fifa-RJ).
Auxiliares: Luiz Claudio Regazone e Carlos Henrique Alves de Lima Filho (ambos do RJ).
Cartões amarelos: Jean Mota e Diego Pituca (S); Edenílson, Rossi e Rodrigo Dourado (I).
Cartão vermelho: Lucas Veríssimo (S).
Gols: Leandro Damião (33-1, de pênalti); Gabriel (06-2, de pênalti) e Victor Cuesta (08-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Diego Pituca, Renato e Jean Mota (Bruno Henrique); Gabriel (Gustavo Henrique), Rodrygo e Eduardo Sasha (Léo Cittadini).
Técnico: Jair Ventura

INTERNACIONAL
Danilo Fernandes (Daniel); Fabiano, Rodrigo Moledo, Cuesta e Iago; Rodrigo Dourado, Edenílson e Patrick; Lucca (Nico López), William Pottker e Leandro Damião (Rossi).
Técnico: Odair Hellmann



Santos vacila, perde para o Inter na Vila e segue próximo do Z4

Em jogo bem disputado, apesar da arbitragem ruim de Wagner do Nascimento Magalhães, o Internacional conseguiu uma grande vitória sobre o Santos na noite deste domingo, em plena Vila Belmiro. Leandro Damião, em pênalti mal marcado pelo juiz, e Victor Cuesta fizeram os gols colorados. Gabigol, em outro pênalti inexistente, balançou a única rede dos santistas.

Com uma reação atrapalhada pelo zagueiro Lucas Veríssimo, expulso de campo logo após o segundo gol dos gaúchos, o Peixe estaciona nos dez pontos conquistados, apenas um acima da zona de rebaixamento à Série B, mas com um jogo a menos do que os seus adversários. Já o Inter, com 19, é o quinto colocado da competição.

O jogo

O duelo entre Santos e Internacional foi bastante movimentado desde os primeiros minutos, com o time gaúcho apostando nos contra-ataques e o Peixe tentando rodar a bola na frente da área adversária para aproveitar o trio Rodrygo-Gabigol-Sasha. Nessa proposta, porém, destacou-se um erro do juiz Wagner do Nascimento Magalhães.

Aos 30 minutos, quando ambos os times haviam ameaçado apenas em chutes de fora da área, ele viu um contato faltoso de Renato quando o volante se enroscou com Iago, dentro da área. Pênalti marcado e muito reclamado pelos santistas, que não aceitaram as justificativas do árbitro. Sem problemas com isso, Leandro Damião deslocou Vanderlei e abriu o placar.

O gol pareceu desconcertar um pouco a equipe do Peixe, que fazia partida tranquila até aquele momento. Jean Mota e Diego Pituca levaram cartões amarelos por entradas com força desmedida. Passaram-se quase dez minutos até que a bola voltasse a ser trabalhada com calma pelos donos da casa.

Quando isso aconteceu, Gabriel caiu pelo lado direito e achou lindo passe entre as pernas de Iago para Sasha. O atacante santista invadiu a pequena área pela direita e chutou forte, cruzado, mas carimbou o pé da trave de Danilo Fernandes.

O Santos voltou para o segundo tempo com Bruno Henrique na vaga de Jean Mota e não demorou a ganhar um presente do juiz como compensação pelo pênalti. Após lançamento de Diego Pituca, Gabigol simplesmente caiu ao passar ao lado de Rodrigo Moledo e o juiz não titubeou para marcar o pênalti. Na cobrança, o camisa mostrou qualidade e só deslocou Daniel, que substituíra o machucado Danilo Fernandes no intervalo.

O que parecia ser a senha para o Peixe se reerguer, no entanto, acabou pouco depois. Após dois minutos, em falta cobrada na área santista, Victor Cuesta subiu mais alto que Veríssimo e testou para o gol, sem chances para Vanderlei. Além de perder a disputa, porém, o defensor, que foi observado por um olheiro do Lyon na Vila, perdeu também a cabeça, xingou o auxiliar Luiz Claudio Regazone e acabou expulso de campo.

O buraco na defesa fez com que Jair tirasse de campo Gabriel que fazia boa apresentação, e promovesse a entrada de Gustavo Henrique. Apesar de recomposto no setor defensivo, o Peixe perdeu poder de criação e só voltou a criar perigo quando Léo Cittadini substituiu o lesionado Eduardo Sasha.

Mais consistente na armação, o time da casa conseguiu pressionar nos 20 minutos finais, chegando bem em chute de fora da área de Bruno Henrique, que passou rente à trave de Daniel.

Jair lamenta nova derrota e distanciamento da torcida

O técnico Jair Ventura não conseguiu esconder sua decepção com a derrota do Santos por 2 a 1 para o Internacional, na noite deste domingo, na Vila Belmiro, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. Depois de golear o Vitória e jogar bem no empate contra o Corinthians, em Itaquera, o Peixe não conseguiu fechar a série dentro dos seus domínios.

“Do jeito que estávamos jogando, propondo o jogo e sofrendo só com transição, poderíamos ter saído com outro resultado. Uma situação que a gente fica chateado em dobro, torcida estava chateada, história do jogo acabou sendo ruim. Eles vão ficando distantes. Quando vencemos, eles nos aproximam. Com mais vitórias do que derrotas, conseguimos trazer a torcida para gente”, avaliou Jair.

De acordo com o comandante, a expulsão de Lucas Veríssimo, ainda no começo do segundo tempo, “foi determinante” para o triunfo dos colorados. Com apenas dez pontos conquistados, o Alvinegro pode ir para a parada da Copa do Mundo na zona de rebaixamento caso não vença o Fluminense na quarta-feira, no Maracanã.

“Queria os 16 pontos, mas trabalho jogo a jogo. Não faço metas a longo prazo. Não temos o direito de nos abalar. Foi um jogo atípico pela situação de ter um a menos. Jogamos muito bem contra o Corinthians, último jogo fora, tivemos posse e chances claras. Agora, vamos buscar ter outra grande performance e aliar isso com o resultado positivo”, avaliou.

Jair ainda mostrou bastante confiança em seu trabalho ao dizer que não conseguia se lembrar de jogos em que o Peixe tenha feito apresentações ruins recentemente. Para ele, o Peixe conseguiria o triunfo se não tivesse Veríssimo expulso.

“Difícil lembrar todos os jogos. Não consigo buscar outras derrotas. Faltou hoje ter ficado com os 11 jogadores. Fizemos grande jogos contra Vitória e Corinthians. Hoje ficar com um a menos nos prejudicou”, concluiu.

Braz lamenta expulsão, mas avisa: “Temos que assumir nossos erros”

O zagueiro David Braz deixou o campo da Vila Belmiro incomodado com os erros do árbitro Wagner do Nascimento Magalhães, mas não quis encobrir a atuação inconstante do Santos na derrota por 2 a 1 para o Internacional, na noite deste domingo, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro.

“Não culpo totalmente a arbitragem, temos que assumir os nossos erros, mas se não tivesse o pênalti o jogo seria mais equilibrado”, comentou o defensor, lembrando do lance em que o juiz anotou penalidade de Renato sobre Iago, ainda no primeiro tempo. Na ocasião, os dois se chocaram claramente sem contato faltoso do santista.

“Ele também acabou expulsando o Lucas Veríssimo e facilitou para o Inter. Já estava difícil com 11 contra 11. A gente lutou, espero que o torcedor entenda isso”, relembrou Braz, que viu o companheiro ser expulso após o 2 a 1 do Inter, depois de muita reclamação com o auxiliar.

“Teve um pênalti duvidoso para o Internacional no primeiro tempo, o árbitro mesmo falou que estava em dúvida e decidiu marcar porque teve o choque. Depois acho que ele acabou compensando no lance do Gabriel, não achei que houve falta ali”, reconheceu o jogador, citando a queda de Gabigol no começo do segundo tempo, prontamente recompensada pelo juiz com a penalidade do empate alvinegro.

“Ali na bola parada o Cuesta estava na frente. Enfim… ficamos com um a menos, corremos atrás e criamos oportunidades, infelizmente não conseguimos concluir. Tem que levantar a cabeça, tem muita coisa pela frente, o resultado não foi bom, mas temos que reagir”, concluiu.

Sasha sofre lesão no tornozelo e pode ceder vaga a Bruno Henrique

O atacante Eduardo Sasha sofreu uma lesão no tornozelo direito durante a derrota por 2 a 1 do Santos para o Internacional, na noite do último domingo, na Vila Belmiro. O atleta será reavaliado nesta segunda e, a princípio, pode até dar lugar a Bruno Henrique na partida contra o Fluminense, nesta quarta, no Maracanã.

O problema com avante se deu já na metade final do segundo tempo, quando ele acabou pisando em falso no pé do lateral esquerdo Iago, em lance na ponta direita. O jogador caiu no chão e reclamou de muitas dores, forçando o técnico Jair Ventura a utilizar a sua última substituição disponível.

“Se eu soubesse que o Sasha estava machucado, teria tirado ele antes. Escolhi um dos atacantes. Tive que fazer a última por conta de lesão. Pela lesão do Sasha, não pude fazer nada diferente”, comentou o treinador, que optou por Léo Cittadini no embate com os gaúchos, mas tinha um jogador a menos e precisava equilibrar seu meio-campo.

“O Inter sofre poucos gols, se defendem bem. Tivemos que envolver eles, criar oportunidades. Não conseguimos criar chances com um jogador a menos. Uma pena”, continuou o comandante, que reluta em confirmar a utilização de Bruno no Maracanã por uma questão física.

Depois de sofrer uma lesão no olho logo no primeiro jogo da temporada, o atleta voltou há dois meses e sofreu uma lesão muscular. De volta aos poucos, ele teve sua maior minutagem em campo justamente no final de semana, quando atuou por 45 minutos. Além dele, Jair tem algumas outras opções para substituir Sasha: Copete e Arthur Gomes.

Santos aceita proposta do Lyon e aguarda por divisão dos direitos de Veríssimo

A divisão de 20% dos direitos econômicos de Lucas Veríssimo é o que separa a venda do Santos ao Lyon-FRA. O zagueiro precisa costurar um acerto com dois de seus empresários, Marcos Ribeiro e Aparecido Inácio, o Cidão.

O Lyon oferece 9 milhões de euros (R$ 39 milhões) limpos ao Peixe por 80% dos direitos e 1 milhão de euros (R$ 4,3 milhões) pelo restante. O jogador tem 10 e os outros 10 estão divididos entre as empresas MGS Sports e AIRC Sports.

Todas as partes veem o negócio encaminhado. O alvinegro já aceitou o valor e aguarda pela composição. Para satisfazer os agentes, Veríssimo não descarta abrir mão de sua parte. Ele vê com bons olhos a ida ao futebol europeu neste momento. Há uma reunião marcada para a próxima quinta-feira.

O Lyon enviou Florian Maurice, chefe de recrutamento de atletas do clube, para a Vila Belmiro neste domingo, na derrota por 2 a 1 para o Internacional. O olheiro oficial viu o defensor ser expulso no segundo tempo após reclamar acintosamente com um dos auxiliares. O fato não muda o desejo do clube francês.

O Lyon teve a concorrência do também francês Olympique de Marselha. O rival ofereceu 8 milhões de euros (R$ 35 milhões) e, como não se classificou para a Liga dos Campeões, está atrás na disputa. Os marselheses vão para a Liga Europa.

O Torino-ITA ofereceu 7,5 milhões de euros e também ficou para trás no páreo. Em fevereiro, o Peixe quase vendeu Lucas Veríssimo para o Spartak Moscou-RUS. A oferta foi dos mesmos 7,5 milhões de euros (R$ 32 milhões, à época), mas um desacerto entre os empresários inviabilizou o acordo e o zagueiro permaneceu.

Veríssimo tem contrato até 30 de junho de 2022 e vê a transferência para a Europa com bons olhos. Em 2017, o zagueiro esteve na mira do Stuttgart-ALE, Saint-Éttiene-FRA e ainda foi observado in loco por funcionários da Juventus-ITA. Sua saída é vista como uma das soluções para aliviar as contas e não prejudicar tanto a equipe titular do Santos, já que há David Braz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Robson Bambu à disposição.

Com entorse no tornozelo, Sasha só volta ao Santos depois da Copa

Com uma entorse de grau 1 no tornozelo direito, Eduardo Sasha vai desfalcar o Santos contra o Fluminense nesta quarta-feira, no Maracanã, e só voltará a jogar depois da Copa do Mundo na Rússia. O elenco terá 10 dias de recesso depois da partida no Rio de Janeiro. Bruno Henrique, ainda sem plenas condições de jogo, é a provável opção do técnico Jair Ventura.

O atacante torceu o tornozelo no segundo tempo da derrota por 2 a 1 para o Internacional, neste domingo, na Vila Belmiro. O jogador sentiu muitas dores e foi substituído por Léo Cittadini.

Sasha operou o tornozelo direito em quatro oportunidades, mas não haverá necessidade de nova intervenção dessa vez. A previsão é que ele volte a treinar com bola em até duas semanas.

Contratado nesta temporada, o atacante caiu de rendimento e não marca um gol há quase três meses, desde o dia 15 de março. No total, são seis em 30 partidas. Depois de empréstimo, o Santos comprou Sasha junto ao Internacional em troca por Zeca. O contrato vai até 2022.

Após três jogos, Santos volta a ter lucro na Vila Belmiro

O Santos voltou a lucrar com a bilheteria em uma partida na Vila Belmiro neste domingo, em duelo contra o Internacional, pelo Campeonato Brasileiro. O Peixe arrecadou R$ 44.248,09 com os 8.124 presentes e a renda total de R$ 179.645,00.

O Peixe vinha de três prejuízos consecutivos – R$ 40 mil diante do Vitória, R$ 28 mil contra o Luverdense e mais R$ 384 ante o Paraná.

Presidente do Santos não garante Jair em caso de derrota para o Fluminense

Pela primeira vez, o presidente do Santos, José Carlos Peres, não garantiu a permanência do técnico Jair Ventura. A explicação foi dada após a reunião do Comitê de Gestão na noite desta segunda-feira, na Vila Belmiro.

Peres falou em um balanço geral depois da partida contra o Fluminense, quarta-feira, no Maracaná, a última antes do recesso para a Copa do Mundo na Rússia. Em caso de nova derrota, Jair pode ser demitido.

“Temos um jogo contra o Fluminense, não vamos esquecer da classificação na Libertadores e Copa do Brasil, mas não está bem no Brasileiro. Depois desse jogo, vamos nos reunir e fazer um balanço, uma conversa franca para entender. Estar a um ponto da zona de rebaixamento não é confortável. Eu também não estou garantido, temos que ver o que ele precisa. O conjunto que vai decidir o que vai acontecer daqui para frente”.

O Santos ocupa a 16ª colocação no Campeonato Brasileiro, com 10 pontos. No total, Jair Ventura tem 13 vitórias, sete empates e 14 derrotas na temporada. O contrato do treinador vai até o fim do ano.


Santos 5 x 2 Vitória

Data: 03/06/2018, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 9ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 3.887 pagantes
Renda: R$ 82.830,00
Árbitro: Sávio Pereira Sampaio (DF)
Auxiliares: Daniel Henrique da Silva Andrade (DF) e Ciro Chaban Junqueira (DF).
Cartões amarelos: Rodrigo Andrade, Wallyson, Lucas Marques e Kanu (V).
Gols: Rodrygo (22-1), Rodrygo (25-1), Rodrygo (30-1) e Renato (44-1); Neilton (17-2), Gabriel (28-2) e Ramon (38-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo (Gustavo Henrique), David Braz e Dodô; Diego Pituca, Renato e Jean Mota; Gabriel, Rodrygo (Copete) e Eduardo Sasha (Léo Cittadini).
Técnico: Jair Ventura

VITÓRIA
Elias; Lucas, Kanu, Aderllan e Pedro Botelho; Rodrigo Andrade (Ramon), Uillian Correia (Lucas Marques) e Neilton; Lucas Fernandes (André Lima), Rhayner e Wallyson.
Técnico: Vagner Mancini



O técnico agradece! Com show de Rodrygo, Santos goleia o Vitória

Pressionado, o técnico Jair Ventura precisava dos três pontos para permanecer no Santos. E a sobrevida veio em grande estilo: 5 a 2 sobre o Vitória neste domingo, na Vila Belmiro, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe construiu a goleada já no primeiro tempo, com o hat-trick do inspirado Rodrygo e o cabeceio certeiro do experiente Renato. Os donos da casa amassaram o Leão e poderiam até ter feito mais gols. Foram, certamente, os melhores 45 minutos na temporada.

Na segunda etapa, o alvinegro veio para administrar o resultado, o Vitória fez o primeiro, quase o segundo, mas Gabigol marcou o quinto e garantiu os três pontos para Jair agradecer. Ainda deu tempo para Ramon marcar o segundo da equipe baiana.

O jogo

O Santos não pareceu o time que não vencia há cinco jogos, com protestos da torcida durante a semana e o técnico Jair Ventura pressionado. O Peixe amassou o Vitória no primeiro tempo.

A equipe esteve bem organizada, linhas adiantadas, triangulações e objetividade no ataque. O 4 a 0 nos primeiros 45 minutos foi pouco diante do volume de jogo.

Depois de martelar, colocar bola na trave e ter gol anulado, Rodrygo começou o seu show. Fez o primeiro, o segundo e o terceiro aos 22, 25 e 30. Renato ainda teve tempo de fazer o quarto, de cabeça, antes da ida ao intervalo.

Além do destaque óbvio para Rodrygo, o Santos teve defesa segura, Diego Pituca e Jean Mota bem no meio-campo e Eduardo Sasha e Gabigol voluntariosos no ataque. O goleiro Vanderlei não trabalhou. E o Vitória só torceu pelo apito antes da ida ao intervalo.

O Santos voltou para o segundo tempo disposto a administrar o resultado, com outra intensidade. O problema é que o Vitória não tinha desistido da partida na Vila.

O Leão assustou e marcou o primeiro com Neilton, em falha de David Braz, aos 17 minutos. E aos 28, os visitantes poderiam ter diminuído mais, mas Vanderlei fez linda defesa e puxou o contra-ataque. Rodrygo deu assistência para Gabigol, o maior alvo em protestos das torcidas organizadas, marcar e confirmar a vitória.

Nos minutos finais, o Vitória ainda marcou o segundo gol, com Ramon, aos 38 minutos. E a reação parou por aí. O Santos ainda se deu ao luxo de preservar Rodrygo, Eduardo Sasha e Lucas Veríssimo, substituídos. No apito final, as vaias viraram aplausos. E o seguinte grito foi entoado: “Não é mole não, jogando com vontade ninguém ganha do Peixão”.

Bastidores – Santos TV:

Após goleada, Jair minimiza pressão no Santos: “Me preparei para isso”

Jair Ventura precisava vencer o Vitória para se manter como técnico do Santos. E a goleada por 5 a 2 neste domingo, na Vila Belmiro, o credencia a permanecer. O treinador, porém, minimiza a pressão sofrida pela torcida e por parte da diretoria.

Jair explica como se preparou para ser treinador e diz que, pela primeira vez, se viu em risco à frente de um clube de futebol. No Botafogo, as boas campanhas renderam quase que uma lua de mel com a torcida.

“Eu me preparei 11 anos para ser treinador. Em 2005 fiz meu primeiro curso. Trabalhei nove anos como assessor, três na base da seleção, interino em 2010, 2015 e efetivado em 2016. Quando me preparei e fui efetivado, encontrei o Botafogo na 17ª colocação faltando 19 jogos. Terminamos em quinto. E a realidade do treinador é ser pressionado a todo tempo. 99 jogos e alcançamos boas coisas. Sem título, mas campanha maravilhosa na Libertadores, semifinal na Copa do Brasil… Vida do treinador não é de bons momentos a todo tempo, mas vivia dois anos sem pressão. E chegou agora. Eu me preparei para isso. Não me preparei não só para as coisas boas. Vejo com naturalidade. Não me tornei treinador do dia para a noite. Minha carreira está apenas começando. Viverei as coisas boas e as ruins”, disse Jair, em entrevista coletiva.

“No futebol, são diversos fatores extracampo. E nós profissionais procuramos fazer o melhor pela camisa que vestimos. E temos que nos preocupar com campo e bola. Voltamos a vencer depois de cinco jogos quando vínhamos criando. E parecia desculpinha. Não fizemos gol nos últimos quatro e fizemos cinco hoje. Poderíamos ter dividido para estarmos em um melhor lugar na tabela… Agora é descansar porque saímos muito desgastados nesse jogo para fazer um grande clássico. Esperamos voltar aos trilhos e continuar nessa série de vitórias que é importante para todos nós”, completou.

Rodrygo comenta hat-trick e pede para Santos não “desligar” mais

Rodrygo perdeu as contas das vezes em que fez três gols em um único jogo nas categorias de base, mas, como profissional, conseguiu o primeiro hat-trick neste domingo, na goleada do Santos por 5 a 2 sobre o Vitória, na Vila Belmiro.

Em entrevista à Santos TV, o raio comentou sobre os gols marcados e pediu para o Peixe manter a concentração. Depois de abrir 4 a 0 no primeiro tempo, o alvinegro caiu de rendimento, fez um e sofreu dois gols na segunda etapa.

“O jogo começou meio truncado, meio difícil. Tínhamos espaço, mas não concluímos em gol até que sobrou a bola na cabeçada do Dodô, depois fiz o segundo numa jogada individual e acho que ali abriu a porteira. No final desligamos um pouquinho, é uma coisa normal, mas não pode acontecer. O que importa é a vitória”, disse Rodrygo.

“Estou muito feliz e espero que venha muito mais. Esse ano ainda! Na base, perdi as contas. No profissional é o primeiro e mais especial”, completou.

Gabigol vê sorte determinante em goleada do Santos: “Esteve do nosso lado”

Pressionado, o Santos voltou a vencer e a jogar bem em goleada por 5 a 2 sobre o Vitória na tarde deste domingo, na Vila Belmiro, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. Para Gabigol, a sorte foi determinante.

O camisa 10 entende que o time vinha bem antes deste domingo, mas as oportunidades aproveitadas fizeram a diferença. O atacante ainda elogiou o técnico Jair Ventura e Rodrygo, autor de três gols.

“Foi um jogo muito bom coletivamente. Hoje a sorte esteve do nosso lado e os gols saíram. O Jair é um cara excepcional. E o Rodrygo, um cara muito trabalhador”, disse Gabigol.

Além dos gols: estatísticas provam melhora do Santos em goleada

A maior prova da melhora do Santos diante do Vitória é o placar de 5 a 2 na Vila Belmiro, mas as estatísticas ajudam a entender o bom desempenho do Peixe depois de quatro partidas sem vencer.

O Peixe era quem menos acertava finalizações no Campeonato Brasileiro, com média de três na direção do gol. Contra o Vitória, foram 11 certas em um total de 20. Os números são do Footstats.

O alvinegro ainda bateu um recorde: foi quem mais teve finalizações certas em um tempo na competição: nove, com direito a três gols de Rodrygo. Nos sete jogos anteriores, o melhor desempenho foi de seis chutes corretos. Seis em 90 minutos.

Outro dado interessante é o de cruzamentos. Com maior volume de jogo, o Santos levantou a bola 25 vezes na área do Vitória, com nove acertos. No empate em 0 a 0 com o Real Garcilaso, por exemplo, foram 50 cruzamentos e o mesmo número de tentativas certeiras.

As estatísticas comprovam a mudança de postura do Santos. Pressionado, o time pressionou desde os primeiros minutos e mostrou linhas adiantadas, compactação, triangulações pelas pontas e objetividade no ataque. Os três pontos fizeram o técnico Jair Ventura ser mantido no cargo.

Santos ganha novos desfalques e sofre para completar banco

O Santos tem sofrido não apenas com a escalação, mas também na composição do banco de reservas. Com a possibilidade de 12 suplentes, o Peixe teve apenas nove contra o Vitória e oito diante do Atlético-PR.

À frente de um elenco com 29 jogadores, o técnico Jair Ventura tem sofrido com desfalques. No último domingo, na goleada por 5 a 2 sobre o Vitória, na Vila Belmiro, o alvinegro não contou com Bruno Henrique (trauma no quadril), Daniel Guedes (conjuntivite) e Yuri Alberto (luxação no ombro direito).

No departamento médico, além do trio, estão Alison (lesão no joelho direito), Vitor Bueno e Arthur Gomes (entorse no tornozelo esquerdo) e Vecchio (dores no joelho direito). Caju, negociado com o Apoel-CHI, só treina no CT Rei Pelé para manter o condicionamento físico.

O único atleta que deve retornar na próxima rodada é Bruno Henrique. A tendência é que o atacante fique no banco de reservas no clássico contra o Corinthians, quarta-feira, às 21h (de Brasília), na arena do rival, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. O camisa 11 ainda sente dores após se chocar na trave na derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro, no Pacaembu.

Jair pode repetir a escalação das partidas contra Atlético-PR e Vitória na quarta: Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Diego Pituca, Renato e Jean Mota; Eduardo Sasha, Rodrygo e Gabigol.

O Peixe é o 15º colocado do Campeonato Brasileiro, com nove pontos e uma rodada a menos. O alvinegro enfrentará o Vasco em jogo adiado da rodada 3. A partida será em julho, depois da Copa do Mundo na Rússia, no Pacaembu.

Em alta, Pituca tem contrato longo e um dos menores salários do Santos

Quando Alison sofreu lesão no joelho direito, imaginava-se que Yuri e Guilherme Nunes brigariam pela vaga em aberto no meio-campo do Santos. Mas foi Diego Pituca quem se firmou e tem sido destaque no time de Jair Ventura.

Armador de origem e com preferência em ser segundo volante, Pituca tem feito bem a “cabeça de área”, como dizem os mais velhos. O jogador de 25 anos marca bem, ajuda na saída de bola e chega bem no ataque, como no último domingo, quando deu duas assistências nos 5 a 2 sobre o Vitória, na Vila Belmiro.

“Foi mais um grande jogo do Pituca. Jogador que eu pincei (do time B) e hoje ele é importantíssimo na ausência do Alison. Vem ajudando demais o time. Muitos treinadores me ligaram para perguntar dele e nós seguramos”, disse o técnico Jair Ventura, em coletiva de imprensa.

Destaque no Botafogo-SP, Diego Pituca chegou ao Santos B em maio de 2017 e foi promovido por Jair na pré-temporada deste ano. No sub-23, assinou um bom contrato para os moldes da categoria, de quatro temporadas e salário de 32 mil. Hoje, é um dos menores vencimentos entre os profissionais.

Herdeiro do apelido do pai e nascido em Mogi Guaçu-SP, Pituca começou a carreira no Mineiros-GO e passou por Brasilis, Guaçuano, Matonense e Botafogo, todos de São Paulo, antes de chegar ao Santos. Polivalente, o atleta já atuou como lateral-esquerdo, volante, meia e ponta.


Santos 3 x 1 Paraná

Data: 13/05/2018, domingo, 19h00.
competição: Campeonato Brasileiro – 5ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 3.971 pessoas
Renda: R$ 140.110,00
Árbitro: Wagner Reway (MT)
Auxiliares: Alessandro Alvaro Rocha de Matos (BA) e Eduardo Gonçalves da Cruz (MS).
Cartões amarelos: Torito Gonzáles e Vitor Feijão (P); Gabriel (S).
Gols: Rodrygo (02-2), Gabriel (13-2), Gabriel (31-2) e Silvinho (47-2)

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Dodô; Alison (Vecchio), Jean Mota e Vitor Bueno (Diego Pituca); Eduardo Sasha, Rodrygo (Arthur Gomes) e Gabriel.
Técnico: Jair Ventura

PARANÁ
David; Alemão, Jesiel, Rayan e Igor (Júnior); Wesley Dias, Torito Gonzáles (Alex Santana) e Caio Henrique; Léo Itaperuna (Vitor Feijão), Silvinho e Carlos.
Técnico: Rogerio Micale



Gabigol faz dois, Rodrygo deixa o seu e Santos faz 3 a 1 no Paraná

Dois tempos bem distintos e um resultado positivo. Esse pode ser um resumo rápido da vitória por 3 a 1 do Santos sobre o Paraná neste domingo, na Vila Belmiro. Depois de um primeiro tempo que deixou a desejar, os comandados de Jair Ventura tiveram grande atuação nos 45 minutos finais e, em dia inspirado de Gabigol, autor de dois gols, conquistaram mais um triunfo no Campeonato Brasileiro.

As vaias no fim do primeiro tempo puderam dizer muito a respeito dos 45 minutos iniciais do Santos. Sonolento, o time de Jair Ventura pouco criou ofensivamente, apesar da movimentação constante dos jogadores da frente. Errando muitos passe, a alternativa se tornou os lançamentos, que consagraram a defesa do Paraná. O time de Micale, por sinal, foi quem esteve mais perto de abrir o placar, com duas finalizações nos minutos finais.

O segundo tempo começou com o Santos disposto a apagar a má imagem do tempo inicial e logo no primeiro minuto Rodrygo fez questão de deixar a situação mais tranquila marcando seu primeiro tento na Vila Belmiro. O jovem “raio” aproveitou o desviou de Sasha para abrir o placar. A partir de então, brilhou a estrela de Gabigol. O camisa 10 marcou nos dois gols seguintes e se consagrou como “o cara” da noite. Silvinho ainda marcou o gol de honra.

O jogo

Os primeiros minutos da partida na Vila Belmiro foram sonolentos, com as duas equipes abusando dos lançamentos em profundidade e dos erros de passe, que fizeram com que os dois goleiros nem aparecessem na partida. O primeiro a tocar na bola foi justamente Vanderlei, mas para corrigir a trapalhada de Lucas Veríssimo, que recuou estranho e obrigou o arqueiro do Peixe a rifar a bola.

Apesar da mobilidade dos atacantes, que trocavam de posição a fim de tentar surpreender a defesa do Paraná, o time da casa pouco criava no campo ofensivo. As melhores chances eram por levantamentos para área e dessa forma os comandados de Jair Ventura quase abriram o placar aos 27 minutos. Rodrygo aproveitou o cruzamento de Dodô e testou para a defesa de David.

Sem conseguir penetrar na defesa do visitante, o Peixe passou a ver o Paraná ficar com a bola e trocar passes, criando a partir de triangulações jogadas de perigo. A primeira do time de Rogério Micale veio aos 41 minutos, quando Alemão tabelou com Carlos pelo lado direito e ficou cara a cara com Vanderlei, que sobressaiu e espalmou para escanteio. Na segunda chance, Silvinho aproveitou o rebote do escanteio e jogou para fora.

As vaias no fim do primeiro tempo parecem ter deixado o time do Santos mais motivado para a reta final e a pressão foi desde a saída de bola. Logo no primeiro minuto, Gabriel arriscou de fora da área, Sasha desviou de cabeça e a bola sobrou para Rodrygo, que tocou para as redes e marcou seu primeiro gol no templo sagrado da baixada.

A pressão santista continuou e Gabigol parecia motivado a corroborar o apelido que ganhou desde os tempos de Menino da Vila. Primeiro, tentou cavar um pênalti e acabou levando o amarelo. Aos 13 minutos, ele não perdoou. Victor Ferraz cruzou para área, Eduardo Sasha ajeitou de cabeça e o camisa 10 completou para o fundo das redes, ampliando o placar.

A vantagem do Peixe deixou o jogo mais movimentado e animado para os torcedores presentes. Precisando da primeira vitória no Campeonato Brasileiro, o Paraná passou a chegar mais, mas com chutes de longa distância que pouco assustavam Vanderlei. Do outro lado, Vitor Bueno finalizou de primeira e a bola passou raspando a trave de David, em sua última jogada antes de dar lugar a Diego Pituca.

A estrela de Gabigol brilhou pela segunda vez na partida em lance digno de atacante, aos 30 minutos. Depois de grande jogada individual de Arthur Gomes, que substituiu Rodrygo, o camisa 10 teve apenas o trabalho de empurrar para as redes. No último lance, Silvinho ainda marcou o gol de honra do Paraná, mas insuficiente para reverter a desvantagem.



Santos 5 x 1 Luverdense-MT

Data: 10/05/2018, quinta-feira, 21h45.
Competição: Copa do Brasil – Oitavas de Final – Jogo de ida
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 3.590 pagantes
Renda: R$ 90.725,00
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Auxiliares: Michael Correia e Thiago Henrique Neto Correa Farinha (ambos do RJ).
Cartões amarelos: Gabriel e Alison (S); Paulinho, Rafael Silva e Moisés (L).
Gols: Itaqui (11-1), Gabriel (24-1); Gustavo Henrique (13-2), Gabriel (17-2), Gabriel (22-2) e Yuri Alberto (40-2).

SANTOS
Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Dodô; Alison (Yuri), Jean Mota e Vitor Bueno; Gabigol, Rodrygo e Eduardo Sasha (Yuri Alberto).
Técnico: Jair Ventura

LUVERDENSE
Diogo Silva; Itaqui, Kaique, André Ribeiro e Paulinho; Diogo Sodré, Moisés e Elton (Rubinho); Lucas Braga (Adriano), Rafael Silva e Paulo Renê (Ariel).
Técnico: Luizinho Vieira



Gabigol brilha e Santos goleia o Luverdense na Vila

Depois de ser goleado para o Grêmio, foi o Santos quem goleou. O início da redenção veio em um mesmo 5 a 1 diante do Luverdense nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

Gabigol foi o destaque santista, com três gols marcados. O camisa 10 não começou bem a partida, foi vaiado por várias vezes, mas se redimiu. Gustavo Henrique, substituto de David Braz na defesa, e Yuri Alberto, no fim, também marcaram. Itaqui fez o de honra do Luverdense.

O primeiro tempo do alvinegro não foi bom, terminou em 1 a 1 e poderia ter sido até de derrota parcial. Na segunda etapa, porém, a postura mudou. Com estratégia menos conservadora, os donos da casa fizeram valer a superioridade técnica.

O jogo de volta das oitavas da competição nacional será na próxima quinta-feira, às 19h15, em Lucas do Rio Verde. A tendência é que o Santos poupe titulares. O Luverdense precisa vencer por 4 a 0 ou cinco gols de diferença para avançar.

O jogo

O Santos, um dos gigantes do futebol brasileiro, na Vila Belmiro, contra o Luverdense, oitavo colocado de seu grupo na Série C do Campeonato Brasileiro. Vida fácil? Que nada.

O Peixe, diferentemente do esperado, não adiantou suas linhas de marcação diante do LEC. E nos primeiros minutos, foram os visitantes quem criaram as melhores ações.

Aos 11′, veio o castigo. Itaqui cobrou falta na área, a bola passou por todo mundo e contou com a colaboração do goleiro Vanderlei para morrer no fundo da rede. 1 a 0. O alvinegro, mesmo longe de estar inspirado, não demorou para reagir. E a jogada veio com os dois mais contestados pela torcida: Victor Ferraz e Gabigol. O lateral deu um cruzamento perfeito para o camisa 10 cabecear e empatar o jogo.

Na segunda metade do primeiro tempo, o Santos tentou controlar, mas não conseguiu. O Luverdense seguiu perigoso e a partida ficou aberta. Vanderlei se redimiu em bela defesa nos instantes finais da etapa inicial.

No segundo tempo, o Santos fez o placar ter lógica. A equipe voltou com uma postura diferente, mais adiantado e fez valer a diferença técnica para o Luverdense.

Os gols saíram naturalmente. O segundo veio com Gustavo Henrique, aos 13, depois de boa cobrança de falta de Vitor Bueno. O zagueiro teve boas chances no primeiro tempo e, depois de muito tentar, conseguiu. Ele substituiu David Braz, poupado por conta de dor muscular na panturrilha.

Com a vantagem, os espaços apareceram e a goleada foi construída. Gabigol lavou a alma e aproveitou rebote de Rodrygo para marcar aos 17. E aos 22, o camisa 10 alcançou seu hat-trick depois da segunda assistência de Victor Ferraz. O camisa 4 foi bem no seu retorno ao time titular.

Na segunda metade da etapa final, o Santos continuou em cima, buscando mais gols. Rodrygo tentou de todas as formas seu primeiro na Vila Belmiro, mas não conseguiu. E foi seu parceiro de base quem marcou. Yuri Alberto recebeu assistência de Arthur Gomes e fechou o placar. 5 a 1. E alma lavada na Vila Belmiro.

Bastidores – Santos TV:

Gabigol alcança hat-trick e valoriza reação do Santos: “Vida é assim”

Criticado por parte da torcida pelo desempenho recente abaixo do esperado, Gabigol brilhou na goleada santista por 5 a 1 sobre o Luverdense nesta quinta-feira, na Vila Belmiro. O resultado encaminhou a classificação às quartas de final da Copa do Brasil.

O camisa 10 errou quase tudo nos primeiros minutos, mas não se escondeu e foi recompensado com um gol no primeiro tempo e outros dois na segunda etapa. Gabriel valoriza a reação do time após os 5 a 1 sofridos para o Grêmio, domingo, em Porto Alegre.

“Muito feliz. Eu acho que conseguimos fazer um bom jogo, conseguimos criar bons lances. Hoje conseguimos fazer um bom jogo. Acho que o ano é muio longo, temos que fazer muita coisa. Sabemos que a torcida não gostou (da derrota para o Grêmio), é normal. A gente não tinha tomado mais de dois gols no ano e acabamos levando cinco, e hoje fizemos cinco. O futebol é assim, a vida é assim”, afirmou o atacante à Fox Sports.

Com os três gols, Gabigol se isolou como maior artilheiro da história do Santos na Copa do Brasil. São 19 em sua carreira, quatro a mais que Neymar. Ele foi artilheiro em duas edições e briga por mais um prêmio individual.

Após goleada, Vanderlei diz que se resolveu com Alison: “É normal”

Em goleada de 5 a 1 sofrida para o Grêmio no último domingo, em Porto Alegre, o Santos viu Vanderlei e Alison discutirem calorosamente em campo. E nesta quinta-feira, com a situação resolvida, foi o Peixe quem goleou pelo mesmo resultado diante do Luverdense, na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

O goleiro do alvinegro minimiza o entrevero com o companheiro e alerta para as surpresas na competição continental. Ele acredita que a vantagem não decide nada. O Santos pode perder por até três gols de diferença na próxima quinta-feira, às 19h15 (de Brasília), em Lucas do Rio Verde.

“Fizemos um bom placar, poderíamos ter feito até mais. A gente resolve as coisas internamente, é normal. Não tem nada com o Alison. Não tem nada decidido, tem jogadores rápidos, bons na bola parada. Copa do Brasil é importante para nós e vamos com força máxima. A gente ficou muito chateado por tomar cinco gols do Grêmio, tudo deu errado para nós. Tivemos tranquilidade hoje para suportar a pressão”, disse Vanderlei à Fox Sports.

Em um jogo no Santos, Ferraz chega à metade das assistências de 2017

Victor Ferraz fez as suas primeiras assistências em 2018 nesta quinta-feira, na vitória do Santos por 5 a 1 sobre o Luverdense, na Vila Belmiro. O lateral-direito deu dois passes para dois dos três gols de Gabriel Barbosa.

Depois de ter luxação no ombro direito e perder a posição para Daniel Guedes, Ferraz recuperou seu lugar e atuou como em 2015 e 2016, quando chegou a ser cotado para a seleção brasileira. No ano passado, seu rendimento foi abaixo do esperado.

As duas assistências em 95 minutos fizeram Victor Ferraz chegar à metade dos passes para gols em 2017 inteiro (quatro). Na última temporada, o camisa 4 entrou em campo 48 vezes, um total de 4348 minutos.

“Eu trabalhei muito. Eu esperei voltar, voltei há cinco ou seis jogos no banco de reservas. Voltei bem, fazendo o que mais gosto, dando assistências, marcando forte e Santos vencendo. Santos tem que voltar a ser respeitado”, disse Victor Ferraz, à Rádio Bandeirantes.

Depois da boa atuação, Ferraz deve se manter como titular no domingo contra o Paraná, às 19h (de Brasília), na Vila Belmiro, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. O lateral, líder do elenco, tem 30 anos, 178 partidas pelo Santos e seis gols marcados. Seu contrato vai até dezembro de 2020.

Rodrygo destaca goleada, mas lamenta perda de chance: “Era gol meu”

Rodrygo tentou e tentou muito, mas não conseguiu marcar seu primeiro gol pelo Santos na Vila Belmiro, em goleada por 5 a 1 contra o Luverdense nesta quinta-feira, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

A joia teve boas oportunidades, mas não conseguiu marcar. Em uma delas, errou a finalização e Gabigol aproveitou o rebote para marcar o terceiro do Peixe.

“Abrimos uma boa vantagem. Temos que manter a concentração desse jogo para sair classificado. Era gol meu, né? Eu errei na hora de virar o pé e a bola saiu mais para o meio, aí Gabigol aproveitou o rebote e marcou. A gente quer fazer o gol, né? Mas fica feliz pelo resultado, também, é claro”, disse Rodrygo, à Fox Sports.

“Iritado, não… Meu time ganhou de 5 a 1. Eu saio tranquilo e feliz com a vitória”, completou, ao minimizar mais uma falta na escola: “Vou passar de ano”.

Gabigol muda posicionamento e alcança primeiro hat-trick da carreira

Desde que foi contratado, no início deste ano, Gabigol passou a ser o centroavante do Santos. Em sua visão e na do técnico Jair Ventura, é nessa função onde pode render mais. Nesta quinta-feira, porém, o camisa 10 brilhou em uma nova posição, a mesma de sua primeira passagem pelo Peixe.

Depois de atuações ruins, Gabriel foi escalado pelo lado direito do ataque, com liberdade para se movimentar e Eduardo Sasha centralizado. A opção deu certo: três gols na vitória por 5 a 1 sobre o Luverdense, na Vila Belmiro, e o primeiro hat-trick de sua carreira profissional.

Em entrevista depois da goleada, Gabigol confirmou a mudança em seu jeito de jogar. Jair Ventura minimizou as críticas do torcedor. Antes de marcar seus gols, o Menino da Vila era o mais cornetado pelos santistas.

“Hoje eu joguei mais aberto pelo lado do campo, pela direita, me movimentei bastante, criamos, isso é muito importante”, afirmou Gabigol.

“Os gols foram importantes. Gabigol, pelo investimento, vai ser sempre cobrado. É a vida que nós escolhemos. Mas o Gabriel é muito bom. Não só ele, como todo o grupo. Hoje mostramos isso”, disse o treinador.

Jair destaca Yuri Alberto e explica veto do Santos à seleção sub-20

Yuri Alberto foi convocado para período de treinamentos e amistosos com a seleção brasileiro sub-20, porém, a pedido do técnico Jair Ventura, o Santos vetou a ida de seu atacante. A decisão, a princípio, não fazia muito sentido, já que o garoto não atuava há dois meses. A explicação veio nesta quinta-feira.

Yuri entrou no segundo tempo e fechou a goleada do Peixe por 5 a 1 contra o Luverdense, na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. Jair explica decisão e prevê mais oportunidades ao Menino da Vila.

“Yuri Alberto foi pedido meu para não ir. Treinador da seleção (Carlos Amadeu) me ligou, eu disse que contava, eles convocaram mesmo assim e desconvocamos. Peço desculpa para a seleção, trabalhei três anos na base da seleção, sei da importância, ficava chateado com alguns nãos que recebia, mas Yuri tem importância e hoje provou isso. É nosso único centroavante de origem e usaremos quando precisarmos”, disse o comandante.

Yuri Alberto tem cinco jogos pelo Santos em 2018. E em 211 minutos em campo, já são dois gols na temporada. Antes, ele marcou em derrota diante do Novorizontino, pela primeira fase do Campeonato Paulista.

Yuri foi promovido junto com Rodrygo no fim de 2017, pelo técnico Elano. Artilheiro nas categorias de base, o jovem ainda não teve muitas chances por causa da concorrência de Gabigol, titular da posição, e Eduardo Sasha, que também pode desempenhar a função de centroavante.

Com público baixo, Santos paga para jogar contra o Luverdense

O Santos pagou para jogar nos 5 a 1 sobre o Luverdense nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. O público total de 3480 não foi suficiente para deixar a bilheteria no azul.

A renda foi de R$ 90.725,00. Com altos custos, como cerca de R$ 30 mil em “despesas diversas” e R$ 17 mil para funcionários, o prejuízo foi de R$ 28.479,77 na Vila.

Contra o Luverdense, o Alvinegro recebeu seu pior público na temporada. Antes, 3816 foram à Vila Belmiro para ver a derrota por 3 a 1 para o São Bento, no Campeonato Paulista.

Com logística complicada, Santos deve poupar titulares contra o Luverdense

Depois de vencer por 5 a 1 o jogo de ida, na Vila Belmiro, o Santos deve poupar seus titulares para enfrentar o Luverdense pela partida de volta das oitavas de final da Copa do Brasil, quinta-feira, às 19h15 (de Brasília), em Lucas do Rio Verde.

Além da enorme chance de classificação às quartas e a possibilidade de perder por até três gols de diferença no Mato Grosso, o Peixe se preocupa com a logística para a viagem. O alvinegro, a princípio, não fretará um voo.

“Estamos por alguns detalhes, mas acho que não vamos precisar de voo fretado, não”, disse o técnico Jair Ventura, em coletiva de imprensa nesta quinta-feira.

A tendência é que o Santos faça dois voos na terça-feira: um para Cuiabá e outro para Sinop. E depois de voar, o resto da viagem seria num ônibus para Lucas do Rio Verde. A distância final é de 150 km, porém, a qualidade das estradas não é boa e o traslado demora mais. No total, a “odisseia” pode durar um dia todo desde a saída da Baixada Santista.

O voo fretado para Sorriso, a 67 km de Lucas do Rio Verde, duraria 5h30. O Peixe, porém, deve optar pela economia da viagem convencional. A logística completa será divulgada nesta semana.


Santos 2 x 0 Estudiantes

Data: 24/04/2018, terça-feira, 21h30.
Competição: Copa Libertadores – Grupo 6 – 4ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 10.969 pagantes
Renda: R$ 409.460,00
Árbitro: Eber Aquino (PAR)
Auxiliares: Dario Gaona e Rodney Aquino (ambos do PAR)
Cartões amarelos: Alison (S); Campi, Braña, Dubarbier, Escobar e Lattanzio (E).
Cartão vermelho: Escobar (E).
Gols: Gabigol (43-1) e Lucas Veríssimo (04-2).

SANTOS
Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Alison, Léo Cittadini (Renato) e Jean Mota; Copete (Arthur Gomes), Rodrygo (Vitor Bueno) e Gabriel.
Técnico: Jair Ventura

ESTUDIANTES DE LA PLATA
Andújar; Sánchez, Desábato; Schunke, Braña, Rodríguez (Escobar), Gómez (Gímenez), Dubarbier (Lattanzio) e Campi; Melano e Otero.
Técnico: Lucas Bernardi



Em noite de redenções, Santos vence o Estudiantes e encaminha classificação

Em noite de redenção para Copete e Gabigol, o Santos venceu o Estudiantes por 2 a 0 na noite desta terça-feira, na Vila Belmiro, chegou a nove pontos no Grupo 6 e ficou bem perto da vaga nas oitavas de final da Libertadores da América. Os gols foram marcados por Gabriel Barbosa e Lucas Veríssimo.

Copete não atuava desde o dia 11 de março, em derrota para o São Bento. Com Eduardo Sasha fora por causa de pancada no tornozelo esquerdo e Arthur Gomes debilitado por conta de um entorse no joelho direito, o colombiano teve chance de ser titular e foi muito bem. Foi dele a assistência para Gabriel no primeiro gol.

E por falar em Gabigol, ele honrou o apelido. Depois de dois meses de jejum, o camisa 10 desencantou. Com a categoria de seus melhores momentos, o Menino da Vila deslocou Andújar e correu para abraçar o técnico Jair Ventura.

O Peixe controlou o jogo desde o primeiro minuto, pouco sofreu e poderia até ter feito mais gols. Rodrygo não fez gol ou deu assistência, mas foi um dos destaques. Em um lance no segundo tempo, quase fez um golaço. A joia voltou a cansar e foi mais uma vez substituída no segundo tempo.

O jogo

O Santos dominou os 46 primeiros minutos de jogo. O Peixe controlou a partida desde o apito inicial e acuou o Estudiantes na Vila Belmiro. O goleiro Vanderlei foi um mero espectador.

As primeiras oportunidades vieram com Rodrygo, pelo lado esquerdo do ataque. Logo aos dois minutos, Copete, de volta ao time após mais de um mês, acertou o travessão.

Com Rodrygo inspirado, Gabigol aceso e Copete melhor do que nas últimas atuações, o Peixe seguiu perto do gol, que quase veio aos 17 minutos, em finalização de chapa do Gabigol rente à trave esquerda de Andújar.

O alvinegro chegava à intermediária ofensiva com facilidade, mas pecava no último passe. Na segunda metade do jogo, o time passou a exagerar nos cruzamentos. Com três zagueiros, o Estudiantes levava a melhor.

E quando parecia mais distante de abrir o placar, o Santos saiu na frente. Copete acertou lindo lançamento de direita para Gabigol, com muita categoria, deslocar Andújar aos 43 minutos. O atacante desencantou depois de dois meses de jejum. Na comemoração, correu para os braços do técnico Jair Ventura. E vários jogadores abraçaram o colombiano.

Na segunda etapa, o cenário não mudou. E logo aos quatro minutos, o Santos ampliou. Jean Mota cobrou falta na cabeça de Lucas Veríssimo. O zagueiro marcou pela terceira vez com a camisa do Peixe.

Aos 14 minutos, o Estudiantes criou sua melhor chance. E na verdade, nem teve mérito. Dubarbier cruzou, David Braz afastou mal, a bola bateu em Otero e quase entrou. Vanderlei nem se mexeu.

Os argentinos se lançaram ao atacante e, enquanto isso, o Santos teve espaço no contra-ataque. E foi dessa forma que o terceiro gol quase veio aos 19 minutos, quando Gabigol recebeu longo lançamento de Jean Mota e chutou bem, para boa defesa de Andújar. Na sequência, em nova ligação direta, agora com Dodô, Rodrygo arrancou, mas errou na hora de cruzar.

Aos 27 minutos, Rodrygo quase fez um golaço. Domínio perfeito em cruzamento de Daniel Guedes, drible para a direita e chute raspando o travessão. E aos 37, veio a resposta, em linda defesa do goleiro Vanderlei em voleio de Sanchéz. Nos minutos finais, os argentinos não esboçaram a reação e o Santos confirmou a vitória.

Melhor em campo, Rodrygo explica vômito em vitória do Santos: “Tranquilo”

Rodrygo foi eleito, pelos organizadores da Libertadores, o melhor jogador na vitória do Santos por 2 a 0 sobre o Estudiantes nesta terça-feira, na Vila Belmiro. A vitória encaminhou a classificação do Peixe às oitavas de final.

E mais do que sua atuação, o atacante chamou a atenção por passar mal em campo. Ele recebeu um chute no estômago e vomitou. Os médicos solicitaram a sua saída, mas ele pediu para permanecer.

“É um campeonato muito difícil, mas tudo está na cabeça, é manter a concentração. Acabei vomitando ali fora, mas só joguei para fora e voltei tranquilo. Já estou pronto para tomar outra, tranquilo (risos)”, disse Rodrygo, à Fox Sports.

No segundo tempo, Rodrygo quase fez um golaço. Ele recebeu um cruzamento de Daniel Guedes no segundo pau, dominou perfeitamente a bola, driblou e chutou rente ao travessão. Ele acabou substituído, ovacionado pelos mais de 10 mil torcedores presentes.

Jair vibra por resgate de Copete no Santos: “Eu não liberei”

Em má fase, Copete vinha brigando por um vaga no banco de reservas do Santos. E nessa terça-feira, a situação mudou. O colombiano aproveitou o problema no tornozelo de Eduardo Sasha e as dores no joelho de Arthur Gomes após entorse para ser titular e se destacar nos 2 a 0 sobre o Estudiantes, na Vila Belmiro.

Copete foi procurado por alguns clubes, como o Vitória, mas Jair Ventura optou por sua permanência. O técnico explica suas motivações e comemora pela decisão aparentemente correta.

“Trabalhamos o Copete para recuperá-lo e hoje deu passe decisivo (na assistência para Gabigol) Ele aproveitou a oportunidade da melhor maneira possível. Ele trabalha demais e não vivia no seu melhor momento. Hoje foi importante. Se eu fizesse o que todos queriam, teria emprestado o Copete”, disse Jair, em entrevista coletiva.

“Tiveram muitas propostas para o Copete e eu não liberei. Quis recuperá-lo, trazê-lo pra gente. Ele não estava em um momento bom, mas temos que recuperar esses atletas. A gente critica as pessoas. A gente julga muito. E julgaram o Copete para nada, o menino entrou e fez um grande jogo”, completou.

A contusão de Eduardo Sasha não preocupa o departamento médico e o atacante deve retornar contra o Nacional, no Uruguai, dia 1º de maio. De qualquer forma, Copete mostrou que pode ser importante na temporada.

Gabigol minimiza jejum, comemora vitória e cita “bronca” de Jair

Depois de dois meses sem marcar, Gabigol quebrou o jejum ao abrir o placar na vitória do Santos por 2 a 0 sobre o Estudiantes nesta terça-feira, na Vila Belmiro. O resultado encaminhou a classificação do Peixe às oitavas de final. O alvinegro precisa de um ponto contra Nacional no Uruguai e Real Garcilaso em casa.

O camisa 10 minimiza o período sem marcar, exalta a vitória, destaca a mobilidade no ataque e cita uma bronca do técnico Jair Ventura.

“A gente procura movimentar bastante, sabemos que temos atacantes leves. Copete e Sasha já jogaram de centroavante, hoje fui eu. Jair fica até meio bravo quando fico saindo da área. Centroavante não tem que fazer só gol. Tem que batalhar, lutar, abrir espaço para os companheiros, o importante é ajudar o time na vitória”, disse Gabriel à Fox Sports.

“Não pesa (o jejum de gols), eu venho fazendo o que sempre treinei. Pude ter calma na hora da fazer o gol, muito bom voltar a marcar. Não me incomoda, o que me incomoda é não ganhar. Hoje conseguimos uma vitória e tem o bônus do gol”, completou.

Léo Cittadini e Vecchio viram novas preocupações no Santos

Depois de entorse no tornozelo de Eduardo Sasha e entorse no joelho de Arthur Gomes, o Santos ganhou novas preocupações no departamento médico: Léo Cittadini e Vecchio

Cittadini sofreu uma entorse durante a vitória por 2 a 0 sobre o Estudiantes, nesta terça-feira, na Vila Belmiro. E Vecchio não foi relacionado por causa de tendinite. O técnico Jair Ventura citou os problemas físicos, mas não deu detalhes dos locais ou da gravidade.

O Santos voltará a campo para enfrentar o Nacional, no Uruguai, dia 1º de maio, pela quinta rodada da fase de grupos da Libertadores. O Peixe espera recuperar todo o elenco para a partida. Se empatar, o alvinegro garante a vaga nas oitavas de final com um jogo de antecedência.

Bruno Henrique, com lesão muscular de grau 2 na coxa esquerda, é desfalque certo. De qualquer forma, o atacante já estaria suspenso na Libertadores por conta de uma expulsão contra o Barcelona de Guayaquil, na edição de 2017 da competição continental.